Comércio Exterior

Comércio exterior da China cresce 19,2% em julho e exportações de alta tecnologia avançam

O comércio exterior da China registrou forte expansão em julho, com crescimento de 19,2% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo dados da Administração Geral das Alfândegas da China.

O valor combinado das importações e exportações chinesas chegou a 4,66 trilhões de yuans no mês, equivalente a aproximadamente US$ 686,26 bilhões. Com o resultado, o comércio externo de bens permaneceu acima da marca de 4 trilhões de yuans pelo quinto mês consecutivo.

Exportações e importações aceleram

As exportações da China avançaram 17,8% em julho em relação ao mesmo período do ano anterior.

As importações apresentaram crescimento ainda mais expressivo, de 21,2%, indicando uma expansão simultânea dos fluxos de entrada e saída de mercadorias.

O desempenho reforça a força do comércio exterior chinês em um momento de crescente demanda por produtos industriais e tecnológicos.

Comércio exterior supera 30 trilhões de yuans

No acumulado dos primeiros sete meses do ano, o comércio de bens da China movimentou 30,13 trilhões de yuans.

O montante representa aumento de 17,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, mantendo a trajetória de expansão das atividades comerciais do país.

Os números incluem tanto as vendas externas quanto as compras realizadas pela China no mercado internacional.

Produtos de alta tecnologia ganham destaque

Um dos principais destaques do resultado de julho foi o avanço das exportações de produtos de alta tecnologia.

As vendas externas de itens como robôs industriais e impressoras 3D cresceram mais de 50% na comparação anual.

O ritmo foi superior ao registrado no primeiro semestre, quando as exportações desses produtos haviam avançado 39%.

O desempenho evidencia a crescente participação de tecnologias avançadas e produtos industriais de maior valor agregado na pauta de exportações chinesas.

FONTE: Portal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Xinhua

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Notícias

Anatel faz primeira operação contra impressoras 3D ilegais e lacra mais de R$ 1 milhão em produtos

De acordo com a agência reguladora, todos os produtos que utilizam sinais sem fio — como WI-FI, Bluetooth ou rádio — precisam ser homologados pela antes de serem comercializados.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) lacrou (tirou produtos de circulação até que sejam regularizados) impressoras 3D com placas sem fio e outros produtos irregulares de telecomunicações, como mouses, fones de ouvido e toca-discos, avaliados em R$1,06 milhão, em itajaí (SC). Essa foi a primeira operação da agência que mirou a venda de impressoras 3D não homologadas.

A comercialização de produtos irregulares apresenta riscos diversos, como de segurança cibernética, elétrica e de radiofrequência, explica Juliano Romão, gerente da Anatel em Santa Catarina.

“Os equipamentos homologados pela agência passam por testes de resistência térmica, elétrica, mecânica, então são várias simulações que permitem dizer que o equipamento que passou pela certificação da agencia tem uma segurança para o uso do consumidor de modo geral”, diz Romão.

Ele acrescenta que a Anatel também faz testes para verificar se o produto apresenta vulnerabilidade a ataques de pessoas má intencionadas. Outro tipo de teste mira a segurança elétrica dos produtos. Já houve casos graves, no passado, de equipamentos que causaram danos que levaram à óbito, como foi o episódio com um carregador.

De acordo com a agência reguladora, todos os produtos que utilizam sinais sem fio — como WI-FI, Bluetooth ou rádio — precisam ser homologados pela antes de serem comercializados.

A Anatel recomenda, ainda, que caso o consumidor tenha adquirido um produto de telecomunicações irregular, deve entrar em contato com o vendedor ou a loja para solicitar a devolução do valor pago ou a troca por um produto homologado. Além disso, é possível registrar uma denúncia junto à Anatel pelo portal da Agência, pelo aplicativo “Anatel Consumidor” ou pelo telefone 1331.

Fonte: G1

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