Exportação

Acordo Mercosul-União Europeia impulsiona exportações brasileiras em 30,7%

O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia já contribuiu para elevar em 30,7% as exportações brasileiras para o mercado europeu desde maio, quando o tratado entrou em vigor. A informação foi divulgada na terça-feira (13) pelo ministro em exercício do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa.

O percentual considera o desempenho das vendas externas do Brasil ao bloco europeu entre maio e setembro deste ano, em comparação com o mesmo intervalo do ano passado.

Exportações brasileiras somam US$ 44,17 bilhões

De janeiro a setembro, as exportações do Brasil alcançaram US$ 44,17 bilhões, resultado 20% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também destacou os efeitos positivos do acordo comercial. Segundo ele, o intercâmbio entre os países do Mercosul e da União Europeia cresceu mais de US$ 6 bilhões desde a aprovação e a entrada em vigor do tratado.

Os dados foram apresentados durante um evento promovido pelo Ministério da Agricultura, que anunciou a abertura de 700 novos mercados para produtos brasileiros da agricultura e da pecuária desde o início de 2023.

Comércio exterior brasileiro registra expansão

Márcio Elias Rosa ressaltou que o Brasil vem alcançando volumes recordes de comércio com praticamente todos os seus parceiros internacionais em 2026. De acordo com o ministro, o crescimento não se limita ao agronegócio, abrangendo diferentes setores da economia.

No conjunto, o comércio exterior brasileiro registra expansão média de 10,5%, conforme os números apresentados pelo representante do governo.

Os resultados, segundo Rosa, foram obtidos em um cenário internacional desafiador, marcado por tensões geopolíticas e pelo aumento de barreiras tarifárias e não tarifárias ao comércio.

Governo mantém diálogo comercial com os Estados Unidos

Ao comentar as relações comerciais com os Estados Unidos, o ministro classificou o momento atual como delicado. Apesar das dificuldades, afirmou que o governo brasileiro pretende manter os canais de diálogo e dar continuidade às negociações.

A declaração ocorre em meio a um ambiente de maior complexidade nas relações comerciais internacionais, no qual tarifas e outras restrições podem afetar o fluxo de mercadorias entre os países.

Abertura de mercados reforça estratégia de desenvolvimento

Para Rosa, a conquista de 700 novos mercados internacionais desde 2023 demonstra a capacidade de investimento e expansão das empresas brasileiras, especialmente no setor agropecuário.

O ministro também atribuiu os avanços à atuação do setor privado e a uma política de Estado voltada ao desenvolvimento econômico, sustentada pela articulação entre diferentes ministérios.

Ao avaliar a política externa anterior à atual gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Rosa criticou o que classificou como uma estratégia de segregação e isolamento internacional. Na avaliação do ministro, a ideia de que o afastamento de outros países fortaleceria o Brasil estava equivocada e trouxe custos elevados para a indústria nacional.

Segundo ele, a indústria brasileira pagou um preço alto pelas consequências dessa orientação, reforçando a importância de ampliar as relações comerciais e a presença do país nos mercados internacionais.

FONTE: Valor International
TEXTO: Redação
IMAGEM: Valter Campanato/Agência Brasil e Tomaz Silva/Agência Brasil

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Economia

Mercado eleva previsão de inflação para 2026 e reduz estimativas para Selic e dólar, aponta Focus

O mercado financeiro voltou a elevar a projeção para a inflação em 2026, enquanto reduziu as estimativas para a taxa Selic e a cotação do dólar no mesmo período. Os dados constam no relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, que reúne as expectativas de instituições financeiras para os principais indicadores da economia brasileira.

A mediana das projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 5,01% para 5,22%, registrando a quarta alta semanal consecutiva. O resultado está 0,72 ponto percentual acima do teto de 4,50% considerado na comparação com o centro da meta de inflação, fixado em 3%, e seu limite superior.

Além das perspectivas para os preços, o levantamento apresenta mudanças nas expectativas para os juros, o câmbio e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Inflação de 2026 chega a 5,22% nas projeções do mercado

A estimativa para o IPCA de 2026 avançou de 5,01% para 5,22%. Entre as 54 projeções atualizadas nos cinco dias úteis anteriores à coleta, a mediana subiu de 5,07% para 5,19%.

Para 2027, a previsão geral permaneceu em 4,30%, embora tenha recuado para 4,26% quando consideradas apenas as 54 estimativas mais recentes.

Nas projeções de prazo mais longo, a expectativa para a inflação de 2028 passou de 3,80% para 3,79%. Para 2029, houve leve redução, de 3,51% para 3,50%.

O Banco Central, por sua vez, projetava inflação de 5,2% em 2026 e de 3,9% em 2027, conforme o comunicado da reunião de setembro do Comitê de Política Monetária (Copom). Para o primeiro trimestre de 2028, o órgão estimava inflação acumulada de 3,2% em 12 meses, dentro do horizonte relevante para a condução da política monetária.

Como funciona a meta de inflação

Desde 2025, o Brasil adota o sistema de meta contínua de inflação, calculada com base na variação acumulada do IPCA em 12 meses.

O objetivo central é manter a inflação em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Assim, o intervalo de referência vai de 1,5% a 4,5%.

Caso a inflação permaneça fora desses limites por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central descumpriu a meta.

Mercado reduz projeção para a taxa Selic em 2026

A expectativa para a taxa Selic no fim de 2026 caiu de 13,50% para 13,25%, interrompendo duas semanas de estabilidade. Entre as 48 estimativas atualizadas nos cinco dias úteis anteriores, a mediana também ficou em 13,25%.

Para o encerramento de 2027, a projeção geral permaneceu em 12% pela 17ª semana consecutiva. No recorte das 47 estimativas mais recentes, entretanto, a expectativa recuou de 12% para 11,75%.

As previsões para os anos seguintes continuaram praticamente estáveis. A Selic esperada para o fim de 2028 permaneceu em 10,50% pela 15ª semana seguida, enquanto a estimativa para 2029 ficou em 10% pela 23ª semana consecutiva.

Copom mantém atenção aos riscos inflacionários

Em 16 de setembro, o Copom reduziu a taxa básica de juros de 14% para 13,75% ao ano, conforme o histórico apresentado no levantamento. A decisão representou o quinto corte consecutivo naquele ciclo de flexibilização monetária.

Desde março, quando iniciou o chamado ciclo de calibração, a Selic havia acumulado redução de 1,25 ponto percentual. A condução da política monetária ocorre em meio às incertezas sobre os efeitos da guerra envolvendo o Irã nas cadeias globais de abastecimento, nos preços das commodities e na inflação.

Na ata da reunião, o Copom destacou a necessidade de cautela diante do aumento das incertezas, do desancoramento das expectativas inflacionárias e dos riscos associados ao cenário econômico.

O comitê também afirmou que continuaria avaliando os novos dados para manter as condições monetárias necessárias à convergência da inflação para a meta.

Dólar deve terminar 2026 cotado a R$ 5,15

As expectativas para o dólar em 2026 também recuaram. A mediana do Focus passou de R$ 5,20 para R$ 5,15, após permanecer estável durante 16 semanas.

Considerando apenas as 40 projeções atualizadas nos cinco dias úteis anteriores, a estimativa caiu de R$ 5,20 para R$ 5,05.

Para o fim de 2027, a previsão recuou de R$ 5,28 para R$ 5,26. Já a estimativa para 2028 continuou em R$ 5,30 pela 12ª semana consecutiva.

Em relação a 2029, a mediana diminuiu de R$ 5,33 para R$ 5,30. Um mês antes, a projeção estava em R$ 5,36.

O relatório Focus utiliza a média esperada para a cotação do dólar em dezembro de cada ano como referência para suas projeções anuais. O método é diferente daquele adotado até 2020, quando a estimativa considerava a taxa prevista para o último dia útil do ano.

Projeção de crescimento do PIB permanece em 1,85% para 2026

A expectativa do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2026 permaneceu em 1,85%. Um mês antes, a mediana estava em 1,89%.

Entre as 35 estimativas atualizadas nos cinco dias úteis anteriores, a projeção recuou de 1,83% para 1,81%.

O resultado está próximo da estimativa do Banco Central, que previa expansão de 1,8% para a economia brasileira, segundo o Relatório de Política Monetária do terceiro trimestre.

Para 2027, a expectativa geral de crescimento do PIB continuou em 1,40%. No grupo das 35 projeções mais recentes, porém, a mediana caiu para 1,35%, ante 1,40%.

Expectativas para o PIB até 2029

As estimativas para os anos seguintes apresentaram pequenas alterações. A previsão de crescimento do PIB em 2028 subiu de 1,81% para 1,83%, mas permaneceu abaixo dos 1,87% projetados um mês antes.

Para 2029, a expectativa ficou em 2% pela 82ª semana consecutiva.

Os números indicam que, enquanto as projeções de inflação para 2026 continuam em trajetória de alta, as estimativas para juros e câmbio recuam. Para o crescimento econômico, o mercado mantém perspectivas de expansão moderada nos próximos anos.

FONTE: Estadão
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Estadão

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Economia

Ibovespa sobe 0,94% com alta da Petrobras e petróleo acima de US$ 104; dólar fecha a R$ 5,02

O Ibovespa encerrou a quinta-feira em alta, impulsionado principalmente pela valorização das ações da Petrobras em meio à disparada dos preços internacionais do petróleo. Ao mesmo tempo, investidores acompanharam as pesquisas eleitorais e seus possíveis reflexos sobre o mercado financeiro brasileiro.

O principal índice da Bolsa brasileira avançou 0,94%, aos 206.220,24 pontos. Durante o pregão, oscilou entre a mínima de 203.984,57 pontos e a máxima de 207.953,74 pontos. O volume financeiro movimentado na sessão chegou a R$ 60,2 bilhões.

No mercado cambial, o dólar à vista registrou leve valorização de 0,17%, encerrando o dia cotado a R$ 5,0240. Apesar da alta diária, a moeda norte-americana passou a acumular queda de 8,47% no ano.

Petróleo dispara e impulsiona ações da Petrobras

O avanço das cotações internacionais do petróleo foi um dos principais fatores por trás da alta da Bolsa brasileira. Os contratos futuros do Brent, referência internacional da commodity, subiram 4,1%, fechando a US$ 104,28 por barril.

A valorização ocorreu em meio à retomada das preocupações com a guerra no Oriente Médio e aos riscos de interrupções no abastecimento provocados pela aproximação de um furacão à costa do Golfo dos Estados Unidos.

Nesse cenário, as ações da Petrobras ganharam força e ajudaram o Ibovespa a apresentar desempenho diferente do observado em Nova York. O índice S&P 500, por exemplo, terminou o dia com queda de 0,45%.

A alta do petróleo também favoreceu outras companhias do setor de energia, que acompanharam o movimento positivo da commodity no exterior.

Petrobras, PRIO e PetroReconcavo fecham em alta

Entre os principais destaques do pregão, as ações da Petrobras registraram ganhos expressivos. Os papéis preferenciais (PETR4) subiram 2,12%, enquanto os ordinários (PETR3) avançaram 3,13%.

Outras empresas do setor de petróleo também encerraram a sessão no campo positivo:

  • PetroReconcavo (RECV3): alta de 3,42%.
  • PRIO (PRIO3): valorização de 1,82%.

A combinação entre petróleo mais caro e expectativas relacionadas ao cenário político brasileiro contribuiu para sustentar o interesse dos investidores pelos papéis da estatal.

Pesquisa eleitoral mantém investidores atentos

O cenário político continuou no centro das atenções do mercado financeiro. Pesquisa PoderData/Aya divulgada pela manhã apontou o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos em uma simulação de segundo turno, contra 47% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A margem de erro informada foi de 1,8 ponto percentual.

Os investidores também aguardavam a divulgação de uma pesquisa do Datafolha sobre a disputa presidencial, prevista para o início da noite.

Parte dos agentes financeiros associa uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro à possibilidade de mudanças na condução da política fiscal. Essa avaliação tem influenciado as expectativas sobre juros, câmbio e investimentos em ações, embora propostas concretas de ajuste das contas públicas ainda sejam uma questão em aberto.

O chefe de alocação de investimentos e sócio da AW Capital, Gabriel Magno, avaliou que o resultado da pesquisa PoderData/Aya reforçou expectativas já presentes no mercado e contribuiu para manter o interesse pela Petrobras.

Dólar fecha em leve alta após oscilar durante o pregão

O dólar comercial apresentou variações moderadas ao longo da sessão, acompanhando as expectativas políticas e o comportamento das moedas internacionais.

A moeda norte-americana chegou a R$ 5,0282 na máxima do dia, com alta de 0,25%, e recuou até R$ 5,0011 na mínima, quando perdia 0,29%. No encerramento, avançou 0,17%, para R$ 5,0240.

O contrato futuro de dólar com vencimento em novembro, o mais negociado na B3, registrava alta de 0,01%, a R$ 5,0440, às 17h21.

No exterior, o comportamento da divisa foi misto. O dólar perdeu força diante de algumas moedas de países exportadores de commodities, como o peso chileno e o rand sul-africano, mas avançou frente a diversas outras moedas durante a tarde.

O índice do dólar, que mede o desempenho da moeda dos Estados Unidos em relação a uma cesta de seis divisas, recuava 0,18%, aos 102,070 pontos, às 17h17.

Debate sobre contas públicas influencia o câmbio

As expectativas sobre a política fiscal brasileira também contribuíram para orientar as negociações no mercado de câmbio.

Parte dos investidores considera que uma eventual mudança de governo poderia aumentar as chances de controle das despesas públicas. Na avaliação desses agentes, uma trajetória fiscal mais equilibrada poderia abrir espaço para juros menores no futuro.

Essa perspectiva contribuiu para a redução dos prêmios na curva de juros futuros nos últimos dias e para a desvalorização recente do dólar em relação ao real. Após o primeiro turno, a moeda norte-americana acumulava queda de 3,70%.

O debate ganhou força após a publicação de informações de que a equipe de Flávio Bolsonaro estudava mudanças nos critérios de reajuste das aposentadorias e na correção de despesas obrigatórias com saúde e educação.

Em entrevista à imprensa, o senador afirmou que pretende reajustar as aposentadorias acima da inflação e negou planos para alterar as regras atuais de correção dos benefícios previdenciários e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou as expectativas atribuídas ao candidato. Em entrevista à CNN Brasil, afirmou que as propostas representariam uma “ilusão” para o mercado por não considerarem adequadamente os efeitos sobre a atividade econômica e o emprego.

Banco Central realiza operação de swap cambial

No mercado doméstico, o Banco Central realizou, no fim da manhã, a venda de 50 mil contratos de swap cambial para a rolagem do vencimento previsto para 3 de novembro.

A operação faz parte dos instrumentos utilizados pela autoridade monetária para administrar a exposição cambial e dar continuidade aos contratos que estão próximos do vencimento.

O pregão terminou, assim, com a Bolsa brasileira favorecida pela valorização do petróleo e das ações da Petrobras, enquanto o dólar registrou uma pequena alta em meio à expectativa por novos sinais sobre a disputa presidencial e a condução da política econômica.

FONTE: Forbes
TEXTO: Redação
IMAGEM: Getty Images

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Comércio Exterior

Exportações do Brasil para China e União Europeia impulsionam superávit comercial em 2026

O Brasil ampliou as vendas externas e registrou forte avanço no superávit da balança comercial em 2026. Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na terça-feira (6/10) mostram que o saldo positivo acumulado de janeiro a setembro cresceu 34,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Exportações brasileiras somam US$ 284,65 bilhões

Entre janeiro e setembro de 2026, as exportações brasileiras alcançaram US$ 284,65 bilhões, alta de 10,4% na comparação anual. No mesmo período, as importações avançaram 5,0%, chegando a US$ 222,26 bilhões.

Com esse resultado, o comércio exterior brasileiro registrou superávit de US$ 62,40 bilhões, crescimento de 34,8%. Já a corrente de comércio, que reúne exportações e importações, movimentou US$ 506,91 bilhões, aumento de 8,0%.

China amplia compras de produtos brasileiros

A China foi um dos principais destinos responsáveis pelo crescimento das exportações brasileiras. Nos nove primeiros meses do ano, as vendas para o mercado chinês somaram US$ 84,68 bilhões, alta de 12,0% em relação ao mesmo intervalo de 2025.

O resultado reforça a importância do país asiático para a pauta de exportações do Brasil, especialmente entre os principais parceiros comerciais brasileiros.

União Europeia também aumenta importações do Brasil

As vendas brasileiras para a União Europeia tiveram desempenho ainda mais expressivo no período. Entre janeiro e setembro, as exportações para o bloco cresceram 20,0% e totalizaram US$ 44,15 bilhões.

O avanço das compras europeias contribuiu para o desempenho positivo da balança comercial brasileira ao longo de 2026.

Setembro registra alta nas exportações

Considerando apenas setembro, as exportações brasileiras cresceram 12,9% frente ao mesmo mês de 2025 e alcançaram US$ 34,42 bilhões.

Na direção contrária, as importações recuaram 2,4%, para US$ 26,68 bilhões. A diferença entre os dois fluxos resultou em um superávit comercial de US$ 7,74 bilhões, aumento de 146,4% na comparação anual.

A corrente de comércio de setembro ficou em US$ 61,10 bilhões, alta de 5,6%.

FONTE: Agência Gov
TEXTO: Redação
IMAGEM: Gilberto Sousa/CNI

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Economia

Dólar volta a superar R$ 5 e Ibovespa recua em sessão de ajuste no mercado financeiro

O mercado financeiro brasileiro passou por uma sessão de correção nesta quarta-feira (7), após a forte valorização registrada nos dias seguintes ao primeiro turno das eleições. O dólar voltou a ficar acima de R$ 5, enquanto o Ibovespa caiu 0,74%, aos 204.302,33 pontos.

O movimento acompanhou o desempenho negativo dos mercados internacionais, em um cenário marcado pela manutenção dos juros dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos em níveis elevados e pela valorização do petróleo, que permaneceu acima de US$ 100 por barril.

Dólar fecha acima de R$ 5

O dólar à vista encerrou o pregão com alta de 0,83%, cotado a R$ 5,016. Durante a sessão, a moeda norte-americana chegou a R$ 5,017.

A alta interrompeu uma sequência de dois pregões de queda, período em que o dólar acumulou desvalorização de 4,65%. Apesar da recuperação desta quarta-feira, a moeda ainda registra queda de 3,94% na semana e de 8,62% no acumulado de 2026.

No mercado internacional, o índice DXY, que acompanha o desempenho do dólar diante de uma cesta formada por seis moedas, avançou 0,36%, para 102,280.

Juros nos Estados Unidos pressionam mercados

Um dos fatores acompanhados pelos investidores foi a trajetória dos juros dos títulos do Tesouro norte-americano. A rentabilidade dos papéis de dez anos chegou a 5,36%, maior patamar em 24 anos, antes de recuar para aproximadamente 5,28%.

A manutenção de juros elevados em economias desenvolvidas tende a aumentar a atratividade desses mercados para os investidores. Com isso, países emergentes, como o Brasil, podem enfrentar saída de recursos, pressionando tanto o câmbio quanto o mercado acionário.

Ibovespa interrompe sequência de alta

O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,74%, aos 204.302,33 pontos. O índice oscilou entre a mínima de 204.176,12 pontos e a máxima de 206.877,47 pontos.

O volume financeiro movimentado durante o pregão foi de R$ 57,2 bilhões, antes dos ajustes finais.

Mesmo com a queda, o principal índice da Bolsa brasileira mantém desempenho positivo. Em outubro, o Ibovespa acumula alta de 9,64%, enquanto, no ano, a valorização chega a 26,8%.

Nos Estados Unidos, o movimento também foi negativo. O S&P 500, índice que reúne as ações das 500 maiores empresas norte-americanas, recuou 0,22%.

Petróleo permanece acima de US$ 100

Os preços do petróleo perderam força durante a tarde, mas o barril do tipo Brent para dezembro continuou sendo negociado acima de US$ 100.

A cotação da commodity permanece no radar dos investidores em meio às novas tensões no Oriente Médio, que aumentam as preocupações sobre a oferta global de petróleo e seus possíveis impactos sobre a inflação.

Mercado acompanha decisões do Federal Reserve

Os investidores também analisaram a ata da reunião de setembro do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos. Na ocasião, a autoridade monetária elevou a taxa básica de juros para a faixa entre 3,75% e 4%.

O documento revelou divergências entre os dirigentes sobre os motivos que justificaram a elevação dos juros. A inflação continua entre as principais preocupações do Fed e permanece como um dos fatores determinantes para as próximas decisões de política monetária.

Principais indicadores

  • Dólar à vista: R$ 5,016, alta de 0,83%
  • Dólar em 2026: queda de 8,62%
  • Ibovespa: 204.302,33 pontos, queda de 0,74%
  • Ibovespa em outubro: alta de 9,64%
  • Ibovespa em 2026: alta de 26,8%
  • S&P 500: queda de 0,22%
  • Petróleo Brent: acima de US$ 100 por barril

Fonte: Agência Brasil, com informações da Reuters.

Texto: Redação

Imagem: Reprodução Agência Brasil / Walter Campanato

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Comércio Exterior

Balança comercial: governo reduz previsão de superávit do Brasil em 2026 para US$ 84,4 bilhões

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) revisou para baixo a estimativa para o desempenho da balança comercial brasileira em 2026. A projeção atual aponta para um superávit de US$ 84,4 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 420,3 bilhões.

Em julho, a expectativa do governo era de um saldo positivo de US$ 90 bilhões. Mesmo com a redução, o resultado projetado ainda representa uma alta de aproximadamente 24% em relação ao superávit registrado em 2025, de US$ 68,1 bilhões.

Queda do petróleo reduz projeção para o comércio exterior

A revisão está relacionada principalmente ao comportamento dos preços do petróleo. O barril chegou a disparar para US$ 138 em abril, após a entrada dos Estados Unidos em conflito com o Irã, mas perdeu valor posteriormente.

A oscilação da commodity afeta tanto as exportações quanto as importações brasileiras. O país está entre os grandes vendedores de petróleo bruto, mas também depende da compra de derivados no mercado internacional.

Com isso, a estimativa para as exportações brasileiras em 2026 caiu de US$ 394,4 bilhões para US$ 382,5 bilhões. Apesar do corte, o valor projetado ainda representa crescimento de 9,8% sobre o resultado de 2025.

Para as importações, a previsão passou de US$ 304,4 bilhões para US$ 298,1 bilhões, alta de 6,4% em relação ao ano anterior.

Na comparação entre as duas revisões, a expectativa de vendas externas perdeu US$ 11,9 bilhões, enquanto a previsão para as compras externas foi reduzida em US$ 6,3 bilhões. A diferença explica a redução da estimativa para o saldo comercial.

Governo já revisou previsão duas vezes em 2026

Esta é a segunda alteração feita pelo Mdic na estimativa para o ano. A projeção inicial apontava para um superávit de US$ 72,1 bilhões, número que subiu para US$ 90 bilhões em julho.

Para alcançar o novo resultado de US$ 84,4 bilhões, o Brasil precisará registrar um saldo positivo próximo de US$ 22 bilhões entre outubro e dezembro, segundo cálculos baseados nos dados divulgados pelo ministério.

O montante é praticamente igual ao registrado no último trimestre de 2025, quando o superávit comercial chegou a US$ 21,8 bilhões.

Superávit de setembro cresce 146,4%

O desempenho mais recente da balança comercial também contribuiu para o cenário positivo. Em setembro, o Brasil registrou superávit de US$ 7,74 bilhões, avanço de 146,4% sobre os US$ 3,14 bilhões contabilizados no mesmo mês de 2025.

Foi o melhor resultado mensal desde junho, quando o saldo positivo alcançou US$ 9 bilhões.

As exportações brasileiras somaram US$ 34,42 bilhões em setembro, crescimento de 12,9% na comparação anual. Já as importações recuaram 2,4%, para US$ 26,68 bilhões.

Com isso, a corrente de comércio — resultado da soma das exportações e importações — alcançou US$ 61,1 bilhões, alta de 5,6%.

Petróleo impulsiona exportações

O avanço das vendas externas em setembro ocorreu principalmente devido à valorização dos produtos exportados. Em média, os preços aumentaram 9,9%, enquanto o volume embarcado cresceu 2,3%.

O mês teve 21 dias úteis, um a menos que setembro de 2025. Considerando a média diária, as exportações apresentaram crescimento de 18,3%.

O petróleo bruto foi um dos principais responsáveis pelo desempenho das vendas externas.

Europa amplia compras de produtos brasileiros

Entre os principais destinos das exportações, a Europa registrou o maior crescimento. As vendas brasileiras para o continente avançaram 51,9% em setembro, chegando a US$ 8,3 bilhões.

As exportações de petróleo bruto para a região tiveram alta ainda mais expressiva, de 143,8%.

Para os Estados Unidos, as vendas cresceram 31,9% no mês, alcançando US$ 3,5 bilhões. Apesar do avanço registrado em setembro, o acumulado do ano ainda apresenta queda de 6,5% nas exportações brasileiras para o mercado americano.

Já as vendas para a China recuaram 7,6% em setembro, para US$ 7,9 bilhões. Na Argentina, a retração foi de 25,2%.

FONTE: O Globo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Dado Galdieri/Bloomberg

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Comércio Exterior

Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 7,7 bilhões em setembro

A balança comercial brasileira encerrou setembro com superávit de US$ 7,7 bilhões, resultado de US$ 34,4 bilhões em exportações e US$ 26,7 bilhões em importações. O saldo representa uma alta de 146,4% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o resultado positivo foi de US$ 3,1 bilhões. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta terça-feira (6).

No acumulado de janeiro a setembro de 2026, o Brasil registra superávit comercial de US$ 62,3 bilhões. Na comparação com agosto, o saldo de setembro apresentou crescimento de aproximadamente 5,5%.

O desempenho das exportações foi positivo nos três principais setores da economia. A agropecuária registrou crescimento de US$ 320 milhões, equivalente a 4,8%. Na indústria de transformação, o avanço foi de US$ 890 milhões, ou 5,3%.

Já a indústria extrativa apresentou o maior crescimento, com aumento de US$ 2,69 bilhões, uma alta de 39,8% na comparação com setembro do ano anterior.

Na agropecuária, entre os produtos que contribuíram para o resultado estão a soja, cujas exportações cresceram 11,9%, e o café não torrado, com avanço de 8,7%.

Na indústria de transformação, os destaques foram os óleos combustíveis de petróleo, que tiveram alta de 39,1%, e os farelos de soja e outros alimentos destinados à alimentação animal, com crescimento de 47,7%.

Considerando os nove primeiros meses de 2026, todos os grandes setores apresentaram aumento no valor exportado em relação ao mesmo período do ano passado. A agropecuária cresceu 8,9%, a indústria extrativa avançou 21,2% e a indústria de transformação teve alta de 6,3%.

Do lado das importações, os resultados foram diferentes entre os segmentos da economia. A indústria de transformação registrou queda de 3,2%, enquanto as compras externas da agropecuária cresceram 9,3% e as da indústria extrativa aumentaram 7,4%.

Apesar dos avanços registrados em dois setores, o resultado geral das importações foi influenciado principalmente pela forte redução nas compras de determinados produtos.

Entre os principais recuos estão as aquisições de plataformas, embarcações e estruturas flutuantes, que caíram 98%, e de motores e máquinas não elétricos, com redução de 79,1%.

No acumulado de janeiro a setembro, as importações da agropecuária recuaram 10,1%, enquanto as compras da indústria extrativa diminuíram 3,9%. Em sentido contrário, a indústria de transformação apresentou crescimento de 5,8%.

Com o resultado de setembro, a balança comercial do Brasil mantém trajetória positiva em 2026. O desempenho é sustentado pelo crescimento das exportações em diferentes setores, especialmente pela expansão da indústria extrativa e pelo avanço de produtos relevantes da pauta exportadora brasileira.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), com informações da CNN Brasil.

Texto: Redação

Imagem: Porto de Itajaí

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Economia

Cotação do Dólar Hoje: Moeda americana desaba abaixo de R$ 5 após 1º turno das eleições

O mercado financeiro brasileiro abriu a semana em forte compasso de ajuste. A cotação do dólar hoje despencou mais de 4%, rompendo a barreira psicológica e operando abaixo da faixa de R$ 5. O movimento é reflexo direto da repercussão dos investidores aos números do primeiro turno das eleições presidenciais.

Reação do mercado e queda do dólar frente ao real

Nesta segunda-feira (5), o dólar à vista registrou uma queda expressiva de 4,44%, cotado a R$ 4,985, enquanto o dólar comercial seguiu a mesma tendência. No mercado futuro da B3, os contratos mais negociados para novembro também recuaram 4,38%, atingindo R$ 5,023.

A valorização do real brasileiro ocorre de forma descolada do cenário internacional. Enquanto o índice DXY opera em alta de 0,32% (aos 102,247 pontos), o recuo acentuado do par USD/BRL é puramente motivado por fatores internos e pela reprecificação do risco político pelos agentes econômicos.

Cenário político e surpresa nas urnas

O tom da economia nesta manhã é ditado pelo resultado das urnas no último domingo. Contrariando a maioria das pesquisas de intenção de voto divulgadas na reta final da campanha, o senador Flávio Bolsonaro (PL) liderou o pleito com 47,03% dos votos válidos. O candidato Lula apareceu logo em seguida com 45,16%, configurando uma diferença de cerca de 2,2 milhões de votos.

Durante pronunciamento, o líder do primeiro turno declarou o fim da era petista e prometeu que, se eleito no segundo turno, focará em um único mandato com o compromisso de abolir a reeleição. Em contrapartida, a campanha adversária já articula estratégias para tentar virar o jogo na disputa decisiva, marcada para o próximo 25 de outubro.

Desempenho da Bolsa de Valores e outros ativos

Enquanto a moeda americana derrete, a Bolsa de Valores registra forte otimismo. O Ibovespa saltou 2,63%, alcançando 192.114 pontos logo nos primeiros negócios da sessão.

Outras moedas fortes também sentiram a pressão vendedora no mercado de câmbio nacional:

  • Euro: R$ 5,5859 (-4,84%)
  • Dólar Comercial (Venda): R$ 4,985 (-4,63%)

A expectativa de uma agenda fiscal e econômica considerada mais amigável ao mercado impulsiona os ativos locais, embora analistas alertem que o segundo turno ainda reserva momentos de volatilidade.

FONTE: Infomoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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Indústria

Confiança da indústria no Brasil cai pelo terceiro mês seguido em setembro, diz FGV

A confiança da indústria brasileira recuou pelo terceiro mês consecutivo em setembro, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira. A queda foi disseminada entre os diferentes segmentos pesquisados e indica uma percepção mais negativa dos empresários sobre o desempenho do setor.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) registrou baixa de 2,4 pontos em relação a agosto, chegando a 91,3 pontos.

Avaliação sobre o cenário atual também piora

O Índice de Situação Atual (ISA), que acompanha a percepção dos empresários sobre as condições presentes da indústria, caiu 1,3 ponto e ficou em 93,6 pontos.

Esse foi o menor nível do indicador desde dezembro de 2025, de acordo com a FGV.

Para Stéfano Pacini, economista do FGV IBRE, os dados continuam mostrando sinais de enfraquecimento da demanda e aumento dos estoques, movimento observado nos últimos três meses.

Segundo o economista, esse cenário eleva a possibilidade de as empresas promoverem ajustes nos níveis de produção diante de uma demanda menos aquecida.

Expectativas para os próximos meses recuam

A percepção dos empresários sobre o futuro também apresentou deterioração. O Índice de Expectativas (IE) caiu 3,4 pontos em setembro, para 89,2 pontos.

O resultado representa o nível mais baixo do indicador desde novembro de 2025 e reforça a cautela do setor industrial em relação aos próximos meses.

De acordo com Pacini, as projeções para a produção industrial apontam para a continuidade da desaceleração da atividade econômica durante o segundo semestre.

Selic elevada limita recuperação da indústria

Na avaliação da FGV, o ambiente econômico continua impondo obstáculos a uma recuperação mais consistente da confiança empresarial.

Entre os fatores apontados está a política monetária restritiva, com a Selic em 13,75%, além de um cenário de maior incerteza. Segundo Pacini, esse ambiente tende a ficar ainda mais complexo com a aproximação das eleições.

A combinação de juros elevados, menor dinamismo da demanda e maior incerteza mantém a indústria brasileira em um cenário de cautela, refletido tanto na avaliação das condições atuais quanto nas expectativas para os próximos meses.

FONTE: Reuters
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Rafael Martins

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Comércio Exterior

Balança comercial registra superávit de US$ 2,399 bilhões na quarta semana de setembro

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,399 bilhões na quarta semana de setembro. O resultado foi obtido a partir de exportações de US$ 8,809 bilhões e importações de US$ 6,41 bilhões, segundo dados divulgados na segunda-feira (28) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Com o desempenho da quarta semana, setembro acumula até agora um saldo positivo de US$ 6,452 bilhões. No período, as exportações somaram US$ 30,488 bilhões, enquanto as importações chegaram a US$ 24,036 bilhões.

Exportações crescem 22,2% em setembro

Na comparação com o mesmo período de setembro de 2025, as exportações brasileiras apresentaram alta de 22,2% até a quarta semana deste mês.

O resultado positivo foi influenciado pelo avanço das vendas externas nos três principais segmentos analisados pela Secex.

A Indústria Extrativa teve o maior crescimento percentual, com alta de 52,2%, alcançando US$ 8,41 bilhões em exportações. A Indústria de Transformação registrou aumento de 13,8%, para US$ 15,62 bilhões.

Já a Agropecuária apresentou crescimento de 12,8%, com exportações de US$ 6,17 bilhões no período.

Importações também avançam

As importações brasileiras cresceram 7,4% na comparação com o mesmo intervalo de 2025.

Entre os setores, a Agropecuária registrou alta de 15,7%, totalizando US$ 45 milhões em compras externas. A Indústria Extrativa teve crescimento de 16,5%, alcançando US$ 1,07 bilhão.

A Indústria de Transformação, por sua vez, apresentou aumento de 6,8% nas importações, que chegaram a US$ 22,37 bilhões.

Saldo comercial permanece positivo

O desempenho das exportações e importações mantém a balança comercial do Brasil no campo positivo em setembro. O superávit acumulado até a quarta semana representa a diferença entre os US$ 30,488 bilhões exportados e os US$ 24,036 bilhões importados pelo país.

Os números divulgados pela Secex consideram o desempenho comercial brasileiro até a quarta semana de setembro.

Outros dados de Comércio Exterior podem ser consultados no COMEXSTAT.

Acesse AQUI o release semanal.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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