Exportação

PEIEX reúne entidades e empresas em Itajaí para avaliar resultados e ampliar preparação para o mercado internacional

Santa Catarina tem cerca de 1,5 milhão de empresas, mas apenas 0,17% delas exportam atualmente, o equivalente a aproximadamente 2,6 mil empresas. O cenário mostra o potencial ainda existente para ampliar a participação catarinense no comércio exterior e foi um dos contextos discutidos durante a 3ª Reunião do Comitê Consultivo do PEIEX – Núcleo Itajaí, realizada em 30 de setembro, no Giardino Del Porto, em Itajaí.

O encontro reuniu representantes da ApexBrasil, Sebrae/SC, Senai, associações empresariais e empresas participantes do programa para avaliar resultados e discutir estratégias de preparação para o mercado internacional.

Os números apresentados pelo gestor do Núcleo PEIEX Itajaí, Renan Moreira, mostram que 119 empresas da região já participam do programa. Deste total, 77 concluíram a qualificação e 42 estão em atendimento. A meta é incorporar outras 45 empresas até maio de 2027. Em Santa Catarina, o PEIEX já contabiliza 773 empresas atendidas, com previsão de alcançar mais 351 até maio de 2027.

Realizado pela ApexBrasil em parceria com o Sebrae/SC, o Programa de Qualificação para Exportação oferece atendimento gratuito para empresas interessadas em iniciar ou estruturar sua atuação no comércio exterior. O atual ciclo do Núcleo Itajaí começou em junho de 2025 e segue até dezembro de 2027. A meta é atender 150 empresas da região.

Preparação antes de chegar ao mercado internacional

Para o coordenador de Acesso a Mercados do Sebrae/SC, Jefferson Reis Bueno, a preparação para exportar também contribui para melhorar a própria gestão das empresas. “O nível de exigência do mercado internacional faz com que o empresário se prepare melhor, qualifique seus processos e, consequentemente, se torne mais competitivo também no mercado interno,” explica.

Segundo José Mendes, especialista da Coordenação de Competitividade da ApexBrasil, destacou que a internacionalização precisa ser construída por etapas. O processo envolve desde a sensibilização das empresas e a qualificação empresarial até a criação de mecanismos para gerar oportunidades de negócios no exterior. “É preciso ter estratégia e segurança para exportar,” ressalta.

As empresas atendidas pelo Núcleo Itajaí estão distribuídas por 14 setores da economia. Entre os segmentos com maior participação estão moda e vestuário, alimentos e bebidas, serviços e tecnologia, cosméticos, máquinas e equipamentos, economia criativa e moveleiro. Os mercados trabalhados também são diversos, incluindo países da América do Sul, Estados Unidos e União Europeia.

Estado prepara rede para ampliar internacionalização

Durante a reunião, Emerson Luis Pereira, secretário adjunto de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos de Santa Catarina, apresentou ações do Governo do Estado voltadas à ampliação das exportações e à qualificação das empresas.

Uma delas é a Rede Catarinense de Internacionalização, proposta que reúne governo e setor produtivo em uma estratégia integrada, com ações planejadas até 2030. A iniciativa está estruturada em quatro pilares: negócios e internacionalização; certificação e acesso a mercados; competitividade e tecnologia; e serviços e promoção comercial.

Como as empresas podem participar do PEIEX

Empresas interessadas em começar a exportar ou estruturar sua atuação internacional podem procurar o Núcleo PEIEX Itajaí. O atendimento é gratuito e busca identificar o nível de preparação da empresa, apontar oportunidades de melhoria e orientar a construção de uma estratégia para o mercado internacional.

Texto: ReConecta News

Imagens: ReConecta News / Giovana Santos

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Comércio Exterior

Apex Mais Perto oferece consultoria gratuita para empresas que querem exportar

Empresas brasileiras interessadas em começar ou ampliar a atuação no exterior terão acesso a uma nova ferramenta de apoio à internacionalização de empresas. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançará, em outubro, o Apex Mais Perto, serviço que oferece consultoria individual, gratuita e totalmente online com especialistas em comércio exterior.

O programa disponibiliza até três horas de atendimento por empresa, permitindo que cada negócio apresente suas dúvidas e receba orientações direcionadas aos próprios desafios. A iniciativa foi criada para aproximar o conhecimento técnico das necessidades práticas de empresas que desejam ingressar ou avançar no mercado internacional.

Consultoria gratuita para exportação

A decisão de exportar envolve uma série de questões. Entre elas estão a escolha dos mercados de destino, a definição do preço de exportação, os procedimentos necessários para vender ao exterior, a organização da logística internacional e a definição de estratégias para conquistar e diversificar mercados.

O Apex Mais Perto pretende auxiliar justamente nesses pontos. O atendimento poderá tratar de temas como:

  • Diversificação de mercados;
  • oportunidades relacionadas a acordos comerciais;
  • estratégias de acesso a mercados internacionais;
  • formação de preços para exportação;
  • logística e procedimentos aduaneiros;
  • contratos internacionais;
  • riscos e garantias;
  • marketing internacional.

De acordo com Clarissa Furtado, gerente de Competitividade da ApexBrasil, a iniciativa surgiu da identificação de uma necessidade comum entre empresas que possuem potencial para atuar internacionalmente, mas ainda enfrentam dúvidas específicas para transformar esse potencial em ações.

“Muitas empresas sabem que têm potencial para vender para outros países, mas ainda têm dúvidas sobre como avançar.”

Segundo a executiva, o objetivo é aproximar essas empresas de especialistas em comércio exterior e oferecer uma orientação adaptada aos desafios de cada negócio, ajudando a transformar questões sobre mercados, preços, logística, contratos e estratégias internacionais em próximos passos.

Atendimento personalizado para cada empresa

Um dos diferenciais do Apex Mais Perto é a possibilidade de direcionar a consultoria para o problema específico enfrentado pela empresa. O serviço não segue um formato único de atendimento: antes de agendar a conversa, a empresa poderá escolher o tema de interesse e consultar os perfis dos especialistas disponíveis.

As três horas de consultoria podem ser utilizadas em uma única sessão ou distribuídas em mais de um encontro. Assim, uma empresa que esteja analisando novos destinos para seus produtos pode concentrar o atendimento em diversificação de mercados, enquanto outra pode buscar orientação sobre preços, logística ou contratos internacionais.

Quem pode utilizar o Apex Mais Perto

O serviço é destinado a empresas brasileiras produtoras de bens que tenham CNPJ ativo e estrutura suficiente para iniciar ou ampliar suas atividades de exportação.

A proposta contempla tanto negócios que estão começando no comércio exterior quanto empresas que já exportam e precisam esclarecer questões específicas para expandir ou diversificar sua presença em outros países.

A consultoria possui caráter orientativo. Os especialistas fornecem informações e boas práticas de mercado para ajudar a empresa a compreender aspectos relevantes da estratégia de internacionalização. As decisões e a execução das ações continuam sob responsabilidade de cada negócio.

Como solicitar a consultoria da ApexBrasil

O acesso ao Apex Mais Perto será realizado pelo portal da ApexBrasil. Para participar, a empresa deverá fazer um cadastro e preencher um diagnóstico com informações sobre seu perfil e suas necessidades.

Após analisar se a empresa atende aos critérios do público elegível e concluir a adesão ao serviço, a ApexBrasil liberará o acesso ao sistema de agendamento.

A partir dessa etapa, a empresa poderá:

  • escolher o tema que deseja discutir;
  • consultar os especialistas disponíveis;
  • selecionar o horário do atendimento;
  • realizar a consultoria de forma 100% online.

Cada empresa terá direito a até três horas de consultoria a cada seis meses, sem cobrança.

Apoio para empresas que querem conquistar novos mercados

Com o novo serviço, a ApexBrasil amplia as alternativas de atendimento oferecidas às empresas brasileiras que buscam exportar produtos e desenvolver sua presença internacional.

A proposta é oferecer uma solução rápida para dúvidas pontuais que podem influenciar decisões relacionadas à entrada em novos mercados, formação de preços, logística e demais etapas da internacionalização empresarial.

Empresas interessadas poderão realizar o cadastro na página do Apex Mais Perto no portal da ApexBrasil e solicitar a consultoria gratuita.

FONTE: Apex Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Apex Brasil

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Evento

Moda brasileira ganha destaque na Semana de Moda de Milão com foco em sustentabilidade e inovação

A ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) marca presença na Semana de Moda de Milão para impulsionar a internacionalização da moda brasileira no mercado europeu. Sob o conceito “Criatividade é nossa matéria-prima inesgotável”, a estratégia busca converter a diversidade cultural e o design nacional em valor econômico e competitividade global.

O evento, que ocorre entre 22 e 27 de setembro, reúne dezenas de marcas do país em desfiles, showrooms e rodadas de negócios, conectando confecções locais a compradores, formadores de opinião e profissionais da indústria internacional.

Parcerias estratégicas e ações em Milão

A presença do Brasil na capital italiana é estruturada por meio de duas frentes principais em colaboração com entidades setoriais:

  • Texbrasil (com ABIT e Abrimos): De 22 a 24 de setembro, dez marcas focadas em atributos de sustentabilidade participam de apresentações de coleções e exibições comerciais voltadas à expansão global.
  • Fashion Label Brasil (com ABEST): Entre 24 e 27 de setembro, 23 empresas de diversos segmentos — incluindo vestuário, moda praia, calçados, joias e acessórios — expõem suas criações na WHITE Milano.

Essa atuação conjunta reforça o compromisso de consolidar o setor têxtil e de confecção do país por meio da inovação, do saber-fazer artesanal e do uso de materiais sustentáveis.

O peso da Itália no comércio exterior do setor

Para a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, o mercado italiano funciona como um trampolim para o restante da Europa. Em 2025, a Itália concentrou 16,9% das exportações brasileiras do complexo da moda para a União Europeia, posicionando-se como o segundo principal destino comercial do bloco.

O objetivo central das iniciativas é elevar a percepção internacional dos produtos nacionais, mostrando que a indústria brasileira vai além do vestuário tradicional, entregando alto valor agregado, responsabilidade ambiental e identidade cultural marcante.

FONTE: apexBrasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/apexBrasil

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Eventos

Meeting Comex 2026 reúne setor em Joinville com debates sobre comércio exterior e logística

O primeiro dia do Meeting Comex 2026, nesta terça-feira (22), na Expoville, em Joinville (SC), reuniu profissionais, empresas e representantes do poder público para discutir os desafios e as oportunidades do comércio exterior brasileiro.

Promovido pela Associação Empresarial de Joinville (ACIJ) há 13 anos, o encontro tem como foco aproximar os diferentes elos da cadeia logística e do comércio internacional, promovendo conhecimento, troca de experiências e conexões entre os participantes. Para a presidente do Meeting Comex, Carolina Botelho, o primeiro dia do evento superou todas as expectativas. “O primeiro dia contou com um conteúdo técnico de alta relevância, além da participação de representantes de câmaras de comércio e consulados, fortalecendo as conexões internacionais,” destaca.

A equipe do ReConecta News está presente no evento, acompanhando de perto a programação, realizando entrevistas e trazendo os principais destaques para seus leitores e seguidores. Para a CEO Renata Palmeira, acompanhar iniciativas como o Meeting Comex é fundamental para fortalecer conexões, ampliar o acesso à informação e valorizar os profissionais que movimentam o comércio exterior e a logística.

O papel do comércio exterior na internacionalização de Santa Catarina

Um dos momentos de destaque do primeiro dia foi a apresentação de Paulinho Bornhausen, secretário executivo de Articulação Internacional de Santa Catarina, sobre o acordo entre União Europeia e Mercosul.

Durante sua fala, Bornhausen ressaltou a importância de iniciativas como o Meeting Comex para estimular a internacionalização e ampliar a conexão das empresas catarinenses com os mercados globais. Ele também destacou o protagonismo do comércio exterior nesse processo, defendendo que a internacionalização depende da atuação direta do setor e de seus profissionais. “Não basta SC querer ser a porta de entrada para o Brasil, precisamos consolidar isso”, afirmou.

A declaração reforça o desafio de transformar a posição estratégica de Santa Catarina em resultados concretos, ampliando a competitividade das empresas e fortalecendo a infraestrutura e as conexões internacionais do estado.

Reforma Tributária no Comércio Exterior entra em debate

A Reforma Tributária também esteve entre os principais assuntos do encontro. O painel “Reforma Tributária no Comércio Exterior: Impactos na Importação” reuniu representantes da Receita Federal, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/SECEX) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

A discussão colocou em pauta os efeitos das mudanças tributárias sobre as operações de importação, tema de interesse direto para empresas, profissionais e operadores envolvidos nas cadeias internacionais de negócios.

A presença de representantes de órgãos públicos e de uma instituição multilateral contribuiu para aproximar o debate técnico dos desafios enfrentados pelo mercado, em um momento de adaptação às mudanças no sistema tributário brasileiro.

Cases de sucesso

A programação também abordou o papel da infraestrutura aeroportuária na competitividade do comércio exterior. No painel “Transporte Aéreo de Cargas 2027: Conectividade, Infraestrutura e Competitividade”, representantes da Lufthansa, Floripa Airport e Ponta Negra discutiram a contribuição das companhias aéreas e dos aeroportos para a transformação da logística internacional.

O case do Floripa Airport, administrado pela Zurich Airport Brasil, evidenciou a expansão das operações de carga aérea e o fortalecimento das conexões internacionais de Santa Catarina. Em julho a operação registrou o marco de 1.000 voos cargueiros, e deve fechar o ano de 2026 com mais de mil clientes.  “Saltamos de 300 clientes em 2021 para 1.300 clientes até o fim desse ano,” destaca Davi Piza, gestor de Logística.

A agenda do primeiro dia também contou com a palestra de Marcos Troyjo, sobre o comércio exterior brasileiro no contexto ESG 2.0, além de atividades de relacionamento e networking entre os participantes.

Segundo dia terá debates sobre anuentes, liderança, fretes e geopolítica

Nesta quarta-feira (23), o Meeting Comex 2026 continua na Expoville, em Joinville, com uma programação voltada a temas técnicos e estratégicos que impactam diretamente as operações de comércio exterior e logística.

Segundo a presidente do Meeting Comex, Carolina Botelho, a expectativa é de um público ainda maior, com recorde de ingressos vendidos e inscritos no evento. “Um dos destaques da programação será a palestra do general André Novaes, que abordará a geopolítica e seus impactos no comércio exterior, trazendo também perspectivas e informações sobre o cenário atual do país”, finaliza.

A programação pode ser acessada no site oficial do evento.

Texto: ReConecta News

Imagens: ReConecta News / Giovana Santos

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Negócios, Sem Categoria

Missão empresarial aproxima empresários brasileiros das oportunidades de negócios no Paraguai

A busca por novas oportunidades de negócios e caminhos para a internacionalização levou cerca de 20 empresários brasileiros a Ciudad del Este, no Paraguai, no ultimo dia 08 de setembro. Organizada pela CN Mercosul, a missão contou com o acompanhamento do ReConecta News, representado pela CEO Renata Palmeira, que esteve presente durante toda a programação.

Mais do que uma apresentação sobre vantagens tributárias, a proposta foi proporcionar aos participantes uma experiência prática sobre o ambiente empresarial paraguaio. A agenda incluiu encontros com especialistas em contabilidade, direito tributário e migração, além de visitas e apresentações de empresas que já investem no país.

“Nosso principal objetivo foi mostrar o Paraguai como ele realmente é. Mais do que falar sobre incentivos ou apresentar números, queríamos proporcionar aos empresários uma experiência presencial, com contato com o ambiente de negócios, empresas, profissionais e instituições locais, mostrando tanto as oportunidades quanto os desafios de empreender no país”, explica Jonathan Roger Linzmeyer, fundador e presidente da CN Mercosul.

Economia em crescimento e ambiente favorável

Um dos pontos apresentados durante a missão foi o cenário macroeconômico paraguaio. Segundo dados apresentados durante a programação, o país registrou crescimento de 6,6% do PIB em 2025 e tem projeção de expansão de 4,5% para 2026. A inflação interanual estava em 1,5%, enquanto a dívida pública correspondia a cerca de 39% do PIB.

Entre os diferenciais destacados estão a disponibilidade de energia proveniente de Itaipu e Yacyretá, uma estrutura tributária mais enxuta, legislação voltada à atração de investimentos e uma população jovem, com mão de obra competitiva.

A Lei de Maquila também vem despertando o interesse de empresas brasileiras. O regime permite industrializar produtos no Paraguai destinados à exportação, com tributação reduzida sobre o valor agregado local. Com novas regras estabelecidas em 2025 e regulamentadas em 2026, o mecanismo amplia as possibilidades para empresas que avaliam internacionalizar sua produção.

“O que percebemos é que o interesse pela internacionalização cresceu muito. Hoje, o empresário brasileiro já olha para o Paraguai não apenas como uma alternativa tributária ou de redução de custos, mas como uma plataforma para expansão, produção, distribuição e acesso a novos mercados”, afirma Jonathan.

Ciudad del Este concentra oportunidades

Na região de Ciudad del Este, o crescimento econômico se combina a uma forte demanda por moradia e serviços. Hoje existem 11 faculdades de medicina na cidade e região, com mais de 18 mil alunos matriculados, muitos deles brasileiros.

A área que reúne Ciudad del Este, Hernandarias, Presidente Franco, Minga Guazú e Los Cedrales soma aproximadamente 586 mil habitantes, segundo o Censo de 2022, formando o segundo maior aglomerado urbano do Paraguai.

Esse movimento também está relacionado à expansão industrial e logística. A Rota Bioceânica de Capricórnio, que conecta os portos do Pacífico aos portos brasileiros do Atlântico, e a chamada Rota da Proteína colocam o Paraguai em uma posição estratégica para o transporte de cargas e a integração regional.

Investimentos acompanham transformação da região

Durante a missão, os empresários conheceram projetos da Axial Constructora, entre eles o Residencial Del Sol, em Minga Guazú, e o Parque Integración, empreendimento logístico apresentado como o primeiro parque Triple A do Paraguai.

O Residencial Del Sol possui 248 lotes e está localizado no KM 14 de Minga Guazú, entre Ciudad del Este e o corredor industrial. O projeto conta com estrutura de lazer e sistema próprio de tratamento de água e esgoto.

Para Fernando Parra, da Axial, os empreendimentos refletem uma transformação que já está em curso no Alto Paraná. “Os projetos da Axial ajudam a mostrar uma transformação que já está acontecendo no Alto Paraná. O crescimento da região não está acontecendo apenas no comércio. Estamos vendo uma evolução simultânea na demanda por moradia, na instalação de empresas e na necessidade de uma infraestrutura logística mais moderna”, explica.

Segundo Parra, o Residencial Del Sol acompanha uma nova demanda habitacional provocada pela chegada de empresas, investimentos e profissionais à região. O empreendimento é apresentado como o primeiro condomínio fechado do Paraguai com sistema próprio de tratamento de água e esgoto, com ETE e ETA.

Já o Parque Integración foi apresentado como um projeto voltado à crescente demanda por infraestrutura logística. O empreendimento prevê 34 galpões, com módulos de 1.250 a 1.500 metros quadrados, em uma área total de 43 hectares e a cerca de 10 quilômetros da nova Ponte da Integração.

Decisão precisa ser baseada em números

Apesar das oportunidades apresentadas, a CN Mercosul reforçou durante a missão que a decisão de internacionalizar uma operação não deve ser tomada apenas com base em incentivos fiscais ou custos aparentemente menores. “Antes de investir, é fundamental realizar um estudo de viabilidade completo, analisando tributação, logística, custos operacionais, estrutura societária, mercado, legislação, mão de obra, incentivos aplicáveis e, principalmente, as projeções financeiras da operação. Nós defendemos que o empresário tenha um DRE projetado e números concretos antes de tomar a decisão”, destaca Jonathan.

Segundo ele, o Paraguai apresenta oportunidades relevantes, mas cada projeto precisa ser analisado individualmente. “Internacionalização precisa ser uma decisão empresarial baseada em dados e estratégia, e não simplesmente uma mudança de endereço em busca de benefícios fiscais”, resume.

Nesse cenário, a missão acompanhada pelo ReConecta mostrou um Paraguai que busca se posicionar não apenas como alternativa tributária, mas como um mercado em transformação, impulsionado por crescimento econômico, investimentos, infraestrutura, logística e integração regional.

TEXTO E IMAGENS: ReConecta News

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Negócios

FIESC leva missão empresarial à Expo Paraguay-Brasil para ampliar negócios

A FIESC (Federação das Indústrias de Santa Catarina) prepara uma missão empresarial para a Expo Paraguay-Brasil 2026, com o objetivo de ampliar a internacionalização da indústria catarinense e criar novas oportunidades de negócios no país vizinho.

A 17ª edição do evento será realizada nos dias 11, 12 e 13 de novembro, em Ciudad del Este, no Paraguai. A programação deve reunir empresários e representantes dos setores produtivos dos dois países em uma agenda voltada à prospecção de negócios, networking e formação de parcerias comerciais.

A participação da delegação catarinense busca aproximar empresas do estado do mercado paraguaio, além de identificar oportunidades de comércio, investimentos e expansão internacional.

“A aproximação com o Paraguai abre espaço para novas parcerias e para a ampliação dos negócios das empresas catarinenses. Participar da Expo Paraguay-Brasil permite conhecer melhor o ambiente empresarial paraguaio, estabelecer conexões e identificar oportunidades concretas de comércio e investimentos”, afirma Maria Teresa Bustamante, presidente do Conselho de Comércio Exterior da FIESC.

Missão terá agenda exclusiva com a Embaixada

Além das atividades da Expo Paraguay-Brasil, a delegação da FIESC terá uma agenda institucional exclusiva com a Embaixada do Brasil no Paraguai.

O encontro pretende ampliar o diálogo com representantes institucionais e oferecer aos empresários participantes informações mais abrangentes sobre o ambiente econômico e as oportunidades disponíveis no país.

A iniciativa integra a estratégia da FIESC de fortalecer as relações comerciais entre Santa Catarina e Paraguai e apoiar empresas interessadas em avançar no processo de internacionalização.

Participação é voltada a empresários e executivos

A missão empresarial é direcionada a empresários industriais, executivos, gestores de comércio exterior e tomadores de decisão que buscam oportunidades de expansão internacional.

Também podem participar empresas associadas e parceiros da FIESC interessados em conhecer o mercado paraguaio, estabelecer contatos comerciais e prospectar novas possibilidades de negócios.

Com a participação na Expo Paraguay-Brasil, a entidade pretende ampliar a presença da indústria catarinense no mercado internacional e estimular novas conexões entre empresas de Santa Catarina e do Paraguai.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Freepik

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Exportação

Manaus debate novas oportunidades para exportações brasileiras na União Europeia

Manaus recebe, nesta sexta-feira (14), o Conexões Produtivas – Oportunidades para a Indústria no Acordo Mercosul-União Europeia, encontro que reunirá representantes do governo, empresários e especialistas em comércio exterior para discutir alternativas de expansão das exportações brasileiras.

O evento ocorre em um cenário de busca por diversificação de mercados por parte das empresas nacionais, especialmente diante dos novos desafios enfrentados nas relações comerciais com os Estados Unidos. A programação terá como foco as oportunidades criadas pelo Acordo Mercosul-União Europeia e os caminhos para transformar essas possibilidades em negócios.

Evento reúne autoridades e representantes do setor produtivo

A iniciativa é promovida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), pela ApexBrasil e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Entre os participantes estão o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa; o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco; e o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller. Também participam especialistas em comércio exterior, representantes institucionais, compradores internacionais e empresas brasileiras.

Amazonas tem 242 oportunidades de exportação

O mercado europeu aparece como uma alternativa estratégica para ampliar a presença internacional das empresas do Amazonas. Segundo levantamento da ApexBrasil, elaborado com base em dados do MDIC, foram identificadas 242 oportunidades de exportação do estado para países da União Europeia.

Em 2025, empresas amazonenses movimentaram US$ 199 milhões em exportações para o bloco europeu. No mesmo período, 112 empresas do estado mantiveram relações comerciais com o mercado da União Europeia.

Os dados reforçam o potencial de internacionalização das empresas amazonenses e a possibilidade de ampliar a participação regional no comércio internacional.

Negócios internacionais estão entre os destaques

A programação do Conexões Produtivas também prevê anúncios de negócios já encaminhados. Após a abertura do evento, serão anunciados e assinados contratos de compra resultantes das negociações realizadas durante o Exporta Mais Brasil, com participação de Lou Zijun, general manager da chinesa EcoFoods.

Outro momento será o painel “A demanda do mercado europeu: inovações e tendências no setor industrial e agrícola”. A discussão contará com Vincent Furlan, especialista do escritório da ApexBrasil em Bruxelas, e Lourdes Vignolo, representante da empresa holandesa NH Superfoods.

A proposta é apresentar a visão de compradores e especialistas sobre as demandas do mercado europeu, além de tendências e oportunidades para produtos brasileiros.

MDIC apresenta estratégias para transformar oportunidades em negócios

A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, participará do encontro com a palestra “Do Acordo ao Mercado: Como Transformar Oportunidades em Negócios”.

Na sequência, Uallace Moreira, secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços do MDIC, apresentará oportunidades e serviços voltados à indústria dentro das ações da Nova Indústria Brasil.

A programação também abordará o potencial da Amazônia Legal na geração de negócios a partir do Acordo Mercosul-União Europeia. O debate deverá reunir informações de inteligência de mercado e experiências de empresas brasileiras que já avançaram em seus processos de internacionalização.

Diversificação de mercados ganha espaço na agenda empresarial

O Conexões Produtivas acontece em um momento de maior atenção à abertura de novos mercados e à redução da dependência de destinos específicos.

A proposta do encontro é aproximar empresas brasileiras de oportunidades comerciais em diferentes países e apresentar ferramentas disponíveis para negócios que desejam ampliar sua atuação internacional.

Jornalistas interessados em acompanhar o evento podem realizar o credenciamento prévio.

FONTE: ApexBrasil

TEXTO: Redação

IMAGEM: ApexBrasil

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Comércio Internacional

Tarifaço dos EUA desafia indústria de Santa Catarina e reforça busca por novos mercados

A nova rodada do tarifaço dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros aumenta os desafios para a indústria nacional e deve ter efeitos ainda mais significativos sobre Santa Catarina, um dos estados mais dependentes das exportações para o mercado norte-americano.

Em um cenário marcado por tensões geopolíticas, fortalecimento do protecionismo e mudanças nas relações comerciais globais, empresas catarinenses são pressionadas a rever estratégias, diversificar mercados e ampliar sua competitividade para reduzir os impactos das novas barreiras comerciais.

Exportações catarinenses já sentiram os efeitos da primeira onda

Os reflexos das tarifas impostas anteriormente servem como alerta para o setor produtivo. Na primeira fase do tarifaço, em 2025, as exportações catarinenses destinadas aos Estados Unidos registraram queda de 38%, enquanto mais de sete mil empregos deixaram de ser criados em consequência da retração dos negócios.

Com a manutenção da diferença tarifária em relação a concorrentes internacionais, a expectativa é que as empresas intensifiquem ações de internacionalização, fortaleçam sua presença em novos mercados e invistam em ganhos de produtividade para preservar a competitividade.

Cooperação entre indústria e governo busca reduzir impactos

Diante do novo cenário, a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) afirma manter diálogo permanente com o Governo do Estado para avaliar os impactos das medidas e desenvolver alternativas de apoio às empresas.

Além da articulação institucional, a entidade informa que sua área de internacionalização segue preparada para auxiliar indústrias na prospecção de novos destinos para exportação, estratégia considerada fundamental para diminuir a dependência de mercados específicos.

Inovação e qualificação são apostas para enfrentar o cenário

As entidades do Sistema FIESC também mantêm ações voltadas ao fortalecimento da indústria catarinense. O SENAI, o SESI e o IEL continuam atuando em iniciativas ligadas ao aumento da produtividade, à inovação tecnológica e à qualificação da mão de obra.

O objetivo é preparar as empresas para um ambiente econômico cada vez mais competitivo, oferecendo suporte tanto na formação de profissionais quanto na aproximação entre a indústria e novos talentos.

Indústria aposta na capacidade de adaptação

Para o setor industrial, o atual cenário reforça a necessidade de resiliência diante das transformações da economia mundial. Assim como desafios climáticos e econômicos marcaram diferentes momentos da história de Santa Catarina, o fortalecimento da cooperação, do empreendedorismo e da inovação é apontado como caminho para preservar o crescimento e ampliar a presença da indústria catarinense no mercado internacional.

A expectativa é que a combinação entre diversificação de mercados, investimentos em competitividade e atuação conjunta entre empresas e instituições contribua para transformar os desafios impostos pelo comércio global em novas oportunidades de desenvolvimento.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Filipe Scotti

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Exportação

Elas Exportam inicia nova edição com 117 empreendedoras e fortalece a internacionalização feminina

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), deu início à sexta edição do Programa Elas Exportam, iniciativa que incentiva a participação de empresas lideradas por mulheres no comércio exterior.

Nesta edição, 117 empreendedoras foram selecionadas para participar de uma jornada de capacitação e mentoria voltada ao desenvolvimento de estratégias para ampliar a presença de seus negócios no mercado internacional.

Mentorias e capacitação impulsionam empresas lideradas por mulheres

Ao longo do programa, cada participante contará com o acompanhamento de uma mentora especializada em exportação e negócios internacionais. A programação reúne conteúdos técnicos, atividades práticas e orientações estratégicas para preparar as empresas para competir em mercados globais.

Segundo a diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, a iniciativa integra uma trilha de desenvolvimento que acompanha as empresas desde a capacitação até a promoção comercial, fortalecendo a inserção dos produtos brasileiros no exterior.

A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, destacou que o programa já se consolidou como uma importante política pública para ampliar a participação feminina no comércio internacional e tornar esse ambiente mais inclusivo.

Nova edição amplia setores atendidos

Entre as novidades deste ano está a expansão da programação, que passa a oferecer mais encontros coletivos, conteúdos voltados ao desenvolvimento socioemocional e à gestão estratégica, além do fortalecimento das parcerias institucionais.

Outra inovação é a criação de vagas específicas para empresas dos setores de tecnologia da informação, audiovisual e games, ampliando o alcance da iniciativa para segmentos de alto potencial de crescimento.

Procura pelo programa cresce em todo o Brasil

O interesse pelo Elas Exportam aumentou significativamente nesta edição. O programa recebeu quase 600 manifestações de interesse de empreendedoras e contabilizou 374 inscrições para o Banco de Mentoras.

As participantes representam todas as regiões do país, sendo que aproximadamente 30% das selecionadas são dos estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, reforçando o compromisso com a diversidade regional.

Programa já beneficiou centenas de empresas

Desenvolvido dentro da Política Nacional de Cultura Exportadora (PNCE), o programa conta com o apoio do Banco do Brasil, Sebrae, INPI e de diversas instituições parceiras que contribuem com mentorias e capacitações.

Desde sua criação, o Elas Exportam já apoiou 219 empresas e reuniu 196 mentoras, formando uma ampla rede de incentivo ao empreendedorismo feminino e à internacionalização de pequenos e médios negócios.

Em 2025, a iniciativa recebeu reconhecimento internacional ao conquistar o Prêmio Igualdade de Gênero no Comércio, concedido pela Organização Mundial do Comércio (OMC), na categoria dedicada às mulheres empreendedoras.

Com o avanço de cada edição, o programa fortalece o ambiente de apoio às empresárias brasileiras, ampliando as oportunidades para que mais negócios liderados por mulheres conquistem espaço no mercado global.

FONTE: apexBrasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/apexBrasil

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Investimento

Investimentos no Paraguai atraem setor moveleiro de São Bento do Sul

Empresários ligados ao setor moveleiro de São Bento do Sul participaram de um encontro promovido pela Associação Regional da Empresa Moveleira (Arpem) para conhecer oportunidades de investimento no Paraguai e analisar o cenário econômico da América do Sul. O evento ocorreu durante a reunião mensal da entidade, realizada no restaurante Alpenbier, reunindo lideranças empresariais interessadas em ampliar mercados e explorar possibilidades de internacionalização.

Debate aborda expansão de negócios no Mercosul

A palestra foi conduzida por Jonathan Roger Linzmeyer, diretor da CN Mercosul e diretor internacional da Câmara de Empresários Brasileiros no Paraguai (CEBRAS). Durante a apresentação, ele compartilhou experiências práticas sobre a gestão de empresas no país vizinho e destacou aspectos que vêm atraindo cada vez mais investidores brasileiros.

Segundo o presidente da Arpem, Daniel Lutz, a iniciativa proporcionou informações estratégicas relevantes para o fortalecimento da indústria moveleira da região.

“Recebemos uma visão prática sobre a atuação empresarial no Paraguai, conhecendo melhor as diferenças entre os mercados e as vantagens oferecidas pelo país. São informações importantes para ampliar o conhecimento dos nossos associados”, destacou.

Paraguai fortalece posição como polo industrial

Ao comparar os ambientes de negócios do Brasil e do Paraguai, Linzmeyer explicou que o crescente interesse de empresas brasileiras pelo país não está relacionado apenas à redução de custos operacionais. Fatores como logística, segurança jurídica e incentivos tributários têm contribuído para consolidar o Paraguai como uma importante plataforma industrial dentro do Mercosul.

Os indicadores econômicos apresentados reforçam esse cenário. A expectativa é que o Paraguai registre crescimento de 4,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026, após expansões estimadas em 4,7% em 2024 e 6% em 2025. Além disso, o país mantém uma das menores taxas de inflação da região, projetada em 3,5%, respaldada por uma rígida política de responsabilidade fiscal.

Sistema tributário simplificado é um dos principais atrativos

Entre os diferenciais destacados está o modelo tributário conhecido como “Triple 10”, que estabelece alíquotas de 10% para o Imposto de Renda Empresarial (IRE), Imposto de Renda Pessoa Física (IRP) e Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

Outro benefício apontado é a isenção de impostos sobre rendimentos obtidos no exterior, fator que tem aumentado o interesse de empresários que buscam expandir suas operações para outros mercados.

Lei de Maquila amplia oportunidades para investidores

Outro tema abordado foi a atualização da Lei de Maquila, considerada uma das principais ferramentas de incentivo à instalação de indústrias no Paraguai. Recentemente modernizada pelo Congresso paraguaio, a legislação ampliou a segurança jurídica para investidores e passou a contemplar também atividades ligadas aos setores de serviços e tecnologia.

O regime permite importar máquinas, equipamentos e matérias-primas com isenção tributária, exigindo apenas o pagamento de um imposto de 1% sobre o valor agregado gerado no país no momento da exportação.

Dados do Ministério da Indústria e Comércio do Paraguai mostram que cerca de 65% das exportações realizadas dentro do sistema de Maquila têm o Brasil como destino final.

Missão empresarial busca aproximar empresários brasileiros

Durante o evento, Linzmeyer também anunciou uma nova missão empresarial ao Paraguai, programada para ocorrer entre os dias 22 e 25 de junho.

A iniciativa prevê uma imersão técnica com visitas a empresas, reuniões estratégicas e encontros institucionais voltados à geração de negócios e ao fortalecimento do relacionamento entre empresários brasileiros e paraguaios.

Segundo o diretor da CN Mercosul, a proposta é oferecer conhecimento prático sobre o mercado local e criar oportunidades de networking para empresas interessadas em expandir suas operações no Mercosul.

“O foco é apoiar empresários brasileiros que desejam investir, crescer e entender melhor o ambiente de negócios paraguaio. Além da troca de conhecimento, a missão proporcionará conexões importantes para futuras parcerias”, afirmou.

FONTE: A Gazeta
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/A Gazeta

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