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Safra portentosa: Brasil desbanca EUA na exportação de algodão

Outro motivo é o aumento da demanda com o retorno das atividades presenciais, o que acaba impulsionando a indústria têxtil.

Antecipando uma meta prevista para ser alcançada apenas em 2030, em uma virada histórica no comércio global, o Brasil superou os Estados Unidos e tornou-se pela primeira vez o maior exportador de algodão do mundo. A notícia foi confirmada durante a 75ª reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e seus Derivados, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizada durante o 21° Anea Cotton Dinner, conferência promovida pela Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), em Comandatuba, na Bahia.

Miguel Faus, presidente da Anea, alertou que a posição brasileira depende da safra americana, que tende a ser maior do que a do ano passado. Ultrapassar os Estados Unidos em volume de exportação era uma meta do setor com previsão para ser batida apenas em 2030, mas acabou sendo alcançada antes do encerramento do ano comercial de 2023/2024, disse a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Gustavo Prado, Diretor Executivo da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), ressaltou a importância estratégica da Bahia na conquista da liderança global do Brasil na exportação de algodão. “Sendo sustentável essa posição, nossa imagem, como um dos produtos de melhor qualidade, se consolida. Não obstante, trabalhamos arduamente em negociações com os atores da cadeia de suprimentos para exportação e estamos prestes a consolidar a rota de Salvador diretamente para a Ásia. Isso, graças à parceria com esses atores, incluindo o apoio do Governo da Bahia”, destacou.

A Bahia é o segundo estado que mais produz algodão no País. De acordo com as projeções da Abapa, a Bahia deve colher 345,4 mil hectares, resultando em uma produção de 663 mil toneladas de algodão em pluma, com uma estimativa de exportação de aproximadamente 300 mil toneladas.

Brasil

De acordo com a Abrapa, o Brasil deve colher em torno de 3,7 milhões de toneladas de algodão beneficiado (pluma) nesta safra e as exportações devem alcançar 2,6 milhões de toneladas. Cerca de 60% da produção já foi comercializada.

Os maiores produtores de algodão são a China e a Índia, seguidos pelos Estados Unidos, deixando o Brasil em quarto lugar no ranking mundial, aponta a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, Fao.

Fonte: Ascom/Seagri
Brasil desbanca EUA e assume liderança mundial na exportação de algodão (www.ba.gov.br)

 

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China pune PwC com 6 meses de banimento e multa recorde por auditoria na Evergrande

Os órgãos reguladores chineses impuseram nesta sexta-feira à unidade da PwC na China continental suspensão de atividades de seis meses e multa recorde de 441 milhões de iuans (62 milhões de dólares) por causa da auditoria realizada na incorporadora imobiliária Evergrande Group.

O órgão regulador do mercado financeiro na China disse que sua investigação descobriu que a PwC Zhong Tian “fez vista grossa” e “até tolerou” a fraude da Evergrande ao auditar os resultados anuais da principal unidade onshore da incorporadora – Hengda Real Estate e auxiliar em operações de emissão de títulos de dívida – em 2019 e 2020.

“O comportamento da PwC vai além da mera falha de auditoria. Ela, até certo ponto, encobriu e até tolerou a fraude financeira da Hengda Real Estate e a emissão fraudulenta de títulos corporativos”, disse a Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC) em um comunicado.

As autoridades chinesas estão examinando o papel da PwC nas práticas contábeis da Evergrande desde que a CSRC acusou a incorporadora, em março, de uma fraude de 78 bilhões de dólares em um período de dois anos até 2020.

A PwC auditou a Evergrande por quase 14 anos, até o início de 2023.

A PwC Zhong Tian disse em um comunicado que aceita que o trabalho de auditoria na Hengda ficou abaixo de seus próprios padrões elevados. “Estamos determinados a resolver as deficiências e fortalecer a forma como operamos daqui para frente.”

A suspensão dos negócios e as multas são as mais severas já recebidas por uma das quatro maiores empresas de contabilidade na China, e ocorrem em um cenário de êxodo de clientes e demissões em massa na empresa nos últimos meses.

No caso mais recente de um auditor das Quatro Grandes ter sido atingido por pesadas penalidades, a filial da Deloitte em Pequim, no ano passado, foi multada em 211,9 milhões de iuans e as operações foram suspensas por três meses depois que as autoridades encontraram sérias deficiências na auditoria realizada na China Huarong Asset Management.

“O custo é enorme em termos de reputação, afetando a capacidade de obter novos negócios na China além da multa”, disse Gary Ng, economista sênior da Natixis para a região Ásia-Pacífico.

A PwC Zhong Tian será impedida de assinar certos documentos importantes para clientes na China continental, como resultados financeiros e pedidos de IPO, pelos próximos seis meses.

A suspensão dos negócios também afetará a unidade como um todo, impedindo-a de aceitar novos clientes estatais ou listados em bolsa nos próximos três anos, de acordo com as regulamentações chinesas.

No ano passado, os órgãos reguladores nacionais reiteraram que as empresas estatais e as companhias listadas na China continental devem ser “extremamente cautelosas” quanto à contratação de auditores que tenham recebido multas regulatórias ou outras penalidades nos últimos três anos.

“Estamos desapontados com o trabalho de auditoria da PwC Zhong Tian sobre a Hengda, que ficou inaceitavelmente abaixo dos padrões que esperamos das firmas-membro da rede PwC”, disse o grupo em um comunicado separado.

A companhia disse que, como parte de sua “responsabilidade e ações corretivas”, o sócio sênior no território da PwC China, Daniel Li,  se demitiu dois meses após assumir o cargo, dadas suas “responsabilidades anteriores” como chefe do negócio de auditoria local.

Li assinou vários documentos da Evergrande, incluindo um sobre a emissão de títulos onshore da incorporadora em 2021, de acordo com uma revisão da Reuters dos documentos publicamente disponíveis.

Hemione Hudson, líder global de risco e regulamentação da empresa, assumiu o lugar de Li, que permanecerá na empresa onshore como contador-chefe, disse o comunicado da PwC.

“FRAUDE TOLERADA”

A suspensão dos negócios foi imposta pelo Ministério das Finanças da China (MOF), que também ordenou o fechamento da filial da PwC Zhong Tian em Guangzhou, que liderou o trabalho de auditoria da Hengda.

O ministério disse que tanto a PwC Zhong Tian quanto sua filial em Guangzhou estavam cientes de “erros materiais” na auditoria da incorporadora entre 2018 e 2020, mas não os apontaram e até emitiram relatórios de auditoria falsos.

O ministério também impôs uma multa de 116 milhões de iuans à empresa por falha na auditoria da Hengda em 2018.

A Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China disse em sua declaração que multou a PwC Zhong Tian em 325 milhões de iuans, próximo ao valor total das penalidades impostas pelo órgão regulador a mais de 50 auditores nos últimos três anos.

A investigação da CSRC descobriu que 88% dos registros de observação da PwC sobre os projetos imobiliários da Evergrande em 2019 e 2020 eram inautênticos ou falsos, tornando seus documentos de trabalho de auditoria “gravemente não confiáveis”.

O órgão regulador apontou que a inspeção no local das propriedades da incorporadora feita pela PwC não detectou problemas – algumas propriedades residenciais que o auditor considerou prontas para entrega de casas ainda permaneciam como “terrenos vagos” quando a CSRC os inspecionou posteriormente.

A PwC também excluiu deliberadamente as propriedades que a Evergrande marcou como “fora dos limites” das amostras de auditoria, acrescentou.

Um cálculo da Reuters baseado em dados da China mostrou que, nos últimos meses, mais de 50 empresas chinesas deixaram de trabalhar com a PwC ou cancelaram planos de contratá-la, após o lançamento da investigação regulatória sobre a empresa.

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China pune PwC com 6 meses de banimento e multa recorde por auditoria na Evergrande (msn.com)

 

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Práticos do Porto de Santos batem record de manobras de navios em um dia

Para o trabalho que incluiu 4 (quatro) navios de 300 metros, e profissionais fizeram mais de 70 escalas.

Os práticos do Porto de Santos manobraram mais de 70 navios num período de 24 horas. Um record, segundo informou a praticagem de São Paulo. O numero que representa o Dobro da data diária foi atingido nessa terça-feira dia 10 de setembro.  Para o trabalho, houve 74 escalas de práticos, já que quatro embarcações de mais de 300 metros necessitam, obrigatoriamente de dois profissionais para a manobra.

O auto numero de navios manobrados ocorreu em função do fechamento do canal do Porto em dois longos períodos, somando mais de 20 horas entre a noite de domingo e inicio da madrugada de terça-feira, por conta da neblina.

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Práticos do Porto de Santos batem recorde de manobras de navios em um dia (atribuna.com.br)

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WEG compra fabricante turca de motores Volt por US$88 milhões

A WEG assinou contratos para aquisição da fabricante turca de motores elétricos industriais e comerciais Volt por 88 milhões de dólares (enterprise value), segundo comunicado ao mercado da companhia brasileira nesta quinta-feira.

Fundada em 1987, a Volt é uma subsidiaria do Grupo Saya, com capacidade de produção de 1 milhão de motores por ano. Em 2023, teve uma receita operacional líquida de 70 milhões de dólares, com uma margem Ebitda de 18,5%.

Segundo a WEG, a empresa possui uma forte presença no mercado turco e exporta para diversos países, principalmente na Europa, Oriente Médio e Ásia Central.
Com o acordo, a WEG assumirá o controle total da Volt, que possui uma fábrica de 27.000 m² de área construída dedicada ao desenvolvimento e fabricação de motores industriais e comerciais, com potências até 450 kW.
A WEG acrescentou que incorporará uma equipe de 690 funcionários. A aquisição, segundo a WEG, está alinhada à estratégia de crescimento do seu negócio de motores industriais e comerciais “pois permitirá ampliar a presença e oferta de produtos em mercados altamente competitivos e estratégicos, como o Leste Europeu, Oriente Médio, Ásia Central e Norte da África”. A localização da Volt em Esmirna, na Turquia, acrescentou a companhia, facilitará o acesso a esses mercados por possuir uma desenvolvida logística rodoviária e dois grandes portos.

A conclusão da transação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes, dentre as quais as aprovações regulatórias necessárias relativas à transação. O valor acertado será pago após a conclusão do negócio.

Por Paula Arend Laier
Saiba mais Uol
WEG compra fabricante turca de motores Volt por US$88 mi – Notícias – BOL (uol.com.br)

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Conheça programa de Internacionalização da FIESC

Conheça o programa de internacionalização das indústrias de SC e as ferramentas que a FIESC oferece para iniciar e alavancar suas operações com o exterior.

Empresas que participam do mercado global têm maior competitividade também no mercado nacional. Por isso, a FIESC prioriza a internacionalização da indústria catarinense por meio de iniciativas como a promoção, prospecção e inteligência comercial, além de capacitação e emissão de certificados de exportação.

Início | Plataforma de Internacionalização (intercomp-global.com)

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Saiba mais em: FIESC
Internacionalização | FIESC

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Caminhoneiros falam em greve e ANTT se posiciona contra aumento dos pneus

Disputa sobre tarifa de importação chega à Câmara dos Deputados

A Agência Nacional de Transportes (ANTT) se manifestou contra a possibilidade de aumento da tarifa de importação de pneus de 16% para 35%. Durante audiência na Comissão de Viação de Transportes na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira, o superintendente de Serviços de Transporte Rodoviária da agência, José Aires Amaral Filho, disse que a medida poderia causar sucateamento do setor.

Esta é a primeira vez que a agência se manifesta sobre o assunto. “Quando a gente olha a realidade da categoria, vemos que eles vêm sofrendo com o aumento dos custos dos insumos. O principal fator da greve em 2018 foi insumos, o óleo diesel”, disse.

De acordo com a ANTT, 94% dos 747 mil transportadores registrados no país possuem até três veículos e não conseguiriam transferir os custos de um eventual aumento dos preços dos pneus para o frete.

Filho disse que a preocupação da agência é especialmente com os transportadores autônomos. “Sabemos que cabe ao Parlamento e ao Governo decidir, mas todos esses fatores devem ser analisados”, disse.

Everaldo Bastos, representante da Fetrabens (Federação dos Caminhoneiros Autônomos de Cargas em Geral do Estado de São Paulo) também lembrou da última greve da categoria.

Ele disse que o caminhoneiro só consegue comprar pneus novos porque os valores estão mais baixos com a concorrência dos importados. “Aumentar o custo para o caminhoneiro é pedir uma nova greve. Os caminhoneiros pararam por causa de 20 centavos no óleo diesel e nossos associados já estão pressionando para não haver aumento dos pneus”, disse.

A ANIP, associação que representa empresas produtoras de pneus, defende o aumento da tarifa de importação alegando prejuízos com o aumento das importações nos últimos anos. Caso isso ocorra, o preço dos pneus de veículos de transporte e de passeio devem subir entre 20% e 25%.

Um estudo da Guimarães Consultoria aponta também que haverá impacto na elevação de gastos de 6% para o setor de transporte rodoviário. O levantamento mostra que haverá redução de 8% na compra de pneus de passeio e 3,2% no de cargas, causando riscos na segurança de transporte no país.

A Associação Brasileira dos Distribuidores e Importadores de Pneus (Abidip) falou dos prejuízos potenciais à economia brasileira. “O aumento do imposto de importação para pneus de passeio e de carga resultará em impactos econômicos negativos significativos. Pressão inflacionária, aumento nos custos de transporte e efeitos adversos na economia como um todo são preocupações legítimas que justificam uma contestação ao pleito apresentado”, afirmou Ricardo Alípio, diretor da entidade.

Sindicatos estaduais também participaram da reunião “Cada centavo sobre o custo do pneu eleva a taxa de transporte no país inteiro. Onera os caminhoneiros e todo o país inteiro. O objetivo da indústria é aumentar o preço dos pneus. Pneu mais barato aumenta a segurança e reduz acidentes”, afirmou Janderson Maçanero, da Associação de Caminhoneiros de Santa Catarina.

“Ninguém é contra a indústria, mas um pedido absurdo não pode ser atendido. O setor tem muitas medidas de proteção, como antidumping e fiscalização, para resolver o problema de competitividade. O Brasil tem hoje uma das mais altas alíquotas do mundo. Não faz sentido mais um aumento”, argumentou Rabih Nasser, advogado de vários importadores não filiados à Abidip.

Segundo a Abidip, a fala dos produtores nacionais de que estariam tendo prejuízos com uma suposta concorrência desleal esconde o verdadeiro motivo. A entidade afirma que está sendo uma prática recorrente as multinacionais de pneus presentes no Brasil comprarem matéria prima (SBR) de departamentos globais de compra.

A Abidip afirma que a prática consiste em superfaturar os preços de matéria prima para poder remeter seus lucros para o exterior. De acordo com a associação, a subsidiária da Goodyear do Brasil está praticamente obrigada a comprar (SBR) da Goodyear Chemical Inc dos EUA e o lucro da Goodyear do Brasil é trancado a sete chaves.

Além disso, nos últimos dois anos lucraram entre USD 140 milhões e USD 150 milhões/ano, sendo possível acessar os números apenas dentro de um P&L dos EUA. A mesma prática observa-se na Bridgestone onde o lucro ficou entre USD 110 e USD 120 milhões ano.


Fonte: Notícias Agrícolas
Caminhoneiros falam em greve e ANTT se posiciona contra aumento dos pneus – Notícias Agrícolas (noticiasagricolas.com.br)

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Corredor Bioceânico: Um novo horizonte para o Comércio Exterior Brasileiro

Em meio ao congestionamento observado nos portos brasileiros, o corredor bioceânico surge como um alternativa estratégica para o comércio exterior brasileiro, conectando o oceano pacifico ao oceano atlântico através de uma rota Brasil, Paraguai Argentina e Chile. A construção em andamento da Ponte Bioceânica que ligará Carmelo Peralta no Paraguai a Porto Murtinho, no Brasil, Projeto poderá avançar nova via de escoamento de exportações brasileira.

Leia a matéria completa em Portos & Navios
Artigo – Corredor Bioceânico: Um Novo Horizonte para o Comércio Exterior Brasileiro (portosenavios.com.br)

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Rapport é uma palavra de origem francesa (rapporter), que significa “sintonia”, “CONEXÃO”

Como o RêConectaNews é um grande ecossitema para conexões de negócios, muitos executivos me pedem algumas dicas relacionadas aos como nos fazemos para movimentar tantos players na área?

Então vamos lá…
Você já ouviu falar em rapport?

Rapport é uma palavra de origem francesa (rapporter), que significa “sintonia”, “CONEXÃO”.
Tudo a ver com RêConecta, não é!???

É um conceito vindo da psicologia e remete à técnicas para criar ligações de empatia e confiança entre as pessoas.

O rapport é uma estratégia para construir confiança e empatia, essenciais para uma relação duradoura com os clientes. É o processo de tornar-se alinhado com o cliente, mostrando que você entende suas necessidades e preocupações.

Então deixo algumas DICAS, para que você possa desenvolver seu rapport, para obter maiores resultados nas suas negociações:

1) Autenticidade: Seja genuíno em suas interações. Os clientes podem perceber quando você não é sincero. Afinal, ninguém gosta de estar ao lado de pessoas interesseiras;

2) Superficialidade: Rapport requer profundidade. Evite ser superficial nas suas interações; invista tempo em conhecer verdadeiramente o cliente. Gere relacionamento, preocupe-se. Saiba que, por mais esteja numa negociação B2B, existe uma pessoa por traz do processo;

3) Consistência: Seja consistente em seu comportamento e nas informações que fornece, para que o cliente sempre saiba o que esperar de você. Não apareça só quando há processos, há negócios.

4) Personalização: Use o nome do cliente (Sou péssima com nomenclatura, já aviso!!! 😣 – Mas até para isso tem técnica!!!) e referências específicas às conversas anteriores para mostrar que você se lembra e valoriza os detalhes do relacionamento.

5) Pontos em comum: Melhora a comunicação. É sempre importante puxar alguns ganchos durante a conversa, permitindo que o cliente compartilhe mais informações. Ao invés de empurrar o produto/serviço, entenda os motivos que fizeram esse consumidor chegar até você.

Dominar o rapport é fundamental para qualquer profissional busca evolução dos negócios. Criar relações de valor, a longo prazo com seus clientes e investir na construção de um bom rapport não só melhorará suas oportunidades de negócios, como também enriquecerá suas interações pessoais.

Pense nisso!
Venha ser um CONECTADO e esteja atualizado com as melhores oportunidades de mercado.

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Importação do Brasil segue em alta em agosto e sinaliza superávit menor em 2024

A balança comercial mostrou em agosto queda nas exportações e avanço das importações, que nos últimos meses mostram mais claramente aceleração acima do esperado inicialmente pelos especialistas. O quadro traz expectativa de superávit comercial menor para 2024, mas ainda assim robusto e com contribuição positiva no balanço de pagamento.

A balança comercial encerrou agosto com superávit de US$ 4,83 bilhões, resultado de US$ 29,1 bilhões em exportação e US$ 24,3 bilhões em importações, segundo divulgação a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic). A receita com embarques caiu 6,5% e a importação avançou 13% contra igual mês de 2023.

No acumulado de janeiro a agosto, o superávit alcançou US$ 54,1 bilhões. As exportações somaram US$ 227 bilhões e ainda cresceram 1,1%, mas em ritmo menor que as importações, que alcançaram US$ 172,924 bilhões e avançaram 6,6%, sempre contra igual período de 2023.

Abaixo do esperado, o superávit de agosto contribuiu para a revisão das projeções para os próximos meses, devido ao “maior ímpeto das importações”, aponta Gabriela Faria, economista da Tendências Consultoria. A projeção da consultoria para o superávit comercial em 2024 passou de US$ 87,1 bilhões para 74,6 bilhões. A Secex projeta superávit de US$ 79,2 bilhões para este ano.

“Mesmo considerando a redução das cotações de bens intermediários e de consumo, os volumes comprados do exterior devem continuar positivos, beneficiados pelo aquecimento da demanda interna. O maior consumo tem impulsionado a produção industrial, sobretudo de bens de consumo duráveis e de capital, influenciados pela continuidade do aumento da massa de renda e da melhora das condições financeiras das famílias”, aponta a economista.

Herlon Brandão, diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Mdic, diz que o crescimento das importações “está acelerando” ao longo do ano, em um movimento “disseminado” e “relacionado com o aumento da renda e da produção nacional”. Umas das boas notícias, destacou. tem sido o aumento da compra de bens de capital, que significa “contratação de investimento futuro”.

“A alta da importação pode ser ainda mais acelerada pelos sinais positivos de atividade”, diz Welber Barral, sócio da BMJ e ex-secretário de Comércio Exterior. Ele destaca a importação de insumos e de máquinas e equipamentos no período de janeiro a agosto. Pelos dados da Secex, o valor da importação de bens de capital cresceu 18% de janeiro a agosto, com alta de 22,1% em volume, contra iguais meses de 2023. As compras externas de bens intermediários avançaram 2,5% em valor e 13,6% em volume. “Isso está relacionado fundamentalmente com o crescimento do PIB, mas deve ter impacto no saldo comercial no final do ano.”

A expectativa é de saldos menores nos próximos meses, avalia Welber Barral. Para o sócio da BMJ, o superávit em 2024 deve ser “de pelo menos U$ 80 bilhões, resultado favorável ao balanço de pagamentos”.

Os dados da Secex apontam também alta de 28,9% na importação de bens de consumo no acumulado até agosto. O dado, lembra José Augusto de Castro, da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), foi muito impulsionado no primeiro semestre por veículos vindos da China, com desembarques antecipados em razão do calendário de aumento da tarifa de importação, embora já tenha perdido força em julho e agosto.

Dados da Secex mostram que em junho a importação de veículos chineses atingiu US$ 1,44 bilhão, mas em julho e agosto caiu para US$ 102,2 milhões e US$ 138,8 milhões, nessa ordem.

“Claramente as importações como um todo estão bastante bastante fortes. A incógnita no Brasil é se continuaremos importando ou daremos mais atenção à produção doméstica”, diz Castro. Ele destaca que mesmo o câmbio não tão favorável não tem sido suficiente para desestimular a importação.

Já a exportação, diz Castro, mostra em agosto que vem perdendo mais força com a redução sazonal das exportações de soja, que devem diminuir mais no decorrer dos próximos meses, até o fim do ano. “O milho também já apresenta redução maior. E os preços dos grãos também estão em queda e caíram muito. Não vemos força para subir. Então, a tendência é que esses preços mais pressionados se mantenham até o fim do ano ou até o ano que vem.”

Pelos dados da Secex, o preço da soja caiu 12,8% em agosto. O do milho recuou 18,2%. No setor extrativo, os recuos foram menores, segundo Castro, mas ainda assim acima do esperado para o período. Os dados apontam queda de 6% no preço do petróleo e de 6,1% no do minério de ferro, sempre em agosto contra igual mês do ano passado.

“A força das importações e a fraqueza das exportações fizeram o saldo da balança em agosto ser o menor de 2024”, diz Castro. A AEB estima atualmente superávit comercial de US$ 77 bilhões em 2024, ante US$ 86,5 bilhões projetados inicialmente.

Para Brandão, da Secex, a queda de 6,5% do valor das exportações totais em agosto foi influenciada principalmente pelo recuo de também 6,5% do volume embarcado. Na divisão por produtos, os principais destaques negativos nos valores exportados foram minério de ferro e soja, com quedas de 13,7% e 16,4%, nessa ordem, na comparação com igual mês de 2023. Apesar da queda em agosto, no acumulado de janeiro a agosto, destaca Brandão, as exportações bateram novo recorde em valor para o período.

Entre os destinos dos embarques, a China prossegue como protagonista. O país asiático absorveu 30,5% de todos os bens que o Brasil vendeu ao exterior de janeiro a agosto. Com isso, o Brasil fica, tanto do lado das importações como das exportações, sob grande influência do que acontece com a China, aponta Castro.

“Atualmente, com o excesso de estoque em vários produtos, a China vende com preços baixíssimos no mercado e tudo isso vai influenciar o amanhã. Só nós não temos ideia de quanto será influenciado, em que nível de preço ou quantidade.” O aço, exemplifica Castro, é um dos produtos com grandes estoques pela China, o que afeta a demanda do país asiático por minério de ferro, um dos produtos mais importantes na pauta de exportação brasileira.

Fonte: Valor Econômico
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Auditores Fiscais no Porto de Santos, atrasam importações e ameaçam parar

NOTA:    Auditores fiscais no Porto de Santos atrasam importações e ameaçam parar. Os auditores fiscais da Receita Federal aumentaram a chamada operação-padrão (trabalho mais lento) nas aduanas, incluindo o Porto de Santos, e dias sem computador na Zona Secundária (relacionada à arrecadação de impostos).  Os profissionais fizeram isso na quinta-feira (05/09) e ontem (06/09) e vão repetir o expediente nesta próximas terças e quintas-feiras. O motivo alegado é a quebra do acordo da parte do Governo Federal.

“A tendência é a paralização geral, mas a categoria não quer isso. Estamos abertos a negociação e somente aguardando a manifestação do governo.” afirma o presidente da delegacia Sindical de Santos, do SINDAFISCO NACIONAL, Elias Carneiro Junior.

Saiba mais em A Tribuna:
Auditores fiscais no Porto de Santos atrasam importações e ameaçam parar (atribuna.com.br)

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