Tecnologia

Xiaomi Robot: robô humanoide fará estreia oficial em Pequim

A Xiaomi confirmou que o Xiaomi Robot, seu robô humanoide, terá a primeira apresentação pública oficial durante a Conferência Mundial de Robótica de 2026, em Pequim. A informação foi divulgada por Lu Weibing, presidente da companhia, durante uma teleconferência sobre os resultados da empresa realizada na terça-feira (18).

O evento ocorre entre 19 e 23 de agosto e será a oportunidade para a fabricante demonstrar o funcionamento do robô humanoide da Xiaomi em condições próximas às aplicações do mundo real.

Xiaomi Robot mira o ambiente industrial

A estratégia inicial da Xiaomi é utilizar o robô em fábricas inteligentes, especialmente em atividades manuais e repetitivas. A expectativa é empregar a tecnologia para elevar a produtividade e a precisão de tarefas realizadas nas linhas de produção.

Com aproximadamente 1,7 metro de altura, o Xiaomi Robot foi desenvolvido em tamanho semelhante ao de um ser humano. A proposta é criar uma plataforma com maior capacidade de adaptação, tanto no aspecto físico quanto nos sistemas de inteligência artificial responsáveis por controlar seus movimentos.

A empresa pretende, dessa forma, permitir que o humanoide seja utilizado em diferentes ambientes e execute uma variedade maior de tarefas.

Robô atingiu 98% de sucesso em testes

O desempenho do Xiaomi Robot já foi avaliado em uma fábrica de automóveis da própria companhia. Durante um período de quatro meses de testes, descrito como uma espécie de estágio, o humanoide apresentou evolução significativa na instalação de porcas.

A taxa de sucesso da tarefa passou de 90,2% para 98%, segundo os resultados divulgados pela Xiaomi.

O robô também conseguiu trabalhar com peças flexíveis e componentes utilizados no acabamento interno dos veículos. Em períodos prolongados de operação, o equipamento manteve cerca de 90% de eficiência.

Os resultados indicam que a companhia pretende desenvolver o humanoide para atividades industriais que exigem repetição, precisão e funcionamento contínuo.

Xiaomi quer integrar robô a carros e casas inteligentes

Apesar do foco inicial na indústria automotiva, o projeto não deve ficar restrito às fábricas.

Lu Weibing afirmou que o Xiaomi Robot fará parte do conceito de “pessoas, carros e casa”, estratégia que busca conectar diferentes produtos e serviços do ecossistema da empresa.

No futuro, a tecnologia dos robôs humanoides poderá ser integrada a veículos autônomos e sistemas de automação residencial. A ideia é criar uma rede de dispositivos capazes de interagir e prestar assistência de maneira conectada.

Preço do Xiaomi Robot ainda não foi revelado

A Xiaomi ainda não informou quanto deverá custar uma versão comercial do Xiaomi Robot. Diante da complexidade tecnológica envolvida no desenvolvimento do humanoide, a expectativa é de que o preço possa ficar na faixa de dezenas de milhares de yuans.

A chegada de uma versão destinada ao uso doméstico, porém, pode levar mais tempo.

Neste primeiro momento, a estratégia da Xiaomi indica uma prioridade para o uso industrial de robôs humanoides, permitindo que a companhia avance no desenvolvimento e na aplicação da tecnologia antes de ampliar sua utilização para o cotidiano dos consumidores.

FONTE: Tudo Celular
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Tudo Celular

Ler Mais
Tecnologia

Robôs humanoides: por que os EUA enfrentam dificuldades para produzir máquinas próprias

Os robôs humanoides se tornaram uma nova frente da disputa tecnológica entre Estados Unidos e China. Washington busca ampliar a produção doméstica dessas máquinas, mas enfrenta um obstáculo central: boa parte da cadeia global de fornecedores está concentrada em território chinês.

Teddy Haggerty conhece esse cenário de perto. Desde 2022, ele atuou como principal distribuidor na América do Norte da Unitree Robotics, uma das empresas chinesas de destaque no segmento de robótica humanoide. A experiência mostrou a ele a diferença de escala e custos entre os dois países.

“Na China, essas coisas já andam pelas ruas”, afirmou Haggerty, destacando a experiência acumulada pelos fabricantes chineses.

Agora, aos 30 anos, ele tenta mudar esse cenário a partir de um galpão em Long Island, nos arredores de Nova York. À frente da Robo Inc., Haggerty busca desenvolver uma operação capaz de fabricar e adaptar humanoides dentro dos Estados Unidos.

Cadeia chinesa é o principal obstáculo

A Robo Inc. pretende combinar componentes importados com peças produzidas internamente. O problema é que a cadeia global de suprimentos para robôs está fortemente concentrada na China.

Para Haggerty, eliminar completamente componentes chineses encareceria significativamente os produtos. Baterias e estruturas de alumínio, por exemplo, já são fabricadas em larga escala e com custos competitivos no país asiático.

Em sua oficina, uma pequena equipe de engenheiros trabalha na adaptação de robôs humanoides e quadrúpedes para aplicações em armazéns e unidades de saúde. O espaço reúne peças sobressalentes, incluindo cabeças e mãos robóticas, enquanto os profissionais desenvolvem componentes específicos para cada utilização.

A experiência reforçou a percepção de que construir uma cadeia de fornecimento totalmente independente da China é um dos maiores desafios para a indústria americana.

Robótica entra na disputa tecnológica entre EUA e China

A competição pelos robôs com inteligência artificial acompanha uma rivalidade tecnológica mais ampla entre Washington e Pequim, que já envolve semicondutores e sistemas de IA.

Os humanoides são vistos por parte da indústria como uma possível etapa seguinte da inteligência artificial: sistemas capazes não apenas de processar informações, mas também de executar tarefas físicas em ambientes humanos.

As expectativas para a tecnologia são amplas. No futuro, esses equipamentos poderiam ser utilizados em atividades como limpeza doméstica, acompanhamento de pacientes, mineração e operações em instalações químicas.

Ao mesmo tempo, a utilização de robôs nesses ambientes levanta questões de segurança e privacidade. Máquinas presentes em residências, hospitais e locais de trabalho poderiam ter acesso a grandes quantidades de informações sobre pessoas e operações.

EUA restringem entrada de novos robôs estrangeiros

A disputa ganhou um novo capítulo com uma decisão da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC). A agência anunciou a proibição da importação de novos modelos de robôs humanoides produzidos no exterior por razões relacionadas à segurança nacional.

Embora a medida não tenha citado especificamente a China, o impacto potencial sobre fabricantes chineses é significativo, já que grande parte dos humanoides atualmente disponíveis no mercado internacional é produzida por empresas do país.

A restrição, porém, não resolve o principal problema enfrentado pelos fabricantes americanos: a dificuldade de construir uma base industrial competitiva.

Para Sunny Cheung, pesquisador da Jamestown Foundation, seria necessário combinar apoio financeiro e respaldo político para que empresas americanas consigam disputar espaço com os fabricantes chineses.

Produção americana ainda está em pequena escala

A indústria de humanoides nos Estados Unidos permanece em uma fase inicial. Estimativas indicam que as principais empresas americanas produziram apenas algumas centenas de unidades no ano passado.

Grande parte desses equipamentos ainda está em projetos-piloto, principalmente em fábricas e centros de distribuição. O mercado de consumo também não foi consolidado.

A diferença de escala é significativa. Unitree e Agibot, duas fabricantes chinesas, produziram juntas aproximadamente 10 mil robôs.

Startups e investidores americanos avaliam que reproduzir nos Estados Unidos o custo da estrutura produtiva chinesa é extremamente difícil. Além da mão de obra mais cara, a indústria depende de fornecedores chineses para matérias-primas e componentes essenciais.

Veículos elétricos ajudaram a criar vantagem chinesa

A liderança chinesa em robótica industrial e humanoide está ligada, em parte, ao desenvolvimento da indústria de veículos elétricos.

Durante anos, o país criou uma cadeia de produção integrada capaz de fabricar uma ampla variedade de componentes, desde elementos básicos até baterias de íons de lítio. Muitas dessas empresas passaram a fornecer peças também para fabricantes de robôs.

O resultado é uma rede de fornecedores capaz de entregar componentes rapidamente.

Brad Porter, CEO da empresa de robótica Cobot e ex-executivo da Amazon, resume a diferença pela disponibilidade de peças: enquanto uma empresa instalada na China pode conseguir determinado componente rapidamente, um fabricante americano pode precisar esperar vários dias.

Porter também cita a automação utilizada pela Amazon como exemplo do avanço da robótica nos Estados Unidos. Entretanto, ressalta que os sistemas empregados pela companhia não são humanoides.

Segundo ele, em muitas operações industriais, pernas não oferecem uma vantagem prática em relação a máquinas projetadas especificamente para uma determinada tarefa.

Afinal, para que servem os robôs humanoides?

A utilidade dos robôs humanoides ainda é uma questão em aberto. Mesmo integrantes do setor reconhecem que trabalhadores humanos continuam mais eficientes em determinadas situações complexas e imprevisíveis.

Os robôs enfrentam dificuldades especialmente quando precisam interpretar ambientes dinâmicos e tomar decisões em tempo real.

Embora fabricantes chineses tenham conquistado grande visibilidade, ainda não surgiu uma aplicação capaz de transformar de maneira ampla o mercado.

Modelos da Unitree, por exemplo, ganharam projeção internacional em apresentações coreografadas na televisão chinesa e até em eventos ligados ao Super Bowl. Essas demonstrações, porém, normalmente envolvem movimentos previamente programados.

O desafio mais complexo é desenvolver máquinas capazes de perceber o ambiente, raciocinar e agir de forma autônoma diante de situações inesperadas.

China também domina a robótica industrial

A vantagem chinesa não se limita aos humanoides. O país também possui uma enorme base instalada de robôs industriais.

Dados da Federação Internacional de Robótica indicam que mais de 2 milhões de robôs estavam em operação nas fábricas chinesas em 2024. Somente naquele ano, cerca de 300 mil novas unidades foram instaladas no país — volume superior ao registrado no restante do mundo somado.

Essa infraestrutura ajuda a explicar por que a China parte de uma posição privilegiada na corrida pela próxima geração de automação.

Para os Estados Unidos, portanto, o desafio vai muito além de desenvolver um robô funcional. O país precisa construir uma cadeia de fornecedores, ampliar a produção em escala e reduzir custos em um mercado no qual a indústria chinesa de robótica acumulou anos de investimentos, experiência e capacidade industrial.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/InfoMoney

Ler Mais
Indústria

Seminário Internacional de Tendências e Tecnologias Têxteis debate produtividade e inovação

A produtividade na indústria têxtil, a transformação digital e a sustentabilidade estarão no centro das discussões do 5º Seminário Internacional de Tendências e Tecnologias Têxteis. Promovido pelo Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil, Vestuário e Design, o evento será realizado em 9 de setembro, das 8h às 12h, no Auditório do Centro Universitário SENAI Blumenau.

A programação reunirá especialistas, empresas e lideranças do setor têxtil para discutir tecnologias e estratégias capazes de melhorar a eficiência industrial, aumentar a competitividade e gerar valor para as empresas.

“O polo têxtil é um dos mais relevantes de Santa Catarina, com uma forte tradição industrial e, ao mesmo tempo, uma grande capacidade de adaptação”, destaca Fabrízio Pereira, diretor regional do SENAI/SC.

Segundo ele, a capacidade de incorporar novas soluções é essencial para que o setor avance em tecnologia, produtividade e inovação. Nesse cenário, o Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil, Vestuário e Design atua no desenvolvimento e na disseminação de conhecimentos e soluções tecnológicas voltadas aos desafios atuais e futuros da indústria.

Seminário terá três trilhas temáticas

A quinta edição do evento será dividida em três eixos: transformação digital, novos processos e sustentabilidade.

Na trilha de transformação digital, os debates vão abordar o uso de tecnologias emergentes, automação e análise de dados como ferramentas para melhorar a tomada de decisões, aperfeiçoar a gestão e elevar o desempenho das empresas.

A proposta é mostrar como a digitalização pode contribuir para operações mais eficientes, com redução de desperdícios e maior capacidade de resposta às mudanças do mercado.

Automação ganha espaço nos processos têxteis

O eixo dedicado a novos processos terá como foco as aplicações de automação inteligente na indústria têxtil e de confecção.

As discussões vão explorar maneiras de estruturar processos mais eficientes, confiáveis e escaláveis em diferentes etapas da cadeia produtiva. A abordagem considera tanto os ganhos de produtividade quanto a necessidade de adaptar as operações às novas demandas industriais.

Sustentabilidade alia eficiência e inovação

A terceira trilha será dedicada às soluções de sustentabilidade na indústria têxtil. Entre os assuntos previstos estão a valorização de resíduos, eficiência energética e uso mais racional de recursos.

A programação também vai discutir formas de melhorar a performance ambiental das empresas sem dissociar sustentabilidade de inovação e competitividade.

Evento terá cases e painel com especialistas

Além dos conteúdos técnicos, o seminário apresentará cases e experiências práticas relacionados à transformação digital, automação e reestruturação de processos.

O encontro também terá discussões sobre estratégias para integrar inovação e sustentabilidade às operações industriais. A programação será encerrada com um painel interativo, reunindo especialistas e lideranças para aprofundar os principais desafios e oportunidades do setor têxtil.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: AdobeStock

Ler Mais
Tecnologia

Demissões na Microsoft: empresa cria plano e acelera transição para inteligência artificial

A Microsoft iniciou um programa de desligamento voluntário nos Estados Unidos como parte de uma reestruturação focada em inteligência artificial (IA). A iniciativa pode alcançar cerca de 7% da força de trabalho no país, o que representa aproximadamente 8,7 mil profissionais.

Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, o plano marca uma mudança relevante na estratégia da companhia, que busca adaptar sua estrutura ao avanço das novas tecnologias.

Foco em profissionais mais experientes

O programa é direcionado principalmente a funcionários com maior tempo de casa. Para aderir, os colaboradores precisam atingir uma pontuação mínima que combina idade e anos de serviço, concentrando a proposta em perfis mais seniores.

Executivos de alto escalão e áreas consideradas estratégicas ficaram de fora da iniciativa, indicando uma seleção criteriosa dentro do processo de reestruturação.

Estratégia ligada ao avanço da inteligência artificial

A medida está inserida em um movimento mais amplo de reorganização interna, com foco na expansão de soluções baseadas em tecnologia e inovação. A empresa busca simplificar operações e aumentar a agilidade diante de um cenário competitivo cada vez mais orientado pela IA.

Nos últimos meses, a companhia também promoveu mudanças em sua liderança, especialmente em áreas ligadas a plataformas digitais e desenvolvimento tecnológico.

Redução de custos e pressão por eficiência

O setor de tecnologia tem direcionado investimentos bilionários para infraestrutura, como data centers e desenvolvimento de modelos avançados de IA. Esse cenário tem elevado a pressão por eficiência operacional e controle de despesas.

No caso da Microsoft, a reestruturação ocorre após cortes significativos realizados anteriormente, quando mais de 15 mil postos foram eliminados globalmente.

Tendência global no mercado de trabalho

O movimento da empresa reflete uma tendência mais ampla entre grandes companhias de tecnologia, que vêm ajustando suas equipes diante do potencial da automação e inteligência artificial para aumentar produtividade.

Ao mesmo tempo, cresce a demanda por profissionais altamente qualificados, enquanto funções mais tradicionais podem perder espaço nesse novo modelo.

Impactos no mercado e na estratégia corporativa

Além da reorganização interna, a decisão também dialoga com a pressão do mercado financeiro por melhores resultados. Investidores têm cobrado retorno mais rápido sobre os investimentos em IA, o que leva empresas a revisarem custos e estratégias.

Ao optar por um modelo de desligamento voluntário, a Microsoft busca equilibrar redução de despesas com preservação de sua imagem corporativa e clima organizacional.

Transição tecnológica deve afetar empregos

A iniciativa reforça que a migração para uma economia baseada em inteligência artificial tende a provocar mudanças significativas no mercado de trabalho, especialmente para profissionais mais experientes e funções tradicionais.

FONTE: Brazil Economy
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Brazil Economy

Ler Mais
Eventos

Automação em destaque: Esteiras Motorizadas marca presença no estande do ReConecta na Intermodal 2026

Pelo segundo ano consecutivo, a Esteiras Motorizadas confirma sua participação na Intermodal 2026, no estande G100 do ReConecta News, reforçando sua presença em um dos principais eventos do setor.

A Esteiras Motorizadas surgiu com uma proposta inovadora em um mercado dominado pela venda de equipamentos. Muitas empresas precisam de automação, mas não possuem orçamento para aquisição. O modelo tradicional de venda exclui negócios que necessitam dessas ferramentas, e foi a partir desse cenário que nasceu a ideia da locação de equipamentos: gerar ganhos financeiros sem investimento, oferecendo soluções inteligentes, produtivas e acessíveis. Dessa forma, as empresas podem aumentar a produtividade de suas operações de imediato.

A locação como resposta à realidade econômica brasileira

A condição econômica do Brasil impulsionou essa decisão. Investir milhões em automação não é viável para a maioria das companhias, e o modelo de locação permite acesso imediato à tecnologia, sem custos de aquisição, reduzindo despesas e acelerando resultados. Assim, a locação garante competitividade e torna o avanço tecnológico possível para empresas de diferentes portes.

Com anos de experiência em operações de intralogística e foco em soluções produtivas e acessíveis, a Esteiras Motorizadas se consolidou como pioneira na locação de equipamentos para automação intralogística. A empresa desenvolveu simuladores que demonstram, de forma prática, os benefícios da locação em comparação à compra e à operação manual x automatizada, transmitindo segurança e confiança na tomada de decisão. O resultado é evidente: redução de custos, aumento da produtividade e melhores condições de trabalho, sem necessidade de capital imobilizado.

As soluções oferecidas são completas e seguras, voltadas especialmente a operações de cargas batidas como: descarga, carregamento, checkout de e-commerce, separação de rotas e montagem de kits. O serviço inclui avaliação “in loco”, implantação com acompanhamento técnico, apoio em cálculos de ganhos operacionais, manutenção preventiva e projetos personalizados. Todos os equipamentos seguem as normas da NR12, garantindo segurança e conformidade legal.

Inovação e proximidade com o mercado

Por ser jovem, a empresa não se prende a modelos tradicionais e atua próxima aos clientes, oferecendo soluções alinhadas às reais necessidades do mercado. Reconhecida como pioneira no modelo de locação para intralogística no Brasil, a Esteiras Motorizadas já trabalha lado a lado com grandes players e mira a expansão nacional, investindo em novas tecnologias voltadas à inteligência operacional.

Para o ReConecta News, contar com a Esteiras Motorizadas como apoiadora fortalece a proposta de reunir soluções que realmente transformam o setor. Mais do que presença institucional, a empresa chega ao evento como parte de um movimento maior: o avanço da logística inteligente, conectada e orientada por eficiência.

Ler Mais
Tecnologia

Robôs humanoides chineses brilham no Ano Novo Lunar e destacam avanço da robótica

As celebrações do Ano Novo Lunar na China ganharam um reforço tecnológico neste ano: um espetáculo protagonizado por robôs humanoides chineses chamou a atenção do público ao unir tradição cultural e inovação. As máquinas foram o centro de um show que combinou tecnologia, entretenimento e cultura, encantando espectadores com movimentos sincronizados e interações ao vivo.

Coreografias sincronizadas e interação com o público

Desenvolvidos por empresas de tecnologia do país, os robôs humanoides executaram coreografias complexas com alto grau de precisão. A performance evidenciou os avanços recentes em robótica e inteligência artificial, áreas que recebem investimentos contínuos da China.

Centenas de unidades participaram da apresentação, demonstrando capacidade de reproduzir gestos e movimentos humanos de forma coordenada. O espetáculo integrou a programação oficial das festividades, tradicionalmente acompanhadas por milhões de pessoas dentro e fora do país.

Tecnologia como vitrine nacional

O evento também funcionou como plataforma para destacar o crescimento do setor de automação e de tecnologias emergentes na China. Ao inserir os robôs em uma celebração de grande visibilidade, o país reforça sua estratégia de posicionamento como referência global em inovação.

Especialistas avaliam que iniciativas desse tipo ajudam a aproximar a população da robótica aplicada, mostrando possibilidades que vão além do entretenimento.

Aplicações futuras e integração entre tradição e modernidade

Além do impacto visual, o uso de robôs humanoides em um evento cultural reforça o potencial dessas tecnologias para atuação em diferentes áreas, como serviços, indústria, educação e atividades culturais.

A apresentação simboliza a fusão entre herança cultural e modernidade tecnológica, característica marcante das comemorações do Ano Novo Lunar, que todos os anos servem de palco para novidades e tendências.

FONTE: Portal Marcos Santos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portal Marcos Santos

Ler Mais
Comércio Exterior

SIGRAWEB revoluciona o comércio exterior com automação e inteligência artificial no despacho aduaneiro

A transformação digital do comércio exterior brasileiro avança de forma consistente, impulsionada pela automação de processos, pela integração de sistemas e pelo uso crescente de inteligência artificial (IA). Nesse cenário, a Sigraweb se consolida como uma plataforma de referência em tecnologia para despacho aduaneiro, oferecendo soluções que automatizam e integram operações como DI, DUIMP, DUE e para a Zona Franca de Manaus DCI, DCR, DAI e PLI, tornando os processos mais rápidos, precisos e seguros.

Agora, a empresa passa a integrar o grupo de parceiros do ReConecta News, fortalecendo o ecossistema de informação, inovação e inteligência aplicada ao comex, à logística e às aduanas.

O que é a Sigraweb e como surgiu

A SigraWeb é uma plataforma tecnológica especializada na automação do desembaraço aduaneiro, desenvolvida para atender principalmente despachantes aduaneiros, com foco na integração entre sistemas governamentais, redução de tarefas manuais e aumento da segurança operacional.

Segundo Lucas Ferreira da Costa, CEO da Sigraweb, a empresa nasceu a partir da vivência prática no setor e da identificação de gargalos operacionais ainda comuns no final dos anos 2000. “A Sigraweb surgiu de uma necessidade que a gente enxergou em 2009, quando os sistemas não tinham integração, eram bem arcaicos, tela preta muitas vezes.”

A proposta foi criar uma solução mais moderna, capaz de se conectar diretamente aos órgãos oficiais e simplificar o dia a dia das operações. “A gente viu a oportunidade de trazer uma ferramenta mais moderna, que pudesse ter uma integração com todos os órgãos, todos os sites governamentais para trazer celeridade e segurança no processo.”

Inicialmente desenvolvida para uso interno em uma comissária de despachos, a plataforma evoluiu de forma orgânica até ganhar escala comercial. “Fizemos um software para uma comissária e aos poucos outras foram descobrindo e começamos a ver o potencial comercial.”

Quais serviços e soluções a Sigraweb oferece

A SigraWeb oferece um ecossistema de soluções digitais para o despacho aduaneiro, com foco em automação, integração e inteligência de dados, entre elas:

  • Automação de processos aduaneiros como DI, DUIMP, DUE e para a Zona Franca de Manaus DCI, DCR, DAI e PLI.
  • Leitura, interpretação e preenchimento automático de documentos por meio de inteligência artificial.
  • Integração com sistemas governamentais, como SISCOMEX, Portal Único, Siscarga e Marinha Mercante.
  • Redução de erros operacionais e retrabalho, minimizando a manipulação manual de dados.
  • Aumento do controle e do gerenciamento de riscos nas operações de comércio exterior.
  • Otimização do tempo do analista, permitindo foco em atividades estratégicas
  • Módulo Financeiro 100% integrado, com operação completa que vai desde o lançamento e controle de custos, até a conciliação bancária e faturamento automatizado.

Essas soluções atendem principalmente despachantes aduaneiros, mas também podem ser utilizadas por importadores, de acordo com os produtos contratados.

Automação e inteligência artificial aplicadas ao despacho aduaneiro

Um dos principais diferenciais da Sigraweb é o uso intensivo de inteligência artificial no comércio exterior, aplicada diretamente à rotina operacional do despacho.

De acordo com Rodrigo de Souza Araújo, Head de Produtos, o objetivo central da tecnologia é transformar a forma como o trabalho é executado. “Nosso principal objetivo é fazer com que o analista foque no essencial.”

Com o avanço da IA, a plataforma é capaz de interpretar documentos e automatizar o preenchimento de dados com alto grau de precisão. “Com a evolução da IA somos capazes de ler, interpretar e preencher dados com até 95% de eficiência garantindo uma maior agilidade e precisão do processo.”

O resultado é uma operação mais ágil, com menos erros, menos retrabalho e maior produtividade.

Integração com sistemas governamentais e redução de riscos

A integração com sistemas oficiais é um dos pilares da Sigraweb. A plataforma conecta-se a bases governamentais estratégicas, garantindo fluidez, confiabilidade e rastreabilidade das informações. Essa abordagem reduz significativamente a intervenção manual nos processos e fortalece o controle operacional.  “Nosso foco é automação, nossas soluções têm como objetivo a integração entre sistemas. Isso permite minimizar manipulação de dados, por consequência disso uma maior assertividade, além do controle e do gerenciamento de risco da operação,” explica Rodrigo.

Estrutura da empresa e perfil dos clientes

Com sede em Curitiba (PR), a Sigraweb conta atualmente com 21 colaboradores, atuando em modelo híbrido e remoto. A empresa adota uma cultura organizacional voltada à flexibilidade, produtividade e qualidade de vida. “Fornecemos um ambiente flexível, com qualidade de vida e foco na produtividade, isso é cultura da empresa”, afirma Lucas.

O principal público da plataforma são os despachantes aduaneiros, público para o qual as soluções foram originalmente concebidas. “Nosso perfil de cliente são os despachantes aduaneiros, porque nosso foco é atuar no desembaraço aduaneiro.”

Desafios técnicos e inovação contínua

O desenvolvimento de integrações com sistemas oficiais sempre representou um desafio técnico relevante. Para Erick Brandão de Castro, Head de Desenvolvimento, esse cenário evoluiu ao longo dos anos. “Hoje é curioso que há alguns anos atrás, nosso maior desafio era a falta de APIs e estrutura que nos permitissem integrar de forma fácil, nos tomando muito tempo com o desenvolvimento de robôs e leituras de telas para captura dos dados. Enquanto hoje, com os sistemas mais abertos e APIs disponíveis, nosso desafio está em sempre estar acompanhando esses avanços para entregar aos nossos clientes cada vez mais agilidade”, explica.

Mesmo diante de limitações técnicas impostas por sistemas externos, a empresa mantém o foco em soluções que gerem valor real ao usuário. “A gente busca sempre desenvolver soluções que façam sentido para o cliente.”

E aposta na diferenciação tecnológica como estratégia permanente. “Sempre trabalhamos com o objetivo de adicionar uma camada a mais na integração, um diferencial.”

Sigraweb e ReConecta News: parceria para impulsionar a inovação no Comex

A chegada da Sigraweb como nova parceira do ReConecta News reforça o compromisso do portal em conectar o mercado às principais tendências em tecnologia para comércio exterior, automação aduaneira e inteligência artificial aplicada ao Comex.

A parceria amplia o debate sobre eficiência operacional, gestão de riscos e transformação digital, contribuindo para um ecossistema mais integrado, moderno e competitivo no comércio exterior brasileiro.

SAIBA MAIS EM https://sigraweb.com/ 

TEXTO: REDAÇÃO
IMAGEM: DIVULGAÇÃO

Ler Mais
Tecnologia

China projeta mercado de inteligência incorporada acima de RMB 1 trilhão até 2035

A China estima que o mercado de inteligência incorporada alcance RMB 400 bilhões até 2030 e ultrapasse RMB 1 trilhão até 2035, impulsionado pela inclusão da tecnologia como eixo estratégico do desenvolvimento industrial nacional. A projeção reforça o papel da inovação na transformação de setores como indústria, saúde, logística e serviços.

Tecnologia une inteligência artificial e mundo físico

Segundo Zhong Xinlong, diretor do Laboratório de Inteligência Artificial do Centro de Pesquisa de Indústrias do Futuro do Instituto Chinês de Pesquisa em Tecnologia da Informação, a principal diferença da inteligência incorporada está na sua atuação direta no ambiente físico. Enquanto a inteligência artificial tradicional funciona como um “conselheiro digital”, limitada a telas e sistemas virtuais, a inteligência incorporada interage com o mundo real.

Ela é capaz de movimentar cargas em fábricas, organizar centros logísticos, apoiar atendimentos hospitalares e auxiliar no cuidado de idosos em residências, por exemplo.

Sistemas autônomos vão além da IA tradicional

Plataformas populares como o DeepSeek, embora avancem no processamento de dados e tomada de decisão, não executam ações físicas, sendo classificadas como inteligência desincorporada. Já robôs industriais tradicionais, apesar de possuírem estrutura física, dependem fortemente da intervenção humana, o que limita sua autonomia.

De acordo com Tian Jietang, diretor do Departamento de Economia Industrial do Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento do Conselho de Estado, a inteligência incorporada combina três pilares: sistema de decisão, sistema de controle e estrutura física capaz de executar tarefas. Ela pode assumir diversas formas, como máquinas industriais inteligentes, veículos autônomos e sistemas biomiméticos, inspirados em animais.

Novo motor de crescimento econômico

A integração entre inteligência artificial, robótica e automação posiciona a tecnologia como um novo vetor de crescimento econômico. Para Zhong Xinlong, ao inserir inteligência digital no mundo físico, a China amplia a eficiência produtiva e melhora a qualidade dos serviços.

Atualmente, sistemas inteligentes já substituem tarefas repetitivas e de alta intensidade em fábricas e atuam em áreas como saúde, logística, serviços domésticos e cuidados com idosos, reduzindo a pressão sobre a força de trabalho.

Industrialização começa em 2025

O ano de 2025 marca o início da industrialização da inteligência incorporada no país, com a transição de aplicações restritas a ambientes virtuais para soluções físicas em escala comercial.

Na província de Hunan, robôs já operam em linhas de montagem e logística, identificando, pegando e transportando objetos de forma autônoma. Em Hangzhou, no Parque Arqueológico de Liangzhu, sistemas inteligentes realizam limpeza e ajustam suas ações conforme a complexidade do ambiente.

Aplicações em ambientes de risco e próximos avanços

A tecnologia também tem substituído atividades humanas em locais perigosos. Um exemplo é o robô “Wukong”, utilizado em inspeções de usinas nucleares, capaz de acessar espaços de apenas 0,05 metro e detectar falhas microscópicas nas estruturas.

Apesar dos avanços, o setor ainda está em fase inicial. Segundo Tian Jietang, a inteligência incorporada segue uma classificação semelhante à da condução autônoma, variando do nível L1 ao L5. Hoje, a maioria das aplicações comerciais opera no nível L2, com execução de tarefas específicas em ambientes controlados. O nível máximo, L5, representará sistemas capazes de aprender e evoluir de forma totalmente independente.

FONTE: China 2 Brazil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Zheng Huansong/ Xinhua

Ler Mais
Tecnologia

Inteligência Artificial já está presente em 9 de cada 10 empresas, aponta estudo global

A Inteligência Artificial (IA) tornou-se uma realidade para a maioria das organizações. Atualmente, nove em cada dez empresas já utilizam algum tipo de tecnologia de IA, especialmente em áreas como marketing, atendimento ao cliente, desenvolvimento de produtos e operações. Apesar da ampla adoção, transformar essa inovação em valor econômico concreto ainda é um desafio.

Os dados constam do relatório The State of AI: Global Survey 2025, da McKinsey & Company, que ouviu cerca de dois mil executivos em mais de 100 países sobre a aplicação da IA nos negócios.

Apenas 39% veem retorno direto nos resultados

Segundo o estudo, somente 39% das empresas afirmam ter obtido impacto positivo direto nos resultados financeiros com o uso da IA. A maioria ainda mantém iniciativas pontuais e desconectadas, sem integração efetiva aos processos estratégicos e à estrutura central das organizações.

Esse cenário limita o potencial da tecnologia e reduz a capacidade de escalar soluções de forma consistente.

Integração e capacitação fazem a diferença

A análise da McKinsey mostra que empresas que tratam a Inteligência Artificial apenas como uma ferramenta isolada tendem a apresentar ganhos restritos. Em contrapartida, organizações que redesenham fluxos de trabalho, combinam automação com supervisão humana e investem em capacitação de equipes conseguem ampliar os benefícios da tecnologia.

A integração da IA aos processos decisórios e operacionais é apontada como fator-chave para gerar resultados sustentáveis.

Modelos híbridos superam automação total

O relatório também chama atenção para os riscos da automação excessiva. A delegação irrestrita de tarefas cognitivas a sistemas inteligentes pode comprometer a qualidade das decisões e enfraquecer competências humanas essenciais, como pensamento crítico, julgamento contextual e criatividade.

Os melhores desempenhos, segundo o estudo, estão associados a modelos híbridos, nos quais a IA atua como apoio às pessoas, potencializando capacidades humanas em vez de substituí-las.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

Ler Mais
Tecnologia

Robôs humanoides no trabalho: o que sobra para os humanos na era da automação

A presença de robôs humanoides nos ambientes corporativos deixou de ser ficção científica. Em 2025, máquinas com braços e pernas já começam a circular por fábricas e centros de distribuição, caminhando ainda de forma limitada — mas real. Empresas como Agility Robotics, Tesla e Figure apostam na produção em escala desses sistemas, transformando modelos antes vistos apenas como demonstrações futuristas em equipamentos de logística prontos para testes no mundo físico.

Humanoides avançam, mas ainda são frágeis
Apesar do avanço tecnológico, esses robôs continuam longe de alcançar a desenvoltura humana. Eles caem, travam e enfrentam dificuldades para executar tarefas simples, sobretudo fora de ambientes controlados. No universo real — imprevisível e cheio de variáveis — a tecnologia ainda está aprendendo a lidar com complexidade.
Mesmo com as limitações, 2025 marca uma virada simbólica: a discussão deixou de ser “quando teremos um robô funcional?” e passou a ser “quanto custa colocar dezenas deles trabalhando na operação?”. A automação humanoide começa a ser tratada como infraestrutura e não mais como espetáculo tecnológico.

Promessas e limites da automação humanoide
As expectativas permanecem amplas. Esses robôs devem assumir tarefas repetitivas, aumentar a segurança industrial, otimizar custos e liberar profissionais para atividades mais criativas e estratégicas. Porém, o ritmo da revolução robótica será mais progressivo do que os vídeos virais sugerem.
A transformação acontecerá gradualmente — um avanço por vez, alternado com tropeços inevitáveis, como qualquer inovação que tenta replicar a complexidade do corpo humano.

O impacto real no emprego
O debate sobre “robôs substituindo empregos” ganha uma nuance mais realista. Em vez de substituir profissionais de forma ampla, a tendência é que as máquinas ocupem funções pouco desejadas, marcadas por repetição e baixa complexidade. Para muitos setores, isso pode significar um ganho de produtividade e até uma melhoria nas condições de trabalho.

Enquanto isso, competências humanas — como improviso, empatia, criatividade, interpretação de contexto e capacidade de adaptação — continuam sendo diferenciais impossíveis de replicar no curto prazo. Inteligência emocional, por exemplo, permanece muito distante das habilidades robóticas.

2025: entre expectativas e realidade
Os humanoides ainda não dobram roupas, não preparam café e tampouco entendem ironia. Misturam avanços sólidos com demonstrações cuidadosamente coreografadas, típicas de vídeos promocionais. Sua presença no mercado está consolidada, mas a promessa de que dominarão todas as funções ainda está distante.

O verdadeiro desafio para o futuro
Quando a automação enfim assumir as funções mais repetitivas, uma pergunta central permanecerá: o que faremos com o tempo livre que surgirá? Responder a isso pode ser tão desafiador — e transformador — quanto construir robôs capazes de subir escadas sem tropeçar.

FONTE: Forbes
TEXTO: Redação
IMAGEM: Cemile Bingol/Getty Images

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook