Indústria

Dexco encerra produção de louças sanitárias em Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco

O conselho de administração da Dexco aprovou, nesta segunda-feira, o encerramento das atividades industriais de sua unidade de louças sanitárias em Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco. A decisão foi comunicada pela companhia em fato relevante encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Dexco busca ampliar eficiência e competitividade

Segundo a empresa, a medida faz parte da estratégia de transformação do negócio de louças sanitárias, com foco no fortalecimento da competitividade, na melhoria da eficiência operacional e no aumento da rentabilidade e da sustentabilidade a longo prazo.

A companhia informou ainda que pretende concentrar a produção em segmentos nos quais a marca Deca apresenta maior potencial de diferenciação e geração de valor.

Unidade de Jundiaí receberá parte da produção

Apesar do encerramento das operações em Pernambuco, a Dexco destacou que o segmento de louças sanitárias continuará sendo relevante para seu portfólio.

Parte da produção atualmente realizada em Cabo de Santo Agostinho será transferida para a unidade de Jundiaí, em São Paulo. A fábrica paulista recebeu, nos últimos anos, investimentos em automação industrial, tecnologia e modernização, fatores que contribuirão para absorver parte das atividades da unidade pernambucana.

FONTE: UOL
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/UOL

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Cratera se abre em ponte na PE-034, acesso ao Porto de Suape

Uma cratera em ponte provocada pelo rompimento do asfalto interditou, na noite de terça-feira (16), um trecho da PE-034, no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife. O problema ocorreu no quilômetro 3 da rodovia, em uma das vias de acesso ao Estaleiro Sul, no Porto de Suape. Não houve registro de pessoas feridas.

O incidente aconteceu por volta das 22h, segundo relatos encaminhados à TV Globo. Com o rompimento do pavimento, a circulação de veículos precisou ser suspensa nos dois sentidos da rodovia.

Ponte fica interditada após asfalto ceder

A área atingida fica sobre uma região de manguezal e é utilizada por veículos que entram ou saem dos terminais do complexo portuário. Após a interdição, algumas carretas ficaram impedidas de acessar ou deixar o Porto de Suape pela ponte.

O trecho afetado não corresponde à rodovia principal com pedágio que dá acesso a Nossa Senhora do Ó e a Porto de Galinhas, em Ipojuca, também na Região Metropolitana do Recife.

Suape investiga causas do rompimento

Em comunicado, o Complexo Industrial Portuário de Suape informou que foi constatado o rompimento de parte da VPE-34, acompanhado de danos no pavimento e interrupção do tráfego.

As causas do problema estão sendo apuradas pela equipe técnica da Concessionária Rota do Atlântico, responsável pela administração do trecho.

Segundo Suape, a área foi isolada e recebeu sinalização para restringir os acessos e reforçar a segurança viária. Profissionais das áreas de engenharia, manutenção e operação também foram mobilizados para realizar inspeções, levantamentos técnicos e acompanhar as condições do local.

Máquinas e equipamentos são mobilizados

Ainda de acordo com o complexo portuário, máquinas, equipamentos e materiais necessários para os serviços de recuperação da rodovia estão sendo encaminhados para a região.

A circulação de pedestres também passou a ser controlada, enquanto a concessionária orienta os motoristas a não tentar acessar o trecho interditado.

Equipes avaliam rotas alternativas para os usuários da via e trabalham na execução dos serviços necessários para que o tráfego de veículos possa ser retomado com segurança.

Prazo para recuperação da ponte

O g1 procurou a Concessionária Rota do Atlântico para saber quando o reparo da ponte deverá ser concluído. Até a última atualização da reportagem, porém, a empresa não havia informado uma previsão para a liberação do trecho.

FONTE: G1
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/TV Globo

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