Inovação, Logística, Transporte

Sigatrans lança novo site e oferece diagnóstico logístico gratuito para ajudar empresas a reduzir custos e ganhar eficiência

A transformação digital também chegou ao relacionamento entre operadores logísticos e seus clientes. Com foco em oferecer uma experiência mais estratégica desde o primeiro contato, a Sigatrans acaba de lançar seu novo site, uma plataforma que vai além da apresentação institucional e passa a funcionar como um canal de relacionamento, conteúdo e geração de oportunidades de negócios.

A principal novidade é o Diagnóstico Logístico Gratuito, ferramenta criada para que empresas possam identificar gargalos operacionais, reduzir desperdícios e encontrar alternativas para tornar suas operações mais eficientes, sem qualquer custo ou compromisso de contratação.

Segundo Gabriel Angonese, executivo comercial da Sigatrans, o novo portal acompanha o momento de crescimento da empresa e reforça sua proposta de atuar como parceira estratégica dos clientes. “Nosso objetivo é deixar de ser apenas um fornecedor de transporte e nos tornar um parceiro estratégico para o crescimento dos nossos clientes.”

Diagnóstico identifica oportunidades de melhoria

Disponível diretamente no site, o Diagnóstico Logístico Gratuito permite que empresas agendem uma reunião em data e horário de sua preferência. Durante o encontro, especialistas da Sigatrans analisam a operação, identificam pontos críticos, avaliam processos e apresentam recomendações personalizadas de acordo com a realidade de cada negócio.

A iniciativa atende uma demanda cada vez mais presente no mercado: empresas que cresceram ao longo dos anos, mas que nem sempre revisaram seus processos logísticos de forma estratégica. Isso pode resultar em custos elevados, baixa previsibilidade nas entregas, falhas na gestão de transportadores e pouca integração entre etapas da cadeia logística.

Mesmo sem a contratação dos serviços da empresa, o diagnóstico entrega informações que podem contribuir para decisões mais assertivas e maior competitividade das operações.

Da cotação à consultoria

Ao apostar em uma abordagem consultiva, a Sigatrans busca romper com o modelo tradicional de propostas comerciais baseadas apenas em preço. Antes de apresentar uma solução, a empresa procura compreender a realidade operacional do cliente para desenvolver um projeto alinhado às suas necessidades.

A estratégia reforça o posicionamento da transportadora em um mercado que exige cada vez mais eficiência, previsibilidade e personalização dos serviços logísticos. “Primeiro entendemos a operação, ouvimos o cliente, analisamos seus desafios e somente depois construímos uma solução logística sob medida,” destaca Gabriel.

Canal de relacionamento e novos negócios

Além da nova ferramenta, o site também reúne informações sobre os serviços, estrutura operacional e diferenciais da Sigatrans, facilitando o contato com empresas que buscam parceiros para operações dedicadas, transporte de contêineres, cargas industriais e outras soluções logísticas.

Com a nova plataforma, a expectativa da empresa é fortalecer o relacionamento com clientes desde a identificação dos desafios logísticos, criando conexões mais próximas e oportunidades para parcerias de longo prazo.

A iniciativa acompanha a evolução do setor, no qual tecnologia, inteligência operacional e atendimento consultivo tornam-se fatores decisivos para empresas que buscam mais eficiência, redução de custos e maior competitividade em suas cadeias de suprimentos.

Quem somos

Com mais de uma década de atuação no mercado, a Sigatrans se consolidou como uma referência em soluções logísticas integradas, oferecendo serviços de transporte de contêineres, cargas dedicadas, armazenagem e operações de cross-docking para empresas de diversos segmentos.

A empresa conta com uma frota própria de mais de 30 caminhões novos, mais de 35 mil metros quadrados de área de armazenagem e uma estrutura operacional estrategicamente distribuída em Itajaí (SC), Garuva (SC), São José dos Pinhais (PR), Campinas (SP) e Porto Alegre (RS), garantindo agilidade e eficiência no atendimento em importantes corredores logísticos do país.

Com investimentos contínuos em tecnologia, infraestrutura e qualificação da equipe, a Sigatrans reforça seu compromisso de atuar não apenas como transportadora, mas como parceira estratégica na otimização das operações de seus clientes.

Texto e imagens: ReConecta News

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Logística

Taxação da China sobre carne brasileira preocupa logística mais que tarifa dos EUA, diz CNT

A nova taxação chinesa sobre a carne brasileira pode representar um impacto maior para a logística nacional do que as tarifas anunciadas pelos Estados Unidos, na avaliação do presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa.

Em entrevista ao Conexão Infra, o dirigente afirmou que a cobrança adicional de 55% aplicada pela China atinge diretamente um dos principais fluxos de exportação do Brasil. Já o mercado norte-americano, embora relevante para produtos brasileiros de maior valor agregado, possui participação menor no volume total das exportações do país.

China tem peso maior na exportação brasileira

Para Vander Costa, a diferença está principalmente na importância de cada mercado para o comércio exterior brasileiro.

A China é um dos principais destinos das exportações nacionais, especialmente de commodities e produtos do agronegócio. Por isso, mudanças nas compras chinesas podem provocar reflexos mais amplos sobre transporte, logística e movimentação de cargas.

Os primeiros efeitos da redução das compras de carne bovina brasileira já começaram a aparecer nos dados de comércio exterior. Informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontaram desaceleração nos embarques do produto.

Na avaliação do presidente da CNT, os Estados Unidos têm uma característica diferente. Embora o Brasil venda ao país produtos industrializados de maior valor agregado, o volume dessas exportações é relativamente menor.

Tarifa dos EUA tem impacto mais limitado, diz CNT

Vander Costa considera que a menor participação dos Estados Unidos na pauta exportadora brasileira ajuda a reduzir os efeitos imediatos das novas tarifas sobre a cadeia logística.

Segundo ele, o Brasil consegue absorver parte do impacto porque o volume comercializado com o mercado norte-americano é menor, mesmo que os produtos exportados tenham maior valor agregado.

O presidente da CNT também avaliou como adequada, no curto prazo, a estratégia do governo brasileiro de manter as negociações com os Estados Unidos. Para ele, tanto o poder público quanto o setor empresarial devem buscar alternativas para reduzir os efeitos das medidas comerciais.

Costa também levantou a possibilidade de que o aumento das tarifas esteja relacionado a objetivos da política interna dos Estados Unidos, incluindo a busca por maior arrecadação.

Diversificação de mercados é apontada como alternativa

Diante do cenário de maior tensão comercial, a diversificação dos mercados de exportação aparece como uma das principais estratégias defendidas pelo presidente da CNT.

A avaliação é de que o Brasil deve ampliar sua presença comercial na Ásia e na Europa, reduzindo a dependência de determinados destinos.

Costa também citou a importância do acordo Mercosul-União Europeia para ampliar as oportunidades de exportação e facilitar o acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu.

A busca por novos parceiros comerciais pode ajudar empresas brasileiras a encontrar destinos alternativos caso barreiras tarifárias reduzam a demanda em mercados tradicionais.

Política comercial dos EUA pode favorecer China

Na avaliação de Vander Costa, a política comercial adotada pelo governo de Donald Trump pode produzir um efeito contrário ao objetivo de reduzir a influência chinesa no comércio global.

Segundo o presidente da CNT, a imposição de novas barreiras comerciais pelos Estados Unidos pode abrir espaço para que a China amplie sua influência econômica e comercial em diferentes regiões do mundo.

O dirigente também afirmou que o setor produtivo brasileiro já vinha se preparando para a possibilidade de novas tarifas sobre produtos exportados aos Estados Unidos.

A antecipação das empresas, segundo ele, ajudou a reduzir os efeitos das sobretaxas e permitiu que parte do setor se adaptasse previamente ao novo cenário do comércio internacional.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CNN

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Logística

CNI critica nova lei do frete e alerta para aumento dos custos logísticos da indústria

A sanção da nova legislação que altera a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC) deve ampliar a pressão sobre os custos logísticos da indústria brasileira, na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na última quarta-feira (5), a Lei nº 15.485/2026, que modifica as regras dos pisos mínimos de frete rodoviário. Para a CNI, as mudanças mantêm problemas estruturais do modelo e podem elevar artificialmente os custos de transporte, reduzir a competitividade das empresas e aumentar a insegurança jurídica.

A entidade também alerta que parte desse impacto poderá ser repassada aos preços dos produtos, com possíveis efeitos sobre o consumidor e a inflação.

CNI pretende ampliar atuação no Judiciário

A preocupação da indústria ganhou força após a edição da Medida Provisória nº 1.343/2026, publicada em março. A MP surgiu em um período de instabilidade marcado pela oscilação dos preços dos combustíveis e pelo risco de paralisações de caminhoneiros.

Durante a tramitação no Congresso, porém, o texto recebeu alterações que, segundo a CNI, ampliaram seu alcance para além do objetivo inicialmente previsto.

Diante da nova legislação, a confederação pretende intensificar sua atuação judicial. A entidade deverá acrescentar as mudanças aprovadas pelo Congresso e sancionadas pelo governo à ADI nº 5.964, ação em que questiona a constitucionalidade da política de tabelamento do frete.

Frete já representa custo maior para as empresas

Os argumentos da CNI são respaldados por uma pesquisa realizada com o setor industrial. A Sondagem Especial da CNI sobre os pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas ouviu 1.571 empresas de diferentes segmentos no primeiro semestre deste ano.

Segundo o levantamento, a política de pisos mínimos elevava, em média, 16,4% os custos de frete da indústria.

A pesquisa também mostrou que 94% das empresas que contratam transporte rodoviário identificavam impactos negativos provocados pela política.

Outro dado apontado pela sondagem é que aproximadamente 80% das empresas consultadas consideravam a metodologia utilizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para calcular os pisos mínimos parcial ou totalmente distante da realidade operacional do setor.

Para a CNI, os resultados indicam a necessidade de revisão das regras e de uma metodologia que considere de forma mais adequada as condições efetivas do transporte de cargas no Brasil.

Pequenas empresas estão entre as mais afetadas

De acordo com a entidade, os efeitos da política são mais acentuados em empresas de pequeno porte, cadeias produtivas altamente dependentes do transporte rodoviário e setores que trabalham com produtos de menor valor agregado.

Também enfrentam maior impacto as operações realizadas em regiões onde os custos de logística já são elevados por fatores estruturais.

A combinação entre frete mais caro e menor flexibilidade para negociar preços pode, segundo a avaliação da indústria, pressionar as margens das empresas e elevar o chamado Custo Brasil.

Nova legislação mantém pontos criticados pela indústria

Durante a análise da medida provisória no Congresso, algumas alterações contribuíram para reduzir parcialmente os impactos previstos inicialmente.

Entre elas estão a retirada da possibilidade de desconsideração da personalidade jurídica e o estabelecimento de um teto de R$ 1 milhão para multas aplicadas em casos de reincidência no descumprimento dos pisos mínimos.

Apesar dessas mudanças, a CNI considera que a legislação sancionada preservou dispositivos que podem aumentar os custos e a complexidade das operações.

Entre os pontos citados estão o prazo máximo de 30 dias para pagamento do frete, a manutenção de sanções relacionadas a infrações cometidas antes da publicação da nova lei e a aplicação dos pisos mínimos a modalidades como o TAC-agregado e o TAC-independente.

Na avaliação da entidade, essas regras ampliam os efeitos econômicos e regulatórios da política sobre as empresas.

CNI pede regras baseadas em evidências

O diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, defende que mudanças de grande impacto no setor de transporte sejam precedidas por análises de impacto regulatório, estudos técnicos e diálogo com o setor produtivo.

Para a entidade, é necessário conciliar a sustentabilidade econômica do transporte rodoviário com a competitividade da indústria brasileira, sem aumentar os custos que já pesam sobre a atividade produtiva.

Muniz afirma que transporte e logística estão entre os principais componentes do Custo Brasil e que restrições à negociação entre embarcadores e transportadores acabam afetando toda a cadeia produtiva.

Entidade quer revisão da política de frete

A CNI defende que o Supremo Tribunal Federal (STF) dê prioridade à análise da ADI nº 5.964, que questiona a constitucionalidade do tabelamento do frete.

Enquanto aguarda uma decisão definitiva da Corte, a entidade pretende continuar atuando nas áreas legislativa e regulatória para reduzir os impactos da política.

Entre as medidas defendidas estão a derrubada do veto ao dispositivo que previa anistia de sanções, além do aperfeiçoamento das normas e da metodologia utilizada no cálculo dos pisos mínimos de frete.

A CNI afirma que continuará discutindo o tema com representantes da indústria, outros setores produtivos e a ANTT, buscando um ambiente regulatório com maior segurança jurídica, previsibilidade e eficiência logística.

FONTE: Portal da Indústria
TEXTO: Redação
IMAGEM: Shutterstock

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Logística

Missão ao Paraguai busca ampliar logística e comércio exterior de Santa Catarina

A missão oficial de Santa Catarina ao Paraguai avançou em discussões para ampliar a integração logística e comercial entre os dois países. Liderada pelo Governo do Estado e pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), a agenda tratou do uso da estrutura portuária catarinense nas operações de comércio exterior paraguaio e de alternativas para melhorar o transporte de insumos destinados à agroindústria de Santa Catarina.

A aproximação também abriu negociações para novas parcerias em logística, tecnologia, agricultura e infraestrutura, com potencial para fortalecer o intercâmbio comercial entre Santa Catarina e Paraguai.

Segundo o presidente da FIESC, Gilberto Seleme, a aproximação atende a interesses dos dois lados e pode ampliar as oportunidades de negócios entre os mercados.

Rota do Milho é prioridade para a agroindústria catarinense

Entre os principais assuntos discutidos durante a missão esteve a Rota do Milho, projeto voltado à garantia do abastecimento regular de grãos para o polo de produção de proteína animal localizado no Oeste de Santa Catarina.

O milho é o principal produto exportado pelo Paraguai para Santa Catarina. Em 2025, o grão representou 15,2% das vendas paraguaias ao estado, movimentando US$ 70,5 milhões.

Além de buscar maior segurança no fornecimento de milho, a comitiva discutiu a possibilidade de levar tecnologias catarinenses para a agricultura paraguaia. Também foram avaliadas oportunidades para implantação de Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) integradas aos portos de Santa Catarina.

Para Gilberto Seleme, os portos catarinenses podem oferecer uma alternativa competitiva ao Paraguai para operações de importação e exportação com mercados da Ásia e de outras regiões.

Comércio entre SC e Paraguai cresce acima da média nacional

A expansão das relações econômicas entre os dois mercados ocorre em um cenário de forte crescimento do comércio exterior entre Santa Catarina e Paraguai.

Dados do Observatório FIESC mostram que, de 2015 a 2025, as exportações catarinenses para o país vizinho cresceram 99,1%, chegando a US$ 445,1 milhões no último ano.

O avanço foi impulsionado principalmente pela venda de produtos com maior valor agregado, entre eles cerâmica não vitrificada, máquinas e equipamentos mecânicos e sistemas de refrigeração.

No sentido contrário, as importações de produtos paraguaios por Santa Catarina tiveram crescimento ainda mais expressivo. O aumento foi de 390,5% entre 2015 e 2025, alcançando US$ 464 milhões no ano passado.

O milho liderou as compras catarinenses, seguido por carne bovina, óleo de soja, tecidos e insumos metálicos, como chumbo e sucata de cobre. Os produtos atendem diferentes cadeias produtivas do estado, incluindo os setores agroindustrial, têxtil e metalmecânico.

Construção civil também entra na agenda

A missão também identificou oportunidades relacionadas ao setor da construção civil. Entre as propostas discutidas está a atração de investimentos paraguaios para o mercado imobiliário do litoral catarinense.

Outra frente envolve a ampliação das vendas de materiais de construção produzidos em Santa Catarina para o Paraguai.

A transferência de tecnologias e soluções desenvolvidas no estado para projetos de infraestrutura paraguaios também esteve entre os temas da agenda. O país vizinho atravessa um período de expansão das obras, o que pode abrir espaço para empresas catarinenses especializadas em produtos, serviços e soluções para o setor.

Santa Catarina e Paraguai terão novos encontros

Como resultado das negociações realizadas em Assunção, equipes técnicas do Governo de Santa Catarina e da FIESC deverão aprofundar, nos próximos meses, estudos sobre logística e regulamentação necessários para viabilizar as novas parcerias.

A aproximação terá continuidade em novembro, quando Santa Catarina deverá receber um encontro e seminário empresarial sobre as relações com o Paraguai.

A expectativa é que a nova agenda permita avançar em projetos voltados ao comércio exterior, ao abastecimento de insumos, à infraestrutura e à integração entre os setores produtivos dos dois mercados.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/FIESC

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Logística

Anel magnético de 15 metros percorreu mais de 5 mil km sem ser desmontado para chegar ao Fermilab

Transportar um anel magnético de 15 metros de diâmetro por milhares de quilômetros parecia uma missão improvável. Grande demais para trafegar por rodovias convencionais e sensível a qualquer deformação, o equipamento percorreu cerca de 5.150 quilômetros entre o Laboratório Nacional de Brookhaven, em Nova York, e o Fermilab, em Illinois, em uma operação logística que combinou caminhões, barcaças, rios e mar.

Realizada em 2013, a viagem durou 35 dias e teve como objetivo preservar a integridade do eletroímã utilizado no experimento Muon g-2, um dos mais importantes estudos da física de partículas.

Estrutura não podia ser desmontada

Diferentemente de outras cargas de grandes dimensões, o eletroímã precisava permanecer completamente montado durante todo o percurso. A desmontagem poderia comprometer o alinhamento da estrutura e afetar a precisão das medições científicas previstas para o experimento.

Para evitar qualquer deformação, o equipamento foi acomodado em uma estrutura metálica de aproximadamente 45 toneladas, desenvolvida para manter o anel nivelado durante o transporte.

Além do tamanho, a maior preocupação da equipe era impedir torções ou mudanças na inclinação da peça, fatores que poderiam comprometer anos de trabalho científico.

Viagem de 5.150 quilômetros exigiu planejamento especial

A operação teve início em 22 de junho de 2013, quando o anel deixou as instalações de Brookhaven. Dois dias depois, a carga foi transportada até um ponto de embarque em Long Island, onde um guindaste de grande porte realizou a transferência para uma barcaça.

Embora a rota marítima aumentasse significativamente a distância percorrida, ela foi considerada a alternativa mais segura. O trajeto evitava estradas estreitas, curvas acentuadas e outros obstáculos que poderiam colocar em risco a integridade do equipamento.

Ao todo, o anel percorreu 3.200 milhas, o equivalente a cerca de 5.150 quilômetros, em uma combinação de transporte terrestre e aquático.

Caminhões, mar e rios fizeram parte da operação

Após deixar Long Island, a barcaça seguiu pela costa leste dos Estados Unidos, contornando a Flórida antes de entrar no Golfo do México.

Na sequência, o transporte continuou pelos sistemas fluviais Tennessee-Tombigbee, Mississippi, Illinois e Des Plaines, até chegar à cidade de Lemont, no estado de Illinois.

Depois de retornar ao transporte rodoviário, o anel percorreu o trecho final durante três noites consecutivas. A chegada ao Fermilab ocorreu às 4h07 da manhã de 26 de julho de 2013, encerrando uma das operações logísticas mais complexas já realizadas para um equipamento científico.

Logística foi essencial para o experimento Muon g-2

O Muon g-2 depende de um campo magnético extremamente preciso para estudar o comportamento de partículas subatômicas. Por isso, preservar a geometria do anel era tão importante quanto sua própria construção.

Cada etapa da viagem foi cuidadosamente planejada para minimizar vibrações, inclinações e esforços estruturais. Caminhões especiais, guindastes de alta capacidade e embarcações adaptadas foram empregados para garantir que o eletroímã chegasse intacto ao laboratório.

A operação demonstrou que, em projetos científicos de grande porte, a engenharia de transporte, a logística pesada e o planejamento podem ser tão decisivos quanto a pesquisa realizada dentro do laboratório.

FONTE: Click Petróleo e Gás
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CPG

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Logística

Taxação da China preocupa mais a logística brasileira do que tarifas dos EUA, avalia CNT

A taxação imposta pela China sobre a carne brasileira gera maior preocupação para a logística nacional do que as tarifas anunciadas pelos Estados Unidos. A avaliação é do presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, que considera o mercado chinês mais relevante para o fluxo de exportações do país.

Em entrevista ao programa Conexão Infra, o dirigente explicou que a medida adotada pela China afeta diretamente um dos principais segmentos da pauta exportadora brasileira, enquanto o volume destinado ao mercado norte-americano tem participação mais limitada.

Queda nas exportações de carne já aparece nos indicadores

Os reflexos da redução das compras chinesas de carne bovina brasileira já começam a ser observados nos dados do comércio exterior. Informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam desaceleração nos embarques do produto.

Segundo Vander Costa, embora os Estados Unidos sejam destino de produtos industrializados de maior valor agregado, a quantidade exportada é relativamente pequena, o que reduz os impactos diretos das tarifas sobre a economia brasileira.

Negociação com os Estados Unidos é considerada estratégia adequada

Na avaliação do presidente da CNT, a decisão do governo brasileiro de manter o diálogo com os Estados Unidos é a alternativa mais adequada neste momento.

Ele também destacou a mobilização do setor empresarial em busca de soluções para reduzir os efeitos das novas tarifas e preservar a competitividade das exportações brasileiras.

Diversificação de mercados ganha força

Para minimizar os riscos provocados pelas barreiras comerciais, Vander Costa defende a ampliação dos mercados compradores dos produtos brasileiros. Segundo ele, a busca por novos parceiros comerciais na Ásia e na Europa, além do avanço do acordo Mercosul-União Europeia, pode abrir novas oportunidades para as exportações nacionais.

O dirigente também avalia que a política tarifária adotada pelos Estados Unidos pode ampliar a influência da China no comércio internacional ao estimular outros países a fortalecerem suas relações comerciais com o mercado asiático.

Setor produtivo já se preparava para novas tarifas

De acordo com o presidente da CNT, empresas brasileiras já vinham se preparando para um cenário de aumento das tarifas norte-americanas, o que ajudou a reduzir parte dos impactos provocados pelas medidas recentes.

Ainda assim, ele reforça que a taxação chinesa representa um desafio mais significativo para a logística, devido ao peso da China como principal destino de importantes produtos do agronegócio brasileiro.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CNN

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Logística

Logística e transportes no Brasil exigem R$ 2,03 trilhões em investimentos, aponta CNT

O Brasil precisará investir cerca de R$ 2,03 trilhões para superar os principais gargalos da logística e da infraestrutura de transportes. A estimativa faz parte do Plano CNT de Transporte e Logística 2026, elaborado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), que reúne 2.837 projetos considerados prioritários em diferentes regiões do país.

O levantamento mostra que as deficiências na infraestrutura continuam elevando o chamado Custo Brasil, comprometendo a competitividade da economia e dificultando o crescimento de setores como a indústria, o agronegócio e o comércio exterior.

Segundo o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, o planejamento de longo prazo é essencial para promover uma infraestrutura mais integrada, eficiente e sustentável, reduzindo custos logísticos e ampliando a competitividade nacional.

Custos logísticos no Brasil superam os de economias desenvolvidas

O estudo revela que os custos logísticos brasileiros atingiram 15,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, praticamente o dobro do registrado em países desenvolvidos, como os Estados Unidos, onde representam cerca de 8% do PIB.

Na avaliação da CNT, parte significativa dessa diferença está relacionada à precariedade da infraestrutura, que reduz a eficiência do transporte de cargas, aumenta despesas operacionais e afasta investimentos.

Dependência das rodovias expõe desequilíbrio da matriz de transporte

Outro ponto destacado pelo levantamento é a forte concentração do transporte de cargas nas rodovias, responsáveis por 65,8% da matriz de transporte brasileira. O percentual é superior ao observado em outras economias de grande extensão territorial, como Estados Unidos, China, Austrália e países da União Europeia, que utilizam de forma mais equilibrada ferrovias, hidrovias e a cabotagem.

Além da concentração no modal rodoviário, o estudo chama atenção para a baixa cobertura de estradas pavimentadas. Apenas 13% das rodovias brasileiras possuem pavimentação, índice inferior ao registrado em países como China e Índia.

A situação da malha viária também preocupa. Dados da Pesquisa CNT de Rodovias 2025 indicam que 62,1% das estradas brasileiras apresentam condições classificadas como regular, ruim ou péssima. Quando analisada apenas a rede pública, esse percentual sobe para 72,8%.

Plano prevê investimentos em integração nacional e mobilidade urbana

Dos R$ 2,03 trilhões estimados pelo Plano CNT, a maior parcela será destinada a obras voltadas à integração do território nacional.

Os 2.509 projetos de integração somam aproximadamente R$ 1,5 trilhão, com destaque para investimentos em ferrovias, que concentram cerca de R$ 1,1 trilhão. Também estão previstos recursos para rodovias, hidrovias, portos, terminais logísticos e aeroportos.

Já os 328 projetos urbanos, orçados em R$ 518,4 bilhões, priorizam sistemas de transporte coletivo de média e alta capacidade, como metrôs, trens urbanos, VLTs, monotrilhos e corredores exclusivos de ônibus (BRT).

Investimentos seguem abaixo da necessidade apontada por especialistas

O estudo também evidencia a diferença entre a necessidade de investimentos e os recursos aplicados nos últimos anos. Enquanto o Banco Mundial estima que o Brasil deveria investir cerca de 3,7% do PIB por ano em infraestrutura de transportes para reduzir seu déficit, a média de investimentos federais entre 2015 e 2025 foi de apenas 0,15% do PIB ao ano.

CNT defende maior participação da iniciativa privada

Diante das limitações orçamentárias do setor público, a CNT defende a ampliação das concessões e das Parcerias Público-Privadas (PPPs) como alternativa para acelerar a modernização da infraestrutura brasileira.

A entidade ressalta, no entanto, que o avanço desse modelo depende de um ambiente regulatório estável, segurança jurídica, previsibilidade institucional e redução da burocracia.

Como parte da iniciativa, a CNT também lançou um painel virtual com consulta dinâmica aos projetos previstos no plano, oferecendo informações para gestores públicos, investidores e sociedade. A expectativa é que o estudo sirva de base para orientar políticas públicas capazes de reduzir o Custo Brasil, fortalecer a logística nacional e aumentar a competitividade da economia.

FONTE: Times Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Agência Brasil

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Logística

Logística eficiente é essencial para manter a competitividade da indústria de Santa Catarina, alerta FIESC

A FIESC alerta que os desafios da logística em Santa Catarina representam um dos principais obstáculos para a manutenção da competitividade da indústria estadual. Apesar de contar com uma economia fortemente voltada ao mercado internacional e um parque industrial diversificado, o estado enfrenta limitações na infraestrutura de transporte que impactam diretamente os custos e a eficiência das operações.

Entre os principais entraves apontados estão o chamado Custo Brasil, além dos gargalos nas rodovias e nos acessos aos portos, fatores que elevam despesas, aumentam o tempo de deslocamento e reduzem a competitividade das empresas.

Rodovias sobrecarregadas afetam o escoamento da produção

Reconhecido pela eficiência de seu complexo portuário, Santa Catarina ocupa posição de destaque na movimentação de contêineres no país. No entanto, o transporte terrestre até os terminais portuários enfrenta dificuldades devido à necessidade de obras de manutenção, duplicação e melhorias em rodovias federais e estaduais.

De acordo com o presidente da FIESC, Gilberto Seleme, diversas rodovias estratégicas para a economia catarinense operam constantemente próximas do limite de capacidade, cenário que provoca atrasos nas entregas, aumento dos custos com frete e maior incidência de acidentes.

Planejamento de longo prazo é apontado como prioridade

Para o presidente do Conselho de Infraestrutura e Transporte da entidade, Maurício Battistella, investir em uma logística eficiente é indispensável para garantir a permanência da indústria catarinense em um mercado cada vez mais competitivo.

Segundo ele, embora os portos catarinenses sejam reconhecidos pela eficiência, a precariedade das ligações rodoviárias compromete todo o fluxo de transporte de cargas e reduz a capacidade competitiva das empresas.

Debate na Logistique discutirá o futuro da logística catarinense

Maurício Battistella será um dos participantes de um painel durante a feira Logistique, marcada para o dia 11 de agosto. O encontro reunirá especialistas para debater os caminhos da infraestrutura logística de Santa Catarina até 2035.

Na avaliação do representante da FIESC, é fundamental que a logística seja tratada como uma política de Estado, com planejamento de longo prazo, investimentos para eliminar gargalos e integração entre rodovias, ferrovias e portos, garantindo maior fluidez no transporte de mercadorias e fortalecendo a presença dos produtos catarinenses nos mercados nacional e internacional.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/FIESC

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Logística

Abu Dhabi Ports compra CLI por R$ 4,1 bilhões e estreia no mercado portuário da América Latina

A Abu Dhabi Ports (AD Ports) oficializou a aquisição da CLI (Corredor Logística e Infraestrutura) por US$ 835 milhões, valor equivalente a aproximadamente R$ 4,18 bilhões. A operação marca a entrada do grupo portuário dos Emirados Árabes Unidos no mercado da América Latina e representa o maior investimento já realizado pela companhia desde sua fundação, há cerca de duas décadas.

Do montante negociado, US$ 500 milhões correspondem à compra da participação acionária da empresa, enquanto o restante refere-se à assunção das dívidas da CLI.

A transação contou com assessoria do BTG Pactual e do escritório Machado Meyer pelo lado da compradora. Já a CLI foi representada pelo Citi, Pinheiro Neto e Lefosse.

Terminais movimentam cerca de 10% das exportações brasileiras

Com a aquisição, a AD Ports passa a controlar dois importantes terminais voltados ao escoamento de produtos agrícolas.

Os ativos estão localizados no Porto de Santos (SP), por meio do terminal CLI Sul, e no Porto de Itaqui (MA). Em 2025, as duas estruturas movimentaram mais de 17 milhões de toneladas de grãos e açúcar, volume equivalente a aproximadamente 10% de todas as exportações brasileiras desses produtos no período.

No mesmo exercício, a CLI registrou receita de cerca de R$ 1 bilhão. Apesar do faturamento, a empresa encerrou o ano com prejuízo líquido de R$ 12 milhões.

Negociação envolveu os dois acionistas da CLI

O processo de venda foi iniciado no começo de 2025, quando a CLI era controlada igualmente pela gestora brasileira IG4 e pela australiana Macquarie, cada uma com 50% de participação.

Embora a Macquarie não tivesse intenção inicial de se desfazer de sua fatia, a AD Ports iniciou as negociações no fim do ano passado com o objetivo de adquirir a totalidade da companhia, estratégia que acabou sendo concretizada.

Compra reforça estratégia de segurança alimentar dos Emirados Árabes

A aquisição está alinhada ao plano da Abu Dhabi Ports de fortalecer sua presença na cadeia global de abastecimento de alimentos.

Ao assumir o controle de uma infraestrutura relevante para o escoamento da produção agrícola brasileira, o grupo amplia sua participação em um dos principais corredores logísticos do maior exportador mundial de commodities agrícolas.

Essa não é a primeira iniciativa da companhia com esse perfil. Em 2022, a AD Ports adquiriu a empresa espanhola Noatum por US$ 645 milhões, ampliando sua atuação internacional em logística e infraestrutura com foco em mercados estratégicos.

FONTE: Forbes
TEXTO: Redação
IMAGEM: Getty Images

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Logística

MP do Frete pode perder validade se Lula não decidir até 6 de agosto

O governo federal tem até 6 de agosto de 2026 para definir o futuro da MP do Frete (Medida Provisória nº 1.343/2026). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá sancionar integralmente o texto, vetá-lo parcial ou totalmente. Caso nenhuma decisão seja tomada dentro do prazo constitucional, a medida provisória perderá a validade.

A expectativa é que a definição ocorra apenas no último dia, enquanto integrantes do governo seguem negociando possíveis vetos a trechos da proposta.

O que muda com a MP do Frete

Publicada em 19 de março de 2026, a MP do Frete altera dispositivos da Lei nº 13.703/2018, que trata da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

Entre as principais mudanças está a obrigatoriedade do registro das operações de transporte com emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), além da criação de novos mecanismos para reforçar o cumprimento do piso mínimo do frete.

Durante sua tramitação no Congresso Nacional, a proposta recebeu 428 emendas. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 30 de junho e, posteriormente, pelo Senado Federal em 17 de julho, na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) nº 6/2026.

CIOT passa a ser peça central nas operações de transporte

O texto aprovado estabelece que o pagamento do frete deverá estar vinculado ao CIOT, obrigando as instituições financeiras e de pagamento a disponibilizarem comprovantes eletrônicos aos caminhoneiros.

Outro ponto previsto é a possibilidade de recolhimento das contribuições previdenciárias com base no CIOT, desde que haja autorização do transportador autônomo.

A proposta também amplia os mecanismos de fiscalização. Em casos de irregularidades, como pagamentos abaixo do piso mínimo, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderá bloquear automaticamente o CIOT.

Transportadoras podem sofrer suspensão do RNTRC

A medida prevê penalidades para empresas que desrespeitarem reiteradamente o piso mínimo do frete. Transportadores flagrados em mais de três autuações no período de seis meses poderão sofrer suspensão cautelar do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) por prazo entre cinco e 30 dias.

Em situações de reincidência — caracterizada por nova infração dentro de 12 meses após decisão administrativa definitiva — a suspensão do registro também poderá ser aplicada.

Paralelamente à tramitação da medida provisória, a ANTT publicou a Resolução nº 6.078/2026, em vigor desde 24 de maio, ampliando as validações obrigatórias para emissão do CIOT e integrando diferentes sistemas regulatórios do setor.

Setor de transporte diverge sobre sanção presidencial

A análise da medida expôs posições distintas entre representantes do setor.

Entidades ligadas aos caminhoneiros autônomos defendem a sanção integral da proposta, principalmente dos dispositivos que vinculam o pagamento do frete ao CIOT. Para representantes da categoria, a medida aumenta a segurança nas operações e reduz riscos de inadimplência.

Já empresas transportadoras e entidades empresariais avaliam que alguns dispositivos precisam de ajustes para evitar insegurança jurídica e conflitos na relação entre transportadores, embarcadores e demais integrantes da cadeia logística.

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) também apresentou preocupações ao governo durante reunião realizada em Brasília com o vice-presidente Geraldo Alckmin, antes da decisão final do Palácio do Planalto.

Obrigatoriedade de antecipação do frete pode ser vetada

Entre os pontos considerados mais sensíveis está o parágrafo 13 do artigo 7º da proposta, que determina a antecipação obrigatória de parte do valor do frete.

Segundo representantes do setor, esse dispositivo reduz a flexibilidade das negociações comerciais e pode dificultar operações com características específicas. Por isso, esse trecho aparece como um dos principais candidatos a eventual veto presidencial.

Estudo aponta impacto bilionário da informalidade no transporte

Levantamento elaborado pela GO Associados estima que práticas irregulares relacionadas ao pagamento de fretes provocam perdas superiores a R$ 33 bilhões por ano.

O estudo mostra que o mercado brasileiro de transporte rodoviário de cargas movimentou R$ 818,6 bilhões em 2023. Desse total, R$ 466,9 bilhões corresponderam ao mercado formal, enquanto R$ 351,8 bilhões circularam na informalidade.

A pesquisa também calcula que aproximadamente R$ 11,5 bilhões deixaram de ser arrecadados em contribuições previdenciárias no período analisado.

Caso o presidente da República não se manifeste até 6 de agosto, a MP do Frete perderá a validade, encerrando sua vigência sem conversão definitiva em lei.

FONTE: FUP
TEXTO: Redação
IMAGEM: Gerada por IA

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