Comércio Exterior, Inovação, Tecnologia

CEO da Blue Route integra bancas em dois dos principais eventos de inovação e tecnologia do setor portuário e de comércio exterior

A CEO da Blue Route, Beatriz Grance Rinn, foi convidada para atuar como jurada em dois dos mais importantes eventos de inovação e tecnologia do país: o Comex Tech Awards 2025 e o Porto Hack Santos 2025. Reconhecida por sua atuação estratégica no setor de comércio exterior e transformação digital, Beatriz participa da seleção de projetos que estão moldando o futuro da logística e da operação portuária no Brasil.

Beatriz Grance Rinn no Comex Tech Awards 2025

O Comex Tech Awards 2025 teve como objetivo destacar cases que utilizam tecnologia de forma estratégica para transformar o setor de comércio exterior. A premiação reconhece projetos que apresentem desafios reais, envolvimento de múltiplas áreas e resultados mensuráveis, comprovando o impacto tecnológico gerado.

A banca avaliadora é composta por um time multidisciplinar de especialistas e parceiros do Comex Tech Forum. Nesta edição, Beatriz Grance Rinn analisou 43 projetos, dos quais três foram eleitos vencedores.

Entre os diferenciais da avaliação, está o uso de Inteligência Artificial (IA) nos cases — um elemento valorizado, embora não obrigatório. O foco central é o impacto prático e transformador da tecnologia aplicada, seja ela com ou sem IA.

Julgamento no Porto Hack Santos 2025

Já no Porto Hack Santos 2025, considerado o maior hackathon do setor portuário brasileiro, Beatriz integra novamente o corpo de jurados. O evento, organizado pela ABTRA e pelo Instituto AmiGU, desafia estudantes de todo o país a desenvolver soluções tecnológicas com Inteligência Artificial Generativa aplicadas ao Port Community System (PCS) do Porto de Santos.

A competição reúne 61 equipes de 38 instituições de ensino superior e ocorre em duas etapas — uma online e outra presencial. Beatriz foi jurada em ambas as fases. As dez melhores equipes foram classificadas para a grande final, marcada para o dia 13 de outubro, em Santos, onde apresentarão seus protótipos ao vivo para o júri especializado.

Objetivos e critérios de avaliação

O Porto Hack Santos 2025 busca aproximar o ecossistema acadêmico do setor portuário, promover a empregabilidade e incentivar a inovação aberta. Além disso, valoriza o desenvolvimento de competências práticas e o fortalecimento do portfólio digital dos participantes.

Os critérios de julgamento incluem:

  • Inovação — ideias originais e disruptivas para os desafios do Porto de Santos;
  • Aplicabilidade da solução — potencial de implementação no setor portuário e logístico;
  • Uso de IA Generativa — diferencial no desenvolvimento das propostas;
  • Desenvolvimento de protótipos — capacidade de transformar ideias em soluções tecnológicas viáveis;
  • Apresentação e habilidades interpessoais — trabalho em equipe, liderança e resolução de problemas;
  • Valor agregado — impacto das soluções na eficiência e acessibilidade da logística portuária.

Com sua experiência e visão estratégica, Beatriz Grance Rinn reforça o compromisso da Blue Route com a inovação e o desenvolvimento tecnológico no comércio exterior e na logística portuária, consolidando seu papel de liderança em iniciativas que conectam tecnologia, negócios e educação.

Fontes: Com informações do Comex Tech Forum e do Porto Hack Santos 2025.

TEXTO: REDAÇÃO

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Inovação, Tecnologia

Workshop do programa Rotas para Inovação impulsiona ecossistema tecnológico em Itajaí

Mais uma etapa do programa Rotas para Inovação, aconteceu na manhã desta quarta-feira (8). A  iniciativa integra o Programa de Inovação Aberta – Rotas para Inovação, resultado da parceria entre o Porto de Itajaí, o Sebrae Santa Catarina e o Elume Itajaí. 

O encontro reuniu empreendedores, startups e empresas de tecnologia no Elume Centro | Regional de Inovação, oferecendo um espaço de aprendizado e troca de experiências sobre estratégias de inovação e captação de recursos.

Durante o Workshop de Fomento para Projetos de Inovação e Orientações Finais para envio de Propostas de Soluções, os participantes acompanharam painéis sobre temas fundamentais para o crescimento de negócios inovadores, como funding e fomento, contratação com a administração pública e vendas B2B, além de orientações práticas sobre Product-Market Fit.

Entre os destaques da programação, especialistas compartilharam experiências e cases regionais, abordando desde estratégias de captação de recursos até aspectos jurídicos e de compliance em parcerias com o setor público. O evento encerrou com o painel “Da Dor à Oportunidade”, reforçando o papel da inovação como motor de desenvolvimento para o ecossistema empresarial de Itajaí.

O Porto de Itajaí esteve representado no encontro pelo Coordenador Executivo de Desempenho, Desenvolvimento e Planejamento, Maurício Moromizato, que acompanhou as apresentações e reforçou o apoio do Porto às iniciativas voltadas à inovação e ao empreendedorismo local.

Entre as opções, foram destacadas duas iniciativas:

– Fundo de Investimentos Sebrae & BTG Pactual, voltado a startups e pequenos negócios inovadores, com o objetivo de impulsionar empresas em estágios iniciais de crescimento.

– Programa Acredita, que facilita o acesso a crédito e capital de giro para empreendedores que buscam fortalecer suas operações e investir em inovação.

FONTE: Porto de Itajaí
IMAGEM: Reprodução/Porto de Itajaí

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Tecnologia

Jeff Bezos alerta para bolha na inteligência artificial, mas prevê benefícios gigantescos

O fundador da Amazon, Jeff Bezos, afirmou que o atual movimento de investimentos em inteligência artificial (IA) tem características de uma “bolha industrial”. Apesar disso, ele acredita que os avanços tecnológicos resultantes desse período trarão benefícios significativos para a sociedade.

“É uma bolha, mas a IA é real”

Durante participação na Italian Tech Week, em Turim, Bezos disse que os preços de ações ligados ao setor estão se tornando “desconectados dos fundamentos”, um comportamento típico de bolhas financeiras. Segundo ele, esse entusiasmo exagerado dificulta para os investidores diferenciarem boas e más ideias.

Ainda assim, o bilionário reforçou que a IA é real e terá impacto em todos os setores da economia. “As bolhas industriais não são tão ruins. Quando a poeira baixa e vemos quem são os vencedores, a sociedade se beneficia dessas invenções. Isso vai acontecer aqui também”, afirmou.

Exemplos históricos: biotecnologia e bolha pontocom

Bezos comparou o atual momento com a bolha das empresas de biotecnologia nos anos 1990 e a bolha pontocom no início dos anos 2000. Embora muitos negócios tenham falido e investidores perdido dinheiro, esses períodos também impulsionaram transformações duradouras, como medicamentos que salvaram vidas e a infraestrutura tecnológica que sustenta a internet atual.

Outros executivos também alertam

O discurso de Bezos ecoou declarações de outros líderes do setor financeiro e tecnológico. David Solomon, CEO do Goldman Sachs, afirmou no mesmo evento que o “frenesi” da IA pode levar a uma correção do mercado entre 2026 e 2027, após os recordes de captação de capital.

Para ele, sempre que há aceleração tecnológica, investidores tendem a exagerar nas expectativas, ignorando riscos relevantes. “Haverá uma redefinição. Em algum momento, o mercado vai cair. A intensidade disso dependerá de quanto tempo durar essa alta”, disse Solomon.

Sam Altman também vê exageros

O CEO da OpenAI, Sam Altman, tem opinião semelhante. Em agosto, ele destacou que muitas startups de IA estão recebendo avaliações de mercado irreais, mesmo com pouca estrutura. “É insano ver empresas com três pessoas e uma ideia captando rodadas bilionárias. Isso não é racional. Alguém vai se queimar”, comentou.

Apesar das críticas, Altman reconheceu que toda bolha tem um fundo de verdade e que o entusiasmo costuma acelerar avanços que, no longo prazo, deixam contribuições duradouras.

FONTE: NeoFeed
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NeoFeed

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Tecnologia

BYD U9 XTreme bate recorde mundial de velocidade ao atingir 496 km/h

Superesportivo elétrico é o mais rápido do mundo

A BYD, líder global em veículos eletrificados, acaba de quebrar uma marca histórica. O Yangwang U9 XTreme (U9X) alcançou 496,22 km/h, tornando-se o carro de produção mais rápido do planeta. O feito aconteceu no centro de testes ATP Automotive Papenburg, na Alemanha, e coloca a fabricante chinesa em um novo patamar na disputa por velocidade e inovação.

Potência elétrica impressionante

O modelo é derivado do U9 Track/Special Edition, mas recebeu uma plataforma ainda mais extrema. O U9X conta com sistema elétrico de 1200V, bateria Blade de fosfato de ferro e lítio e quatro motores elétricos capazes de girar a até 30 mil rpm. O conjunto entrega mais de 3.000 cv de potência e 171 kgfm de torque, superando até mesmo os superesportivos a combustão mais icônicos do mercado.

Tecnologia de pista e exclusividade

Além da potência bruta, o U9 XTreme utiliza pneus semi-slick de competição e suspensão inteligente DiSus-X, projetada para suportar a pilotagem em alta velocidade nos circuitos. O resultado é um esportivo que confirma o avanço tecnológico da China também no segmento de veículos de altíssima performance.

O Yangwang U9 XTreme será vendido em série ultralimitada, com apenas 30 unidades disponíveis no mundo. Até o momento, não há previsão de chegada ao Brasil.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Diarinho

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Tecnologia

Programa gratuito de Inteligência Artificial vai capacitar 10 mil mulheres no Brasil

Iniciativa busca inclusão no mercado de tecnologia

A inteligência artificial (IA) é uma das competências mais valorizadas atualmente e pode abrir portas para oportunidades de trabalho em diferentes áreas, garantindo melhores salários e competitividade. Pensando nisso, a edtech Prosper Digital Skills lançou no Brasil o Potenc.IA, programa gratuito que pretende capacitar 10 mil mulheres em inteligência artificial.

Três trilhas de aprendizado em IA

O curso tem duração de quatro semanas e oferece três níveis de formação — iniciante, intermediário e avançado — definidos a partir de uma avaliação inicial.
Durante a jornada, as participantes terão acesso a conteúdos sobre fundamentos da IA, criação de prompts, análise de dados e desenvolvimento de projetos práticos. O programa também inclui mentorias semanais e desafios aplicados, garantindo aprendizado teórico e prático.

Quem pode participar

Para se inscrever, é necessário:

  • Ter mais de 16 anos;
  • Estar em situação de vulnerabilidade social;
  • Ter cerca de três horas semanais disponíveis para os conteúdos assíncronos.

Não é exigida experiência prévia em tecnologia ou inteligência artificial.

Apoio de grandes empresas

A iniciativa conta com a parceria de mais de 50 companhias, entre elas Magalu, Elo, B3, Vale e Grupo OLX, reforçando o compromisso do setor privado com a inclusão digital e a formação de novas profissionais.

Inscrições abertas

As primeiras turmas têm início em outubro de 2025, com previsão de seis grupos até março de 2026. As inscrições já estão abertas aqui e seguem até o preenchimento total das vagas.

FONTE: Forbes
TEXTO: Redação
IMAGEM: metamorworks/Getty Images

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Tecnologia

SENAI apresenta tecnologias da Fundição do Futuro na Metalurgia 2025

Feira internacional em Joinville destaca inovação industrial

A indústria da fundição passa por um processo acelerado de transformação, marcado pela digitalização, novas tecnologias e pela busca por processos mais eficientes, sustentáveis e seguros. Nesse cenário, o SENAI de Santa Catarina terá participação estratégica na Metalurgia 2025, levando soluções que unem educação profissional, pesquisa aplicada e inovação.

A 13ª edição da Metalurgia – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia para Fundição, Siderurgia, Forjaria, Alumínio e Serviços será realizada em Joinville (SC) entre 7 e 10 de outubro. O evento contará com 240 expositores do Brasil e de outros nove países, entre eles Alemanha, China, EUA e Itália. A feira ocupará 14 mil m² de exposição, 20% a mais em comparação com 2023.

Soluções integradas para a indústria

Reconhecido como referência nacional em educação técnica e desenvolvimento industrial, o SENAI SC apresentará um estande com soluções integradas para o setor de fundição. O foco estará em tecnologias digitais, serviços customizados e apoio às indústrias em seus desafios de modernização.

A instituição atua na formação de novos profissionais e na atualização de trabalhadores do setor, oferecendo cursos técnicos e programas sob medida em áreas como fundição digital, manutenção preditiva, automação, soldagem, lean manufacturing e gestão da qualidade.

Fundição do futuro: tecnologia aplicada

Na feira, o SENAI destacará iniciativas práticas voltadas à Fundição do Futuro, com ênfase em quatro eixos principais:

  • Engenharia reversa: uso de escaneamento 3D e modelagem CAD para redesenhar peças industriais a partir de amostras físicas, solução essencial para empresas que enfrentam falta de projetos originais ou fornecedores.
  • Digitalização de processos: aplicação de coleta e análise de dados em tempo real para ampliar controle de qualidade, rastreabilidade e eficiência operacional, além de preparar a indústria para sistemas preditivos e inteligência artificial.
  • Inovação incremental: soluções de baixo custo e alto impacto, voltadas especialmente para pequenas e médias indústrias que buscam inovar sem necessidade de grandes investimentos.
  • Saúde e Segurança no Trabalho (SST): tecnologias voltadas à prevenção de riscos ocupacionais, promoção do bem-estar e aumento da produtividade industrial.

Elo entre indústria e inovação

Segundo o SENAI, sua atuação conecta diretamente as demandas da indústria com soluções baseadas em conhecimento técnico, pesquisa aplicada e tecnologias de ponta. O objetivo é fortalecer a competitividade do setor e preparar o mercado para os desafios da nova era industrial.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação Messe Brasil

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Tecnologia

China avança na adoção de robôs em fábricas e deixa EUA para trás

Dados da Federação Internacional de Robótica apontam que mais de dois milhões de robôs já estão sendo utilizados em fábricas chinesas. Apenas no ano passado, o país adicionou mais de 300 mil dispositivos à sua força de trabalho.

Este número é maior do que o restante do mundo combinado. Para se ter uma ideia, os Estados Unidos, principal rival da China na disputa pela hegemonia tecnológica global, disponibilizaram apenas 34 mil máquinas no mesmo período.

China trata os avanços em robótica como estratégia nacional

  • De acordo com reportagem do New York Times, o levantamento revela um domínio completo do setor pelos chineses.
  • Além de fabricar e instalar robôs em fábricas em um ritmo muito maior do que qualquer outro país do mundo, a China está aperfeiçoando os dispositivos.
  • Para isso, Pequim tem estimulado as empresas nacionais a se tornarem líderes em robótica e outras tecnologias avançadas, como semicondutores e inteligência artificial.
  • Os robôs utilizados em fábricas já são capazes de soldar peças de carros, levantar caixas em correias transportadoras e muito mais.

Impulsos para a indústria doméstica

Segundo a publicação, as fábricas chinesas instalaram mais de 150 mil robôs por ano desde 2017. No início de 2025, estes espaços foram responsáveis por quase um terço de todos os produtos manufaturados do mundo, o que faz com que a China supere sozinha os números dos Estados Unidos, Alemanha, Japão, Coreia do Sul e Grã-Bretanha juntos.

Esta estratégia começou em 2015, quando Pequim adotou como prioridade os avanços em robótica. O objetivo era aumentar a produção interna, dependendo menos de produtos manufaturados avançados estrangeiros.

As indústrias chinesas receberam acesso quase ilimitado a empréstimos de bancos controlados pelo Estado a taxas de juros baixas, bem como injeções diretas de dinheiro do governo e outras assistências. Já em 2021, as autoridades chinesas anunciaram um plano nacional para expandir a implantação de robôs.

Os resultados são claros. A participação do país na fabricação mundial de robôs aumentou no ano passado para um terço da oferta global, contra um quarto em 2023. No geral, a China tem cinco vezes mais máquinas trabalhando em suas fábricas do que os Estados Unidos.

Até o ano passado, a China instalava mais robôs importados em suas fábricas. Mas, em 2024, isso mudou: quase três quintos das tecnologias instaladas eram nacionais.

Fonte: Olhar Digital

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Tecnologia

Mercado Livre usará 125 robôs para separar pedidos no Brasil, após novo frete grátis impulsionar vendas

Mudança ocorre após redução do valor mínimo para frete grátis elevar vendas. Equipamentos manuseiam até 105 mil itens por dia, diminuindo em 25% o ciclo de processamento de pedidos com múltiplos itens

O Mercado Livre anunciou o lançamento de uma nova geração com 125 robôs de separação de produtos para acelerar as operações logísticas e otimizar as entregas. Eles são capazes de manusear até 105 mil itens por dia, diminuindo em 25% o ciclo de processamento de pedidos com múltiplos itens. Na prática, isso vai significar uma hora a menos no ciclo total de preparo de uma encomenda, o que possibilita um avanço no prazo de entrega ao cliente.

A empresa já tem quase 500 robôs em operação no país, contando também com um modelo chinês que carrega as estantes até os operadores, economizando quilômetros de caminhada dos trabalhadores de centros de distribuição.

Indagada se a inovação significaria perda de postos de trabalho, a cúpula da empresa afirmou que busca otimizar o trabalho humano, realocando funcionários em funções de maior valor agregado. Fernando Yunes, vice-presidente sênior da plataforma, afirmou que a implementação dos robôs não elimina a necessidade de mão de obra e que a empresa planeja contratar mais de 12 mil pessoas este ano.

O reforço da automação ocorre pouco depois de a empresa reduzir o valor mínimo para frete grátis de R$ 79 para R$ 19, o que levou a um crescimento de 34% no volume comercializado em julho na comparação com o mês anterior.

A aposta no frete mais acessível pressiona a rentabilidade no curto prazo, mas visa o crescimento sustentável a longo prazo ao expandir a base de clientes, afirmou Yunes. A estratégia de frete grátis para pedidos de menor valor, com prazo de entrega mais longo, permite que a empresa use melhor sua malha logística.

— Temos que mandar o caminhão de todo jeito, então ocupamos espaços sobrando com esses pacotes que não têm urgência — completa Luiz Vergueiro, diretor sênior de Logística.

Segundo a empresa, a otimização de rotas e espaços vazios gerou ganho de eficiência crucial para a operação.

IA busca produto proibido

O Brasil é o maior mercado da empresa na América Latina. Segundo a plataforma, 5,8 milhões de empreendedores e pequenas e médias empresas usaram o ecossistema da companhia no ano passado e movimentaram R$ 381 bilhões.

De acordo com a empresa, 56% das entregas são feitas em até 24 horas nas capitais, índice que chega a 73% no estado de São Paulo.

Com a recente resolução da Anatel que responsabiliza marketplaces pela venda de produtos irregulares, o Mercado Livre afirmou que reforçou sua postura de não permitir a venda de itens não homologados. A plataforma exige que os vendedores preencham um campo com o código de homologação da Anatel ao anunciar produtos eletrônicos.

A empresa usa ferramentas de inteligência artificial (IA) para monitorar e derrubar anúncios que violam as regras. No ano passado, mais de 10 milhões de anúncios foram removidos automaticamente por meio desses algoritmos.

Além do uso da IA, a empresa mantém um programa de colaboração com as próprias marcas. Equipes das grandes marcas parceiras do Mercado Livre navegam pela plataforma buscando produtos que possam ser irregulares. Ao identificar um anúncio que a IA não detectou, elas podem denunciá-lo.

A partir da denúncia, o Mercado Livre inicia investigação do vendedor e do produto, aplicando penalidades que variam desde a remoção do anúncio até o banimento definitivo da plataforma em casos de reincidência.

Fonte: O Globo

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Tecnologia

China aposta em manufatura avançada para impulsionar inovação global em tecnologia

Indústria chinesa atrai investimentos estrangeiros e consolida protagonismo em veículos elétricos, robótica e computadores

O jornal Global Times destacou que a China vem transformando sua capacidade de manufatura em um motor global de inovação tecnológica, reunindo empresas de ponta, fábricas inteligentes e parcerias internacionais que reposicionam o país como líder em setores estratégicos. O movimento ficou evidente durante a World Manufacturing Convention 2025, realizada em Hefei, província de Anhui, que apresentou ao mundo lançamentos de veículos, computadores e soluções em robótica.

Um dos maiores atrativos da convenção foi o sedã premium MAEXTRO S800, desenvolvido pela JAC Motors em parceria com a Huawei. O carro de luxo combina design sofisticado, chassi digital e avançada tecnologia de condução inteligente. A produção ocorre na MAEXTRO Super Factory, uma planta totalmente digitalizada, equipada com mais de 1.800 robôs que automatizam processos de estamparia, soldagem, pintura e montagem.

“A participação da NIO na convenção ao longo dos últimos anos mostra como a manufatura chinesa evolui de forma contínua, com os veículos de nova energia puxando a transformação e gerando produtos cada vez mais qualificados”, afirmou Yu Dongming, gerente-geral da NIO em Anhui.

Robótica e fábricas inteligentes

Outro destaque foi a EFORT Intelligent Robot, fabricante chinesa de robôs industriais, que apresentou soluções em soldagem, pintura e manipulação avançada. “Podemos oferecer soluções completas de robótica inteligente para montadoras internacionais”, disse You Wei, presidente e CEO da empresa. Em 2024, a companhia vendeu mais de 16 mil robôs industriais, já reconhecidos por marcas como Maserati, BMW e Volkswagen.

As plantas da NIO e da Lenovo em Hefei também chamaram atenção. A LCFC Electronics Technology, hub de produção da Lenovo, fabrica anualmente 40 milhões de laptops — um em cada oito vendidos no mundo. Entre as inovações, foi apresentado o ThinkBook Plus Gen 6 Rollable Laptop, com tela expansível de 14 para 16,7 polegadas, que conquistou blogueiros e especialistas de tecnologia internacionais.

Energia e baterias de nova geração

No setor de energia, a Gotion High-Tech enfatizou o papel da manufatura inteligente como diferencial competitivo em suas 20 bases globais. “Com padrões unificados pela sede na China e replicados em todas as unidades, nossa capacidade de produção vem conquistando reconhecimento internacional”, destacou Chen Wei, executivo sênior da empresa.

O avanço da indústria chinesa também fortalece parcerias com multinacionais. O CEO do Grupo Volkswagen, Oliver Blume, ressaltou que as linhas altamente automatizadas de Anhui estão entre as mais avançadas do conglomerado. “Até 2030, lançaremos cerca de 50 modelos elétricos e eletrificados neste mercado. Com parcerias locais, conseguimos acelerar em 30% o ciclo de inovação. Não estamos apenas planejando, estamos entregando”, afirmou.

Já a fornecedora de autopeças Marelli apontou que a força da manufatura chinesa acelera tanto o atendimento local quanto projetos globais. “As capacidades de inovação e produção da China nos permitem oferecer soluções personalizadas e rápidas para os clientes”, disse Stefano Petrilli, chefe global de operações da Marelli Propulsion.

Segundo dados oficiais, a China já conta com mais de 35 mil fábricas-modelo básicas e 230 de excelência, consolidando-se como referência mundial em manufatura inteligente. Em 2024, o país atraiu 826,25 bilhões de yuans (cerca de US$ 116,1 bilhões) em investimentos estrangeiros diretos, sendo 11,7% destinados à indústria de alta tecnologia.

Para Zhang Xianfeng, professor da Universidade de Tecnologia de Hefei, a indústria chinesa não apenas fortalece o mercado interno, mas também se tornou “um motor vital para o crescimento global da indústria de alta qualidade”.

Fonte: Brasil 247

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Tecnologia

WEG entrega aerogerador que pode atender 15 mil residências

Equipamento com 220 metros de altura foi encomendado pela Petrobras e instalado em parque eólico na região da Chapada Diamantina

Entrou em operação na cidade baiana de Brotas de Macaúbas o maior aerogerador instalado em terra firme (onshore) das Américas. O equipamento tem capacidade para gerar cerca de 2.500 MWh/mês, o equivalente ao consumo anual de cerca de 15 mil residências brasileiras.

O aerogerador tem 220 metros de altura do solo até a ponta da pá, equivalente à soma de seis estátuas do Cristo Redentor, e pesa 1830 toneladas, correspondente a cerca de 1660 carros populares.

O gerador foi desenvolvido pela WEG, multinacional de Jaraguá do Sul, à pedido da Petrobras. A encomenda deriva dos contratos de concessão para exploração e produção de petróleo e gás natural, que prevê que as empresas invistam um percentual de sua receita bruta em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.

“O desenvolvimento do aerogerador de 7 MW reflete nossa capacidade de inovação e consolida o papel da WEG como protagonista no avanço da energia eólica”, afirma João Paulo Gualberto da Silva, diretor superintendente da WEG Energia. A empresa prevê que ele poderá ser produzido em série a partir da demanda do mercado por novos projetos eólicos.

Uma das vantagens do novo aerogerador é a redução do custo da energia. Com essa capacidade, produz mais eletricidade por unidade de área ocupada, reduzindo a necessidade de instalação de múltiplos aerogeradores. Isso também otimiza o uso do terreno e tende a diminuir os custos gerais de instalação e manutenção.

O equipamento foi comprado e instalado pela norueguesa Statkraft no projeto de modernização do Parque Eólico de Seabra, localizado na região da Chapada Diamantina, interior da Bahia.

Com informações da WEG.

Fontes:
Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – FIESC
Gerência de Comunicação Institucional e Relações Públicas

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