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Operação Perfume de Mulher investiga esquema de descaminho de perfumes e lavagem de dinheiro

A Receita Federal, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) deflagraram nesta terça-feira (22) a Operação Perfume de Mulher, que apura a atuação de uma suposta organização criminosa envolvida com descaminho de perfumes, evasão de divisas e lavagem de capitais.

A investigação alcança operações realizadas nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Pernambuco. Segundo os órgãos, o grupo seria responsável pela entrada irregular de perfumes importados no Brasil e pela posterior distribuição dos produtos para diferentes regiões do país.

Investigação aponta mais de 20 apreensões

As apurações começaram a partir do trabalho conjunto dos órgãos de fiscalização e investigação. Entre 2024 e 2026, foram identificadas mais de 20 apreensões relacionadas ao grupo investigado.

Uma das principais ações ocorreu em outubro de 2025, quando foram retidos aproximadamente R$ 10 milhões em perfumes importados irregularmente.

O mercado clandestino de perfumes estrangeiros provoca impactos na arrecadação de impostos, na concorrência com empresas regulares e na economia formal. De acordo com os investigadores, esses produtos estão entre as mercadorias de maior valor agregado comercializadas ilegalmente no país.

Perfumes entravam pelo Paraguai

Segundo os elementos reunidos durante a investigação, os produtos, principalmente perfumes árabes, eram introduzidos clandestinamente no território brasileiro pela região de fronteira de Ponta Porã (MS).

Depois de ingressarem no país, as mercadorias eram encaminhadas para depósitos clandestinos. Inicialmente, parte dos produtos era armazenada em Campo Grande. Posteriormente, a estrutura teria sido ampliada para centros de distribuição localizados em São Paulo e Pernambuco.

A partir desses pontos, os perfumes eram enviados para consumidores de diferentes estados brasileiros.

Vendas usavam redes sociais e marketplaces

As investigações apontam que a comercialização ocorria principalmente pela internet, utilizando redes sociais, marketplaces e plataformas de comércio eletrônico.

O grupo também teria recorrido a influenciadores digitais para ampliar a divulgação dos produtos. Em um dos sites associados à estrutura investigada, a empresa se apresentava como uma das principais referências em perfumaria árabe no Brasil e afirmava contar com diversas revendas espalhadas pelo país.

Investigação aponta uso de empresas e documentos falsos

Para dar aparência regular às operações, os investigadores identificaram indícios de utilização de notas fiscais inidôneas, declarações de conteúdo falsas e diferentes pessoas jurídicas.

Também foram encontrados elementos que apontam para possíveis práticas de lavagem de dinheiro, incluindo empresas de fachada, uso de terceiros para movimentações e ocultação de patrimônio.

As análises ainda identificaram transações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica atribuída aos investigados. Segundo os órgãos envolvidos, parte das operações com fornecedores estrangeiros teria utilizado criptoativos.

Movimentação financeira supera R$ 300 milhões

As análises financeiras realizadas durante a investigação apontaram movimentações superiores a R$ 300 milhões em contas bancárias relacionadas aos investigados.

O volume financeiro identificado, segundo as autoridades, demonstra a dimensão econômica atribuída ao esquema sob investigação.

Operação cumpre 16 mandados de busca e apreensão

Por determinação da 3ª Vara Federal de Campo Grande, as equipes cumprem 16 mandados de busca e apreensão em Mato Grosso do Sul, São Paulo e Pernambuco.

A decisão judicial também autorizou a apreensão de bens relacionados aos investigados até o limite de R$ 100 milhões, incluindo ativos em criptomoedas.

Além das medidas patrimoniais, foi determinada a prisão da pessoa apontada pela investigação como responsável pela coordenação das atividades do grupo.

Mais de 100 agentes participam da operação

A força-tarefa reúne 130 integrantes dos órgãos envolvidos. A Receita Federal participa com 50 auditores-fiscais e analistas tributários. O Ministério Público Federal mobilizou outros 50 integrantes, enquanto o Ministério Público de Mato Grosso do Sul participa com 30.

Segundo os órgãos, esta é a primeira operação realizada em Mato Grosso do Sul com a participação simultânea da Receita Federal, GAECO-MPF e GAECO-MPE/MS.

A investigação busca esclarecer a extensão da estrutura, identificar os responsáveis pelas diferentes etapas do esquema e avançar sobre o patrimônio supostamente obtido por meio das atividades investigadas.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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PRF apreende carga de R$ 20 milhões com iPhones, eletrônicos e insumos médicos na BR-101 em Itapema

Uma operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na apreensão de uma carga avaliada em cerca de R$ 20 milhões na BR-101, em Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina. A carreta, interceptada na segunda-feira (20), transportava centenas de eletrônicos e insumos de origem estrangeira introduzidos no país de forma irregular.

Após a apreensão, toda a mercadoria foi encaminhada à Polícia Federal de Itajaí, que dará continuidade às investigações.

Ação foi realizada após troca de informações entre estados

Segundo a PRF de Santa Catarina, a abordagem foi possível graças ao compartilhamento de informações com equipes da corporação no Rio Grande do Sul.

De acordo com a polícia, o monitoramento permitiu localizar e interceptar o caminhão antes que os produtos fossem distribuídos no mercado clandestino.

Carga incluía iPhones, celulares Samsung e relógios inteligentes

Durante a fiscalização, os agentes encontraram centenas de caixas com equipamentos eletrônicos e outros produtos importados.

Entre os itens apreendidos estavam:

  • 900 iPhones;
  • 832 smartphones da Samsung;
  • Mais de 2,5 mil relógios inteligentes;
  • Sete paletes de suplementos alimentares;
  • Quatro paletes com insumos químicos utilizados na fabricação de medicamentos;
  • Dois equipamentos oftalmológicos importados, avaliados em cerca de R$ 150 mil cada.

Mercadorias podem configurar crimes de contrabando e descaminho

Conforme a PRF, todos os produtos são de origem estrangeira e teriam ingressado no Brasil sem cumprir as exigências legais.

O caso pode caracterizar os crimes de contrabando, quando há importação de mercadorias proibidas ou sem autorização dos órgãos competentes, como a Anvisa, e de descaminho, relacionado à entrada de produtos permitidos sem o recolhimento dos tributos devidos.

Prejuízo ao crime organizado é estimado em R$ 20 milhões

O valor estimado da carga ultrapassa R$ 20 milhões, impulsionado principalmente pelos eletrônicos de alto valor comercial.

Somente os mais de 1,7 mil smartphones premium apreendidos estão avaliados em mais de R$ 14,4 milhões. O montante também inclui milhares de relógios inteligentes, insumos para a indústria farmacêutica e equipamentos médicos especializados.

Pela legislação brasileira, os responsáveis pelo transporte e pela receptação desse tipo de mercadoria podem responder pelos crimes de contrabando e descaminho, cujas penas, somadas, podem ultrapassar nove anos de prisão.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: PRF

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Operação Três Corpos: Receita Federal recolhe equipamentos de academia importados irregularmente no RS

A Receita Federal deu início à segunda etapa da Operação Três Corpos, voltada ao combate à importação irregular de equipamentos para academias. A ação, realizada com apoio da Polícia Federal, envolve a desmontagem e retirada de aparelhos de origem estrangeira encontrados em unidades de uma rede de academias inaugurada em 2024 nas cidades de Quaraí, Bagé e Uruguaiana, no Rio Grande do Sul.

Segundo o órgão, os equipamentos foram introduzidos no país sem o cumprimento dos procedimentos aduaneiros exigidos e sem o recolhimento dos tributos correspondentes.

Fiscalização identificou centenas de equipamentos estrangeiros

A primeira fase da operação ocorreu em abril deste ano e revelou a existência de centenas de aparelhos importados, em sua maioria de fabricação chinesa, com fortes indícios de irregularidades na entrada no território nacional.

Durante a fiscalização, os responsáveis pelos estabelecimentos tiveram a oportunidade de apresentar documentos que comprovassem a importação legal dos equipamentos ou a aquisição regular no mercado brasileiro.

Após a análise da documentação entregue, a Receita Federal concluiu que parte das mercadorias não possuía comprovação de regularidade, resultando na lavratura de autos de infração e na aplicação da pena de perdimento dos bens.

Equipamentos permanecerão sob custódia da Receita

Os aparelhos recolhidos serão encaminhados para depósitos da Receita Federal, onde permanecerão armazenados até que seja definida sua destinação, conforme previsto na legislação aduaneira vigente.

A medida faz parte dos procedimentos adotados em casos de mercadorias importadas sem a devida regularização fiscal e documental.

Investigação apura crimes fiscais e financeiros

A Operação Três Corpos tem como foco a apuração de possíveis crimes relacionados à importação irregular de equipamentos para academias, incluindo descaminho, falsidade ideológica, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

Na primeira etapa da investigação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e um mandado de busca pessoal, expedidos pela Justiça Federal de Rio Grande (RS), nos municípios de Bagé, Uruguaiana e Quaraí.

As investigações continuam com a análise dos materiais e documentos apreendidos durante as diligências.

Receita destaca combate à concorrência desleal

De acordo com a Receita Federal, ações desse tipo buscam preservar a concorrência leal entre empresas e combater prejuízos causados pela sonegação de tributos.

Além do impacto direto na arrecadação pública, a entrada irregular de equipamentos afeta o setor de comercialização desses produtos, que atua dentro das normas legais, e também as academias que investem na compra de aparelhos regularmente importados e tributados.

O órgão reforça que o combate às infrações aduaneiras e fiscais permanece como uma das prioridades para garantir maior equilíbrio nas relações comerciais e proteger os segmentos que operam em conformidade com a legislação.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Receita Federal reforça combate ao contrabando e descaminho em fronteiras e rodovias brasileiras

A Receita Federal intensificou, nos últimos 30 dias, as ações de combate ao contrabando, ao descaminho e ao crime organizado em diferentes pontos da malha rodoviária e fronteiras terrestres do país. As operações, baseadas em inteligência fiscal, resultaram em apreensões de mercadorias, drogas e produtos irregulares avaliados em milhões de reais.

Operações na fronteira com o Paraguai concentram grandes apreensões

Na região de Foz do Iguaçu (PR), considerada estratégica para o controle aduaneiro, a fiscalização foi ampliada. Uma das ações mais expressivas ocorreu nas proximidades da Ponte da Integração, onde foram apreendidas mercadorias estimadas em quase R$ 5 milhões.

Na Ponte Internacional da Amizade, outra operação identificou um caminhão com fundo falso que escondia cerca de R$ 1,8 milhão em eletrônicos. Na mesma semana, uma abordagem distinta resultou na apreensão de aproximadamente R$ 2 milhões em produtos irregulares em um veículo de carga, além da interceptação de 134,5 kg de drogas em um automóvel.

Fiscalização também atua na proteção da saúde pública

Além do impacto econômico, as ações da Receita Federal têm foco na proteção da saúde pública. Entre as apreensões recentes, estão medicamentos contrabandeados, incluindo as chamadas canetas emagrecedoras, que não possuem registro sanitário no Brasil nem controle adequado de armazenamento.

Em Joinville (SC), a fiscalização também identificou 6,2 kg de haxixe marroquino escondidos em equipamentos médicos, reforçando o uso de cargas legítimas como forma de ocultação de drogas.

Ônibus de turismo são alvo de fiscalização

Outro foco das operações tem sido o uso de ônibus de turismo como fachada para o descaminho de mercadorias. Em diferentes abordagens, veículos foram retidos transportando cargas irregulares avaliadas em R$ 1 milhão e R$ 2,4 milhões.

Interior do país também está sob monitoramento

A estratégia de fiscalização não se restringe às fronteiras. Em Maringá (PR), um veículo foi interceptado com mais de R$ 1,08 milhão em mercadorias irregulares, evidenciando a atuação contínua da Receita Federal no interior do país.

Fiscalização permanente nas fronteiras e rodovias

Segundo a Receita Federal, as operações reforçam o caráter permanente da vigilância nas fronteiras brasileiras e rodovias. O objetivo é garantir a regularidade do comércio exterior, combater práticas ilícitas e proteger a sociedade.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Operação Três Corpos combate importação irregular de equipamentos para academias

A Operação Três Corpos, deflagrada na terça-feira (07/04/2026), reúne a Receita Federal e a Polícia Federal no combate à importação irregular de equipamentos de academia. A ação investiga crimes como descaminho, falsidade ideológica, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

O foco é apurar a entrada de produtos estrangeiros no país sem o pagamento dos tributos obrigatórios, prática que configura concorrência desleal e prejuízo aos cofres públicos.

Investigação aponta uso de equipamentos importados sem tributos

As apurações indicam que uma rede de academias inaugurada em 2024, com unidades em Bagé, Uruguaiana e Quaraí (RS), teria sido equipada com aparelhos de alto padrão vindos do exterior sem regularização fiscal.

Foram identificados cerca de 300 equipamentos de musculação e diversos acessórios com indícios de origem estrangeira, sem documentação fiscal adequada. O valor estimado das mercadorias chega a R$ 2 milhões, com aproximadamente R$ 800 mil em tributos não recolhidos.

Os itens irregulares foram apreendidos e podem ser declarados perdidos após a conclusão do processo de fiscalização aduaneira.

Mandados são cumpridos em três cidades gaúchas

A operação inclui o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão e um mandado de busca pessoal, autorizados pela Justiça Federal.

As ações ocorrem simultaneamente nas cidades de Bagé, Uruguaiana e Quaraí, com a participação de 21 servidores da Receita Federal e 22 agentes da Polícia Federal.

Crescimento do mercado acende alerta

O avanço da investigação ocorre em um cenário de forte expansão do setor. O mercado de equipamentos de ginástica importados registrou crescimento expressivo nos últimos anos.

Dados da Receita Federal apontam que, em 2021, foram importados cerca de 31 mil itens, somando R$ 403 milhões. Já em 2025, esse volume saltou para aproximadamente 140 mil unidades, movimentando R$ 1,6 bilhão — um aumento de 400% em quatro anos.

Combate à concorrência desleal

A Receita Federal destaca que a repressão a práticas ilegais é essencial para proteger o mercado. A importação irregular prejudica tanto empresas que atuam dentro da legalidade quanto academias que investem em equipamentos devidamente tributados.

Além da perda de arrecadação, esse tipo de prática compromete a competitividade do setor e afeta diretamente o comércio formal.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Receita Federal

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Operação Uxoris: Receita e PF desarticulam quadrilha que movimentou R$ 40 milhões em importação ilegal

A Receita Federal e a Polícia Federal deflagraram, na manhã de quarta-feira (4), a Operação Uxoris, iniciativa voltada ao combate de contrabando, descaminho, lavagem de dinheiro e fraudes no sistema financeiro. A ação, conduzida pela Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (Delefaz/MS), mira uma organização criminosa especializada em importações irregulares.

Esquema envolvia produtos sem nota e distribuição nacional

De acordo com as investigações, conduzidas ao longo de meses, o grupo operava um esquema estruturado de importação ilegal de mercadorias estrangeiras sem documentação fiscal e sem regularização aduaneira. Os produtos eram distribuídos por todo o país por meio de marketplaces e lojas físicas instaladas em Campo Grande.

Os agentes também identificaram o uso do chamado dólar-cabo, método ilícito utilizado para pagar fornecedores internacionais por meio de compensações financeiras irregulares. Há ainda indícios de lavagem de dinheiro, com ações para ocultar e dissimular a origem dos valores movimentados.

Mandados cumpridos e bens bloqueados

Com autorização da Justiça Federal, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Mato Grosso do Sul e São Paulo, em endereços residenciais e comerciais ligados ao grupo investigado.

A Justiça determinou ainda o sequestro de bens e a indisponibilidade de valores pertencentes a 20 pessoas físicas e jurídicas, totalizando aproximadamente R$ 40 milhões. Além disso, 14 empresas utilizadas no esquema tiveram suas atividades suspensas.

Ex-esposa denunciou líder da organização

O nome Uxoris faz referência à denúncia apresentada pela ex-esposa do líder da quadrilha, que procurou as autoridades ao descobrir que seus documentos estavam sendo usados para abrir empresas de fachada.

Combate à sonegação e à concorrência desleal

A Receita Federal e a Polícia Federal destacaram que a operação reforça o compromisso conjunto no enfrentamento à sonegação fiscal, à concorrência desleal e aos crimes contra a ordem tributária e aduaneira no Mato Grosso do Sul.

FONTE: G1
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Polícia Federal

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Receita Federal apreende R$ 550 mil em produtos irregulares durante Operação Black Friday

A Receita Federal realizou uma operação de combate ao contrabando e ao descaminho em um estabelecimento vinculado a uma plataforma de e-commerce em Umuarama (PR). A fiscalização identificou um grande volume de produtos estrangeiros que teriam sido introduzidos no país de forma irregular.

Mais de 2.400 volumes foram retidos, incluindo robôs aspiradores, tablets, celulares, perfumes e outros itens de alto valor agregado. As mercadorias eram despachadas comercialmente a partir de Umuarama e Iporã por vendedores já monitorados pelo órgão, considerados infratores recorrentes no comércio exterior.

Valor das apreensões chega a R$ 550 mil
O montante total das mercadorias apreendidas foi estimado em R$ 550 mil. Todo o material será encaminhado à Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu, onde passará pela contabilização oficial.

Compromisso permanente contra práticas ilegais
A Receita Federal reforçou que continuará atuando de maneira constante para combater o ingresso irregular de produtos no país, protegendo a economia nacional, a concorrência leal e a segurança da sociedade brasileira.

FONTE: Costa Oeste News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Costa Oeste News

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Operação Fronteira RFB alcança recorde histórico em apreensões

A edição 2025 da Operação Fronteira RFB terminou com resultados inéditos: mais de 400 servidores da Receita Federal, junto a centenas de agentes federais, estaduais e municipais, retiraram de circulação cerca de R$ 160 milhões em mercadorias ilegais, mais que o dobro do registrado na edição anterior, que somou R$ 78 milhões.

Combate a drogas e contrabando

Durante os 11 dias de operação, foram apreendidas 3,5 toneladas de drogas, causando prejuízo estimado em R$ 47 milhões ao crime organizado. Além disso, 27 pessoas foram presas e 160 veículos usados em atividades de contrabando e descaminho foram confiscados.

Importância da integração entre órgãos

O secretário especial da Receita Federal, Robinson Sakiyama Barreirinhas, destacou a relevância da atuação conjunta. “Essa operação só foi possível com a participação das Forças Armadas, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e demais órgãos federais, estaduais e municipais. A integração é fundamental para combater o crime organizado”, afirmou.

Um exemplo da eficiência da operação foi a interdição de um prédio de 20 andares em Belo Horizonte, usado para distribuição de mercadorias contrabandeadas. Estima-se que cerca de R$ 50 milhões em produtos estavam armazenados no local. A superintendente-adjunta da Receita em Minas Gerais, Viviane Lopes, ressaltou que a investigação da cadeia logística, desde importação até distribuição, é essencial para combater a concorrência desleal e recuperar tributos não pagos.

Foco no rastreamento financeiro

Barreirinhas reforçou que rastrear recursos financeiros é tão importante quanto a apreensão de mercadorias. “Atacar o pilar financeiro do crime organizado, incluindo lavagem de dinheiro, é o caminho para combater essas organizações. Estamos avançando na regulamentação do uso de criptomoedas e na criação de delegacia especializada em fraudes estruturadas, como demonstrou a Operação Carbono Oculto”, explicou.

Estratégia e legado da Operação

O coordenador-geral de Combate ao Contrabando e Descaminho, Raphael Eugênio de Souza, destacou a relevância do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), que integra 18 órgãos e permite ações coordenadas entre União, Estados e Municípios. “A operação deixa um legado de trabalho conjunto que fortalece o combate às organizações criminosas”, afirmou.

Fabiano Coelho, subsecretário de Administração Aduaneira, enfatizou que a ampliação da operação para portos, aeroportos e recintos alfandegados no interior do país contribuiu para os resultados recordes, com prisões e apreensões realizadas sem disparo de tiros. O superintendente da 1ª Região Fiscal, Daniel Belmiro, ressaltou que o planejamento desde maio, com uso de drones, helicópteros e cooperação internacional, permitiu interceptar comboios com drogas vindas do Paraguai.

Proteção à sociedade e segurança pública

Entre outras ações, a operação confiscou aproximadamente 215 mil litros de bebidas falsificadas e mais de mil pistolas ilegais. Barreirinhas lembrou que impedir a entrada desses produtos é crucial para proteger a sociedade e a segurança pública, reforçando o papel da Receita Federal na proteção das fronteiras.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Diogo Zacarias/MF

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Receita Federal apreende R$ 433 mil em mercadorias irregulares no Aeroporto de Viracopos

A Receita Federal apreendeu cerca de R$ 433 mil em mercadorias irregulares no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), durante a Operação Fronteira RFB — a maior ação integrada de vigilância e repressão a ilícitos realizada simultaneamente em pontos de fronteira terrestres, marítimos e aéreos do Brasil.

A operação tem como foco o combate ao contrabando, descaminho e tráfico de drogas, armas, fauna e flora, reforçando a presença da Receita Federal em áreas estratégicas de entrada e saída de produtos.

Apreensões envolvem tabaco, medicamentos e equipamentos médicos

Entre os dias 20 e 28 de outubro, foram retidos 270 kg de tabaco, além de equipamentos médicos, medicamentos, vinhos, celulares, bolsas e bicicletas.

O tabaco, proveniente de um voo de Manaus (AM), foi apreendido por falta de comprovação de importação regular e indícios de destinação comercial, já que a quantidade transportada ultrapassa o limite permitido para uso pessoal. A importação de tabaco também exige registro prévio em órgãos competentes, o que não foi apresentado.

Também foram identificados medicamentos e equipamentos médicos importados sem licença de importação, documento essencial para garantir a eficácia e a segurança desses produtos. Outros itens, como vinhos, celulares, bolsas e bicicletas, entraram no país sem o pagamento de impostos devidos e em quantidades que indicavam caráter comercial.

Ações reforçam combate à concorrência desleal e proteção ao consumidor

De acordo com a Receita Federal, as ações de fiscalização têm papel fundamental no combate à concorrência desleal e na proteção do consumidor, evitando a circulação de produtos que podem representar riscos à saúde e à segurança pública.

Além de preservar o ambiente de negócios justo, a instituição destaca que as apreensões contribuem para o financiamento de políticas públicas e o fortalecimento da economia nacional.

Apoio de cães de faro e servidores de todo o país

A operação em Viracopos contou com o reforço de servidores de outras unidades da Receita Federal e com o auxílio dos cães de faro Dark, Ruffos, Bryant e Uruk, especializados na detecção de produtos ilícitos.

A Operação Fronteira RFB segue em andamento em todo o território nacional, com o objetivo de fortalecer o controle aduaneiro, proteger a saúde pública e garantir a segurança econômica do Brasil.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Receita Federal apreende avião com R$ 3 milhões em celulares contrabandeados em Porto Belo (SC)

A Receita Federal realizou, na manhã desta segunda-feira (20), a apreensão de uma aeronave carregada com 571 celulares contrabandeados, avaliados em mais de R$ 3 milhões, no Aeroporto Costa Esmeralda, em Porto Belo (SC). O piloto e um auxiliar foram presos em flagrante por descaminho, crime que consiste na entrada irregular de produtos no país sem o pagamento de impostos.

Ação de inteligência identificou voo vindo de Foz do Iguaçu

A apreensão ocorreu por volta das 9h, durante uma operação conduzida pelas Equipes de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal. O avião, um monomotor modelo RV-10, partiu da região de Foz do Iguaçu (PR) e foi interceptado ao pousar em Santa Catarina.
Dentro da aeronave, os agentes encontraram os smartphones sem documentação de importação regular, configurando transporte ilegal de mercadorias estrangeiras.

Veículo dava suporte logístico à operação ilegal

Durante a abordagem, um Volkswagen Taos estacionado em frente ao hangar chamou a atenção das equipes. O motorista, de 34 anos, também morador de Foz do Iguaçu, ajudava o piloto a empurrar o avião para dentro do galpão no momento da chegada dos fiscais.

Presos reincidentes e apreensão total

Tanto a aeronave quanto o veículo e as mercadorias foram apreendidos. Os dois suspeitos foram levados à Delegacia da Polícia Federal em Florianópolis (SC).
O piloto, de 58 anos, é reincidente. Em janeiro de 2023, ele já havia sido preso em Ourinhos (SP) transportando 452 celulares escondidos em um fundo falso no para-choque de um Renault Duster. Na época, a carga foi avaliada em R$ 809 mil.

Receita Federal reforça combate ao contrabando e descaminho

A Receita Federal destacou que mantém ações contínuas de fiscalização e repressão ao contrabando e descaminho em todo o país. O objetivo é proteger a economia nacional, combater a concorrência desleal e garantir a justiça fiscal.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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