Saúde

NR-1: empresas passam a poder ser multadas por descumprir regras de saúde mental

Empresas que não cumprirem as novas exigências da NR-1 (Norma Regulamentadora 1) relacionadas à saúde mental no ambiente de trabalho já estão sujeitas a multas do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) desde quarta-feira (23).

As regras envolvem, entre outros pontos, a identificação e o gerenciamento de riscos psicossociais presentes nas atividades profissionais.

O que muda com a nova NR-1

A atualização da norma determina que as empresas avaliem fatores do ambiente de trabalho capazes de afetar a saúde mental dos trabalhadores.

Entre os riscos que devem ser identificados estão:

  • Sobrecarga de trabalho;
  • Cobranças excessivas;
  • Jornadas prolongadas;
  • Assédio moral e outras condutas abusivas;
  • Problemas relacionados à organização e às condições de trabalho.

Esses fatores podem contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de doenças relacionadas ao trabalho.

A NR-1 estabelece diretrizes gerais de saúde e segurança ocupacional e foi atualizada pelo MTE em 2024 para incluir de forma mais específica os riscos relacionados à saúde mental. A mudança ocorre em meio ao aumento de casos de burnout, depressão e outros transtornos associados ao ambiente profissional.

Empresas devem identificar riscos psicossociais

Pelas novas regras, as organizações precisam realizar uma avaliação preliminar das condições que podem afetar a saúde mental de seus funcionários.

Além de identificar os riscos psicossociais, as empresas devem adotar medidas para eliminá-los ou reduzi-los.

A implementação da norma, entretanto, tem sido alvo de uma disputa entre representantes dos empregadores e o governo federal. Desde que as mudanças foram anunciadas, diferentes adiamentos e decisões judiciais alteraram o cronograma de fiscalização e aplicação das penalidades.

Multas chegaram a ser suspensas

As penalidades relacionadas às mudanças na NR-1 chegaram a ser suspensas por 90 dias por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen).

A suspensão posteriormente foi confirmada pelo plenário do STF. Antes disso, o próprio Ministério do Trabalho havia interrompido temporariamente a aplicação das multas.

Em maio, quando a nova regulamentação entrou em vigor e as penalidades deveriam começar a ser aplicadas, o MTE adiou novamente a fiscalização punitiva. O órgão publicou uma nova cartilha e orientou os auditores-fiscais a priorizarem visitas de caráter educativo.

No mês seguinte, porém, a Confenen recorreu à Justiça e conseguiu uma liminar relacionada à aplicação da norma.

Bancos apoiam medida; escolas e pequenos negócios pedem mais tempo

A reação à atualização da NR-1 sobre saúde mental varia entre os setores econômicos.

O segmento bancário recebeu de forma positiva a aplicação das novas exigências. Já representantes de escolas, comércio, serviços e pequenos negócios afirmam enfrentar dificuldades para adaptar os procedimentos.

Entre as principais dúvidas está a forma de identificar, registrar e administrar os riscos psicossociais exigidos pela regulamentação. Esses setores também defenderam novos adiamentos para a implementação das medidas.

Maioria das empresas ainda não sabe como aplicar a norma

Uma pesquisa realizada pela Heach Recursos Humanos com 1.730 empresas brasileiras mostra o tamanho do desafio.

Segundo o levantamento:

  • 7 em cada 10 empresas dizem não compreender completamente o que muda com a atualização da NR-1;
  • 62% das organizações afirmam não possuir indicadores formais para identificar e acompanhar riscos psicossociais.

Os números indicam que uma parcela significativa das empresas ainda está estruturando processos internos para atender às novas exigências de saúde e segurança no trabalho.

Aumento de afastamentos pressiona Previdência

A discussão sobre a regulamentação ocorre paralelamente ao crescimento dos problemas de saúde mental relacionados ao trabalho.

Os casos de burnout aumentaram seis vezes, segundo os dados apresentados no levantamento, ampliando a pressão sobre a Previdência Social.

Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 15% dos adultos em idade profissional apresentem algum tipo de transtorno mental em algum momento da carreira.

Dados da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), com base em informações do INSS, também apontam crescimento expressivo nos afastamentos.

As licenças médicas superiores a 15 dias motivadas por problemas de saúde mental passaram de 219.850 em 2023 para 393.670 até novembro de 2025. O aumento de 79% representou um custo superior a R$ 954 milhões aos cofres públicos no último ano.

Saúde mental também envolve cultura organizacional

Para o psicólogo Vagner Rocha, especialista em desenvolvimento humano, os números reforçam que a discussão sobre saúde mental no trabalho não deve ficar restrita a campanhas específicas, como o Setembro Amarelo.

Na avaliação do especialista, o tema precisa fazer parte da rotina das organizações e envolver aspectos como liderança, comunicação interna, relações profissionais, segurança psicológica e a maneira como o trabalho é estruturado.

Rocha relata que já trabalhou em organizações nas quais missão, visão, valores, cultura e códigos de ética eram amplamente apresentados e discutidos com funcionários e gestores. Segundo ele, porém, nem sempre esses princípios eram efetivamente aplicados nas atividades cotidianas.

Nesse contexto, a avaliação da saúde mental corporativa não deveria se limitar às condições individuais dos funcionários. Também é necessário analisar o ambiente criado pela própria organização.

A questão, portanto, envolve não apenas como os colaboradores estão, mas também quais condições de trabalho, práticas de liderança e cultura empresarial estão sendo oferecidas para que as pessoas possam trabalhar, se desenvolver e preservar o bem-estar.

FONTE: Folha de São Paulo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Gabriel Cabral/Folhapress

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Mercado de trabalho

Geração Z rejeita trabalho 100% remoto e prefere modelo híbrido, aponta pesquisa

A Geração Z é a que menos demonstra interesse pelo trabalho 100% remoto entre as gerações analisadas em uma pesquisa da Gallup, empresa internacional especializada em estudos de opinião. Entre os trabalhadores dessa faixa etária que têm a opção de atuar totalmente à distância, apenas 23% dizem preferir esse modelo.

O trabalho híbrido, por outro lado, é a escolha de 71% dos profissionais da Geração Z, formada por pessoas nascidas entre 1997 e 2010. Apenas 6% afirmam que o regime totalmente presencial seria o formato ideal.

Modelo híbrido também é preferência entre outras gerações

A preferência pelo modelo híbrido de trabalho também aparece entre Millennials, Geração X e Baby Boomers. No entanto, a adesão diminui gradualmente conforme aumenta a idade dos trabalhadores.

Entre os Millennials, nascidos de 1980 a 1996, 60% apontam o formato híbrido como preferência. O índice cai para 56% entre os profissionais da Geração X, nascidos entre 1965 e 1979, e chega a 54% entre os Baby Boomers, que nasceram de 1946 a 1964.

Os números indicam que, embora o trabalho remoto tenha se consolidado em diferentes faixas etárias, a combinação entre atividades presenciais e remotas continua sendo o modelo mais desejado.

Trabalho remoto está associado a mais estresse e solidão

A pesquisa também identificou diferenças relacionadas ao bem-estar dos trabalhadores. Sentimentos como tristeza, raiva e solidão aparecem com maior frequência entre profissionais que trabalham exclusivamente de forma remota.

O grupo também registra uma maior proporção de trabalhadores que relatam ter experimentado estresse elevado no dia anterior. O índice chega a 45% entre os profissionais totalmente remotos, ante 39% entre aqueles que trabalham presencialmente.

Entre os trabalhadores do modelo híbrido, o percentual é semelhante ao observado no remoto, chegando a 46%. Segundo os dados, essas diferenças permanecem mesmo quando a renda dos profissionais é considerada na análise.

Por que o trabalho 100% remoto pode ser mais desgastante?

Os resultados apontam que o trabalho totalmente remoto pode apresentar desafios maiores para a saúde mental e o bem-estar emocional do que os modelos presencial e híbrido.

A falta de contato físico com colegas e a redução das interações no ambiente de trabalho podem favorecer sentimentos de isolamento e ansiedade. Outro fator apontado é o elevado grau de autonomia, que pode se tornar fonte adicional de pressão quando não existe acompanhamento, suporte ou orientação suficientes.

Nesse cenário, o modelo híbrido aparece como uma alternativa capaz de combinar a flexibilidade do trabalho remoto com a convivência e a interação proporcionadas pelo ambiente presencial.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Magnific

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Saúde

STF suspende multas da NR-1 por 90 dias, mas mantém obrigação das empresas de proteger a saúde mental

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a suspensão, por 90 dias, da aplicação de multas e demais sanções relacionadas aos riscos psicossociais previstos na NR-1. A decisão, assinada pelo ministro André Mendonça, busca abrir espaço para um processo de conciliação que esclareça como as empresas devem cumprir as exigências da norma.

Apesar da suspensão das penalidades, a obrigação de identificar, avaliar e prevenir fatores que possam comprometer a saúde mental no trabalho continua em vigor em todo o país.

O que muda com a decisão do STF

A medida tem caráter liminar e impede temporariamente que auditores-fiscais do trabalho apliquem multas, autuações ou outras sanções relacionadas aos dispositivos da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) que tratam dos riscos psicossociais.

Na prática, as empresas seguem obrigadas a adotar medidas para prevenir situações como assédio, sobrecarga de trabalho, jornadas excessivas, pressão constante e falhas na organização do ambiente laboral. A decisão também suspende, durante esse período, os efeitos de penalidades já aplicadas com base nesses dispositivos específicos da norma.

Conciliação deve definir critérios mais objetivos

A suspensão atende a uma ação movida pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), que questiona a falta de critérios objetivos para a identificação e gestão dos chamados riscos psicossociais.

Segundo a entidade, a ausência de parâmetros claros pode gerar insegurança jurídica e dificultar o cumprimento das exigências pelas empresas. Ao analisar o caso, o ministro André Mendonça reconheceu a importância da atualização da NR-1 para fortalecer a proteção à saúde mental dos trabalhadores, mas considerou necessário esclarecer quais condutas são efetivamente exigidas das organizações e em quais situações elas poderão ser responsabilizadas.

Por esse motivo, foi determinada a abertura de um procedimento de conciliação no Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) do STF, reunindo representantes do governo, empregadores e demais envolvidos.

NR-1 continua valendo

A suspensão das multas não altera a validade da norma. O Ministério Público do Trabalho (MPT) reforçou que as empresas continuam obrigadas a implementar ações de prevenção, identificação e controle dos fatores de risco psicossociais.

Segundo o órgão, a proteção da saúde mental dos trabalhadores está assegurada não apenas pela NR-1, mas também pela Constituição Federal, pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e por convenções internacionais da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O MPT informou ainda que continuará atuando na fiscalização e orientação das empresas para garantir ambientes de trabalho seguros e saudáveis.

Entenda a atualização da NR-1

A atualização da NR-1 entrou em vigor em maio de 2026 após ter sido adiada por um ano diante de pedidos do setor empresarial. A nova regulamentação passou a incluir oficialmente os riscos psicossociais entre os fatores que devem integrar o gerenciamento de riscos ocupacionais das empresas. Desde sua publicação, a medida vem sendo alvo de discussões judiciais e de pedidos por maior clareza técnica sobre sua aplicação.

A atualização da norma ocorre em um momento de crescimento dos afastamentos por transtornos mentais relacionados ao trabalho. Dados apresentados no processo mostram que ansiedade, depressão, jornadas prolongadas, assédio e pressão excessiva têm contribuído para o aumento das licenças médicas no país, reforçando a necessidade de políticas voltadas à promoção da saúde mental, da segurança do trabalho e da melhoria das condições laborais.

Fonte: G1

Texto: Redação

Imagem: Ilustrativa Pexels

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Saúde

Saúde mental masculina: o que os homens podem aprender com as mulheres

Na rotina de consultórios e clínicas especializadas, um padrão se repete há décadas: as mulheres são mais proativas quando o assunto é cuidar da saúde mental. Elas agendam consultas, chegam sozinhas e se mostram mais dispostas a discutir temas delicados com profissionais.
Os homens, por outro lado, costumam aparecer acompanhados — quase sempre incentivados por suas parceiras, que fazem o agendamento e participam da conversa. Mesmo assim, muitos deles oferecem poucas informações, deixam de relatar sintomas importantes e têm dificuldade em expor fragilidades.

Indicadores preocupantes entre os homens
Essa diferença de comportamento não é apenas percepção clínica. Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia (2023) mostrou que homens com mais de 40 anos só procuram atendimento quando já apresentam sintomas, e 80% afirmam não cuidar da saúde mental.
Dados do Ministério da Saúde reforçam a urgência: a taxa de suicídio masculino é quase quatro vezes maior do que a feminina, apesar de os homens apresentarem menor prevalência geral de transtornos mentais.

A negligência em buscar ajuda faz com que sinais de solidão, estresse e sofrimento emocional se agravem, aumentando o risco de depressão, dependência de álcool e outras substâncias, além de outras complicações graves.

Por que os homens falam menos sobre o que sentem
Mesmo em uma era em que a informação está disponível a poucos cliques, muitos homens ainda enfrentam barreiras culturais associadas à masculinidade tradicional. O medo de parecer fraco ou vulnerável limita conversas honestas sobre emoções.
Uma pesquisa realizada nos EUA revela que 40% dos homens nunca conversaram com ninguém sobre saúde mental, e 29% afirmam sentir vergonha de tocar no assunto.

Ao mesmo tempo, persiste a ideia de que a mulher é responsável por cuidar da família — o que faz com que elas se vejam obrigadas a manter o próprio bem-estar para conseguir apoiar os outros. Essa dinâmica contribui para que elas procurem mais serviços médicos e incentivem os parceiros a fazer o mesmo.

Aprendizado essencial: cuidar também é um gesto de força
Buscar apoio psicológico não diminui ninguém. Pelo contrário, é um ato de coragem e autocuidado. A verdadeira força não está em suportar tudo sozinho, mas em reconhecer limites e procurar ajuda quando necessário.

FONTE: Forbes
TEXTO: Redação
IMAGEM: Rudzhan Nagiev/Getty Images

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Notícias

Mais de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais, revela OMS

Mais de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais, revela OMS

Dados divulgados nesta terça-feira (2) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que mais de um bilhão de pessoas em todo o planeta vivem com algum tipo de transtorno mental, incluindo ansiedade e depressão. O cenário causa imensos prejuízos humanos e econômicos, alerta a instituição. 

“Embora muitos países tenham reforçado suas políticas e programas de saúde mental, maiores investimentos e ações são necessários globalmente para ampliar os serviços no intuito de proteger e promover a saúde mental das pessoas”, destacou a agência das Nações Unidas. 

Segundo a OMS, transtornos de saúde mental como ansiedade e depressão são altamente prevalentes em todos os países e comunidades, afetando pessoas de todas as idades e níveis de renda. “É a segunda maior causa de incapacidade a longo prazo, gerando perda de qualidade de vida”, acentuou a OMS.

Desafios

“Transformar os serviços de saúde mental é um dos desafios mais urgentes da saúde pública”, destacou o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Investir em saúde mental significa investir em pessoas, comunidades e economias – um investimento que nenhum país pode se dar ao luxo de negligenciar”, acrescentou. 

“Cada governo e cada líder tem a responsabilidade de agir com urgência e garantir que os cuidados em saúde mental não sejam tratados como um privilégio, mas como um direito básico de todos”, concluiu Tedros.

Análise

Os números apresentados revelam que a prevalência de transtornos de saúde mental varia de acordo com o gênero e que mulheres são desproporcionalmente mais impactadas. Ansiedade e depressão figuram como os dois tipos de transtorno mais comuns tanto entre homens como entre mulheres. 

“O suicídio permanece como uma consequência devastadora, ceifando cerca de 721 mil vidas apenas em 2021 em todo o planeta”, alertou a OMS, ao citar o suicídio como uma das principais causas de morte entre jovens em todos os países e contextos socioeconômicos. 

“Apesar dos esforços globais, o progresso na redução da mortalidade por suicídio é insuficiente para atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas que prevê uma redução de um terço nas taxas de suicídio até 2030. Na trajetória atual, apenas uma redução de 12% será alcançada até esse prazo.”  

Impacto econômico

A agência avalia o impacto econômico dos transtornos mentais como impressionante. Embora os custos com saúde sejam substanciais, os custos indiretos, sobretudo os que envolvem perda de produtividade, são muito maiores. A estimativa é que depressão e ansiedade, juntas, custem à economia global cerca de US$ 1 trilhão por ano.

“Essas descobertas ressaltam a necessidade urgente de investimento sustentado, priorização mais rigorosa e colaboração multissetorial para expandir o acesso à saúde mental, reduzir o estigma e combater as causas profundas dos problemas de saúde mental”, concluiu a OMS. 

Fonte: Agência Brasil

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Mulheres

Divas Reunidas

  • Sim! Estávamos com saudades…
    As Divas do Comex & Log, estão no seu 9º encontro e foi Maravilhoso.
    Essa oportunidade de CONEXÃO Off Line, nos fez ficar cada vez mais próximas e entendermos os ecossistemas com mais propriedade.Com o tema “PODER DO NETWORK” falamos a respeito da importância dos CNPJ’s, mas quem faz realmente a diferença nas empresas são os CPF’s. Entendemos mais sobre os ECOSSISTEMAS que envolvem o crescimento de uma empresa.

    Afinal de contas, ninguém faz nada sozinho, algo que sempre digo.

    Começamos falando a respeito do poder da nossa mente, onde nossa amiga Jana Silva inside na Savino Del Bene, nos falou da importância do equilíbrio entre corpo e a mente. Jana além de trabalhar na área de Logística internacional, também, professora formada em Hatha Yoga, atua como personal Yoga há 6 anos, Mestre Reiki Shamballa, e Reiki Usui Nível 3. Onde encontrou no Yoga uma oportunidade de conexão com seu eu interior, para “aguentar” todo o stress da área de logística internacional. 

    Falamos muito sobre os ECOSSISTEMAS criados pelo RêConectaNews, afim de gerar muito network e relacionamentos de valor. 
    O ecossistema de negócios é baseado em princípios como interdependência, cooperação, dinamismo e criação de valor. Nele, as empresas trabalham juntas para criar valor para os clientes, oferecer produtos e serviços inovadores e satisfazer as necessidades do mercado, conheça mais alguns benefícios que temos ao criar ecossistemas de negócios:

    • Maior acesso a informações;
    • Poder de inovação;
    • Aceleração do crescimento;
    • Agilidade na transformação digital;
    • Aumento da flexibilidade e proatividade na gestão de mudanças;
    • Fortalecimento das marcas;
    • Geração de Valor;

Os maiores ecossistemas de negócios viabilizam acesso à informação, porque contam com rede de relacionamentos com fornecedores, parceiros, clientes e concorrentes. Assim como na natureza, onde diferentes espécies se beneficiam umas das outras, as empresas podem se beneficiar da expertise de organizações do mesmo ecossistema.

Parcerias estratégicas

Empresas que fazem parte de um ecossistema também acabam se beneficiando de conexões com outras organizações com competências complementares. Uma startup, por exemplo, pode se associar a grandes fornecedores para acelerar sua produção e o lançamento de novos produtos no mercado.

Assim, podemos deixar muito claro que, as PESSOAS que fazem a diferença e os ECOSSISTEMAS criados, são para que você possa cada vez mais ter a oportunidade de engajar e fortalecer marcas.

Confira algumas Fotos do evento:
https://photos.google.com/share/AF1QipPljn0bawaUPkOEBuy-n8b-5sPjjRvxHdyEN51qzrGBg1zCSGgKkDVqPsfl2AVDHw?key=dGpRRHROZENpNDFCQjMzWTd2aDFYM3o1Y3ZUSXdR 

 

 

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Pessoas

SAÚDE MENTAL PARA PROFISSIONAIS DE COMÉRCIO EXTERIOR E LOGÍSTICA

MENTES E AMBIENTES SAUDÁVEIS
A crise de saúde mental já é uma realidade preocupante.

O o primeiro mês do ano foi escolhido para falarmos do JANEIRO BRANCO por alguns motivos, uma vez que é no início do ano que as pessoas têm a sensação de um recomeço e o desejo de obter um novo estilo de vida. Esse clima foi a base para que as pessoas começassem o ano pensando também em sua saúde mental.

Este mês é dedicado à conscientização e os cuidados com a saúde mental. Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo o mundo, um transtorno mental frequente que afeta todas as faixas etárias, de qualquer raça, etnia ou classe social.

A doença é a principal causa de incapacidade e é pauta de destaque quando se fala em saúde da mente. A OMS afirma que a saúde mental depende do bem-estar físico e social, lembrando que o conceito de saúde vai além da ausência de doenças.

Esse conjunto é fundamental para que, como seres humanos, tenhamos plenas capacidades individuais e coletivas para pensar, nos emocionar, interagir uns com os outros e aproveitar a vida.

Mês do Bem-estar Mental
Estratégias Práticas para Empoderar Seu RH

JANEIRO BRANCO! — O Janeiro Branco

Em boa parte do Mundo, e agora por aqui também, o mês de janeiro é dedicado à conscientização sobre a saúde mental, e é o momento ideal para empresas de logística e transporte promoverem práticas que contribuam para o bem-estar emocional de seus colaboradores.

AÇÕES PARA OS RECURSOS HUMANOS NO JANEIRO BRANCO:

Comunique-se Abertamente
Fomente uma cultura de apoio e empatia.
Incentive os colaboradores a expressarem seus sentimentos sem receio de julgamento.
Disponibilize informações sobre recursos disponíveis, como programas de apoio psicológico.

Equilíbrio Trabalho-Vida
Encoraje a busca por um equilíbrio saudável entre trabalho e vida pessoal.
Ofereça opções de trabalho flexíveis e incentive pausas regulares.
Líderes devem demonstrar, por meio de suas ações, que a vida fora do trabalho é valorizada.

Atividades de Bem-Estar
Promova atividades que estimulem o bem-estar emocional, como sessões de meditação, yoga ou exercícios de relaxamento, ou defesa pessoal.

Crie oportunidades para os colaboradores participarem de grupos de apoio ou compartilharem experiências em um ambiente seguro.

Desenvolvimento Profissional e Reconhecimento
Ofereça oportunidades de treinamento que impulsionem o crescimento pessoal e profissional.
Reconheça e celebre conquistas individuais e de equipe, demonstrando gratidão e apreço pelos contributos dos colaboradores.
Estamos Juntos por uma Cultura Organizacional mais Saudável!
Enquanto nos comprometemos com a mudança de políticas e ações práticas, é essencial que, como líderes e colaboradores, criemos uma cultura que valorize a saúde mental.
O momento de falar abertamente sobre a saúde mental é agora.
Faça de 2024 o ano em que sua empresa se destaca não apenas pela eficiência logística, mas também pelo compromisso inabalável com o bem-estar emocional de sua equipe.

Vamos Juntos transformar essa realidade!!!
Dia 31 de Janeiro estaremos falando muito sobre SOLUÇÕES para que possamos equilibrar vida profissional e vida pessoal.

 

FONTES de estudo para composição do artigo:

Site Revista NewsWeek — https://bityl.co/NXKK
Site Mental Health Org. — https://www.mentalhealthfirstaid.org/
Site InFocu: https://bityl.co/NXKS
Site: FASIG  Você já ouviu falar em Janeiro Branco? – FASIG

OPAS/OMS | Organização Pan-Americana da Saúde (paho.org)

Dia: 31/01/2024
7º Encontro das DIVAS do COMEX
18:30h – ABSOLUTE BUSINESS
Tema: Inteligência Emocional
Link para participar do EVENTO: 7º ENCONTRO DAS DIVAS – Itajaí – Meu Ingresso

Te aguardamos, para JUNTAS transformarmos o COMEX e a LOGÍTICA.
2024 de muito SUCESSO PARA TODAS NÓS!

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