Informação

Leilão de terminais ferroviários da Norte-Sul será realizado em dezembro

O Ministério dos Transportes definiu para 3 de dezembro o leilão de cinco terminais ferroviários da Ferrovia Norte-Sul, atualmente administrados pela Infra S.A. Os avisos de licitação foram publicados em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Os projetos abrangem uma área total de 29,3 hectares e preveem investimentos estimados em R$ 91,6 milhões. Os cinco terminais já possuem operadores, mas os contratos vigentes têm validade somente até dezembro de 2026.

Terminais de combustíveis ficam em Porto Nacional

Três dos ativos ofertados estão localizados no Pátio de Integração Multimodal de Porto Nacional, no Tocantins, e são destinados à movimentação de granéis líquidos.

O terminal TPN01 possui área de 33,8 mil metros quadrados, enquanto o TPN02 ocupa 67,3 mil metros quadrados. Já o TPN03 conta com 120,5 mil metros quadrados e será o maior terminal de combustíveis incluído nesta rodada.

As estruturas têm conexão com a infraestrutura ferroviária da Ferrovia Norte-Sul e são voltadas à movimentação de produtos como diesel, biodiesel, gasolina e etanol.

Rodada também inclui terminais de grãos

Os outros dois empreendimentos são voltados ao transporte e à armazenagem de grãos agrícolas.

Também situado em Porto Nacional, o TPN04 possui aproximadamente 2,4 hectares e capacidade estática estimada em 19,2 mil toneladas de grãos.

O TPT01, localizado em Palmeirante, também no Tocantins, ocupa uma área de 4,72 hectares. O terminal tem capacidade de armazenagem de aproximadamente 32 mil toneladas.

Propostas serão recebidas pela B3

Os interessados em participar da disputa deverão apresentar suas propostas em 26 de novembro, entre 10h e 16h. A entrega será feita exclusivamente pela Plataforma de Leilões da B3.

O leilão está marcado para 3 de dezembro, às 14h, na sede da B3.

Os documentos que regulamentam a disputa, incluindo o edital e seus anexos, estão disponíveis no portal da Infra S.A.

A nova rodada busca garantir a continuidade da operação dos terminais após o encerramento dos contratos atuais e manter a estrutura integrada à logística ferroviária da Norte-Sul.

FONTE: UOL
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Rumo

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Informação

Grupo DMDL vence leilão do CentroSul de Florianópolis com lance de R$ 31,5 milhões

O grupo empresarial DMDL venceu na última sexta-feira (18) o leilão para concessão do Centro de Convenções de Florianópolis (CentroSul). Realizado na B3, em São Paulo, o certame teve lance vencedor de R$ 31,5 milhões, valor 90,91% superior à outorga mínima de R$ 16,5 milhões prevista no edital da Prefeitura de Florianópolis.

A concessão terá duração de 35 anos e prevê investimentos de R$ 53,4 milhões nos seis primeiros anos. A proposta é modernizar a estrutura e ampliar sua capacidade para receber grandes eventos.

Contrato deve começar a operar em 2027

Após o resultado do leilão, a Secretaria de Contratos e Licitações deverá analisar a documentação apresentada pelo vencedor e receber o valor da outorga, que deverá ser quitado integralmente à vista.

Caso não sejam apresentados recursos contra o resultado, a expectativa é que o contrato de concessão seja assinado em outubro. A nova concessionária deverá iniciar a operação do CentroSul em janeiro de 2027.

CentroSul terá reforma e novas estruturas

Conforme estabelecido no edital, R$ 43,4 milhões dos investimentos previstos serão destinados diretamente à melhoria do centro de convenções.

O projeto contempla uma série de intervenções na estrutura atual, entre elas:

  • reforma das fachadas;
  • modernização dos ambientes internos;
  • construção de estacionamento com capacidade para 350 veículos;
  • melhorias no sistema viário;
  • implantação de galeria de drenagem;
  • deslocamento da unidade da Polícia Civil localizada ao lado do complexo;
  • construção de uma nova passarela de pedestres com acessibilidade;
  • criação de uma área gastronômica de 1.500 metros quadrados.

As intervenções têm como objetivo modernizar o equipamento e criar melhores condições para a realização de eventos de diferentes portes.

Prefeitura aposta no turismo de eventos

O prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (Podemos), acompanhou o leilão na sede da B3 e destacou a importância do CentroSul para o turismo da capital catarinense.

Segundo ele, a modernização da estrutura poderá contribuir para ampliar a atração de eventos durante todo o ano e diversificar o calendário turístico da cidade.

Entre as orientações para o projeto está também a valorização da relação do equipamento com o mar e com as características da região.

DMDL já administra centro de convenções no Nordeste

Com origem no estado de São Paulo e 25 anos de atuação, o Grupo DMDL já possui experiência na gestão de estruturas destinadas a grandes eventos.

A empresa detém, por 20 anos, a concessão do Centro de Convenções de Teresina, no Piauí. Inaugurado em 2022, o espaço possui 14 mil metros quadrados e capacidade para receber até 10 mil pessoas.

O portfólio da empresa inclui ainda o projeto e a construção de 55 lojas na praça de alimentação da Neo Química Arena, em São Paulo.

Grupo também atuou em hospitais de campanha

Durante a pandemia, o grupo participou da modelagem e execução de hospitais de campanha em diferentes estados brasileiros.

Segundo as informações apresentadas pela empresa, os projetos resultaram na entrega de mais de 3.500 leitos temporários.

Para o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Florianópolis, Juliano Pires, a experiência da DMDL pesou positivamente na avaliação da concessão.

O secretário afirmou que a empresa possui referências consideradas positivas e expectativa de oferecer um serviço adequado às necessidades da capital catarinense.

FONTE: Upiara
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Upiara

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Logística

Ministério dos Transportes apresenta na B3 plano para reativar ferrovias ociosas e ampliar terminais logísticos

Cerca de 10 mil quilômetros de ferrovias subutilizadas poderão voltar a operar no Brasil com a entrada da iniciativa privada. O Ministério dos Transportes apresentou na terça-feira (15), na B3, em São Paulo, um novo modelo de chamamento público para a exploração de trechos ferroviários ociosos, desativados ou em processo de devolução.

A proposta busca recuperar segmentos da malha ferroviária nacional e ampliar a participação do setor privado na operação e modernização da infraestrutura de transporte.

Modelo será aplicado inicialmente no Corredor Minas-Rio

A estrutura apresentada pelo governo tem como referência o modelo criado para o Corredor Minas-Rio, uma ligação ferroviária de aproximadamente 700 quilômetros voltada ao transporte de produtos siderúrgicos e café.

O formato recebeu aval do Tribunal de Contas da União (TCU) em agosto e poderá ser utilizado em outros trechos da rede ferroviária brasileira.

O leilão do Corredor Minas-Rio está previsto para 17 de dezembro, na B3.

Pelo novo sistema, empresas privadas poderão operar trechos pertencentes à malha ferroviária pública por meio de contratos de autorização. O chamamento público será utilizado para identificar companhias interessadas em recuperar e colocar novamente em funcionamento segmentos atualmente subutilizados.

Contratos terão prazo de 99 anos

A empresa vencedora do chamamento terá até dois anos para apresentar um Plano de Requalificação da Malha (PREC), documento que deverá detalhar as ações necessárias para recuperar e explorar o trecho ferroviário.

A requalificação poderá ser financiada de diferentes maneiras. Uma das alternativas prevê recursos do orçamento federal, combinados ou não com investimentos privados cruzados.

Nesse modelo, será realizado um procedimento competitivo simplificado. A disputa será vencida pela empresa que demandar o menor aporte de recursos públicos.

Caso outra companhia assuma posteriormente o contrato, o autorizatário original terá direito ao ressarcimento dos custos realizados.

Também será possível explorar os trechos sem utilização de recursos públicos.

Nos dois formatos, os contratos de autorização terão duração de 99 anos.

Sete projetos de shortlines entram na carteira

A carteira apresentada pelo Ministério dos Transportes inclui sete projetos de shortlines, ferrovias de menor extensão que podem atender ao transporte de cargas ou passageiros e fazer conexão com os principais corredores ferroviários do país.

Além do Corredor Minas-Rio, os trechos previstos para os chamamentos são:

  • General Carneiro (Sabará/MG) – Miguel Burnier (Ouro Preto/MG);
  • Aguaí/SP – Bauxita (Ramal de Poços de Caldas/MG);
  • Brasília/DF – Luziânia/GO;
  • Campina Grande/PB – Cabedelo/PB;
  • Roncador Novo/GO – Jardim Ingá/GO;
  • Santo Ângelo/RS – Santa Rosa/RS;
  • Cruz Alta/RS – Santo Ângelo/RS.

A expectativa é que a recuperação desses segmentos amplie a conexão entre regiões produtoras, centros consumidores e os principais eixos da logística ferroviária brasileira.

B3 terá leilão de cinco terminais da Ferrovia Norte-Sul

Além dos trechos ferroviários, o governo também apresentou projetos para ampliar a infraestrutura de terminais logísticos.

Em 3 de dezembro de 2026, está previsto na B3 o leilão de cinco terminais integrados à Ferrovia Norte-Sul.

Dois dos empreendimentos serão destinados à movimentação de granéis agrícolas, enquanto outros três terão como foco os granéis líquidos. As áreas estão localizadas nos municípios de Palmeirante e Porto Nacional, no Tocantins.

Áreas para novos terminais terão oferta permanente

Além dos cinco terminais que serão leiloados, outras áreas destinadas à implantação e exploração de terminais logísticos ferroviários ao longo da Norte-Sul ficarão disponíveis em uma plataforma permanente da B3.

Os espaços foram selecionados considerando a possibilidade de integração da ferrovia com cadeias produtivas, centros de armazenagem e outros modais de transporte.

As áreas estão distribuídas por 12 pátios ferroviários localizados nos estados de Tocantins, Goiás e São Paulo.

A disponibilização desses espaços faz parte do novo marco regulatório para terminais, pátios e áreas de armazenagem, que estabelece regras para a exploração e utilização dessas estruturas ferroviárias.

Com o conjunto de medidas, o Ministério dos Transportes pretende ampliar o uso da malha existente, recuperar trechos atualmente sem operação e estimular investimentos privados na infraestrutura ferroviária e logística do Brasil.

FONTE: Ministério dos Transportes
TEXTO: Redação
IMAGEM: Jerônimo Gonzalez/MT

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Economia

Dólar cai 0,92% e Ibovespa dispara 3,20% em forte alta dos ativos brasileiros

O dólar comercial recuava 0,92% frente ao real nesta quarta-feira (2), cotado a R$ 5,10 às 12h27. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da B3, avançava 3,20%, aos 185.637 pontos.

O desempenho reforça o movimento positivo dos ativos brasileiros, em uma sessão marcada pelo maior apetite dos investidores por ações e pela atenção aos fatores externos e às perspectivas para a economia nacional.

Ibovespa amplia sequência de ganhos

A Bolsa brasileira acelerou a alta ao longo do pregão, depois de registrar valorização de 1,27% na terça-feira (1º), quando encerrou aos 179.676 pontos.

Com o resultado anterior, o Ibovespa chegou à décima sessão consecutiva de alta, em um movimento associado, entre outros fatores, à entrada de capital estrangeiro no mercado brasileiro e às expectativas relacionadas ao cenário eleitoral de 2026.

A forte valorização desta quarta-feira mantém o índice em trajetória positiva e aumenta a percepção de demanda por ativos domésticos.

Petróleo favorece ações da Petrobras

A alta do preço do petróleo também contribui para o desempenho das ações de empresas produtoras da commodity, entre elas a Petrobras.

O petróleo Brent permanece em níveis elevados em meio às tensões geopolíticas internacionais, cenário que tende a favorecer as companhias do setor. Ao mesmo tempo, a valorização da commodity aumenta a preocupação dos mercados com possíveis impactos sobre a inflação global.

Produção industrial perde ritmo

No ambiente doméstico, os investidores também analisam os indicadores de atividade econômica.

A produção industrial brasileira cresceu 0,2% em julho na comparação com junho. Na relação com julho de 2025, entretanto, houve retração de 0,5%.

O resultado aponta para uma perda de ritmo da indústria no começo do segundo semestre e entra no radar dos investidores na avaliação das perspectivas para a economia brasileira.

Dólar mantém trajetória de queda

O dólar frente ao real também acompanha o ambiente mais favorável aos ativos brasileiros.

Na sessão anterior, a moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,15, com queda de 0,47%. Nesta quarta-feira, a divisa mantém a trajetória de baixa e era negociada a R$ 5,10 no início da tarde.

A combinação de dólar em queda e Bolsa em alta sinaliza maior procura por ativos brasileiros durante o pregão.

O movimento ocorre mesmo diante de um cenário externo mais desafiador, marcado pela valorização do petróleo e pelas preocupações dos investidores com inflação e possíveis efeitos sobre as taxas de juros.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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Agricultura

Preços do milho sobem em Chicago com piora das lavouras nos EUA

Os preços do milho ganharam força na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira (25), com os contratos futuros registrando altas próximas de 2%. O movimento foi impulsionado principalmente pela deterioração das condições das lavouras nos Estados Unidos e pela revisão para baixo das expectativas para a produção norte-americana.

Segundo a Agrinvest, o milho futuro em Chicago alcançou a maior cotação dos últimos três anos, sustentado pela perspectiva de uma oferta menor nos EUA.

“As condições das lavouras continuam a piorar, com o milho e a soja agora abaixo da média dos últimos cinco anos”, afirmou Cole Raisbeck, corretor de commodities da Kluis Commodity Advisors, em declaração repercutida pelo site Successful Farming.

Milho em Chicago acumula alta de mais de 12% em agosto

O movimento de valorização ganhou intensidade após a redução das estimativas para a safra de milho dos Estados Unidos. Bruce Blythe, analista do Farm Futures, destaca que o contrato com vencimento em dezembro já acumula alta superior a 12% em relação às mínimas registradas em agosto.

A revisão das expectativas ocorreu principalmente após a visita técnica do Pro Farmer às áreas produtoras norte-americanas na semana passada. O levantamento contribuiu para aumentar as preocupações do mercado com o potencial da colheita de outono nos EUA.

Na CBOT, o contrato para setembro de 2026 fechou a US$ 5,00 por bushel, avanço de 9 pontos. O vencimento dezembro/26 terminou em US$ 5,23, com alta de 8 pontos.

Já o março/27 foi negociado a US$ 5,38, ganho de 8,25 pontos, enquanto o maio/27 encerrou a US$ 5,45, também com valorização de 8,25 pontos.

Na comparação com o fechamento da segunda-feira (24), os ganhos foram de:

  • Setembro/26: alta de 1,83%;
  • Dezembro/26: valorização de 1,55%;
  • Março/27: avanço de 1,56%;
  • Maio/27: alta de 1,54%.

B3 não acompanha avanço de Chicago

No mercado brasileiro, os futuros do milho na B3 tiveram comportamento diferente. A maior parte dos contratos encerrou o pregão com pequenas quedas, mesmo diante da recuperação dos preços em Chicago.

De acordo com a Agrinvest, a alta observada na CBOT não foi reproduzida na mesma proporção pela bolsa brasileira.

A consultoria avalia que o mercado doméstico continua encontrando sustentação no atraso da colheita em algumas regiões e na piora das condições das lavouras norte-americanas. Ao mesmo tempo, os preços da B3 permanecem em níveis historicamente elevados, o que reduz o espaço para uma valorização mais expressiva.

Na B3, os contratos terminaram o dia nos seguintes níveis:

  • Setembro/26: R$ 71,69, queda de 0,26%;
  • Janeiro/27: R$ 81,13, recuo de 0,27%;
  • Março/27: R$ 82,43, baixa de 0,08%;
  • Maio/27: R$ 80,79, alta de 0,37%.

Mercado físico do milho tem poucos negócios

No mercado físico de milho, as cotações permaneceram praticamente estáveis nesta terça-feira. O ritmo de comercialização também foi considerado fraco, com poucos negócios registrados.

Levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas apontou alta apenas em Sorriso (MT), enquanto a única queda identificada ocorreu no Porto de Santos (SP).

O cenário mantém o preço do milho no Brasil em movimento lateral, enquanto os agentes acompanham a evolução da colheita doméstica e, principalmente, os impactos das condições das lavouras dos Estados Unidos sobre a oferta global.

FONTE: Notícias Agrícolas
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Notícias Agrícolas

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Portos

Portos do Paraná realiza audiência pública para arrendamento da área PAR05

A Portos do Paraná realizou uma audiência pública para discutir o projeto de arrendamento portuário da área PAR05, localizada no Porto de Paranaguá. Com 29,8 mil metros quadrados, o espaço será destinado à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais.

A audiência faz parte da etapa preparatória para a elaboração do edital, conclusão dos estudos técnicos e posterior realização do leilão de arrendamento. O encontro também permitiu a apresentação do projeto, o recebimento de sugestões e o esclarecimento de dúvidas.

Projeto amplia estrutura do Porto de Paranaguá

Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, o PAR05 representa uma nova oportunidade de expansão da capacidade portuária e de atração de investimentos.

A sessão foi conduzida por Marcos Alfredo Bonoski, presidente da Comissão de Licitação de Áreas Portuárias (CLAP) e diretor administrativo e financeiro da Portos do Paraná.

Também participaram da audiência Bruna Pereira Veiga Nicolau, superintendente de governança da Portos do Paraná; Fernando Corrêa dos Santos, superintendente de projetos portuários e aquaviários da Infra S.A.; e Thilo Martin Zindel, coordenador de projetos portuários e aquaviários da empresa.

Consulta pública sobre o PAR05

A Consulta Pública do PAR05 recebeu contribuições até as 23h59 de 21 de agosto de 2026. Os interessados puderam apresentar sugestões para aperfeiçoar as minutas do edital de licitação, do futuro contrato de arrendamento, dos documentos técnicos e dos anexos.

As contribuições foram encaminhadas por meio do formulário disponibilizado pela Portos do Paraná.

Após o encerramento da consulta, as sugestões serão analisadas e respondidas. As propostas consideradas pertinentes poderão ser incorporadas aos documentos do projeto.

O processo ainda precisará passar pela análise do Tribunal de Contas da União (TCU) antes de avançar para o leilão público na B3.

Área será usada para exportação e importação de cereais

O PAR05 está situado na Avenida Portuária, em frente ao Palácio Dom Pedro II, e foi projetado para atender operações de exportação de grãos e importação de cereais.

Entre os produtos previstos para exportação estão soja, milho e farelo. Nas operações de importação, o terminal deverá receber produtos como malte, cevada e trigo.

A expectativa é que o empreendimento aumente a capacidade de armazenagem do Porto de Paranaguá e contribua para uma maior especialização das operações de importação.

Estruturas terão capacidade para mais de 190 mil toneladas

Uma das áreas do PAR05 possui 15,4 mil metros quadrados. Nela, está prevista a construção de uma estrutura para armazenagem de grãos com capacidade estática de 153 mil metros cúbicos, equivalente a aproximadamente 115 mil toneladas.

A capacidade dinâmica do sistema deverá chegar a cerca de 2,2 milhões de toneladas por ano.

A segunda área possui 14,39 mil metros quadrados e receberá um complexo de armazenagem destinado à importação de cereais. O projeto prevê oito silos metálicos com 20 metros de altura.

A capacidade estática será de 97,7 mil metros cúbicos, o equivalente a aproximadamente 78,2 mil toneladas.

Arrendamento prevê R$ 581 milhões em investimentos

O critério previsto para a licitação é o maior valor de outorga, com lance mínimo de R$ 1.

O vencedor do processo deverá realizar R$ 581 milhões em investimentos. Parte dos recursos será destinada à infraestrutura de uso comum do porto até o terceiro ano do contrato.

O prazo de exploração da área será de 35 anos.

Leilões já somam mais de R$ 5 bilhões em investimentos

Desde 2019, a Portos do Paraná realizou oito leilões de áreas portuárias, todos na B3. Os contratos firmados a partir dessas disputas representam mais de R$ 5 bilhões em investimentos na infraestrutura portuária.

O Porto de Paranaguá também se tornou o primeiro do país a ter 100% das áreas destinadas ao setor privado regularizadas.

Os contratos de arrendamento incluem ainda recursos para obras de infraestrutura. Entre os projetos estão R$ 1,2 bilhão para a primeira fase do Píer em “T”, R$ 570 milhões para a primeira etapa do Píer em “F” e R$ 290 milhões destinados ao Píer em “L”.

Além dos investimentos, os oito leilões já geraram R$ 1,18 bilhão em valores de outorga para a Portos do Paraná, recursos que também serão destinados à melhoria da infraestrutura portuária.

FONTE: Portal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portal Portuário

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Economia

Ibovespa tem pior semana desde maio e devolve quase toda a alta de 2026

O Ibovespa encerrou a semana com a maior queda desde maio, voltou ao menor patamar desde janeiro e praticamente apagou os ganhos acumulados em 2026. O movimento reforçou a piora do humor dos investidores em agosto, período tradicionalmente associado à volatilidade no mercado financeiro.

Bolsa perde força em agosto

O principal índice da B3 caiu 3,2% na semana e já acumula baixa de 6,2% em agosto. Com isso, terminou o período aos 166.934 pontos.

A diferença em relação ao pico registrado em abril mostra a dimensão da mudança no cenário. Em 14 de abril, o Ibovespa atingiu o recorde de 198.657 pontos e acumulava valorização de 23% no ano. Agora, a alta de 2026 foi reduzida a apenas 3,6%.

Foi a segunda semana consecutiva de perdas em agosto. Ao mesmo tempo, outros indicadores passaram a sinalizar maior aversão ao risco: houve continuidade da saída de capital estrangeiro da B3, o dólar avançou quase 3% e os juros futuros de longo prazo voltaram a subir.

Para Augusto Parente, especialista em investimentos e fundador da AW Capital, parte da correção está relacionada justamente ao movimento que levou a bolsa ao recorde.

Segundo ele, a entrada expressiva de recursos estrangeiros ajudou a impulsionar o índice até próximo dos 200 mil pontos. Com a valorização, porém, esses investidores passaram a aproveitar o momento para realizar lucros.

O ambiente doméstico também contribui para aumentar a cautela, especialmente diante da aproximação das eleições.

Investidores estrangeiros reduzem exposição

No auge da valorização em abril, os investidores estrangeiros acumulavam R$ 56,5 bilhões em entradas líquidas na B3. Desde então, mais de R$ 33 bilhões já deixaram o mercado, reduzindo o saldo positivo do ano para R$ 22,8 bilhões — uma queda de quase 60%.

Somente em agosto, as retiradas ultrapassaram R$ 13,5 bilhões.

O impacto é relevante porque os investidores estrangeiros concentram boa parte das posições em ações de maior liquidez. A redução dessas posições, portanto, tende a aumentar a pressão sobre os papéis com maior participação no Ibovespa.

Parente afirma que as vendas têm se concentrado principalmente nos setores financeiro e elétrico, justamente segmentos que haviam recebido forte demanda no início do ano.

Além do Brasil, o cenário internacional também disputa a preferência dos investidores. As bolsas americanas seguem atraindo recursos em meio ao entusiasmo com empresas ligadas à inteligência artificial e aos recordes recentes de Wall Street.

No mercado brasileiro, por outro lado, os juros elevados, as preocupações com o cenário fiscal e a proximidade da eleição presidencial aumentam as incertezas para os próximos meses.

A atenção não está apenas na disputa eleitoral, mas também nas possíveis medidas econômicas do próximo governo. Questões como gastos públicos, trajetória da dívida e equilíbrio das contas públicas voltam a influenciar as decisões dos investidores.

Um relatório recente do J.P. Morgan também destacou o histórico de desempenho negativo das ações brasileiras nos meses que antecedem eleições.

Maioria das ações fecha a semana no vermelho

A deterioração do ambiente se espalhou por grande parte da carteira do índice.

Das 78 ações que compõem o Ibovespa, 63 terminaram a semana em queda. No acumulado de 2026, 70 papéis apresentam perdas.

O movimento de aversão ao risco também apareceu no mercado de renda fixa, especialmente nos contratos de prazos mais longos.

Juros futuros sobem com dúvidas fiscais

Quando aumentam as incertezas relacionadas à política econômica e às contas públicas, os investidores tendem a exigir uma remuneração maior para financiar o governo por períodos mais longos.

Na sexta-feira, o contrato de DI para janeiro de 2028 passou de 13,93% para 14,07%. Já o vencimento de janeiro de 2031 avançou de 14,51% para 14,73%.

A alta dos contratos mais longos é particularmente relevante porque essa parte da curva de juros costuma refletir expectativas sobre a situação fiscal e econômica dos próximos anos.

O movimento ocorre em meio à discussão sobre os próximos passos do Banco Central e a possibilidade de redução da Selic em setembro.

Na reunião mais recente, o Copom não definiu antecipadamente sua decisão para o próximo encontro. O comitê manteve abertas as possibilidades de um novo corte ou de manutenção da taxa básica em 14%.

Mesmo após a divulgação da ata, que apontou riscos de alta para a inflação, o mercado ainda trabalhava com a possibilidade de uma redução de 0,25 ponto percentual.

Com a valorização do dólar, a elevação dos juros futuros e o aumento das incertezas domésticas, porém, as apostas começam a migrar gradualmente para um cenário de manutenção da Selic.

Dólar dispara e supera R$ 5,20

A pressão sobre os ativos brasileiros também atingiu o real.

O dólar à vista subiu 2,7% na semana e ultrapassou R$ 5,20, registrando a segunda maior valorização semanal da moeda americana em 2026.

A combinação de menor fluxo estrangeiro para a B3, preocupações fiscais e um ambiente internacional ainda marcado por juros elevados reduziu parte da força que o real vinha apresentando ao longo do ano.

É hora de comprar ações?

Com a forte correção da bolsa, investidores passam a avaliar se a queda representa uma oportunidade de entrada ou se ainda é necessário esperar por um cenário mais favorável.

Para Parente, o momento não significa necessariamente abandonar a renda variável, mas exige maior prudência.

“Eu sempre gosto de dizer que tem espaço para ter ações em carteira, porém, afirmo que o momento pede cautela. Ter liquidez para aproveitar os movimentos e as oportunidades pode ser um trunfo para os próximos meses”, afirma.

Agosto ainda tem duas semanas pela frente, mas o desempenho recente do mercado de ações brasileiro já transformou o mês em um período de forte atenção para os investidores.

FONTE: Valor Investe
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Money Times

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Economia

Dólar fecha em R$ 5,12 e Bolsa avança após desaceleração da inflação no Brasil

O dólar encerrou esta terça-feira (28) cotado a R$ 5,122, com alta de 0,20% frente ao fechamento anterior. O desempenho da moeda ocorreu em um dia marcado pela divulgação do IPCA-15, prévia da inflação oficial, que mostrou desaceleração dos preços e reforçou as expectativas de um novo corte na taxa Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

Na renda variável, o cenário foi positivo. O Ibovespa, principal índice da B3, manteve trajetória de alta ao longo do pregão e fechou valorizado em 0,58%, aos 176.352 pontos, depois de atingir a máxima intradiária de 178.538 pontos.

Inflação mais baixa fortalece expectativa de redução dos juros

O principal fator que movimentou os mercados foi o resultado do IPCA-15 de julho, que registrou alta de apenas 0,06%, abaixo das projeções do mercado financeiro. Com isso, a inflação acumulada em 12 meses desacelerou para 4,52%, embora ainda permaneça acima da meta estabelecida pelo Banco Central.

O indicador é o último dado relevante antes da reunião do Copom, marcada para os dias 4 e 5 de agosto, quando será definida a próxima decisão sobre a Selic. A leitura mais favorável da inflação elevou as apostas de uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros.

Queda do petróleo influencia câmbio e reduz apoio ao real

Outro fator que chamou a atenção dos investidores foi a forte queda do preço do petróleo no mercado internacional.

O barril do tipo Brent, referência global, recuou 4,41%, sendo negociado a US$ 82,08 para contratos de outubro. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, caiu 4,06%, fechando a US$ 79,26 por barril.

A desvalorização da commodity ocorreu em meio à redução das tensões geopolíticas após o governo dos Estados Unidos sinalizar avanço nas negociações com o Irã, embora tenha mantido a possibilidade de retomar ações militares caso as conversas não avancem.

Banco Central anuncia rolagem de swaps cambiais

O Banco Central informou que iniciará, a partir de 5 de agosto, leilões para a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em setembro.

Esse instrumento financeiro funciona como uma operação no mercado futuro que ajuda a reduzir oscilações cambiais, oferecendo proteção aos investidores e aumentando a liquidez em dólares.

Mercados internacionais acompanham balanços e setor de tecnologia

As bolsas asiáticas tiveram um dia de forte volatilidade. Na Coreia do Sul, o índice Kospi chegou a ter as negociações interrompidas após registrar forte queda, pressionado principalmente pelas ações das fabricantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix.

O setor global de tecnologia segue enfrentando incertezas diante do avanço de fabricantes chinesas de chips voltados à inteligência artificial, cenário que tem levado investidores a reverem expectativas para empresas do segmento.

Na Europa, os resultados financeiros de grandes companhias, como Mercedes-Benz, Barclays, Orange, Coca-Cola e Unilever, também influenciaram o desempenho dos mercados.

Temporada de balanços movimenta empresas na B3

A divulgação dos resultados corporativos também impactou as negociações na Bolsa brasileira.

A TIM Brasil informou lucro líquido ajustado de R$ 1,036 bilhão no segundo trimestre, crescimento de 6,1% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar do avanço nos resultados, as ações da operadora encerraram o dia em queda.

A Telefônica Brasil, controladora da marca Vivo, registrou lucro de R$ 1,6 bilhão, alta de 17% na comparação anual. O desempenho foi impulsionado pelo crescimento das receitas nos segmentos de telefonia móvel, fibra óptica, serviços digitais e soluções corporativas, mas os papéis também recuaram durante o pregão.

Já a Simpar apresentou receita líquida de R$ 11,3 bilhões no segundo trimestre, avanço de 8,8% em relação ao ano anterior. A holding de logística ainda reduziu sua alavancagem financeira ao menor nível desde sua abertura de capital, movimento que contribuiu para a valorização das ações.

Investidores aguardam decisão do Copom

Com a divulgação da prévia da inflação e o avanço da temporada de balanços, o mercado volta suas atenções para a próxima reunião do Copom, que poderá definir um novo ciclo de redução da taxa Selic. Até lá, indicadores econômicos, desempenho das commodities e o cenário internacional devem continuar influenciando o comportamento do dólar e da Bolsa de Valores.

FONTE: UOL
TEXTO: Redação
IMAGEM: O Antagonista

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Aeroportos

Leilão do Aeroporto do Galeão acontece em 30 de março com lance mínimo de R$ 932 milhões

O leilão do Aeroporto do Galeão está marcado para o dia 30 de março, às 15h, em uma iniciativa conduzida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em parceria com a B3. A sessão pública ocorrerá na sede da bolsa, em São Paulo, com transmissão ao vivo pela internet.

O processo envolve a chamada venda assistida do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antônio Carlos Jobim, um dos principais terminais aéreos do país.

Critério será maior oferta econômica

O certame terá como base a melhor proposta econômica, considerando a maior oferta de contribuição inicial. O valor mínimo estipulado para participação é de R$ 932 milhões.

Além disso, o vencedor deverá pagar à União uma contribuição variável de 20% do faturamento bruto anual da concessão, válida até o fim do contrato, previsto para 2039.

Aquisição inclui controle total da concessionária

De acordo com o edital, o leilão prevê a compra de 100% das ações da Concessionária Aeroporto Rio de Janeiro (CARJ), atual operadora do terminal.

A operação também marca a saída da Infraero, que hoje possui 49% de participação societária. O modelo foi estruturado após contribuições coletadas em consultas e audiências públicas realizadas ao longo de 2025.

Documentos e participação da imprensa

Os interessados podem acessar todos os documentos relacionados à concessão do Galeão no site oficial da Anac.

Jornalistas que desejarem acompanhar o leilão presencialmente devem realizar credenciamento prévio junto à B3. Também será possível assistir ao evento de forma online, garantindo maior transparência ao processo.

Expectativa para o setor aeroportuário

O leilão do Galeão é visto como um passo relevante para o fortalecimento do setor aeroportuário brasileiro, com potencial para atrair novos investimentos e melhorar a gestão de um dos principais hubs do país.

A expectativa é que o novo operador contribua para ampliar a eficiência, a qualidade dos serviços e a competitividade do aeroporto no cenário internacional.

  • Data: 30/3 (segunda-feira)  
  • Horário: 15h
  • Local: Rua Álvares Penteado, 218, Centro, São Paulo*  
  • Transmissão: https://www.youtube.com/live/7XZ5YTYlrdE 
    *A entrada para o leilão ocorrerá pela rua paralela (Rua Álvares Penteado, 218), pois a entrada principal está interditada.

FONTE: Anac
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CNN

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Economia

Dólar cai 0,15% e fecha em R$ 5,15 com incertezas sobre conflito no Irã

O dólar hoje encerrou a terça-feira praticamente estável, com leve recuo de 0,15%, fechando em R$ 5,1582. Durante a sessão, a moeda oscilou entre mínimas de R$ 5,1326 e máximas próximas de R$ 5,16, refletindo a reação do mercado a informações sobre o conflito no Irã. No acumulado do ano, a divisa registra queda de 6,03% frente ao real.

O dólar futuro para abril, mais negociado na B3, cedia 0,27%, cotado a R$ 5,1850 às 17h02. No dólar comercial, a cotação de compra e venda ficou em R$ 5,157.

Influência do conflito no Irã na cotação

O mercado reagiu às notícias de que o Irã poderia instalar minas no Estreito de Ormuz, passagem estratégica por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. Mais cedo, a expectativa de um possível desfecho rápido da guerra entre EUA e Irã, sinalizado pelo presidente Donald Trump, havia pressionado o dólar para baixo.

Trump afirmou, em conversas com parlamentares e entrevistas à mídia, que a guerra “será concluída muito rapidamente” e que poderia dialogar com o Irã. O otimismo reduziu os preços do petróleo para perto de US$ 83 o barril em Nova York e fortaleceu o Ibovespa, além de diminuir os prêmios na curva de Depósitos Interfinanceiros (DIs).

Dólar recupera força após alerta de minas

Na parte da tarde, a moeda voltou a subir após a CBS News divulgar que a inteligência americana identificou sinais de que o Irã estaria se preparando para instalar minas no Estreito de Ormuz. Em resposta, Trump exigiu que qualquer mina fosse removida sob risco de “consequências militares sem precedentes”, apesar de não haver confirmação de que elas já tenham sido colocadas.

O temor de escalada no conflito no estreito, crucial para o transporte global de petróleo e gás, fez com que o dólar praticamente zerasse suas perdas no Brasil e fortalecesse a moeda também no exterior. O petróleo se afastou das mínimas intradiárias, refletindo a volatilidade provocada pelas notícias internacionais.

Intervenção do Banco Central

O Banco Central do Brasil atuou no mercado vendendo 50 mil contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de abril, reforçando a liquidez e estabilizando a cotação da moeda.

FONTE: Infomoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Infomoney

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