Portos

Porto e indústria discutem novos investimentos e competitividade em Santos

A integração entre porto e indústria estará no centro das discussões do Summit Porto-Indústria 2026, que acontece na próxima terça-feira (1º), no auditório do Grupo Tribuna, em Santos. O evento pretende reunir representantes dos setores para discutir os principais desafios logísticos e caminhos para ampliar investimentos e fortalecer a economia brasileira.

A programação terá como foco a relação entre infraestrutura portuária, indústria e desenvolvimento econômico, além dos obstáculos que ainda limitam a competitividade do país.

Portos-indústria podem ampliar desenvolvimento econômico

O primeiro painel está marcado para as 14h20 e terá como tema “Portos-Indústria e as Lições Globais de Desenvolvimento”. Entre os participantes estará Alexandre Billot, gerente-geral da Portocel, empresa que mantém um terminal especializado na movimentação de celulose em Aracruz (ES) e também atua na operação logística do Terminal 32 (T32), no Porto de Santos.

Para Billot, discutir o conceito de porto-indústria significa ampliar a visão tradicional sobre essas estruturas. Embora os portos continuem exercendo papel fundamental no transporte, armazenamento e conexão de cargas, eles também podem funcionar como plataformas de integração produtiva, energética, tecnológica e territorial.

O executivo avalia que o Brasil reúne condições favoráveis para avançar nesse modelo, como forte vocação exportadora, disponibilidade de recursos naturais, cadeias produtivas consolidadas e localização estratégica. O desafio, segundo ele, é transformar a infraestrutura logística em instrumento de agregação de valor, desenvolvimento regional e adensamento industrial.

Integração entre infraestrutura e indústria é apontada como diferencial

Na avaliação de Billot, a experiência dos portos-indústria mostra três pontos fundamentais para aumentar a eficiência.

O primeiro está relacionado à proximidade entre porto, indústria, armazenagem, energia e serviços. A integração desses elementos pode reduzir prazos, perdas, riscos operacionais, capital imobilizado e custos de coordenação.

O segundo aprendizado envolve a necessidade de planejamento e segurança para os investimentos. Além de infraestrutura física, o modelo exige estabilidade regulatória, governança, licenciamento previsível e articulação entre os setores público e privado.

A terceira lição é que o porto-indústria moderno vai além da construção de grandes estruturas. O conceito envolve tecnologia, sustentabilidade, inteligência logística e uso eficiente do território, além de capacidade institucional para coordenar diferentes áreas.

Nesse contexto, a vantagem competitiva não depende apenas do tamanho de um porto, mas da capacidade de integrar toda a cadeia produtiva.

Neoindustrialização aumenta demanda por logística eficiente

O segundo painel será realizado às 16h20, com o tema “Gargalos Logísticos, Competitividade e a Neoindustrialização”. A discussão contará com Bruno Stupello, diretor de Operações de Terminais Portuários da Santos Brasil.

Para o executivo, o avanço da neoindustrialização está diretamente ligado à necessidade de uma logística mais eficiente e sofisticada. Uma infraestrutura capaz de reduzir custos e melhorar o acesso aos mercados pode aumentar a competitividade das empresas e, consequentemente, estimular novos investimentos.

Stupello ressalta que a infraestrutura também pode atuar como indutora do desenvolvimento econômico. Na decisão sobre onde instalar novos empreendimentos, as empresas avaliam fatores como a qualidade dos portos, ferrovias, rodovias e conexões com os mercados consumidores.

Brasil ainda tem espaço para ganhos logísticos

Na avaliação do diretor, não é possível construir uma indústria competitiva sem uma estrutura logística eficiente. O processo de neoindustrialização exige mais tecnologia, produtividade, investimentos e integração às cadeias globais, fatores que dependem de uma infraestrutura capaz de acompanhar essa evolução.

O Brasil apresentou avanços nos últimos anos, inclusive no setor portuário. Ainda assim, existe espaço significativo para melhorar a competitividade, principalmente com a execução mais rápida e previsível de projetos de infraestrutura.

A expectativa é que o debate em Santos contribua para aproximar setor portuário, indústria e investidores, fortalecendo estratégias capazes de transformar infraestrutura em um vetor de crescimento econômico e atração de novos negócios.

FONTE: A Tribuna
TEXTO: Redação
IMAGEM: Alexsander Ferraz/AT

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Portos

Porto de Itajaí reúne autoridades nacionais e debate segurança jurídica para o desenvolvimento do setor portuário brasileiro

Seminário de Direito Portuário reúne ministro, magistrados e especialistas em encontro inédito de aproximação entre a Justiça e a realidade operacional dos portos

O Porto de Itajaí sediou, nesta quinta-feira (6), a abertura do Seminário de Direito Portuário, que reúne autoridades do Governo Federal, magistrados, desembargadores, especialistas e representantes do setor para debater os desafios jurídicos e regulatórios da atividade portuária. A programação segue até sexta-feira (7), no Auditório da Superintendência do Porto de Itajaí, com painéis sobre segurança jurídica, infraestrutura, contratos, sustentabilidade, regulação e desenvolvimento econômico.

Na abertura, o ministro de Portos e Aeroportos (MPor), Tomé Monteiro da Franca, destacou a importância da integração entre Executivo, Judiciário, Legislativo e iniciativa privada para fortalecer a segurança jurídica e atrair investimentos.

“O Ministério de Portos e Aeroportos tem estabelecido uma conexão direta com o Legislativo, com o Poder Judiciário e com o setor produtivo, porque é unindo esses setores que podemos construir uma infraestrutura mais segura, tanto do ponto de vista operacional quanto da segurança jurídica. É importante que quem investe no Brasil e no Porto de Itajaí tenha regras claras e a garantia de que seu investimento é seguro”, afirmou.

O ministro ressaltou que a atuação coordenada entre as instituições fortalece o setor portuário. “Se cada um desses atores não cumprir bem o seu papel, com responsabilidade, tecnicidade, empenho e foco, teremos menos resultados do que a sociedade espera”, completou.

Ao comentar a retomada do Porto de Itajaí após a paralisação de 2022, Tomé destacou o crescimento da movimentação de cargas e os investimentos em andamento. “De 2025 para 2024, ampliamos em mais de 200% a movimentação, e já no primeiro trimestre de 2026 ampliamos mais 40%. Essa será, sem dúvida, a rota de crescimento do Porto de Itajaí”, disse. Entre os projetos estão a dragagem do canal de acesso, com investimentos superiores a R$ 60 milhões, o arrendamento definitivo da área ITJ01 e a concessão do canal de acesso.

Para o superintendente do Porto de Itajaí, Artur Antunes Pereira, o seminário aproxima o setor portuário do Poder Judiciário, permitindo que magistrados conheçam de perto a complexidade das operações.

“Essa relação que estabelecemos com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e com a Escola Nacional da Magistratura (ENM) vai muito além da atividade do Porto. Quando conseguimos colocar o juiz dentro desse ambiente, conhecendo a complexidade da operação, qualificamos também as decisões judiciais”, destacou.

Artur afirmou ainda que o Porto vive um momento de retomada, impulsionado pelo crescimento da movimentação e pelos investimentos previstos em infraestrutura, tecnologia, equipamentos e eficiência operacional, fundamentais para manter a competitividade do terminal.

Promovido pela Escola Nacional da Magistratura (ENM), Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Superintendência do Porto de Itajaí, com apoio da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC), da Portonave e da JBS Terminais, o seminário marca uma iniciativa inédita de aproximação entre a magistratura e uma Autoridade Portuária brasileira.

A mesa de abertura contou com a participação da coordenadora executiva da ENM, Marcela Carvalho Bocayuva; da vice-diretora-presidente da ENM, Paula Cunha e Silva, representando o diretor-presidente da instituição, desembargador Nelson Messias de Moraes; do desembargador José Agenor de Aragão, segundo vice-presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC); da presidente da AMC, Janiara Maldaner Corbetta; e do secretário nacional de Portos, Alex Sandro de Ávila.

Poder Judiciário

A programação também destacou a importância da formação continuada da magistratura diante da crescente complexidade das relações econômicas, regulatórias e logísticas do setor portuário.

Representando a ENM, Paula Cunha e Silva ressaltou que temas como concessões, contratos administrativos, arrendamentos, arbitragem, direito concorrencial, sustentabilidade, compliance e comércio internacional passaram a ser essenciais para uma jurisdição mais qualificada e conectada à realidade econômica do país.

O desembargador José Agenor de Aragão destacou a relevância da atividade portuária para Santa Catarina e afirmou que o encontro contribui para o aperfeiçoamento das instituições e para a construção de soluções jurídicas mais seguras e eficientes.

A presidente da AMC, Janiara Maldaner Corbetta, reforçou a importância do debate e destacou que Santa Catarina avança na discussão sobre a criação de uma vara especializada em Direito Portuário no TJSC, acompanhando a crescente complexidade das demandas do setor.

Durante a manhã, o diretor-geral de Operações do Porto de Itajaí, Rafael Vano Canela, mediou o painel “Regulação Portuária e Segurança Jurídica: desafios contemporâneos e perspectivas institucionais”, reunindo especialistas para discutir os desafios regulatórios e as perspectivas para o desenvolvimento do setor.

Também participam da programação o desembargador do TRT Celso Peel; a juíza Joana Ribeiro; o juiz Romano José Enzweiler; o professor e advogado Osvaldo Agripino de Castro Junior; a professora da USP Juliana Oliveira Domingues; a diretora de Relações Corporativas do Grupo Ambipar, Ketlin Feitosa de Albuquerque Lima Scartezini; o gerente jurídico e de compliance da Portonave, Fábio Moya Diez; o head jurídico da JBS Terminais, Jorge Dantas Jr.; e a desembargadora Fernanda Sell de Souto Goulart.

A programação segue nesta quinta-feira (6) com painéis sobre contratos, responsabilidade, sustentabilidade, órgãos reguladores e governança. Na sexta-feira (7), os participantes farão uma visita técnica à Autoridade Portuária, ao canal de acesso, a um operador portuário e ao terminal de contêineres, aproximando os debates da realidade operacional do Porto de Itajaí.

O encontro reforça o protagonismo do Porto de Itajaí como espaço estratégico para o diálogo institucional, a construção de soluções e o fortalecimento da segurança jurídica no setor portuário brasileiro.

FONTE: Assessoria Porto de Itajaí

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Logística

Hidrovia Paraná-Tietê fortalece integração regional e impulsiona a logística brasileira

Com aproximadamente 2.400 quilômetros de extensão navegável, a Hidrovia Paraná-Tietê desempenha papel estratégico no transporte de cargas e na integração econômica do país. Ligando importantes áreas produtoras do Centro-Oeste aos polos industriais do Sudeste e às conexões logísticas do Sul, a rota se consolidou como um dos principais corredores de desenvolvimento do Brasil.

Além de facilitar o deslocamento de mercadorias, a hidrovia contribui para a redução dos custos operacionais, amplia a competitividade dos produtos brasileiros e fortalece o comércio entre diferentes regiões e países vizinhos.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, a expansão da navegação interior está alinhada a uma visão de integração regional, eficiência logística e sustentabilidade como pilares do crescimento econômico.

Estrutura conecta três regiões estratégicas

Localizada entre as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a hidrovia é composta principalmente pelos trechos HN-900, no Rio Paraná, e HN-913, no Rio Tietê. Sua área de influência alcança cerca de 76 milhões de hectares, abrangendo uma das regiões mais produtivas do território nacional.

Ao longo desse corredor logístico estão distribuídos 12 terminais portuários, além de diversos centros industriais, turísticos e de distribuição que se desenvolveram graças ao potencial da navegação interior.

Escoamento da produção nacional ganha eficiência

A relevância da logística hidroviária está diretamente ligada ao transporte de produtos essenciais para a economia brasileira. Entre as principais cargas movimentadas estão soja, milho, cana-de-açúcar, combustíveis e minério de ferro.

A hidrovia atende especialmente áreas produtoras dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais, conectando essas regiões ao Porto de Santos e a outros mercados estratégicos. No sentido contrário, a estrutura facilita o abastecimento do interior do país e fortalece as relações comerciais com países do Mercosul.

Atualmente, o sistema atende 286 municípios localizados nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais, reforçando sua importância para a movimentação econômica nacional.

Sistema integrado amplia a capacidade de transporte

Dos 2.400 quilômetros navegáveis, cerca de 1.600 quilômetros estão distribuídos pelos rios Paraná, Paranaíba e Grande, sob gestão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Outros 800 quilômetros percorrem os rios Tietê, Piracicaba e São José dos Dourados, administrados pelo Governo de São Paulo.

Ao longo do trajeto, um conjunto de eclusas permite superar os desníveis provocados pelas barragens existentes na bacia hidrográfica. Essa infraestrutura garante a continuidade da navegação e favorece a integração com outros modais de transporte, fortalecendo o Corredor Sudeste de Logística, um dos mais importantes do país.

Investimentos ampliam navegabilidade da hidrovia

A modernização da Hidrovia Paraná-Tietê também tem recebido investimentos voltados ao aumento da capacidade operacional. Entre as principais intervenções está a obra de derrocamento do canal de Nova Avanhandava, no Rio Tietê, com conclusão prevista para agosto.

O projeto conta com investimento de R$ 293,8 milhões e prevê o aprofundamento do canal em 3,5 metros ao longo de 16 quilômetros. A medida permitirá maior segurança operacional e a circulação de comboios maiores durante todo o ano, inclusive em períodos de seca.

De acordo com Tomé Franca, a obra representa um avanço estrutural para a logística nacional, contribuindo para a redução de custos e para o fortalecimento da competitividade brasileira por meio de um transporte mais eficiente e sustentável.

Já o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Burlier, destaca que os benefícios ultrapassam o setor logístico. Segundo ele, melhorias na infraestrutura hidroviária também favorecem o abastecimento, ampliam a mobilidade e incentivam o desenvolvimento econômico em regiões que dependem dos rios como principal meio de acesso.

Papel estratégico para o crescimento econômico

Ao conectar áreas agrícolas, polos industriais, centros consumidores e estruturas portuárias, a Hidrovia Paraná-Tietê reafirma sua importância para o desenvolvimento do país. Mais do que uma rota de transporte, o corredor hidroviário se tornou um elemento fundamental para a integração regional, a expansão do comércio e o fortalecimento da economia brasileira nos mercados nacional e internacional.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MPor

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Comércio Exterior

Comércio exterior brasileiro avança mesmo diante de mudanças geopolíticas, afirma secretária do MDIC

A ampliação da presença do Brasil no mercado global e a busca por novos destinos comerciais foram temas centrais da participação da secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Prazeres, durante o painel “RELGOV 360º – O comércio exterior em ambiente de mudanças geopolíticas”. O debate ocorreu na última quinta-feira (28), em São Paulo, durante o IV Congresso Internacional do Instituto de Relações Governamentais (IRELGOV).

Segundo a secretária, o país tem demonstrado capacidade de adaptação diante das transformações econômicas e políticas no cenário internacional. Ela destacou que 2025 foi marcado por resultados expressivos para o comércio exterior brasileiro, com recordes em diferentes indicadores.

Exportações brasileiras alcançam resultados históricos

De acordo com Tatiana Prazeres, o Brasil encerrou o ano com números inéditos no total de empresas exportadoras, volume de exportações brasileiras, corrente de comércio, vendas externas da indústria de transformação e desempenho em diversos mercados e produtos.

Para a secretária, esse resultado é fruto de uma combinação de fatores, como o aumento da demanda global por produtos nacionais, a existência de oportunidades ainda pouco exploradas no mercado internacional, a atuação rápida do governo na oferta de mecanismos de apoio e a capacidade das empresas brasileiras de responder às mudanças com agilidade.

Novo cenário exige atenção à geoeconomia

Durante o painel, Tatiana também ressaltou que a dinâmica do comércio internacional mudou significativamente nos últimos anos. Segundo ela, os profissionais da área precisam ir além do domínio técnico e ampliar o entendimento sobre temas ligados à geoeconomia e às estratégias adotadas por diferentes países.

A secretária observou que, atualmente, as decisões comerciais estão cada vez mais conectadas a questões estratégicas e geopolíticas, tornando essencial uma visão mais ampla das relações econômicas globais.

Acordos comerciais e missões empresariais ganham destaque

Também presente no debate, o diretor de Negócios da Apex-Brasil, Floriano Pesaro, destacou a importância dos acordos comerciais firmados pelo país e das missões empresariais realizadas no exterior. Segundo ele, essas iniciativas contribuem para ampliar a diversificação das exportações e fortalecer a competitividade brasileira em novos mercados.

O painel reuniu especialistas, acadêmicos e profissionais da área de relações governamentais para discutir os impactos das transformações geopolíticas sobre o comércio, os investimentos e a atuação dos países na economia global.

Congresso debate política, geopolítica e desenvolvimento

Promovido pelo IRELGOV, o congresso reúne representantes dos setores público e privado, pesquisadores, estudantes, profissionais da comunicação e especialistas em relações governamentais. O objetivo é promover debates sobre temas relacionados à política, democracia, desenvolvimento econômico, geopolítica e governança.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: André Rosa/ IRELGOV

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Economia

Economia do Mar em Santa Catarina responde por 8,5% dos empregos formais

A Economia do Mar em Santa Catarina se consolida como um dos principais motores de geração de empregos no estado. Atualmente, o setor reúne cerca de 250 mil trabalhadores com carteira assinada, o equivalente a 8,5% de toda a força de trabalho formal catarinense.

Setor impulsiona criação de vagas

Entre março de 2025 e fevereiro de 2026, as atividades ligadas ao uso econômico do mar abriram quase 6 mil novos postos formais. O número representa 13% do saldo total de empregos criados em Santa Catarina no período.

Os dados fazem parte do Informativo Mensal de Emprego, elaborado pela Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan/SC) com base nas informações do Novo Caged, divulgadas em março de 2026.

Incentivo público fortalece a atividade

O governo estadual destaca a relevância histórica e econômica do setor. Iniciativas como o Programa Pescados SC buscam ampliar a produtividade por meio da oferta de equipamentos e crédito facilitado, reforçando a importância da pesca, da aquicultura e das atividades marítimas para a renda de milhares de famílias.

Santa Catarina supera média nacional

O desempenho catarinense na geração de empregos ligados ao mar está acima da média brasileira, que foi de 12% no período. Somente em fevereiro de 2026, o estado registrou 1.929 novos vínculos formais no setor, o que corresponde a 11% das vagas criadas no país nesse segmento.

Além disso, Santa Catarina lidera nacionalmente em áreas como pesca (45% dos empregos formais) e processamento de pescado (27%). O estado também ocupa posição de destaque na indústria naval, fabricação de equipamentos e produção de itens voltados à atividade pesqueira.

Diversificação e valor agregado em alta

A Economia do Mar catarinense não se limita às atividades tradicionais. Segmentos como logística, engenharia, serviços especializados e armazenamento de cargas têm ganhado espaço, indicando maior diversificação e agregação de valor à cadeia produtiva.

Entre os destaques na geração de empregos estão:

  • Armazenamento, carga e descarga: +1.744 vagas
  • Manutenção de máquinas e equipamentos: +1.206 vagas
  • Fabricação de produtos alimentícios: +967 vagas

Micro e pequenas empresas foram responsáveis por 65% das contratações, enquanto médias e grandes empresas responderam por 35%. A distribuição por gênero ficou equilibrada: 51% homens e 49% mulheres.

Crescimento consistente na última década

Dados da RAIS mostram que, entre 2014 e 2024, o número de empregos na Economia do Mar cresceu 25% em Santa Catarina — um avanço superior à média nacional (15%). No mesmo período, o setor ganhou quase 50 mil novos trabalhadores formais.

O número de estabelecimentos também avançou, saltando de 15.871 para 23.515 unidades, alta de 48%. Já a massa salarial mensal atingiu cerca de R$ 1,158 bilhão, crescimento de 20% em relação a 2014.

Regiões concentram empregos, mas interior cresce

A maior parte dos empregos está concentrada em três regiões:

  • Grande Florianópolis: 28%
  • Foz do Rio Itajaí: 18%
  • Nordeste catarinense: 15%

Apesar disso, regiões do interior apresentaram crescimento expressivo, como o Extremo Oeste e a região de Laguna, indicando a expansão territorial da atividade.

Os municípios com maior número de trabalhadores formais no setor são Florianópolis, Joinville e Itajaí, que juntos somam mais de 82 mil vínculos.

Economia do Mar ganha protagonismo estratégico

A expansão da Economia Azul, conceito que engloba o uso sustentável dos recursos marinhos, reforça o papel estratégico do setor para o desenvolvimento econômico e social de Santa Catarina. A diversificação produtiva e o avanço tecnológico contribuem para tornar a economia mais resiliente e inovadora.

FONTE: Guararema News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Guararema News

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Logística

Summit Connect Infra debate futuro da infraestrutura no Brasil e destaca papel da logística no crescimento econômico

O avanço da infraestrutura no Brasil foi o foco central do 3º Summit Connect Infra, realizado na última segunda-feira (13), em São Paulo. O evento reuniu representantes do setor público, iniciativa privada e especialistas para discutir caminhos que permitam alinhar o desenvolvimento estrutural ao crescimento da economia.

Promovido pelo Instituto Brasileiro de Infraestrutura (IBI) e pela Frente Parlamentar de Portos e Aeroportos (FPPA), o encontro se consolida como um dos principais fóruns nacionais sobre logística, setor portuário e investimentos em infraestrutura.

Infraestrutura como base do desenvolvimento

Na abertura, o vice-presidente Geraldo Alckmin ressaltou a importância estratégica da infraestrutura para impulsionar o comércio exterior e o desenvolvimento econômico. Segundo ele, o país precisa avançar com planejamento, segurança jurídica e parcerias para fortalecer o setor.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou que o Brasil vive um momento favorável, marcado por um ciclo de investimentos em infraestrutura com forte presença da iniciativa privada. Ele reforçou que o papel do governo é garantir estabilidade regulatória e projetos consistentes.

Integração entre setores impulsiona soluções

O evento reuniu diferentes atores com o objetivo de destravar projetos e aumentar a eficiência da logística brasileira. Para o deputado federal Paulo Alexandre Barbosa, presidente da FPPA, o diálogo entre os setores é essencial para avançar em temas como licenciamento ambiental e simplificação de investimentos.

O parlamentar também destacou a relevância do setor portuário, que já movimenta cerca de 1,4 bilhão de toneladas por ano, sendo peça-chave para a economia nacional.

Porto de Santos ganha protagonismo

Entre os temas debatidos, os acessos portuários e a competitividade no comércio exterior ganharam destaque. O Porto de Santos, maior da América Latina, foi apontado como estratégico para ampliar a presença do Brasil no mercado global.

Especialistas reforçaram que investimentos estruturantes são fundamentais para aumentar a eficiência operacional. Além disso, iniciativas voltadas à sustentabilidade e à descarbonização do transporte marítimo, como o uso de etanol, também foram discutidas como tendências para o setor.

Gargalos ainda desafiam crescimento

Apesar dos avanços, a falta de integração entre projetos de infraestrutura ainda é vista como um obstáculo. Representantes do setor privado alertaram que investimentos em acessos rodoviários e aquaviários precisam ocorrer de forma coordenada com os terminais.

Outro ponto crítico envolve limitações logísticas que podem restringir o crescimento, exigindo soluções rápidas para evitar impactos na competitividade.

Planejamento de longo prazo é essencial

O alinhamento entre poder público e iniciativa privada foi apontado como fator decisivo para o avanço da infraestrutura logística no país. Para lideranças do setor, o planejamento de longo prazo é indispensável para garantir continuidade aos projetos.

Além disso, a infraestrutura segue como um dos principais gargalos do Brasil, exigindo debates amplos e integração entre diferentes áreas para viabilizar soluções eficazes.

Diálogo como caminho para avanços

Ao longo do evento, foram debatidos temas como acessos aquaviários, o Plano Nacional de Logística e grandes obras de transporte. O consenso entre os participantes é que o Brasil precisa avançar com planejamento, segurança jurídica e integração de investimentos.

Nesse contexto, o Summit Connect Infra se consolida como um espaço estratégico para conectar governo, mercado e especialistas, transformando discussões em propostas concretas para o desenvolvimento do país.

FONTE: VTV News
TEXTO: Redação
IMAGEM: VTV News

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Sustentabilidade

IDB Invest financia Paracel para criar primeiro polo industrial de florestas sustentáveis no Paraguai

O IDB Invest aprovou um financiamento de até US$ 165 milhões para a Paracel S.A., destinado ao desenvolvimento do primeiro polo industrial de florestas sustentáveis do Paraguai. O projeto deve gerar cerca de 7.000 empregos diretos e indiretos, impulsionando a economia regional.

O aporte financeiro viabilizará a construção de infraestrutura essencial e é um passo fundamental para consolidar a cadeia de valor florestal do país, além de apoiar a instalação da futura fábrica de celulose da Paracel e o desenvolvimento de novas indústrias ligadas ao setor madeireiro.

Compromisso com o crescimento e o setor privado

Anunciada em Assunção, a operação reforça o compromisso do IDB Invest com o crescimento do Paraguai e com o fortalecimento do setor privado como motor do desenvolvimento econômico na América Latina e no Caribe. O financiamento combina recursos próprios do IDB Invest com capital de terceiros, mostrando o interesse de investidores internacionais no projeto.

Segundo Ilan Goldfajn, presidente do Grupo BID:
“Projetos como o da Paracel mostram o potencial do setor privado para gerar crescimento, emprego e desenvolvimento regional no Paraguai. O IDB Invest contribui criando condições e apoiando investimentos que fortalecem a base produtiva e abrem novas oportunidades de desenvolvimento.”

James Scriven, CEO do IDB Invest, acrescentou:
“Nosso financiamento apoiará a construção da infraestrutura essencial para este polo industrial florestal e ajudará a mobilizar capital privado em um dos investimentos mais significativos da história do país.”

Desenvolvimento sustentável e cadeia florestal consolidada

Para o presidente da Paracel, Per Olofsson:
“A aprovação deste financiamento é um passo decisivo para o avanço da fábrica de celulose e do polo industrial no Paraguai. Com mais de 90 milhões de árvores plantadas e uma base florestal competitiva certificada por padrões internacionais, o apoio do IDB Invest garante os recursos necessários para consolidar a cadeia de valor florestal, gerar empregos, atrair novos investimentos e promover o desenvolvimento sustentável no norte do país.”

O projeto será implementado de forma faseada, com a construção de ativos estratégicos como porto e terminal fluvial, linhas de transmissão elétrica, vias de acesso e infraestrutura logística. Essas iniciativas melhorarão a conectividade regional, reduzirão custos logísticos e facilitarão a instalação de novas atividades industriais ligadas ao setor florestal.

Potencial regional e sustentabilidade

Localizado no departamento de Concepción, região com alto potencial produtivo e recursos florestais abundantes, o polo industrial aproveitará as vantagens competitivas do Paraguai, como acesso à energia, logística eficiente e regime de Zona de Livre Comércio. O projeto visa fortalecer a competitividade do setor florestal e ampliar sua integração em mercados regionais e globais.

A operação segue rigorosos padrões ambientais, sociais e de governança (ESG), alinhados às melhores práticas internacionais. O IDB Invest apoiará o projeto por meio de um Plano de Ação Ambiental e Social, além de iniciativas voltadas ao fortalecimento institucional, eficiência energética e resiliência, promovendo sustentabilidade integrada desde o início.

Modelo “Originate-to-Share”

O financiamento da Paracel exemplifica o modelo de negócios “Originate-to-Share” do IDB Invest, que mobiliza capital privado para projetos que fomentam crescimento econômico, geram empregos formais e fortalecem a integração do Paraguai em cadeias de valor regionais e globais por meio do setor privado.

FONTE: IDB Invest
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/IDB Invest

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Negócios

IDB Invest financia expansão da produção de lítio da Rincon Mining na Argentina

O IDB Invest anunciou participação em um pacote de financiamento de até US$ 1,175 bilhão para a Rincon Mining, parte do grupo multinacional Rio Tinto, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento e a ampliação de seu projeto de lítio no Salar del Rincón, na província de Salta, Argentina.

O projeto busca aumentar a produção desse recurso estratégico global, essencial para baterias de mobilidade elétrica e armazenamento de energia, abrangendo toda a cadeia de operação: extração, processamento e infraestrutura.

Benefícios econômicos e sociais

A expansão do projeto deve impulsionar o desenvolvimento econômico da Argentina, especialmente em Salta, fortalecendo a produção mineral, as exportações e a integração de fornecedores locais às cadeias globais de produção. Além disso, a iniciativa deve gerar empregos formais durante a construção e operação do projeto, beneficiando trabalhadores e empresas da região.

Como parte do Triângulo do Lítio, junto com Bolívia e Chile, a Argentina detém reservas estratégicas do mineral. O aumento da produção permitirá ao país ampliar sua inserção nas cadeias globais de valor e diversificar a pauta de exportações frente à crescente demanda internacional.

Estrutura do financiamento

O pacote de US$ 1,175 bilhão inclui:

  • Empréstimo do IDB Invest de até US$ 100 milhões
  • Empréstimo da International Finance Corporation (IFC) de até US$ 400 milhões
  • Empréstimo do Export Finance Australia (EFA) de até US$ 275 milhões
  • Empréstimo do Japan Bank for International Cooperation (JBIC) de até US$ 240 milhões
  • Empréstimos cobertos pelo JBIC totalizando US$ 160 milhões, fornecidos por bancos comerciais

Além do financiamento, o IDB Invest oferecerá assessoria técnica especializada, fortalecendo gestão, governança e práticas de sustentabilidade. Isso inclui: implementação de um plano ambiental e social, adoção de padrões internacionais de mineração sustentável, desenvolvimento de cadeias de valor locais, gestão de riscos e fortalecimento das relações comunitárias.

Alinhamento estratégico com a Argentina

Segundo Viviana Alva Hart, representante do Grupo BID na Argentina:
“O apoio do IDB Invest a este projeto reafirma o potencial da Argentina como protagonista no mercado global de minerais críticos. O investimento expande a capacidade de produção de lítio, estimula economias regionais, fortalece cadeias de valor locais e promove padrões de sustentabilidade alinhados às melhores práticas internacionais.”

O projeto está alinhado à Estratégia País Argentina 2025–2028, do Grupo BID, que visa promover liberalização econômica, estimular investimentos privados e modernizar setores estratégicos, incluindo a produção de minerais críticos, impulsionando o desenvolvimento sustentável do país.

FONTE: IDB Invest
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/IDB Invest

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Comércio Exterior

15º Plano Quinquenal da China aponta novas oportunidades de desenvolvimento

As Duplas Sessões Nacionais da China de 2026, realizadas pela Assembleia Popular Nacional e pelo Comitê Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, concluíram-se em 12 de março com a aprovação do 15º Plano Quinquenal de Desenvolvimento.

O documento define 20 indicadores principais e 16 metas estratégicas para os próximos cinco anos, delineando ações para fortalecer a economia, o social e a governança do país. O plano reforça a capacidade da China de manter estabilidade econômica em meio a desafios internacionais e reafirma o papel da “Governança da China” como modelo contemporâneo.

Continuidade histórica e crescimento sustentável

Desde 1953, 14 planos quinquenais orientaram o desenvolvimento do país, conduzindo a China da reconstrução econômica à consolidação como potência global. Nos últimos cinco anos, a economia chinesa cresceu em média 5,4% ao ano, respondendo por cerca de 30% do crescimento global, e ultrapassou 140 trilhões de yuans em 2025.

O 15º Plano Quinquenal mantém as diretrizes do plano anterior, alinhando estratégias de longo prazo com execução contínua, garantindo previsibilidade política e capacidade de implementação, fundamentais para sustentar o crescimento econômico do país.

Foco no bem-estar da população

O plano prioriza o desenvolvimento centrado no povo, dedicando sete dos 20 indicadores à melhoria da qualidade de vida. Entre os objetivos estão emprego, renda, educação e saúde.

Em 2026, o orçamento público geral nacional alcançará 30 trilhões de yuans, com investimentos superiores a 4,5 trilhões de yuans em educação, seguridade social e emprego. A política busca equilibrar infraestrutura física e capital humano, promovendo uma distribuição mais justa dos frutos do crescimento econômico.

Inovação tecnológica e fortalecimento industrial

A modernização econômica da China dará destaque à inovação e à consolidação da base industrial. O plano projeta crescimento anual de mais de 7% nos investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento, com o setor digital representando 12,5% do PIB.

Indústrias estratégicas como aeroespacial, biomedicina, circuitos integrados e energias do futuro receberão atenção especial, enquanto tecnologias emergentes como inteligência artificial incorporada e interface cérebro-computador serão impulsionadas. Em 2025, modelos chineses de IA de código aberto tiveram recorde global de downloads, e robôs humanoides foram destaque em eventos culturais e tecnológicos.

Abertura econômica e cooperação internacional

O 15º Plano Quinquenal reforça a abertura e inclusão, defendendo o comércio global, a fluidez das cadeias de suprimentos e a liberalização de investimentos. Em 2025, mais de 50% do comércio exterior da China ocorreu com parceiros do projeto Cinturão e Rota, envolvendo 160 países e regiões.

O país busca não apenas consolidar-se como “fábrica do mundo”, mas também como “mercado do mundo”, oferecendo oportunidades de desenvolvimento global e estimulando a cooperação internacional.

Desenvolvimento pacífico e comunidade global compartilhada

A estratégia chinesa reafirma a prioridade pelo desenvolvimento pacífico, coordenando segurança e crescimento e defendendo soluções globais conjuntas para desafios como guerras, pobreza e desigualdade. O conceito de “comunidade com futuro compartilhado para a humanidade” já tem apoio de mais de 100 países e amplia a visão de prosperidade comum e segurança global.

O início do 15º Plano Quinquenal abre oportunidades de fortalecer a cooperação sino-brasileira, especialmente nos estados do Sul e em São Paulo, consolidando parcerias estratégicas, desenvolvimento conjunto e benefícios compartilhados para os povos de ambos os países.

FONTE: Folha de São Paulo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Xinhua

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Logística

Cabotagem no Porto de Natal: Codern e Fiern avaliam potencial logístico e oportunidades para o RN

As oportunidades da cabotagem no Porto de Natal estiveram no centro de uma reunião entre a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) e a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern). O encontro teve como foco a análise do transporte marítimo de curta distância como alternativa estratégica para fortalecer a logística portuária e impulsionar o desenvolvimento econômico do estado.

O presidente da Codern, Paulo Henrique Macedo, recebeu o presidente da Fiern, Roberto Serquiz, na sede da companhia. Durante a conversa, foram discutidos caminhos para ampliar o uso da cabotagem, considerando o potencial do Porto de Natal na integração da cadeia logística potiguar.

Cabotagem como alternativa para a logística do estado

De acordo com a Fiern, a federação acompanha há anos as iniciativas voltadas à valorização do transporte marítimo como solução viável para reduzir custos logísticos e ampliar a competitividade da indústria local. A entidade destacou que tem atuado de forma contínua para evidenciar os benefícios da cabotagem como vetor de crescimento regional, em articulação com diferentes atores do setor.

Participação de lideranças das duas instituições

Roberto Serquiz esteve acompanhado do segundo diretor-secretário da Fiern, Etelvino Patrício, que atua diretamente na agenda de cabotagem no Rio Grande do Norte, além do primeiro diretor-tesoureiro da federação, Djalma Júnior, e da coordenadora executiva de Relações Institucionais e de Mercado, Ana Adalgisa Dias.

Pela Codern, também participaram da reunião o diretor técnico e comercial, Paulo Sidney, e o gerente de operações, Rodolfo Gois, que contribuíram com avaliações técnicas sobre a operação portuária e as possibilidades de expansão do modal marítimo.

FONTE: Datamar News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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