Economia

Dólar a R$ 5,20: eleições e cenário externo devem manter câmbio volátil

O dólar voltou a superar a marca de R$ 5,20 na segunda-feira (28), em um momento de maior cautela nos mercados financeiros diante da proximidade do primeiro turno das eleições gerais de 2026. A moeda norte-americana avançou pela primeira vez em pouco mais de um mês para esse patamar, após encerrar o pregão anterior cotada a R$ 5,18.

A expectativa de analistas consultados pela CNN Money é de que a volatilidade do câmbio continue elevada nas próximas sessões. Além das pesquisas eleitorais e das perspectivas para o cenário político brasileiro, fatores internacionais também devem influenciar a cotação.

O boletim Focus aponta que a mediana das projeções do mercado indica o dólar em R$ 5,20 ao fim de 2026. Apesar disso, especialistas destacam a dificuldade de estabelecer uma trajetória definida para a moeda até o encerramento do ano.

Eleições colocam cenário fiscal no radar

A preocupação dos investidores não está necessariamente relacionada ao processo eleitoral, mas aos possíveis impactos do resultado sobre a condução da economia brasileira, especialmente em relação às contas públicas.

Relatório do Goldman Sachs, divulgado em 23 de setembro, apontou que o dólar apresentou movimentos relevantes frente ao real à medida que os primeiros turnos de eleições anteriores se aproximaram.

Uma análise do banco Inter sobre os três últimos ciclos de eleições presidenciais também identificou forte influência do chamado risco fiscal-eleitoral sobre a formação da taxa de câmbio.

Segundo os analistas, informações relacionadas à política fiscal têm peso importante nas oscilações diárias do câmbio e da curva de juros. À medida que a eleição se aproxima, mudanças nas expectativas do mercado sobre os candidatos também podem influenciar os preços dos ativos.

Risco fiscal pode pressionar o real

O estudo do Inter estimou que, considerando os 30 dias anteriores e posteriores ao segundo turno das três eleições mais recentes, o componente fiscal contribuiu para um prêmio de risco que resultou em uma desvalorização do real entre 2% e 4%.

Para Carlos Henrique Silva Junior, strategic advisor da corretora de câmbio Freex, a perspectiva mais cautelosa é de que o mercado de câmbio não apresente uma direção definida até dezembro.

Na avaliação dele, dúvidas relacionadas à situação fiscal, ao resultado eleitoral ou à capacidade de governabilidade tendem a elevar o prêmio de risco exigido pelos investidores para manter recursos em ativos brasileiros.

O Goldman Sachs considera plausível que o dólar seja negociado entre R$ 4,50 e R$ 4,80 em um cenário eleitoral percebido pelo mercado como favorável a uma política fiscal mais rigorosa. O banco, porém, ressalta que a manutenção do atual quadro fiscal, sem deterioração adicional, também poderia permitir alguma valorização do real, embora envolva riscos diante do desequilíbrio das contas públicas e das condições dos juros internacionais.

Mercado externo também influencia o dólar

A trajetória do câmbio brasileiro não depende apenas dos fatores domésticos. O comportamento da moeda norte-americana no exterior também exerce influência direta sobre o real.

Tomás Urani, head de estratégia macroeconômica do Santander, destaca que o dólar é uma das variáveis da economia brasileira mais sensíveis às condições internacionais. Segundo ele, uma valorização global da moeda americana tende a pressionar o real, mesmo quando os fundamentos domésticos são favoráveis.

O Santander projeta o dólar em R$ 5,30 no fim de 2026, acima tanto das cotações observadas recentemente quanto da mediana apresentada no boletim Focus.

Entre os fatores de risco apontados pelo banco estão, além das incertezas relacionadas à política fiscal brasileira, a possibilidade de fortalecimento da moeda norte-americana no mercado internacional.

Conflitos internacionais aumentam cautela

O cenário geopolítico também está no radar dos investidores. A continuidade dos conflitos envolvendo Estados Unidos e Irã mantém a atenção sobre os preços de energia e seus possíveis efeitos sobre a inflação global.

A pressão inflacionária pode influenciar as decisões do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, sobre os juros. Nesse ambiente, investidores podem buscar maior proteção em ativos considerados mais seguros, como o dólar e os títulos do Tesouro norte-americano, conhecidos como Treasuries.

A ausência de uma solução de curto prazo para os conflitos no Oriente Médio também aumenta as preocupações com a inflação internacional e pode manter os juros dos Estados Unidos em níveis elevados.

Na avaliação de Urani, parte importante da recente valorização do dólar está relacionada ao ambiente externo, e não exclusivamente às condições econômicas brasileiras. Comparado ao desempenho de outras moedas diante do dólar, o real apresenta uma valorização relativamente mais expressiva em 2026.

Outubro deve continuar marcado pela volatilidade

Para Luis Felipe Vital, estrategista-chefe de Macro e Dívida Pública da Warren Investimentos, o comportamento do câmbio continuará bastante dependente das notícias relacionadas aos conflitos internacionais e às eleições brasileiras.

Indicadores econômicos divulgados no Brasil e nos Estados Unidos também devem contribuir para os movimentos da moeda nas próximas semanas.

Nesse contexto, as avaliações dos especialistas apontam para um ambiente de alta volatilidade do dólar ao longo de outubro, com os mercados atentos simultaneamente ao cenário eleitoral, às contas públicas brasileiras e às condições da economia internacional.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Gerada por IA

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Economia

Brasil lidera adoção de criptomoedas no mundo, aponta Chainalysis

O Brasil ocupa a primeira posição no ranking global de adoção de criptomoedas, de acordo com o Geography of Cryptocurrency Report 2026, elaborado pela Chainalysis. O levantamento considera a atividade registrada no mercado de criptoativos nos 12 meses encerrados em junho de 2026.

Nesse intervalo, o país movimentou US$ 252,5 bilhões em transações relacionadas a criptomoedas, superando mercados como Estados Unidos, Nigéria, Japão e Coreia do Sul. O volume brasileiro corresponde a 2,7% dos US$ 9,4 trilhões movimentados globalmente no período.

Brasil ganha espaço no mercado de criptoativos

Segundo a análise da Chainalysis, o desempenho brasileiro está relacionado à combinação de uma atividade elevada e relativamente distribuída entre diferentes usos dos ativos digitais.

O setor corporativo aparece como um dos principais componentes desse movimento. Empresas brasileiras vêm recorrendo às stablecoins, criptomoedas com valor vinculado a outros ativos, como o dólar, para operações de liquidez e transferências internacionais.

O relatório também aponta possíveis fatores que ajudam a explicar a expansão do mercado brasileiro, entre eles o avanço da regulamentação, a entrada de investimentos e o fortalecimento das plataformas e serviços locais.

Novas regras ampliam exigências para empresas

O estudo destaca as normas recentes estabelecidas pelo Banco Central para os prestadores de serviços de ativos virtuais. As regras abrangem áreas como governança, gerenciamento de riscos, segurança, compliance e exigências de capital mínimo.

Na avaliação apresentada pelo relatório, o aumento das exigências pode elevar as barreiras de entrada e pressionar empresas menores, favorecendo um processo de consolidação do mercado.

“Quando as regras chegam, a confiança vem junto”, afirmou Julia Rosin, presidente da ABCripto (Associação Brasileira de Criptoeconomia), em posicionamento citado no documento.

Exchanges brasileiras ampliam participação

Uma das mudanças estruturais identificadas pela pesquisa envolve as exchanges de criptomoedas sediadas no Brasil.

Essas plataformas respondiam por apenas 1,5% dos fluxos anteriormente e passaram a concentrar 12,5% da movimentação. O avanço contrasta com o cenário de outros países da América Latina, onde as plataformas locais perderam espaço para concorrentes internacionais.

América Latina registra crescimento de 9,8%

Enquanto a atividade da economia cripto global caiu 1,6% no período analisado, a América Latina apresentou expansão de 9,8%.

De acordo com a Chainalysis, o resultado regional foi impulsionado principalmente pelo aumento do uso de stablecoins e pela procura por criptomoedas como alternativa de proteção diante da volatilidade das moedas locais.

“Aqui na América Latina, toda essa adoção vem da necessidade. Não é adoção simplesmente pela adoção”, afirmou Carlos Peralta, especialista sênior em políticas públicas da Bitso, segundo o relatório.

Ben Reid, chefe global de stablecoins do aplicativo de investimentos, também classificou os criptoativos, especialmente as stablecoins, como uma parte relevante do sistema financeiro latino-americano.

Na região, o Brasil ampliou sua participação de 31,6% em 2022 para 43,7% em 2026. Argentina e México aparecem na sequência, com movimentações de US$ 88,5 bilhões e US$ 77,6 bilhões, respectivamente.

Mercado global mostra maior participação do varejo

Entre 2025 e 2026, a atividade econômica on-chain estimada pela Chainalysis recuou 1,6%. Para a empresa, o dado pode indicar uma redução da dependência do mercado em relação à especulação de preços.

Mesmo com a queda do bitcoin no período considerado, a circulação de criptoativos permaneceu elevada. As operações de menor valor foram as que apresentaram maior crescimento.

As transferências inferiores a US$ 100 aumentaram 78,4%, enquanto as transações entre US$ 100 e US$ 1.000 avançaram 58,6%.

A Chainalysis interpreta esses números como um indicativo de que os pequenos investidores continuaram participando do mercado mesmo durante o chamado bear market.

Stablecoins ganham importância nas transações internacionais

Outro ponto de destaque do estudo é o avanço das stablecoins na economia global de criptoativos.

Os fluxos internacionais envolvendo esse tipo de ativo cresceram 77,5%, passando de US$ 124,2 bilhões para US$ 220,3 bilhões. A movimentação mensal estimada também mais que dobrou: saiu de aproximadamente US$ 11 bilhões em janeiro de 2025 para US$ 24 bilhões em junho de 2026.

Segundo a Chainalysis, o crescimento não está concentrado apenas em grandes operações realizadas por participantes institucionais do mercado.

O levantamento identifica também usos ligados ao cotidiano, como pagamentos, remessas internacionais, transações com fornecedores e proteção de poupança, indicando uma presença cada vez maior das stablecoins em diferentes atividades financeiras.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Wirestock/Magnific

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Economia

Emissão de títulos panda na China supera 213 bilhões de yuans em 2026

A emissão de títulos panda na China alcançou 213,98 bilhões de yuans nos primeiros oito meses de 2026, o equivalente a aproximadamente US$ 31,94 bilhões. Os dados foram divulgados pelo Banco Popular da China, o banco central do país.

O volume acumulado reforça a presença de emissores internacionais no mercado financeiro chinês e evidencia o interesse de instituições estrangeiras em captar recursos na moeda local.

O que são os títulos panda?

Os títulos panda são instrumentos de dívida denominados em yuans e emitidos no mercado doméstico chinês por entidades estrangeiras. Entre os emissores estão governos de outros países, instituições internacionais de desenvolvimento e empresas multinacionais.

Esse tipo de operação permite que organizações de fora da China acessem o mercado de capitais do país para obter financiamento em moeda chinesa.

Segundo o Banco Popular da China, 29 novas instituições estrangeiras ingressaram no mercado interbancário de títulos entre janeiro e agosto de 2026.

A entrada desses participantes acompanha o movimento de expansão das emissões de títulos panda e amplia a participação internacional no mercado de renda fixa chinês.

Mercado chinês atrai emissores globais

O crescimento das emissões de títulos panda indica o interesse de empresas e instituições internacionais pelas oportunidades de financiamento oferecidas pelo mercado doméstico da China.

A ampliação desse segmento também contribui para fortalecer as conexões entre o sistema financeiro chinês e os mercados internacionais.

Fonte: CNN Brasil, com informações da Reuters e dados do Banco Popular da China.

Texto: Redação

Imagem: CNN / REUTERS/Maxim Shemetov

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Economia

Brasil apresenta iniciativas de economia circular na OMC para impulsionar competitividade e inclusão

Durante o Fórum Público da Organização Mundial do Comércio (OMC), a ApexBrasil e a Missão Permanente do Brasil promoveram um painel dedicado a debater o papel da sustentabilidade no comércio internacional. Com o tema “Circular Services for an Inclusive Circular Economy”, o evento reuniu especialistas para demonstrar como soluções sustentáveis e o reaproveitamento de materiais podem gerar valor econômico, inovação e empregos.

Casos práticos e inovação na cadeia produtiva

O debate evidenciou que a transição ecológica vai muito além de uma pauta puramente ambiental, conectando-se diretamente à resiliência industrial e às oportunidades de negócios. Entre os cases de destaque apresentados no painel, focado integralmente na liderança feminina:

  • Logística reversa de calçados: Iniciativas como o programa da Alpargatas com as sandálias Havaianas já recolheram centenas de toneladas de material usado, transformando resíduos em novos produtos como pisos e mobiliário.
  • Tecnologia e rastreabilidade: Plataformas digitais apresentadas por especialistas ajudam a mapear o retorno de materiais para a indústria, garantindo transparência e eficiência.
  • Créditos e financiamento: Debates sobre mecanismos financeiros para apoiar a infraestrutura de reciclagem e a recuperação de recursos, especialmente em países em desenvolvimento.

O papel estratégico dos serviços e da cooperação internacional

Especialistas ressaltaram que escalar a sustentabilidade empresarial exige adaptar modelos operacionais às realidades locais, sem perder de vista os princípios globais de preservação. Além disso, foi enfatizada a urgência de uma responsabilidade compartilhada entre o Norte e o Sul Global no gerenciamento adequado de resíduos.

A mensagem central do encontro reforça que nenhum setor ou nação consegue caminhar sozinho rumo a um modelo produtivo regenerativo. A cooperação internacional, alinhada a políticas comerciais eficientes, funciona como a chave mestra para manter materiais em circulação e fortalecer a economia global.

FONTE: apexBrasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/apexBrasil

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Economia

BRICS supera G7 em produção econômica e amplia influência no cenário global

O BRICS já ultrapassou o G7 em produção econômica e vem ampliando seu peso na geopolítica internacional, segundo avaliação de Sarang Shidore, diretor do Programa Sul Global do Quincy Institute for Responsible Statecraft. A análise foi publicada pela revista Foreign Policy e repercutida nesta quarta-feira (2) pela agência Tass.

Para o especialista, apesar das divergências e dos desafios enfrentados pelo grupo, não é correto considerar o BRICS um projeto fracassado. Em menos de 20 anos, o bloco teria se transformado em uma das principais articulações internacionais fora do eixo tradicional das economias ocidentais desenvolvidas.

BRICS amplia presença entre países do Sul Global

Criado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia e China, o agrupamento ganhou a África do Sul em 2010 e passou por uma nova rodada de expansão nos últimos anos.

A entrada de novos integrantes aumentou a presença do BRICS em diferentes regiões e fortaleceu sua representatividade entre os países do Sul Global.

Na avaliação de Shidore, essa expansão é um dos principais resultados alcançados pelo grupo. O bloco passou a reunir economias de diferentes continentes e a atuar como um espaço de articulação política e econômica fora das estruturas tradicionalmente lideradas pelas potências ocidentais.

O crescimento da participação dos países emergentes também acompanha uma transformação na própria economia mundial, com maior peso de economias em desenvolvimento na produção global.

Novo Banco de Desenvolvimento é destaque

Entre os resultados mais concretos do BRICS, Shidore aponta a criação de mecanismos próprios para financiar projetos de desenvolvimento.

O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), criado pelos integrantes do grupo, é citado pelo especialista como um dos principais exemplos dessa estratégia. A instituição funciona como alternativa e complemento às organizações financeiras internacionais historicamente dominadas pelas economias ocidentais.

Com uma década de atividade, o banco mantém boas classificações de crédito e ampliou sua capacidade de apoiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento em países emergentes.

Para Shidore, a trajetória do NDB representa uma das experiências mais bem-sucedidas da cooperação entre os países do BRICS.

Diferenças internas não impedem avanço do bloco

As divergências políticas e econômicas entre os integrantes são frequentemente apontadas como um obstáculo à atuação conjunta do BRICS.

Na avaliação do especialista, porém, essas diferenças não anulam os resultados obtidos pelo agrupamento. A expansão para diferentes regiões do mundo e a criação de instrumentos próprios de financiamento ao desenvolvimento seriam evidências de que o bloco conseguiu construir estruturas permanentes de cooperação.

O avanço do BRICS também reflete a busca de países emergentes por maior participação nas instituições que definem as regras da governança econômica internacional.

Próxima cúpula será realizada na Índia

A expansão econômica e geopolítica do grupo estará entre os temas de destaque da próxima cúpula do BRICS, prevista para os dias 12 e 13 de setembro, em Nova Délhi, na Índia.

O encontro deverá ocorrer em um momento de crescente disputa por influência entre diferentes centros de poder da economia mundial.

A comparação entre BRICS e G7 também reforça essa mudança no equilíbrio econômico internacional. O aumento do peso das economias emergentes indica uma transformação gradual na distribuição da produção global e amplia a pressão por maior representatividade do Sul Global em organismos internacionais.

FONTE: Brasil 247
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Wu Hong

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Economia

Dólar cai 0,92% e Ibovespa dispara 3,20% em forte alta dos ativos brasileiros

O dólar comercial recuava 0,92% frente ao real nesta quarta-feira (2), cotado a R$ 5,10 às 12h27. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da B3, avançava 3,20%, aos 185.637 pontos.

O desempenho reforça o movimento positivo dos ativos brasileiros, em uma sessão marcada pelo maior apetite dos investidores por ações e pela atenção aos fatores externos e às perspectivas para a economia nacional.

Ibovespa amplia sequência de ganhos

A Bolsa brasileira acelerou a alta ao longo do pregão, depois de registrar valorização de 1,27% na terça-feira (1º), quando encerrou aos 179.676 pontos.

Com o resultado anterior, o Ibovespa chegou à décima sessão consecutiva de alta, em um movimento associado, entre outros fatores, à entrada de capital estrangeiro no mercado brasileiro e às expectativas relacionadas ao cenário eleitoral de 2026.

A forte valorização desta quarta-feira mantém o índice em trajetória positiva e aumenta a percepção de demanda por ativos domésticos.

Petróleo favorece ações da Petrobras

A alta do preço do petróleo também contribui para o desempenho das ações de empresas produtoras da commodity, entre elas a Petrobras.

O petróleo Brent permanece em níveis elevados em meio às tensões geopolíticas internacionais, cenário que tende a favorecer as companhias do setor. Ao mesmo tempo, a valorização da commodity aumenta a preocupação dos mercados com possíveis impactos sobre a inflação global.

Produção industrial perde ritmo

No ambiente doméstico, os investidores também analisam os indicadores de atividade econômica.

A produção industrial brasileira cresceu 0,2% em julho na comparação com junho. Na relação com julho de 2025, entretanto, houve retração de 0,5%.

O resultado aponta para uma perda de ritmo da indústria no começo do segundo semestre e entra no radar dos investidores na avaliação das perspectivas para a economia brasileira.

Dólar mantém trajetória de queda

O dólar frente ao real também acompanha o ambiente mais favorável aos ativos brasileiros.

Na sessão anterior, a moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,15, com queda de 0,47%. Nesta quarta-feira, a divisa mantém a trajetória de baixa e era negociada a R$ 5,10 no início da tarde.

A combinação de dólar em queda e Bolsa em alta sinaliza maior procura por ativos brasileiros durante o pregão.

O movimento ocorre mesmo diante de um cenário externo mais desafiador, marcado pela valorização do petróleo e pelas preocupações dos investidores com inflação e possíveis efeitos sobre as taxas de juros.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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Economia

Mercado Livre movimenta R$ 73,1 bilhões e amplia impacto na economia brasileira

O Mercado Livre estima ter gerado um impacto econômico de R$ 73,1 bilhões no Brasil em 2025, entre efeitos diretos e indiretos. O valor corresponde a aproximadamente 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, segundo o Relatório de Impacto Efeito Meli 2026, divulgado nesta segunda-feira (31/8).

Do total calculado, R$ 30 bilhões representam o impacto direto da empresa na economia, enquanto outros R$ 43,1 bilhões são atribuídos aos efeitos indiretos provocados pela atividade do ecossistema.

O levantamento considera a atuação da companhia nas áreas de comércio eletrônico, logística e serviços financeiros e aponta que, para cada R$ 1 de valor agregado diretamente pelo Mercado Livre, outros R$ 1,40 são gerados nas cadeias produtivas relacionadas à operação.

Mercado Livre amplia atuação e fortalece PMEs

O crescimento da plataforma tem sido acompanhado pela expansão de sua infraestrutura no país. A empresa passou a operar com uma rede logística própria, incluindo frota aérea, e ampliou sua capacidade de entrega expressa.

Segundo o relatório, o ecossistema do Mercado Livre tinha cerca de 627 mil pequenas e médias empresas (PMEs) e empreendedores vendendo ativamente na plataforma em 2025.

Para 60% desses negócios, o marketplace é o principal canal de vendas. Além disso, sete em cada dez afirmam que a plataforma representou sua primeira experiência de comercialização pela internet.

Os microempreendedores individuais (MEIs) correspondem a 40% dos vendedores considerados no levantamento, mostrando a participação significativa de negócios de menor porte no ecossistema.

Plataforma amplia acesso à inteligência artificial

O estudo foi elaborado a partir de mais de 90 mil entrevistas realizadas nas operações do Mercado Livre no Brasil, Argentina, Chile e México. No Brasil, foram ouvidos 22,8 mil parceiros.

Um dos dados destacados pelo levantamento é o uso de inteligência artificial por pequenos negócios. Metade das PMEs brasileiras que utilizam o Mercado Livre teria tido o primeiro contato com a tecnologia por meio da plataforma.

Fundado em 1999, o Mercado Livre se consolidou como uma das principais empresas de e-commerce e tecnologia financeira da América Latina, com presença em 18 países.

Ecossistema está associado a mais de 413 mil empregos

A operação brasileira do Mercado Livre também teve impacto sobre o mercado de trabalho. Em 2025, foram criados 61,1 mil empregos diretos relacionados à companhia, enquanto outros 352 mil postos indiretos foram associados às atividades do ecossistema.

Ao todo, o número supera 413 mil empregos, equivalente a cerca de 0,4% das vagas ocupadas no país.

A expansão da plataforma também aumentou o alcance geográfico das vendas. Três em cada cinco encomendas comercializadas em 2025 atravessaram fronteiras estaduais.

Além disso, 61% das PMEs brasileiras que vendem pelo Mercado Livre conseguiram chegar a cidades onde anteriormente não tinham clientes.

Rede logística chega a um em cada quatro municípios

A estrutura de logística do Mercado Livre também ganhou escala. Em 2025, a companhia contava com 137 centros logísticos ativos, incluindo centros de distribuição, bases e instalações de apoio.

A rede era complementada por aproximadamente 5.950 unidades Meli Places.

Com essa estrutura, a empresa afirma estar presente em um a cada quatro municípios brasileiros, ampliando a capacidade de distribuição dos produtos vendidos por pequenos negócios.

Mercado Livre movimenta bilhões no Distrito Federal

No Distrito Federal, mais de 7 mil PMEs utilizaram o marketplace para vender seus produtos em 2025.

As vendas realizadas por esses negócios representaram quase 1% do total de vendas brutas do comércio varejista da unidade federativa. Para metade dos comerciantes locais, a plataforma é o principal canal de vendas.

As PMEs que comercializaram produtos pelo Mercado Livre no DF empregaram aproximadamente 77 mil pessoas, sendo que 35% delas estavam envolvidas em atividades relacionadas ao marketplace.

O crescimento das vendas também levou comerciantes a ampliar suas equipes. No ano passado, cerca de 3,6 mil empresas locais fizeram novas contratações. Ao todo, 800 PMEs criaram 1,7 mil empregos diretos para atender à demanda gerada pela plataforma.

Logística do DF recebe novos centros

A estrutura logística da empresa no Distrito Federal também foi ampliada. Foram ativados três novos centros, que somaram 19,4 mil metros quadrados de área operacional.

Com a expansão, 74% dos produtos comercializados pelas PMEs do DF passaram a ser enviados para consumidores localizados em outros estados.

Na área financeira, quase 69,7 mil empresas e empreendedores do Distrito Federal utilizaram o Mercado Pago para receber pagamentos em 2025.

As transações movimentaram mais de R$ 6 bilhões. No crédito, foram realizadas mais de 218 mil operações destinadas a PMEs e empreendedores, totalizando mais de R$ 220 milhões.

Mercado Pago movimenta R$ 410 bilhões

O braço financeiro do grupo também apresentou forte movimentação no país. Em 2025, cerca de 4,7 milhões de empresas e empreendedores processaram pagamentos por Pix e máquinas de cartão utilizando o Mercado Pago.

O volume movimentado superou R$ 410 bilhões, equivalente a aproximadamente 3,4% de todos os pagamentos digitais realizados pelo comércio brasileiro.

Na área de crédito, o Mercado Pago concedeu R$ 15 bilhões em empréstimos para pequenas e médias empresas, distribuídos em 12,4 milhões de operações.

Empresa destaca efeito sobre a cadeia econômica

Para Leandro Cuccioli, vice-presidente sênior de Estratégia, Relações com Investidores e Sustentabilidade do Mercado Livre, os resultados mostram que a atividade do comércio digital produz efeitos que vão além da relação entre consumidor e plataforma.

Segundo ele, o crescimento das PMEs, a geração de empregos e a adoção de ferramentas de inteligência artificial fazem parte de uma cadeia econômica que se movimenta a partir das vendas realizadas pela internet.

FONTE: Correio Braziliense
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Mercado Livre

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Economia

Mercado reduz projeção para crescimento da economia brasileira em 2026

Analistas do mercado financeiro reduziram de 1,98% para 1,95% a projeção de crescimento do PIB em 2026, segundo o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira (24).

A revisão foi a única mudança entre as principais estimativas para o próximo ano. Para 2028, porém, a expectativa ficou mais positiva: a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1,89% para 1,98%.

Para 2027, os analistas mantiveram a previsão de crescimento de 1,5%.

Expectativa para a economia em 2026

O PIB representa a soma dos bens e serviços produzidos no país e é um dos principais indicadores para medir o desempenho da atividade econômica.

A redução da estimativa para 2026 aponta para uma expectativa de crescimento ligeiramente mais fraco da economia brasileira no próximo ano. Já a revisão para cima em 2028 indica uma perspectiva de recuperação do ritmo de expansão no médio prazo.

Mercado mantém projeção de inflação para 2026

A expectativa para o IPCA, índice oficial de inflação, permaneceu em 5,02% para 2026.

Para 2027, entretanto, a previsão subiu marginalmente, de 4,24% para 4,25%. A estimativa para 2028 continuou em 3,8%.

Em julho, a inflação oficial desacelerou pelo quarto mês consecutivo e registrou alta de 0,07%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com esse resultado, o IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,44%, retornando para dentro do intervalo da meta de inflação, estabelecida em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic deve terminar 2026 em 13,75%

As projeções para a taxa Selic permaneceram inalteradas. O mercado espera que os juros básicos terminem 2026 em 13,75% ao ano.

Para 2027, a previsão continua em 12%, enquanto a estimativa para 2028 permanece em 10,5% ao ano.

Definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a Selic é o principal instrumento utilizado para controlar a inflação. Juros mais altos tendem a reduzir o consumo e os investimentos, ajudando a conter a pressão sobre os preços, mas também podem desacelerar a atividade econômica e encarecer o crédito.

Dólar deve ficar em R$ 5,20 no fim de 2026

A previsão para o dólar em 2026 permaneceu em R$ 5,20.

Para 2027, a estimativa avançou de R$ 5,29 para R$ 5,30. Em 2028, o mercado manteve a projeção de R$ 5,30.

O Boletim Focus é divulgado semanalmente pelo Banco Central e reúne as expectativas de instituições financeiras para indicadores como inflação, PIB, juros e câmbio.

Resumo do Boletim Focus

2026

  • IPCA: 5,02%
  • PIB: caiu de 1,98% para 1,95%
  • Câmbio: R$ 5,20
  • Selic: 13,75%

2027

  • IPCA: subiu de 4,24% para 4,25%
  • PIB: 1,50%
  • Câmbio: subiu de R$ 5,29 para R$ 5,30
  • Selic: 12,00%

2028

  • IPCA: 3,80%
  • PIB: subiu de 1,89% para 1,98%
  • Câmbio: R$ 5,30
  • Selic: 10,50%

FONTE: Agência Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

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Economia

Reserva de ouro do Brasil cresce 33% e chega a 172,4 toneladas

Depois de quatro anos sem realizar novas compras, o Brasil voltou a ampliar sua reserva de ouro em 2025. Em apenas três meses, o Banco Central adquiriu cerca de 43 toneladas do metal, elevando o estoque mantido como parte das reservas internacionais do país.

Entre setembro e novembro daquele ano, a quantidade de ouro passou de aproximadamente 129,6 toneladas para 172,4 toneladas. O aumento foi de cerca de 33%.

Dados mais recentes do World Gold Council indicam que o volume permaneceu praticamente estável pelo menos até março de 2026.

Banco Central retoma compras de ouro

A movimentação interrompeu um período de quatro anos sem novas aquisições. A última expansão relevante da reserva de ouro brasileira havia ocorrido em 2021.

Em setembro de 2025, o Banco Central comprou aproximadamente 15 toneladas. A operação ocorreu em um cenário de valorização do metal e de maior interesse dos bancos centrais por ouro como ativo de reserva.

As compras continuaram nos dois meses seguintes. Segundo o World Gold Council, cerca de 11 toneladas foram adicionadas somente em novembro, completando uma sequência de três meses consecutivos de aquisições.

Com isso, o estoque brasileiro se aproximou das atuais 172 toneladas.

Valor das reservas de ouro quase dobrou

A expansão não ocorreu apenas em quantidade. A valorização do próprio metal também aumentou significativamente o valor financeiro das reservas.

Dados compilados pelo Poder360 apontam que o valor do ouro nas reservas internacionais do Brasil subiu de US$ 11,7 bilhões em janeiro para US$ 23,3 bilhões em novembro de 2025. O crescimento ficou próximo de 100%.

Por que o Brasil mantém ouro nas reservas?

As reservas internacionais funcionam como uma proteção financeira para o país. O patrimônio pode ser utilizado para enfrentar choques externos, períodos de instabilidade cambial e eventuais interrupções nos fluxos internacionais de capital.

A gestão é feita pelo Banco Central, que estabelece como prioridades a segurança, a liquidez e, posteriormente, a rentabilidade dos ativos.

Além do ouro, a carteira brasileira é composta por investimentos e depósitos denominados em diferentes moedas, incluindo dólar, euro, libra esterlina, iene e renminbi.

Em seu relatório de gestão divulgado em março de 2026, o Banco Central afirmou que aumentou a diversificação das reservas durante 2025 diante do cenário de maior incerteza econômica e geopolítica.

Nesse processo, a autoridade ampliou posições em ouro, euro e renminbi e passou a incluir também o won sul-coreano na composição da carteira.

Dólar continua sendo o principal ativo

Apesar do aumento da participação do ouro, o metal ainda representa uma parcela relativamente pequena das reservas brasileiras.

No encerramento de 2025, o ouro correspondia a 7,19% das reservas internacionais, conforme dados do relatório do Banco Central.

O dólar seguia como principal componente da carteira, com participação de 72%. Depois apareciam ouro, euro, renminbi, libra esterlina, iene, dólar canadense e dólar australiano, além de uma pequena exposição ao won sul-coreano.

Brasil mantém estoque acima de 172 toneladas

O levantamento mais recente do World Gold Council, atualizado em agosto de 2026 com dados oficiais disponíveis até março, registra o Brasil com aproximadamente 172,4 toneladas de ouro.

A base de dados reúne informações fornecidas pelo FMI, bancos centrais e outras instituições oficiais.

O número mostra que o aumento registrado entre setembro e novembro de 2025 não foi desfeito nos meses seguintes. Após permanecer por cerca de quatro anos em torno de 130 toneladas, a reserva de ouro do Brasil entrou em 2026 em um nível aproximadamente um terço superior ao anterior.

FONTE: Correio 24h
TEXTO: Redação
IMAGEM: Zlaťáky.cz / Pexels

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Economia

China amplia rede do yuan digital e autoriza mais 8 bancos a operar o e-CNY

O Banco Central da China autorizou mais oito instituições financeiras a oferecer serviços relacionados ao yuan digital, também conhecido como e-CNY. Anunciada em 17 de agosto de 2026, a nova rodada elevou para 30 o número de bancos habilitados a operar com a moeda digital chinesa.

A iniciativa faz parte da estratégia de Pequim para ampliar a presença do e-CNY no sistema financeiro e estimular sua utilização em pagamentos cotidianos. Esta é a segunda rodada de autorizações realizada em 2026 e está alinhada às diretrizes estabelecidas pelo 15º Plano Quinquenal da China.

Oito bancos entram na rede do e-CNY

Entre as novas instituições autorizadas estão três bancos nacionais de capital aberto:

  • Ping An Bank;
  • Hengfeng Bank;
  • China Bohai Bank.

Também foram incluídos cinco bancos comerciais urbanos:

  • Bank of Shanghai;
  • Bank of Hangzhou;
  • Huishang Bank;
  • Bank of Changsha;
  • Guangxi Beibu Gulf Bank.

Com a expansão, os seis grandes bancos estatais chineses e os 12 bancos nacionais de capital aberto passaram a estar habilitados a operar com o yuan digital.

Em abril, o Banco Popular da China (PBOC, na sigla em inglês) havia incorporado outras 12 instituições à rede. No início do projeto, eram 10 operadores, incluindo os principais bancos estatais e instituições privadas associadas à Tencent e ao Ant Group.

Segundo a autoridade monetária, os oito novos participantes começarão a prestar os serviços depois que concluírem os preparativos técnicos. O banco central também informou que pretende continuar ampliando a rede de operadores de acordo com a demanda do mercado.

Projeto do yuan digital alcança 26 regiões

O programa piloto do e-CNY já está presente em 26 regiões distribuídas por 17 unidades provinciais da China. A gestão do sistema fica em Pequim, enquanto Xangai concentra um centro voltado às operações internacionais.

O yuan digital é uma CBDC (moeda digital de banco central) emitida diretamente pelo Banco Popular da China. Ao contrário do bitcoin e de outras criptomoedas, o e-CNY é controlado pela autoridade monetária e mantém seu valor atrelado ao yuan.

Em 2026, novas funcionalidades aproximaram a moeda digital das características dos depósitos bancários, ampliando suas possibilidades de utilização dentro do sistema financeiro.

E-CNY avança no mercado de títulos

A expansão do yuan digital na China também chegou ao mercado de capitais. Em agosto, o Bank of Xiamen realizou a primeira emissão no país de um título financeiro verde denominado em e-CNY.

A operação movimentou 3 bilhões de yuans, com vencimento em três anos e juros de 1,6% ao ano. Os recursos serão destinados ao financiamento de projetos ambientais.

Anteriormente, em junho, o Huaihe Energy Holdings Group havia emitido um título de médio prazo de 1 bilhão de yuans relacionado a ativos de carbono, com liquidação realizada em yuan digital.

Governo amplia uso em pagamentos cotidianos

Além das aplicações financeiras, Pequim busca tornar o e-CNY mais presente na rotina dos consumidores.

O aplicativo oficial da moeda passou a disponibilizar códigos para pagamento de transporte público em oito cidades, incluindo Xangai, Chongqing e Hangzhou.

A estratégia pretende aumentar a utilização do e-CNY em pagamentos do dia a dia, complementando sua expansão dentro do sistema bancário e financeiro chinês.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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