Trafico

Receita Federal apreende 366 kg de cocaína escondidos em carga de café no Porto de Santos

A Receita Federal interceptou, na quarta-feira (30 de setembro), uma carga com 366 kg de cocaína que seria enviada ao exterior pelo Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

A droga foi localizada durante uma operação de rotina de vigilância e repressão aduaneira realizada por equipes da Alfândega de Santos.

Cocaína estava escondida em carga de café

A droga foi encontrada em meio a um carregamento de 77 toneladas de café, distribuído em sacas e acondicionado em quatro contêineres.

De acordo com a Receita Federal, um dos contêineres apresentava sinais de contaminação. Os tabletes de cocaína estavam ocultos de forma planejada no interior de 20 sacas de café.

Os documentos apresentados para a exportação indicavam que os contêineres seriam transportados para o Porto de Barcelona, na Espanha.

Polícia Federal fará perícia e investigação

Após a confirmação da presença da droga, a Polícia Federal foi acionada para assumir os procedimentos de polícia judiciária da União.

Também caberá à corporação realizar a perícia no local, com o objetivo de reunir elementos que possam auxiliar na investigação.

O caso será apurado por meio de inquérito policial, que deverá investigar as circunstâncias relacionadas à tentativa de envio da cocaína ao exterior.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

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Internacional

Rota Bioceânica: integração contra o crime organizado é desafio para liberar cargas

Com previsão de entrar em operação em 2028, a Rota Bioceânica deverá ampliar as conexões comerciais entre o Brasil e os países vizinhos, criando novas oportunidades para as exportações e para o agronegócio de Mato Grosso do Sul. Ao mesmo tempo, a abertura do corredor aumenta a preocupação dos órgãos de controle com a possibilidade de uso da nova ligação por organizações envolvidas no tráfico internacional.

Para a Receita Federal, o principal desafio será conciliar a agilidade necessária ao transporte de mercadorias com mecanismos capazes de impedir a entrada e a circulação de cargas ilícitas. A estratégia envolve maior integração entre instituições brasileiras e cooperação com os países que farão parte do corredor.

Integração entre órgãos é considerada essencial

O superintendente substituto da 1ª Região Fiscal da Receita Federal, Erivelto Alencar, defende que a integração entre os órgãos de segurança e fiscalização seja estabelecida também no nível estratégico das instituições.

Segundo ele, a Receita já firmou um protocolo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Ministério Público Federal (MPF), mas a experiência precisa ser ampliada nacionalmente.

“A gente precisa disso nacionalmente: integrar as instituições para que a diretriz venha de cima para baixo.”

A 1ª Região Fiscal da Receita Federal tem sede em Brasília e abrange Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.

De acordo com Alencar, as equipes que atuam em alfândegas e rodovias já compartilham informações de inteligência e fiscalização para identificar cargas de drogas e contrabando. A avaliação, porém, é que a integração não pode depender apenas de iniciativas na ponta.

A proposta envolve uma atuação coordenada entre Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal, com diretrizes definidas pelas instâncias superiores do governo.

Facções podem acompanhar novo fluxo comercial

A preocupação também está relacionada à capacidade de adaptação e ao poder financeiro das organizações criminosas.

Alencar afirma que facções como PCC e Comando Vermelho são monitoradas diante da criação do novo corredor. Ele ressalva, porém, que não há evidência concreta, até o momento, de ligação entre empresas interessadas em operar na Rota Bioceânica e o crime organizado.

A avaliação da Receita é preventiva. Com a alteração do fluxo de mercadorias, organizações que já atuam no tráfico internacional podem tentar utilizar a nova infraestrutura para transportar produtos ilícitos.

“Naturalmente o crime também vai se movimentar e, pela dinâmica, também vai tentar entrar com mercadorias ilícitas e principalmente entorpecente por Porto Murtinho. Nós temos essa preocupação.”

Cocaína não é a única fonte de renda

A cocaína continua sendo apontada como um dos principais produtos movimentados pelo tráfico, mas, segundo Alencar, as facções ampliaram o leque de atividades.

Além de entorpecentes, organizações criminosas passaram a atuar com produtos como eletrônicos, cigarros, medicamentos e produtos destinados ao emagrecimento.

Na avaliação do representante da Receita, o objetivo central dessas atividades é ampliar a capacidade financeira das organizações.

“O crime organizado está preocupado em manter o poder dele, de fato, mas o que eles querem é dinheiro.”

Poder financeiro cria vantagem para o crime

Outro obstáculo apontado pela Receita está na diferença de capacidade financeira entre o Estado e as organizações criminosas.

Alencar observa que uma organização pode adquirir rapidamente veículos e outros recursos necessários para transportar drogas, enquanto os órgãos públicos precisam seguir processos de licitação e depender da disponibilidade orçamentária.

Por isso, segundo ele, o enfrentamento ao crime organizado precisa envolver diferentes instituições. Uma atuação isolada não seria suficiente para combater grupos com elevada capacidade econômica.

Fiscalização deve combinar inteligência e gestão de risco

A estratégia da Receita Federal para a Rota Bioceânica combina fiscalização de fronteira, inteligência e investigação financeira.

A apreensão de uma carga ilegal é considerada apenas uma etapa do trabalho. As informações obtidas durante uma operação podem ajudar a identificar os responsáveis pelo transporte, chegar às organizações e alcançar seus líderes.

“Não adianta só desmantelar ali o atravessador, a pessoa que está transportando, mas sim os líderes das organizações criminosas que cometem diversos ilícitos.”

A Receita já conta com equipes especializadas em inteligência e investigação. Alencar cita como exemplo uma operação contra o contrabando de perfumes que começou com a apreensão de R$ 10 milhões em mercadorias e, a partir dos dados obtidos, permitiu identificar R$ 300 milhões em movimentações financeiras relacionadas a uma organização criminosa.

Sistemas aduaneiros devem antecipar informações

Para o início das operações da nova rota, a Receita aposta também na gestão de risco aduaneiro e no compartilhamento internacional de dados.

A proposta é receber informações sobre as cargas antes de sua chegada ao Brasil. Com esses dados, os sistemas podem identificar operações consideradas de maior risco e direcioná-las para fiscalização.

O sistema Sintia, utilizado para o intercâmbio internacional de informações, permitirá às aduanas acessar antecipadamente dados sobre mercadorias que circulam pelo Mercosul e pela Rota Bioceânica.

Na prática, uma carga que saia da China, passe pelo porto de Iquique, no Chile, e tenha o Brasil como destino poderá ser analisada antes de chegar ao território brasileiro. Dessa forma, a fiscalização poderá concentrar esforços nas operações que apresentarem sinais de risco, sem a necessidade de parar todos os veículos.

Segundo Alencar, mais de 99% dos operadores atuam de forma regular. Por isso, uma fiscalização seletiva é considerada necessária para evitar impactos desnecessários sobre o comércio internacional.

“Nós não temos como parar cem por cento das cargas.”

Integração entre países ainda é desigual

Um dos pontos de atenção é o nível de integração dos sistemas aduaneiros dos países envolvidos.

De acordo com Alencar, os sistemas da Receita Federal brasileira apresentam mais de 99% de integração com o Sintia. Paraguai e Chile, entretanto, ainda estão em um estágio inferior nesse processo.

Para a Receita, a eficiência da gestão de risco dependerá também da evolução dos sistemas dos demais países. A avaliação é que não basta o Brasil possuir mecanismos avançados de controle se os parceiros do corredor não adotarem estruturas semelhantes.

Centro de Controle de Fronteira é ponto de atenção

Além dos sistemas de informação, a estrutura física de fiscalização é considerada estratégica para o funcionamento da Rota Bioceânica.

O Centro Integrado de Controle de Fronteira, que deverá funcionar em território brasileiro com participação do Paraguai, ainda não começou a ser construído.

A estrutura é vista como um dos pontos importantes para integrar as ações de controle na fronteira e acompanhar o aumento esperado no fluxo de mercadorias.

Rota Bioceânica amplia desafios de segurança

A expectativa da Receita é que as organizações criminosas tentem explorar o novo corredor assim que o fluxo comercial estiver consolidado. Por isso, o controle não deverá se limitar à apreensão de cargas nas fronteiras.

A estratégia defendida envolve integração institucional, cooperação internacional, inteligência, gestão de risco e rastreamento financeiro. O objetivo é dificultar não apenas o transporte de mercadorias ilícitas, mas também a atuação das estruturas que financiam e coordenam essas operações.

Especialistas citados na discussão sobre segurança apontam que falhas de integração entre órgãos públicos e fragilidades na atuação estatal contribuíram para a expansão de organizações como PCC e Comando Vermelho. Esses grupos passaram a diversificar suas atividades e a movimentar recursos em setores da economia formal, inclusive no mercado financeiro.

FONTE: Campo Grande News
TEXTO: Redação
IMAGEM:  Toninho Ruiz

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Trafico

Receita Federal apreende 98,5 quilos de cocaína em terminal de Paranaguá

A Receita Federal apreendeu 98,5 quilos de cocaína durante uma operação realizada na tarde de quarta-feira (2), em um terminal privado de Paranaguá, no litoral do Paraná. A carga foi identificada com apoio de scanner, ações de inteligência e cruzamento de informações.

Cocaína estava escondida em cilindros de metal

A droga foi encontrada escondida dentro de roletes cilíndricos de metal, distribuída em 90 tabletes. Para confirmar a suspeita, os agentes precisaram utilizar furadeiras e perfurar as estruturas.

Após a identificação do material, o Corpo de Bombeiros foi acionado para realizar o corte dos cilindros e permitir a retirada da droga.

Contêiner tinha destino na África do Sul

Segundo a Receita Federal, o contêiner com a cocaína tinha como destino o Porto de Durban, na África do Sul. O terminal é considerado o maior e mais movimentado porto de cargas e contêineres do continente africano.

A operação faz parte das ações de fiscalização e combate ao tráfico internacional de drogas realizadas em áreas portuárias.

Droga foi encaminhada à polícia

Depois da apreensão, os 98,5 quilos de cocaína foram entregues à polícia judiciária competente, que ficará responsável pelos procedimentos de investigação relacionados ao caso.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

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Trafico

Receita Federal apreende 16,5 quilos de cocaína em contêiner no Porto de Paranaguá

A Receita Federal apreendeu 16,5 quilos de cocaína durante uma operação realizada na manhã de sexta-feira (14), em um terminal privado de Paranaguá, no litoral do Paraná. A droga estava dividida em 15 tabletes e foi encontrada com o auxílio de um scanner e do cão de faro Falcon.

Cocaína estava escondida em contêiner refrigerado

Os agentes localizaram os entorpecentes escondidos no condensador de um contêiner refrigerado que transportava legalmente uma carga de frango congelado.

A estrutura utilizada para ocultar a droga chamou a atenção durante a fiscalização e levou à localização dos 15 tabletes de cocaína.

Carga tinha destino internacional

Segundo a apuração, o contêiner faria um transbordo no Porto de Valência, na Espanha. O terminal espanhol seria utilizado como escala antes do prosseguimento da viagem marítima.

O destino final da carga era o Porto de Mersin, no sul da Turquia. De lá, o contêiner seguiria posteriormente para o Iraque.

A rota internacional e a forma de ocultação da droga fazem parte da investigação sobre o transporte do tráfico internacional de drogas.

Droga foi encaminhada à polícia

Após a apreensão, a cocaína apreendida foi entregue à autoridade de polícia judiciária competente, que ficará responsável pelos procedimentos de investigação e demais medidas legais relacionadas ao caso.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Trafico

Receita Federal apreende 36,5 quilos de cocaína em contêiner no Porto de Paranaguá

A Receita Federal apreendeu 36,5 quilos de cocaína durante uma operação realizada na manhã de terça-feira (11), em um terminal privado de Paranaguá, no litoral do Paraná. A ação resultou na localização de 30 tabletes de droga escondidos em um contêiner.

A carga ilícita foi identificada com o apoio de um scanner de inspeção e do cão de faro Falcon, utilizado durante a fiscalização.

Droga estava escondida em contêiner refrigerado

Segundo a Receita Federal, os tabletes de cocaína foram encontrados dentro do condensador de um contêiner refrigerado. O equipamento transportava uma carga legal de frango congelado.

O contêiner tinha como destino final o Porto de Antuérpia, na Bélgica. A estratégia de ocultação da droga buscava utilizar uma estrutura do equipamento para dificultar sua identificação durante o transporte internacional.

Carga foi encaminhada à polícia

Após a conclusão da fiscalização, os 36,5 quilos de cocaína foram entregues à polícia judiciária competente, que dará prosseguimento às providências relacionadas à ocorrência.

A atuação da Receita Federal integra as ações de fiscalização aduaneira realizadas nos portos brasileiros para identificar cargas ilícitas e impedir o envio de drogas ao exterior.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

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Trafico

Apreensão de cocaína no porto de Navegantes: Receita Federal encontra mais de 150 kg escondidos em carga de sucata

Uma operação realizada pela Receita Federal de Itajaí (SC) resultou na apreensão de mais de 150 quilos de cocaína escondidos em uma carga de sucata destinada à exportação pelo porto de Navegantes. O carregamento tinha como destino o porto de Málaga, na Espanha.

Durante a fiscalização, os agentes identificaram que os tabletes da droga estavam ocultos no interior de estruturas metálicas soldadas. Para acessar o material ilícito, foi necessário romper as peças de metal utilizadas para esconder o entorpecente.

Contêineres passaram por inspeção completa

Após a localização da cocaína, toda a carga de sucata foi submetida a uma inspeção detalhada para verificar a existência de novos compartimentos ocultos ou outras remessas de droga. Segundo estimativas das forças de segurança, cada quilo de cocaína pode alcançar o valor aproximado de 100 mil euros no mercado varejista espanhol, o que demonstra o alto potencial financeiro da operação criminosa. Esta é a quinta apreensão de entorpecentes realizada pela Receita Federal nos portos de Santa Catarina somente neste ano.

A ocorrência anterior foi registrada em 22 de abril, também no porto de Navegantes, quando 13,4 quilos de cocaína foram encontrados escondidos na máquina evaporadora de um contêiner refrigerado que transportava peito de frango congelado com destino ao porto de Las Palmas, na Espanha.

Em março, outra operação interceptou 69 quilos da droga. Já em abril, o Porto de Itapoá registrou duas apreensões distintas: uma carga contendo 28 quilos de cocaína e outra envolvendo 1,6 tonelada de pellets de madeira contaminados com o entorpecente.

Fiscalização utiliza tecnologia e cães farejadores

As cargas suspeitas são selecionadas com base em critérios de gerenciamento de risco e passam por inspeções com equipamentos de escaneamento e apoio da equipe de cães farejadores da Receita Federal, estratégia que tem fortalecido o combate ao tráfico internacional de drogas pelos portos brasileiros.

Em 2025, as operações realizadas nos portos catarinenses retiraram de circulação mais de 600 quilos de cocaína, reforçando a atuação dos órgãos de fiscalização na repressão ao crime organizado.

Fonte: Diarinho, com informações divulgadas pela Receita Federal e dados da operação.

Texto: Redação

Imagens: Reprodução Diarinho

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Trafico

Receita Federal apreende 108 kg de cocaína em contêiner no Porto de Santos

Uma operação da Receita Federal resultou na apreensão de 108 quilos de cocaína no Porto de Santos. A droga foi encontrada no último sábado (30) durante uma ação de fiscalização aduaneira realizada em um navio atracado no maior complexo portuário da América Latina.

Os entorpecentes estavam armazenados em tabletes e escondidos dentro de mochilas esportivas colocadas em um contêiner refrigerado. A carga tinha como destino o Marrocos, país localizado no Norte da África.

Fiscalização identificou droga em contêiner de exportação

A interceptação ocorreu durante uma operação de busca conduzida por equipes da Receita Federal especializadas em vigilância e combate a ilícitos no ambiente portuário.

Após a inspeção e a confirmação da presença da droga, os agentes adotaram os procedimentos de segurança e comunicação previstos para esse tipo de ocorrência.

Apreensão reforça combate ao tráfico internacional

Segundo a Receita Federal, esta foi a sétima apreensão de drogas registrada em 2024 no complexo portuário santista. O resultado é atribuído às ações permanentes de monitoramento e repressão ao tráfico internacional de drogas realizadas no porto.

Com a constatação da contaminação da carga, a Polícia Federal foi acionada para dar continuidade às investigações e conduzir os procedimentos de polícia judiciária da União.

Porto de Santos segue como foco de fiscalização

As operações de controle aduaneiro realizadas no Porto de Santos têm como objetivo impedir o envio de entorpecentes para o exterior, especialmente por meio de cargas destinadas à exportação. O trabalho integra estratégias de combate ao crime organizado e ao tráfico internacional.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Trafico

Receita Federal apreende 48 kg de cocaína em navio no Porto de Santos

A Receita Federal apreendeu 48 quilos de cocaína escondidos em um contêiner refrigerado durante uma operação de fiscalização no Porto de Santos, na tarde de segunda-feira (25). A droga estava oculta na evaporadora do equipamento e tinha como destino países da Europa.

Operação de busca aduaneira no Porto de Santos

A interceptação ocorreu durante ações de busca aduaneira realizadas em um navio atracado no complexo portuário santista. Segundo a Receita Federal, o entorpecente foi localizado após procedimentos de inspeção e monitoramento de cargas considerados de risco.

Sexta apreensão de drogas em 2026

De acordo com o órgão, esta foi a sexta apreensão de drogas registrada neste ano no Porto de Santos. O resultado faz parte das atividades de vigilância e repressão ao tráfico internacional desenvolvidas pela Receita Federal na região portuária.

Após a confirmação da presença da droga, a Polícia Federal foi acionada para conduzir os procedimentos de investigação e polícia judiciária da União.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Trafico

Porto de Santos: operação apreende mais de 340 kg de cocaína escondidos em casco de navio

Uma ação conjunta entre Polícia Federal, Receita Federal e Marinha do Brasil resultou na apreensão de 341,75 quilos de cocaína escondidos no casco do navio mercante “Green K-Max 1”, atracado no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. A embarcação tinha como destino final a Polônia, na Europa.

A operação ocorreu no último domingo (10) e contou com a atuação de mergulhadores especializados da Marinha e da Polícia Federal para localizar e remover a droga.

Cocaína estava escondida em compartimento submerso do navio

Segundo as autoridades, o entorpecente foi encontrado em uma estrutura conhecida como sea chest, compartimento utilizado para a circulação de água do mar no sistema de refrigeração da embarcação.

O acesso ao local exigiu técnicas específicas de mergulho e segurança, já que a operação ocorreu abaixo da linha d’água, considerada uma das áreas mais complexas para inspeção em navios cargueiros.

Inteligência identificou suspeita no Porto de Santos

De acordo com a Receita Federal, a embarcação passou a ser monitorada após trabalho de inteligência e análise de risco realizado no Porto de Santos, apontado como uma das principais rotas utilizadas por organizações criminosas para o envio de drogas ao exterior.

Após a retirada da carga ilícita, a cocaína foi encaminhada para perícia, enquanto a investigação segue sob responsabilidade da Polícia Federal.

Integração entre órgãos fortalece combate ao tráfico internacional

O comandante do Grupamento de Patrulha Naval do Sul Sudeste (ComGptPatNavSSE), Capitão de Fragata Igor Alves, destacou a importância das operações integradas no combate ao tráfico internacional de drogas.

Segundo ele, a atuação conjunta entre os órgãos federais amplia a capacidade de fiscalização, inteligência e resposta operacional, dificultando a ação de grupos criminosos que utilizam navios mercantes para transportar entorpecentes.

O comandante também ressaltou que o emprego de mergulhadores especializados permite inspeções em áreas submersas das embarcações, aumentando a eficiência das apreensões em portos estratégicos do país.

Porto de Santos é considerado rota estratégica do tráfico

Maior complexo portuário do Hemisfério Sul, o Porto de Santos concentra grande parte da movimentação de cargas do Brasil e, por isso, é frequentemente alvo de operações contra o narcotráfico internacional.

Nos últimos anos, as autoridades intensificaram ações de monitoramento e fiscalização na região para combater o envio de drogas escondidas em contêineres e estruturas de navios.

FONTE: Agência Marinha de Notícias
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Agência Marinha de Notícias

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Trafico

Receita Federal apreende 12 kg de cocaína no Porto de Paranaguá

Uma operação da Receita Federal resultou na apreensão de aproximadamente 12 quilos de cocaína em Paranaguá, no litoral do Paraná. A ação ocorreu na manhã da última quinta-feira (26), em um terminal marítimo privado, durante fiscalização de rotina com apoio de inteligência.

A droga estava escondida dentro do sistema de refrigeração de um contêiner, o que exigiu o uso de tecnologia para identificação.

Droga veio da Colômbia e estava em contêiner vazio

O contêiner tinha origem em Cartagena, na Colômbia, e chegou ao Brasil sem carga declarada. A condição de vazio levantou suspeitas e indicou que o entorpecente não foi retirado no destino final.

Segundo a Receita Federal, a carga já estava sob monitoramento, resultado de trabalho prévio de investigação e análise de risco no combate ao tráfico internacional de drogas.

Scanner auxiliou na localização dos entorpecentes

Durante a inspeção, agentes utilizaram equipamentos de scanner para identificar irregularidades na estrutura do contêiner refrigerado. No total, foram encontrados 10 tabletes de cocaína ocultos no condensador do equipamento.

Após a apreensão, o material foi encaminhado à polícia judiciária, responsável por dar continuidade às investigações.

Apreensões se intensificam em 2025

A operação marca a quarta ocorrência de apreensão de drogas em Paranaguá apenas neste ano. Em janeiro, foram interceptados 38 quilos de cocaína. Já em fevereiro, outras duas ações resultaram na apreensão de 36 quilos e 226 quilos, respectivamente.

Neste último caso, a droga estava escondida em uma carga legal de madeira para exportação, disfarçada dentro de vigas de pinus com interior oco.

Mais de 2,4 toneladas apreendidas na região

O volume total de apreensões em 2025 já ultrapassa 2,4 toneladas de cocaína nos portos do Paraná e de Santa Catarina, segundo a Receita Federal.

Somente em Paranaguá, foram mais de 1,8 tonelada de drogas apreendidas em portos, distribuídas em 12 operações ao longo do ano, evidenciando o reforço na fiscalização e no controle aduaneiro.

FONTE: Plural
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

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