Tecnologia

MDIC lança Chatbot Comex para agilizar informações sobre comércio exterior

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), apresentou o Chatbot Comex, uma ferramenta digital desenvolvida para simplificar o acesso a informações oficiais sobre importação e exportação.

O novo assistente virtual funciona 24 horas por dia, com acesso gratuito e sem necessidade de login, e oferece respostas baseadas em legislação, portais e manuais oficiais do governo federal. Quando necessário, o sistema direciona o usuário para o Comex Responde, serviço que conta com suporte humano especializado.

Tecnologia a serviço da gestão pública

Com o Chatbot Comex, o MDIC busca tornar o atendimento mais rápido e transparente, integrando órgãos anuentes e usuários dos sistemas de comércio exterior. A solução também contribui para a redução de atendimentos repetitivos, otimizando a gestão pública e melhorando a experiência de quem atua no setor.

“Estamos aproximando o governo das pessoas e reduzindo barreiras para quem quer empreender e exportar. É uma ação que traz mais tecnologia para o setor público e amplia a nossa capacidade de atender mais brasileiros que desejam participar do comércio exterior”, afirmou Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior.

Público escolhe o nome do Chatbot

Para envolver os usuários, o MDIC abriu uma enquete nas redes sociaisInstagram e LinkedIn — para escolher o nome da nova assistente virtual. As opções são:

  • Tai – simboliza generosidade e sociabilidade;
  • Elisa – remete à sensibilidade, fé e elegância;
  • Duda – em espanhol, significa “dúvida”;
  • Lina – em grego, quer dizer “mensageira” ou “portadora de luz”.

📅 Votação: 16 e 17 de outubro
📅 Resultado: 20 de outubro

Como funciona o Chatbot Comex

  • 💬 Interação por texto: o usuário envia a dúvida e recebe respostas fundamentadas em fontes oficiais;
  • 🗣️ Linguagem acessível: comunicação clara e empática, sem jargões técnicos;
  • 👩‍💼 Encaminhamento humano: quando necessário, o sistema redireciona ao Comex Responde;
  • 🌐 Disponibilidade total: acesso direto pelo portal do Siscomex, sem login, 24 horas por dia.

Experiência humanizada e linguagem clara

Para tornar a experiência mais próxima e agradável, o Chatbot Comex ganhou um avatar moderno e acolhedor, com traços suaves e comunicação empática. O objetivo é humanizar o atendimento digital, mantendo um tom cordial e educativo.

Segundo Janaína Batista, diretora do Departamento de Promoção das Exportações e Facilitação do Comércio da Secex, a base de conhecimento do chatbot é composta por normas, manuais e sistemas oficiais, o que garante respostas precisas e confiáveis, apresentadas de forma ágil e acessível.

A Secex segue empenhada em fortalecer a competitividade das empresas brasileiras, promovendo facilitação do comércio, transparência regulatória e inovação, com foco na inclusão e expansão das exportações.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MDIC

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Inovação, Tecnologia

Robô faxineiro Figure 03 é eleito uma das melhores invenções de 2025 pela revista Time

A revista Time incluiu o robô faxineiro Figure 03 na lista das melhores invenções de 2025. O modelo, desenvolvido pela empresa americana Figure, foi lançado oficialmente nesta quinta-feira (9) e se destaca por executar uma variedade de tarefas domésticas e manuais.

O que o robô é capaz de fazer

O Figure 03 consegue realizar atividades como dobrar roupas, limpar mesas, manusear objetos delicados e até mesmo colocar roupas na máquina de lavar. Nas demonstrações, o robô mostrou habilidade para separar itens em pilhas e lidar com materiais frágeis, como ovos e cartas de baralho, utilizando movimentos precisos dos dedos.

Apoio de gigantes da tecnologia

A Figure tem entre seus investidores nomes de peso, como Nvidia, OpenAI, Microsoft e o empresário Jeff Bezos. No mercado, seus principais concorrentes são a Tesla, com o robô humanoide Optimus, e a chinesa Unitree, que aposta em um cão-robô.

Produção em larga escala

Segundo a fabricante, o Figure 03 será o primeiro modelo da empresa a ser produzido em escala industrial. Além do uso doméstico, a companhia estuda aplicar a tecnologia até mesmo em sua própria linha de produção, ampliando as possibilidades de utilização do robô.

FONTE: Diário do Brasil
TEXTO: Redação
IMAGENS: Reprodução/G1

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Tecnologia

Elettrica: primeiro carro elétrico da Ferrari será lançado em 2026

A Ferrari revelou nesta quinta-feira (9) a tecnologia que equipará seu primeiro carro elétrico, batizado de Elettrica, previsto para chegar ao mercado em 2026. A apresentação aconteceu na sede da montadora, em Maranello, no norte da Itália, onde foi mostrado o chassi pronto para produção — já com bateria e motores elétricos, mas ainda sem rodas ou revestimento externo.

Transição para a eletrificação

Apesar do marco histórico, a fabricante italiana adota uma estratégia cautelosa em relação à eletrificação. O novo planejamento prevê que, até 2030, a linha seja composta por 40% de veículos a combustão, 40% de híbridos e apenas 20% de elétricos. O percentual representa uma revisão do plano anunciado em 2022, quando a meta era alcançar 40% de EVs no portfólio.

Estratégia de mercado

Entre 2026 e 2030, a Ferrari pretende lançar uma média de quatro novos modelos por ano. Segundo a empresa, esse ritmo sustentado tem sido fundamental para manter o interesse de seus clientes de alto poder aquisitivo e ampliar sua base de compradores.

Tecnologia própria

O Ferrari Elettrica será produzido com componentes estratégicos desenvolvidos internamente, como os pacotes de baterias de alta tensão, os eixos eletrônicos e os inversores. Para isso, a montadora inaugurou uma nova instalação de “construção eletrônica” em Maranello.

Declaração oficial

“Com a nova Ferrari Elettrica, reafirmamos nossa vontade de avançar, unindo tecnologia, design e a arte da fabricação”, destacou o presidente da marca, John Elkann.

Futuro dos elétricos da Ferrari

Fontes próximas à montadora afirmaram à Reuters que não há planos para um segundo modelo 100% elétrico antes de 2028, devido à baixa demanda atual por carros de luxo elétricos de alto desempenho.

FONTE: Reuters
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Ferrari

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Comércio Exterior, Inovação, Tecnologia

CEO da Blue Route integra bancas em dois dos principais eventos de inovação e tecnologia do setor portuário e de comércio exterior

A CEO da Blue Route, Beatriz Grance Rinn, foi convidada para atuar como jurada em dois dos mais importantes eventos de inovação e tecnologia do país: o Comex Tech Awards 2025 e o Porto Hack Santos 2025. Reconhecida por sua atuação estratégica no setor de comércio exterior e transformação digital, Beatriz participa da seleção de projetos que estão moldando o futuro da logística e da operação portuária no Brasil.

Beatriz Grance Rinn no Comex Tech Awards 2025

O Comex Tech Awards 2025 teve como objetivo destacar cases que utilizam tecnologia de forma estratégica para transformar o setor de comércio exterior. A premiação reconhece projetos que apresentem desafios reais, envolvimento de múltiplas áreas e resultados mensuráveis, comprovando o impacto tecnológico gerado.

A banca avaliadora é composta por um time multidisciplinar de especialistas e parceiros do Comex Tech Forum. Nesta edição, Beatriz Grance Rinn analisou 43 projetos, dos quais três foram eleitos vencedores.

Entre os diferenciais da avaliação, está o uso de Inteligência Artificial (IA) nos cases — um elemento valorizado, embora não obrigatório. O foco central é o impacto prático e transformador da tecnologia aplicada, seja ela com ou sem IA.

Julgamento no Porto Hack Santos 2025

Já no Porto Hack Santos 2025, considerado o maior hackathon do setor portuário brasileiro, Beatriz integra novamente o corpo de jurados. O evento, organizado pela ABTRA e pelo Instituto AmiGU, desafia estudantes de todo o país a desenvolver soluções tecnológicas com Inteligência Artificial Generativa aplicadas ao Port Community System (PCS) do Porto de Santos.

A competição reúne 61 equipes de 38 instituições de ensino superior e ocorre em duas etapas — uma online e outra presencial. Beatriz foi jurada em ambas as fases. As dez melhores equipes foram classificadas para a grande final, marcada para o dia 13 de outubro, em Santos, onde apresentarão seus protótipos ao vivo para o júri especializado.

Objetivos e critérios de avaliação

O Porto Hack Santos 2025 busca aproximar o ecossistema acadêmico do setor portuário, promover a empregabilidade e incentivar a inovação aberta. Além disso, valoriza o desenvolvimento de competências práticas e o fortalecimento do portfólio digital dos participantes.

Os critérios de julgamento incluem:

  • Inovação — ideias originais e disruptivas para os desafios do Porto de Santos;
  • Aplicabilidade da solução — potencial de implementação no setor portuário e logístico;
  • Uso de IA Generativa — diferencial no desenvolvimento das propostas;
  • Desenvolvimento de protótipos — capacidade de transformar ideias em soluções tecnológicas viáveis;
  • Apresentação e habilidades interpessoais — trabalho em equipe, liderança e resolução de problemas;
  • Valor agregado — impacto das soluções na eficiência e acessibilidade da logística portuária.

Com sua experiência e visão estratégica, Beatriz Grance Rinn reforça o compromisso da Blue Route com a inovação e o desenvolvimento tecnológico no comércio exterior e na logística portuária, consolidando seu papel de liderança em iniciativas que conectam tecnologia, negócios e educação.

Fontes: Com informações do Comex Tech Forum e do Porto Hack Santos 2025.

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGEM: DIVULGAÇÃO

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Inovação, Tecnologia

Workshop do programa Rotas para Inovação impulsiona ecossistema tecnológico em Itajaí

Mais uma etapa do programa Rotas para Inovação, aconteceu na manhã desta quarta-feira (8). A  iniciativa integra o Programa de Inovação Aberta – Rotas para Inovação, resultado da parceria entre o Porto de Itajaí, o Sebrae Santa Catarina e o Elume Itajaí. 

O encontro reuniu empreendedores, startups e empresas de tecnologia no Elume Centro | Regional de Inovação, oferecendo um espaço de aprendizado e troca de experiências sobre estratégias de inovação e captação de recursos.

Durante o Workshop de Fomento para Projetos de Inovação e Orientações Finais para envio de Propostas de Soluções, os participantes acompanharam painéis sobre temas fundamentais para o crescimento de negócios inovadores, como funding e fomento, contratação com a administração pública e vendas B2B, além de orientações práticas sobre Product-Market Fit.

Entre os destaques da programação, especialistas compartilharam experiências e cases regionais, abordando desde estratégias de captação de recursos até aspectos jurídicos e de compliance em parcerias com o setor público. O evento encerrou com o painel “Da Dor à Oportunidade”, reforçando o papel da inovação como motor de desenvolvimento para o ecossistema empresarial de Itajaí.

O Porto de Itajaí esteve representado no encontro pelo Coordenador Executivo de Desempenho, Desenvolvimento e Planejamento, Maurício Moromizato, que acompanhou as apresentações e reforçou o apoio do Porto às iniciativas voltadas à inovação e ao empreendedorismo local.

Entre as opções, foram destacadas duas iniciativas:

– Fundo de Investimentos Sebrae & BTG Pactual, voltado a startups e pequenos negócios inovadores, com o objetivo de impulsionar empresas em estágios iniciais de crescimento.

– Programa Acredita, que facilita o acesso a crédito e capital de giro para empreendedores que buscam fortalecer suas operações e investir em inovação.

FONTE: Porto de Itajaí
IMAGEM: Reprodução/Porto de Itajaí

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Tecnologia

Jeff Bezos alerta para bolha na inteligência artificial, mas prevê benefícios gigantescos

O fundador da Amazon, Jeff Bezos, afirmou que o atual movimento de investimentos em inteligência artificial (IA) tem características de uma “bolha industrial”. Apesar disso, ele acredita que os avanços tecnológicos resultantes desse período trarão benefícios significativos para a sociedade.

“É uma bolha, mas a IA é real”

Durante participação na Italian Tech Week, em Turim, Bezos disse que os preços de ações ligados ao setor estão se tornando “desconectados dos fundamentos”, um comportamento típico de bolhas financeiras. Segundo ele, esse entusiasmo exagerado dificulta para os investidores diferenciarem boas e más ideias.

Ainda assim, o bilionário reforçou que a IA é real e terá impacto em todos os setores da economia. “As bolhas industriais não são tão ruins. Quando a poeira baixa e vemos quem são os vencedores, a sociedade se beneficia dessas invenções. Isso vai acontecer aqui também”, afirmou.

Exemplos históricos: biotecnologia e bolha pontocom

Bezos comparou o atual momento com a bolha das empresas de biotecnologia nos anos 1990 e a bolha pontocom no início dos anos 2000. Embora muitos negócios tenham falido e investidores perdido dinheiro, esses períodos também impulsionaram transformações duradouras, como medicamentos que salvaram vidas e a infraestrutura tecnológica que sustenta a internet atual.

Outros executivos também alertam

O discurso de Bezos ecoou declarações de outros líderes do setor financeiro e tecnológico. David Solomon, CEO do Goldman Sachs, afirmou no mesmo evento que o “frenesi” da IA pode levar a uma correção do mercado entre 2026 e 2027, após os recordes de captação de capital.

Para ele, sempre que há aceleração tecnológica, investidores tendem a exagerar nas expectativas, ignorando riscos relevantes. “Haverá uma redefinição. Em algum momento, o mercado vai cair. A intensidade disso dependerá de quanto tempo durar essa alta”, disse Solomon.

Sam Altman também vê exageros

O CEO da OpenAI, Sam Altman, tem opinião semelhante. Em agosto, ele destacou que muitas startups de IA estão recebendo avaliações de mercado irreais, mesmo com pouca estrutura. “É insano ver empresas com três pessoas e uma ideia captando rodadas bilionárias. Isso não é racional. Alguém vai se queimar”, comentou.

Apesar das críticas, Altman reconheceu que toda bolha tem um fundo de verdade e que o entusiasmo costuma acelerar avanços que, no longo prazo, deixam contribuições duradouras.

FONTE: NeoFeed
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NeoFeed

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Tecnologia

BYD U9 XTreme bate recorde mundial de velocidade ao atingir 496 km/h

Superesportivo elétrico é o mais rápido do mundo

A BYD, líder global em veículos eletrificados, acaba de quebrar uma marca histórica. O Yangwang U9 XTreme (U9X) alcançou 496,22 km/h, tornando-se o carro de produção mais rápido do planeta. O feito aconteceu no centro de testes ATP Automotive Papenburg, na Alemanha, e coloca a fabricante chinesa em um novo patamar na disputa por velocidade e inovação.

Potência elétrica impressionante

O modelo é derivado do U9 Track/Special Edition, mas recebeu uma plataforma ainda mais extrema. O U9X conta com sistema elétrico de 1200V, bateria Blade de fosfato de ferro e lítio e quatro motores elétricos capazes de girar a até 30 mil rpm. O conjunto entrega mais de 3.000 cv de potência e 171 kgfm de torque, superando até mesmo os superesportivos a combustão mais icônicos do mercado.

Tecnologia de pista e exclusividade

Além da potência bruta, o U9 XTreme utiliza pneus semi-slick de competição e suspensão inteligente DiSus-X, projetada para suportar a pilotagem em alta velocidade nos circuitos. O resultado é um esportivo que confirma o avanço tecnológico da China também no segmento de veículos de altíssima performance.

O Yangwang U9 XTreme será vendido em série ultralimitada, com apenas 30 unidades disponíveis no mundo. Até o momento, não há previsão de chegada ao Brasil.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Diarinho

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Tecnologia

Programa gratuito de Inteligência Artificial vai capacitar 10 mil mulheres no Brasil

Iniciativa busca inclusão no mercado de tecnologia

A inteligência artificial (IA) é uma das competências mais valorizadas atualmente e pode abrir portas para oportunidades de trabalho em diferentes áreas, garantindo melhores salários e competitividade. Pensando nisso, a edtech Prosper Digital Skills lançou no Brasil o Potenc.IA, programa gratuito que pretende capacitar 10 mil mulheres em inteligência artificial.

Três trilhas de aprendizado em IA

O curso tem duração de quatro semanas e oferece três níveis de formação — iniciante, intermediário e avançado — definidos a partir de uma avaliação inicial.
Durante a jornada, as participantes terão acesso a conteúdos sobre fundamentos da IA, criação de prompts, análise de dados e desenvolvimento de projetos práticos. O programa também inclui mentorias semanais e desafios aplicados, garantindo aprendizado teórico e prático.

Quem pode participar

Para se inscrever, é necessário:

  • Ter mais de 16 anos;
  • Estar em situação de vulnerabilidade social;
  • Ter cerca de três horas semanais disponíveis para os conteúdos assíncronos.

Não é exigida experiência prévia em tecnologia ou inteligência artificial.

Apoio de grandes empresas

A iniciativa conta com a parceria de mais de 50 companhias, entre elas Magalu, Elo, B3, Vale e Grupo OLX, reforçando o compromisso do setor privado com a inclusão digital e a formação de novas profissionais.

Inscrições abertas

As primeiras turmas têm início em outubro de 2025, com previsão de seis grupos até março de 2026. As inscrições já estão abertas aqui e seguem até o preenchimento total das vagas.

FONTE: Forbes
TEXTO: Redação
IMAGEM: metamorworks/Getty Images

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Tecnologia

SENAI apresenta tecnologias da Fundição do Futuro na Metalurgia 2025

Feira internacional em Joinville destaca inovação industrial

A indústria da fundição passa por um processo acelerado de transformação, marcado pela digitalização, novas tecnologias e pela busca por processos mais eficientes, sustentáveis e seguros. Nesse cenário, o SENAI de Santa Catarina terá participação estratégica na Metalurgia 2025, levando soluções que unem educação profissional, pesquisa aplicada e inovação.

A 13ª edição da Metalurgia – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia para Fundição, Siderurgia, Forjaria, Alumínio e Serviços será realizada em Joinville (SC) entre 7 e 10 de outubro. O evento contará com 240 expositores do Brasil e de outros nove países, entre eles Alemanha, China, EUA e Itália. A feira ocupará 14 mil m² de exposição, 20% a mais em comparação com 2023.

Soluções integradas para a indústria

Reconhecido como referência nacional em educação técnica e desenvolvimento industrial, o SENAI SC apresentará um estande com soluções integradas para o setor de fundição. O foco estará em tecnologias digitais, serviços customizados e apoio às indústrias em seus desafios de modernização.

A instituição atua na formação de novos profissionais e na atualização de trabalhadores do setor, oferecendo cursos técnicos e programas sob medida em áreas como fundição digital, manutenção preditiva, automação, soldagem, lean manufacturing e gestão da qualidade.

Fundição do futuro: tecnologia aplicada

Na feira, o SENAI destacará iniciativas práticas voltadas à Fundição do Futuro, com ênfase em quatro eixos principais:

  • Engenharia reversa: uso de escaneamento 3D e modelagem CAD para redesenhar peças industriais a partir de amostras físicas, solução essencial para empresas que enfrentam falta de projetos originais ou fornecedores.
  • Digitalização de processos: aplicação de coleta e análise de dados em tempo real para ampliar controle de qualidade, rastreabilidade e eficiência operacional, além de preparar a indústria para sistemas preditivos e inteligência artificial.
  • Inovação incremental: soluções de baixo custo e alto impacto, voltadas especialmente para pequenas e médias indústrias que buscam inovar sem necessidade de grandes investimentos.
  • Saúde e Segurança no Trabalho (SST): tecnologias voltadas à prevenção de riscos ocupacionais, promoção do bem-estar e aumento da produtividade industrial.

Elo entre indústria e inovação

Segundo o SENAI, sua atuação conecta diretamente as demandas da indústria com soluções baseadas em conhecimento técnico, pesquisa aplicada e tecnologias de ponta. O objetivo é fortalecer a competitividade do setor e preparar o mercado para os desafios da nova era industrial.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação Messe Brasil

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Tecnologia

China avança na adoção de robôs em fábricas e deixa EUA para trás

Dados da Federação Internacional de Robótica apontam que mais de dois milhões de robôs já estão sendo utilizados em fábricas chinesas. Apenas no ano passado, o país adicionou mais de 300 mil dispositivos à sua força de trabalho.

Este número é maior do que o restante do mundo combinado. Para se ter uma ideia, os Estados Unidos, principal rival da China na disputa pela hegemonia tecnológica global, disponibilizaram apenas 34 mil máquinas no mesmo período.

China trata os avanços em robótica como estratégia nacional

  • De acordo com reportagem do New York Times, o levantamento revela um domínio completo do setor pelos chineses.
  • Além de fabricar e instalar robôs em fábricas em um ritmo muito maior do que qualquer outro país do mundo, a China está aperfeiçoando os dispositivos.
  • Para isso, Pequim tem estimulado as empresas nacionais a se tornarem líderes em robótica e outras tecnologias avançadas, como semicondutores e inteligência artificial.
  • Os robôs utilizados em fábricas já são capazes de soldar peças de carros, levantar caixas em correias transportadoras e muito mais.

Impulsos para a indústria doméstica

Segundo a publicação, as fábricas chinesas instalaram mais de 150 mil robôs por ano desde 2017. No início de 2025, estes espaços foram responsáveis por quase um terço de todos os produtos manufaturados do mundo, o que faz com que a China supere sozinha os números dos Estados Unidos, Alemanha, Japão, Coreia do Sul e Grã-Bretanha juntos.

Esta estratégia começou em 2015, quando Pequim adotou como prioridade os avanços em robótica. O objetivo era aumentar a produção interna, dependendo menos de produtos manufaturados avançados estrangeiros.

As indústrias chinesas receberam acesso quase ilimitado a empréstimos de bancos controlados pelo Estado a taxas de juros baixas, bem como injeções diretas de dinheiro do governo e outras assistências. Já em 2021, as autoridades chinesas anunciaram um plano nacional para expandir a implantação de robôs.

Os resultados são claros. A participação do país na fabricação mundial de robôs aumentou no ano passado para um terço da oferta global, contra um quarto em 2023. No geral, a China tem cinco vezes mais máquinas trabalhando em suas fábricas do que os Estados Unidos.

Até o ano passado, a China instalava mais robôs importados em suas fábricas. Mas, em 2024, isso mudou: quase três quintos das tecnologias instaladas eram nacionais.

Fonte: Olhar Digital

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