Exportação

Exportações brasileiras de carne suína batem recorde em 2026, apesar de queda em setembro

As exportações brasileiras de carne suína atingiram um volume recorde no acumulado de janeiro a setembro de 2026, mesmo com a redução dos embarques na comparação anual. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que o Brasil exportou 1,179 milhão de toneladas nos nove primeiros meses do ano, alta de 6,3% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 1,109 milhão de toneladas.

O resultado representa o maior volume já registrado para o período e reforça o desempenho do setor de suinocultura brasileiro no mercado internacional.

Embarques de carne suína recuam na comparação anual

Em setembro, o Brasil exportou 133,5 mil toneladas de carne suína. O volume ficou 3% acima do registrado em agosto, mas apresentou queda de 11,1% frente a setembro de 2025.

Naquele mês, os embarques haviam alcançado o maior patamar da série histórica da Secex, iniciada em 1997, marca superada apenas em março de 2026, quando o país enviou 152,2 mil toneladas ao exterior.

A receita com as vendas internacionais somou US$ 287,3 milhões em setembro. O valor permaneceu praticamente estável em relação a agosto, com leve recuo de 0,2%, mas ficou 21,6% abaixo do registrado no mesmo mês do ano anterior.

O preço médio de exportação também apresentou retração. A tonelada de carne suína foi comercializada, em média, por US$ 2.152, queda de 3,1% na comparação mensal.

Filipinas lideram as compras de carne suína brasileira

As Filipinas permaneceram como principal destino da carne suína do Brasil em setembro. O país asiático importou 25,7 mil toneladas, volume 10,2% superior ao de agosto.

Apesar do avanço mensal, a participação filipina no total exportado pelo Brasil caiu para 19,2%, ante 32,7% em setembro de 2025.

O Japão manteve a segunda posição entre os compradores, com 15,9 mil toneladas. O resultado representou uma redução de 3,3% em relação ao mês anterior.

Já o Chile registrou o crescimento mais expressivo entre os principais destinos destacados, com aumento de 79,5% nas compras frente a agosto. Os embarques para o mercado chileno chegaram a 14,4 mil toneladas, levando o país a superar a China no ranking.

A China, por sua vez, passou para a quarta colocação, com importações de 11,4 mil toneladas, queda de 24,7% na comparação mensal.

Terceiro trimestre registra um dos maiores volumes da história

Entre julho e setembro, as exportações brasileiras de carne suína totalizaram 393,1 mil toneladas. O desempenho foi o terceiro maior já registrado para um trimestre.

O volume ficou abaixo apenas dos embarques do segundo trimestre de 2026, que somaram 397,4 mil toneladas, e do terceiro trimestre de 2025, quando o país exportou 395,6 mil toneladas.

Os números indicam que, apesar da desaceleração observada em setembro, o comércio exterior de carne suína brasileira segue em patamar elevado.

Exportações acumuladas mantêm trajetória de crescimento

O recorde registrado entre janeiro e setembro demonstra a expansão dos embarques brasileiros no mercado internacional, mesmo diante de oscilações mensais nos volumes, na receita e nos preços médios.

A evolução das compras por países como Filipinas, Japão e Chile também evidencia mudanças na distribuição dos destinos da produção nacional.

Com 1,179 milhão de toneladas exportadas nos nove primeiros meses de 2026, o Brasil mantém o melhor resultado histórico para o período, segundo os dados da Secex.

FONTE: Cepea – Boletim do Suíno
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Cepea

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Exportação

Exportações de carne suína do Brasil crescem 6,2% e somam 1,19 milhão de toneladas em 2026

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 1,192 milhão de toneladas entre janeiro e setembro de 2026, alta de 6,2% em comparação com o mesmo período de 2025, quando os embarques alcançaram 1,122 milhão de toneladas. Os dados, que abrangem produtos in natura e processados, foram divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A receita obtida com as vendas externas também apresentou crescimento no acumulado do ano. Entre janeiro e setembro, o setor movimentou US$ 2,737 bilhões, avanço de 1,3% frente aos US$ 2,703 bilhões registrados nos nove primeiros meses do ano passado.

Apesar do desempenho positivo no acumulado, setembro apresentou retração tanto no volume exportado quanto no faturamento.

Exportações de carne suína recuam em setembro

No nono mês de 2026, o Brasil embarcou 135 mil toneladas de carne suína para o mercado internacional, uma redução de 11% em relação às 151,6 mil toneladas exportadas em setembro de 2025.

A receita mensal somou US$ 289,3 milhões, queda de 21,5% na comparação com os US$ 368,4 milhões registrados no mesmo mês do ano anterior.

O resultado reflete um cenário de pressão sobre os preços médios internacionais, embora o volume acumulado nos primeiros nove meses continue acima do registrado em 2025.

Filipinas lideram compras, enquanto Japão e Chile ampliam importações

As Filipinas permaneceram como o principal destino da carne suína brasileira em setembro, com a compra de 25,691 mil toneladas. Apesar da liderança, o volume representou uma queda de 47,7% em relação às 49,078 mil toneladas importadas no mesmo mês de 2025.

O Japão e o Chile se destacaram pelo crescimento das aquisições. Confira os resultados dos cinco principais destinos no período:

  • Filipinas: 25,691 mil toneladas, queda de 47,7%.
  • Japão: 15,916 mil toneladas, alta de 38,9%.
  • Chile: 14,431 mil toneladas, crescimento de 72%.
  • China: 11,418 mil toneladas, recuo de 16,4%.
  • Vietnã: 7,392 mil toneladas, redução de 23,2%.

Os números mostram movimentos distintos entre os mercados compradores, com expansão das vendas para Japão e Chile e diminuição dos embarques destinados às Filipinas, à China e ao Vietnã.

Argentina, República Dominicana e Peru registram alta nas compras

Outros mercados também contribuíram para diversificar os destinos da exportação de carne suína do Brasil em setembro.

A Argentina importou 7,312 mil toneladas, avanço de 73,8% na comparação anual. Na República Dominicana, os embarques cresceram 53,6%, alcançando 2,129 mil toneladas.

O Peru apresentou uma das maiores variações percentuais do mês, com alta de 104,6% e volume de 1,054 mil toneladas. Já a África do Sul recebeu 822 toneladas, crescimento de 99,4%.

Outro destaque foi a Malásia, mercado recentemente aberto ao produto brasileiro, que importou 1,918 mil toneladas em setembro.

ABPA destaca diversificação de mercados e competitividade

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a redução dos embarques em setembro deve ser analisada considerando a base elevada de comparação e a pressão sobre os preços internacionais.

Segundo ele, o desempenho acumulado continua positivo, com médias mensais superiores a 130 mil toneladas e crescimento de mais de 6% no volume exportado.

Santin também ressaltou o avanço das vendas para países como Japão, Chile e Argentina, além do início dos embarques para a Malásia. Na avaliação do dirigente, esses resultados demonstram a capacidade de diversificação dos mercados compradores e a competitividade da proteína suína brasileira no comércio internacional.

Santa Catarina mantém liderança nas exportações de carne suína

Entre os estados exportadores, Santa Catarina permaneceu na primeira posição em setembro de 2026, com 64,479 mil toneladas embarcadas. O volume, porém, foi 11,4% inferior às 72,784 mil toneladas registradas no mesmo mês do ano anterior.

O Rio Grande do Sul ocupou a segunda colocação, com 33,779 mil toneladas, queda de 5,5%. O Paraná ficou em terceiro lugar, com 22,737 mil toneladas, recuo de 10,1%.

Confira o desempenho dos cinco principais estados exportadores:

  • Santa Catarina: 64,479 mil toneladas, queda de 11,4%.
  • Rio Grande do Sul: 33,779 mil toneladas, redução de 5,5%.
  • Paraná: 22,737 mil toneladas, recuo de 10,1%.
  • Mato Grosso: 3,762 mil toneladas, queda de 3,7%.
  • Minas Gerais: 3,477 mil toneladas, alta de 19,4%.

Minas Gerais foi o único estado entre os cinco maiores exportadores a registrar crescimento na comparação anual. Os embarques mineiros avançaram de 2,912 mil toneladas, em setembro de 2025, para 3,477 mil toneladas no mesmo mês de 2026.

Mesmo com a retração mensal observada em diferentes estados e mercados, o saldo de janeiro a setembro permanece positivo para o setor, reforçando a presença da carne suína brasileira no mercado global.

FONTE: ABPA
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/ABPA

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Comércio Exterior

Brasil e China ampliam exportação de miúdos suínos com novo protocolo sanitário

Brasil e China ampliaram o acordo sanitário que regulamenta a exportação de miúdos suínos brasileiros para o mercado chinês. A revisão do protocolo bilateral foi assinada no sábado (26/9) pelo ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, e pelo embaixador da China no Brasil, Zhu Qingqiao.

A medida aumenta a lista de produtos suínos autorizados para exportação e abre novas possibilidades comerciais para frigoríficos e demais estabelecimentos brasileiros habilitados. A expectativa é diversificar a pauta de vendas externas e ampliar o aproveitamento econômico da produção.

Novo protocolo define regras para exportação

As negociações entre os dois países estabeleceram requisitos sanitários, regras de certificação e condições que deverão ser cumpridas pelos estabelecimentos interessados em vender os produtos à China.

Com a revisão do protocolo, as empresas habilitadas terão de seguir os critérios definidos pelas autoridades sanitárias brasileiras e chinesas para realizar os embarques.

Para o ministro André de Paula, a ampliação do acesso representa um avanço para a suinocultura brasileira, com potencial para gerar novas oportunidades de mercado, renda e empregos no campo e na indústria.

A China é considerada o maior produtor e consumidor mundial de carne suína. Para o país asiático, segundo o ministro, a ampliação das importações também representa uma alternativa de abastecimento respaldada pelo sistema sanitário brasileiro.

Mercado chinês pode receber mais de 100 mil toneladas por ano

Estimativas da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) indicam que mais de 100 mil toneladas de miúdos suínos brasileiros poderão ser destinadas anualmente à China a partir da ampliação do acesso.

A expectativa é que o direcionamento desses produtos para um mercado de maior valor agregado gere mais de US$ 100 milhões adicionais em receitas para a cadeia produtiva.

A medida permite que produtos que possuem menor valor comercial em determinados mercados encontrem novas oportunidades de venda no exterior.

Acordo foi anunciado após auditoria chinesa

A assinatura do protocolo ocorreu no encerramento de uma auditoria sanitária chinesa em frigoríficos brasileiros, iniciada em 20 de setembro.

Durante a missão, técnicos chineses visitaram fazendas, unidades de produção e abatedouros, além de laboratórios oficiais em seis estados brasileiros. A avaliação envolveu estabelecimentos relacionados às cadeias de carnes bovina, suína e de aves.

O embaixador Zhu Qingqiao destacou que o novo acordo cria oportunidades adicionais para as exportações brasileiras e classificou a medida como resultado da cooperação entre os dois países na área agropecuária.

Segundo o diplomata, o agronegócio ocupa posição estratégica na relação bilateral e ainda apresenta potencial para o desenvolvimento de novas parcerias.

A secretária de Ásia e Oceania do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Susan Kleebank, afirmou que a atualização do protocolo demonstra a dinâmica de cooperação entre Brasil e China.

Quais produtos suínos poderão ser exportados?

A autorização contempla uma lista ampliada de miúdos e coprodutos suínos. Entre os produtos previstos estão:

  • Músculo suíno congelado, desossado ou com osso, incluindo gordura;
  • Miúdos e coprodutos comestíveis congelados;
  • Banha suína não refinada, composta exclusivamente por gordura corporal;
  • Língua, máscara, focinho, orelhas e cauda suínas;
  • Pés suínos inteiros;
  • Pele e cartilagem suínas;
  • Estômagos, fígado, coração, rins e diafragma;
  • Ossos suínos.

A relação também estabelece restrições específicas para determinados produtos. A cartilagem, por exemplo, não inclui aquela proveniente da garganta, glote ou vísceras. No caso da banha, não está incluída gordura originária das vísceras.

Febre aftosa influenciou ampliação do acesso

Até então, a China autorizava a entrada de determinados miúdos, entre eles pés, orelhas, rabo, língua, focinho e máscara suína. A autorização estava relacionada ao reconhecimento sanitário concedido pelas autoridades chinesas.

Em maio de 2025, o Brasil recebeu da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) o reconhecimento como país livre de febre aftosa sem vacinação.

A evolução do status sanitário brasileiro contribuiu para ampliar as possibilidades de acesso aos mercados internacionais e para agregar valor a produtos da cadeia de proteína animal.

China é mercado estratégico para a suinocultura

A China está entre os principais mercados consumidores e importadores de produtos suínos no mundo. As importações chinesas de miúdos suínos movimentam aproximadamente US$ 2,5 bilhões.

Com o novo protocolo, mais produtos brasileiros poderão disputar espaço nesse mercado, aumentando as alternativas comerciais para os estabelecimentos habilitados e contribuindo para a diversificação das exportações do agronegócio brasileiro.

Além do impacto econômico, a ampliação do acesso considera características do mercado chinês. Os miúdos fazem parte da culinária local e são consumidos tanto em restaurantes quanto nas residências.

Nesse cenário, o novo acordo aproxima a oferta da suinocultura brasileira da demanda do mercado chinês e amplia as possibilidades de comercialização de diferentes partes do animal.

FONTE: Ministério da Agricultura e Pecuária
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Ministério da Agricultura e Pecuária

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Exportação

Exportação de carne suína do Brasil cresce 10% no primeiro semestre de 2026

As exportações de carne suína brasileiras mantiveram ritmo positivo ao longo do primeiro semestre de 2026. Entre janeiro e junho, o país embarcou 794,2 mil toneladas do produto, volume 10% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram exportadas 722 mil toneladas, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Além do aumento no volume embarcado, o setor também registrou crescimento nas receitas obtidas com as vendas ao mercado externo.

Receita com exportações supera US$ 1,8 bilhão

No acumulado dos seis primeiros meses do ano, a receita gerada pelas exportações brasileiras de carne suína alcançou US$ 1,859 bilhão, resultado 7,9% maior que os US$ 1,723 bilhão registrados no primeiro semestre do ano passado.

Apesar do desempenho positivo no acumulado, o mês de junho apresentou retração. Os embarques somaram 132,4 mil toneladas, uma redução de 3,5% em relação ao mesmo mês de 2025.

A receita também recuou no período, totalizando US$ 312,8 milhões, queda de 8,4% frente aos US$ 341,7 milhões registrados em junho do ano anterior.

Filipinas lideram entre os principais compradores

As Filipinas permaneceram como o principal destino da carne suína brasileira em junho, com importações de 23,5 mil toneladas.

Na sequência aparecem o Japão, com 17,2 mil toneladas, o Chile, com 11,7 mil toneladas, a China, com 11,4 mil toneladas, e Hong Kong, que adquiriu 8 mil toneladas do produto.

Entre os demais mercados de destaque estão o México (6,9 mil toneladas), Singapura (5,9 mil toneladas), Argentina (5,9 mil toneladas), Vietnã (5,8 mil toneladas) e Uruguai (4,7 mil toneladas).

Santa Catarina segue na liderança das exportações

No ranking dos estados exportadores, Santa Catarina manteve a liderança nacional em junho, com 65,2 mil toneladas embarcadas para o mercado internacional.

O Rio Grande do Sul aparece na segunda posição, com 31,4 mil toneladas exportadas, seguido pelo Paraná, com 20,7 mil toneladas.

Também figuram entre os principais estados exportadores Minas Gerais, com 4,1 mil toneladas, e Mato Grosso, que embarcou 4 mil toneladas no período.

O desempenho reforça a competitividade da suinocultura brasileira no mercado internacional, sustentada pela diversificação de destinos e pela demanda crescente de importantes mercados consumidores.

FONTE: Boca Notícias
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Exportação

Exportação de carne suína: Brasil ultrapassa o Canadá e vira o 3º maior exportador do mundo

O Brasil alcançou um novo patamar na exportação de carne suína e passou a ocupar a terceira posição no ranking mundial do setor. Dados divulgados nesta quarta-feira (7) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que o país embarcou 1,510 milhão de toneladas em 2025, volume recorde que representa crescimento de 11,6% em relação ao ano anterior.

Com esse desempenho, a suinocultura brasileira superou o Canadá e, pela primeira vez, conquistou o posto de terceiro maior exportador global da proteína.

Dezembro impulsiona recorde anual de embarques

O resultado expressivo foi puxado principalmente pelo desempenho do último mês do ano. Em dezembro, as exportações de carne suína brasileira avançaram 25,8%, com embarques de 137,8 mil toneladas, consolidando o ritmo acelerado do setor em 2025.

A receita acompanhou o crescimento do volume exportado. No acumulado do ano, o faturamento somou US$ 3,619 bilhões, alta de 19,3%, indicando não apenas maior quantidade vendida, mas também melhor remuneração no mercado internacional.

Preço médio sobe e reflete valorização do produto brasileiro

A diferença entre o crescimento da receita e o aumento do volume exportado evidencia uma valorização do preço médio da tonelada de carne suína. Enquanto os embarques cresceram 11,6%, o faturamento avançou quase o dobro desse percentual.

Segundo a ABPA, esse movimento está diretamente ligado à credibilidade sanitária do Brasil, que se manteve fora das grandes crises de Peste Suína Africana (PSA) registradas em países da Europa e da Ásia. O cenário reforçou a imagem do país como fornecedor confiável, com regularidade e segurança alimentar.

Filipinas assumem liderança entre os destinos

Um dos pontos mais relevantes do balanço de 2025 foi a mudança no perfil dos principais compradores. As Filipinas passaram a ser o maior destino da carne suína brasileira, com importações de 392,9 mil toneladas, crescimento expressivo de 54,5%.

Com isso, o país asiático superou a China, que reduziu suas compras em 33,9%, totalizando 159,2 mil toneladas no período.

Diversificação de mercados fortalece o setor

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o novo cenário confirma o sucesso da estratégia de diversificação de mercados. Segundo ele, o Brasil reduziu a dependência do mercado chinês e ampliou presença em destinos considerados estratégicos.

Entre os destaques estão o Japão, com aumento de 22,4% nas importações, e o Chile, que registrou crescimento de 4,9%. A ampliação do leque de compradores contribui para maior estabilidade e previsibilidade ao setor exportador.

FONTE: Agrimídia
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Agrimídia

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