Comércio Exterior

Exportações de Santa Catarina crescem 4,4% em 2025 e atingem maior valor da história

Com o aumento, Santa Catarina alcançou o maior faturamento da história com exportações, somando US$ 12,19 bilhões

Santa Catarina encerrou o ano de 2025 com alta de 4,4% no faturamento com exportações, conforme dados do governo federal divulgados nesta terça-feira, 6. O percentual representa o salto de US$ 11,67 bilhões registrados em 2024 para US$ 12,19 bilhões em 2025. Ou seja, um acréscimo de cerca de US$ 516 milhões. Com o aumento, Santa Catarina alcançou o maior faturamento da história com exportações, mesmo com cenário adverso a nível internacional.

Entre as exportações catarinenses, o destaque é o setor do agronegócio. A carne de frango lidera, com US$ 2,44 bilhões exportados entre janeiro e dezembro. Na sequência aparece a carne suína, com US$ 1,85 bilhão faturado. Em seguida estão soja, com US$ 659 milhões; motores e geradores elétricos, com US$ 620 milhões; e partes e peças de motores de pistão, com US$ 382 milhões.

Para o governador Jorginho Mello, o resultado é uma conquista que deve ser comemorada. “O ano de 2025 trouxe inúmeros desafios que soubemos superar. Somos um estado que pula o Brasil. A economia de Santa Catarina cresceu acima da média nacional e conseguiu ampliar o faturamento com as exportações. Esse desempenho é fruto de um povo trabalhador e de empresas que produzem com excelência, conquistando mercados internacionais e dos mais exigentes”, ressalta.

Estados Unidos e China entre os principais destinos

Os Estados Unidos seguem como o maior comprador dos produtos catarinenses. Em 2025 foram US$ 1,47 bilhão em produtos, principalmente madeira, motores e geradores elétricos, bem como partes de motores de pistão. Em segundo lugar está a China, que comprou US$ 1,2 bilhão de Santa Catarina, com destaque para soja e carnes suína e de frango.

Entre os principais destinos dos produtos catarinenses também estão países da América Latina. A Argentina, com US$ 889,3 milhões, é o terceiro maior comprador, e em seguida está o México, com US$ 782,4 milhões. O Japão e o Chile aparecem na sequência, com US$ 688,6 milhões e US$ 635,2 milhões, respectivamente.

“Santa Catarina exportou para mais de 200 destinos durante o ano de 2025, o que reforça a qualidade e a capacidade produtiva do nosso estado. Importante ressaltar que o governador Jorginho Mello está realizando investimentos históricos nos portos e aeroportos catarinenses, e isso faz a diferença para qualificar e ampliar a nossa logística”, destaca o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck.

Importações somam US$ 33,9 bilhões em 2025

Destaque nacional pela eficiência de seus portos, Santa Catarina registrou US$ 33,9 bilhões em importações durante o ano de 2025. O valor é resultado de uma alta de 0,6% em relação a 2024, quando as importações alcançaram US$ 33,7 bilhões.

Os principais produtos importados pelo estado em 2025 foram cobre (US$ 1,2 bilhão), partes e acessórios de veículos (US$ 965 milhões), e polímeros de etileno (US$ 684 milhões). Também tiveram grande participação os pneus de borracha (US$ 684 milhões) e adubos (US$ 663 milhões).

“Santa Catarina é a porta de entrada para muitos produtos que chegam ao Brasil graças à nossa eficiência logística e destaque econômico. Além disso, muitos desses itens são matérias-primas para nossa indústria, que aqui no estado vão ganhar valor e voltar a girar a economia”, complementou o secretário Silvio Dreveck.

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGEM: Ricardo Wolffenbuttel/Arquivo/Secom

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Portos

Portonave bate recorde de movimento de contêineres em um único navio

Foram cerca de 6,1 mil unidades embarcadas e descarregadas na operação do CMA CGM Bahia 🚢

O Terminal Portuário encerra 2025 celebrando mais um marco de excelência e eficiência. Entre os dias 29 e 31 de dezembro, na operação do navio CMA CGM Bahia, foram movimentados 6.180 contêineres em 42 horas, o maior volume já registrado em uma única embarcação na história da Portonave. A produtividade média de navio foi de 149 movimentos de contêineres por hora (MPH), o que demonstra o compromisso com a agilidade e a qualidade das operações. Esse desempenho superou o recorde anterior de 5.661 movimentos, alcançado em março de 2024 durante a operação do navio Kota Pelangi.

O Bahia pertence à frota do armador francês CMA CGM e integra o serviço SEAS2, que conecta a Ásia à Costa Leste da América do Sul, com escalas na costa brasileira e nos portos de Colombo (Sri Lanka), Tianjin, Qingdao, Ningbo, Xangai, Shekou, Singapura e Hong Kong. Pelo serviço são recebidos produtos como pneus, tecidos, eletrônicos e plásticos, entre outros.

A embarcação possui 336 metros de comprimento, 51 metros de boca (largura), capacidade para 13.264 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e 2.400 tomadas reefers para cargas com temperatura controlada. O navio, que começou a operar em 2023, faz parte da nova geração de embarcações sustentáveis do armador, tendo o Gás Natural Liquefeito (GNL) como principal fonte de energia, e foi o primeiro navio movido a GNL a atracar na costa brasileira, em fevereiro de 2024.

As embarcações bicombustíveis movidas a GNL contribuem para a redução de emissões, evitando até 99% das emissões de enxofre, 92% de óxidos de nitrogênio e 91% de partículas. Além disso, estão preparadas para utilizar combustíveis neutros em carbono assim que a infraestrutura de abastecimento estiver disponível no Brasil.

De janeiro a novembro, o Terminal Portuário movimentou 1 milhão de TEUs, com a melhor produtividade do país, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), 114 MPH, consolidando-se como referência nacional no segmento. Ao longo de 18 anos de operação, a Portonave encerra 2025 com a marca de 10 mil escalas de navios recebidas e 14 milhões de TEUs movimentados.

Sobre a Portonave
A empresa está localizada em Navegantes, Litoral Norte de Santa Catarina, e iniciou suas atividades em 2007, como o primeiro terminal portuário privado do Brasil. Atualmente, gera 1,3 mil empregos diretos e 5,5 mil indiretos. No ranking nacional, em 2024, a Portonave esteve entre os três portos que mais movimentam contêineres cheios de longo curso, sendo o primeiro em Santa Catarina, de acordo com o Datamar.

Além do destaque pela excelência operacional, a Companhia está comprometida com as práticas ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) e investe permanentemente em projetos que visam desenvolver a comunidade. Por isso, foi reconhecida, em 2025, com o Selo Diamante de Sustentabilidade pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e como a 8ª melhor empresa de grande porte para se trabalhar em Santa Catarina, segundo o Great Place to Work (GPTW).

FONTE E IMAGENS: ASSESSORIA DE IMPRENSA PORTONAVE

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Comércio

Santa Catarina amplia laços comerciais com a Argentina com crescimento de 25% nas exportações

O faturamento das exportações de Santa Catarina com destino à Argentina saltou 25% entre janeiro e outubro de 2025, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O aquecimento das vendas para os argentinos é resultado principalmente da elevação do envio de produtos industrializados de diferentes setores econômicos. 

O percentual de 25% corresponde ao salto de US$ 595 milhões exportados entre janeiro e outubro de 2024 para US$ US$ 746 milhões exportados em 2025. A ampliação expressiva ajudou o estado a bater recorde de exportações em 2025 e compensar a queda nos envios para outros países. O bom resultado também demonstra, portanto, o aumento das relações comerciais entre Santa Catarina e a Argentina. 

Entre os principais produtos da pauta exportadora catarinense destaca-se a venda de papel e cartão. O faturamento chegou a US$ 67 milhões no período, ante US$ 57 milhões de 2024. Já a exportação de refrigeradores de uso doméstico saltou de US$ 13 milhões para US$ 45 milhões. Outros itens, como carne suína, tijolos cerâmicos, peças para motores e tecidos, por exemplo, também registraram elevação.

Para o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck, os dados demonstram sobretudo a diversidade econômica de Santa Catarina. “O aumento de 25% nas exportações para a Argentina reflete o bom desempenho de diversos setores, desde o agro, metalmecânico, têxtil, bem como construção civil. Santa Catarina produz com excelência em diversos setores e isso impulsiona o estado”, destaca.

Missão internacional consolidou aproximação entre SC e Argentina 

Em novembro, o governador Jorginho Mello esteve na Argentina durante uma missão internacional. A organização da agenda contou com apoio da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) e da Secretaria de Estado de Articulação Internacional (SAI). O encontro serviu para posicionar o estado sobretudo como um polo logístico e turístico no Mercosul.

“O governador Jorginho Mello colocou Santa Catarina no centro das discussões bilaterais. Saímos daqui com a certeza de que a relação entre SC e Argentina vive um de seus melhores momentos, tanto na afinidade política quanto nas oportunidades reais de negócios”, destacou o secretário da SAI, Paulo Bornhausen.

No Encontro de Negócios Santa Catarina-Argentina, realizado na Embaixada do Brasil em Buenos Aires, o governador destacou o compromisso do Estado em ampliar as exportações de produtos de alto valor agregado, com foco especial no setor moveleiro, bem como na abertura de novos mercados. 

Além das relações comerciais, Santa Catarina espera o aquecimento da economia também em relação ao turismo. Conforme a Secretaria de Estado do Turismo, o Estado estima a chegada de 1,5 milhão de argentinos durante a temporada de verão 2026.

FONTE: Agência de Notícias SECOM
IMAGEM: Arquivo/SAR

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Informação

Pirataria segue em alta no Brasil: dados recentes reforçam desafios na economia digital e na fiscalização

O Dia Nacional de Combate à Pirataria e à Biopirataria foi celebrado no último dia 03 de dezembro. A data foi instituída em 2004 pela Lei nº 11.205 com o objetivo de ampliar a conscientização sobre os efeitos do comércio ilegal no país. No mesmo ano, o Ministério da Justiça criou o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, responsável por definir diretrizes e apoiar ações de fiscalização em diferentes setores da economia.

O cenário mais recente mostra que o comércio de produtos ilegais permanece elevado. O Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade registrou perdas de aproximadamente 468 bilhões de reais em 2024, somando prejuízos à indústria e à arrecadação tributária. Desse total, cerca de 328 bilhões de reais correspondem a perdas diretas para empresas e 140 bilhões de reais resultam de sonegação fiscal associada ao comércio de produtos falsificados e contrabandeados.

As apreensões realizadas pela Receita Federal também refletem a dimensão do problema. Em 2024, as operações de fiscalização em portos, aeroportos e fronteiras somaram mais de 3,7 bilhões de reais em mercadorias irregulares. Os itens mais encontrados incluem eletrônicos, cigarros, vestuário, medicamentos e acessórios automotivos. O volume indica uma cadeia que atua em diferentes frentes e abastece mercados formais e informais.

O avanço do comércio digital ampliou o alcance do mercado ilegal. Plataformas de comércio eletrônico passaram a fazer parte das estratégias de fiscalização do governo e se tornaram alvo de recomendações específicas do Conselho Nacional de Combate à Pirataria. O objetivo é reduzir a oferta de produtos sem procedência, que chegam ao consumidor por meio de anúncios aparentemente regulares.

Fiscalização, fronteiras e ações digitais

A estrutura institucional criada a partir de 2004 busca organizar ações integradas entre órgãos públicos, entidades privadas e representantes da indústria. O Conselho Nacional de Combate à Pirataria propõe medidas que envolvem controle de fronteiras, cooperação entre forças de segurança e padronização de práticas de fiscalização. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial também desenvolve iniciativas de apoio ao combate à falsificação e disponibiliza ferramentas de consulta e identificação de marcas.

As políticas voltadas ao ambiente digital ganharam espaço nos últimos anos. Relatórios da Federação Internacional da Indústria Fonográfica mostram que quase metade dos consumidores brasileiros utiliza fontes ilegais para acessar música. Esse comportamento se repete em outros segmentos audiovisuais, o que amplia o desafio de monitorar a oferta de conteúdo não licenciado nas plataformas.

Projetos em análise no Legislativo discutem formas de ampliar a cooperação entre setor público e empresas de tecnologia. Entre os temas estão o compartilhamento de dados, o aperfeiçoamento de sistemas de denúncia e a verificação de fornecedores que utilizam plataformas digitais para distribuir produtos falsificados. A integração entre essas iniciativas é apontada como essencial para reduzir o alcance de mercados ilegais e seus efeitos para a economia.

Comércio eletrônico e rastreamento de anúncios ilegais

A fiscalização sobre marketplaces ganhou novas diretrizes em 2025. De acordo com dados do Ministério da Justiça, mais de 85 mil anúncios foram removidos de plataformas digitais no último ciclo de auditorias conduzidas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria. As ações envolveram identificação de produtos sem certificação obrigatória, uso indevido de marcas e oferta de itens com indícios de contrabando.

As plataformas passaram a implementar mecanismos automáticos de rastreamento de vendedores reincidentes, cruzamento de documentos e verificação de CNPJ para categorias de maior risco, como eletrônicos, vestuário esportivo, cosméticos e brinquedos. Relatórios recentes indicam que o volume de anúncios suspeitos tende a aumentar em períodos de alta demanda, especialmente durante datas comemorativas e ações promocionais.

Neste 3 de dezembro, os dados reforçam que o combate à pirataria envolve diferentes frentes e exige coordenação entre agentes públicos e privados. A data serve como ponto de atenção para o impacto econômico do comércio ilegal e para a importância de práticas de consumo e venda alinhadas à legislação e à segurança de mercado.

FONTE: Process Log & Comex
IMAGEM: Reprodução/Process Log & Comex

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Comércio

Black Friday 2025 deve impulsionar economia, bater recorde histórico e pressionar logística do comércio exterior

A última sexta-feira de novembro chegou e a Black Friday 2025 já movimenta os setores do varejo, da indústria e da logística internacional. Segundo projeções da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a campanha deste ano deve alcançar R$ 5,4 bilhões em vendas, resultado que, se confirmado, representará a maior movimentação da série histórica iniciada em 2010 e um crescimento de 2,4% em comparação com 2024. Já uma pesquisa de mercado da Neotrust, a previsão é muito mais otimista e aponta crescimento de 17%, podendo chegar a R$ 11 bilhões em produtos vendidos. 

Os segmentos com maior peso no faturamento devem ser hipermercados e supermercados (R$ 1,32 bilhão), eletroeletrônicos e utilidades domésticas (R$ 1,24 bilhão) e móveis e eletrodomésticos (R$ 1,15 bilhão). Vestuário (R$ 0,95 bilhão) e produtos de beleza e bem-estar (R$ 0,38 bilhão) também permanecem entre os destaques. Ainda de acordo com a CNC, 70% das categorias avaliadas apresentam grande potencial de redução real de preços, com quedas que chamam a atenção em papelaria, livros, joias e bijuterias, perfumaria, utilidades domésticas e higiene pessoal.

Com consumidores cada vez mais atentos e desconfiados de falsas promoções, o planejamento de compra se tornou parte essencial do evento. O levantamento do Procon-SP mostrou que o comportamento do brasileiro ainda é influenciado por “gatilhos” como opinião pública, ofertas por tempo limitado e parcelamento sem juros. No entanto, especialistas reforçam que uma estratégia mais ativa pode ampliar a economia.

O presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (Abefin), Reinaldo Domingos, orienta. “Embora monitorar o preço seja essencial, acompanhar os picos de promoções e os períodos estratégicos de descontos pode ampliar significativamente a economia. Muitas lojas estendem a Black Friday por vários dias ou liberam promoções em horários estratégicos, como manhãs ou noites de determinados dias.”

A força do e-commerce e comportamento do consumidor

A popularização da Black Friday no Brasil se intensificou nos últimos anos e agora envolve praticamente todos os segmentos, do alimentício ao turismo. Um estudo da Méliuz aponta que mais de 90% dos brasileiros pretendem realizar alguma compra em 2025, número 20% superior ao levantado no ano anterior.

O comércio eletrônico permanece como protagonista — inicialmente impulsionado durante a pandemia e hoje consolidado como principal canal de vendas em diversas categorias. Lojas físicas e digitais devem atuar de forma integrada, com estratégias omnichannel e incentivos logísticos, como frete grátis e retirada no mesmo dia.

Impactos e desafios na logística e no comércio exterior

O crescimento da Black Friday não se limita à economia interna: ele pressiona toda a cadeia logística global. As semanas que antecedem o evento coincidem com a Peak Season, período de maior demanda mundial por transporte de cargas, principalmente devido às encomendas para abastecer o consumo de final de ano.

Com o Brasil apresentando forte dependência de produtos manufaturados importados — sobretudo da China — o fluxo internacional tende a atingir seu ápice no trimestre. Apenas em 2022, as importações brasileiras de produtos chineses aumentaram 32,8% em relação ao ano anterior, reforçando essa tendência.

O efeito é imediato para o setor de comércio exterior:

  • maior competição por espaço em navios e aeronaves,
  • pressão sobre prazos de entrega,
  • aumento de custos logísticos,
  • necessidade de planejamento antecipado para evitar ruptura de estoque.

Empresas que atuam com importação analisam a data com atenção redobrada, já que atrasos podem resultar em perda de oportunidades de venda durante o pico de consumo.

Uma data de oportunidades — e de responsabilidade financeira

Com promoções cada vez mais agressivas e marketing altamente persuasivo, Black Friday se tornou um dos eventos mais aguardados pelo consumidor brasileiro. Ainda assim, especialistas lembram que planejamento evita endividamento. O ideal é acompanhar preços ao longo dos meses, definir um limite de gastos e priorizar itens úteis e necessários.

Fontes consultadas

  • Infomoney — dados e declarações da CNC, Procon-SP e Abefin
  • CNC — projeções econômicas para a Black Friday 2025
  • UXCOMEX — panorama de comércio exterior e logística internacional
  • Méliuz — estudo de intenção de compra dos consumidores brasileiros
  • Forbes – dados de pesquisa da Neotrust

TEXTO: REDAÇÃO
IMAGENS: ILUSTRATIVAS / FREEPIK

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Comércio Exterior

Corrente de comércio brasileira chega a US$ 540,8 bilhões até a 1° semana de novembro

Na 1ª semana de Novembro de 2025, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,811 bilhão e corrente de comércio de US$ 13,8 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 7,8 bilhões e importações de US$ 5,9 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 297,5 bilhões e as importações, US$ 243,3 bilhões, com saldo positivo de US$ 54,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 540,8 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados nesta segunda-feira (10/11) pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Balança Comercial Mensal – Dados preliminares – 1ª semana de novembro/2025

Nas exportações, comparadas as médias até a 1ª semana de novembro/2025 (US$ 1,56 bilhão) com as de novembro/2024 (US$ 1,46 bilhão), houve crescimento de 6,4%. Em relação às importações, houve crescimento de 7,9% na comparação entre as médias até a 1ª semana de novembro/2025 (US$ 1,19 bilhão) com as do mês de novembro/2024 (US$ 1,11 bilhão).

Assim, até a 1ª semana de Novembro/2025, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.759 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 362 milhões. Comparado este período com a média de Novembro/2024, houve crescimento de 7,1% na corrente de comércio

Exportações e Importações por Setor

No acumulado até a 1ª semana do mês de Novembro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores, pela média diária, foi o seguinte: crescimento de US$ 99,66 milhões ( 42,2%) em Agropecuária; queda de US$ -90,63 milhões (-22,7%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 88,02 milhões ( 10,7%) em produtos da Indústria de Transformação.

No acumulado até a 1ª semana do mês de Novembro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores, pela média diária, foi o seguinte: queda de US$ -1,16 milhões ( -5,2%) em Agropecuária; crescimento de US$ 7,13 milhões ( 11,5%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 81,32 milhões ( 8,0%) em produtos da Indústria de Transformação.

FONTE: MDIC
IMAGEM: Reprodução/ACICG

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Industria

Indústria varia -0,4% em setembro e mostra perda de ritmo

O setor industrial variou -0,4% em setembro, na comparação com agosto, eliminando parte do avanço de 0,7% registrado em agosto. Com esse resultado, a produção industrial se encontra 2,3% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas ainda está 14,8% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Na comparação com setembro de 2024, a produção industrial cresceu 2,0%.

No acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial avançou 1,0%, e, em 12 meses, 1,5%, assinalando perda de ritmo frente aos resultados de agosto (1,6%), julho (1,9%), junho (2,4%) e maio de 2025 (2,8%). A média móvel trimestral variou 0,1% no trimestre encerrado em setembro, frente ao nível do mês anterior, após também avançar em agosto de 2025 (0,2%), quando interrompeu dois meses consecutivos de queda: julho (-0,2%) e junho (-0,4%). Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada hoje (4) pelo IBGE.

De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, nos meses entre abril e julho, “o total da indústria teve um comportamento predominantemente negativo e acumulou nesse período perda de 1,3%. No resultado de setembro, o setor industrial voltou a registrar perda, influenciada, principalmente, por segmentos de peso na estrutura industrial que apresentaram recuos relevantes na produção: indústria farmacêutica (medicamentos), setor extrativo (óleos brutos de petróleo) e indústria automobilística (automóveis e autopeças), que, em conjunto, respondem por aproximadamente 23% do total da indústria geral”.

Houve redução na produção em 12 das 25 atividades industriais, na passagem de agosto para setembro de 2025. Entre as atividades, as influências negativas mais importantes foram dos produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,7%), indústrias extrativas (-1,6%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-3,5%), com a primeira interrompendo quatro meses consecutivos de avanço na produção, período em que acumulou expansão de 28,2%; a segunda intensificando a queda de 0,4% verificada no mês anterior; e a terceira eliminando parte do crescimento de 3,7% acumulado no período junho-agosto de 2025.

Entre as treze atividades que mostraram avanço na produção, a de produtos alimentícios (1,9%) exerceu o principal impacto na média da indústria, marcando, dessa forma, o terceiro resultado positivo consecutivo, período em que acumulou expansão de 4,4%. Outras influências positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de produtos do fumo (19,5%), de produtos de madeira (5,5%), de produtos de borracha e de material plástico (1,3%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (1,7%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (2,0%), de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (2,3%), de bebidas (1,1%) e de metalurgia (0,5%).

Por outro lado, entre as treze atividades que mostraram avanço na produção, a de produtos alimentícios (1,9%) exerceu o principal impacto na média da indústria, marcando, dessa forma, o terceiro resultado positivo consecutivo, período em que acumulou expansão de 4,4%. Outras influências positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de produtos do fumo (19,5%), de produtos de madeira (5,5%), de produtos de borracha e de material plástico (1,3%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (1,7%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (2,0%), de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (2,3%), de bebidas (1,1%) e de metalurgia (0,5%).

Produção industrial sobe 2,0% na comparação com setembro de 2024

Na comparação com setembro de 2024, o setor industrial assinalou expansão de 2,0%, com resultados positivos em 2 das 4 grandes categorias econômicas, 16 dos 25 ramos, 45 dos 80 grupos e 53,0% dos 789 produtos pesquisados. Vale citar que setembro de 2025 (22 dias) teve 1 dia útil a mais que igual mês do ano anterior (21).

Entre as atividades, as principais influências positivas no total da indústria foram registradas por produtos alimentícios (7,1%) e indústrias extrativas (5,2%) impulsionadas, em grande medida, pela maior produção dos itens sucos concentrados de laranja, carnes e miudezas de aves congeladas, carnes de bovinos congeladas, frescas ou refrigeradas, carnes de suínos congeladas, frescas ou refrigeradas, açúcar cristal e VHP e produtos embutidos ou de salamaria e outras preparações de carnes de suínos, na primeira; e óleos brutos de petróleo, minérios de ferro em bruto ou beneficiados e gás natural, na segunda.

“No setor de produtos alimentícios, 70% dos produtos investigados registraram aumento na produção, evidenciando um perfil disseminado de expansão. Esse comportamento contribuiu positivamente para o crescimento mais intenso verificado no setor – que registrou o avanço mais elevado desde abril de 2024 (14,4%). Vale destacar também para essa atividade, a baixa base de comparação, uma vez que o setor de alimentos recuou -1,1% em setembro de 2024”, explica o gerente da pesquisa.

Outros impactos negativos importantes foram assinalados pelos ramos produtos farmoquímicos e farmacêuticos (10,2%), de celulose, papel e produtos de papel (5,9%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (12,0%), de impressão e reprodução de gravações (26,0%), de máquinas e equipamentos (4,7%), de produtos têxteis (11,8%), de produtos do fumo (35,0%), de outros equipamentos de transporte (8,6%) e de produtos de borracha e de material plástico (3,1%).

Por outro lado, ainda na comparação com setembro de 2024, entre as nove atividades que apontaram redução na produção, a de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-7,2%) exerceu a maior influência na formação da média da indústria, pressionada, principalmente, pela menor produção dos itens álcool etílico, gasolina automotiva e betume de petróleo. Outros impactos negativos importantes foram assinalados pelos ramos de produtos de metal (-4,0%), de veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,4%) e de produtos de madeira (-9,5%).

“Para a atividade de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, o principal impacto negativo, em termos de produto, fica com o álcool etílico. Destaco que o recuo observado nesse item pode estar associado à estratégia de alocação do processamento da cana-de-açúcar, que ao longo desse ano foi direcionado em maior proporção para a produção de açúcar, em detrimento da produção de álcool. Esse movimento reflete, em parte, as condições do mercado, o que estimulou as usinas a privilegiarem esse produto”, explicou o gerente da pesquisa.

Mais sobre a pesquisa

A PIM Brasil produz indicadores de curto prazo desde a década de 1970 relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. A partir de março de 2023, teve início a divulgação da nova série de índices mensais da produção industrial, após reformulação para atualizar a amostra de atividades, produtos e informantes; elaborar uma nova estrutura de ponderação dos índices com base em estatísticas industriais mais recentes; atualização do ano base de referência da pesquisa; e a incorporação de novas unidades da federação na divulgação dos resultados regionais da pesquisa. Essas alterações metodológicas são necessárias e buscam incorporar as mudanças econômicas da sociedade.

Os resultados podem ser consultados no Sidra. A próxima divulgação da PIM Brasil, referente a outubro de 2025, será em 2 de dezembro.

FONTE: Agência de Notícias IBGE
TEXTO: Redação
IMAGEM: Freepik

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Portos

Portos chilenos movimentam 85 milhões de toneladas de carga entre janeiro e setembro de 2025

Os portos do Chile movimentaram um total de 85.188.444 toneladas de carga entre janeiro e setembro de 2025, impulsionados principalmente pelas exportações de produtos, segundo dados analisados pelo PortalPortuario com base nos registros do Serviço Nacional de Aduanas.

Em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram transferidas 83.489.659 toneladas, houve um aumento de 1.698.485 toneladas, equivalente a 2,03% de crescimento.

Do total mais recente, 47.704.309 toneladas correspondem a exportações (queda de 0,30%), enquanto 37.484.134 toneladas estão relacionadas às importações, que cresceram 5,17%.

De acordo com as estatísticas aduaneiras, Caldera foi o porto com maior volume de carga exportada, com 5.995.606 toneladas, seguido por Patillos (5.030.356 toneladas) e San Antonio (3.828.568 toneladas).

Entre as principais zonas de entrada de carga, San Antonio liderou com 9.021.767 toneladas, seguido de Quintero (6.147.742 toneladas) e Mejillones (6.022.564 toneladas).

No que diz respeito às 47.704.309 toneladas exportadas em 2025, os minerais de cobre e seus concentrados foram o principal produto destinado ao exterior, com 11.131.241 toneladas, seguidos por minerais de ferro e seus concentrados (9.570.386 toneladas) e sal-gema, sal de salinas e sal marinho (6.612.657 toneladas).

Já entre os produtos importados, analisados pelo valor CIF (US$), o óleo diesel ficou em primeiro lugar com US$ 3.353.622.407, seguido pelos automóveis para transporte de pessoas (US$ 2.724.011.270) e automóveis para transporte de mercadorias (US$ 2.212.506.828).

FONTE: Portal Portuário
IMAGEM: Reprodução/Portal Portuário

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Comércio

Inter e Chainlink concluem primeiro teste de comércio entre BC e Hong Kong

Experimento permite que empresas realizem pagamentos condicionais e parcelados para importações utilizando moedas digitais ou reservas tokenizadas

O Banco Inter e a Chainlink concluíram o primeiro experimento de financiamento ao comércio internacional baseado em blockchain para o setor primário, possibilitando que pequenas e médias empresas vendam commodities no exterior. A ação foi feita em parceria com o BC (Banco Central) do Brasil e a HKMA (Autoridade Monetária de Hong Kong).

Outras instituições globais, como Standard Chartered, GSBN (Global Shipping Business Network) e 7COMm, também fizeram parte do experimento, segundo nota divulgada nesta segunda-feira (3).

O projeto, liderado pelo Inter, permitiu aos bancos centrais do Brasil e de Hong Kong utilizarem blockchain para liquidar automaticamente uma transação de comércio exterior, de forma segura e em tempo real, conforme o comunicado das instituições.

Esta é a primeira vez que um registro de títulos baseado em blockchain e uma infraestrutura de pagamentos cross-chain – ou seja, troca entre cadeias – foram conectados em um fluxo de trabalho único e automatizado. A ação estabelece um novo padrão para liquidações de comércio internacional.

Como foi realizado o experimento

Na Fase 2 da iniciativa Drex, moeda digital do Banco Central, a nova plataforma de financiamento ao comércio permitiu o teste de uma transação programável de DvP (Delivery-versus-Payment) e de uma transação entre fronteiras PvP (Payment-versus-Payment), que possibilitam desbloquear pagamentos condicionais e parcelados.

Segundo o comunicado, a plataforma simulou a liquidação de exportações pelo Drex no Brasil e pela rede Ensemble em Hong Kong. Já a Chainlink forneceu a infraestrutura para conectar os dois ambientes e coordenar a liquidação entre jurisdições de forma compatível.

Durante o processo de pagamento, o GSBN registrou a mudança no eBL (título eletrônico de conhecimento de embarque).

Comércio internacional inclusivo

Segundo as instituições envolvidas no experimento, ao viabilizar pagamentos tokenizados e automatizar transferências de títulos via contratos inteligentes, a plataforma também “reduz custos, diminui riscos e abre oportunidades nos mercados internacionais para pequenas e médias empresas.”

“Inter aposta na inovação para criar soluções que tenham impacto positivo na vida financeira dos nossos clientes e na economia como um todo”, afirmou Bruno Grossi, Head de Ativos Digitais do Inter.

“Ao utilizar a Chainlink para conectar o BCB, a HKMA e as plataformas de financiamento ao comércio, estamos construindo um ecossistema financeiro mais conectado, com capacidade de sustentar o futuro do comércio global.”, acrescenta Grossi.

Impulsionado pela Chainlink, o modelo DvP automatiza a custódia e liberação de fundos, enquanto também transfere o eBL, eliminando a necessidade de coordenação manual entre bancos, plataformas e agentes de transporte.

Para refletir as condições reais de comércio, o projeto ainda introduziu um ativo do mundo real tokenizado, lastreado em commodities, proporcionando liquidez instantânea às contrapartes e reduzindo tanto o risco de liquidação quanto o atrito operacional.

FONTE: CNN Brasil
IMAGEM: Reprodução/InfoMoney

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Internacional

China promete comprar 12 MMT de soja dos EUA, mas volume levanta dúvidas no mercado

O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que a China se comprometeu a comprar 12 MMT de soja dos EUA ainda neste ano, além de firmar um acordo mínimo de 25 MMT anuais pelos próximos três anos. A fala, porém, desses 12 MMT, não deixa claro quando os embarques ocorrerão. O anúncio de compra não significa embarque imediato: normalmente, o que a China compra entre outubro e novembro, ela vai receber somente entre janeiro e fevereiro, se for embarque imediato.

Hoje a China tem pouca necessidade de soja adicional, já que acumulou estoques elevados com embarques recordes, sobretudo entre Brasil, Argentina e outros fornecedores.

Sobre o acordo de 25 MMT mínima, este volume na verdade é bem menor do costume de compra da China dos EUA. A quantidade anunciada representa uma redução considerável em relação aos últimos anos, tanto para o lado chinês quanto para as exportações americanas:

*China (importações dos EUA)* | 🇺🇸 *Exportações totais dos EUA*
2024: 22,13 MMT | 25,97 MMT
2023: 23,45 MMT | 26,42 MMT
2022: 28,74 MMT | 30,03 MMT
2021: 31,62 MMT | 27,71 MMT

Para Ronaldo Fernandes, as falas de Bessent representam “mais do mesmo”:
Sinceramente, mais do mesmo. Agora só depois de algo concreto, assinado, ou só se a China disser. Tudo que os EUA falarem agora vai provocar uma reação do mercado, mas pontual, não firma a tendência. O mercado percebeu que os EUA são quem precisam mais do acordo, são os mais prejudicados politicamente. A China não.

O analista lembra que, na primeira guerra comercial, que começou em 2018, o acordo só saiu em janeiro de 2020, num contexto de seca no Brasil e risco de quebra de safra. “Agora o cenário é outro. A China não depende da soja americana como dependia lá atrás”, explica.

Em janeiro e fevereiro de 2025, a China desembarcou 13 MMT, sendo 9 MMT dos EUA e 5 MMT do Brasil (porque ainda aguardava a colheita brasileira). Se ela recebeu esses volumes em janeiro e fevereiro, foram compras feitas, pelo menos, em novembro e dezembro. E vale lembrar que o costume é os recebimentos da China caírem de outubro em diante e só retomarem a partir de abril. Recebimento não é compra  se a China recebeu, o embarque ou a compra foi feito pelo menos dois meses antes. Então, o mais lógico é analisar os volumes recebidos em janeiro e fevereiro para entender o que ainda precisa ser comprado em novembro e dezembro.

Por mais que o mercado reaja bem agora pela retomada das compras da China, se o acordo for oficializado com 25 MMT mínima, é sim uma garantia das compras chinesas, mas o valor mínimo representa menos do que a China já comprava dos EUA. Tudo bem, é um valor de referência, ela pode comprar mais, mas só se o preço valer a pena. A longo prazo, esse volume no acordo não é positivo para Chicago, porque sinaliza menor dependência da soja americana.

Mesmo assim, o anúncio trouxe reação imediata nos preços. A soja brasileira subiu para R$ 145 por saca, ante R$ 140 no dia anterior, como mencionado pelo Ronaldo na madrugada de hoje a falta o acordo é vitória para o brasil ” essa indecisão abre espaço pra soja brasileira, que pode ganhar fôlego nesse intervalo, mas o *relógio já tá correndo, e ninguém sabe quando vem a próxima novidade.

FONTE: Royal Rural
IMAGEM: Reprodução/Notícias Agrícolas

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