Portos

Porto do Pecém recebe navio inovador

O Porto de Pecém, no Brasil, encerrou a semana portuária recebendo um navio de carga nunca antes atendido no terminal do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP).

O MSC Leila, recém-incorporado à frota da Mediterranean Shipping Company, faz parte dos serviços voltados ao embarque da recente safra de frutas no terminal do estado do Ceará, no nordeste do país. A temporada de exportação de frutas se estende de setembro até fevereiro.

Com 335 metros de comprimento e capacidade para 11.500 TEU, o navio se destaca por seu design inovador e eficiência energética. Ele utiliza Gás Natural Liquefeito (GNL) em sua propulsão e conta com um sistema de defletores que reduz a ação do vento, aumentando a estabilidade durante a navegação.

Além disso, essa operação marca um marco importante para o Porto de Pecém, que segue ampliando suas capacidades para receber navios de nova geração e fortalecer a logística de exportação brasileira.

Fonte: Todo Logistica News

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Portos

Portos movimentam maior volume de cargas da história em julho

Os portos registraram movimentação de 124,7 milhões de toneladas. 73% foram de navegação de longa distância – exportação e importação – e 20% de cabotagem – entre portos brasileiros

Os portos brasileiros registraram, em julho, o maior volume mensal de cargas da história. Foram 124,7 milhões de toneladas. Nesse sentido, foram 73% de navegação de longa distância – exportação e importação – e 20% de cabotagem – entre portos brasileiros. 

Nos primeiros sete meses do ano, os portos atingiram 780,4 milhões de toneladas de cargas. Do mesmo modo, o volume é 1,76% maior do que o do mesmo período de 2024.

ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, reafirmou que o governo federal tem atuado com a finalidade de ampliar as concessões e fortalecer a infraestrutura nacional. 

“Temos como foco garantir segurança jurídica e atrair novos investimentos. Essa política, liderada pelo presidente Lula, vem aumentando a capacidade dos portos e fortalecendo as exportações do Brasil.” Sílvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos

Ainda de acordo com Sílvio Costa Filho, “a ampliação da capacidade de nossos portos é fundamental para a economia nacional”.

A principal carga foi de granéis sólidos (minerais e vegetais), com mais de 76,6 milhões de toneladas. Todos os tipos de carga tiveram aumento em julho, em relação aos números registrados no mesmo mês em 2024.

“Granéis líquidos (especialmente combustíveis) tiveram um aumento de 6%, enquanto a movimentação de granéis sólidos aumentou quase 4%. O crescimento de carga em contêineres foi de 3% no período e o volume de carga geral foi 0,9% superior ao registrado em julho do ano passado”, informou o ministério.

Fonte: Folha Vitória

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Portos

TCU direciona reavaliação de leilão de mega terminal do Porto de Santos a aliado de ministro no Cade

Tribunal de Contas da União (TCU) enviou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) um novo pedido de posicionamento sobre a competição no leilão do Tecon 10, o mega terminal de contêineres do Porto de Santos. Desta vez, a Corte de Contas direcionou a demanda a uma instância que afasta a participação da presidência do órgão antitruste.

O novo pedido foi remetido na segunda-feira, 8, para a Superintendência-Geral do Cade, comandada por Alexandre Barreto, ex-chefe de gabinete do ministro Bruno Dantas no próprio TCU. O pedido foi feito pelo Ministério Público junto ao TCU e em despacho do relator do processo Antonio Anastasia.

Procurado, o Cade disse que irá se manifestar ao TCU nos termos do ofício recebido. O Tribunal não respondeu – o espaço está aberto para manifestação. O ministro Dantas disse que não se pronunciaria. A reportagem entrou em contato com Barreto, que não quis falar.

A presidência do órgão antitruste chegou a ser oficiada sobre a reanálise na mesma data pela Corte de contas. Porém, dois dias depois, um despacho do tribunal pediu que a presidência do Cade desconsiderasse o ofício por completo, sob justificativa de que foi encaminhado por equívoco, mantendo a demanda com Barreto.

O ato, apurou o Estadão/Broadcast, foi recebido com surpresa dentro do Cade e do próprio TCU. Um servidor do Cade avaliou a ação como um movimento “bem estranho”

Em discussão há mais de uma década, o projeto do terminal, estimado em R$ 6,45 bilhões, avançou em maio deste ano com a elaboração do edital. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) optou por restringir a participação de atuais operadoras que atuam em Santos. Essa era elencada como a segunda das duas alternativas propostas em estudo para evitar concentração de mercado.

Até agora, o Cade já havia contribuído para o processo em duas ocasiões. Em julho, durante um painel de referência, o presidente interino Gustavo Augusto de Lima disse que existem alternativas menos severas à exclusão de operadores.

Em 8 de agosto, o Departamento de Estudos Econômicos do Cade respondeu a um extenso questionário elaborado pela área técnica do TCU, detalhando como o órgão conduz suas análises sobre concentração de mercado.

Agora responsável pelo caso no Cade, o superintendente-gera, Alexandre Barreto é próximo de Dantas e foi indicado para cargos no conselho por ele. O próprio Bruno Dantas demonstrou interesse no tema – foi o único dos ministros do TCU além do relator, a participar da audiência pública sobre o Tecon 10, em julho. Na fala inicial no evento, disse que estava presente para “ouvir e aprender”.

Entendimento isolado

Desde que foi encaminhado pelo Ministério dos Portos, em maio, o projeto sobre o Terminal está em análise na Corte de Contas.

Nesses cem dias, o relator do processo, ministro Antonio Anastasia, liderou coleta de posições técnicas e realização de audiência pública. Outros dois órgãos já se manifestaram contra o entendimento da Antaq, apontando que o mais adequado é a disputa aberta a todos os interessados.

No parecer da Subsecretaria de Acompanhamento Econômico e Regulação (Seae), vinculada ao Ministério da Fazenda, o órgão avalia: “o efetivo desinvestimento do ativo já detido por parte do eventual incumbente vencedor do certame já seria medida suficiente para prevenir o aumento da concentração horizontal do mercado portuário no Complexo de Santos, de modo que a realização do leilão em duas fases, com vedação à participação de incumbentes na fase inicial- a despeito dos demais benefícios advindos desta estrutura – aparenta ser excessivamente gravosa e ultrapassar o necessário para mitigar o risco identificado”.

A nota técnica do DEE, do Cade, aponta para a necessidade de medidas alinhadas aos critérios da proporcionalidade. “Essa proporcionalidade requer, em primeiro lugar, que as medidas aplicadas sejam capazes, por si só, de sanar os problemas concorrenciais identificados. Por outro lado, implica que se evite a adoção de remédios que ultrapassem o necessário para restaurar a concorrência no mercado.”

A unidade técnica do TCU, observando os pareceres do Cade e do Ministério da Fazenda, determinou que o órgão permitisse a participação das atuais operadoras. Não apenas concordando com a falta de razões para as restrições, determinou, em parecer do dia 1º deste mês: “Em razão de contrariar os princípios constitucionais da isonomia, eficiência e proporcionalidade e afrontar o art. 20 da Lei de Introdução das Normas do Direito Brasileiro, (…) altere o item 22.1 da minuta de edital de modo a prever o leilão em etapa única, sem vedação à participação dos atuais incumbentes”.

Posição do Ministério dos Portos

O MPor, poder concedente responsável pelas políticas do setor, chegou a dizer que avaliaria o texto da Antaq antes de enviá-lo ao TCU.

Representantes de empresas operadoras dizem que escutavam do ministro a promessa de análise e tentativa de um caminho para a abertura. Mas isso não ocorreu e o edital foi encaminhado ao TCU horas depois que foi despachado pela Antaq, sem considerações.

Um ex-servidor da pasta de Portos diz que o ministro Silvio Costa Filho teria influenciado na decisão pela disputa restrita. Próximo do diretor da Antaq, Caio Farias, responsável pela definição da proposta de edital na agência, Costa Filho teria orientado sua preferência pela restrição, embora publicamente o ministro diga que o melhor dos cenários é ter o maior número de participantes possível.

No dia 1º deste mês, quando o MPor foi notificado pelo TCU sobre o parecer da AudPortoFerrovia,área técnica do TCU, Costa Filho realizou reunião fora da agenda oficial para discutir a situação. O objetivo inicial da pasta era responder na mesma semana. Contudo, pelo fôlego tido com articulações vindas do TCU, pediu maior prazo para responder, o que foi acatado. Assim, o MPor poderá dar a devolutiva já considerando uma eventual mudança de avaliação do Cade. E deixa claro: o que for orientado pela Corte de Contas, será acatado na íntegra.

A Broadcast procurou o MPor e citou todos os apontamentos apresentados nesta reportagem. Em nota, a pasta disse que as informações não procedem. “O Ministério reitera que todas as suas ações seguem estritamente os ritos processuais. O ministro Silvio Costa Filho respeita as competências da Antaq e aguarda a manifestação do órgão de controle sobre o tema”, afirma a nota, que complementa: “O MPor informa ainda que dará pleno cumprimento à decisão final do TCU e confirma a manutenção do cronograma para realizar o leilão em dezembro de 2025”.

Fonte: Estadão

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Portos

Porto de Santos tem alta no movimento de cargas agrícolas em agosto

Embarques cresceram mesmo com entrada em vigor do tarifaço dos EUA

O Porto de Santos apresentou aumento nos embarques de cargas do agronegócio em agosto, mesmo com a entrada em vigor das tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

Segundo levantamento da Gerência de Inteligência e Estatística da Autoridade Portuária de Santos (APS), houve uma queda de 5,79% no valor das exportações do Porto de Santos para os Estados Unidos no mês, em comparação com agosto de 2024. Mas o valor total das exportações cresceu 8,55%. Considerando apenas os embarques para a China, o aumento foi de 63,25%.

Houve em agosto avanço de 27% nas exportações do complexo soja, para 2,5 milhões de toneladas. Em sucos cítricos, o aumento foi de 20,8%, para 209,9 mil toneladas.

Em carnes, houve um aumento de 2,1% no volume embarcado, para 223 mil toneladas. Os embarques de carne bovina recuaram 2,1%, para 149,2 mil toneladas. Já em aves, houve aumento de 8,2%, para 65,9 mil toneladas. Outras proteínas tiveram aumento de 57,5%, para 7,9 mil toneladas.

Do lado negativo, os embarques de açúcar tiveram queda de 7,6% em agosto, para 2,7 milhões de toneladas. Mas os embarques de álcool tiveram incremento de 0,2%, para 103,8 mil toneladas.

As exportações de café por Santos recuaram 13,4%, para 169,8 mil toneladas. Já os embarques de milho tiveram redução de 13,2%, para 2,4 milhões de toneladas.

Ao todo, o porto movimentou 16,5 milhões de toneladas de cargas, considerando embarques e desembarques, um crescimento de 3,5% em agosto.

“Os dados demonstram que o mês de agosto foi de superação do cenário internacional adverso e apontam para uma consolidação de um ano histórico para o setor. Fruto do trabalho conjunto dos portuários, empresas e terminais, e dos esforços diplomáticos do governo federal e do setor produtivo”, afirmou em nota Anderson Pomini, presidente da APS.

Fonte: Globo Rural

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Portos

Governo decide leiloar canais de acesso a portos e especialistas alertam para risco de encarecer tarifas e travar comércio exterior

O governo federal anunciou que o Brasil terá, em 2025, o primeiro leilão dos canais de acesso a portos, infraestrutura até hoje custeada por recursos públicos. A medida, inserida no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), prevê repassar à iniciativa privada a responsabilidade por dragagem, sinalização e manutenção de canais essenciais para a entrada e saída de navios.

O plano, segundo a União, busca trazer eficiência e previsibilidade, mas especialistas alertam que os custos podem ser repassados aos usuários, encarecendo tarifas e reduzindo a competitividade do comércio exterior brasileiro.

Primeiros leilões começam em outubro

O primeiro certame será realizado em 22 de outubro, com o canal do Porto de Paranaguá (PR).

Em dezembro, será a vez de Itajaí (SC), terceiro maior complexo de contêineres do país.

Os contratos terão validade de 25 anos, e o critério de vitória será o maior desconto sobre a tarifa de acesso.

O caso de Itajaí envolve ainda um desafio histórico: a remoção do navio Pallas, embarcação à vela de 1891 que naufragou durante a Revolta da Armada.

Avaliada em R$ 25 milhões, a operação será de responsabilidade da concessionária vencedora e é considerada crucial para liberar o tráfego de navios de até 400 metros.

Segundo Alex de Ávila, secretário nacional de Portos e Transportes Aquaviários, a concessão permitirá superar problemas de demora em licitações e falta de verba.

A concessão tem por objetivo elevar a eficiência, a segurança e a profundidade dos canais”, afirmou.

A expectativa do governo é que os diferentes leilões em portos como Santos (SP), Rio Grande (RS) e Codeba (BA) mobilizem mais de R$ 6 bilhões em investimentos.

Especialistas temem tarifas mais caras

Apesar do otimismo oficial, especialistas alertam que o modelo pode elevar custos logísticos.

Isso porque dragagens, manutenções e obras de alta complexidade tendem a ser repassadas aos usuários finais.

Num país onde 95% do comércio exterior depende da via marítima, qualquer aumento tarifário impacta diretamente exportadores, importadores e, em última instância, o consumidor brasileiro.

O setor agroexportador e a indústria mineral seriam os mais atingidos.

Soja, milho, carne e minério, principais itens da pauta exportadora nacional, poderiam perder competitividade diante da alta nos custos de frete.

O risco é que o Brasil perca espaço em mercados globais justamente no momento em que busca ampliar sua presença internacional.

Desigualdade regional e dúvidas de rentabilidade

Outro ponto de atenção é a concentração regional dos investimentos.

Portos do Sul e Sudeste, mais lucrativos, tendem a atrair investidores com facilidade, enquanto estruturas do Norte e Nordeste podem não ter a mesma atratividade.

Já estão no radar os futuros leilões em Suape (PE) e Itaqui (MA), mas analistas alertam que a rentabilidade limitada pode reduzir o interesse privado, gerando desigualdade no desenvolvimento logístico nacional.

Críticos destacam que, embora os leilões representem um avanço em previsibilidade, a dependência de concessões pode engessar políticas públicas, dificultando a adaptação do setor às mudanças do comércio global.

Entre eficiência e risco de perda de competitividade

O debate também carrega peso político.

No governo Jair Bolsonaro, havia propostas de privatizar integralmente portos como Santos e Itajaí, mas a atual gestão optou por manter o controle da União, concedendo apenas trechos específicos de alto custo.

Na prática, o novo modelo divide responsabilidades: o governo preserva a autoridade portuária, enquanto o setor privado assume os investimentos pesados.

A questão é se essa transferência trará ganhos de longo prazo ou apenas aumentará os custos de curto prazo.

Se por um lado a concessão pode garantir dragagem contínua e maior eficiência, por outro, o risco de tarifas mais altas é real e ameaça a competitividade das exportações brasileiras.

Fonte: Click Petróleo e Gás

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Portos

Portos movimentam em julho o maior volume de cargas da história

Em sete meses, movimento atingiu 780,4 milhões de toneladas

Os portos brasileiros registraram, em julho, o maior volume mensal de cargas da história, com 124,7 milhões de toneladas transportadas, sendo 73% de navegação de longa distância – exportação e importação – e 20% de cabotagem – entre portos brasileiros. 

Nos primeiros sete meses do ano, os portos atingiram 780,4 milhões de toneladas de cargas, volume 1,76% maior do que o registrado no mesmo período de 2024.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, reafirmou que o governo federal tem atuado com a finalidade de ampliar as concessões e fortalecer a infraestrutura nacional. 

“Temos como foco garantir segurança jurídica e atrair novos investimentos. Essa política, liderada pelo presidente Lula, vem aumentando a capacidade dos portos e fortalecendo as exportações do Brasil”, afirmou em nota. 

De acordo com Sílvio Costa Filho, “a ampliação da capacidade de nossos portos é fundamental para a economia nacional”.

A principal carga transportada foi de granéis sólidos (minerais e vegetais), com mais de 76,6 milhões de toneladas. Todos os tipos de carga tiveram aumento em julho, em relação aos números registrados no mesmo mês em 2024.

“Granéis líquidos [especialmente combustíveis] tiveram um aumento de 6%, enquanto a movimentação de granéis sólidos aumentou quase 4%. O crescimento de carga em contêineres foi de 3% no período e o volume de carga geral foi 0,9% superior ao registrado em julho do ano passado”, informou o ministério.

Fonte: Agência Brasil

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Evento, Portos

Itajaí recebe, na quinta-feira (18), encontro do Porto Itapoá com empresários do trade logístico e portuário

No encontro, serão apresentados os diferenciais, os investimentos e o planejamento estratégico do Terminal.

Para reforçar a parceria entre o Porto Itapoá e o segmento logístico da região de Itajaí, com foco em oferecer soluções eficientes e seguras, acontece em Itajaí, nesta quinta-feira (dia 18), mais uma edição do “Itapoá Day”.

O encontro será realizado no Restaurante Quinta Borba (bairro Fazenda), no período da tarde, e destinado exclusivamente para empresários e gestores de empresas regionais do segmento logístico. Esta é a 2ª edição realizada na cidade de Itajaí, demonstrando sua relevância para o Porto Itapoá.

O diretor de Desenvolvimento de Negócios e Experiência do Cliente do Porto Itapoá, Felipe Fioravanti Kaufmann, destaca a importância estratégica da região de Itajaí para o Terminal. “Nosso objetivo com o Itapoá Day é estreitar ainda mais o relacionamento com o segmento, apresentar nossas soluções e ouvir as demandas dos clientes e parceiros locais”, afirma o gestor. O evento acontece na semana em que é comemorado o dia do cliente.

O polo industrial e logístico da região do Vale do Itajaí utiliza, de forma estratégica e crescente, as operações do Porto Itapoá para realizar seus embarques internacionais.

Além da apresentação institucional, o evento será uma oportunidade para destacar o desempenho e os recentes investimentos do Porto, que vem conquistando posições de liderança no cenário nacional.

Liderança no Sul e crescimento acelerado

De acordo com dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), o Porto Itapoá aparece como o 3º maior movimentador de contêineres do Brasil, atrás apenas do complexo portuário de Santos e do Porto de Paranaguá.

Esse avanço reflete a combinação de eficiência operacional, inovação tecnológica e investimentos contínuos em infraestrutura. Somente na nova Fase IV de expansão, o Porto Itapoá prevê R$ 500 milhões em aportes, incluindo a ampliação de pátios, aquisição de equipamentos de última geração e melhorias em sustentabilidade, como o reforço da maior frota elétrica portuária do país.

Outro marco recente foi a assinatura de uma Parceria Público-Privada (PPP) com o Governo de Santa Catarina para a dragagem e aprofundamento do canal da Baía da Babitonga. O projeto permitirá a operação de navios de até 366 metros, tornando o complexo portuário o primeiro do Brasil apto a receber embarcações desse porte com carga máxima, o que ampliará a competitividade e a capacidade logística da região.

Com essa série de avanços, o Porto Itapoá consolida-se como líder em movimentação no Sul do país, e um dos principais vetores de desenvolvimento logístico, econômico e ambiental do Brasil.

TEXTO E IMAGENS: ASSESSORIA DE IMPRENSA PORTO DE ITAPOÁ

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Portos

Navio perde controle no Porto de Imbituba e atinge embarcação pesqueira

Incidente foi causado por fortes ventos, mas não houve feridos nem danos significativos

Um susto marcou a manhã desta segunda-feira (15) no Porto de Imbituba. Durante uma manobra de evolução, um navio de contêiner perdeu o controle em razão dos fortes ventos e acabou colidindo com uma pequena embarcação pesqueira que estava ancorada próximo à Praia do Porto.

A cena chamou atenção de quem estava nas imediações, mas felizmente não houve registro de feridos. Assim que perceberam a dificuldade de controle, a equipe de manobra acionou rebocadores extras, que auxiliaram na retomada da rota e garantiram a segurança da operação.

A administração do porto informou que a colisão não provocou danos significativos nem à estrutura portuária nem às embarcações envolvidas. Em nota, ressaltou ainda que vai revisar os protocolos de segurança em situações de vento intenso, incluindo a possibilidade de reforçar as manobras com mais rebocadores.

Vídeo:

Fonte: TubaNews

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Portos

TRF4 derruba pedido de suspensão de alfandegamento dos Portos de Paranaguá e Antonina

Solicitação foi feita pela Receita Federal há quase 13 anos; em resposta, a Portos do Paraná fez grandes investimentos em segurança portuária

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) derrubou o pedido de sanção da Receita Federal, solicitado há quase 13 anos, para a suspensão do alfandegamento, ou seja, a interrupção das operações nos Portos de Paranaguá e Antonina. A decisão foi divulgada no início de setembro. O órgão fiscalizador solicitou a medida devido o descumprimento de normas de segurança exigidas na época.

O juiz federal, Rodrigo Kravetz, compreende que a suspensão das atividades geraria um colapso comercial considerando que a Autoridade Portuária é a segunda maior do Brasil, com recorde de movimentação anual de 66,7 milhões de toneladas e eleita por seis vezes consecutivas a melhor gestão portuária do País.

“Considerando a relevância dos portos paranaenses, a Corte foi categórica ao afirmar que a suspensão das atividades geraria danos imensuráveis e desproporcionais”, afirmou o diretor Jurídico da Portos do Paraná, Marcus Freitas.

Segundo o próprio TRF4, a sanção da Receita Federal viola o princípio de proporcionalidade, pois paralisaria serviços públicos essenciais e acarretaria consequências graves à economia nacional, além de afetar diretamente a própria comunidade como os pagamentos de salários, tributos e fornecedores.

O Tribunal também afirma que a gestão atual da empresa pública cumpriu com grande parte das determinações legais. “Não se verifica a necessidade de suspensão das atividades, pois passados cerca de treze anos dos fatos que originaram as irregularidades, quase todas foram sanadas, restando apenas o acesso e repasse de informações, conforme inspeção judicial e acordo entre as partes”, destaca o documento.

Investimentos em segurança

Em 2022, foi inaugurada a unidade da guarda portuária com uma ampla central de monitoramento, além de novas guaritas no pátio de automóveis e no píer público de granéis líquidos. A Portos do Paraná também renovou os equipamentos de scanner de bagagens, realizou troca dos revólveres por armamentos semiautomáticos, adquiriu três novas viaturas e instalou um novo sistema de rádio comunicação. Em 2025, foi feita a aquisição de duas lanchas, uma para guarda portuária e outra para a fiscalização, as quais estão em processo de fabricação.

Os profissionais de segurança também realizam treinamentos específicos na área. Em novembro do ano passado, três turmas da guarda portuária concluíram o curso de renovação do porte de armas, que reuniu treinamento teórico e prático. Após as aulas, os profissionais tiveram à disposição os equipamentos de segurança mais modernos, utilizados apenas em casos de extrema necessidade.

Além da fiscalização no cais, os guardas portuários atuam na segurança fora do ambiente alfandegado. Na temporada de cruzeiros 2024/2025, a Portos do Paraná instalou 20 câmeras de vigilância no Complexo Mega Rocio, onde os passageiros passam pela aduana. O sistema é monitorado 24 horas pela guarda portuária, que, diante de qualquer atitude suspeita, aciona imediatamente outros órgãos de segurança. As imagens também são compartilhadas com a Receita Federal e com a Polícia Federal, responsáveis pela fiscalização.

Outro cuidado é com as bagagens. Antes de serem levadas para o navio, as malas e mochilas passam por um scanner, e cães farejadores atuam na busca de possíveis produtos ilícitos. A movimentação das bagagens do terminal de embarque até o cais é acompanhada por agentes de segurança para evitar qualquer incidente.

Fonte: Portos do Paraná

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Informação, Navegação, Portos

Mar agitado fecha canal de acesso a Itajaí

Boca da barra foi considerada impraticável na noite deste domingo

O acesso ao Complexo Portuário de Itajaí e Navegantes está fechado na noite deste domingo. A Marinha do Brasil bloqueou preventivamente a entrada e saída de navios por causa do mar agitado.

A movimentação foi suspensa por volta das 19h, devido à forte ondulação, que chegou a cerca de dois metros na costa de Itajaí.

De acordo com o painel de monitoramento de tráfego marítimo, não havia manobras previstas para o complexo portuário na noite de domingo. Para esta segunda-feira, estão previstas três saídas e uma entrada de navios para os portos de Navegantes e Itajaí. 

A liberação da boca da barra depende da melhora nas condições do mar.

O laboratório de Climatologia da Univali informou sobre ondas de um metro a um metro e meio nas nossas praias nesta semana, com tempo ficando nublado, mas com aberturas de sol, e temperaturas esquentando, com mínimas de 14°C e máximas perto da casa dos 30°C. A semana deve ter poucas chance de chuva.

Fonte: Diarinho

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