Comércio Exterior, Evento, Finanças, Informação, Inovação, Logística, Tecnologia

NAC Bank: soluções financeiras ágeis e personalizadas para o comércio internacional 

A NAC Bank chega à Intermodal South América com o propósito de apresentar ao mercado o primeiro banco do comércio exterior, oferecendo soluções financeiras personalizadas. Como parceira do RêConecta News, a NAC Bank reafirma seu compromisso em transformar a experiência financeira de empresas e profissionais que movimentam o comércio exterior e a logística no Brasil. 

A experiência como fio condutor 

Fundada por Gilliard Silva, conhecido como Gillis, a NAC nasceu com um DNA forte no agenciamento de cargas. Ao longo de mais de 20 anos de experiência no setor, Gillis percebeu uma falha estrutural: o comércio exterior precisava de mais inovação e soluções financeiras alinhadas à sua complexidade operacional. 

Em sua experiência, Gillis percebeu que um dos principais entraves estava na falta de opções de crédito, na burocracia e nas altas taxas impostas pelos grandes bancos, que atendem o mercado de forma generalizada, tornando o fluxo de caixa um dos maiores desafios dos importadores e exportadores. “Imagine um importador que precisa antecipar US$ 500 mil para a compra de mercadorias. Ele paga o fornecedor no exterior, aguarda 30 dias de produção, depois mais 60 dias de trânsito marítimo e, ao desembarcar no Brasil, precisa arcar com impostos, frete e nacionalização, além do tempo de produção, venda e recebimento. Um fluxo médio de 180 dias.   Nesse meio tempo, não tem acesso ao capital, afetando seu fluxo de caixa e a capacidade de reinvestir no negócio. Com as soluções da NAC, esse importador pode financiar a operação, onde a própria carga se autofinancia, sem comprometer outras linhas de crédito, mantendo sua operação rodando”, explica Gillis.  

Nesse contexto a NAC Bank, surge para suprir as necessidades, dores e desafios que as instituições tradicionais não identificaram, criando soluções financeiras para importadores, exportados, agentes de carga e todo segmento. “Costumamos dizer que somos uma boutique de crédito. Devido à nossa experiência no comex, fomos desenvolvendo produtos personalizados, customizados. Dentro de uma esteira de serviços, o cliente vai poder antecipar recebíveis, usar a carga dele como garantia de crédito, ter acesso a linhas de crédito de bancos europeus; além de uma novidade para agentes de cargas, que será lançada na Intermodal”, explica o founder na NAC Bank, Gilliard Silva. 

Atendimento personalizado 

A NAC nasce justamente para mudar esse jogo. Em vez de impor barreiras, a empresa cria soluções financeiras desenhadas para o fluxo operacional real do importador e exportador, garantindo liquidez e previsibilidade sem as burocracias e exigências excessivas dos modelos tradicionais. 

Uma das principais inovações da NAC é o Cargo Equity, uma linha de crédito que rompe com os modelos tradicionais. Diferente dos financiamentos convencionais, essa solução opera com um contrato em Reais (R$), eliminando custos com hedge cambial e protegendo empresas da volatilidade do dólar — que, no último ano, teve alta de 27%. 

Outros diferenciais da linha incluem: 

​​✅​ Isenção de IOF 

​​✅​ Sem endividamento no Banco Central 

​​✅​ Sem necessidade de garantias adicionais – a própria carga financia a operação 

A NAC é a primeira instituição que oferece linhas para financiamento de máquinas importadas, com prazos estendidos de até 24 meses para pagamento,  permitindo que a indústria antecipe o financiamento antes mesmo da nacionalização. Esse é um diferencial estratégico em relação aos bancos tradicionais, que normalmente exigem a regularização completa da carga antes de liberar o crédito. 

Além disso, a NAC disponibiliza outras soluções financeiras, como crédito com garantia em imóvel e antecipação de recebíveis, ampliando as possibilidades para empresas que buscam capital de giro e maior flexibilidade nas operações de comércio exterior. 

Nos encontramos no estande G100!  

SAIBA MAIS SOBRE A NAC: https://nacdigital.com.br/ 

PARTICIPE DA INTERMODAL: https://www.intermodal.com.br/pt/home.html 

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Comércio, Comércio Exterior, Mercado Internacional, Negócios

“Produção publicitária do Brasil bate recorde de exportação em 2024”

País exportou US$ 54,7 milhões em produções publicitárias, alta de 7% em relação a 2023; previsão para 2025 é repetir o desempenho do ano passado.

Brasil bate recorde de exportações de produções publicitárias em 2024, chegando a US$ 54,7 milhões — 7% a mais que em 2023. Os dados foram divulgados pela FilmBrazil, plataforma de internacionalização da Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais (APRO).

Os números vêm sendo acompanhados desde 2017 em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Segundo Marianna Souza, presidente da APRO e gestora executiva da FilmBrazil, o recorde reflete uma combinação de qualidade reconhecida internacionalmente, receptividade global ao conteúdo audiovisual brasileiro e um câmbio favorável.

As expectativas para 2025 são de repetir os resultados de 2024, apesar do forte momento vivido pelo Brasil após a vitória do Oscar de Melhor Filme Internacional com “Ainda Estou Aqui”. A projeção cautelosa se deve principalmente aos Estados Unidos — principal mercado de exportação de projetos publicitários do Brasil em 2024, com 18% —, que desencadearam um conflito comercial global ao impor novas tarifas sobre produtos importados.

“A decisão do presidente Trump acendeu um sinal amarelo para o setor. No entanto, como o Brasil tende a favorecer o diálogo, acredito que a perspectiva de longo prazo continua positiva. Podemos enfrentar obstáculos no curto prazo, mas podemos ganhar participação de mercado lá na frente,” disse Marianna Souza ao Valor.

Ela acrescentou que a incerteza quanto aos orçamentos de publicidade já começa a aparecer. As marcas começaram a perceber que a demanda dos EUA pode encolher, o que as leva a questionar se vale a pena manter os investimentos publicitários planejados para o ano.”

Para mitigar possíveis impactos, a APRO planeja estreitar laços com países asiáticos e ampliar as exportações para a região. No entanto, a competitividade ainda é um obstáculo. Diferente de países como o Uruguai, o Brasil não oferece reembolsos fiscais aos produtores, o que encarece as produções brasileiras. “Falta esse tipo de incentivo,” observou Marianna. Outro desafio é a ausência de regulamentação para plataformas de streaming no país.

Marianna elogiou a abordagem estratégica de longo prazo da Coreia do Sul. Há pouco tempo, poucas pessoas conheciam a cultura coreana. Aí veio o Oscar de Parasita, e hoje seguimos seus dramas e bandas de pop. A produção audiovisual deve ser tratada como uma política de Estado, pois impulsiona o crescimento econômico.”

Fonte: Valor International

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Comércio, Comércio Exterior, Mercado Internacional, Negócios

A China consegue combater a deflação e as tarifas de Trump ao mesmo tempo?

A China está enfrentando um duplo golpe: uma deflação corrosiva e tarifas que ameaçam bloquear o comércio. Os trabalhadores chineses serão as maiores vítimas.

Dezenas de entregadores com uniformes amarelos e azuis se aglomeravam em torno de uma rua de lanches no centro de Xangai, à espera do próximo pedido. Muitos disseram que o trabalho era temporário, uma forma de quitar dívidas ou preencher o tempo até conseguir um emprego melhor remunerado.

Para os trabalhadores chineses, a segurança financeira está mais distante do que nunca. Eles estão presos em um ciclo de deflação. Os preços persistentemente baixos de tudo — de ovos a refeições entregues — reduziram os lucros das empresas, corroendo também os ganhos dos trabalhadores. Todos estão gastando menos, o que pressiona os preços ainda mais para baixo.

Uma dura guerra comercial com os Estados Unidos é a última coisa que qualquer um queria, especialmente os formuladores de políticas, que vêm fracassando em conter a queda dos preços. Isso ameaça tornar as coisas ainda mais difíceis para os centenas de milhões de trabalhadores da China.

Cao Zhi, de 27 anos, deixou seu emprego mal remunerado vendendo seguro de carro para entrar na plataforma de entregas Ele.me há quatro anos, em Xangai. Ele disse que agora precisa trabalhar pelo menos uma hora extra por dia para levar para casa o mesmo que ganhava quando começou.
Segundo ele, muitos amigos passaram pela mesma perda de renda.

“Eu sinto que isso é geral,” disse Cao, que está tentando quitar um financiamento de carro em sua cidade natal, na província central de Shanxi.

O governo chinês vem enfrentando a deflação há vários anos — um efeito colateral perverso da crise no setor imobiliário, que está paralisando boa parte da atividade econômica. A grande exceção tem sido a manufatura, com fábricas produzindo muito mais do que os consumidores chineses conseguem comprar. Esses bens, como eletrônicos e roupas, são enviados para o exterior, para países como os Estados Unidos. As exportações representaram quase um terço do crescimento econômico da China no ano passado.

Agora, Pequim precisa enfrentar os Estados Unidos — seu maior comprador — que está insatisfeito com o pouco que a China importa de lá. A disputa se intensificou na semana passada, quando o presidente Trump impôs uma tarifa mínima de 145% sobre todos os produtos chineses, tornando praticamente impossível exportá-los para os EUA.

“Isso piora uma situação que já era ruim,” disse Christopher Beddor, vice-diretor de pesquisa sobre a China na Gavekal Dragonomics. “A economia já vem lidando com um choque deflacionário há anos, e agora mais um está prestes a acontecer.”

A economia chinesa cresceu de forma constante no início do ano, impulsionada por um salto nas exportações antes da imposição das restrições comerciais. Mas economistas estimam que as exportações logo cairão para o nível mais baixo desde a crise financeira de 2008.
“A guerra comercial vai deixar algum tipo de buraco na economia,” disse Beddor.

Os preços ao consumidor em março caíram 0,1% em relação ao ano anterior — o segundo mês consecutivo de queda — e os preços ao produtor caíram 2,5%. Embora tenha havido alguns meses fora da curva, os preços vêm caindo há seis trimestres consecutivos.

Uma forma de combater a deflação seria estimular o consumo interno, que responde por cerca de 39% do crescimento da China — significativamente menos que a média das grandes economias. Mas as medidas adotadas por Pequim até agora — principalmente subsídios como a troca de bens antigos por novos — mal fizeram diferença. Nesta semana, duas das plataformas de comércio eletrônico mais populares da China, Tencent e Douyin, anunciaram que ajudariam empresas voltadas à exportação a se promoverem junto aos consumidores chineses.

Pequim vem lutando contra as pressões da deflação desde a política de “Covid zero”, que afetou o otimismo das empresas e o apetite do consumidor por gastar. E o colapso do setor imobiliário apagou boa parte do patrimônio líquido de muitas famílias chinesas, que tradicionalmente colocavam a maior parte de suas economias em imóveis. As demissões no setor, que já representou um terço da economia, são impressionantes.

Wang Longhe, um operário da construção e encanador da província de Liaoning, no nordeste da China, recentemente viajou cerca de 2.600 quilômetros até a cidade de Zhongshan, no sul, para um trabalho de dois dias ajudando a construir um aquário. Quase todos os projetos de construção no nordeste do país haviam sido interrompidos, disse ele.
Quando os tempos eram bons, Wang dizia que podia ganhar até US$ 13.600 por ano. Agora, com sorte, consegue metade disso.

“Não há muitos empregos, praticamente nenhum trabalho, e agora, na nossa cidade natal no nordeste, quem trabalhava na nossa área está em casa,” disse Wang, de 56 anos, enquanto fazia uma pausa.

“Eu vou vivendo um dia de cada vez,” disse ele. “A vida está apertada, ganhar dinheiro está difícil, e não dá para pensar no futuro.”

O número de pessoas que optam por trabalhar como entregadores ou motoristas de aplicativo cresceu rapidamente nos últimos anos, à medida que mais pessoas foram demitidas e pequenos negócios faliram. Já havia 200 milhões de pessoas na economia informal em 2020, segundo dados citados pelo ex-premiê Li Keqiang. A guerra comercial pode acelerar essa tendência. Até 20 milhões de trabalhadores podem perder seus empregos por causa da queda repentina das exportações da China para os Estados Unidos, segundo estimativa do Goldman Sachs.

Com mais trabalhadores entrando na economia informal, os empregos ficam mais difíceis de encontrar e os salários mais baixos. O governo está pressionando empresas como JD.com e Meituan, cujos aplicativos são plataformas para trabalhos de entrega, a oferecer benefícios como aposentadoria e seguro.

Chen Xiaolan trabalhou por uma década em uma fábrica de compressores de ar-condicionado antes de se mudar para Pequim e se tornar motorista da Didi, a principal plataforma de transporte por aplicativo da China. Chen, de 38 anos, se considera sortudo por ter o carro com o qual trabalha. Costuma fazer jornadas de 12 horas, seis dias por semana. Quem aluga carro, segundo ele, precisa trabalhar sete dias por semana.

Recentemente, o movimento diminuiu, disse Chen. “Agora não está fácil; há mais carros e menos corridas.”

Mas hoje em dia não há muitas alternativas ao trabalho informal.

Liu Mingdong, um entregador da Ele.me, tentou administrar seu próprio negócio vendendo ferragens online por três anos. Mas encontrou mais concorrência e menos compradores.

“Nem sei se ganhei algum dinheiro,” disse Liu, de 36 anos, que chegou a Xangai em março e começou a trabalhar na Ele.me dois dias depois.

“Acho que,” ele completou, “eu não tive sorte.”

Fonte: The New York Times

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Comércio, Comércio Exterior, Internacional, Negócios, Sustentabilidade

UE reduz exigências de regra contra desmatamento para importadores

Bloco decidiu flexibilizar o número de documentos que empresas precisarão apresentar para importar produtos como café, soja e carne bovina

União Europeia decidiu flexibilizar parte das regras para conter o desmatamento em todo o mundo, tornando mais fácil para os importadores provarem que obtiveram os documentos necessários.

A Comissão Europeia, órgão executivo do bloco, informou na terça-feira (15) que as empresas poderão apresentar declarações de A Comissão também flexibilizou as obrigações para que as empresas verifiquem o cumprimento das regras por parte de fornecedores abaixo de sua cadeia de suprimentos.

O esforço da UE para reduzir o desmatamento, não apenas no bloco, mas em países como o Brasil, tornou-se um dos elementos mais controversos dos planos do Green Deal do bloco. anualmente, em vez de fazer isso a cada carga importada.

A legislação – que visa combater o desmatamento em produtores de commodities como cafécacausoja e carne bovina – tem sido criticada por seu alcance global e pela burocracia que impõe aos agricultores e importadores.

“Nosso objetivo é reduzir a burocracia para as empresas e, ao mesmo tempo, preservar os objetivos do regulamento”, disse Jessika Roswall, comissária de meio ambiente da UE. “Estamos comprometidos com a implementação das regras da UE sobre o desmatamento.”

As medidas devem resultar em uma redução de 30% nos custos administrativos, disse a comissão.

Após meses de pressão, em outubro, a UE adiou a implementação das regras em um ano, de modo que agora elas entrarão em vigor no final de 2025.

A comissão deve classificar os países de acordo com seu nível de risco de desmatamento até o final de junho.

Fonte: Bloomberg Línea

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Comércio Exterior, Economia, Evento, Inovação, Logística, Tecnologia

GH Solucionador Logístico e RêConecta: parceria estratégica para inovação e soluções logísticas de excelência na Intermodal

A GH Solucionador Logístico, com 14 anos de história e presença consolidada no setor logístico brasileiro, dará um passo importante em sua jornada ao participar pela primeira vez como expositor na Intermodal South America. A empresa, que nasceu no coração de Itajaí, Santa Catarina, e atualmente está presente em nove estados, escolheu o estande G100, do RêConecta News, para reforçar sua atuação e destacar seu compromisso com soluções logísticas inovadoras e de alta qualidade.

Com uma proposta focada em transformar o transporte rodoviário de cargas, a GH Solucionador Logístico se consolida como um operador logístico completo, oferecendo soluções personalizadas que integram toda a cadeia de suprimentos. Seja através da gestão eficiente de transportes, armazenagem estratégica ou consultoria especializada, a GH proporciona segurança, agilidade e eficiência para atender às demandas do mercado com excelência.

A participação da GH na Intermodal, em parceria com o RêConecta, reforça sua posição como referência no setor. A empresa vem ampliando sua visibilidade nacional, demonstrando sua evolução como um solucionador logístico completo, alinhado às melhores práticas de sustentabilidade e segurança. “A nossa participação na Intermodal é estratégica e faz parte do nosso reposicionamento de marca. Queremos mostrar nossa evolução como solucionadores logísticos e nosso compromisso com a excelência no atendimento”, destaca João Pedro Mattos, Diretor Corporativo da GH. 

Legado e cultura baseados nas pessoas

Ao longo de sua trajetória, a GH se consolidou não apenas pela qualidade de seus serviços, mas também pela sua cultura organizacional, que prioriza as pessoas e a colaboração entre equipes. A empresa criou grupos de liderança responsáveis por cuidar da cultura interna, com foco no crescimento conjunto e na valorização de cada colaborador. Atualmente são cerca de 200 colaboradores. “O que temos de mais forte é a nossa relação com as pessoas. Criamos grupos de liderança responsáveis por preservar e promover nossa cultura, de cima para baixo. Como viemos do mercado, aqui não há divisões entre setores; todos trabalham unidos em prol do crescimento individual e coletivo da empresa,” destaca José Roberto Neves, CEO da GH.

Sustentabilidade e segurança

A sustentabilidade e a segurança também são fundamentais na operação da GH. A empresa adota práticas que respeitam o meio ambiente e garantem a segurança de suas operações, com ações contínuas para minimizar impactos ambientais e garantir a saúde ocupacional de seus colaboradores. A excelência operacional é outro ponto forte da empresa, que investe constantemente em novas tecnologias e processos para garantir a eficiência e a confiabilidade de seus serviços. 

A GH, com sua frota moderna e equipe capacitada, continua a se destacar no setor de transporte rodoviário de cargas, oferecendo soluções personalizadas e de alta qualidade, que atendem e superam as expectativas de seus clientes. São mais de 60 veículos. Agora, com a participação na Intermodal, a empresa reafirma seu compromisso com a inovação e com a evolução do mercado logístico, consolidando sua posição como um dos principais nomes do setor.

A GH Solucionador Logístico chega à Intermodal com o objetivo de expandir sua rede de contatos e fortalecer sua marca no mercado nacional, ao lado do ReConecta News, trazendo à tona seu diferencial: soluções logísticas integradas, inovadoras e com um olhar humano, sustentável e focado na qualidade.

Venha nos visitar no estande G100. 

Saiba mais sobre a GH Solucionador Logístico: https://ghlogistica.com.br/ 

Faça sua inscrição: https://www.intermodal.com.br/ 

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Comércio, Comércio Exterior, Greve, Logística

Transportadoras paralisam atividades e ameaçam protestos contra calote dos Correios

São Paulo sofreu nesta terça-feira (16) com operações logísticas praticamente paralisadas. Imagens divulgadas (como a em destaque na matéria) mostram unidades dos Correios com veículos estacionados em frente às garagens e centros de distribuição, como o CDD Vila Maria, na Marginal Tietê, totalmente travado.

Segundo fontes, cerca de 80% dos serviços de entrega foram interrompidos na cidade.

O motivo da paralisação seria o não pagamento por parte dos Correios a transportadoras contratadas para serviços terceirizados de entrega.

Empresas afirmam que enfrentam atrasos de até 60 dias para receber pelos serviços prestados, o que tem levado a sérias dificuldades financeiras e à interrupção das atividades.

“Se não pagarem hoje amanhã tem manifestações”, relata uma fonte ao Diário do Poder.

Crise à vista

Como mostrou a Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder, a situação vem se agravando nas últimas semanas e já chegou à Justiça. Empresários do setor acionaram a 17ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal cobrando débitos da estatal.

Uma das ações — que corre sob segredo de Justiça — cobra R$ 395,9 mil em valores atrasados. A Justiça deu prazo de 15 dias para que os Correios efetuem o pagamento, sob pena de paralisação autorizada dos serviços.

No Acre, outra transportadora também comunicou oficialmente a suspensão das atividades. A empresa relata que há uma fatura de R$ 200 mil em aberto, sem qualquer previsão de pagamento pelos Correios.

Silêncio da estatal

Até o momento, os Correios não se pronunciaram oficialmente sobre os atrasos nos pagamentos ou a paralisação em curso. A reportagem entrou em contato com a estatal e aguarda posicionamento.

Internamente, os Correios enfrenta um cenário delicado, com queda na receita e dificuldade para honrar compromissos financeiros, o que tem comprometido parcerias com empresas terceirizadas fundamentais para a operação.

Fonte: Diário do Brasil

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Comércio, Comércio Exterior, Internacional, Mercado Internacional, Negócios, Notícias

EUA confirmam novas restrições à exportação de chips Nvidia e AMD

Governo acrescentou estar “comprometido em agir de acordo com a diretriz do presidente Trump para salvaguardar nossa segurança nacional e econômica”

governo dos Estados Unidos afirmou que exigirá licenças de exportação para alguns chips de inteligência artificial (IA) fabricados pela Nvidia e pela AMD.

“O Departamento de Comércio está emitindo novos requisitos de licenciamento de exportação para o NVIDIA H20AMD MI308 e seus equivalentes”, afirmou o departamento em um comunicado.

O governo acrescentou estar “comprometido em agir de acordo com a diretriz do presidente Trump para salvaguardar nossa segurança nacional e econômica”.

Fonte: CNN Brasil

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Comércio, Comércio Exterior, Internacional, Mercado Internacional, Negócios, Notícias

Comunidade TC: guerra comercial entre EUA e China segue pautando mercado

Decisões de Trump sobre tarifas e resposta chinesa geram volatilidade nas bolsas; setores de tecnologia e automobilístico são mais afetados

A guerra comercial entre Estados Unidos e China continua a influenciar significativamente os mercados financeiros globais, com recentes desenvolvimentos gerando tanto otimismo quanto preocupação entre investidores.

No início da semana, os Estados Unidos anunciaram uma isenção temporária de taxas para produtos de tecnologia importados da China, incluindo smartphones e chips.

Esta medida foi vista como um sinal positivo, potencialmente reduzindo as tarifas médias americanas, aliviando assim pressões inflacionárias sobre empresas e consumidores.

Setor automobilístico em foco

O setor automobilístico também entrou no radar dos investidores após Trump sinalizar possíveis isenções temporárias. Ações de montadoras como General Motors, Ford e Stellantis (controladora da Chrysler) registraram altas significativas.

Entretanto, a China não demorou a retaliar. Notícias de que o país asiático estaria vetando a compra de novos aviões da Boeing por empresas chinesas causaram queda nas ações da fabricante americana. Por outro lado, a concorrente Embraer se beneficiou.

Negociações e expectativas

A China indicou estar aberta a negociações com os Estados Unidos, desde que a administração Trump adote uma postura mais “respeitosa e coerente”. Jamie Dimon, presidente do JP Morgan, sugeriu que o secretário do Tesouro, Scott Bassett, poderia ser o “adulto na sala” para resolver a situação.

Para os investidores, a volatilidade resultante dessa disputa comercial apresenta tanto riscos quanto oportunidades. A atenção do mercado permanece focada em cada declaração de Trump e nas respostas da China, na esperança de que um acordo possa ser alcançado para reduzir as tensões globais.

*O TradersClub (TC), maior rede social de investidores e traders da América Latina, é parceiro do CNN Money

Fonte: CNN Brasil

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Heineken supera expectativas de receita em meio a preocupações com tarifas

Desempenho positivo foi impulsionado pelo crescimento nos mercados da África, Oriente Médio e Ásia-Pacífico

Heineken divulgou um crescimento de receita acima das expectativas do mercado e manteve sua previsão para o ano, mas alertou sobre um cenário volátil entre consumidores e os riscos geopolíticos decorrentes da incerteza em torno das tarifas.

empresa reportou um aumento de 0,9% na receita líquida orgânica no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado. Analistas previam uma queda de 0,6%, segundo o consenso compilado pela companhia.

O desempenho positivo foi impulsionado pelo crescimento nos mercados da África, Oriente Médio e Ásia-Pacífico, que compensou as quedas nas Américas e na Europa.

A Heineken manteve sua previsão de crescimento orgânico de 4% a 8% no lucro operacional ajustado em 2025, indicador que exclui itens excepcionais e pontuais.

A meta está alinhada à estimativa média dos analistas, de 5,8%, segundo o consenso da própria empresa.

receita total da Heineken no primeiro trimestre foi de 7,78 bilhões de euros, abaixo dos 8,18 bilhões de euros registrados no mesmo período do ano passado. O volume de cerveja caiu 2,1% em relação ao ano anterior, desempenho melhor que a expectativa de queda de 2,9%.

A retração foi atribuída a uma base de comparação elevada e a fatores técnicos, como menos dias úteis e o calendário da Páscoa e do feriado do Tet no Vietnã, que a empresa já havia mencionado.

A cervejaria holandesa, que é dona de marcas como Amstel, Birra Moretti e Heineken, afirmou que os recentes ajustes nas tarifas e os possíveis aumentos criam mais incerteza e podem impactar o consumo.

No primeiro trimestre, antes do anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o plano tarifário, o aumento no volume de vendas das marcas premium da Heineken.

E os reajustes de preços ajudaram a empresa a registrar um crescimento orgânico de receita, contrariando a expectativa de queda.

Assim como outras cervejarias, a Heineken produz mais de 95% de seus produtos localmente, o que a torna menos exposta aos efeitos diretos de uma guerra comercial.

No entanto, o setor pode sentir impactos indiretos, como queda na confiança do consumidor e aumento nos custos de insumos.

Fonte: CNN Brasil

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Comércio Exterior, Internacional, Mercado Internacional, Negócios, Notícias, Tributação

Powell alerta sobre riscos das tarifas de Trump para objetivos do Fed

Presidente do Fed indica que guerra comercial pode criar cenário desafiador semelhante à estagflação dos anos 1970, com tensões entre controle da inflação e manutenção do emprego

O conflito comercial do presidente Donald Trump pode colocar o Federal Reserve em uma situação difícil que não se via há cerca de meio século, disse o presidente Jerome Powell na quarta-feira (16).

“O nível dos aumentos tarifários anunciados até agora é significativamente maior do que o previsto“, disse o chefe do banco central em comentários preparados para um evento organizado pelo Clube Econômico de Chicago.

“Podemos nos encontrar no cenário desafiador em que nossos objetivos de duplo mandato estão em tensão”.

O Fed é responsável por promover o pleno emprego e manter a inflação sob controle, mas as tarifas de Trump ameaçam ambos os objetivos.

Por enquanto, no entanto, a economia dos EUA permanece em boa forma, de acordo com os dados mais recentes, permitindo que o Fed seja paciente.

Powell disse que a melhor ação do Fed no momento é manter-se estável até que os dados mostrem claramente como a economia dos EUA está respondendo às políticas de Trump.

Outros funcionários do Fed disseram o mesmo em discursos recentes, afirmando que podem alterar as taxas em qualquer direção, dependendo do que a economia necessitar.

Mas é apenas uma questão de tempo até que as tarifas de Trump estimulem a inflação, aumentem o desemprego e enfraqueçam o crescimento econômico, segundo a maioria dos economistas.

Especialmente se as enormes tarifas “recíprocas” que entraram em vigor brevemente em 9 de abril forem reestabelecidas. Trump adiou esse aumento histórico nos impostos de importação até julho.

Até agora, Trump impôs tarifas de 25% sobre alumínio e aço, tarifas de 25% sobre produtos do México e Canadá que não estão em conformidade com um acordo de livre comércio, uma taxa massiva de 145% sobre importações chinesas.

Uma tarifa de 25% sobre carros, com tarifas separadas sobre autopeças previstas para uma data posterior e tarifas base de 10% sobre todas as importações dos EUA.

A administração também introduziu isenções temporárias para alguns produtos eletrônicos, e Trump disse que tarifas separadas provavelmente virão para semicondutores, produtos farmacêuticos, cobre e madeira.

Nas décadas de 1970 e início de 1980, a economia dos EUA sofreu períodos de alto desemprego e inflação de dois dígitos, uma combinação problemática conhecida como “estagflação”.

Na época, sob a liderança do presidente do Fed Paul Volcker, o Fed priorizou o combate à inflação, mesmo que isso significasse infligir alguma dor econômica.

A economia dos EUA parece estar caminhando nessa direção, de acordo com a maioria das previsões, mas não está claro se chegará totalmente a esse ponto.

O presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, disse na semana passada em um evento em Nova York que as tarifas de Trump estão colocando o banco central na mesma situação difícil.

“Uma tarifa é como um choque negativo de oferta. Isso é um choque estagflacionário, o que significa que piora ambos os lados do mandato duplo do Fed ao mesmo tempo”, disse ele.

“Os preços estão subindo enquanto empregos estão sendo perdidos e o crescimento está diminuindo, e não há um manual genérico sobre como o banco central deve responder a um choque estagflacionário”.

Powell disse que se a estagflação se tornar realidade, “consideraríamos o quão distante a economia está de cada objetivo e os horizontes temporais potencialmente diferentes sobre os quais essas respectivas lacunas seriam antecipadas para fechar”.

“Entendemos que níveis elevados de desemprego ou inflação podem ser prejudiciais e dolorosos para comunidades, famílias e empresas”, disse ele.

Vários funcionários do Fed disseram que o banco central deve manter um olho atento na percepção das pessoas sobre os preços, que se deteriorou com base na pesquisa de consumidores da Universidade de Michigan, que é acompanhada de perto.

Não está claro em que ponto as expectativas crescentes de inflação provocariam qualquer ação do Fed e quais seriam essas ações.

E a inflação, embora substancialmente abaixo do pico de quatro décadas atingido em junho de 2022, ainda está ligeiramente acima da meta de 2% do Fed, o que significa que o Fed tem menos motivos para retomar os cortes nas taxas de juros.

Mas por enquanto, a maioria dos funcionários parece concordar que é melhor esperar que qualquer evidência apareça nos dados.

“Este é um conjunto difícil de riscos para a política monetária navegar”, disse a presidente do Fed de Cleveland, Beth Hammack, na quarta-feira em um evento em Columbus, Ohio.

“Dado o ponto de partida da economia, e com ambos os lados de nosso mandato sob pressão, há um forte argumento para manter a política monetária estável a fim de equilibrar os riscos provenientes de uma inflação ainda elevada e um mercado de trabalho em desaceleração”.

“Quando a clareza é difícil de obter, esperar por dados adicionais ajudará a informar o caminho à frente”, acrescentou ela.

Fonte: CNN Brasil

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