Comércio Internacional, Economia

Balança comercial brasileira registra superávit de US$ 2,66 bilhões na terceira semana de outubro

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,661 bilhões na terceira semana de outubro de 2026. O resultado, divulgado na segunda-feira (19) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), foi resultado de US$ 8,232 bilhões em exportações e US$ 5,572 bilhões em importações.

Com o desempenho semanal, o saldo positivo da balança comercial alcançou US$ 5,959 bilhões no acumulado de outubro. As vendas brasileiras ao mercado internacional totalizaram US$ 21,038 bilhões, enquanto as compras do exterior somaram US$ 15,079 bilhões.

Exportações brasileiras crescem 33,5% na comparação anual

Até a terceira semana de outubro, as exportações brasileiras avançaram 33,5% em relação ao mesmo período de 2025. O crescimento foi observado nos três grandes setores da economia.

A indústria extrativa apresentou a maior expansão percentual, com alta de 70,7% e exportações de US$ 6,40 bilhões. Na agropecuária, as vendas externas cresceram 21%, alcançando US$ 4,09 bilhões. Já a indústria de transformação registrou aumento de 20,9%, com US$ 10,32 bilhões em exportações no período analisado. Os números indicam avanço das vendas internacionais de produtos brasileiros, com destaque para o desempenho da indústria extrativa.

Importações também apresentam alta em outubro

No mesmo intervalo, as importações brasileiras cresceram 21,5% em comparação com a terceira semana de outubro de 2025. A indústria de transformação concentrou o maior volume de compras externas, com US$ 13,89 bilhões, o equivalente a um aumento de 20,2%. A agropecuária registrou crescimento de 23,3%, com importações de US$ 30 milhões, enquanto a indústria extrativa avançou 47,9%, totalizando US$ 79 milhões.

Mesmo com a expansão das compras internacionais, o volume de exportações permaneceu superior ao de importações, contribuindo para a manutenção do saldo comercial positivo.

Superávit da balança comercial chega a US$ 68,35 bilhões em 2026

No acumulado de janeiro até a terceira semana de outubro, o superávit da balança comercial brasileira atingiu US$ 68,355 bilhões. O valor representa crescimento de 36,8% em relação ao mesmo período de 2025, quando o saldo positivo foi de US$ 52,985 bilhões.

Para o fechamento de 2026, o MDIC projeta um superávit comercial de US$ 84,4 bilhões, resultado 24% superior ao registrado em 2025. A estimativa foi revisada no início de outubro. A previsão anterior indicava um saldo positivo de US$ 90 bilhões, sinalizando uma redução na expectativa oficial para o resultado anual.

Os dados reforçam o desempenho positivo do comércio exterior brasileiro em 2026, impulsionado pelo crescimento das exportações e pela manutenção de um saldo favorável nas trocas comerciais com outros países.

Fonte: Canal Rural, com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC).

Texto: Redação

Imagem: Arquivo ReConecta News / Cláudio Neves / Portos do Paraná

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Economia

Economia brasileira cresce 0,5% em agosto após dois meses de queda, aponta FGV

Após registrar retração por dois meses consecutivos, a economia brasileira voltou a crescer em agosto. A atividade econômica avançou 0,5% em relação a julho, segundo estimativa da Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, a expansão acumulada em 12 meses chegou a 1,8%.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (19), por meio do Monitor do PIB, levantamento mensal produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), ligado à FGV.

O estudo acompanha o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB), indicador que representa o valor total dos bens e serviços produzidos no país. Para isso, considera informações de setores como indústria, comércio, serviços e agropecuária.

Por funcionar como uma antecipação do resultado oficial, o Monitor do PIB é utilizado como um dos principais indicadores para acompanhar os rumos da atividade econômica nacional.

Atividade econômica volta a crescer em agosto

A estimativa da FGV mostra uma recuperação após as quedas registradas em junho e julho. Confira a variação mensal da economia brasileira ao longo do ano:

  • Agosto: alta de 0,5%
  • Julho: queda de 0,3%
  • Junho: queda de 0,9%
  • Maio: alta de 0,6%
  • Abril: alta de 0,3%
  • Março: alta de 0,1%
  • Fevereiro: alta de 0,5%
  • Janeiro: alta de 0,6%

Na comparação com agosto do ano anterior, a atividade econômica apresentou crescimento de 1,5%. Já o trimestre encerrado em agosto registrou expansão de 1,7% em relação ao mesmo intervalo de 2025.

Indústria extrativa e serviços impulsionam a economia

De acordo com a FGV, o avanço observado em agosto foi favorecido principalmente pela indústria extrativa e pela continuidade do crescimento do setor de serviços.

O economista Claudio Considera, pesquisador associado do Ibre, explica que, sob a perspectiva da oferta, esses segmentos contribuíram para o resultado positivo.

Pelo lado da demanda, o desempenho também recebeu influência favorável das exportações e dos gastos do governo, apesar da desaceleração no ritmo de crescimento do consumo das famílias.

Considera destaca que a economia brasileira demonstra capacidade de recuperação mesmo diante de um cenário de inflação persistente e de política monetária restritiva, caracterizada pela manutenção de juros elevados.

No trimestre encerrado em agosto, o consumo das famílias cresceu 0,4%, impulsionado principalmente pela contribuição dos bens duráveis, como eletrodomésticos, veículos e outros produtos de maior vida útil.

Em valores correntes, a estimativa da FGV indica que o PIB brasileiro acumulado até agosto alcançou R$ 9,020 trilhões.

Projeções para o crescimento do PIB em 2026

Outros indicadores e instituições também divulgaram estimativas sobre o desempenho da economia brasileira. Na sexta-feira (16), o Banco Central apresentou o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que apontou crescimento de 0,3% entre julho e agosto e expansão de 1,6% no acumulado de 12 meses.

Já o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, reúne as expectativas de instituições do mercado financeiro e projeta crescimento de 1,83% para o PIB em 2026.

O Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, publicado em setembro, prevê uma expansão de 2% para a economia brasileira neste ano.

O Fundo Monetário Internacional (FMI), por sua vez, estima que o Brasil crescerá 2,2% em 2026. A instituição também projeta que o país deverá recuperar, em 2027, a posição de oitava maior economia do mundo.

As projeções apresentam diferenças em razão das metodologias e das avaliações econômicas adotadas por cada instituição, mas apontam para a continuidade do crescimento econômico brasileiro ao longo do ano.

Quando será divulgado o resultado oficial do PIB?

O cálculo oficial do Produto Interno Bruto é divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A próxima publicação está prevista para 2 de dezembro e apresentará os dados referentes ao terceiro trimestre do ano.

No resultado mais recente, divulgado no início de setembro, o IBGE informou que a economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre, enquanto a expansão acumulada em 12 meses ficou em 1,9%.

A divulgação dos próximos resultados permitirá avaliar se a recuperação observada em agosto terá continuidade e como os diferentes setores contribuirão para o desempenho da economia brasileira nos meses seguintes.

FONTE: Agência Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Comércio Exterior

Exportações brasileiras acumulam US$ 297,65 bilhões em 2026, aponta MDIC

As exportações brasileiras somaram US$ 297,65 bilhões entre janeiro e a segunda semana de outubro de 2026, registrando crescimento de 11,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O avanço das vendas externas contribuiu para ampliar o superávit da balança comercial, que alcançou US$ 65,88 bilhões, alta de 34,6%.

Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na terça-feira (13). O levantamento também aponta desempenho positivo no comércio exterior brasileiro durante a primeira parte de outubro, com crescimento das exportações superior ao das importações.

Balança comercial registra superávit de US$ 3,48 bilhões em outubro

Até a segunda semana de outubro, as exportações brasileiras totalizaram US$ 12,99 bilhões, aumento de 29,6% na comparação com o mesmo período de 2025. As importações somaram US$ 9,51 bilhões, com avanço de 20,4%.

Com isso, o saldo comercial ficou positivo em US$ 3,48 bilhões, crescimento de 63,8% na comparação anual. Já a corrente de comércio, indicador que reúne exportações e importações, atingiu US$ 22,50 bilhões, alta de 25,5%.

No acumulado de 2026 até a segunda semana de outubro, as importações chegaram a US$ 231,77 bilhões, crescimento de 6,1%. A corrente de comércio alcançou US$ 529,41 bilhões, avanço de 9% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

Agropecuária, indústria extrativa e transformação impulsionam exportações

Os três grandes setores exportadores apresentaram crescimento nas vendas externas durante a segunda semana de outubro.

A indústria extrativa registrou a maior expansão percentual, com alta de 51,7% e exportações de US$ 3,62 bilhões. A agropecuária movimentou US$ 2,62 bilhões, crescimento de 21,7%, enquanto a indústria de transformação alcançou US$ 6,59 bilhões, avanço de 21,3%.

Na agropecuária, o resultado positivo foi influenciado pelo aumento de 311,2% nas exportações de animais vivos, exceto pescados e crustáceos. As vendas de centeio, aveia e outros cereais não moídos registraram expansão de 21.244%, enquanto as exportações de soja cresceram 26%.

Por outro lado, alguns produtos apresentaram retração. As vendas externas de milho não moído recuaram 6,6%, enquanto as de café não torrado diminuíram 6,5%. As exportações de sementes oleaginosas, como girassol, gergelim, canola e algodão, tiveram queda de 61,3%.

Na indústria extrativa, o crescimento foi impulsionado principalmente pelas exportações de minérios de metais preciosos e seus concentrados, que avançaram 1.869,8%. As vendas de minérios de níquel cresceram 240,5%, enquanto as de petróleo bruto e outros óleos minerais betuminosos aumentaram 117,7%.

Em sentido contrário, as exportações de pedra, areia e cascalho recuaram 75,5%. Também houve queda de 20,9% nas vendas de minério de ferro e de 52,8% nas exportações de minérios de cobre.

Na indústria de transformação, as exportações de óleos combustíveis de petróleo, exceto óleos brutos, cresceram 227,7%. A celulose registrou alta de 69,7%, enquanto as vendas de ouro não monetário, excluídos os minérios e seus concentrados, avançaram 64,1%.

Entre os produtos com desempenho negativo, a carne bovina fresca, refrigerada ou congelada apresentou queda de 33,1%. As exportações de açúcares e melaços diminuíram 35,8%, enquanto as de máquinas e equipamentos especializados para determinadas indústrias recuaram 69,6%.

Importações crescem nos três setores da economia

As compras brasileiras do exterior também avançaram nos três grandes setores econômicos até a segunda semana de outubro.

A agropecuária registrou alta de 26,7%, com importações de US$ 190 milhões. Na indústria extrativa, as compras chegaram a US$ 540 milhões, aumento de 57,5%. Já a indústria de transformação movimentou US$ 8,71 bilhões, crescimento de 18,4%.

Entre os produtos agropecuários, as importações de trigo e centeio não moídos cresceram 32,8%. As compras de produtos hortícolas frescos ou refrigerados avançaram 194,6%, enquanto as de soja aumentaram 82,3%.

Em contrapartida, as importações de cevada não moída caíram 54%, e as de centeio, aveia e outros cereais não moídos recuaram 54,1%. As compras de tabaco em bruto apresentaram redução de 98,4%.

Na indústria extrativa, as importações de outros minerais em bruto cresceram 60%, enquanto as de outros minérios e concentrados de metais de base avançaram 173,4%. As compras de petróleo bruto e minerais betuminosos registraram aumento de 129,9%.

Entre as retrações, destacam-se os fertilizantes brutos, com queda de 88,8%, o carvão não aglomerado, com redução de 16,4%, e o gás natural, liquefeito ou não, cujas importações diminuíram 68,2%.

Na indústria de transformação, as importações de óleos combustíveis de petróleo, exceto óleos brutos, cresceram 86,9%. Os geradores elétricos giratórios e suas partes apresentaram aumento de 607,5%, enquanto as compras de partes e acessórios de veículos automotivos avançaram 50%.

Por outro lado, as importações de adubos e fertilizantes químicos, exceto os brutos, recuaram 7,5%. As compras de motores e máquinas não elétricos, exceto motores de pistão e geradores, caíram 75,2%. Já os equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e acessórios, registraram redução de 16,2%.

Superávit comercial mantém trajetória de crescimento em 2026

Os resultados divulgados pelo MDIC mostram que as exportações brasileiras continuam crescendo em ritmo superior ao das importações no acumulado do ano. A diferença entre os dois fluxos contribuiu para elevar o superávit comercial a US$ 65,88 bilhões até a segunda semana de outubro.

O desempenho dos setores agropecuário, extrativo e de transformação reforça a importância da diversificação da pauta exportadora para o comércio exterior brasileiro, embora as variações entre produtos indiquem comportamentos distintos nos mercados internacionais.

Fonte: MDIC, com informações do portal Agrolink.

Texto: Redação

Imagem: Ilustrativa / Arquivo ReConecta News

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Comércio Exterior

Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 7,7 bilhões em setembro

A balança comercial brasileira encerrou setembro com superávit de US$ 7,7 bilhões, resultado de US$ 34,4 bilhões em exportações e US$ 26,7 bilhões em importações. O saldo representa uma alta de 146,4% em relação ao mesmo mês de 2025, quando o resultado positivo foi de US$ 3,1 bilhões. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta terça-feira (6).

No acumulado de janeiro a setembro de 2026, o Brasil registra superávit comercial de US$ 62,3 bilhões. Na comparação com agosto, o saldo de setembro apresentou crescimento de aproximadamente 5,5%.

O desempenho das exportações foi positivo nos três principais setores da economia. A agropecuária registrou crescimento de US$ 320 milhões, equivalente a 4,8%. Na indústria de transformação, o avanço foi de US$ 890 milhões, ou 5,3%.

Já a indústria extrativa apresentou o maior crescimento, com aumento de US$ 2,69 bilhões, uma alta de 39,8% na comparação com setembro do ano anterior.

Na agropecuária, entre os produtos que contribuíram para o resultado estão a soja, cujas exportações cresceram 11,9%, e o café não torrado, com avanço de 8,7%.

Na indústria de transformação, os destaques foram os óleos combustíveis de petróleo, que tiveram alta de 39,1%, e os farelos de soja e outros alimentos destinados à alimentação animal, com crescimento de 47,7%.

Considerando os nove primeiros meses de 2026, todos os grandes setores apresentaram aumento no valor exportado em relação ao mesmo período do ano passado. A agropecuária cresceu 8,9%, a indústria extrativa avançou 21,2% e a indústria de transformação teve alta de 6,3%.

Do lado das importações, os resultados foram diferentes entre os segmentos da economia. A indústria de transformação registrou queda de 3,2%, enquanto as compras externas da agropecuária cresceram 9,3% e as da indústria extrativa aumentaram 7,4%.

Apesar dos avanços registrados em dois setores, o resultado geral das importações foi influenciado principalmente pela forte redução nas compras de determinados produtos.

Entre os principais recuos estão as aquisições de plataformas, embarcações e estruturas flutuantes, que caíram 98%, e de motores e máquinas não elétricos, com redução de 79,1%.

No acumulado de janeiro a setembro, as importações da agropecuária recuaram 10,1%, enquanto as compras da indústria extrativa diminuíram 3,9%. Em sentido contrário, a indústria de transformação apresentou crescimento de 5,8%.

Com o resultado de setembro, a balança comercial do Brasil mantém trajetória positiva em 2026. O desempenho é sustentado pelo crescimento das exportações em diferentes setores, especialmente pela expansão da indústria extrativa e pelo avanço de produtos relevantes da pauta exportadora brasileira.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), com informações da CNN Brasil.

Texto: Redação

Imagem: Porto de Itajaí

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Comércio Exterior

Balança comercial brasileira registra superávit de US$ 3,36 bilhões até a 2ª semana de setembro

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 3,36 bilhões até a segunda semana de setembro de 2026, resultado 193,8% superior ao registrado no mesmo período de 2025. O desempenho foi impulsionado principalmente pelo avanço das exportações, que cresceram em ritmo mais acelerado que as importações.

Entre o início de setembro e a segunda semana do mês, o Brasil exportou US$ 14,25 bilhões, alta de 28,5% na comparação com setembro de 2025. As importações somaram US$ 10,89 bilhões, crescimento de 9,5%.

Com isso, a corrente de comércio, que reúne exportações e importações, alcançou US$ 25,14 bilhões, aumento de 19,5% na comparação anual.

Exportações avançam em setembro

O crescimento das exportações brasileiras foi observado nos três principais setores da economia. A Indústria Extrativa apresentou a maior expansão, com alta de 70,5% e vendas externas de US$ 4,19 bilhões. A Indústria de Transformação cresceu 17%, alcançando US$ 7,14 bilhões, enquanto a Agropecuária avançou 16,5%, com US$ 2,83 bilhões exportados.

Entre os produtos que contribuíram para o resultado positivo estão centeio, aveia e outros cereais não moídos, cujas vendas dispararam 39.529,5%, além de café não torrado, com alta de 35%, e soja, que cresceu 19,2%.

Na Indústria Extrativa, destacaram-se os minérios de cobre e seus concentrados, com aumento de 39,5%; outros minérios e concentrados de metais de base, com alta de 172,2%; e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, que avançaram 126,2%.

Já na Indústria de Transformação, os principais destaques foram os farelos de soja e outros alimentos para animais, com crescimento de 90,7%; celulose, com alta de 49,6%; e ouro não monetário, que registrou avanço de 80%.

Produtos que tiveram queda nas exportações

Apesar do crescimento geral das vendas externas, alguns produtos registraram retração. Na Agropecuária, as quedas mais relevantes ocorreram nas exportações de sementes oleaginosas, que recuaram 71%; especiarias, com redução de 21,9%; e milho não moído, cuja queda foi de 3,7%.

Na Indústria Extrativa, as exportações de minérios de níquel e seus concentrados caíram 100%, enquanto linhita e turfa recuaram 67,8% e minério de ferro e seus concentrados tiveram redução de 4,4%.

Entre os produtos da Indústria de Transformação, houve queda nas vendas externas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, de 23%; produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço, de 37,2%; e veículos automóveis de passageiros, de 29,1%.

Importações crescem 9,5%

As compras brasileiras no exterior também apresentaram crescimento na segunda semana de setembro. A Indústria de Transformação concentrou a maior parcela das importações, com US$ 10,17 bilhões e alta de 9,2%.

A Agropecuária registrou crescimento de 13,7%, somando US$ 200 milhões, enquanto a Indústria Extrativa avançou 13,5%, chegando a US$ 470 milhões.

Entre os produtos que tiveram maior aumento nas compras externas estão pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado, com alta de 41%; frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas, com crescimento de 29,1%; e soja, que avançou 50,9% na Agropecuária.

Na Indústria Extrativa, chamou atenção o crescimento das importações de minério de ferro e seus concentrados, que aumentaram 1.886.114,4%. Também houve alta de 78,6% nas compras de outros minérios e concentrados de metais de base e de 52,3% nas aquisições de óleos brutos de petróleo ou minerais betuminosos.

Na Indústria de Transformação, os destaques foram os óleos combustíveis de petróleo, com crescimento de 81,2%; válvulas, tubos, diodos e transistores, com alta de 92%; e veículos automóveis de passageiros, cujas importações cresceram 146%.

Quais produtos tiveram queda nas importações?

Alguns grupos de produtos apresentaram redução nas compras brasileiras. Na Agropecuária, as importações de cevada não moída caíram 36,4%, enquanto centeio, aveia e outros cereais não moídos recuaram 54,3%. As compras de trigo e centeio não moídos tiveram queda de 10,9%.

Na Indústria Extrativa, houve redução de 59,9% nas importações de gás natural, de 22,7% nos fertilizantes brutos e de 7,5% no carvão não aglomerado.

Na Indústria de Transformação, as principais retrações ocorreram nas compras de plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes, com queda de 98,2%; motores e máquinas não elétricos e suas partes, com redução de 76,3%; e adubos ou fertilizantes químicos, que recuaram 16,9%.

Acumulado do ano mostra saldo positivo

Considerando o período de janeiro até a segunda semana de setembro de 2026, as exportações brasileiras somaram US$ 265,10 bilhões, crescimento de 11,1% em relação ao mesmo período de 2025.

As importações alcançaram US$ 206,43 bilhões, alta de 5,4%.

O resultado é um superávit comercial acumulado de US$ 58,67 bilhões, crescimento de 36,9% sobre o registrado no período correspondente do ano anterior.

No mesmo intervalo, a corrente de comércio chegou a US$ 471,53 bilhões, avanço de 8,5%.

Os números mostram um cenário de expansão do comércio exterior brasileiro em 2026, com as exportações crescendo em ritmo superior ao das importações e contribuindo para a ampliação do saldo positivo da balança comercial.

Fonte: MDIC

Texto: Redação

Imagem: Arquivo ReConecta News

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Comércio

Corrente de comércio do Brasil cresce 10,8% em abril e bate recorde nas exportações

A corrente de comércio brasileira registrou crescimento de 10,8% em abril de 2026 na comparação com o mesmo período do ano passado, impulsionada pelo avanço das exportações brasileiras, que alcançaram o maior valor da série histórica para o mês.

Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, mostram que as exportações somaram US$ 34,1 bilhões em abril, enquanto as importações chegaram a US$ 23,6 bilhões. O saldo positivo da balança comercial foi de US$ 10,5 bilhões.

Com isso, a corrente de comércio totalizou US$ 57,8 bilhões no período.

Exportações avançam mais de 14% em abril

Na comparação entre abril de 2026 e abril de 2025, as exportações cresceram 14,3%, passando de US$ 29,8 bilhões para US$ 34,1 bilhões.

Já as importações apresentaram alta de 6,2% no mesmo intervalo, saindo de US$ 22,2 bilhões para US$ 23,6 bilhões.

O desempenho reforça o crescimento do comércio exterior brasileiro em 2026, especialmente diante do aumento da demanda por produtos ligados ao agronegócio, indústria extrativa e indústria de transformação.

Comércio exterior acumula mais de US$ 208 bilhões no ano

No acumulado entre janeiro e abril de 2026, as exportações brasileiras atingiram US$ 116,6 bilhões, avanço de 9,2% em relação ao mesmo período de 2025.

As importações somaram US$ 91,7 bilhões no quadrimestre, alta de 2,5%.

Com isso, o saldo da balança comercial chegou a US$ 24,8 bilhões, enquanto a corrente de comércio acumulada alcançou US$ 208,3 bilhões, crescimento de 6,1% na comparação anual.

Agropecuária e indústria puxam alta das exportações

Entre os setores exportadores, a agropecuária teve crescimento de US$ 1,28 bilhão em abril, avanço de 16,1% frente ao mesmo mês do ano anterior.

A indústria extrativa também apresentou forte desempenho, com aumento de US$ 1,26 bilhão, equivalente a 17,9%.

Já os produtos da indústria de transformação registraram expansão de US$ 1,71 bilhão, alta de 11,6%.

No acumulado de 2026, o destaque ficou para a indústria extrativa, que cresceu 22,2%, somando avanço de US$ 5,32 bilhões.

Importações crescem na indústria de transformação

No lado das importações, o principal avanço ocorreu nos produtos da indústria de transformação, que tiveram crescimento de US$ 1,51 bilhão em abril, alta de 7,4%.

A indústria extrativa apresentou leve aumento de 0,4%, enquanto a agropecuária registrou queda de 25,8% nas importações do mês.

No acumulado do ano, as compras externas da indústria de transformação cresceram 3,6%, enquanto agropecuária e indústria extrativa apresentaram retração.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Feed&Food

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Comércio Exterior

Balança comercial do Brasil movimenta US$ 12 bilhões na terceira semana de abril

A corrente de comércio exterior do Brasil alcançou US$ 12 bilhões na terceira semana de abril de 2026, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC). O resultado reflete o desempenho positivo das exportações e mantém o saldo da balança comercial em patamar elevado no período.

Superávit semanal e desempenho das operações

No recorte da semana, o país registrou superávit comercial de US$ 878 milhões. O resultado foi obtido com exportações de US$ 6,4 bilhões e importações de US$ 5,6 bilhões.

Esse desempenho reforça a tendência de equilíbrio positivo na corrente de comércio brasileira, mesmo diante de variações no cenário internacional.

Resultado acumulado do mês segue positivo

No acumulado de abril, até a terceira semana, as exportações somaram US$ 21,2 bilhões, enquanto as importações chegaram a US$ 13,7 bilhões. Com isso, o saldo positivo atingiu US$ 7,5 bilhões, e a corrente de comércio totalizou US$ 34,9 bilhões.

Crescimento no acumulado do ano

No acumulado de 2026, o Brasil registra exportações de US$ 103,6 bilhões e importações de US$ 81,86 bilhões. O resultado mantém o superávit em US$ 21,7 bilhões e eleva a corrente de comércio para US$ 185,4 bilhões.

Exportações crescem acima das importações

A análise comparativa entre abril de 2026 e o mesmo período de 2025 mostra desempenho mais forte nas exportações. A média diária exportada subiu 18,5%, passando de US$ 1,494 bilhão para US$ 1,770 bilhão.

Já as importações tiveram crescimento mais moderado, de 2,7%, com média diária passando de US$ 1,111 bilhão para US$ 1,141 bilhão.

Com isso, a média diária da corrente de comércio chegou a US$ 2,91 bilhões, um avanço de 11,7% na comparação anual.

Setores exportadores impulsionam crescimento

O desempenho das exportações foi sustentado por três principais setores:

  • Agropecuária, com alta de US$ 63,95 milhões (+16,1%);
  • Indústria Extrativa, com crescimento de US$ 105,12 milhões (+29,9%);
  • Indústria de Transformação, com aumento de US$ 106,11 milhões (+14,4%).

O avanço da indústria extrativa foi o mais expressivo proporcionalmente no período.

Importações têm comportamento misto por setor

Do lado das importações, os resultados foram variados:

  • Indústria Extrativa cresceu US$ 11,88 milhões (+21,8%);
  • Indústria de Transformação avançou US$ 30,47 milhões (+3,0%);
  • Agropecuária recuou US$ 9,06 milhões (-32%).

A queda no setor agropecuário indica menor dependência de produtos importados nesse segmento no período analisado.

Comércio exterior mantém ritmo de expansão

Os números reforçam o avanço da corrente de comércio brasileira, sustentada principalmente pelo crescimento das exportações. O desempenho indica fortalecimento das trocas internacionais do país, com destaque para setores ligados a commodities e indústria.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Freepik

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Comércio

Balança comercial acumula US$ 72,6 bilhões na corrente de comércio até fevereiro

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 5,136 bilhões entre janeiro e a segunda semana de fevereiro de 2026. No mesmo período, a corrente de comércio — soma de exportações e importações — alcançou US$ 72,625 bilhões.

O resultado é fruto de US$ 38,88 bilhões em exportações e US$ 33,744 bilhões em importações, segundo dados preliminares divulgados nesta quinta-feira (19) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Desempenho na segunda semana de fevereiro

Considerando apenas a segunda semana de fevereiro, o país contabilizou superávit de US$ 1,501 bilhão. A corrente de comércio no período somou US$ 12,403 bilhões, com US$ 6,952 bilhões em exportações e US$ 5,451 bilhões em importações.

No acumulado do mês até a segunda semana, as vendas externas totalizam US$ 13,727 bilhões, enquanto as compras internacionais chegam a US$ 12,934 bilhões. O saldo positivo em fevereiro é de US$ 793 milhões, com corrente de comércio de US$ 26,661 bilhões.

Crescimento nas médias diárias

Na comparação entre as médias diárias até a segunda semana de fevereiro de 2026 e o mesmo mês de 2025, as exportações cresceram 20,7%, passando de US$ 1,1 bilhão para US$ 1,3 bilhão.

As importações também avançaram no período comparativo, com alta de 11,4%. A média diária saiu de US$ 1,16 bilhão em fevereiro de 2025 para US$ 1,29 bilhão em fevereiro deste ano.

Exportações por setor

O desempenho setorial das exportações mostra avanço consistente frente a fevereiro do ano anterior:

  • Indústria Extrativa: crescimento de US$ 121,93 milhões na média diária, alta de 57,2%;
  • Indústria de Transformação: aumento de US$ 107,5 milhões, avanço de 15,9%;
  • Agropecuária: elevação de US$ 3,41 milhões, crescimento de 1,4%.

Os dados reforçam a expansão das vendas externas, especialmente nos segmentos ligados à produção mineral e industrial.

Importações por setor

No campo das importações, o comportamento foi misto no acumulado até a segunda semana de fevereiro:

  • Indústria Extrativa: crescimento de US$ 9,49 milhões na média diária, alta de 20,0%;
  • Indústria de Transformação: aumento de US$ 127,78 milhões, avanço de 11,8%;
  • Agropecuária: retração de US$ 3,56 milhões, queda de 13,4%.

O cenário indica maior dinamismo nas compras de produtos industriais, enquanto o setor agropecuário registrou redução nas aquisições externas.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MDIC

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Comércio

Exportações do setor agropecuário avançam 2,1% em janeiro de 2026

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,34 bilhões em janeiro de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (5/2) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC). No período, as exportações somaram US$ 25,2 bilhões, enquanto as importações ficaram em US$ 20,81 bilhões.

Comparado a janeiro de 2025, o total das exportações apresentou ligeira queda de 1%, enquanto as importações recuaram 9,8%, refletindo uma redução de 5,1% na corrente de comércio, que alcançou US$ 45,96 bilhões.

Desempenho por setor nas exportações

No comparativo anual, o setor agropecuário foi destaque, com crescimento de 2,1%, equivalente a um acréscimo de US$ 0,08 bilhão. Já a indústria extrativa sofreu queda de 3,4% (US$ 0,25 bilhão) e os produtos da indústria de transformação registraram leve recuo de 0,5% (US$ 0,07 bilhão).

Setores com queda nas importações

As importações de janeiro de 2026 também apresentaram recuos em todos os setores analisados. O setor agropecuário teve retração de 28,7% (US$ 0,18 bilhão), enquanto a indústria extrativa caiu 30,2% (US$ 0,33 bilhão) e a indústria de transformação recuou 8,2% (US$ 1,74 bilhão).

O desempenho indica ajustes na comércio exterior do Brasil, com destaque para a consolidação das exportações agropecuárias, que continuam sendo um pilar estratégico para a economia do país.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Tv Prefeito

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Comércio Exterior, Economia

Superávit da balança comercial atinge US$ 1,5 bilhão na 2ª semana de outubro.

Balança comercial brasileira mantém saldo positivo impulsionado por exportações

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,5 bilhão na segunda semana de outubro de 2025, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A corrente de comércio no período somou US$ 12,3 bilhões, com destaque para o desempenho das exportações.

Exportações superam importações e impulsionam saldo comercial

Entre os dias analisados, as exportações atingiram US$ 6,9 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 5,4 bilhões. No acumulado de outubro até a segunda semana, as vendas externas somam US$ 11,6 bilhões e as compras do exterior, US$ 9,1 bilhões. O resultado é um superávit de US$ 2,5 bilhões e corrente de comércio de US$ 20,6 bilhões.

No acumulado do ano, o país já exportou US$ 269,3 bilhões e importou US$ 221,4 bilhões, gerando um saldo positivo de US$ 48 bilhões. A corrente de comércio anual já alcança US$ 490,8 bilhões.

Exportações crescem 8,6% em outubro

Na comparação entre as médias diárias de exportações da segunda semana de outubro de 2025 (US$ 1,4 bilhão) e do mesmo período de 2024 (US$ 1,3 bilhão), houve um crescimento de 8,6%.

Já as importações apresentaram uma leve retração de 1%, passando de US$ 1,145 bilhão em outubro de 2024 para US$ 1,134 bilhão em 2025. Com isso, a corrente de comércio diária chegou a US$ 2,581 bilhões, enquanto o superávit médio diário foi de US$ 312,35 milhões, um avanço de 4,2% na comparação anual.

Desempenho por setor: agropecuária lidera alta nas exportações

Na análise por setores, o destaque ficou com a agropecuária, que registrou crescimento de 15% nas exportações, com média diária US$ 38,4 milhões superior à de 2024. A indústria extrativa teve avanço de 17,4% (US$ 50,07 milhões), enquanto a indústria de transformação cresceu 3,7% (US$ 29,1 milhões).

Nas importações, o setor de indústria de transformação teve alta de 1% (US$ 10,38 milhões). Em contrapartida, a agropecuária caiu 4,8% (US$ 1,02 milhão) e a indústria extrativa teve queda expressiva de 30,5% (US$ 21,35 milhões).

FONTE: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

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