Comércio Exterior, Exportação

BYD amplia frota e exportações crescem 112% com novos navios ro-ro

A BYD aumenta suas exportações em 112% e já coloca em operação o sétimo navio da frota para transporte de veículos

BYD iniciou, em 23 de junho, os testes no mar do “Zhengzhou”, seu sétimo navio ro-ro voltado à exportação de veículos. A entrega está prevista para julho.

O navio foi construído pelo estaleiro Guangzhou Shipyard International e integra a frota marítima da montadora, composta por embarcações nomeadas segundo as cidades que abrigam suas fábricas na China.

Detalhes da nova embarcação e da frota da BYD

Com 199,9 metros de comprimento, 38 metros de largura e capacidade para 7.000 veículos, o “Zhengzhou” utiliza propulsão com combustível duplo (GNL) e incorpora tecnologias como gerador de eixo com ímã permanente e sistemas de economia de energia. É navio-irmão do “Hefei”.

Até junho de 2025, a BYD já colocou em operação os seguintes navios:

  • BYD Explorer No. 1 (4.000 veículos);
  • Changzhou;
  • Hefei;
  • Shenzhen (9.200 veículos);
  • Xi’an (9.200 veículos);
  • Changsha (operações iniciadas em 24 de junho, também com capacidade para 9.200 veículos).

O oitavo navio, batizado de Jinan, tem entrega estimada entre agosto e setembro.

Objetivos de transporte e crescimento nas exportações

BYD pretende concluir a frota com oito navios ro-ro até 2026, atingindo capacidade de transporte marítimo superior a 1 milhão de veículos por ano.

Em paralelo, a companhia registrou recorde de exportações em maio, com 89 mil unidades embarcadas. No acumulado entre janeiro e maio, as exportações somaram 374.200 veículos, o que representa uma alta de 112% em relação ao mesmo período de 2024. Esses números refletem a crescente presença da BYD no mercado global.

Fonte: Exame

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Tecnologia

Tecnologia e interoperabilidade permitem nova abordagem na segurança logística

A adoção de tecnologias passivas e soluções de interoperabilidade tem ganhado espaço no setor logístico como estratégia para fortalecer a segurança no transporte de cargas.

A adoção de tecnologias passivas e soluções de interoperabilidade tem ganhado espaço no setor logístico como estratégia para fortalecer a segurança no transporte de cargas. A Fractal, especializada em soluções de controle de violação e integridade logística, defende que o uso de lacres inteligentes com RFID e NFC, aliados à interoperabilidade de dados, amplia o controle sobre a cadeia de custódia sem depender de rastreadores ou fontes de energia.

Conforme informações do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (SINESP), o Brasil registrou mais de 7,2 mil casos de roubo de cargas em 2024 (APISUL, 2024). Esse cenário reforça a necessidade de adoção de tecnologias que atuem na prevenção de violações e na integridade das cargas.

Mary Anne Amorim, cofundadora e CCO da Fractal, explica que “a proposta da tecnologia passiva é garantir a integridade da carga sem depender de dispositivos ativos, como rastreadores com bateria. O lacre eletrônico é de uso único, sem fonte de energia, e utiliza RFID para longas distâncias e NFC para curta distância, garantindo a leitura e validação em qualquer ponto da operação”.

Ainda segundo Amorim, uma das principais características do lacre passivo é não exigir logística reversa. “Como é de uso único, o lacre não precisa ser recolhido ao final da operação, o que reduz custos operacionais e simplifica o processo. Essa solução foi desenvolvida justamente para oferecer ao mercado uma alternativa mais acessível, sem abrir mão da eficácia no controle de violações”.

Além do controle físico da integridade, afirma Amorim, “a interoperabilidade permite que os dados dos lacres sejam integrados a sistemas de gestão, ERPs e plataformas de rastreamento já utilizados pelos operadores logísticos. Essa integração proporciona visibilidade sobre eventos como abertura não autorizada, rompimento ou desvio de rota. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o Brasil registrou mais de 6 mil casos de roubo de cargas em 2023, conforme informações do SINESP (Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública)“.

A expectativa é que a expansão dessas tecnologias contribua para a redução de perdas e fortalecimento da segurança logística em diferentes setores.

Fonte: Estado de Minas

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Negócios, Tecnologia

Acate apresenta o setor de tecnologia de SC no Japão em busca de negócios 

Presidente da Acate, Diego Ramos, destaca que grandes empresas de tecnologia e fundo de investimentos do Japão já marcam presença em SC

A Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) participa da missão catarinense ao Japão e à China, liderada pelo governador Jorginho Mello, para apresentar o setor e ampliar conexões visando mais negócios. O presidente da entidade, Diego Ramos, destaca que os japoneses já investem no setor em SC e que essa presença da Acate segue a estratégia definida pela entidade de internacionalizar mais o setor. Nesse desafio, Diego Ramos tem o apoio do secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Edgard Usuy, e do secretário executivo da Acate, Gabriel Sant’Ana Santos, que também participam da missão.

No SC Day Tóquio, nesta quarta-feira, o presidente da Acate apresentou dados e oportunidades de investimentos no setor em Santa Catarina para empresários e investidores japoneses. Chamou a atenção pelo fato de empresas japonesas já investirem no setor em SC.

Temos a presença de diversas grandes empresas japonesas de tecnologia em SC, entre elas a Macnica DHW e a NTT, além de fundos de venture capital, como a Softbank, que já aportaram em rodadas de investimentos de startups catarinenses. Estamos animados em ampliar e construir novas pontes entre o nosso estado e países, a exemplo do Japão, que estão à frente no âmbito de desenvolvimento tecnológico e científico – afirmou  Diego Ramos no SC Day Tóquio.

Os representantes da Acate também tiveram reunião com diplomatas brasileiros com o objetivo de apresentar o setor e pedir apoio em conexões para negócios. Eles se reuniram com o secretário do setor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Embaixada do Brasil em Tóquio, Paulo Alves, e representantes do Banco do Brasil no Japão. Na tarde de quarta-feira, o presidente da Acate também participou da comitiva de SC que visitou a Confederação das Indústrias do Japão, a Keidanren.

A agenda de quinta-feira da comitiva catarinense também foi intensa, com foco na economia. O roteiro incluiu visita a grandes grupos empresariais japoneses como Mitsui e Mitsubishi, e visitas à agência de comércio exterior do Japão (JETRO) e à agência de cooperação internacional (JICA), que fez projetos para proteção do Vale do Itajaí frente a enchentes.  

Fonte: NSC Total

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Exportação, Tecnologia

Exportações de veículos batem recorde, mas produção despenca com avanço chinês

Maio teve o melhor resultado desde agosto de 2018

Mais de um milhão de unidades foram vendidas nos cinco primeiros meses de 2025 no Brasil, e as exportações registraram em maio o melhor resultado desde agosto de 2018.

Ainda assim, esses números não se refletiram na produção do mês, que caiu 5,9% em relação a abril, encerrando com 214,7 mil veículos produzidos, considerando carros de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus.

Houve bons resultados de exportações, impulsionados pelo aquecimento do mercado argentino. O recuo na produção, porém, indica perda de participação de vendas para os importados.

Há um saudável aumento do fluxo comercial com a Argentina, mas, no caso dos modelos vindos da China, há uma entrada atípica.

“Ela é beneficiada por uma taxação bem inferior à que vemos em outros países produtores, gerando uma perigosa distorção no mercado”, avaliou Igor Calvet, novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Fonte: Gazeta SP

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Negócios, Tecnologia

Eve, da Embraer, anuncia acordo de R$ 1,3 bilhão por carros voadores

Negócio prevê o fornecimento de até 50 eVTOLs para a Revo; companhia projeta mais de 30 mil aeronaves circulando no mundo até 2045

A Eve Air Mobility, companhia subsidiária da Embraer, anunciou neste domingo (15) um acordo vinculativo com a Revo, operadora brasileira de mobilidade urbana aérea, e sua controladora, a Omni Helicopters International, pela compra de até 50 eVTOLs (aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical, também conhecidas como carros voadores) no valor de R$ 1,39 bilhão.

Segundo a Eve, a parceria representa uma transição da fase de desenvolvimento da tecnologia do eVTOL para a execução do modal, consolidando a companhia na liderança global do mercado de mobilidade aérea urbana da próxima geração.

“Ao avançarmos do conceito para a implementação, estamos não apenas impulsionando nosso plano comercial, mas também contribuindo para a construção de um ecossistema robusto e sustentável de mobilidade aérea urbana, estabelecendo um novo padrão global para a adoção dos eVTOLs”, disse em nota Johann Bordais, CEO da Eve.

A primeira entrega das aeronaves está prevista para o quarto trimestre de 2027. Atualmente, a Revo opera com mobilidade porta a porta, integrando serviços de carro e bagagem a voos de helicóptero em regiões do Sudeste do país, principalmente conectando a zona sul de São Paulo ao aeroporto de Guarulhos.

“Essas aeronaves serão fundamentais para viabilizar nosso projeto de transformar a mobilidade oferecida pela Revo, proporcionando uma solução segura, sustentável e escalável, capaz de conectar as pessoas e elevar o padrão de conveniência para nossos clientes”, afirmou João Welsh, CEO da Revo.

PERSPECTIVAS DE MERCADO

A Eve também publicou neste domingo um estudo com projeções para os próximos 20 anos da mobilidade aérea urbana no mundo, cuja frota estimada de eVTOLs em operação deve chegar a 30 mil até 2045.

Pelas estimativas da subsidiária da Embraer, com esse número de frota mais de 3 bilhões de passageiros poderão ser atendidos regularmente e a receita potencial será de US$ 280 bilhões.

A aposta da companhia é no crescente caos do trânsito nas grandes capitais, cuja fragilidade abre espaço para oferecer serviços complementares de mobilidade, como táxi aéreo, fretamento e voos turísticos, por exemplo.

Com a expansão populacional nas grandes cidades, a Eve projeta um crescimento significativo em países asiáticos, principalmente megacidades densas e com classe média em ascensão.

Para a Eve, a América do Norte demonstra potencial por investir no setor e por manter um ecossistema de aviação já consolidado. É diferente da Europa, onde os desafios regulatórios são mais burocráticos, e a previsão é que o mercado de eVTOLs cresça mais lentamente.

“A América Latina apresenta oportunidades com eVTOLs voltados para urbanização e energia renovável. Embora menor, o Oriente Médio é um dos primeiros a adotar o mercado, com foco em inovação e transporte sustentável. O mercado africano é impulsionado pela oportunidade de superar os desafios de infraestrutura decorrentes do alto crescimento populacional urbano e aprimorar a experiência turística”, afirmou a companhia em nota.

Fonte: Folha de São Paulo

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Tecnologia

Comitiva da Alesc discute instalação de fábrica de carros elétricos em SC

Missão formada por quatro deputados estaduais visitou fábrica chinesa que pretende investir na produção de eletrificados no Brasil

Deputados buscam atrair montadora para Santa Catarina
Trazer para Santa Catarina uma fábrica da JMEV, empresa especializada na fabricação de carros elétricos compactos e médios. Esse foi o objetivo da conversa entre executivos da empresa e uma comitiva de deputados estaduais, que ocorreu nesta segunda-feira (16), na cidade de Nanchang, capital da província de Jiangxi, na China.


A comitiva é formada pelos deputados Fernando Krelling (MDB), Mauro De Nadal (MDB), Fabiano da Luz (PT) e Rodrigo Minotto (PDT). Na ocasião, eles apresentaram aos executivos asiáticos as potencialidades da economia catarinense, principalmente em áreas como tecnologia, metal-mecânica e o número de startups — o que, segundo os brasileiros, vai ao encontro da proposta da JMEV, que é a expansão de veículos elétricos.

Sustentabilidade e desenvolvimento econômico
É consenso entre os parlamentares que a instalação de uma unidade da montadora em solo catarinense proporcionaria vantagens para o estado muito além do desenvolvimento econômico.

O vice-presidente da Alesc, deputado Fernando Krelling, destacou a importância para a preservação ambiental. “Imagine só a possibilidade de estar aqui conversando com eles e a possibilidade de levarmos uma empresa de carros elétricos focada na sustentabilidade. É muito importante para o estado de Santa Catarina. O estado vai se desenvolver cada vez mais, de forma sustentável. Carro elétrico não é apenas uma tendência de mercado, mas sim um planejamento de médio e longo prazo para a sustentabilidade do nosso estado.”

Potencial industrial de Santa Catarina
“Nossa primeira visita aqui na China foi muito positiva. Estivemos com executivos da JMEV, conhecemos toda a cadeia produtiva de veículos elétricos e fizemos um convite para que a empresa se estabeleça em Santa Catarina. Mostramos toda a nossa potencialidade, tudo que Santa Catarina pode oferecer para que essa empresa possa se instalar e produzir veículos elétricos em solo catarinense”, acrescentou De Nadal.

“A cada dia, uma oportunidade de poder estar aqui na China conhecendo novos negócios. A JMEV é uma empresa automobilística que tem a vontade de expandir os seus negócios para o Brasil, especialmente para Santa Catarina. Por isso estamos aqui, buscando alternativas, construindo pontes e buscando bons resultados para o nosso estado”, acrescentou Minotto.

Veículos mais acessíveis
Já Fabiano da Luz apontou a acessibilidade de alguns modelos produzidos pela marca. “Aqui, eles produzem um modelo de veículo que pode chegar ao Brasil ou ser fabricado no Brasil a um preço um pouco acima dos R$ 50 mil. Então, é um carro acessível, principalmente para aquela população de baixa renda que há muito tempo não consegue comprar um carro novo e está sempre comprando carro usado.”

No último mês, representantes da empresa estiveram em Santa Catarina justamente para discutir a possibilidade de instalar uma fábrica no estado. Atualmente, 45% da frota chinesa já é composta por carros elétricos.

Sobre a JMEV
Com sede em Nanchang, a JMEV foi fundada em 2015 e produz, em média, 100 mil carros elétricos por ano.

Recentemente, a empresa anunciou que produzirá no Brasil, em parceria com a E-Motors, um carro elétrico manual (JMEV EV3), com foco na formação de condutores de autoescola. O preço deve ficar em torno de R$ 100 mil.

Próximo compromisso
A próxima agenda do grupo será na cidade de Taiyuan, capital da província de Shanxi. No local, a comitiva será recebida por empresários e parlamentares locais, na sede do Legislativo estadual. A proposta é discutir negócios com Santa Catarina, além de retribuir uma visita feita por representantes da província à Assembleia Legislativa, ocorrida em julho de 2024.

Fonte: Agência AL

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Comércio, Mercado Internacional, Negócios

Fábrica chinesa produz 1,7 mi de células de placas solares por dia

Unidade da Chint em Wenzhou opera 24 horas por dia e é quase toda automatizada; Chint abrirá duas fábricas no Brasil

Localizada na cidade de Wenzhou, a fábrica da Astronergy –braço da gigante Chint na produção de painéis solares– é capaz de produzir 1,7 milhão de células de placas fotovoltaicas por dia. A instalação é quase completamente automatizada e os robôs que trabalham na linha de produção funcionam 24 horas por dia.

Executivos da Chint informaram ao Poder360, durante visita ao empreendimento, que a empresa estuda a instalação de duas fábricas no Brasil, mas não de produção de painéis solares. Uma unidade será inaugurada em Manaus em julho e produzirá medidores elétricos, enquanto a outra será voltada para a fabricação de quadros de distribuição de média e alta tensão. 

A Chint planeja a instalação dessa 2ª unidade que produzirá um equipamento considerado mais complexo para até 2029. O local ainda não está definido, mas até o momento o Estado favorito para a instalação do empreendimento é Minas Gerais.

Além da quantidade de células solares –dispositivos que vão compor os painéis solares a partir da quantidade determinada pelo cliente–, a companhia chinesa também alcançou um padrão de qualidade elevado.

Cerca de 98,5% das células produzidas são classificadas como de qualidade A, a mais alta; 1,4%é considerada de qualidade B, enquanto apenas 0,1% são classificadas como C. As de qualidade inferior também podem ser comercializadas.

O número de placas que são perdidas durante o processo de fabricação –quebradas ou danificadas– representam apenas 0,01% das células.

O número total de trabalhadores humanos na fábrica é de aproximadamente 300 pessoas. Esses trabalhadores se dedicam à manutenção das máquinas e não interferem no processo de fabricação das células solares. Os robôs fazem todo o trabalho.

Ao Poder360, o gerente de uma das etapas de fabricação do produto informou que antes da automação, cerca de 1.000 pessoas trabalhavam apenas na verificação de danos nas células. O processo consistia em olhar as células prontas e avaliar se estavam em boas condições. Hoje esse processo é feito em cerca de 1 segundo por um sensor.

Em 2024, a Chint alcançou uma receita de US$ 25 bilhões, um valor 15% superior ao do ano anterior. O lucro total no período foi de US$ 2 bilhões.

A companhia, que atua em diversos segmentos do setor elétrico, está presente em mais de 140 países e é a maior exportadora de painéis solares do mundo. Também é a empresa com mais equipamentos fotovoltaicos instalados em casas e edifícios residenciais do planeta.

Fonte: Poder 360

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Comércio, Importação, Portos

Porto de Itajaí recebe 588 carros da BMW importados pelo navio Adriatic Highway

Porto de Itajaí recebeu um carregamento com 588 carros da montadora BMW, que desembarcaram do navio Adriatic Highway, uma embarcação do tipo Ro-Ro (Roll-on/Roll-off), projetada especialmente para o transporte de veículos.

A atracação ocorreu durante a manhã da sexta feira 13 de junho e mobilizou operações logísticas coordenadas no cais.

O porto se destaca na movimentação de cargas de alto valor agregado. Esse tipo de operação contribui diretamente para a economia local, promovendo a geração de empregos e fortalecendo a cadeia logística da cidade e da região.

Segundo o superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos, o Porto está cada dia mais competitivo.

“O Porto está com faturamento de R$80 milhões até junho, superando todo o resultado do ano anterior, que foi de R$86 milhões. Isso representa um avanço muito expressivo para o setor portuário local”, disse o superintendente João Paulo Tavares Bastos.

Fonte: Portal Portuario

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Exportação, Marketing, Notícias, Sustentabilidade

Ciser fortalece presença global e é premiada como marca mais lembrada no setor de fixadores pelo 16º ano seguido 

Com operações em cinco unidades distribuídas entre o Brasil, China e Peru, a Ciser vem consolidando sua presença no cenário internacional como uma das principais exportadoras brasileiras no setor industrial. A empresa, que completa 65 anos de trajetória em 2024, leva soluções de fixação para mais de 25 países, com destaque para setores estratégicos como construção civil, agronegócio, automotivo, energia e metalomecânico. 

A internacionalização da marca tem ganhado força com a participação em grandes eventos globais, como a feira realizada recentemente na China, onde a empresa apresentou novidades tecnológicas e soluções inovadoras para o mercado mundial de fixadores. O movimento reforça o posicionamento da Ciser como referência em inovação e qualidade no fornecimento de fixadores para os mais diversos segmentos. 

Além de sua atuação crescente no exterior, a empresa também mantém o título de maior da Américas Latina, no segmento. Em 2025, a Ciser foi eleita, pela 16ª vez consecutiva, a marca mais lembrada do setor no Prêmio Top of Mind, promovido pelo Grupo Revenda. A premiação foi baseada em entrevistas com revendedores de todo o país, e a empresa conquistou o primeiro lugar nas categorias de fixadores e buchas para fixação. 

A cerimônia aconteceu no último dia 5 de junho, em São Paulo, e contou com a presença de representantes da empresa, entre eles o gerente de vendas Roberto Carlos Estevão e o supervisor de vendas Rodrigo Haruo Sato. “Estar no topo por 16 anos seguidos mostra que estamos no caminho certo, mantendo nosso compromisso com a excelência, inovação e qualidade. Esse reconhecimento vem dos nossos clientes e parceiros, e é para eles que trabalhamos todos os dias”, destacou Bruno Inácio da Maia, gerente de marketing da Ciser. 

Com mais de 27 mil itens em seu portfólio, distribuídos em 500 linhas de produtos, a Ciser é a maior fabricante de fixadores da América Latina. A empresa conta com mais de 2 mil colaboradores e unidades em Joinville (SC), Araquari (SC), Sarzedo (MG), além de suas operações internacionais no Peru e na China. 

Premiada também pelo Valor Inovação, a empresa é considerada uma das mais inovadoras do país, investindo constantemente em pesquisa, tecnologia e soluções que entregam desempenho, segurança e durabilidade. 

A história da Ciser é marcada pela solidez, pelo olhar voltado à sustentabilidade e pelo impacto positivo nas comunidades onde atua. Ao conquistar novos mercados e reforçar sua posição como líder no Brasil, a empresa mostra que sua trajetória é guiada por resultados, inovação e compromisso com o futuro. 

(Fonte: Diretoria de Marketing) 

Fontes complementares: 

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Logística, Tecnologia

Terminal futurista em NY pode redefinir transporte urbano no mundo

A Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey deu início à construção de um novo terminal de ônibus no centro de Manhattan, um projeto que visa modernizar um dos hubs de trânsito mais antigos e movimentados da cidade. Com um investimento estimado em US$ 10 bilhões, a nova instalação substituirá o terminal atual, que já tem 74 anos e enfrenta dificuldades para atender à demanda diária de 200.000 passageiros.

O novo terminal promete acomodar até 1.000 ônibus por hora, superando a capacidade atual de 600. Além disso, a infraestrutura será adaptada para suportar ônibus modernos, incluindo aqueles que necessitam de estações de carregamento elétrico. O projeto, que deve ser concluído em 2032, começa com a construção de um deck sobre a Avenida Dyer, que servirá como uma estrada temporária e levará a uma instalação provisória de ônibus.

Quais são os principais desafios da construção?

O diretor executivo da Autoridade Portuária, Rick Cotton, alertou que os moradores de Midtown devem se preparar para anos de interrupções devido à construção. Ele destacou que, embora o processo cause transtornos, o resultado final será benéfico para a cidade. A nova instalação é vista como uma solução para o terminal atual, que é frequentemente criticado por sua infraestrutura inadequada e condições precárias.

Como o novo terminal vai beneficiar Nova York?

O novo terminal de ônibus trará uma série de melhorias para a cidade de Nova York. Entre as principais mudanças estão:

  • Maior capacidade de acomodação de ônibus e passageiros.
  • Infraestrutura moderna com grandes janelas de vidro e um átrio para luz natural.
  • Espaço público de 3,5 acres sobre a Avenida Dyer.
  • Entrada principal localizada na West 41st Street, entre a oitava e nona avenidas.

A governadora Kathy Hochul enfatizou a importância do projeto para a imagem da cidade, afirmando que a nova estação será uma primeira impressão positiva para muitos visitantes.

Como será pago o novo terminal de ônibus?
O financiamento do projeto ainda não está totalmente garantido. Até o momento, a Autoridade Portuária assegurou um empréstimo federal de US$ 2 bilhões e comprometeu US$ 3 bilhões de seu próprio orçamento. No entanto, ainda há um déficit de US$ 2 bilhões, que as autoridades esperam cobrir com taxas de novos arranha-céus planejados para a área ao redor do terminal.

Com a construção em andamento, a expectativa é que o novo terminal de ônibus transforme significativamente a experiência de transporte em Nova York, oferecendo uma infraestrutura moderna e eficiente para os passageiros e contribuindo para a revitalização da área de Midtown.

Fonte: Terra Brasil

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