Portos

APS publica nova norma para Manifesto de Carga e Boletim de Descarga no Porto de Santos

A Autoridade Portuária de Santos (APS) publicou a Norma da Autoridade Portuária (NAP) nº 018, que estabelece novas regras para o envio de informações relacionadas ao Manifesto de Carga e ao Boletim de Descarga e Embarque no Porto de Santos.

A regulamentação foi editada em 15 de maio e já está disponível para consulta no portal oficial da autoridade portuária.

Informações passam a ser enviadas apenas em formato eletrônico

Com a nova norma, os dados do Boletim de Descarga e Embarque serão aceitos exclusivamente em formato eletrônico.

O envio deverá ser realizado por meio da Supervia Eletrônica de Dados (SED) ou via troca eletrônica de arquivos, utilizando integradores previamente validados pela APS.

A medida busca ampliar a digitalização dos processos portuários e aumentar a eficiência operacional no fluxo de informações do porto.

Manifesto de Carga será integrado ao Porto Sem Papel

A NAP 018 também determina que as informações do Manifesto de Carga sejam registradas apenas em ambiente digital, por meio do sistema Porto Sem Papel.

O procedimento exigirá a vinculação do número de escala do Sistema Mercante, administrado pela Receita Federal, ao Documento Único Virtual (DUV).

Segundo a APS, a integração dos sistemas pretende melhorar o controle operacional e fortalecer a rastreabilidade das operações portuárias.

Descumprimento poderá gerar comunicação à Antaq

A norma prevê ainda que eventuais descumprimentos das obrigações estabelecidas serão analisados pela Autoridade Portuária de Santos.

Nesses casos, poderão ser adotadas medidas administrativas internas, incluindo comunicação aos operadores, definição de prazos para regularização e até representação à Agência Nacional de Transportes Aquaviários, conforme prevê a legislação vigente.

Operadores devem consultar a nova regulamentação

A APS orienta que operadores portuários e autorizatários consultem integralmente a NAP 018 para conhecer os detalhes dos novos procedimentos eletrônicos e adequar seus processos às exigências estabelecidas pela autoridade portuária.

FONTE: Datamar News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Portos

Dragagem no Porto de Itajaí: canal abaixo da cota mínima ameaça operações

O canal de acesso ao Porto de Itajaí opera abaixo da cota mínima de profundidade e acendeu o sinal de alerta entre armadores e operadores logísticos. Sem empresa contratada há cerca de duas semanas para executar a dragagem de manutenção, o complexo portuário perdeu parte do calado, o que pode comprometer a segurança da navegação.

A responsabilidade pela contratação é da Companhia Docas do Estado da Bahia, que ainda não havia formalizado o contrato emergencial. Na terça-feira, o Porto de Itajaí informou que o resultado da licitação seria publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial.

Relatório técnico aponta risco imediato

Parecer da gerência de infraestrutura da Codeba classificou o cenário como preocupante e defendeu medidas urgentes para evitar restrições operacionais no complexo portuário de Itajaí e Navegantes.

O documento sugere a contratação imediata da Van Oord, responsável pela dragagem até 15 de fevereiro e que mantém a draga Njord na cidade. Segundo os técnicos, a situação não comporta aguardar a tramitação de recursos administrativos, já que uma nova empresa poderia levar até 30 dias para mobilizar equipamentos, conforme previsto em projeto.

Levantamentos hidrográficos realizados entre 23 e 25 de fevereiro registraram perda de 1,2 metro de profundidade na bacia de evolução e de 50 centímetros no canal interno. Os índices estão abaixo das cotas mínimas estabelecidas, elevando o risco à segurança da navegação e podendo limitar operações de navios de maior porte.

O parecer também destaca a previsão de chuvas intensas até abril, fator que pode acelerar o assoreamento e reduzir ainda mais o calado caso a dragagem não seja retomada com urgência.

Disputa entre empresas trava contrato emergencial

A Van Oord apresentou proposta de R$ 42,5 milhões para um contrato de seis meses e participou da cotação emergencial, ofertando R$ 45,8 milhões — o segundo menor valor.

A escolhida no processo foi a DTA Engenharia, com proposta de R$ 44,7 milhões. No entanto, o andamento foi interrompido após recurso apresentado pela Jan De Nul contra a desclassificação de sua proposta. Os questionamentos seguem sob análise da Codeba, atrasando a emissão da ordem de serviço.

De acordo com o processo, a DTA informou que poderia mobilizar a draga TSHD Hang Jun em até 10 dias e outros três equipamentos em até 30 dias. A empresa também mencionou a possibilidade de deslocar a draga Amazone, atualmente empregada em obras de alargamento de faixa de areia em Balneário Piçarras.

Técnicos da Codeba ressaltaram que a Van Oord mantém equipamento já disponível na cidade e poderia iniciar imediatamente a dragagem do canal de acesso, reduzindo o impacto às operações portuárias.

Dragagem será retomada na próxima semana

Em nota, o Porto de Itajaí comunicou que o Consórcio DTA–CHEC, formado pela DTA Engenharia Ltda e pela CHEC Dredging Co. Ltda, foi declarado vencedor da licitação para executar a dragagem de manutenção do canal de acesso aquaviário.

A publicação do resultado no Diário Oficial da União está prevista para esta quarta-feira. Segundo a autoridade portuária, a draga já se encontra posicionada no canal e a operação deve ser retomada no início da próxima semana.

O contrato mensal foi firmado no valor de R$ 7.464.028,16. De acordo com o superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos Gama, a dragagem é estratégica para manter a competitividade do terminal, assegurando previsibilidade, segurança e continuidade às operações logísticas.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: João Batista

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Notícias

Acidente com contêineres no Porto de Rotterdam interrompe operação de bunkering

Um incidente envolvendo a queda de contêineres foi registrado durante uma operação no Porto de Rotterdam, nos Países Baixos. As unidades despencaram do navio porta-contêineres Bangkok Express e atingiram a embarcação de bunkering K Lotus, que realizava o abastecimento de GNL (gás natural liquefeito).

O episódio ocorreu enquanto o Bangkok Express passava por operações de descarga no terminal APM Terminals Maasvlakte II. Parte dos contêineres caiu no mar, enquanto outros atingiram o convés da embarcação responsável pelo fornecimento de combustível, segundo informou o portal especializado Schuttevaer.

Sem feridos e operação suspensa

De acordo com a Autoridade Portuária de Rotterdam, não houve registro de feridos. A tripulação do K Lotus foi imediatamente direcionada para uma área segura e a operação de bunkering foi interrompida de forma preventiva.

Equipes de emergência de diferentes instituições foram mobilizadas para atender a ocorrência e garantir a segurança da área.

Contêineres retirados sem impacto na navegação

Os contêineres que caíram na água foram localizados e removidos posteriormente, sem causar impacto nas operações marítimas do porto. Após a normalização da situação, o navio Bangkok Express seguiu viagem com destino ao Porto de Salalah, em Omã.

Já a embarcação K Lotus permanece atracada em uma área do terminal portuário holandês, aguardando os procedimentos necessários após o incidente.

Porto de Rotterdam mantém operações

A Autoridade Portuária informou que o ocorrido não comprometeu o funcionamento geral do Porto de Rotterdam, considerado um dos maiores e mais movimentados da Europa, e que as atividades seguiram normalmente após a retirada dos contêineres.

FONTE: Portal Portuario
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portal Portuario

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Portos

Wilson Sons lança novo rebocador e reforça renovação da frota portuária

A Wilson Sons avançou em seu plano de renovação da frota com o lançamento do rebocador WS Halcyon, realizado no Rio de Janeiro. A embarcação é a primeira de um conjunto de três novos rebocadores desenvolvidos para atuar em manobras de atracação e desatracação de navios de grande porte.

Características técnicas ampliam segurança e desempenho operacional
Construído no estaleiro próprio da Wilson Sons, localizado no Guarujá (SP), o WS Halcyon possui 23 metros de comprimento e 12 metros de boca, além de propulsão azimutal e tração estática de 70 toneladas. O rebocador conta ainda com um avançado sistema de combate a incêndio, capaz de lançar até 2,4 milhões de litros de água por hora, elevando os níveis de segurança nas operações portuárias.

Novas entregas previstas até 2026
Segundo a companhia, outros dois rebocadores da classe 2312 seguem em construção no estaleiro da empresa, com entregas programadas ao longo de 2026. Com a conclusão da série, a Wilson Sons atingirá o total de 155 embarcações construídas em suas próprias instalações, reforçando sua atuação na indústria naval brasileira.

Investimentos sustentam estratégia de crescimento da frota
O CEO da empresa, Arnaldo Calbucci, afirmou que a incorporação das novas unidades integra o plano contínuo de modernização da frota, atualmente composta por mais de 80 embarcações. Para o executivo, o investimento está alinhado ao compromisso da companhia com operações mais seguras, eficientes e sustentáveis.

“Ao iniciar este novo ciclo de construção com o WS Halcyon, reforçamos nossa estratégia de oferecer soluções portuárias cada vez mais confiáveis e alinhadas às melhores práticas ambientais”, destacou Calbucci.

FONTE: Jornal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Jornal Portuário

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Portos

Tempestades e nevascas paralisam portos no sul e oeste da Europa

Fortes tempestades, acompanhadas de nevascas intensas, provocaram uma ampla interrupção nas operações portuárias no sul e no oeste da Europa, comprometendo de forma significativa o fluxo de cargas marítimas, segundo comunicado da Maersk.

A companhia informou que o clima severo tem impactado tanto as remessas de entrada quanto de saída das regiões do norte do continente, resultando em atrasos logísticos, suspensão de atividades e fechamento temporário de diversos terminais portuários.

Portugal, Espanha e Itália entre os mais afetados

Portugal e Espanha estão entre os países mais atingidos, após a emissão de alertas meteorológicos severos na quarta-feira, 28 de janeiro. Já a Itália decretou estado de emergência na segunda-feira, dia 26, em áreas do sul do país, após uma tempestade intensa provocar alagamentos, avanço do mar sobre áreas costeiras e danos à infraestrutura portuária e urbana.

Operações portuárias seguem suspensas

De acordo com a Maersk, diversas terminais do Mediterrâneo Ocidental interromperam completamente suas atividades, sem previsão definida para retomada. Em comunicado aos clientes, a empresa afirmou que as condições extremas estão causando “interrupções relevantes em toda a indústria, com navios buscando abrigo e terminais operando com produtividade reduzida ou totalmente paralisados”.

A companhia não detalhou quais portos específicos foram impactados e não respondeu, até o momento, a solicitações adicionais de esclarecimento. Ainda assim, reforçou que o cenário afeta o setor marítimo europeu como um todo e que, diante da instabilidade climática, novas demoras e suspensões operacionais não estão descartadas.

Incidente com navio reforça riscos à segurança da carga

Em paralelo, a CMA CGM informou que um de seus navios perdeu 58 contêineres no mar após enfrentar condições extremas nas proximidades de Malta. O episódio evidencia os riscos associados às tempestades marítimas, tanto para a segurança da carga quanto para a continuidade das operações nos portos da região.

Setor avalia impactos na cadeia logística

Operadores marítimos seguem monitorando os efeitos do mau tempo e promovendo ajustes em rotas de navegação e cronogramas de entrega, buscando reduzir os impactos sobre a cadeia logística internacional. Autoridades locais, em coordenação com armadores e terminais, acompanham os níveis de água e a integridade das estruturas portuárias, com o objetivo de restabelecer as operações o mais rápido possível.

FONTE: Portal Portuario
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portal Portuario

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Portos

Transição do Porto de Itajaí para a CODEBA é oficializada pelo Ministério dos Portos e Aeroportos

O Ministério dos Portos e Aeroportos publicou o Despacho nº 19/2025, que formaliza a transição da gestão do Porto de Itajaí da Autoridade Portuária de Santos (APS) para a Companhia Docas do Estado da Bahia (CODEBA). A medida confirma a continuidade da federalização do porto e reforça o compromisso do governo federal com estabilidade institucional, governança moderna e a preparação para a criação da nova estatal, a Docas de Santa Catarina (CDSC).

Experiência e governança da CODEBA

O despacho, assinado pelo secretário nacional de Portos substituto Bruno Neri da Silva, ressalta que a CODEBA possui histórico de boa governança, solidez financeira e experiência na administração de portos de médio porte, perfil considerado ideal para o modelo da futura empresa pública catarinense.

Segundo Neri da Silva, “a CODEBA é uma empresa pública federal com experiência comprovada na gestão portuária, capaz de garantir continuidade operacional e segurança jurídica durante o período de transição”.

Continuidade das operações e preservação de equipes

O novo convênio entre o Ministério e a CODEBA assegura que as operações do porto sigam sem interrupções, mantendo o corpo técnico local e fortalecendo a autonomia institucional da gestão catarinense.

O superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos, destacou: “A APS desempenhou papel fundamental durante a transição. Agora iniciamos uma nova etapa com ainda mais estabilidade. Em apenas oito meses, alcançamos recordes de movimentação de cargas e contêineres, e vamos encerrar o ano com faturamento superior a R$ 140 milhões, crescimento de mais de 431%”.

Federalização fortalece modelo nacional de portos

A medida consolida o alinhamento do Porto de Itajaí ao modelo nacional de governança portuária, garantindo que a operação local continue em ritmo de expansão, eficiência e geração de receita. O processo de federalização reforça a perspectiva de desenvolvimento sustentável e modernização da infraestrutura portuária catarinense.

FONTE: Porto de Itajaí
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Porto de Itajaí

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Mercado de trabalho

Porto Itapoá abre vagas para candidatos com Ensino Médio incompleto

O Porto Itapoá anunciou novas vagas de emprego voltadas a pessoas com Ensino Médio incompleto, oferecendo uma oportunidade concreta de crescimento profissional em um dos terminais portuários mais inovadores da América do Sul. A ação reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento social e a inclusão produtiva na comunidade local.

Oportunidade para crescer com o Porto

De acordo com Ilcilene Floriani de Oliveira Paes, gerente de Desenvolvimento de Pessoas e Responsabilidade Social do Porto Itapoá, a iniciativa busca ir além da geração de empregos.

“Mais do que abrir vagas, queremos abrir caminhos. Essa é uma oportunidade para que pessoas da nossa comunidade possam crescer junto com o Porto, desenvolver novas habilidades e transformar suas realidades por meio do trabalho e da educação”, afirma.

Vagas disponíveis no Porto Itapoá

O terminal está com duas oportunidades abertas em áreas essenciais para suas operações:

Auxiliar de Operações Portuárias
O profissional será responsável por apoiar as operações de carga e descarga de navios, movimentação de contêineres e organização do fluxo de caminhões, entre outras atividades do setor operacional.
Requisitos: não é exigida experiência anterior nem carteira de habilitação. A vaga é destinada a quem interrompeu ou ainda cursa o Ensino Médio.

Operador(a) de Equipamentos Júnior
O cargo envolve a operação do Terminal Tractor, veículo responsável pelo transporte interno de contêineres, garantindo movimentações seguras no pátio e no cais, além da execução de planos operacionais.
Requisitos: é necessário possuir CNH categoria D.

Compromisso com a transformação social

As novas contratações fazem parte da estratégia do Porto Itapoá de atuar como agente de transformação social, criando oportunidades de capacitação e empregos de qualidade que impactam positivamente a região.

FONTE: Porto Itapoá
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Porto Itapoá

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Portos

Aumento do calado do píer Cattalini eleva capacidade para navios maiores

Ampliação do calado potencializa operações no Porto de Paranaguá

A Cattalini Terminais Marítimos concluiu a ampliação do calado do berço externo do seu píer privado, passando de 13,10 metros para 13,30 metros. Com o incremento de 20 centímetros, o terminal amplia sua capacidade para receber navios da classe LR1, que transportam volumes mais elevados de carga, e aumenta o potencial de movimentação em aproximadamente 1.500 toneladas de granéis líquidos por embarcação.

Lucas Guzen, diretor operacional e comercial da Cattalini, destaca que os investimentos realizados reforçam o compromisso da empresa em oferecer operações portuárias mais eficientes e competitivas.

“Nossos projetos de melhoria consolidam a Cattalini como parceira estratégica de nossos clientes e fortalecem o papel do Porto de Paranaguá como referência global. É um passo importante que combina inovação, segurança e competitividade, garantindo operações ágeis e confiáveis para todos os nossos parceiros”, afirma Guzen.

Homologação e segurança das operações

O aumento do calado foi formalizado pela Portaria nº 188/2025/APPA, que homologou o novo calado operacional do Canal de Navegação, Bacia de Evolução, berços de atracação comerciais e do berço externo do píer da Cattalini. A medida recebeu aprovação das Autoridades Marítima e Portuária, assim como da Praticagem de Paranaguá, assegurando condições de manobras seguras.

O calado refere-se à distância entre a linha d’água e a quilha do navio, ou seja, a parte mais baixa submersa da embarcação. O berço externo do píer comporta navios de até 229 metros e 70 mil DWT, enquanto o berço interno possui calado de 12,5 metros, preparado para navios de até 190 metros e 50 mil DWT.

Tecnologia e inovação no píer Cattalini

O terminal se destaca por um sistema de monitoramento de atracação a laser, inédito no Porto de Paranaguá, que registra dados durante a aproximação dos navios. O painel numérico informa em tempo real velocidade e distância do navio em relação ao berço, auxiliando práticos e rebocadores nas manobras com segurança e precisão. Semáforos com luzes verde, amarela e vermelha completam o sistema, orientando visualmente os limites de velocidade para a atracação.

Além disso, a estrutura possui dolfins, defensas, cabeços de amarração e cabrestantes, aumentando a capacidade de receber embarcações com maior carga.

No aspecto ambiental e meteorológico, o píer conta com Plataforma Sismo – Hidromares, que monitora correntes marítimas e ventos em tempo real, e com marégrafo homologado pelo Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), integrado ao sistema Webpilots, que acompanha o nível das marés. A Plataforma Medusa – Argonáutica fornece previsões meteorológicas detalhadas com até sete dias de antecedência, auxiliando na programação de manobras e operações marítimas.

FONTE: Cattalini Terminais
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Cattalini Terminais

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Portos, Sustentabilidade

Super Terminais e Governo do Amazonas anunciam primeira usina de gás natural para operações portuárias

O Super Terminais e o Governo do Estado do Amazonas assinaram, no último dia 02, o contrato para a construção da primeira usina de Gás Natural voltada a operações portuárias no Norte do Brasil. O investimento de R$ 30 milhões foi anunciado em coletiva de imprensa no píer da empresa em Manaus (AM) e consolida uma parceria estratégica com o governo estadual para impulsionar operações portuárias sustentáveis em larga escala.

“Este projeto começou há dois anos com uma parceria nossa com a Cigás e o Governo do Estado, com quem sempre colaboramos em todas as iniciativas. A gente quer que este pioneirismo traga exemplos para todos os portos, que todos possam abraçar essa ideia de utilizar energias renováveis. O Super Terminais quer estar sempre à frente, trazendo novidades”, afirma Marcello di Gregorio, diretor do Super Terminais.

A usina será instalada na área da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), reforçando o compromisso do governo do Amazonas em manter a sustentabilidade como prioridade na pauta de desenvolvimento econômico e ambiental.

Além de viabilizar o fornecimento direto de gás natural para o porto, serão implantadas tubulações subterrâneas que ligarão a usina às instalações portuárias. Esse sistema garantirá o abastecimento contínuo dos equipamentos, como os três Konecranes – os primeiros guindastes elétricos do mundo – que operam no Super Terminais. O novo modelo irá substituir o transporte rodoviário de diesel, reduzindo também o tráfego de caminhões e o impacto logístico na região.

Com essa iniciativa, o Super Terminais vai deixar de emitir cerca de 17.000 toneladas de CO2 por ano somente em suas operações, contribuindo de forma significativa para a diminuição dos gases de efeito estufa.

O ganho ambiental não se limita à eliminação do diesel nos guindastes: a redução de emissões também se estende à logística de abastecimento, evitando o transporte do combustível por caminhões e diminuindo ainda mais a pegada de carbono.

“Tudo o que temos avançado na questão do gás natural tem sido muito positivo nos últimos anos. O gás natural, apesar de ser um combustível de origem fóssil, é a fonte mais segura nesse processo de transição energética, poluindo menos que o diesel, gasolina e outros derivados. O estado do Amazonas hoje está em outro patamar com relação ao gás natural”, afirmou o governador do Amazonas, Wilson Lima.

De acordo com ele, o projeto da usina a gás natural no porto Super Terminais é mais um passo na construção de um modelo de desenvolvimento que combina inovação, responsabilidade ambiental e geração de emprego e renda.

Fonte: Datamar News

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Economia, Exportação, Gestão, Importação, Informação, Notícias, Portos

Governo Federal assume a gestão do Porto de Itajaí

Medida visa garantir a continuidade das operações portuárias e a preservação dos postos de trabalho

O Governo Federal, por meio do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), deu início nesta terça-feira (17/12) à retomada da gestão do Porto de Itajaí, visando fomentar o desenvolvimento econômico do estado de Santa Catarina, impulsionar a geração de emprego e renda e garantir a continuidade das operações portuárias.

O porto teve as atividades paralisadas em 2022, quando a intenção do Governo Federal, na época, era a privatização. Em dezembro de 2023, já no atual governo, o porto teve o contrato provisório assinado; possibilitando, assim, a retomada das atividades, regularização do porto, bem como a retorno do interesse econômico do porto catarinense.

A decisão de assumir a gestão do Porto de Itajaí foi tomada após um amplo debate dentro do governo. Decidiu-se que a gestão será feita pela Autoridade Portuária de Santos (APS). A escolha seguiu a recomendação de que a administração do Porto de Itajaí fosse atribuída a uma empresa com forte capacidade de gestão e estabilidade financeira, a fim de garantir a continuidade das operações, a preservação dos postos de trabalho e a movimentação eficiente de cargas.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou que “o trabalho conjunto entre os dois portos fortalece a competitividade logística, facilita a otimização de rotas e operações e melhora a eficiência no atendimento ao mercado internacional, impulsionando o desenvolvimento econômico de ambas as regiões”, disse.

FONTE: Ministério dos Portos Gov.br
https://www.gov.br/portos-e-aeroportos/pt-br/assuntos/noticias/2024/12/governo-federal-assume-a-gestao-do-porto-de-itajai-1

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