Portos

Receita Federal apreende 482 kg de cocaína escondidos em carga no Porto de Santos

A Receita Federal interceptou, nesta quarta-feira (29 de outubro), uma tentativa de envio ao exterior de 482 quilos de cocaína. A apreensão ocorreu no Porto de Santos (SP), durante inspeção em uma carga que seguiria para Antuérpia, na Bélgica.

De acordo com o órgão, a droga estava escondida em um lote de 371 toneladas de polipropileno copolímero, distribuído em 15 contêineres. O material é usado em diversos setores industriais, como automotivo, hospitalar, alimentício e químico, além da fabricação de embalagens, brinquedos e utensílios domésticos.

Ação faz parte da Operação Fronteira RFB

A apreensão integra a Operação Fronteira RFB, que ocorre entre 20 e 31 de outubro. A iniciativa reforça o trabalho conjunto da Receita Federal com outras forças de segurança para intensificar a fiscalização em portos, aeroportos e fronteiras internacionais.

Segundo a instituição, o objetivo é combater o tráfico internacional de drogas e outras práticas ilícitas, ampliando a presença das autoridades em pontos estratégicos de entrada e saída de mercadorias no país.

Tecnologia e análise de risco reforçam fiscalização

A Alfândega de Santos utiliza sistemas avançados de análise e gerenciamento de risco para selecionar e bloquear cargas suspeitas. A inspeção é apoiada por imagens de escaneamento dos contêineres, o que garante maior transparência e eficiência na triagem.

Esses métodos permitem equilibrar agilidade no comércio exterior e rigor no combate aos crimes aduaneiros. As ações atingem tanto exportações — onde o principal foco é o envio ilegal de drogas — quanto importações, nas quais predominam mercadorias falsificadas.

Polícia Federal assume investigação

Após a confirmação da contaminação da carga, a Polícia Federal foi acionada para conduzir os procedimentos de investigação. O caso será apurado em inquérito policial, que deve identificar os responsáveis pela tentativa de envio da droga ao exterior.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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ANVISA

Nota: Anvisa apoia ação da PF de combate ao contrabando de medicamentos

Agência mantém o alerta para que a população só compre medicamentos em farmácias e drogarias.

A Anvisa está apoiando uma ação da Polícia Federal, iniciada nesta terça-feira (21/10), para combater o contrabando e o desvio de canetas GLP-1, utilizadas para o controle de diabetes e o tratamento da obesidade.

As investigações tiveram início a partir de uma denúncia feita pela própria Agência à Polícia Federal, ainda no primeiro semestre deste ano.

Um servidor está afastado das funções desde agosto deste ano por decisão da Anvisa. Ele responde a um processo administrativo disciplinar (PAD), além do processo judicial.

Alerta

Desde o início do ano, a Agência tem realizado apreensões de medicamentos do tipo GLP-1 no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ). A fiscalização também já identificou que, em nenhum dos casos de apreensão, é possível garantir as condições de conservação desses medicamentos.

A Anvisa mantém o alerta para que a população só compre medicamentos em farmácias e drogarias. Estes são os únicos lugares autorizados a comercializar medicamentos.

Qualquer medicamento vendido fora de farmácias ou drogarias está irregular.

FONTE: Anvisa
IMAGEM: Reprodução/Polícia Federal

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Notícias

Polícia Federal combate importação clandestina de remédios para emagrecimento

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira a Operação Ignota, destinada a desarticular uma associação criminosa responsável pela importação clandestina e receptação de medicamentos para emagrecimento de procedência desconhecida.

Mandados de busca e apreensão

Durante a operação, agentes cumpriram três mandados de busca e apreensão: em uma clínica médica na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na residência de um investigado na mesma região e em outra casa em São Gonçalo, na Região Metropolitana.

Investigação e apoio da ANVISA

A investigação teve início após o aumento expressivo de apreensões de remédios para emagrecer nos aeroportos do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Federal, os medicamentos eram importados irregularmente e desviados para comercialização em clínicas médicas. O caso ganhou força com a prisão de um servidor da ANVISA, acusado de subtrair e desviar cerca de 100 canetas emagrecedoras apreendidas.

Risco à saúde pública

A PF alerta que o esquema representa grave risco à saúde pública, pois os medicamentos eram armazenados e transportados sem qualquer controle sanitário, impossibilitando a verificação da procedência e da segurança dos produtos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de importação e venda de medicamentos de procedência ignorada e receptação qualificada, conforme apuração da Polícia Federal.

FONTE: InfoMoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Polícia Federal

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Notícias

Roubos de cargas: funcionários de rastreadoras cobravam propina de até R$ 50 mil para liberar caminhões localizados, diz PF

Operação cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em cinco estados nesta terça-feira (30). Justiça também determinou bloqueio de R$ 40 milhões ligados à organização criminosa.

A operação deflagrada pela Polícia Federal (PF), nesta terça-feira (30), em cinco estados revelou que funcionários de empresas de rastreamento cobravam até R$ 50 mil para permitir que criminosos ficassem com caminhões roubados após a localização.

Ao todo, 35 mandados de prisão e 49 de busca e apreensão foram expedidos. A investigação foi conduzida pelo grupo especializado em repressão a crimes de roubo de cargas e caminhões da PF em Campinas (SP), em parceria com o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP).

“Além disso, temos grandes empresas, com renome no mercado, utilizando-se do mercado ilícito ou intermediando peças para os seus clientes. Então, nós temos o próprio mercado de transporte, de logística, alimentando o crime de roubo de cargas e caminhões”, detalhou o delegado-chefe da PF em Campinas, Edson Geraldo de Souza.

Segundo o delegado-chefe, um dos presos na operação é o proprietário de uma empresa de rastreamento de veículos. “A recuperadora, a rastreadora, a empresa de monitoramento que deveria contribuir com a segurança pública em relação à redução era, na verdade, quem vendia as informações”, destacou.

Bloqueio de R$ 40 milhões

A operação é um desdobramento de uma ação feita em 2024. Na ocasião, a Polícia Federal mirou os roubadores, responsáveis por abordar motoristas. Agora, segundo Souza, o foco são os receptadores e as empresas que recolocavam caminhões e peças roubadas no mercado.

A Polícia Federal apontou que a organização atuava em todas as etapas do crime. Havia equipes que abordavam motoristas em rodovias, em falsos fretes ou em locais de descanso, além de grupos que desmontavam caminhões em galpões alugados em nome de terceiros.

A operação envolveu 220 policiais federais e 205 policiais militares rodoviários do estado de São Paulo. Além dos mandados, foi determinado o bloqueio de R$ 40 milhões ligados à organização criminosa.

Também foi determinada a suspensão das atividades de empresas que “comprovadamente negociaram peças de caminhões roubados ou auxiliaram na movimentação financeira da organização”. Veja, abaixo, as cidades onde os mandados foram cumpridos:

Medidas judiciais da operação

Investigação foi conduzida pela Delegacia de Polícia Federal de Campinas (SP).

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EstadoCidadeMandado (s) de busca e apreensãoMandado (s) de prisão temporária
SPSão Paulo7*7
SPBarueri42
SPCaieiras11
SPCotia11
SPItaquaquecetuba33
SPGuarulhos11
SPJandira10
SPMogi das Cruzes11
SPOsasco54
SPSão Caetano do Sul10


SPCarapicuíba11
SPSuzano11
SPAtibaia11
SPCampinas42
SPJosé Bonifácio21
SPSalto1*1
SPSanta Cruz do Rio Pardo21
SPSão José dos Campos11
SPSorocaba01
SCBalneário Piçarras11
MGBelo Horizonte22
ESCariacica11
MGContagem20
MRondonópolis31
ESViana20

Negócio de pai e filho

Os criminosos estão relacionados a, pelo menos, 50 crimes entre agosto de 2024 e junho de 2025. Dois homens foram apontados como líderes da organização criminosa e, quando não participaram diretamente dos roubos, foram responsáveis por recrutar integrantes.

“O principal chefe dessa organização criminosa é filho de outro criminoso também do ramo e ele usava as redes do pai para poder se estabelecer com a sua organização criminosa. O outro foi preso na operação Cacaria e então ele assumiu as negociações”, explicou o delegado.

Segundo os investigadores, um caminhão avaliado entre R$ 700 mil e R$ 1,5 milhão era repassado aos receptadores por cerca de R$ 120 mil. As peças, vendidas separadamente, chegavam a triplicar de valor.

A Polícia Federal estima que o grupo movimentou ao menos R$ 40 milhões entre 2024 e 2025. A quadrilha tinha a meta de roubar dois caminhões por semana, o que podia render mais de R$ 1 milhão por mês.

“Eles acreditavam na impunidade, tal qual já era o tamanho do comércio e a ampliação para empresas privadas lícitas. O comércio já tava se consolidando de tal forma que eles já estavam crentes na sua impunidade”, afirmou Edson Geraldo de Souza.

Balanço parcial

Até o fim da manhã, 27 dos 35 alvos já tinham sido presos. Entre eles, o dono de uma oficina em Campinas, suspeito de receptar peças.

A maioria dos investigados já tinha passagem na polícia por roubo, receptação, formação de quadrilha, tráfico, ameaça, falsidade e estelionato.

Eles devem responder por exercer o comando e integrar organização criminosa armada, lavagem de dinheiro, roubo e receptação. As penas podem passar de 40 anos de prisão.

FONTE: G1
IMAGEM: Polícia Federal/Divulgação

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Notícias

Operação Houdini: Receita Federal e Polícia Federal desarticulam esquema de importações ilegais e tráfico internacional de drogas

Na manhã desta quinta-feira (04/09), a Receita Federal do Brasil, em parceria com a Polícia Federal, deflagrou a Operação Houdini. A ação tem como foco investigar fraudes em importações de mercadorias de alto valor, submetidas ao regime de Trânsito Aduaneiro, que ultrapassam R$ 150 milhões.

Segundo informações divulgadas pela Receita Federal, cargas aéreas vindas de Miami (EUA) e destinadas a um único importador eram declaradas com informações falsas de conteúdo, configurando fraudes aduaneiras.

As apurações revelaram ainda que, antes da nacionalização, essas cargas seguiam diretamente para o regime de Trânsito Aduaneiro, sem passar pelo armazenamento em recinto alfandegado. O material era entregue de forma imediata ao importador.

Outro ponto identificado nas investigações foi a preparação de cargas falsas. Caso alguma mercadoria fosse selecionada para conferência física durante o Despacho Aduaneiro, havia uma carga paralela previamente montada para tentar enganar a fiscalização.

Além dos crimes fiscais, a Receita Federal confirmou a presença de entorpecentes em alguns dos carregamentos, demonstrando a ligação do esquema com organizações criminosas de atuação internacional.

Ao todo, estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos estados de Minas Gerais e São Paulo. Os envolvidos poderão responder por crimes de Sonegação Fiscal, Descaminho, Contrabando e Tráfico de Drogas.

A operação mobilizou oito auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal e 15 policiais federais.

📌 Fonte: Receita Federal do Brasil

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Notícias

PF realiza apreensão de 62 kg de drogas no porto de Santos

Substância semelhante à cocaína estava oculta em compartimento de refrigeração de contêiner proveniente da Europa

A Polícia Federal realizou, nesta terça-feira (19/8), a apreensão de aproximadamente 62 kg de droga com características de cocaína no Porto de Santos.

A droga foi encontrada durante inspeção a contêiner de importação, com origem no Porto de Barcelona. A substância estava escondida no compartimento de refrigeração do contêiner e foi localizada durante inspeção da Receita Federal no Porto de Santos. A Polícia Federal realizou diligências e perícia no local, resultando na apreensão.

Inquérito policial será instaurado pela Delegacia da PF em Santos para apuração dos fatos e da autoria do crime de tráfico internacional de drogas.

Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal em Santos

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Informação, Notícias

SC entra na mira da Polícia Federal em megaoperação contra o tráfico internacional

Agentes cumprem mandados em diferentes cidades de SC, SP, MA, PA e RJ

Uma megaoperação da Polícia Federal resultou na prisão de suspeitos e na apreensão de provas contra uma organização criminosa que atuava em ao menos cinco cidades catarinenses. Os traficantes enviavam drogas a países europeus e africanos pelos portos catarinenses. O lucro foi tanto que a Justiça Federal autorizou o bloqueio e apreensão de bens que somam R$ 1,32 bilhão, entre eles carros de luxo, embarcações e joias.

Mais de 300 policiais federais e 50 militares foram às ruas na manhã desta terça-feira (29) para cumprir os quatro mandados de prisão preventiva, 31 de prisão temporária e 62 de busca e apreensão na Operação Narco Vela, em São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Maranhão e Pará. Em Santa Catarina, os agentes estiveram em Balneário Camboriú, Itajaí, Barra Velha, São Francisco do Sul e Florianópolis.

As investigações que resultaram na ação desta terça começaram em São Paulo em 2023. À época, três toneladas de cocaína foram encontradas dentro de um veleiro brasileiro, em alto mar, próximo ao continente africano.

A abordagem foi feita pela marinha norte-americana. Outros carregamentos também foram interceptados em águas internacionais pela Guarda Civil Espanhola e marinha francesa. A partir disso, a Polícia Federal começou a identificar a organização criminosa por trás do comércio ilegal.

Foram identificados crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e integração de organização criminosa. A PF não detalhou a atuação de Santa Catarina nos delitos, mas a Justiça autorizou a prisão temporária de nove pessoas nas cinco cidades, além de 10 mandados de busca e apreensão.

Um dos poucos fatos divulgados é que drogas saíam do Estado rumo a outros continentes através dos portos catarinenses.

Fonte: NSC Total



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Comércio Exterior, Informação, Notícias, Portos

Navio tanque é apreendido em Paranaguá com documentos falsos e sem bandeira; comandante foi preso

Um navio tanque estrangeiro permaneceu retido por 25 dias em Paranaguá após apresentar documentação irregular à Marinha do Brasil.

Identificada como Agnes, a embarcação foi impedida de deixar o litoral paranaense no dia 2 de março e teve sua apreensão formalizada no dia 6 pela Polícia Federal, que também efetuou a prisão em flagrante do comandante.

Transportando uma carga de óleo de soja, o Agnes foi alvo de fiscalização da Capitania dos Portos do Paraná durante uma inspeção de rotina. Segundo a Marinha, foi nesse momento que se constatou o uso de documentos falsificados e a ausência de registro de bandeira, condição que infringe normas internacionais de navegação e levanta suspeitas sobre a legalidade da operação.

A liberação da embarcação foi confirmada apenas na última quinta-feira (27), quando a Capitania informou que o navio havia cumprido todas as exigências administrativas previstas pelas Normas da Autoridade Marítima. “A embarcação apresentou toda a documentação necessária e encontra-se em condições de sair das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB)”, diz a nota oficial.

Desde a detecção da irregularidade, o caso foi encaminhado à Polícia Federal, que passou a conduzir as diligências. A prisão do comandante ocorreu em flagrante, mas os detalhes sobre o inquérito policial e a situação jurídica atual do tripulante não foram divulgados até o momento.

Durante o período em que permaneceu retido, o Agnes ficou fundeado sob vigilância, sem autorização para zarpar.

Sem registro de bandeira, navio opera à margem das leis internacionais

No transporte marítimo internacional, toda embarcação deve estar registrada sob a bandeira de um país — o que determina o conjunto de leis e normas que ela deve seguir, incluindo regras de segurança, proteção ambiental e direitos trabalhistas. A ausência de bandeira, ou o uso de bandeiras de conveniência sem respaldo legal, pode indicar tentativas de burlar legislações e comprometer a segurança da navegação global.

FONTE: Ilha do Mel FM
Navio tanque é apreendido em Paranaguá com documentos falsos e sem bandeira; comandante foi preso – Ilha do Mel FM

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Comércio Exterior, Informação, Logística, Notícias, Portos

Navio é apreendido no Porto de Paranaguá e comandante é preso por uso de documentos falsos

A Polícia Federal apreendeu o navio Agnes, que estava atracado no Porto de Paranaguá, no Paraná, no dia 5 de março.

A embarcação, que transportava óleo de soja, foi retida após a verificação de que operava com documentos falsificados e sem bandeira registrada, em desacordo com as normas internacionais de navegação. O comandante do navio foi preso em flagrante.
De acordo com a PF, o navio atracou no Porto no sábado (1) e passou por vistorias na terça-feira (5), quando foi apreendido. Os agentes estão investigando a origem dos documentos falsos e avaliando outras possíveis irregularidades. Ele deve permanecer retido até que as autoridades definam seu destino.

Sem registro de bandeira
No transporte marítimo internacional, todo navio deve estar registrado sob a bandeira de um país. O objetivo é garantir a conformidade da embarcação com as leis e regulamentos de segurança, ambientais e trabalhistas de cada território. A ausência do registro pode indicar tentativas de burlar legislações, o que compromete a segurança da navegação global.

No âmbito internacional, a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (Unclos), e a Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar (Solas), preveem sanções para o descumprimento, já que a situação é considerada uma infração grave no meio jurídico. “Isso pode levar à apreensão da embarcação e impedir sua navegação até que a situação seja regularizada”, explicou o advogado Larry Carvalho.

Documentos falsos
Outra infração que pode resultar em sanções severas é operar com documentos falsos. O crime pode levar à prisão dos responsáveis, como ocorreu com o Agnes. De acordo com o advogado especialista, a falsificação pode envolver diferentes documentos essenciais para a operação legal de uma embarcação. “Os principais documentos que podem ser fraudados incluem o Certificado de Registro de Navio, o Certificado de Inspeção de Segurança, as Licenças de Transporte de Carga e até mesmo os certificados ambientais. Sem esses documentos legítimos, a embarcação não pode operar regularmente”, ressaltou.

Prisão
O comandante é a autoridade máxima a bordo e é responsável por garantir que todos os documentos e operações estejam em conformidade com a legislação. Apesar disso, Carvalho explica que a responsabilidade do comandante pode ser atenuada se comprovado que ele não tinha conhecimento da fraude. Nessa situação, a culpa pode recair sobre a empresa proprietária da embarcação.

Fiscalização
O especialista ressalta a importância da fiscalização para garantir a segurança da navegação e a legalidade do transporte marítimo. “Casos como esse mostram a necessidade de uma fiscalização rigorosa e de punições exemplares para evitar que fraudes comprometam o setor marítimo”, reforça. Para isso, o Brasil possui um sistema de inspeção e fiscalização de navios e embarcações, conduzido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), pela Polícia Federal e pela Marinha do Brasil, conduzindo verificações detalhadas. Além disso, os portos possuem sistemas de rastreamento e monitoramento para verificar a regularidade dos navios que fazem escalas em águas brasileiras. Quando irregularidades são detectadas, as medidas de apreensão são aplicadas, como no caso do navio Agnes.

Fonte: A Tribuna
Navio é apreendido no Porto de Paranaguá e comandante é preso por uso de documentos falsos

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ANVISA, Comércio Exterior, Gestão, Informação, Logística, Negócios

GH Solucionador e Operação com produtos controlados

Como a GH atua em operações com produtos controlados pela Anvisa, Polícia Federal, Exército e MAPA?

A logística de produtos controlados exige expertise, responsabilidade e conformidade rigorosa com normas legais. Produtos monitorados por órgãos como Anvisa, Polícia Federal, Exército e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) demandam operações seguras, com licenças específicas e práticas alinhadas aos mais altos padrões de segurança.

Esses órgãos reguladores têm um papel fundamental na fiscalização e no controle do transporte e armazenagem de produtos que podem oferecer riscos à saúde pública, ao meio ambiente ou à segurança nacional. A Anvisa regula medicamentos e produtos de saúde, a Polícia Federal supervisiona materiais sensíveis e perigosos, o Exército controla armamentos e explosivos, e o MAPA monitora produtos agropecuários e químicos.

Com anos de experiência no mercado, possuímos as certificações e licenças necessárias para operar com total legalidade e segurança. Entre elas, destacam-se: ISO 9001, ISO 14001, ISO 45001, licenças da Anvisa, Polícia Federal, IBAMA, e outras certificações que atestam nosso compromisso com qualidade e responsabilidade socioambiental.

Nossa estrutura e processos são preparados para atender às exigências específicas de cada órgão regulador. Além disso, contamos com tecnologia de ponta para rastreamento e monitoramento em tempo real, garantindo total transparência e controle durante o transporte e armazenagem desses produtos.

Escolher a GH para operações com produtos controlados é optar por uma empresa que combina conhecimento técnico, experiência e compromisso com a segurança. Transportamos mais do que cargas: levamos tranquilidade para nossos clientes, assegurando que cada etapa da operação é realizada dentro dos mais rigorosos padrões de qualidade e responsabilidade.

Se sua empresa precisa de uma solução logística especializada, a GH é o parceiro ideal para cuidar de toda a operação com eficiência e segurança.

Conheça nosso parceiro
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WebSite: https://ghlogistica.com.br/ 

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