Internacional, Negócios, Portos

China inicia negociação para compra de 70% de terminal do Porto do Açu; valores ultrapassam US$ 714 milhões

A concretização do negócio ainda depende da aprovação de órgãos reguladores

Buscando consolidar sua presença na infraestrutura portuária da América do Sul, a China iniciou uma negociação para adquirir uma participação relevante (70%) na empresa Vast Infraestrutura, responsável por um dos terminais mais estratégicos do Brasil para exportação de petróleo. Segundo o jornalista Lauro Jardim, a negociação gira em torno US$ 714 milhões, convertendo para reais, as cifras quase alcançam os 4 bilhões.

A operação acontece por meio da China Merchants Port Holdings (CMPORT), braço do grupo estatal China Merchants Group (CMG). No nal de fevereiro, a CMPORT anunciou a assinatura de um contrato para adquirir uma participação na Vast Infraestrutura, empresa controlada pela Prumo Logística, holding responsável pelo desenvolvimento do Porto do Açu.

A negociação ainda depende da aprovação de órgãos reguladores, mas já provoca repercussão. O motivo é simples: o terminal operado pela Vast é o único da América do Sul capaz de receber navios do tipo VLCC (Very Large Crude Carrier), essenciais para escoar grandes volumes de petróleo.

Atualmente, o Porto de Açu movimenta cerca de 560 mil barris por dia, com capacidade licenciada para até 1,2 milhão de barris diários. Embora a Vast seja apenas uma das empresas do complexo, ela desempenha um papel estratégico dentro da infraestrutura de exportação de petróleo nacional.

Em contato com o Manchete RJ, a Prumo Logística conrmou a conclusão da negociação na fase de termos e condições, mas ressaltou que a transação com a China Merchants Port ainda não foi concluída.

“A Prumo Logística esclarece que, diferentemente do que foi publicado em alguns veículos de notícia, ainda não concluiu a transação com a China Merchants Port para uma potencial venda de participação societária na Vast Infraestrutura, subsidiária da Prumo e proprietária do terminal de petróleo do Porto do Açu. Como já divulgado no início do ano, a Prumo concluiu a negociação de termos e condições para a operação, que segue o cronograma previsto e está sujeita ao cumprimento de condições precedentes. A iniciativa está em linha com a estratégia da Prumo de estabelecer parcerias com players globais para o desenvolvimento conjunto de negócios no Porto do Açu. Subsidiária do China Merchants Group, a China Merchants Port é uma desenvolvedora, investidora e operadora portuária líder mundial, que inclui os principais hubs ao longo da costa da China.”

A compra de uma participação na Vast faz parte de uma estratégia mais ampla da China para consolidar presença em portos da região. Em 2018, a CMPORT já havia adquirido o Terminal de Contêineres de Paranaguá, o maior da América do Sul. Além disso, o grupo está envolvido em projetos no Porto de Santos e na construção de um novo terminal no Maranhão.

Fonte: Manchete RJ

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Importação, Negócios

Empresas de baixo risco ganham agilidade e mais prazo nas licenças de importação

Portaria da Secex/MDIC amplia benefícios do programa OEA-Integrado e pode facilitar a utilização de mais de 40 mil licenças por ano

Empresas consideradas de baixo risco agora podem obter licenças de importação com mais rapidez e maior prazo de validade. Portaria publicada nesta quarta-feira (11/6) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC) permite aos agentes certificados no Programa Operador Econômico Autorizado Integrado da Secex (OEA-Integrado Secex) a obtenção de prioridade na análise dos pedidos de licença. Além disso, a validade do documento – que varia caso a caso – pode ser até 50% superior a usual.

Com as autorizações da Secex sendo emitidas de forma mais ágil e com período maior de validade, a expectativa é de que as empresas certificadas diminuam a quantidade de pedidos de licença ao órgão, tornando o processo menos oneroso tanto para governo quanto para o setor privado. 

O Programa OEA-Integrado Secex oferece benefícios para empresas que demonstrem ser confiáveis quanto ao cumprimento de regras publicadas pela Secretaria sobre operações de comércio exterior. O principal requisito que um agente precisa atender é sua prévia certificação na modalidade conformidade do Programa OEA, instituído pela Receita Federal.

Em harmonia com as diretrizes de simplificação e maior eficiência da ação governamental, não é necessária a apresentação à Secex de qualquer informação ou documento encaminhado anteriormente ao órgão fazendário.

A medida amplia a lista de benefícios oferecidos no âmbito do OEA-Integrado Secex, passando a incluir licenças expedidas pela Secretaria para a entrada no país de material usado, de bens sujeitos a benefícios fiscais e de itens objeto de cotas com redução da tarifa de importação.

Até agora, as vantagens estavam concentradas nas operações associadas ao drawback suspensão e isenção, que desoneram de tributos a importação ou a aquisição no mercado interno de insumos para a produção de bens exportados.

Em 2024, as exportações das empresas certificadas no OEA-Integrado Secex totalizaram US$ 10,36 bilhões, respondendo por 15% das vendas externas totais apoiadas pelo drawback no mesmo período (US$ 68,7 bilhões).

“A nova regulamentação dá mais agilidade e reduz os custos das empresas. E está alinhada às boas práticas internacionais, reforçando o compromisso do MDIC com a agenda de facilitação comercial”, afirma a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.

Com a ampliação do OEA-Integrado Secex, 77 empresas já certificadas passam a se beneficiar de forma imediata das novas facilidades implementadas. A medida também torna a certificação ainda mais atrativa para novos operadores, visto que somente em 2024 foram emitidas mais de 40 mil licenças de importação não automáticas elegíveis às vantagens do programa, viabilizando cerca de US$ 5 bilhões em importações no período.

Condições para certificação

A nova regulamentação também passa a permitir que as empresas certificadas no OEA-Integrado Secex corrijam situações de desconformidade antes de sofrerem uma medida mais severa. Assim, eventual descumprimento do compromisso de exportação por parte da empresa, dentro do drawback, que antes resultava na suspensão imediata do programa por dois anos, agora ocasiona uma advertência, com a suspensão sendo aplicada apenas em caso de reincidência.

Programa OEA

O Programa OEA é uma ferramenta preconizada pela Organização Mundial de Aduanas (OMA). É também um dos compromissos assumidos pelo Brasil no âmbito do Acordo sobre a Facilitação do Comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Consiste, basicamente, na certificação concedida pela Receita Federal aos operadores da cadeia internacional de suprimentos que demonstrem capacidade de gerir os riscos aos quais estão expostos.

A adesão é voluntária e o operador de comércio exterior deve atender aos níveis de segurança e conformidade previamente estabelecidos. O programa oferece aos agentes privados benefícios que resultam em maior agilidade e trâmites simplificados para exportar e importar.

Conforme o Regulamento Aduaneiro Brasileiro (Decreto nº 6.759/2009) e a Portaria RFB nº 435/2024, é possível a participação, no Programa OEA, de outros órgãos e entidades da administração pública que exercem controles sobre operações de comércio exterior por meio do módulo OEA-Integrado.

Para mais informações sobre o OEA-Integrado Secex, incluindo a relação de todos os benefícios do programa, as instruções acerca de como solicitar a certificação perante a Secex e a lista das empresas atualmente certificadas, acesse a PÁGINA OEA-INTEGRADO.

Fonte: GOV – Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Negócios

CNDI: GT apresenta balanço com a conclusão de 11 ações para melhorar competitividade das empresas

Medidas buscam desonerar, desburocratizar e dar mais segurança, transparência e previsibilidade ao ambiente regulatório

O Grupo de Trabalho do Custo Brasil, constituído no âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), apresentou nesta quarta-feira (11) um balanço com a conclusão de 11 das 44 de ações destinadas a aumentar a produtividade e competitividade da economia brasileira a longo prazo.

Durante a reunião, a Secretaria de Competitividade e Política Regulatória do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (SCPR/MDIC) anunciou a inclusão de três projetos sobre Propriedade Intelectual e Melhoria Regulatória entre as entregas.

“A Agenda de Redução do Custo Brasil parte de instrumentos regulatórios, legais ou infralegais, com o intuito de evitar recorrência excessiva de gastos fiscais ou subsídios”, explicou a secretária da SCPR, Andrea Macera. “São atos normativos sem custos para o Estado, mas que podem modernizar, desburocratizar e dar maior segurança jurídica ao ambiente regulatório”, detalhou.

Para a secretária, a execução dessa agenda garantirá a competitividade do setor produtivo no longo prazo. “Trata-se de uma política de estado que busca reduzir custos sistêmicos, promover previsibilidade regulatória e aumentar a segurança jurídica, de modo a garantir transparência, escuta ativa e acompanhamento da nossa carteira de projetos”, ressaltou.

Confira as ações já realizadas para auxiliar a redução do Custo Brasil:

1)       Letra de Crédito do Desenvolvimento (LCD): instrumento de captação mais eficiente e menos oneroso para os bancos de desenvolvimento, permitindo uma ampliação da oferta de crédito em condições mais atrativas.

2)      Projeto de Lei nº 2.925: trata da transparência em processos arbitrais e do fortalecimento do sistema de tutela privada dos direitos de investidores no mercado de valores imobiliários.

3)      Reforma Tributária sobre consumo: disciplina os principais tributos do novo modelo, com destaque para o Imposto sobre Valor Adicionado – IVA Dual, composto por Imposto sobre Bens e Serviços (substitui ICMS e ISS) e Contribuição sobre Bens e Serviços (substitui PIS e Cofins).

4)      Projeto de Lei nº 3.278/2021: novo Marco Legal do Transporte Coletivo Urbano; busca garantir maior aderência às demandas atuais do setor e às diretrizes de uma política pública moderna de mobilidade.

5)      Debêntures de infraestrutura: Busca ampliar fontes de financiamento para projetos de infraestrutura e inovação tecnológica no país, complementando o modelo já existente de debêntures incentivadas.

6)      Programa Navegue Simples: estabelece conjunto de diretrizes voltadas à modernização do sistema de outorgas do setor portuário brasileiro.

7)      Programa de Financiamento à Exportação (PROEX): aprimoração das condições do programa, com realização de melhorias regulatórias, revisão do prazo máximo de financiamentos nas operações e permissão de desembolso prévio à exportação.

8)      Transição energética: Mapeamento de políticas internacionais à transição energética, com elaboração de relatório técnico do Ministério de Relações Exteriores com informações estratégicas sobre estratégias adotadas por 26 países.

9)      Decreto nº 12.153/2024: Remoção de barreiras à entrada de novos investidores no mercado de gás natural.

10) Projeto de Lei nº 5.719/2023: Busca viabilizar a retomada das operações de apoio às exportações de serviços, interrompidas desde 2017.

11) Projeto de Lei nº 04/2025: busca aprimorar o sistema geral de garantias da economia brasileira.

Monitoramento

A reunião também contou com a apresentação do Observatório do Custo Brasil, uma plataforma desenvolvida pelo MDIC, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que realiza o acompanhamento e avaliação de políticas estratégicas com potencial de reduzir entraves estruturais à competitividade da economia brasileira. O chamado Custo Brasil representa um ônus estimado de R$ 1,7 trilhão por ano, de acordo com estudo realizado pelo MBC em parceria com o MDIC.

Conheça a plataforma neste link

Fonte: GOV – Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços


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Negócios

Marca Sebrae bate recorde de valorização em 2025

Marca está avaliada em R$ 33,9 bilhões, segundo Instituto Ipsos

A marca Sebrae é uma das mais valiosas do Brasil. Esse é o dado apontado pela pesquisa do Instituto Ipsos, que avaliou a marca em R$ 33,9 bilhões em 2025 – o maior valor de sua história. Em 2021, a marca estava em R$ 7,6 bilhões. Em quatro anos, a valorização foi de 346%.

Para o público entender a grandeza da marca Sebrae, o instituto fez uma comparação: se o Sebrae atuasse no mercado de capitais, ele estaria em quarto lugar no ranking TM20 de 2025 das marcas mais valiosas do Brasil, ficando atrás somente de Nubank, Mercado Livre e Itaú.

Para definir a importância da marca Sebrae nos resultados das empresas, especialmente no faturamento e lucro, o levantamento ouviu seis mil microempreendedores individuais (MEIs) e donos de micro e pequenas empresas (MPEs) de todo o país, entre janeiro e fevereiro deste ano. “É indiscutível o papel do Sebrae na geração de lucros dos MEIs e MPEs. Esse resultado reforça o relacionamento próximo e sólido que construímos com os empreendedores, visando a entrega de valor e o sucesso dos pequenos negócios”, destaca o itajaiense Décio Lima, presidente nacional do Sebrae.

O valor apresentado no relatório resulta do aumento de pequenos negócios no Brasil, da ampliação da base de clientes do Sebrae e da sua contribuição para ampliar o faturamento e a lucratividade. A fala de Décio Lima está embasada nos indicadores financeiros da pesquisa, que mostram que a variação financeira foi o principal fator de valorização da marca.

Um dos destaques foi o crescimento de 51% no número de donos de pequenos negócios em comparação com 2021. Entre os MEIs, o faturamento subiu 16%. Já as micro e pequenas empresas tiveram um crescimento de 20% e faturaram, em média, 92% a mais do que em 2021.

Pesquisa em quatro etapas

Promovida desde 2009, a pesquisa Valor de Marca Sebrae 2025 foi conduzida este ano pelo Instituto Ipsos e percorreu quatro etapas estruturadas: diagnóstico inicial, pesquisa com clientes, análise financeira e relatório final. Os seis mil entrevistados foram questionados sobre diversos aspectos do relacionamento do seu negócio com o Sebrae. A pesquisa foi aplicada entre janeiro e fevereiro deste ano, com 19 perguntas, tendo intervalo de confiança de 95%, com margem de erro de 1,3 ponto percentual.

As principais conclusões do estudo reforçam o papel essencial da instituição no sucesso financeiro dos pequenos negócios. “A valorização de 346% no valor da marca em 2025 em relação a 2021, se dá, majoritariamente, em função da variação do componente financeiro (R$ 28,6 bilhões). O crescimento resulta do aumento de pequenos negócios no Brasil, da ampliação da base clientes e da contribuição do Sebrae para ampliar o faturamento e o lucro dessas empresas”, destaca o Sebrae como resultado da pesquisa.

Fonte: Diarinho

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Comércio Exterior, Exportação, Investimento, Negócios, Portos

Movimento de veículos cresce 7% nos portos secos de fronteira da Multilog

Responsável pela operação de cinco portos secos de fronteira e por uma parcela significativa do fluxo rodoviário de importação e exportação do Brasil com o Mercosul, a Multilog registrou em maio o recorde mensal do ano, com 37.839 movimentações de veículos, um crescimento de 7% em relação ao mês anterior e de 22% em relação a maio de 2024.

O Porto Seco de Dionísio Cerqueira contabilizou a melhor marca mensal da unidade e do ano, com 2.427 saídas de veículos em maio, número 6% acima de abril. Em relação a maio de 2024, o aumento foi de 36%. A nova infraestrutura construída e inaugurada pela Multilog em dezembro de 2023, bem como as inúmeras melhorias realizadas na unidade alfandegada, contribuíram para os resultados obtidos, que foram impactados também pela regra estadual (TTD – Tratamento de Tributo Diferenciado) que incentiva o ingresso de mercadorias por Dionísio Cerqueira.

Outras três unidades registraram recorde no ingresso de veículos este ano. O Porto Seco de Jaguarão (RS), com 2.958 saídas de veículos em maio, cresceu 13% em comparação ao mês anterior e 25% sobre maio do ano passado. A unidade de Uruguaiana, também no Rio Grande do Sul, teve movimentação de 14.090 caminhões, 11% acima de abril e 33% superior a maio do ano passado. No Porto Seco de Foz do Iguaçu (PR), o maior da América Latina, o aumento foi de 4% no mês, com 17.476 saídas de caminhões e 14% superior a maio de 2024.

Já o Porto Seco de Santana do Livramento (RS), teve movimentação de 888 caminhões em maio, uma queda de apenas 2% em relação a abril e de 13% em relação a maio de 2024.

“Conquistamos em maio os melhores resultados do ano, e isto evidencia que os constantes investimentos em nossa operação têm permitido oferecer mais e melhores serviços aos nossos clientes, além de contribuir para o crescimento do comércio exterior entre os países do Mercosul”, finaliza Francisco Damilano, gerente geral de Operações das Fronteiras da Multilog.

Fonte: DatamarNews

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Negócios

Karsten tem novos diretores Industrial e de Gestão de Talentos

Evandro Burgel e Rosangela Schneider assumem posições estratégicas com foco em inovação, eficiência e valorização humana

A Karsten, uma das maiores empresas do setor têxtil brasileiro, anuncia dois novos nomes para compor sua diretoria: Evandro Burgel, como diretor Industrial, e Rosangela Schneider, como diretora de Gestão de Talentos. Segundo a empresa, os dois trazem currículos robustos e experiências nacionais e internacionais que prometem contribuir para os próximos ciclos da companhia.

Evandro Burgel soma mais de duas décadas de experiência em posições executivas de empresas como Docol, Midea Carrier e Lifar. Especialista em engenharia de produção, tem passagem por projetos complexos de ampliação fabril, implantação de novas tecnologias e aumento de produtividade.

“É um privilégio fazer parte da companhia, uma marca sólida e respeitada. Chego com o compromisso de fortalecer a excelência industrial, otimizando processos, investindo em tecnologia e desenvolvendo equipes de alta performance”, afirma o executivo.

Rosangela Schneider traz uma carreira internacional construída em multinacionais como Natura, Takasago e AptarGroup, onde ocupou recentemente a posição de vice-presidente global de Serviços de RH. Com atuação em quatro continentes e foco em transformação organizacional, Rosangela assume a missão de tornar o setor um pilar estratégico para o crescimento do negócio.

“Chego à Karsten com muito entusiasmo para contribuir com uma Gestão de Talentos moderna, ágil e integrada à estratégia da empresa. Acredito no RH como uma área essencial para impulsionar a cultura, o engajamento e a performance”, destaca.

Segundo Marcio Bertoldi,  CEO da Karsten, a chegada dos dois executivos faz parte de um plano estratégico que busca acelerar a evolução cultural e operacional da empresa.

“Estamos em constante desenvolvimento e inovação. Profissionais com a bagagem de Evandro e Rosangela nos ajudam a alcançar resultados extraordinários com responsabilidade e visão de futuro. Eles se destacam por unir estratégia, execução e resultado”, afirma.

Sobre a Karsten

Considerada uma das empresas mais longevas do Brasil, com 142 anos de história, a Karsten foi fundada em Blumenau no ano de 1882. Impulsionada pela renovação, transformação e inovação, a marca pioneira traz o que há de mais moderno nas linhas de cama, mesa, banho e tecidos para decoração.

Está presente em mais de 20 países e aproximadamente 7 mil pontos de venda no Brasil, com lojas próprias em Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Conta atualmente com cerca de 2.500 funcionários e é considerada uma das melhores empresas para se trabalhar em Santa Catarina, conquistando o selo GPTW por oito anos consecutivos.

Fonte: FIESC

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Negócios

Empresas brasileiras esperam US$ 3,6 milhões em negócios após NYSCC Suppliers’ Day 2025

Cinco empresas participantes do Beautycare Brazil estiveram no evento dias 3 e 4 de junho

O Brasil esteve representado no Suppliers’ Day 2025: The Nexus of Science and Beauty (dias 3 e 4 de junho), por meio de cinco empresas nacionais participantes do Beautycare Brazil: ALS, Assessa, Chemyunion, Plantus e Vollmens. A ação foi parte das atividades do Projeto Setorial, criado pela -ABIHPEC (Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Juntas as indústrias indicaram a realização de 655 contatos, gerando US$ 630 mil em negócios com expectativas de mais US$3 millhões nos próximos 12 meses.

“Em razão do atual cenário de tensões comerciais entre Estados Unidos e China, compradores norte-americanos estão buscando novos fornecedores, e o Brasil tem sido cada vez mais considerado como alternativa viável. Essa movimentação representa uma oportunidade significativa para ampliar a presença da indústria brasileira no mercado global.” Tiago Milani, Gerente de Negócios Internacionais da ABIHPEC e representante do Beautycare Brazil

Sobre o Beautycare Brazil

O Beautycare Brazil é desenvolvido por meio de uma parceria entre a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Criado nos anos 2000, o projeto setorial tem a finalidade de promover, facilitar e acelerar o processo de internacionalização das empresas do setor de HPPC e seus correlatos, sendo seu objetivo principal alavancar o crescimento das exportações de produtos e serviços que envolvem a cadeia de valor do setor de HPPC (produtos acabados, ingredientes, embalagens, serviços e acessórios em geral). Mais informações: www.beautycarebrazil.org.br. 

Sobre a ABIHPEC

A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) é uma entidade privada que tem como finalidade representar nacional e internacionalmente as indústrias desse setor, instaladas em todo país e de todos os portes, promovendo e defendendo os seus legítimos interesses, por meio de ações e instrumentos que contribuam para o seu desenvolvimento, buscando fomentar a competitividade, a credibilidade, a ética e a evolução contínua de toda a cadeia produtiva. Mais informações: www.abihpec.org.br.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

Fonte: Apex Brasil

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Comércio, Negócios

Com a faca e o queijo na mão: bilionária catarinense Aurora mira queijos nobres com Gran Mestri

Com consumo de leite instável nos últimos anos, setor aposta em nichos gourmet e na valorização da origem dos produtos para sair da “commodity”

A concorrência entre as grandes cooperativas do Sul do país não está só na carne ou leite. Também passou a ser uma disputa por espaço na gôndola de queijos especiais, um nicho que cresce com a gourmetização da mesa brasileira, mas que ainda exige escala e distribuição.

A Aurora Coop, terceira maior agroindústria de proteína animal do Brasil, está adquirindo a também catarinense Gran Mestri, especializada na produção de queijos nobres como parmesão, grana padano e gorgonzola. A informação é do jornal Valor Econômico.

Procuradas, as empresas não comentaram a negociação.

À EXAME, fontes a par do negócio afirmaram que o comunicado sobre o assunto deve ser feito ainda no início desta semana pela cooperativa. A transação já estaria em diligência final.

A aquisição é estratégica para a Aurora, que vem ampliando sua atuação no mercado lácteo.

Com uma receita líquida de 22,8 bilhões de reais em 2024 e um sistema verticalizado que inclui produção de leite, a cooperativa agora busca agregar valor ao portfólio. A entrada no mercado de queijos finos é uma tentativa de reposicionamento em categorias mais rentáveis e menos comoditizadas.

Recentemente, a Aurora foi reconhecida pela consultoria Deloitte como uma das empresas com melhor gestão do país. Saiba mais aqui: O que aprender com as empresas mais bem geridas do Brasil? Veja a lista

Quem é a Gran Mestri

Fundada em 2002, em Guaraciaba, cidade catarinense localizada praticamente na divisa com a Argentina, a Gran Mestri atua em toda a cadeia de produção de queijos, da captação de leite à maturação.

O portfólio inclui grana padano, parmesão, provolone, montanhês, gorgonzola, além de requeijão e manteiga. A empresa tem distribuição nacional e atende tanto o varejo quanto o canal de food service, voltado a bares e restaurantes.

A aquisição também insere a Aurora numa disputa mais direta com outras cooperativas do Sul, como a Frimesa e a Tirol, que têm investido em laticínios e derivados com maior valor agregado.

A região concentra não só a produção, mas também o consumo de queijos especiais, impulsionado por hábitos alimentares herdados da colonização europeia.

Fonte: Exame

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Internacional, Logística, Negócios

Jorginho Mello vai à China para trazer fábrica de ônibus para Santa Catarina

Governador detalhou a missão que realizará no China e no Japão

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, anunciou nesta segunda-feira (9) que viajará à China para se reunir com diretores da montadora BYD e negociar a construção de uma fábrica para a montagem de ônibus no estado. A informação foi publicada em primeira mão pela Revista Exame, mais tradicional veículo de jornalismo de economia do Brasil.

“É a intenção. Temos conversa com eles, até pediram para não comentar muitos detalhes. Mas a grande ideia é trazer uma fábrica próxima de um dos nossos portos. Somos o único estado que temos seis portos”, disse Jorginho Mello.

A viagem do chefe do executivo catarinense está agendada para sexta-feira (13), e inclui também uma visita ao Japão e à China. Durante a missão, Jorginho discutirá não só os investimentos da BYD no estado, mas também possíveis parcerias com empresas chinesas para implementar serviços de manutenção de aviões. A ideia do governo estadual é criar uma empresa estatal para gerenciar voos entre os aeroportos estaduais e aliviar o transporte rodoviário.

Jorginho Mello vai à Ásia

“Queremos implementar voos regionais, com aviões menores de 20 lugares para passageiros e de carga. Você tira os acentos em 20 minutos e coloca carga para viabilizar os voos e ser superavitário”, explicou o Governador.

Além das questões industriais, Jorginho afirmou que a ampliação das exportações de carne bovina para o Japão e a China também estará na pauta da viagem. “Santa Catarina vende muito para o Japão e para a China carne bovina e suína. Na pauta da viagem está a discussão de ampliação da venda de carne bovina”, afirmou.

O governador também destacou que a guerra comercial iniciada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abriu uma janela de oportunidades para o Brasil, principalmente no setor de carnes.

O chefe do executivo afirmou ainda que o crescimento robusto do PIB catarinense, superior à média nacional e de outros países, atrai investidores.

“Estes países compravam muito dos Estados Unidos e com as tarifas temos uma janela de oportunidade para trazer. Temos frigoríficos muito bem montados em Santa Catarina dentro da exigência sanitária que o mundo exige, principalmente o Japão”, finalizou ele.

Fonte: Guararema News

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Internacional, Negócios

Venezuela ignora cobranças do Brasil por acerto de dívida bilionária

O regime do ditador venezuelano Nicolás Maduro tem ignorado as cobranças do Brasil pelo acerto de dívida bilionária referente aos financiamentos de obras e serviços prestados por empresas brasileiras na Venezuela.

As informações constam em um documento assinado pela secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda , Tatiana Rosito, em resposta a um requerimento de informação solicitado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

“A negociação se encontra suspensa em razão da ausência de respostas do governo venezuelano”, diz trecho do documento. “A resolução da questão depende do engajamento da contraparte, não sendo possível assim estimar um prazo para conclusão.”

Segundo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a cifra atualizada do calote correspondia a US$ 1,74 bilhão (cerca de R$ 10 bilhões) em fevereiro, incluindo os valores indenizados pela União aos bancos financiadores e os juros cobrados pelo atraso da dívida.

“Diante da ausência de resposta das contrapartes venezuelanas, o processo de cobrança foi retomado (…) tanto por meio diplomático quanto por comunicações diretas ao Ministério da Economia venezuelano”, diz o governo no texto.

A equipe econômica informou também que os atrasos têm sido reportados a instituições multilaterais, em especial ao Clube de Paris -organização informal que reúne grandes fornecedores de crédito, como França, Alemanha e Estados Unidos.

Segundo a Fazenda, outras quatro parcelas (se confirmado o não pagamento) serão indenizadas até junho, no valor de cerca de US$ 16 milhões (em torno de R$ 90 milhões). Além disso, haverá cobrança de juros conforme os termos dos contratos de financiamento cedidos à União até a data de quitação dos atrasos.

No passado, o BNDES concedeu financiamento para empreiteiras brasileiras realizarem obras no exterior. Essa modalidade de crédito serviu para bancar projetos de infraestrutura em diversos países, como o metrô de Caracas.

Nesse tipo de operação, o pagamento era feito pelo país onde a empresa brasileira prestava o serviço. Em caso de calote, o banco contava com o FGE (Fundo de Garantia à Exportação), instrumento criado em 1997 e vinculado ao Ministério da Fazenda.

O financiamento de obras e serviços exportados ao exterior nos governos do PT é alvo constante de questionamentos da oposição, principalmente as operações que envolveram Venezuela e Cuba.

O atual governo Lula chegou a reabrir a mesa de negociação da dívida no início de 2023, logo após a visita de Maduro a Brasília. O Ministério da Fazenda fez reuniões preparatórias em busca de uma conciliação, mas o documento enviado ao deputado do PL mostra que os venezuelanos não têm respondido às tentativas de contato.

Apesar de historicamente próximas, as relações entre Lula e o chavismo estão em crise desde que o governo brasileiro vetou a entrada da Venezuela como parceira do Brics (grupo atualmente formado por Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã).

Caracas contava com o apoio da Rússia e da China para entrar na aliança como parceira, um status inferior, mas que lhe permitiria acompanhar algumas reuniões do Brics.

Com o esfriamento das relações diplomáticas , não há perspectiva para a resolução do impasse. A renegociação da dívida bilateral foi tema de conversas telefônicas entre Lula e Maduro em mais de uma ocasião ao longo do terceiro mandato do petista.

Em junho do ano passado, o Palácio do Planalto comunicou que os presidentes dos dois países “discutiram o início de tratativas para a celebração de Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos e a renegociação da dívida bilateral”.

Propostas para a retomada do pagamento da dívida e medidas para facilitar o comércio entre Brasil e Venezuela também foram discutidas por Lula e Maduro em outubro de 2023 .

Na posse de Aloizio Mercadante como presidente do BNDES, em fevereiro de 2023, Lula culpou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela falta de solução para o caso.

“Os países que não pagaram, seja Cuba, seja Venezuela, é porque o presidente resolveu cortar relação internacional com esses países para não cobrar, para poder ficar nos acusando, deixou de cobrar”, disse.

“Eu tenho certeza que no nosso governo esses países vão pagar, porque são todos países amigos do Brasil, e certamente pagarão a dívida que têm com o BNDES”, declarou à época.

Na ocasião, Lula também afirmou que o BNDES “foi vítima de difamação muito grave durante o último processo eleitoral” e rebateu a acusação feita pelo bolsonarismo de que a instituição teria aberto mão de desenvolver o mercado interno para emprestar dinheiro a obras em outros países e ficado no prejuízo.

Fonte: Portal UOL

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