Portos

Porto de Paranaguá cobra avanço das ferrovias após investir R$ 650 milhões em infraestrutura

O Porto de Paranaguá reforçou a necessidade de ampliar os investimentos na infraestrutura ferroviária para garantir maior eficiência logística e preservar a competitividade do agronegócio brasileiro. A avaliação foi apresentada durante o lançamento do Movimento Agroportos, realizado em Curitiba, em meio à apresentação dos principais investimentos executados pelo terminal nos últimos anos.

Segundo a administração portuária, o complexo já recebeu mais de R$ 650 milhões em investimentos e está preparado para ampliar sua capacidade operacional. No entanto, a expansão depende da modernização dos modais de transporte que atendem o porto.

Investimentos fortalecem operação portuária

Durante o evento, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, destacou as iniciativas adotadas para aumentar a eficiência do terminal e reduzir os impactos do chamado Custo Brasil sobre a logística nacional.

Entre os principais projetos está a construção do Moegão, considerada uma das maiores obras de infraestrutura portuária em andamento no país. O empreendimento, que já alcançou cerca de 95% de execução, recebeu investimentos superiores a R$ 650 milhões.

Garcia também ressaltou que o Porto de Paranaguá se tornou o primeiro do Brasil a ter todas as áreas arrendáveis regularizadas por meio de contratos de longo prazo, proporcionando maior segurança jurídica aos operadores privados.

Arrendamentos ampliam segurança para investidores

A regularização das áreas portuárias foi realizada por meio de leilões públicos promovidos na B3 desde 2019. Segundo a Portos do Paraná, o modelo oferece maior previsibilidade para empresas interessadas em investir na expansão das operações, além de estabelecer contratos que garantem direitos e obrigações para ambas as partes.

A medida é apontada como um dos fatores que impulsionaram novos aportes no complexo portuário.

Ferrovias são consideradas essenciais para o crescimento

Apesar dos avanços na infraestrutura portuária, a administração do terminal avalia que o desenvolvimento da malha ferroviária será decisivo para aproveitar plenamente a nova capacidade instalada.

Luiz Fernando Garcia destacou que o encerramento da concessão da Malha Sul, previsto para 2027, representa uma oportunidade para discutir novos investimentos no transporte ferroviário, considerado estratégico para o funcionamento do Moegão em sua capacidade máxima.

Ele também lembrou que as concessões rodoviárias realizadas no Paraná devem atrair aproximadamente R$ 90 bilhões em investimentos, reforçando a necessidade de integração entre os diferentes modais logísticos.

Custo logístico preocupa setor portuário

Durante os debates, Garcia afirmou que o principal desafio para o agronegócio continua sendo o custo do transporte das cargas até os portos.

Segundo ele, manter vantagens operacionais e comerciais é fundamental para preservar a atratividade de Paranaguá diante da concorrência de outros terminais brasileiros.

Na avaliação do executivo, a melhoria da logística é indispensável para ampliar a eficiência e evitar a migração de cargas para portos concorrentes.

Gestão do porto recebe reconhecimento

Também presente no evento, o secretário nacional de Portos do Ministério de Portos e Aeroportos, Alex Sandro de Ávila, destacou a gestão desenvolvida pela Portos do Paraná.

Ele ressaltou que as iniciativas de requalificação das áreas portuárias e os processos de arrendamento aumentaram a capacidade de investimento no terminal, fortalecendo sua posição no escoamento da produção agrícola.

Segundo Ávila, a experiência do Sul do país pode servir como referência para projetos de expansão da infraestrutura portuária nas regiões Norte e Nordeste.

Sustentabilidade também integra estratégia do Porto de Paranaguá

Além dos investimentos em infraestrutura, a administração do terminal destacou os avanços na área ambiental. O Porto de Paranaguá foi o primeiro porto público brasileiro a conquistar a certificação internacional EcoPorts, reconhecimento concedido a portos que adotam boas práticas de gestão ambiental e sustentabilidade.

A combinação entre modernização da infraestrutura, segurança jurídica e gestão ambiental é apontada pela autoridade portuária como um dos pilares para ampliar a competitividade do terminal nos próximos anos.

FONTE: O Presente Rural
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Logística

Concessão de canais portuários amplia eficiência logística e fortalece competitividade das exportações brasileiras

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) está avançando na implantação de um programa de concessão de canais de acesso portuário, iniciativa que busca elevar a eficiência da logística nacional e ampliar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.

A proposta reúne investimentos em dragagem, manutenção permanente, sinalização náutica, gestão do tráfego aquaviário e concessões específicas para os canais de navegação. O objetivo é permitir a operação de embarcações maiores, aumentar a segurança da navegação e preparar os portos brasileiros para acompanhar o crescimento do comércio marítimo global.

Segundo o ministro Tomé Franca, a modernização dos canais proporciona maior previsibilidade às operações, reduz custos logísticos e fortalece a capacidade de exportação do país.

Canais de acesso são essenciais para a operação dos portos

Embora pouco conhecidos fora do setor portuário, os canais de acesso desempenham papel estratégico na movimentação de cargas. São eles que determinam a profundidade disponível para os navios e, consequentemente, o tamanho das embarcações que podem operar em cada porto.

Quando o canal não possui profundidade suficiente, os navios precisam reduzir a carga transportada ou aguardar condições favoráveis de maré para navegar com segurança. Esse cenário compromete a produtividade das operações e aumenta os custos do transporte marítimo.

A necessidade de modernização tornou-se ainda mais evidente com a evolução da frota mundial de navios porta-contêineres, que hoje alcançam cerca de 400 metros de comprimento e capacidade para transportar aproximadamente 14 mil TEUs — quase o triplo da capacidade das embarcações utilizadas há cerca de duas décadas.

Maior profundidade reduz custos logísticos

A profundidade dos canais define o calado operacional, ou seja, o limite de profundidade necessário para que uma embarcação navegue sem risco de tocar o fundo.

Quanto maior o calado permitido, maior é o volume de carga embarcado em uma única viagem. Isso reduz o custo médio do transporte por tonelada ou por contêiner, tornando os produtos brasileiros mais competitivos nos mercados internacionais.

Os benefícios se estendem por toda a cadeia logística. Exportadores conseguem ampliar o volume transportado, operadores reduzem custos operacionais e os portos aumentam sua capacidade de movimentação.

Estudo da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres (Abratec) aponta que os navios de grande porte transportam quase três vezes mais contêineres do que modelos utilizados há cerca de vinte anos, além de apresentarem menor consumo de combustível e redução das emissões de gases de efeito estufa.

Investimentos ampliam capacidade dos portos brasileiros

O novo modelo de concessão teve início com o leilão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá, realizado em outubro de 2025, considerado o primeiro desse tipo no Brasil.

O contrato prevê investimentos superiores a R$ 1 bilhão ao longo de 25 anos para administração, manutenção e exploração da infraestrutura aquaviária, incluindo canais de navegação, bacias de evolução e áreas de fundeio.

Outros projetos também avançam dentro do programa. O processo de concessão do canal de acesso ao Porto de Itajaí já foi encaminhado ao Tribunal de Contas da União (TCU), com previsão de investimentos acima de R$ 300 milhões.

Além disso, seguem em fase de estudos os projetos para os canais dos portos de Santos, Rio Grande e dos terminais administrados pela Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba).

Infraestrutura moderna fortalece o comércio exterior

A modernização dos canais portuários é considerada uma medida estratégica para acompanhar a expansão do transporte marítimo internacional. Com infraestrutura mais eficiente, os portos brasileiros poderão receber embarcações de maior porte, aumentar a capacidade operacional e reduzir gargalos logísticos.

A expectativa do governo é que o programa contribua para diminuir os custos de exportação, ampliar a competitividade da produção nacional e consolidar o Brasil como um importante operador no comércio marítimo global.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Portos

Porto de Paranaguá investe R$ 81,3 milhões em nova subestação de energia para ampliar capacidade

O Porto de Paranaguá anunciou um investimento de R$ 81,3 milhões na construção de uma nova subestação de energia, projeto considerado estratégico para sustentar a expansão do complexo portuário nas próximas décadas. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (25).

A estrutura terá potência instalada de 60 megawatts (MW) e será conectada à rede em 138 quilovolts (kV). A execução ficará a cargo do Consórcio ETR, que terá prazo de dois anos para concluir a obra.

Capacidade atende ao consumo de até 60 mil residências

De acordo com a administração portuária, a capacidade da nova subestação equivale ao abastecimento de aproximadamente 30 mil a 60 mil residências, considerando um consumo médio mensal entre 150 e 250 kWh por imóvel.

Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, o projeto foi desenvolvido para atender à demanda futura do porto e garantir suporte às obras de ampliação previstas.

“A subestação foi planejada para estruturar o Porto pelos próximos 30 anos, contemplando as expansões previstas para o futuro, como os píeres em T e em F”, afirmou.

Ligação direta com a Copel aumenta eficiência energética

Outro destaque do empreendimento é a conexão direta com a subestação principal da Copel, eliminando a necessidade de fornecimento por meio de subestações intermediárias. A expectativa é que essa configuração proporcione maior eficiência, confiabilidade e capacidade no fornecimento de energia ao terminal.

Para viabilizar a nova ligação elétrica, será necessário adaptar a infraestrutura da rede, incluindo a instalação de novos postes ao longo de cerca de quatro quilômetros de vias urbanas.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: TCP

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Portos

Porto de Paranaguá assume vice-liderança nacional na movimentação de veículos

A Portos do Paraná ampliou em 63% a movimentação de veículos em 2026 e assumiu a vice-liderança nacional nas operações de importação e exportação desse tipo de carga. Entre janeiro e maio, o embarque e desembarque de carros, caminhões e outros veículos no Porto de Paranaguá alcançou 67,6 mil unidades, frente às 41,6 mil movimentadas no mesmo período de 2025. Os dados são do Centro de Estatísticas da Portos do Paraná.

“Nós tivemos uma nova operação iniciada no fim do ano passado, após a formação de uma joint venture entre duas montadoras. Com isso, a movimentação de veículos cresceu significativamente e alcançamos quase 48 mil veículos importados até este momento do ano”, destaca Gabriel Vieira, diretor de Operações Portuárias da Portos do Paraná.

A China é o principal país de origem e destino dos veículos movimentados pelo Porto de Paranaguá. O país respondeu por 54,8% das operações acumuladas em 2026. Na sequência aparecem México, com 23,4% de participação, Argentina, com 9,3%, Colômbia, com 4,4%, e Alemanha, com 2,3%.
 

Movimentação cresce em maio

O maior volume de movimentação de veículos em 2026 foi registrado em maio. No período, foram contabilizadas 19.789 importações e 5.217 exportações, totalizando mais de 25 mil veículos movimentados.

Até então, o maior volume mensal havia sido registrado em março, com 20,9 mil operações, sendo 15,8 mil importações e 5,1 mil exportações.

O diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, destaca que o Porto de Paranaguá possui características únicas no Brasil pela diversidade de cargas movimentadas. Líder na exportação de óleo de soja e carne de frango e na importação de fertilizantes, o porto também se consolida como um dos principais corredores de importação e exportação de veículos do país.

A localização estratégica e os investimentos contínuos em infraestrutura são fatores determinantes para essa evolução. “Os investimentos recentes ampliam a capacidade operacional dos nossos parceiros e tornam os portos do Paraná cada vez mais competitivos nesse ambiente”, afirma o diretor-presidente.

No acumulado de 2025, a Portos do Paraná movimentou 106.725 veículos, resultado de 31.421 importações e 75.304 exportações.

Volume movimentado cresce 151% em toneladas

A divulgação das informações de importação e exportação pelo Governo Federal, por meio do Comex Stat (sistema do Governo Federal que reúne informações sobre o comércio exterior), utiliza como base a movimentação em toneladas.

Nesse critério, a movimentação de veículos pelo Porto de Paranaguá alcançou 87,7 mil toneladas em 2026. Na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram movimentadas 34,9 mil toneladas, o crescimento foi de 151%.

O resultado elevou a participação do Porto de Paranaguá para 14,71% das importações e exportações brasileiras de veículos em 2026, colocando o terminal na segunda posição do ranking nacional.

Com isso, Paranaguá superou o Porto de Santos, que acumula 14,66% de participação no mercado. O Porto de Vitória (ES) segue na liderança nacional desse segmento.

Em valores FOB (Free on Board; traduzido “Livre a Bordo”), que correspondem ao valor da mercadoria no momento do embarque, a movimentação de veículos pelo Porto de Paranaguá somou US$ 906,8 milhões em 2026.

Berço dedicado para veículos

As operações de embarque e desembarque de veículos são realizadas no berço 219, estrutura dedicada a esse tipo de carga.

Os veículos recebidos de outros países podem ser armazenados no Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), na área pública do porto e nos dois terminais especializados em veículos. Toda a operação de embarque e desembarque é realizada por equipes especializadas que possuem o reconhecimento de realizar a movimentação das cargas com o menor índice de avarias em todo o país.

TEXTO E IMAGEM: Portos do Paraná

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Portos

Porto de Paranaguá amplia capacidade e reforça liderança nas exportações brasileiras

O Porto de Paranaguá segue consolidando sua posição como um dos principais polos logísticos do país. Impulsionado pelo aumento da movimentação de cargas e por novos investimentos em infraestrutura, o complexo portuário registrou resultados expressivos nos primeiros cinco meses de 2026, especialmente no segmento de exportação de proteína animal.

Entre janeiro e maio, o porto embarcou 277,5 mil toneladas de carne bovina para o mercado internacional. O volume garantiu ao terminal a segunda colocação nacional nesse tipo de operação, respondendo por 24,7% das exportações brasileiras do produto. Os principais destinos foram China, Estados Unidos e Rússia.

Movimentação de contêineres cresce em 2026

O desempenho positivo também foi observado no Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP). No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, foram movimentados 690 mil TEUs, medida utilizada para contabilizar contêineres de 20 pés.

Segundo a administradora do terminal, as exportações alcançaram 3,5 milhões de toneladas de cargas, desconsiderando o peso dos contêineres, representando crescimento de 8% em comparação ao mesmo período de 2025. Já as importações somaram 1,3 milhão de toneladas, avanço de 6% na mesma base de comparação.

Investimentos fortalecem infraestrutura portuária

Para atender à expansão da demanda e melhorar a eficiência logística, o Porto de Paranaguá integra um conjunto de obras e projetos coordenados pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

Um dos principais empreendimentos é o Moegão, novo sistema de descarga ferroviária do corredor de exportação. Considerada a maior obra pública portuária em execução no Brasil, a estrutura já superou 95% de conclusão e recebeu investimentos superiores a R$ 500 milhões, com recursos financiados pelo BNDES.

Quando entrar em operação, o sistema deverá elevar em aproximadamente 60% a capacidade ferroviária do porto, permitindo o aumento da circulação diária de vagões de 550 para 900 unidades. A iniciativa também busca melhorar o equilíbrio da matriz de transporte regional, ampliando a participação do modal ferroviário.

Canal de acesso receberá mais de R$ 1 bilhão em investimentos

Outro projeto estratégico em andamento é a concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá. O contrato prevê aportes de R$ 1,23 bilhão ao longo dos próximos 25 anos para serviços de dragagem, manutenção e gestão da infraestrutura aquaviária.

A expectativa é que a medida aumente a segurança da navegação, reduza gargalos operacionais e proporcione maior previsibilidade para as operações de embarque e desembarque.

Sustentabilidade ganha espaço nas operações

Além dos investimentos logísticos, o complexo portuário também avança na agenda ambiental. Entre as ações implementadas estão projetos voltados à energia solar em terminais do porto, contribuindo para a redução das emissões de carbono e para a adaptação às exigências de sustentabilidade do comércio internacional.

As iniciativas reforçam o compromisso do setor com práticas mais sustentáveis e com a modernização das operações portuárias.

Porto de Paranaguá se consolida como hub logístico estratégico

Localizado em uma das regiões mais importantes para o escoamento da produção nacional, o Porto de Paranaguá conecta grandes centros produtores aos mercados globais. Em 2025, os portos paranaenses alcançaram um recorde histórico de movimentação, somando cerca de 73,5 milhões de toneladas transportadas.

Com novos investimentos em infraestrutura portuária, logística de exportação, acesso aquaviário e sustentabilidade, o terminal amplia sua competitividade e fortalece sua posição entre os principais hubs logísticos da América do Sul.

FONTE: Divulgação/TCP
TEXTO: Redação
IMAGEM: Ministério de Portos e Aeroportos

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Exportação

Exportações de frango pelos portos do Paraná atingem 47,3% do total brasileiro em 2026

Os portos paranaenses consolidaram sua posição de destaque no comércio exterior brasileiro ao responderem por 47,3% das exportações de frango do país entre janeiro e maio de 2026. No período, foram embarcadas 1,04 milhão de toneladas de carne de aves congeladas para o mercado internacional, o maior volume já registrado para os cinco primeiros meses do ano.

Somente em maio, os embarques ultrapassaram 208 mil toneladas. O desempenho reforça a liderança do Porto de Paranaguá no segmento e o coloca entre os principais polos mundiais de movimentação de proteínas animais.

Crescimento supera resultados de anos anteriores

O volume exportado representa um avanço de 13,1% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 921,9 mil toneladas. O recorde anterior havia sido alcançado em 2023, com 945,9 mil toneladas exportadas.

Os números são do Comex Stat, plataforma oficial do Governo Federal que reúne estatísticas do comércio exterior brasileiro.

Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, os resultados refletem os investimentos realizados nos últimos anos em infraestrutura e modernização operacional.

Ele destaca que os aportes em tecnologia, melhorias estruturais e qualificação das equipes têm contribuído para aumentar a competitividade dos portos paranaenses e elevar a qualidade dos serviços oferecidos ao mercado.

Receita com exportações ultrapassa US$ 1,8 bilhão

Além da liderança em volume, a Portos do Paraná também registrou a maior participação na receita gerada pelas exportações brasileiras de carne de frango. Em valores FOB, as cargas embarcadas pelos terminais paranaenses somaram US$ 1,88 bilhão, de um total nacional de US$ 4,08 bilhões.

China lidera entre os principais destinos da carne de frango

A China permaneceu como principal compradora da carne de frango exportada pelos portos do Paraná. O país asiático recebeu 114,2 mil toneladas do produto, o equivalente a 11% de todo o volume embarcado em Paranaguá.

Entre os demais mercados de destaque estão África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Japão e Arábia Saudita. Ao todo, mais de 120 países importaram carne de frango pelos terminais paranaenses neste ano.

Estrutura refrigerada impulsiona competitividade

De acordo com o diretor de operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira, um dos principais diferenciais do Porto de Paranaguá é sua capacidade logística para movimentação de cargas refrigeradas.

O terminal possui mais de 5,2 mil tomadas para contêineres refrigerados, conhecidos como reefers, configurando a maior estrutura do gênero no Brasil. Essa capacidade é considerada fundamental para o escoamento da produção avícola destinada ao mercado internacional.

Paraná mantém protagonismo na produção avícola

O desempenho das exportações também acompanha a força da avicultura paranaense. Atualmente, o estado responde por cerca de 35% da produção nacional de aves para abate, sendo que grande parte desse volume é destinada ao mercado externo por meio dos portos locais.

Exportações de proteínas animais crescem quase 10%

Ao considerar todas as categorias de proteínas animais, incluindo carnes de frango, bovina, suína, caprina e pescados, os portos do Paraná embarcaram mais de 1,4 milhão de toneladas entre janeiro e maio de 2026.

O volume representa 37% das exportações brasileiras do segmento e corresponde a um crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Carne bovina e suína também apresentam resultados expressivos

Nas exportações de carne bovina, o Porto de Paranaguá movimentou 277,5 mil toneladas nos cinco primeiros meses do ano, alcançando participação de 24,7% no total exportado pelo Brasil. Os principais destinos foram China, Estados Unidos e Rússia.

Já os embarques de carne suína chegaram a 84,8 mil toneladas no acumulado de 2026. O resultado supera em 6,5% o volume registrado no mesmo intervalo de 2025, quando foram exportadas 79,6 mil toneladas.

Mais de 50 países importaram carne suína pelos portos paranaenses, com destaque para Filipinas, Hong Kong e Singapura.

FONTE: Portal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portal Portuário

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Informação

Desvio de fertilizantes: operação desmonta esquema de adulteração de cargas no Paraná

Uma operação da Polícia Civil do Paraná (PCPR) resultou na prisão em flagrante de sete suspeitos envolvidos em um esquema de desvio e adulteração de fertilizantes em Ponta Grossa, nos Campos Gerais. A ação, realizada na noite de quarta-feira (10), também levou à apreensão de veículos, equipamentos, dinheiro, celulares e toneladas de materiais utilizados nas fraudes.

A investigação apura irregularidades em cargas que saíam do Porto de Paranaguá com destino a diferentes estados brasileiros e eram desviadas durante o transporte.

Investigação identificou padrão nas ocorrências

De acordo com a Polícia Civil, pelo menos três empresas relataram prejuízos causados por cargas adulteradas. As semelhanças entre os casos, principalmente em relação aos desvios de rota e à substituição parcial dos produtos transportados, permitiram que os investigadores chegassem ao barracão utilizado pelos suspeitos.

Em uma das ocorrências, uma carga de 40 toneladas de cloreto de potássio, avaliada em cerca de R$ 110 mil, teve aproximadamente 80% do conteúdo substituído por um material semelhante a cálcio. Em outro episódio, uma carga avaliada em mais de R$ 143 mil chegou ao destinatário em Goiás diferente daquela originalmente embarcada no litoral paranaense.

Já um terceiro caso apontou que um caminhão desviou do trajeto previsto por cerca de quatro horas antes de entregar fertilizante adulterado ao comprador final.

Flagrante revelou operação em andamento

Ao localizar o imóvel investigado, os policiais encontraram intensa movimentação de trabalhadores, caminhões e máquinas. No momento da abordagem, uma carga de fertilizantes estava sendo descarregada e manipulada.

Durante a conferência documental, a equipe constatou que o produto havia saído de Paranaguá com destino a Telêmaco Borba, sem qualquer justificativa para a parada em Ponta Grossa.

Segundo a polícia, o motorista da carga admitiu que receberia R$ 8 mil para desviar o caminhão até o barracão. O objetivo seria misturar o fertilizante original com outras substâncias antes da entrega ao cliente.

Diante das evidências, sete pessoas foram presas pelos crimes de furto qualificado, adulteração de substância e adulteração de produto destinado ao consumo.

Máquinas, caminhões e materiais foram apreendidos

Durante a operação, os agentes recolheram diversos itens que podem comprovar o funcionamento do esquema.

Entre os materiais apreendidos estão:

  • Um caminhão-trator;
  • Um semirreboque;
  • Uma pá carregadeira;
  • Três empilhadeiras;
  • Telefones celulares dos investigados;
  • R$ 2.382 em espécie;
  • Cheques;
  • 30 bags contendo material semelhante a cálcio;
  • Lacres de fertilizantes;
  • Notas fiscais relacionadas às cargas.

Todo o material foi encaminhado para análise pericial e deverá integrar o inquérito policial.

Estrutura irregular agravou suspeitas

Além das evidências de adulteração, os investigadores encontraram condições inadequadas de armazenamento no barracão utilizado pelo grupo.

Segundo a polícia, o local apresentava áreas alagadas, acúmulo de água parada, resíduos espalhados pelo piso e descarte irregular de materiais. Também foram constatadas falhas de higiene e ausência de controles sanitários e ambientais exigidos para esse tipo de atividade.

Os agentes encontraram ainda produtos granulados armazenados diretamente no chão, sem isolamento ou proteção adequada, aumentando os indícios de contaminação e adulteração dos fertilizantes.

Perícias e investigações seguem em andamento

Equipes da Polícia Científica recolheram amostras dos materiais encontrados no imóvel para identificar a composição dos produtos e dimensionar o alcance das fraudes.

Os sete suspeitos permanecem à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil prossegue com as investigações para identificar outros envolvidos e apurar a possível participação de empresas e transportadores no esquema de fraude em fertilizantes.

FONTE: Gazeta do Paraná
TEXTO: Redação
IMAGEM: PCPR / Divulgação

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Portos

Exportações crescem 28,8% em maio e impulsionam movimentação nos portos paranaenses

Impulsionada pelo crescimento das exportações, a Portos do Paraná movimentou 6,12 milhões de toneladas em maio, volume 14,3% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, quando foram movimentadas 5,35 milhões de toneladas. No acumulado de janeiro a maio, a movimentação total alcançou 28,87 milhões de toneladas, resultado 2,4% superior ao do mesmo período do ano passado, que somou 28,19 milhões de toneladas.

“Toda essa movimentação demonstra que os portos paranaenses são altamente competitivos e geram bons resultados para os operadores que atuam aqui. Por isso, seguimos investindo em infraestrutura, modernização de sistemas e capacitação de pessoal. Só assim é possível construir uma logística cada vez mais inteligente e eficiente”, enfatiza o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Nas exportações, a Portos do Paraná alcançou 4,04 milhões de toneladas em maio, cerca de 900 mil toneladas a mais do que no mesmo período de 2025, crescimento de 28,8%. Já as importações somaram 2,07 milhões de toneladas, volume aproximadamente 140 mil toneladas inferior ao registrado no ano anterior.
 

Soja lidera crescimento

O principal produto impulsionador do comércio exterior foi a soja. As 831,8 mil toneladas exportadas em maio de 2025 saltaram para 1,58 milhão de toneladas em maio de 2026, um crescimento de 91%. No acumulado do ano, a commodity registra alta de 29%.

O Porto de Paranaguá é responsável pelo embarque de 14,2% de toda a soja exportada pelo Brasil, com destino principalmente aos mercados da Ásia e do Oriente Médio.

O farelo de soja foi o segundo grande destaque do mês. O volume exportado passou de 628,3 mil toneladas em maio de 2025 para 796 mil toneladas em maio deste ano, crescimento de 27%.

O Porto de Paranaguá é o segundo maior exportador de farelo de soja do Brasil, com participação de 26,5% nas exportações nacionais registradas nos cinco primeiros meses do ano, de acordo com dados do Comex Stat, sistema do Governo Federal que reúne informações sobre o comércio exterior, e do Centro de Estatísticas da Portos do Paraná.


Contêineres e proteínas animais em alta

As cargas exportadas por contêineres registraram aumento de aproximadamente 30 mil toneladas, alcançando 824,3 mil toneladas em maio, crescimento de 4%.

Grande parte desse volume é composto por proteínas animais congeladas. De janeiro até o fim de maio, cerca de 1,5 milhão de toneladas de carnes foram enviadas para mercados como China, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Filipinas e Japão, entre outros países.

Também houve crescimento nas exportações de óleos vegetais, com alta de 53% em maio e de 40% no acumulado do ano. Já a celulose registrou aumento de 5% no período analisado.
 

Importações

Entre as importações, os fertilizantes, principal produto desembarcado pelos portos paranaenses, somaram 825 mil toneladas em maio. O volume representa uma redução de 14% em comparação ao mesmo mês de 2025.

Por outro lado, as importações por contêineres, segundo principal segmento movimentado nos portos paranaenses, cresceram de 582,1 mil toneladas para 651 mil toneladas em maio, avanço de 12%.

FONTE: Portos do Paraná
IMAGEM: Claudio Neves/GCOM Portos do Paraná

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Portos

Concessões portuárias e infraestrutura aquaviária no Brasil: novo modelo de dragagem avança com o Porto de Paranaguá

A infraestrutura aquaviária brasileira vive um momento de transição importante. Apesar de mais de 95% do comércio exterior do país depender do transporte marítimo, o setor ainda opera, em grande parte, com modelos fragmentados de gestão, baseados em contratos pontuais de dragagem e sujeitos a descontinuidade administrativa.

Nesse contexto, a concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá surge como um marco de mudança na política portuária nacional, indicando a adoção de um modelo mais estruturado de gestão de longo prazo.

Novo modelo de concessão substitui contratos pontuais de dragagem

O novo formato de gestão deixa para trás a lógica de contratações esporádicas e passa a enquadrar os canais de acesso dentro de um sistema de concessão portuária, com obrigações contínuas de operação, manutenção e investimento.

No caso de Paranaguá, o contrato prevê cerca de R$ 1,23 bilhão em investimentos ao longo de 25 anos. O projeto inclui dragagem contínua, manutenção permanente e a ampliação do calado operacional para 15,5 metros, com foco em melhorar a navegabilidade dos canais portuários.

Concessão de Paranaguá altera lógica econômica do setor

A principal mudança está no desenho jurídico e econômico do modelo. Em vez de sucessivas licitações para serviços de curto prazo, o Estado transfere a responsabilidade integral do canal à iniciativa privada por meio de uma concessão de longo prazo.

Nesse formato, a remuneração do operador passa a depender do desempenho do ativo, da manutenção do nível de serviço e da realização de investimentos contínuos.

O resultado do leilão reforça a viabilidade do modelo: houve desconto de 12,63% sobre a tarifa de referência e uma outorga inicial de R$ 276 milhões.

Governança da infraestrutura portuária ganha novo padrão

Com a concessão, o canal de acesso deixa de ser tratado apenas como objeto de manutenção eventual e passa a ser considerado um ativo estratégico sob regime de gestão portuária concessionada, com metas, fiscalização e matriz de riscos definida.

Essa abordagem aproxima o Brasil de uma lógica mais moderna de governança da infraestrutura, com foco em planejamento de longo prazo e maior previsibilidade operacional para o setor.

Expansão do modelo para outros portos e hidrovias

A estratégia não se limita ao Porto de Paranaguá. Estudos semelhantes já estão em andamento para o Porto de Santos, maior complexo portuário da América Latina, além de projetos envolvendo hidrovias e canais no Rio Grande do Sul.

O Porto de Santos movimentou 186,4 milhões de toneladas em 2025 e deve seguir em expansão nos próximos anos. Já o projeto gaúcho, em análise pela Antaq, prevê cerca de R$ 134 milhões em investimentos, integrando canais portuários e trechos hidroviários em um único modelo de concessão.

A iniciativa faz parte da política do Ministério de Portos e Aeroportos voltada à modernização da logística portuária brasileira.

Limitações do modelo tradicional de dragagem

Historicamente, o Brasil adotou um modelo baseado em licitações periódicas para serviços de dragagem, geralmente focadas no menor preço e com contratos de curta duração.

Na prática, esse sistema gerou problemas recorrentes como descontinuidade operacional, baixa previsibilidade e insegurança contratual, afetando a eficiência dos portos.

Caso do Porto de Itajaí evidencia fragilidades do sistema

O Porto de Itajaí ilustra as limitações desse modelo. Após sucessivas interrupções nos serviços de dragagem, foi necessário reestruturar a manutenção do canal de acesso por meio de nova licitação.

Em 2026, um contrato de R$ 63,8 milhões foi firmado com vigência inicial de 12 meses, prorrogável por até 48 meses. Embora essencial para garantir a navegação portuária, o episódio reforça a instabilidade de contratos fragmentados.

Concessões ampliam eficiência e atraem investimentos

Diferentemente dos contratos tradicionais, o modelo de concessão cria incentivos para investimentos estruturais de longo prazo. Com maior previsibilidade regulatória, o concessionário pode amortizar investimentos ao longo dos anos e ampliar a eficiência operacional do canal.

A remuneração passa a estar ligada à disponibilidade da infraestrutura e à capacidade de expansão logística, e não apenas à execução de serviços pontuais.

Impacto na competitividade dos portos brasileiros

A adoção de concessões pode aumentar a competitividade dos portos brasileiros ao permitir maior profundidade dos canais, redução de gargalos logísticos e recepção de embarcações de maior porte.

Isso fortalece a integração do Brasil às cadeias globais de suprimentos e amplia sua relevância no comércio exterior.

Desafios regulatórios e nova fase do setor portuário

Apesar dos avanços, o modelo exige atenção a pontos críticos como estrutura tarifária, fiscalização, parâmetros de desempenho e riscos concorrenciais.

Os canais de acesso têm natureza estratégica, impacto regional significativo e envolvem múltiplos agentes econômicos, o que exige regulação cuidadosa.

Ainda assim, o debate sobre infraestrutura portuária no Brasil entrou em uma nova fase, mais voltada à eficiência, governança e planejamento de longo prazo.

Em um país dependente do comércio exterior, a modernização da infraestrutura aquaviária deixa de ser apenas uma escolha administrativa e passa a representar uma decisão estratégica para competitividade internacional e desenvolvimento econômico.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Sustentabilidade

Porto de Santos lidera avanço da energia limpa nos portos brasileiros

O setor portuário brasileiro tem acelerado investimentos em energia limpa e tecnologias sustentáveis para reduzir as emissões de gases de efeito estufa no transporte marítimo. Responsável por mais de 95% do comércio exterior do Brasil, a atividade marítima enfrenta pressão internacional para diminuir seu impacto ambiental, já que responde por cerca de 3% das emissões globais relacionadas à energia.

Estudos apontam que, sem mudanças estruturais, as emissões do setor podem crescer entre 90% e 130% até 2030, na comparação com os níveis registrados em 2008.

Portos brasileiros ampliam ações de descarbonização

Entre as principais iniciativas adotadas pelos portos nacionais estão a eletrificação de equipamentos, o uso de sistemas de abastecimento elétrico para embarcações atracadas — conhecidos como Onshore Power Supply (OPS) — além do monitoramento de emissões e investimentos em combustíveis de baixo carbono e hidrogênio verde.

O Porto de Santos, maior complexo portuário do Hemisfério Sul, está entre os destaques desse movimento. Desde 2024, o terminal utiliza o sistema OPS para fornecer energia elétrica a rebocadores atracados, substituindo o consumo de diesel.

A energia utilizada é gerada pela Usina Hidrelétrica de Itatinga, localizada em Bertioga (SP), contribuindo diretamente para a redução das emissões de gás carbônico (CO2) nas operações portuárias.

Paranaguá investe em energia solar e logística ferroviária

No Paraná, o Porto de Paranaguá também vem ampliando medidas voltadas à sustentabilidade. Entre os projetos em andamento está a conclusão do Moegão, estrutura que aumentará a capacidade de movimentação ferroviária no terminal.

Além disso, sistemas de energia solar instalados em áreas portuárias ajudam a reduzir as emissões desde 2023, fortalecendo a eficiência operacional e a matriz energética limpa do complexo.

Porto de Suape terá terminal totalmente eletrificado

Em Pernambuco, o Porto de Suape prepara a implantação do primeiro terminal de contêineres 100% eletrificado da América Latina. O projeto prevê equipamentos movidos exclusivamente a energia elétrica, automação operacional e integração digital das operações.

A expectativa é que a nova estrutura entre em funcionamento até o fim deste ano, consolidando o porto como referência em infraestrutura portuária sustentável.

Pecém e Porto do Açu apostam no hidrogênio verde

No Ceará, o Complexo do Pecém avança na criação de um hub de hidrogênio verde, aproveitando o potencial regional de geração de energia renovável. O projeto inclui iniciativas voltadas à produção de amônia verde e expansão da infraestrutura logística para atender à nova demanda energética a partir de 2030.

Já o Porto do Açu, no Rio de Janeiro, trabalha na implementação de um corredor verde voltado ao abastecimento com combustíveis de baixo carbono. O complexo também desenvolve projetos ligados ao hidrogênio e à descarbonização da indústria siderúrgica.

Sustentabilidade se torna prioridade no setor marítimo

Com o aumento das exigências ambientais globais, os portos brasileiros intensificam investimentos em inovação, eficiência energética e redução de emissões. A tendência é que projetos ligados à transição energética, eletrificação e combustíveis renováveis ganhem ainda mais espaço nos próximos anos.

FONTE: A Tribuna
TEXTO: Redação
IMAGEM: Vanessa Rodrigues/AT/Arquivo

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