Aeroportos

Motiva conclui venda de aeroportos para grupo mexicano ASUR por R$ 12,2 bilhões

A Motiva, antiga CCR, concluiu na segunda-feira (1º) a venda de sua plataforma aeroportuária para o grupo mexicano Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR). A operação, avaliada em R$ 12,211 bilhões, marca a saída definitiva da companhia brasileira do setor de aeroportos.

O negócio havia sido anunciado em novembro de 2025, inicialmente estimado em aproximadamente R$ 11,5 bilhões. O valor final foi atualizado após correções monetárias e ajustes de balanço.

Do montante total, R$ 5,187 bilhões correspondem ao valor das ações da CPC Holding, empresa que concentrava as participações da Motiva nos aeroportos. Outros R$ 7,024 bilhões estão relacionados às dívidas dos ativos transferidos.

A conclusão da transação ocorreu após a aprovação das autoridades de concorrência, credores e poderes concedentes envolvidos nos quatro países onde a operação estava presente: Brasil, Equador, Costa Rica e Curaçao.

Motiva concentra investimentos em rodovias e trilhos

A venda dos aeroportos faz parte da estratégia da Motiva de reduzir a participação em diferentes segmentos e direcionar recursos para rodovias e ferrovias, áreas consideradas estratégicas pela companhia e nas quais busca manter posição de liderança na América Latina.

Um dos principais objetivos da operação é fortalecer a estrutura financeira. Os recursos obtidos serão destinados à redução do endividamento da holding, enquanto a alavancagem consolidada da empresa deverá passar de 3,7 vezes para aproximadamente 3 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda.

Com uma estrutura de capital mais equilibrada, a Motiva pretende ampliar sua capacidade de participação em novos projetos de infraestrutura.

Companhia mira pipeline de R$ 170 bilhões

Após a saída do setor aeroportuário, a empresa passa a concentrar esforços em um pipeline estimado em R$ 170 bilhões em oportunidades para os próximos anos.

O portfólio inclui potenciais concessões de rodovias, trens e metrôs no Brasil. A estratégia já vinha sendo antecipada pelo mercado desde o início das discussões sobre a venda da plataforma aeroportuária.

Pelos termos finais da transação, os ativos foram negociados por um múltiplo de EV/Ebitda de 8,8 vezes, acima do múltiplo pelo qual a própria Motiva é negociada no mercado.

Segundo o CEO da companhia, Miguel Setas, a conclusão da venda aumenta a capacidade da empresa de direcionar investimentos para os segmentos nos quais possui maior especialização.

Transição operacional começa após o fechamento

Com a conclusão da venda, Motiva e ASUR iniciam uma etapa de transição para a transferência dos sistemas corporativos utilizados pela plataforma aeroportuária.

Durante esse período, o Centro de Serviços Compartilhados da Motiva continuará oferecendo suporte ao grupo mexicano em atividades de backoffice, como folha de pagamento, tecnologia da informação e suprimentos.

A medida busca garantir a continuidade das operações dos aeroportos durante a mudança de controle.

Os funcionários vinculados à plataforma aeroportuária também serão transferidos para a ASUR no dia seguinte ao fechamento da transação.

A partir do terceiro trimestre de 2026, os resultados financeiros desses ativos deixarão de ser consolidados pela Motiva. Até então, a operação vinha sendo registrada no balanço na categoria de ativos mantidos para venda.

Plataforma reúne 20 aeroportos

O negócio inclui uma carteira de 20 aeroportos, sendo 17 localizados no Brasil e outros três em países da região.

A operação movimenta aproximadamente 45 milhões de passageiros por ano e conta com mais de 200 rotas regulares. No mercado brasileiro, a plataforma é considerada a terceira maior operação aeroportuária e inclui ativos como os aeroportos de Curitiba, Belo Horizonte e Goiânia.

Nos 12 meses considerados como referência pela companhia, os aeroportos geraram receita líquida de R$ 2,96 bilhões e Ebitda de R$ 1,52 bilhão. A margem Ebitda ficou em 51%.

No mesmo período, a plataforma movimentou aproximadamente 524 mil toneladas de carga.

Com a aquisição, a ASUR amplia sua presença na América Latina e incorpora à sua operação uma carteira que representa cerca de 45 milhões de passageiros anuais.

FONTE: Exame
TEXTO: Redação
IMAGEM: Charles Trigueiro/Divulgação

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Aeroportos

Zurich Airport vende participação no Aeroporto de Belo Horizonte para grupo mexicano

A Zurich Airport fechou um acordo para vender sua participação indireta de 12,75% no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte (CNF) para a Aeropuerto de Cancún, empresa controlada pelo grupo mexicano Aeroportuario del Sureste (ASUR).

A operação faz parte da estratégia da companhia suíça de reorganizar seus investimentos internacionais e priorizar ativos nos quais tenha participação majoritária e responsabilidade pela operação.

Venda pode gerar ganho de CHF 17 milhões

Com a conclusão da transação, a Zurich Airport estima obter um ganho líquido não recorrente de aproximadamente 17 milhões de francos suíços (CHF).

O negócio, entretanto, ainda depende do cumprimento das condições previstas para o fechamento, incluindo a obtenção das aprovações regulatórias necessárias.

A expectativa da empresa é concluir a operação nos próximos meses, após o cumprimento das etapas previstas no acordo.

Zurich Airport investe em Confins desde 2013

A companhia suíça passou a participar do projeto do Aeroporto de Confins em 2013, quando ingressou como investidora minoritária.

A operação do terminal é realizada pela Concessionária do Aeroporto Internacional de Confins S.A., responsável pela concessão de 30 anos obtida naquele mesmo ano.

Desde então, a Zurich Airport mantém uma participação minoritária indireta de 12,75% no aeroporto mineiro.

Aeroporto de Belo Horizonte movimentou 13,3 milhões de passageiros

O terminal de Confins tem papel relevante na movimentação aérea de Minas Gerais. Em 2025, o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte registrou aproximadamente 13,3 milhões de passageiros.

Com a venda, a participação da Zurich Airport no empreendimento será transferida para a Aeropuerto de Cancún, subsidiária do grupo mexicano ASUR.

A operação reforça a estratégia da empresa suíça de concentrar sua atuação internacional em aeroportos nos quais possa exercer maior controle sobre a gestão e as atividades operacionais.

FONTE: Passageiro de Primeira
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Passageiro de Primeira

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Informação

Brasil e México ampliam diálogo sobre o setor aeroportuário

Representantes do Brasil e do México discutiram nesta quinta-feira (20), em Brasília, novas possibilidades de cooperação no setor aeroportuário. O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, recebeu o embaixador mexicano no Brasil, Carlos García, e integrantes do Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR).

O encontro também contou com a presença do diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tiago Faierstein. A reunião marcou a primeira visita oficial de representantes da ASUR ao ministro.

ASUR avança na entrada no mercado brasileiro

O grupo mexicano possui operações internacionais e administra 17 aeroportos no México, na Colômbia e em Porto Rico. No Brasil, a empresa está em processo de transferência do controle da plataforma aeroportuária da Motiva, que reúne 17 aeroportos distribuídos por Paraná, Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Maranhão, Tocantins, Pernambuco e Piauí.

A conclusão da operação representa a chegada de um novo operador internacional ao mercado aeroportuário brasileiro.

Durante a reunião, Tomé Franca destacou os 15 anos do início das concessões aeroportuárias no país e ressaltou o papel dos investimentos privados na expansão da infraestrutura.

“Investir em aeroportos no país é um bom negócio, e temos trabalhado para que esse ambiente seja cada vez mais favorável, de forma a atrair novos investidores e ampliar os investimentos no setor”, afirmou o ministro.

México vê aproximação como projeto de longo prazo

O embaixador Carlos García destacou a importância estratégica da aproximação entre os dois países. Segundo ele, a iniciativa deve ser tratada como uma ação de longo prazo e não apenas como uma agenda de governo.

A declaração ocorreu em meio ao processo de expansão da participação mexicana no mercado de aviação brasileiro.

Atuação da ASUR no exterior

A ASUR administra nove aeroportos no México, incluindo o Aeroporto Internacional de Cancún. O grupo também possui operações em seis aeroportos colombianos e no Aeroporto Internacional Luis Muñoz Marín, localizado em San Juan, Porto Rico.

No Brasil, a transferência de controle depende do cumprimento das regras estabelecidas nos contratos de concessão e da análise dos órgãos responsáveis.

Em junho, a diretoria colegiada da Anac aprovou, por unanimidade, a anuência prévia para a operação. A decisão ocorreu após a avaliação dos requisitos jurídicos, técnicos e fiscais aplicáveis ao processo.

Segundo a agência reguladora, a mudança de controle para a ASUR não prejudica a continuidade, a regularidade ou a qualidade dos serviços previstos nos contratos de concessão.

Brasil e México ampliam conexões aéreas

A reunião ocorre em um cenário de fortalecimento das relações entre Brasil e México no transporte aéreo internacional. Os dois países possuem conexões regulares e registraram, ao longo do último ano, a movimentação de aproximadamente 346 mil passageiros, conforme dados da Anac.

Além do ministro Tomé Franca, do embaixador Carlos García e do presidente da Anac, participaram do encontro representantes da ASUR, entre eles o CEO Adolfo Castro Rivas, o primeiro secretário Andrés Dario Galván e o representante da empresa no Brasil, José Martinez.

Também estiveram presentes o secretário de Aviação Civil, Daniel Longo, e demais integrantes das equipes envolvidas na agenda.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Eduardo Oliveira/MPor

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Aeroportos

Aeroporto de Navegantes é vendido: grupo mexicano compra operações da Motiva

O Aeroporto de Navegantes passará ao controle do grupo mexicano Aeropuerto de Cancún, que fechou a compra das operações da Motiva (antiga CCR) por R$ 11,5 bilhões. O negócio abrange 20 terminais, sendo 17 no Brasil e três no exterior.

O pacote inclui R$ 5 bilhões pelo valor das ações da Motiva e outros R$ 6,5 bilhões em dívidas que serão assumidas pela compradora. A Motiva confirmou a transação em comunicado aos acionistas.

Expansão internacional e presença no Brasil

A Aeropuerto de Cancún, subsidiária do grupo Aeroportuario del Sureste (Asur), já administra nove aeroportos no México e sete na América Latina. A empresa afirmou que pretende intensificar a presença no mercado brasileiro e fortalecer relações econômicas com o país.

A Motiva, responsável pelos terminais de Navegantes e Joinville em Santa Catarina, vinha negociando a venda desde o início do ano.

Aprovação regulatória e continuidade das operações

O fechamento do acordo ainda depende de ajustes financeiros e de autorização de autoridades setoriais, como a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A conclusão é esperada para 2026. Até lá, a Motiva segue à frente da administração dos aeroportos, mantendo equipes, contratos e as exigências das concessões vigentes.

A empresa informou que, após a venda, concentrará esforços em concessões rodoviárias e ferroviárias, seguindo seu plano estratégico de simplificação de portfólio e investimentos direcionados.

Consultorias envolvidas no negócio

A venda contou com assessoria financeira dos bancos Lazard e Itaú BBA, além de consultoria jurídica do escritório Pinheiro Neto Advogados. A Motiva garantiu que seguirá atualizando o mercado sobre o andamento da transação.

Governo destaca impacto para a aviação brasileira

A compra foi anunciada ao ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que classificou a operação como a maior transação aeroportuária em curso no mundo. Ele afirmou que o investimento reforça a confiança no crescimento da aviação no Brasil e pode impulsionar a ampliação de voos entre os dois países.

De janeiro a setembro deste ano, foram registrados 1375 voos entre Brasil e México, aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O fluxo de passageiros cresceu 15,4%, somando 253 mil viajantes.

Segundo o ministro, a posição estratégica de Brasil e México permite que ambos se consolidem como hubs aeroportuários na América Latina, conectando Estados Unidos e países sul-americanos e ampliando oportunidades de negócios.

Aeroportos incluídos na venda

Brasil:
Aeroporto Internacional de Belo Horizonte – Confins (MG)
Aeroporto da Pampulha – Belo Horizonte (MG)
Aeroporto Internacional de Curitiba – São José dos Pinhais (PR)
Aeroporto de Bacacheri – Curitiba (PR)
Aeroporto de Londrina – Londrina (PR)
Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu – Foz do Iguaçu (PR)
Aeroporto Internacional de Navegantes – Navegantes (SC)
Aeroporto de Joinville – Joinville (SC)
Aeroporto Internacional de Pelotas – Pelotas (RS)
Aeroporto Internacional de Uruguaiana – Uruguaiana (RS)
Aeroporto Internacional de Bagé – Bagé (RS)
Aeroporto Internacional de Goiânia – Goiânia (GO)
Aeroporto de Palmas – Palmas (TO)
Aeroporto de Teresina – Teresina (PI)
Aeroporto Internacional de São Luís – São Luís (MA)
Aeroporto de Imperatriz – Imperatriz (MA)
Aeroporto Internacional de Petrolina – Petrolina (PE)

Exterior:
Aeroporto Internacional Juan Santamaría – San José (Costa Rica)
Aeroporto Internacional Mariscal Sucre – Quito (Equador)
Aeroporto Internacional de Curaçao – Willemstad (Curaçao)

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: João Batista

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Aeroportos

Aeroportos de Joinville e Navegantes passam para controle do grupo mexicano ASUR em negócio de R$ 5 bilhões

Os aeroportos de Joinville e Navegantes terão novo controlador após a Motiva — antiga CCR — anunciar a venda de todas as suas operações aeroportuárias no Brasil ao grupo mexicano Aeroportuario del Sureste (ASUR). O acordo, avaliado em R$ 5 bilhões, inclui os 17 aeroportos administrados pela companhia em nove estados, entre eles Confins (MG) e São Luís (MA).

Segundo a Motiva, a operação está alinhada ao seu Plano Estratégico, que busca destravar valor, simplificar o portfólio e permitir foco em crescimento “rentável e seletivo” nos segmentos de rodovias pedagiadas e ferrovias, áreas nas quais a empresa seguirá atuando mesmo após a venda da subsidiária aeroportuária CPC.

ASUR expande presença e se aproxima da liderança nas Américas

A compradora, o grupo ASUR, já controla 16 aeroportos nas Américas, incluindo o Aeroporto de Cancún, no México, e o Aeroporto Internacional de Medellín, na Colômbia. Com a aquisição do portfólio da Motiva — responsável por mais de 45 milhões de passageiros por ano —, a companhia deve fortalecer sua posição entre as maiores operadoras aeroportuárias do continente. Em 2024, a ASUR registrou 71 milhões de passageiros.

Governo vê transação como sinal de confiança no Brasil

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o investimento bilionário de uma operadora internacional demonstra confiança no potencial de crescimento da aviação brasileira.

“A chegada de um player mexicano amplia as relações comerciais entre Brasil e México e fortalece o turismo de negócios e lazer entre os dois países. Estamos falando da maior transação aeroportuária em curso no mundo”, afirmou o ministro.

Ele também destacou que a operação deve estimular a ampliação de voos internacionais e impulsionar o turismo entre os dois países.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Eduardo Valente, GOVSC, Divulgação

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Aeroportos

Aquisição da Motiva no Brasil: grupo mexicano compra operação de 17 aeroportos

O Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR), por meio da subsidiária Aeropuerto de Cancún, anunciou a compra da operação da Motiva (antiga CCR) no Brasil. O acordo, comunicado ao ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, envolve 17 aeroportos distribuídos em nove estados brasileiros, incluindo os terminais de Confins (MG) e São Luís (MA). A transação, avaliada em R$ 5 bilhões, também contempla ativos em outros países da América Latina.

Reconhecido pela ampla experiência em gestão aeroportuária, o grupo mexicano já administra nove aeroportos no México e outros sete em diferentes países latino-americanos.

Ministro destaca confiança no mercado brasileiro
Ao comentar a negociação, Silvio Costa Filho afirmou que a entrada de um operador internacional reforça os laços comerciais entre Brasil e México e fortalece o turismo de lazer e negócios. Para ele, a compra representa “a maior transação aeroportuária em curso no mundo” e demonstra a confiança no crescimento da aviação brasileira.

O ministro lembrou ainda que a pasta trabalha para ampliar novas concessões e que o setor vive o maior ciclo de investimentos da história recente. Nos últimos dois anos e meio do governo Lula, cerca de 30 milhões de passageiros foram incorporados ao transporte aéreo nacional, impulsionados pela expansão econômica e pelo turismo no país.

Brasil e México podem se tornar hubs estratégicos
Durante o anúncio, o ministro ressaltou o potencial de aumento no número de voos entre os dois países. Pela localização geográfica — o Brasil ao sul e o México ao norte da América Latina — ambos podem funcionar como hubs aeroportuários, conectando Estados Unidos, América do Sul e outros destinos internacionais.

Setor aeroportuário ganha novo dinamismo
A chegada de um novo operador estrangeiro traz mais diversidade ao setor no Brasil. Segundo o ministro, a aquisição evidencia a atratividade do mercado de transporte aéreo, valorizando ativos nacionais e abrindo espaço para novos negócios em outros aeroportos.

Entre janeiro e setembro deste ano, foram registrados 1.375 voos entre Brasil e México, alta de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O fluxo de passageiros também cresceu: 253 mil viajantes, aumento de 15,4%.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Aeroporto Confins/Divulgação

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