Evento

Multimodal Nordeste 2026 reúne mais de 10 mil visitantes e fortalece Recife como referência em logística e comércio exterior

Foram três dias intensos de networking, geração de negócios, atualização profissional e troca de experiências entre os principais players da logística, do transporte e do comércio exterior. A terceira edição da Multimodal Nordeste, realizada entre os dias 4 e 6 de agosto, no Recife Expo Center, confirmou o crescimento do evento e sua importância no cenário nacional.

O ReConecta News acompanhou toda a programação de perto. Durante os três dias de evento, a CEO Renata Palmeira, percorreu os estandes, participou das palestras e conversou com empresários e especialistas para identificar as transformações que já estão impactando a cadeia logística. “A Multimodal Nordeste mostrou um mercado cada vez mais conectado à inovação, à sustentabilidade e à inteligência de negócios. Além de reunir grandes empresas, a feira proporcionou discussões estratégicas sobre os desafios do comércio exterior e da logística. É um ambiente que gera oportunidades, fortalece relacionamentos e antecipa tendências que farão a diferença nos próximos anos.”, afirma Renata Palmeira, CEO da ReConecta News.

Evento cresce 30% e amplia espaço para 2027

A edição de 2026 consolidou a Multimodal Nordeste como um dos principais encontros do setor no Brasil. Ao longo dos três dias, a feira reuniu 140 expositores, mais de 180 marcas e recebeu mais de 10 mil visitantes, registrando um crescimento de aproximadamente 30% em comparação com o ano anterior.

O resultado reforçou o potencial do evento como ambiente de negócios e levou a organização a anunciar uma nova ampliação para a edição de 2027.

Para a diretora da Multimodal Nordeste, Tatiana Menezes, o desempenho superou as expectativas. Segundo ela, a ampliação da estrutura, com a utilização de um novo pavilhão, foi fundamental para atender à crescente demanda das empresas e dos visitantes.

Já o diretor da feira, Rodrigo da Fonte, confirmou que a próxima edição será realizada entre os dias 3 e 5 de agosto de 2027, novamente no Recife Expo Center.

Feira impulsiona conexões e oportunidades de negócios

Mais do que apresentar soluções e tecnologias, a Multimodal Nordeste reafirmou seu papel como um ambiente estratégico para aproximar empresas, fortalecer relacionamentos e criar novas oportunidades comerciais.

Diversos expositores destacaram que contatos iniciados em edições anteriores evoluíram para contratos e parcerias concretas, comprovando que a feira vai além da exposição de produtos e serviços.

Entre eles, o diretor comercial da Raster, Odivan Faccin, ressaltou a qualidade do público presente e o ambiente favorável para novos negócios. “A feira está sensacional. Tivemos muito movimento, muitas perguntas, muito networking e uma grande troca de informações. É um evento que já está consolidado e certamente estaremos de volta.”

Conteúdo estratégico abordou os principais desafios da logística

Além da área de exposição, o Conecta Multimodal especialistas que discutiram os impactos da geopolítica internacional nas cadeias globais de suprimentos, os desafios da transição energética no transporte marítimo, o fortalecimento da cabotagem e a necessidade de colocar o cliente no centro das estratégias empresariais.

Um dos destaques da programação foi a palestra do diretor-executivo da Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac), Luiz Fernando Resano, que abordou os impactos das futuras exigências ambientais da Organização Marítima Internacional (IMO).

Segundo o executivo, a adoção de combustíveis mais limpos é inevitável, mas será necessário equilibrar sustentabilidade e competitividade. Ele alertou que, caso o transporte marítimo se torne significativamente mais caro, parte das cargas poderá migrar para o modal rodoviário, especialmente na cabotagem.

Experiência do cliente é diferencial competitivo

Encerrando a programação, o presidente da Associação Nordestina de Logística (Anelog), Fernando Trigueiro, destacou que a qualidade dos serviços depende cada vez mais da capacidade das empresas de compreender e atender as reais expectativas dos clientes.

Durante sua apresentação, ele alertou que atrasos, falhas de comunicação, promessas não cumpridas e equipes despreparadas afetam diretamente a percepção de valor das empresas.

Trigueiro também chamou atenção para a importância da tangibilidade — elementos como estrutura física, equipamentos, comunicação visual e apresentação das equipes — que influenciam diretamente a experiência do cliente e ajudam a construir uma imagem positiva da organização.

Recife fortalece posição no calendário nacional da logística

Com recorde de público, crescimento expressivo, expansão da área de exposição e uma programação voltada aos principais desafios do mercado, a Multimodal Nordeste 2026 encerrou sua terceira edição reforçando Recife como um dos principais polos de debates, inovação e geração de negócios para a logística e o comércio exterior no Brasil.

Para a ReConecta News, a participação no evento também reforçou seu compromisso de acompanhar de perto as transformações do setor e levar informação qualificada aos profissionais que movimentam a cadeia logística nacional.

Com informações da organização da Multimodal Nordeste, Folha de Pernambuco e Movimento Econômico.

TEXTO: REDAÇÃO

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Transporte

VLT no Nordeste avança com novos projetos e modernização da infraestrutura ferroviária

Os investimentos em transporte sobre trilhos seguem avançando no Nordeste brasileiro. Nas últimas semanas, três importantes iniciativas voltadas à implantação e modernização de sistemas ferroviários registraram novos progressos nos estados da Bahia, Sergipe e Piauí, reforçando a expansão da mobilidade urbana na região.

Enquanto a Bahia iniciou a operação assistida de um novo VLT, Sergipe avançou nos estudos para implantação de um sistema semelhante, e o Piauí recebeu uma das novas composições que irão reforçar o transporte ferroviário de passageiros.

VLT de Salvador amplia operação e prevê funcionamento completo até 2028

Na Bahia, o VLT de Salvador começou a fase de operação assistida no fim de junho e, em julho, passou a oferecer viagens também aos sábados.

O trecho inicial possui aproximadamente quatro quilômetros de extensão, ligando os bairros da Calçada e Lobato, com seis pontos de embarque e desembarque. A expectativa é que todo o sistema esteja em funcionamento até 2028, beneficiando Salvador e municípios da região metropolitana.

O projeto completo contempla três trechos: Ilha de São João–Calçada, Paripe–Águas Claras e Águas Claras–Orla de Piatã. Ao todo, serão 36,4 quilômetros de trilhos, 34 estações e investimento estimado em R$ 5 bilhões.

As composições utilizadas pertenciam ao antigo projeto do VLT de Cuiabá, obra que não foi concluída apesar de ter consumido cerca de R$ 1 bilhão durante os preparativos para a Copa do Mundo de 2014.

Sergipe inicia estudos para implantação de novo transporte ferroviário

Também em julho, o Ministério dos Transportes firmou um acordo de cooperação técnica para desenvolver os estudos de implantação de um VLT na Região Metropolitana de Aracaju. A estimativa é que o empreendimento demande investimentos superiores a R$ 700 milhões.

O projeto utilizará trechos ferroviários que serão transferidos da concessão da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) para o Governo de Sergipe. Além da capital, o sistema deverá atender os municípios de São Cristóvão, Laranjeiras e Nossa Senhora do Socorro.

Como parte das ações preparatórias, a Prefeitura de São Cristóvão autorizou, no fim de junho, o início das obras de restauração da estação ferroviária por onde o novo VLT deverá passar.

O projeto também contará com participação do DNIT e da ANTT, responsáveis, respectivamente, pelos levantamentos patrimoniais e pelos procedimentos relacionados à concessão ferroviária.

Piauí recebe novo trem para ampliar operação ferroviária

No Piauí, a Companhia Ferroviária e de Logística do Piauí (CFLP) recebeu a primeira das três composições do modelo Prosper City, produzidas pela Marcopolo Rail.

Dois trens terão capacidade para transportar até 360 passageiros, enquanto uma terceira composição contará com três carros e poderá acomodar até 540 pessoas.

Os veículos irão operar na Linha 1, que conecta a região sudeste de Teresina ao centro da capital em um percurso de aproximadamente 17 quilômetros.

Entre as principais características estão estrutura leve, embarque em plataformas elevadas, portas de maior largura e amplas áreas envidraçadas. Atualmente, o sistema ferroviário da capital piauiense transporta cerca de 8 mil passageiros por dia.

Expansão da mobilidade sobre trilhos segue em andamento no Brasil

Levantamento da ANPTrilhos aponta que a malha urbana sobre trilhos do Brasil alcançou 1.144,7 quilômetros em 2024, superando os 1.137,5 quilômetros registrados no ano anterior.

Segundo a entidade, existem atualmente 20 projetos metroferroviários em execução, distribuídos por nove regiões metropolitanas. As obras somam 138,7 quilômetros de extensão, incluem 123 estações e pontos de parada e têm previsão de entrega entre 2026 e 2028.

Caso todos os empreendimentos sejam concluídos conforme o cronograma, a expectativa é ampliar significativamente a oferta de transporte ferroviário urbano, acelerando a expansão da infraestrutura sobre trilhos no país.

FONTE: Folha de São Paulo
TEXTO: Redação
IMAGEM:  Divulgação/Marcopolo Rail

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Logística

Maersk amplia operação logística no Nordeste com novo centro de distribuição em Suape

A Maersk expandiu sua atuação no Nordeste com a inauguração de um novo centro de distribuição em Cabo de Santo Agostinho (PE), próximo ao Complexo Industrial Portuário de Suape. A iniciativa acompanha o avanço da movimentação de cargas na região e busca oferecer mais eficiência às operações de empresas de diferentes segmentos.

Com área total de aproximadamente 12 mil metros quadrados, a unidade está situada a cerca de 20 quilômetros do Porto de Suape e do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes. A localização estratégica, com acesso facilitado pela BR-101, favorece a distribuição para os estados nordestinos e fortalece a integração da cadeia logística.

Movimentação de cargas impulsiona novos investimentos

O crescimento da atividade logística no Nordeste reforça a importância de investimentos em infraestrutura. Em 2025, a região movimentou 329,7 milhões de toneladas de cargas por vias marítimas e fluviais. Já a operação de contêineres alcançou 21,2 milhões de toneladas, registrando alta de 9% em comparação com o ano anterior, o maior avanço dos últimos cinco anos, conforme dados do Ministério dos Portos e Aeroportos, com base em informações da Antaq.

O novo armazém já está em funcionamento e atende clientes dos setores de bebidas premium e peças de reposição, além de realizar operações de cross-docking, que aceleram o fluxo de distribuição. A estrutura conta com 36 docas, permitindo o recebimento simultâneo de até 36 contêineres e oferecendo flexibilidade para diferentes perfis de operação.

Estrutura moderna atende diversos segmentos

Segundo Ricardo Rocha, presidente da Maersk para Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina, a expansão econômica e o fortalecimento do varejo nordestino aumentam a demanda por soluções logísticas mais eficientes e integradas.

De acordo com o executivo, o objetivo da empresa é conectar empresas, mercados e consumidores por meio de serviços que unam armazenagem, transporte e gestão da cadeia de suprimentos, reduzindo custos operacionais, aumentando a previsibilidade e fortalecendo a competitividade dos clientes.

A infraestrutura foi projetada para atender cargas de diversos segmentos, incluindo varejo, indústria automotiva, bens de consumo, eletroeletrônicos, pet food, energia solar, produtos de higiene pessoal, limpeza doméstica, descartáveis, alimentos e bebidas, além de operações de linha branca.

Tecnologia e sustentabilidade fazem parte da operação

Além da capacidade operacional, o centro de distribuição adota medidas voltadas à sustentabilidade e à eficiência energética. Entre as iniciativas estão a coleta seletiva de resíduos, iluminação totalmente em LED e o uso de equipamentos elétricos para movimentação de cargas, equipados com baterias de lítio de recarga rápida.

Essas ações contribuem para reduzir as emissões locais de gases de efeito estufa e ampliar a produtividade das operações.

Outro diferencial é a utilização de um sistema próprio de WMS (Warehouse Management System), responsável por integrar todas as etapas da operação logística. A plataforma permite monitoramento em tempo real, processos automatizados por radiofrequência e maior controle sobre estoques, separação de pedidos e distribuição, oferecendo mais eficiência e flexibilidade em relação aos sistemas convencionais.

FONTE: Maersk
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Agricultura

Agricultura orgânica cresce no Nordeste e reforça novo polo de produção no Brasil

O Nordeste brasileiro vem ganhando destaque como uma das principais regiões de crescimento da agricultura orgânica no país. Enquanto o Brasil registrou, pela primeira vez, uma redução no número total de produtores cadastrados, estados nordestinos avançaram na formalização de novas unidades produtivas, impulsionados por iniciativas locais e pela expansão dos sistemas coletivos de certificação.

Dados do Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos, analisados pelo Observatório do Brasil Orgânico, vinculado ao Instituto Brasil Orgânico (IBO), mostram que o país encerrou 2026 com 23.728 unidades de produção registradas. Em 2025, o total era de 25.178.

A redução de 5,7%, equivalente a 1.450 produtores, interrompe uma sequência histórica de crescimento. No entanto, especialistas do setor afirmam que o cenário não representa enfraquecimento da produção orgânica nacional.

Saída de grandes grupos extrativistas impactou estatísticas

De acordo com o presidente do IBO, Rogério Dias, a queda nos registros foi influenciada principalmente pela saída de grandes grupos extrativistas certificados nos estados do Pará e Maranhão.

Juntos, os dois estados perderam mais de 1.800 registros vinculados a cadeias produtivas específicas. Segundo ele, quando uma empresa deixa de manter a certificação coletiva de determinado grupo, centenas de produtores podem ser excluídos simultaneamente do cadastro oficial.

Apesar da retração nos números, o dirigente destaca que o setor continua ativo e em processo de reorganização. Ele também chama atenção para a diminuição dos recursos públicos destinados ao segmento. Em 2026, os investimentos voltados ao fomento da atividade ficaram em R$ 900 mil, valor significativamente inferior aos R$ 7,5 milhões registrados em 2016.

Paraíba, Bahia e Rio Grande do Norte lideram crescimento

Enquanto o Norte enfrentou perdas concentradas, o Nordeste apresentou forte avanço na estruturação da produção orgânica.

A Paraíba foi o estado que mais ampliou sua base de produtores, com a formalização de 246 novas unidades. Em seguida aparecem a Bahia, com acréscimo de 209 produtores, o Rio Grande do Norte, com 169 novos registros, e Pernambuco, com crescimento de 137 unidades produtivas.

Na Paraíba e no Rio Grande do Norte, o avanço foi impulsionado principalmente pelo cultivo de algodão orgânico. Já na Bahia, o crescimento ocorreu de forma mais diversificada, com destaque para a atuação da Rede Povos da Mata, reconhecida nacionalmente pelo trabalho com certificação participativa.

Sul mantém liderança em número de produtores

Apesar da ascensão nordestina, a região Sul continua concentrando o maior volume de produtores orgânicos do país.

O Paraná segue na liderança nacional com 4.292 unidades cadastradas. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com 3.158 registros, a Bahia, com 1.895, São Paulo, com 1.632, e o Pará, com 1.512 produtores.

Os números mostram uma redistribuição gradual do crescimento do setor, com novas regiões ampliando sua participação no mercado de orgânicos.

Certificação participativa supera auditoria pela primeira vez

Outro dado relevante revelado pelo levantamento foi a mudança no perfil dos sistemas de certificação utilizados pelos produtores.

Pela primeira vez, os Sistemas Participativos de Garantia (SPGs) superaram a certificação por auditoria privada em número de unidades registradas. Em 2026, os SPGs alcançaram 9.788 unidades produtivas, enquanto o modelo tradicional contabilizou 8.855 registros.

O resultado evidencia o fortalecimento de modelos colaborativos baseados na participação dos próprios agricultores no processo de controle e validação da produção orgânica.

Reorganização regional marca nova fase do setor

Para especialistas, o atual cenário indica uma transformação no mapa da produção orgânica brasileira, com o surgimento de novos polos produtivos e maior protagonismo de iniciativas regionais.

A avaliação é que o fortalecimento das articulações locais e dos modelos coletivos de certificação será fundamental para garantir a expansão sustentável do setor nos próximos anos, especialmente em regiões que vêm ampliando sua presença na agricultura orgânica nacional.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Agritech

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Evento

Faltam menos de 60 dias para a Multimodal Nordeste 2026, principal feira de logística do Norte e Nordeste

A contagem regressiva começou. Faltando menos de 60 dias para a Multimodal Nordeste 2026, profissionais e empresas da cadeia logística já podem garantir presença no principal encontro do setor no Norte e Nordeste. O evento será realizado entre os dias 4 e 6 de agosto, no Recife Expo Center, reunindo as principais tendências, soluções e oportunidades de negócios em logística, transporte e comércio exterior. 

Credenciamento aberto para visitantes

O grande destaque deste momento é que o credenciamento está aberto. Segundo a organização, os interessados pode fazer a inscrição antecipadamente para garantir acesso aos três dias de feira e aproveitar uma programação voltada ao networking, geração de negócios e atualização profissional. 

Para profissionais com Pessoa Jurídica (CNPJ), a inscrição é gratuita. Já o credenciamento para Pessoa Física (CPF) possui taxa de R$ 50, válida para os três dias de evento. A feira é destinada a empresários, gestores, profissionais de logística, comércio exterior, supply chain, indústria, varejo, e-commerce, operadores portuários, aeroportuários e demais integrantes da cadeia logística. 

Quem acompanha o ReConecta News ainda conta com uma vantagem especial. Durante o credenciamento, basta utilizar o cupom CONVITERECONECTA para obter acesso gratuito à feira. 

Evento reúne inovação, negócios e networking

Mais do que uma exposição de produtos e serviços, a Multimodal Nordeste se consolidou como um ambiente estratégico para quem busca novas parcerias, atualização sobre tendências e contato direto com os principais players do mercado.

Na edição de 2025, a feira reuniu mais de 100 expositores e recebeu mais de 9 mil visitantes, registrando um crescimento de 40% no público em relação ao ano anterior e movimentando cerca de R$ 330 milhões em negócios. Para a edição de 2026, a expectativa é ainda mais positiva, com a expansão de mais de 1.500 metros quadrados da área de exposição, permitindo receber aproximadamente 130 expositores e consolidando o evento como o principal ponto de encontro dos setores de logística, transporte e comércio exterior nas regiões Norte e Nordeste.

Durante os três dias de programação, o público encontrará soluções em transporte rodoviário, marítimo e aéreo, tecnologia, armazenagem, comércio exterior, gestão de riscos, inovação e infraestrutura logística, além de espaços dedicados a conteúdo técnico e debates sobre o futuro do setor. 

Com menos de dois meses para sua realização, a expectativa é de uma edição marcada por grandes conexões e oportunidades para empresas e profissionais que movimentam a logística no Brasil.

FAÇA SEU CREDENCIAMENTO NO LINK: https://www.hbatools.com.br/multimodal-nordeste-2026__2648

Imagens: Divulgação Multimodal

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Exportação

Acordo Mercosul-União Europeia impulsiona exportações de frutas do Nordeste

O acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia já começa a gerar impactos positivos para a economia do Nordeste, especialmente no setor de fruticultura irrigada do Vale do São Francisco. A primeira medida prática anunciada prevê tarifa zero para frutas exportadas da região ao mercado europeu.

A novidade beneficia diretamente produtores de cidades como Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), consideradas referências na produção agrícola voltada à exportação.

Frutas nordestinas ganham competitividade na Europa

Durante agenda oficial, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o prefeito do Recife, João Campos, destacaram que frutas produzidas no semiárido nordestino passarão a entrar no mercado europeu sem cobrança de tarifas.

Com isso, produtos como manga, uva, melão e outras frutas frescas devem chegar mais competitivos aos consumidores europeus, ampliando o potencial de vendas internacionais.

Vale do São Francisco pode ampliar exportações

O Vale do São Francisco já ocupa posição estratégica no agronegócio brasileiro e responde por parcela significativa das exportações nacionais de frutas.

A expectativa do setor é que a redução tarifária traga impactos diretos, como:

  • aumento das exportações;
  • abertura de novos mercados;
  • crescimento da produção agrícola;
  • geração de empregos no interior nordestino.

Especialistas avaliam que o acordo fortalece ainda mais a presença das frutas brasileiras de alto valor agregado na Europa, um dos principais destinos das exportações do setor.

Semiárido se consolida como potência agrícola

Nas últimas décadas, o sertão nordestino passou por uma transformação impulsionada pela agricultura irrigada. A combinação entre clima favorável, irrigação do Rio São Francisco e uso de tecnologia agrícola permitiu que a região se tornasse referência internacional em produção de frutas.

Atualmente, os produtos cultivados no Vale abastecem supermercados europeus, mercados do Oriente Médio e grandes redes internacionais de alimentos.

Porto de Suape e logística devem ganhar força

O crescimento esperado das exportações também pode acelerar investimentos em infraestrutura logística no Nordeste. Estruturas como o Porto de Suape, aeroportos cargueiros, centros de distribuição e terminais refrigerados devem ganhar relevância com o aumento da demanda internacional.

Como boa parte das frutas exportadas é perecível, a eficiência logística se torna fundamental para garantir rapidez no transporte e qualidade dos produtos enviados ao exterior.

Entenda o acordo Mercosul-União Europeia

O tratado comercial firmado entre os blocos é considerado um dos maiores já negociados pelo Brasil. O acordo cria uma área de livre comércio envolvendo aproximadamente 700 milhões de consumidores.

A tendência é que diversos produtos brasileiros tenham redução gradual ou eliminação de tarifas para entrada nos países europeus. No caso das frutas nordestinas, os efeitos aparecem de forma mais imediata devido à estrutura exportadora já consolidada na região.

Nordeste ganha destaque no comércio internacional

O avanço das exportações reforça uma mudança histórica na imagem econômica do semiárido. Antes associado principalmente à seca e às dificuldades climáticas, o sertão nordestino agora se posiciona como uma das regiões brasileiras mais preparadas para fornecer alimentos premium ao mercado internacional.

A expectativa é que o acordo acelere ainda mais o desenvolvimento econômico do interior do Nordeste e fortaleça a presença brasileira no comércio global de frutas.

FONTE: NE9
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Evento

Credenciamento para a Multimodal Nordeste 2026 já está aberto

O credenciamento para a Multimodal Nordeste já está disponível para profissionais do setor, visitantes e imprensa. A feira será realizada entre os dias 4 e 6 de agosto de 2026, no Recife Expo Center, reunindo empresas, especialistas e lideranças dos segmentos de logística, transporte, intralogística, tecnologia e comércio exterior.

Consolidada como um dos principais eventos de negócios do setor no Nordeste, a Multimodal Nordeste chega a sua terceira edição com a proposta de ampliar conexões estratégicas, fomentar oportunidades comerciais e apresentar tendências e soluções inovadoras para toda a cadeia logística.

Durante os três dias de programação, os participantes terão acesso à exposição de marcas e serviços do setor, além do Conecta Multimodal, espaço de conteúdo voltado a debates, palestras e painéis com especialistas do mercado, abordando tendências, inovação e os desafios da cadeia logística.
A edição 2026 também contará com uma área exclusiva para Compradores VIP, criada para fortalecer o relacionamento entre empresas expositoras e profissionais estratégicos do setor, ampliando as oportunidades de networking e geração de conexões qualificadas durante a feira.

A feira tem a assinatura da Insight Feiras & Negócios, promotora de eventos regional responsável por outras feiras fixas do calendário, como HFN – Hotel & Food Nordeste, HospitalMED, Expo Franquias Nordeste e Super Mix. A expectativa da organização é atrair um público formado por executivos, empresários, operadores logísticos, transportadoras, representantes da indústria, varejo e profissionais ligados à infraestrutura e mobilidade de cargas.

“O sucesso das duas primeiras edições mostrou o quanto o setor logístico da nossa região precisava de um evento com essa força. Nossa intenção é ampliar conexões e reafirmar a missão de movimentar negócios e gerar valor real para o mercado”, destaca Domenico Carneiro, diretor da feira.

O credenciamento antecipado já pode ser realizado pelos canais oficiais do evento no site www.multimodalnordeste.com.br. O evento tem como sede o moderno Recife Expo Center, o primeiro centro de convenções da cidade, com localização privilegiada e estrutura ideal para grandes encontros de negócios, ao lado do Novotel Recife Marina, no Complexo Porto Novo Recife.

SERVIÇO

Evento: Multimodal Nordeste 2026
Data: 4 a 6 de agosto
Local: Recife Expo Center
Credenciamento: Aberto
Site: www.multimodalnordeste.com.br
CUPOM: CONVITERECONECTA

Texto e imagem: Divulgação

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Aeroportos

Transporte aéreo no Nordeste lidera crescimento no Brasil na última década

O Nordeste consolidou-se como a região brasileira com o maior crescimento proporcional no transporte aéreo doméstico nos últimos dez anos. Levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), a partir de dados da Anac, aponta que mais de 39 milhões de passageiros circularam pelos aeroportos nordestinos em 2025.

O número representa um avanço de 11,2% em comparação com 2015, o que equivale a cerca de 4 milhões de novos viajantes incorporados à malha aérea regional ao longo da década.

Recife assume liderança entre os aeroportos do Nordeste

O principal destaque do período foi o Aeroporto do Recife (PE). O terminal apresentou crescimento de 42% no fluxo de passageiros e passou a liderar o ranking regional. Em 2025, foram 9,2 milhões de embarques e desembarques, superando o Aeroporto de Salvador (BA), que havia ocupado a primeira posição em 2015 e registrou 7,3 milhões no último ano.

O ministro Silvio Costa Filho ressaltou que a expansão da infraestrutura aérea segue como prioridade do governo federal, citando o programa AmpliAR, lançado para ampliar concessões e estimular investimentos em aeroportos regionais, especialmente no interior do país.

Conectividade aérea impulsionada pelo turismo

Entre os aeroportos com mais de 1 milhão de passageiros por ano, o maior crescimento percentual foi registrado em Porto Seguro (BA), com alta de 73% na última década. O desempenho reflete a força do turismo no Nordeste, fator decisivo para a ampliação da malha aérea.

No mesmo período, o número de cidades nordestinas atendidas por voos comerciais regulares passou de 26 para 41, ampliando a conectividade regional. Um dos exemplos é o aeroporto de Cruz (CE), que atende a região de Jericoacoara. Inexistente na malha comercial em 2015, o terminal somou mais de 260 mil passageiros em 2025.

Participação do Nordeste cresce no mercado nacional

Além do avanço nordestino, o transporte aéreo doméstico também cresceu no Sudeste (10,7%) e no Sul (1%). Em contrapartida, as regiões Centro-Oeste e Norte registraram retrações de 11% e 7%, respectivamente.

Com esse desempenho, a participação do Nordeste no mercado aéreo brasileiro subiu de 18% em 2015 para 19% em 2025. As cinco cidades com maior movimentação de passageiros na região foram Recife, Salvador, Fortaleza, Maceió e Porto Seguro.

Quase R$ 1 bilhão em investimentos para aeroportos nordestinos

Para sustentar a expansão da demanda e ampliar a capilaridade da malha aérea, o Nordeste deverá receber mais de R$ 950 milhões em investimentos públicos e privados nos próximos anos.

O principal impulso vem do Programa AmpliAR, cujo primeiro leilão, realizado em novembro de 2025, garantiu R$ 526,4 milhões em aportes para nove aeroportos nordestinos. O modelo permite que grandes operadores assumam terminais de menor porte, elevando o padrão de qualidade e eficiência operacional.

Paralelamente, o Governo Federal, por meio do MPor, anunciou uma carteira de R$ 424,2 milhões destinada exclusivamente à infraestrutura aeroportuária do Nordeste no ciclo 2026/2027.

Os recursos incluem projetos para novos terminais em Conde (BA) e Iguatu (CE), melhorias em Feira de Santana (BA) e obras em aeroportos de cidades como Barra do Corda, Bacabal e Santa Inês (MA), além de Picos (PI) e Ilhéus (BA). Também estão previstas estações meteorológicas em municípios como Patos (PB) e Sobral (CE), fundamentais para a segurança das operações aéreas.

Um dos diferenciais dessa nova etapa é a adoção da Metodologia BIM (Modelagem da Informação da Construção) em cerca de 65% dos projetos públicos, o que deve garantir mais transparência, controle de custos e cumprimento de prazos.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Secretaria de Turismo de Pernambuco

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Exportação

Tarifaço dos EUA afeta exportações brasileiras: Nordeste lidera queda em volume e Sul perde mais em dólares

Dois meses após a entrada em vigor do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, as exportações brasileiras continuam em queda, com efeitos desiguais entre as regiões do país. Um levantamento do Centro de Estudos para o Desenvolvimento do Nordeste (FGV IBRE) mostra que, enquanto o Nordeste registra as maiores reduções em volume exportado, os polos industriais do Sul e Sudeste concentram as maiores perdas financeiras.

Segundo o estudo, os impactos do ajuste tarifário norte-americano são persistentes e representam um risco estrutural para setores estratégicos da economia brasileira, podendo afetar a atividade industrial, o emprego e a arrecadação estadual.

Nordeste sofre as maiores quedas percentuais nas exportações

Entre os seis estados com pior desempenho percentual nas exportações para os EUA em setembro de 2025, quatro são do Nordeste. O Mato Grosso (-81%) e o Tocantins (-74,3%) lideram as perdas, seguidos por Alagoas (-71,3%), Piauí (-68,6%), Rio Grande do Norte (-65%) e Pernambuco (-64,8%).

De acordo com a FGV, a vulnerabilidade da região está relacionada à baixa diversificação da pauta exportadora, à maior presença de produtos tarifados e à logística irregular, com embarques concentrados em períodos específicos.

Sul e Sudeste acumulam as maiores perdas em valor

Embora o Nordeste tenha registrado as maiores quedas percentuais, o maior prejuízo em dólares ocorreu em estados do Sul e Sudeste. As perdas mais expressivas foram observadas em Minas Gerais (US$ 236 milhões), Santa Catarina (US$ 95,9 milhões), São Paulo (US$ 94 milhões), Rio Grande do Sul (US$ 88,8 milhões), Rio de Janeiro (US$ 88,8 milhões) e Paraná (US$ 82,4 milhões).

Nos polos industriais dessas regiões, as reduções — entre 50% e 56% — atingiram principalmente os setores de metalurgia, componentes industriais e bens intermediários. A FGV alerta que parte dessas perdas já apresenta caráter estrutural, e não apenas um efeito pontual de calendário, resultado da antecipação de embarques nos meses anteriores.

Produtos isentos ajudam a reduzir o impacto em alguns estados

Estados com uma pauta mais diversificada conseguiram amortecer os efeitos do tarifaço por meio da exportação de produtos isentos de tarifas. Em São Paulo, esses itens cresceram 14,2% no acumulado do ano, alcançando US$ 624,45 milhões. Na Bahia, o avanço foi ainda maior: 45,5%.

No entanto, em estados como Pernambuco (-95,8%) e Minas Gerais (-51,9%), até os produtos isentos apresentaram queda, o que agravou o resultado geral das exportações.

Adaptação e novos mercados surgem como resposta

Alguns estados começaram a reconfigurar suas pautas de exportação para se adaptar às novas condições comerciais. O Ceará registrou crescimento de 152,9% nas exportações totais, impulsionado por produtos como “outras pedras de cantaria trabalhadas”, enquanto Goiás teve aumento de 20,9%, inclusive em bens não isentos.

A pesquisa do FGV IBRE conclui que o tarifaço dos EUA marca um novo ciclo de ajustes logísticos e comerciais, com reprecificação de produtos e redirecionamento de pedidos internacionais. O estudo recomenda que governos e empresas brasileiras adotem estratégias de gestão de riscos e diversificação de mercados para enfrentar o cenário global de maior proteção tarifária.

FONTE: Times Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Unsplash

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Logística

Multilog registra crescimento das operações no Nordeste

A Multilog, uma das maiores operadoras de logística integrada do Brasil, registrou expansão significativa de suas operações no Nordeste, impulsionada pelo transporte de celulose, insumos automotivos e commodities, especialmente minérios. Entre janeiro e setembro, essas cargas representaram cerca de 13 mil viagens realizadas pela empresa.

Expansão de clientes e novos contratos

A companhia ampliou a atuação junto aos 15 principais clientes da região e conquistou novos contratos, resultando em um crescimento de 2,5% nos últimos quatro meses em comparação ao mesmo período de 2024. A previsão é manter esse ritmo até o final do ano.

Serviços completos de logística

Além do transporte rodoviário de contêineres, que concentra a maior parte da operação, a unidade oferece serviços de pátio, incluindo pré-stacking, ovação e desova de contêineres e crossdocking, que agilizam a movimentação de mercadorias sem necessidade de armazenamento prolongado.

Em Salvador (BA), a Multilog dispõe de cerca de 35 mil m² de pátio e 12 mil m² de armazéns, incluindo áreas específicas para produtos químicos e posições porta pallet com drive in. A frota própria é composta por 26 veículos, apoiados por mais de 100 implementos e uma equipe especializada.

Investimentos e certificações

Recentemente, a empresa investiu em uma nova reach-stacker para movimentação de contêineres e projeta ampliar seus armazéns em 3 mil m² ainda no primeiro semestre de 2026. A unidade também busca a certificação REDEX (Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação) junto à Receita Federal.

“A operação da Multilog no Nordeste possui diferenciais que sustentam nosso crescimento”, afirma Vinicius Santana, gerente de desenvolvimento de negócios. Ele destaca a frota própria, a estrutura de pátio e armazéns, as certificações para produtos químicos e perigosos e a qualidade dos serviços, que inclui rastreabilidade de veículos e equipe qualificada.

Perspectivas para importações

A Multilog prevê aumento das importações pelo porto de Salvador, motivado pela chegada de uma grande empresa que começará a internalizar volume expressivo de cargas ainda em 2025. Segundo Santana, a expectativa é de crescimento nos serviços de desova e maior utilização do pátio para contêineres, consolidando o fortalecimento da unidade Nordeste.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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