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Terremotos danificam pistas do Aeroporto Internacional Simón Bolívar

Os fortes terremotos na Venezuela, com magnitudes superiores a 7, provocaram sérios danos à infraestrutura do Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, próximo a La Guaira. As pistas de pouso e decolagem apresentaram rachaduras profundas, deformações no pavimento e fissuras que levaram à suspensão das operações no principal terminal aéreo do país.

Equipes avaliam estabilidade da estrutura

Técnicos responsáveis pela manutenção do aeroporto concentram os trabalhos na inspeção da pista secundária e da pista auxiliar. O objetivo é verificar se houve subsidência ou deslocamento do solo na região costeira, o que poderia comprometer a segurança das operações futuras, especialmente em situações de emergência.

As avaliações também incluem análises da estrutura do pavimento para determinar a extensão dos danos provocados pelos tremores.

Controle de tráfego aéreo também foi afetado

Além dos problemas nas pistas, o Centro de Controle de Área de Maiquetía teve suas atividades interrompidas após os terremotos.

As autoridades aeronáuticas emitiram um comunicado internacional informando a suspensão dos serviços de controle de tráfego aéreo. Segundo o aviso, os sistemas de comunicação sofreram impactos, enquanto parte da equipe técnica não conseguiu acessar as instalações devido aos danos causados pelo desabamento de estruturas no terminal de passageiros e pelos cortes de energia registrados no estado de La Guaira.

FONTE: CBN
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CBN

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Terremotos na Venezuela fecham Aeroporto Internacional Simón Bolívar e provocam cancelamento de voos

Dois fortes terremotos na Venezuela, registrados na tarde de quarta-feira (24), provocaram a suspensão das atividades no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, principal porta de entrada aérea para Caracas. Os tremores, com magnitudes de 7,5 e 7,2, ocorreram em intervalo inferior a um minuto e causaram danos à estrutura do terminal.

Entre os prejuízos registrados está o desabamento de parte do teto do aeroporto, localizado em Maiquetía. Vídeos gravados por passageiros mostram o momento em que a estrutura cede, levantando uma grande nuvem de poeira e provocando correria dentro do terminal. Até o momento, não há confirmação de feridos.

Autoridades suspendem voos após danos estruturais

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, confirmou o fechamento do aeroporto devido aos impactos causados pelos abalos sísmicos. Com a paralisação das operações, todas as chegadas e partidas foram interrompidas, resultando em cancelamentos e desvios de voos que tinham Caracas como destino ou origem.

O Aeroporto Internacional Simón Bolívar recebe aproximadamente quatro milhões de passageiros por ano e é considerado o principal hub aéreo do país.

Epicentro foi registrado próximo à capital venezuelana

Segundo informações do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o terremoto mais intenso teve epicentro na região de El Guayabo, a cerca de 168 quilômetros de Caracas, com profundidade estimada em 13 quilômetros.

O órgão alertou para a possibilidade de danos significativos e de elevado número de vítimas nas áreas mais afetadas pelo fenômeno.

Tremores foram sentidos em países vizinhos e no Norte do Brasil

Os abalos sísmicos ultrapassaram as fronteiras venezuelanas e foram percebidos em diversas localidades da América do Sul. No Brasil, moradores dos estados do Amazonas, Pará, Amapá e Roraima relataram sentir os tremores.

O Ministério das Relações Exteriores informou que, até o momento, não há registro de brasileiros entre as vítimas.

Em Caracas, moradores deixaram edifícios às pressas durante os tremores. Também foram relatadas rachaduras em construções da capital, aumentando a preocupação com possíveis danos estruturais.

Avianca cancela voos e oferece alternativas aos passageiros

O fechamento do aeroporto impactou diretamente a operação das companhias aéreas que atendem a Venezuela. A Avianca anunciou o cancelamento dos voos AV122, previsto para 24 de junho, além dos voos AV123, AV142 e AV143, programados para 25 de junho, na rota Bogotá–Caracas–Bogotá.

Segundo a companhia, a medida foi adotada para preservar a segurança dos passageiros, tripulações e equipes operacionais diante da situação enfrentada no terminal.

Para clientes com viagens marcadas entre os dias 24 de junho e 1º de julho, a empresa disponibilizou opções de reagendamento sem cobrança de multa, alteração da viagem para voos com origem ou destino em Cúcuta, na Colômbia, além de reembolso integral dos trechos não utilizados.

Setor aéreo acompanha evolução da situação

A Avianca informou que seguirá monitorando as condições operacionais na Venezuela e orientou os passageiros a consultarem os canais oficiais da empresa para acompanhar possíveis alterações em seus voos.

O fechamento do principal aeroporto venezuelano evidencia os impactos que eventos naturais de grande intensidade podem provocar sobre a infraestrutura de transporte, afetando não apenas a mobilidade dentro do país, mas também a conectividade aérea em toda a região.

FONTE: Panrotas
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Panrotas

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