Internacional

Argentina projeta exportação de 2 milhões de toneladas de milho em setembro, aponta line-up

O line-up argentino de milho, que detalha a programação de embarques do grão, projeta a exportação de 2,045 milhões de toneladas em setembro, de acordo com levantamento realizado por Safras & Mercado.

Volume já embarcado e expectativa para o mês
Do total previsto para o mês, 1,2 milhão de toneladas já foram embarcadas, enquanto 844,978 mil toneladas permanecem projetadas para futuras exportações.

Projeção acumulada para 2025/26
No período de março de 2025 a fevereiro de 2026, o line-up registra um acumulado preliminar de 21,261 milhões de toneladas de milho programadas para exportação, refletindo a robusta presença da Argentina no mercado internacional de grãos.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Comércio Exterior

Argentina suspende imposto de exportação sobre grãos até 31 de outubro

O governo da Argentina anunciou, nesta segunda-feira (22), que zerou as retenciones (imposto de exportação) para os grãos e derivados até o dia 31 de outubro. A medida foi informada pelo porta-voz da presidência, Manuel Adorni e visa “gerar uma maior oferta de dólares durante este período”.

A decisão afeta o comércio de soja, milho, trigo e girassol.

“A velha política busca gerar incerteza para boicotar o programa do governo. Com isso, pune o povo argentino: não permitiremos isso”, escreveu Ardoni na rede social X.

A expectativa oficial é que o setor agrícola acelere as vendas externas, o que se traduzirá em uma maior entrada de dólares no Banco Central, que está sob pressão há semanas devido à falta de reservas.

Em julho, o presidente argentino Javier Milei já havia reduzido o imposto sobre as exportações de carne bovina e de frango de 6,75% para 5%. Para o milho e o sorgo, a taxa foi de 12% para 9,3%. No caso do girassol, as retenciones passaram de 7,5% e 5% para, respectivamente, 5,5% e 4%. Já a soja, principal produto de exportação da Argentina, a alíquota foi reduzida de 33% para 26% e os subprodutos, de 31% para 24,5%.

Fonte: Globo Rural

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Internacional

Rota Bioceânica: Argentina vira entrave para corredor rumo ao Pacífico

O trecho argentino da Rota Bioceânica, corredor que pretende abrir um novo caminho para as exportações brasileiras pelo Oceano Pacífico, enfrenta significativos desafios em sua implementação.

O percurso de aproximadamente 700 quilômetros que atravessa o território argentino apresenta as maiores dificuldades entre os quatro países participantes do projeto.

Um estudo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) identificou 11 problemas críticos na região fronteiriça, incluindo a ausência de condições mínimas para o transporte seguro de cargas e deficiências na infraestrutura de acesso

A situação é agravada pela existência de 26 quilômetros de estrada não pavimentada logo após a fronteira, sem perspectivas imediatas de obras.

Potencial do lítio

A região atravessada pela rota inclui o chamado Triângulo do Lítio, formado por Argentina, Chile e Bolívia, que concentra quase metade das reservas mundiais do mineral, totalizando 57 milhões de toneladas.

O lítio é componente essencial na fabricação de baterias para veículos elétricos e dispositivos eletrônicos, sendo objeto de disputa geoeconômica entre Estados Unidos e China.

Em Susques, povoado argentino localizado a 4 mil metros de altitude próximo à fronteira com o Chile, a empresa Excer, que conta com capital chinês, mantém uma planta industrial com potencial para produzir 40 mil toneladas anuais de carbonato de lítio para baterias.

Desafios burocráticos

A integração aduaneira representa um dos principais entraves para o sucesso do projeto. Os relatos coletados durante a viagem apontam dificuldades na circulação de cargas e mercadorias devido ao número reduzido de funcionários e horários restritos de funcionamento nas alfândegas.

O professor Alejandro Safarov, integrante de uma rede acadêmica que estuda a rota, indica que o projeto nunca despertou interesse significativo dos agentes econômicos de Buenos Aires, que tradicionalmente priorizam investimentos no porto da capital argentina.

A concentração de 40% da população e 80% das exportações na região de Buenos Aires, Córdoba e Santa Fe contribui para essa resistência à descentralização logística.

Fonte: CNN Brasil

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Internacional

Argentina anuncia mecanismo para diminuir filas nas fronteiras

De acordo com a Direção Nacional de Migrações, medida permitirá reduzir a demora em locais como a aduana de Puerto Iguazú.

A Direção Nacional de Migrações (DNM) da Argentina publicou em Diário Oficial, na última quarta-feira (10), a Portaria (Disposición) n.º 1.399/2025. O documento estabelece mecanismos para reduzir as filas nos pontos de entrada e saída do país.

De acordo com a DNM, a normativa dispõe sobre a instalação de terminais de autenticação biométrica (TABs) nas aduanas das fronteiras da Argentina. Tais terminais contarão com sistema de reconhecimento facial e registro de impressões digitais.

Embora ainda não confirmado, locais com grande circulação de viajantes internacionais, como a cabeceira da Ponte Tancredo Neves em Puerto Iguazú, estão entre os pontos prioritários para a implantação da tecnologia.

Além disso, os primeiros equipamentos estarão destinados, exclusivamente, à modalidade de tráfego vicinal fronteiriço (TVF). O TVF permite que turistas circulem por cidades nas áreas limítrofes da Argentina, para estadas geralmente inferiores a 24 horas.

“Atualmente, existem inovações tecnológicas aplicáveis aos fins de robustecer as intervenções dos organismos de controle”, cita a justificativa da portaria. “A incorporação destas tecnologias permitirá uma gestão mais eficiente e segura.”

Assim, o governo da Argentina não abriria mão do controle da documentação de quem entra ou sai do país, mas proporcionaria um trânsito mais ágil. Não há, contudo, previsão de data para que o sistema comece a funcionar na aduana de Puerto Iguazú.

Nos períodos de alta temporada do turismo, a espera para passar pela cabeceira argentina da Ponte Tancredo Neves pode chegar a quatro horas.

Tal situação, que segue sem solução ao longo dos anos, é alvo de queixas constantes de moradores e representantes do turismo de ambos os lados da fronteira.

Fonte: H2 Foz

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Comércio Exterior, Negócios

22 empresas embarcam para missão comercial do Franchising Brasil na Argentina

A delegação irá participar de workshops, de visitas técnicas e da 30ª Expo Franquicias Argentina 2025 em Buenos Aires

Dos dias 9 a 12 de setembro, 22 marcas de franquias brasileiras estarão em Buenos Aires, Argentina, para uma missão comercial. Essa é uma iniciativa do programa Franchising Brasil, uma parceria entre a Associação Brasileira de Franchising (ABF) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), focado na internacionalização de empresas brasileiras do setor de franquias. 

A agenda inclui imersão no mercado de franquias argentino por meio de workshops, visitas técnicas a stakeholders do setor e dois dias de participação na Expo Franquicias 2025. Conta também com o apoio da Embaixada do Brasil, órgãos do governo local e da Associação Argentina de Marcas e Franquias (AAMF).

A missão tem como objetivo expandir o intercâmbio comercial entre os países e reforçar a atuação das marcas brasileiras no mercado internacional. Dentre as 22 franquias que farão parte da delegação, estão: Aramis, Bateras Beat, Bee Delivery, Buddha Spa, Casa do Construtor, Corpo Bueno, Doutor Sofá, Fast4You, Global Franchise, HGM, Ital’in House, Lavateria, Lave & Pegue, Maria Pitanga, Mercadão dos Óculos, New Shoes, Popcorn Gourmet, Rede Vistorias, Space Hunters, Urban Performance, VC.autor e Yungas.

Na agenda do primeiro dia, os participantes se reunirão para um Workshop de Soft Landing na Embaixada do Brasil na Argentina. A partir de conversas e apresentações com advogados, consultores e franqueados locais, o encontro visa capacitar os empresários brasileiros para sua expansão internacional, com foco no mercado argentino. Para finalizar o dia, será realizado um coquetel de boas-vindas da AAMF, evento de networking que reunirá empresários de diversos países e servirá como preparação para os dois dias de feira.

No segundo dia, os participantes terão a oportunidade de visitar a Café Martínez, uma das mais tradicionais redes de cafeterias argentinas; a Arredo, uma rede argentina de casa e decoração; e o Shopping Alto Palermo, um dos shoppings mais emblemáticos de Buenos Aires. O objetivo desta etapa é compreender os desafios enfrentados pelos franqueadores, as adaptações realizadas pelos franqueados e as especificações técnicas exigidas pelos centros comerciais na Argentina.

No terceiro e no quarto dia, os representantes das marcas participarão da Expo Franquicias Argentina 2025, no espaço para eventos La Rural, no pavilhão Ocre. A feira reúne, anualmente, marcas locais e internacionais, consultores, fornecedores e potenciais investidores. O evento já realizou 29 edições de sucesso, consolidando-se como a maior vitrine de negócios de franquias na Argentina.

O Franchising Brasil terá um estande no qual oito empresas terão a oportunidade de ser expositoras, representar suas marcas e fazer reuniões. As empresas visitantes terão uma abertura maior para conhecerem os demais estandes e estabelecer novos contatos.

Bruno Amado, gerente executivo do Franchising Brasil e de Projetos Internacionais da ABF, explica que a participação de marcas brasileiras no evento reforça o compromisso de conectar o franchising brasileiro a novos mercados estratégicos. “A Argentina é um parceiro comercial de grande relevância para o Brasil, e essa missão abre portas para que nossas marcas conheçam de perto o ecossistema local, construam relacionamentos e identifiquem oportunidades de expansão”, afirma. “Essa troca de experiências fortalece não só as empresas participantes, mas também todo o setor de franquias brasileiro”, conclui.

Fonte: Franchising Brasil

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Comércio

Argentina: Revogam tarifas de referência para transporte de cargas

O Ministério da Economia da Argentina, por meio da Secretaria de Transporte, revogou as resoluções que estabeleciam as tarifas de referência para o transporte rodoviário de cargas de cereais, oleaginosas e derivados, no marco de um processo de desregulamentação e simplificação administrativa.

A Resolução 48/2025, publicada no Boletim Oficial, anulou a norma vigente desde 2016 que fixava valores orientativos definidos em mesas de negociação entre transportadores e produtores agropecuários.

A pasta, chefiada por Luis Octavio Pierrini, considerou que essas referências haviam gerado “diversas interpretações sobre sua aplicação” e que era necessário “eliminar barreiras regulatórias que atentem contra a liberdade econômica”.

A medida foi tomada após várias entidades, entre elas a Federação Argentina de Entidades Empresariais do Transporte Rodoviário de Cargas (Fadeeac), a Federação Argentina de Entidades de Transporte e Logística (Faetyl) e a Sociedade Rural Argentina (SRA), anunciarem sua retirada das mesas de negociação.

Essas entidades argumentaram que a política tarifária deveria ser regida pela livre negociação entre as partes, sem intervenção estatal, exceto em casos de condutas anticompetitivas comprovadas.

Paralelamente, transportadores e contratantes de carga assinaram, em março, um acordo com um novo quadro tarifário de alcance nacional que substitui as antigas referências oficiais.

A resolução também determinou a notificação às câmaras empresariais do transporte, às entidades agropecuárias e a órgãos como a Comissão Nacional de Regulação do Transporte (CNRT) e a Agência de Arrecadação e Controle da Argentina (ARCA).

Fonte: Portal Portuario

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Importação

PMEs da Argentina sofrem pressão recorde de importações

Um novo relatório do Observatório das PMEs (OP)revela que as pequenas e médias empresas industriais da Argentina enfrentam uma pressão sem precedentes das importações, o que agrava a queda de empregos em um cenário de recessão.

O estudo, baseado em uma pesquisa com 500 Pequenas e Médias Empresas de manufatura e TI, reflete a difícil situação do setor no 2º trimestre de 2025.

Recessão e queda de confiança

A recessão na indústria transformadora é evidente. O relatório aponta que 70% das empresas estão com a produção estável ou em declínio, e a fraca demanda é a principal preocupação para 68% delas.

Para reverter a situação, as PMEs priorizam políticas de proteção contra concorrência desleal (42%), reformas no mercado de trabalho (49%), estabilidade macroeconômica (50%) e desoneração fiscal (59%).

Custo de produção e pressão de preços

As tensões sobre preços e custos se intensificam. Enquanto 74% das empresas reportaram aumento nos custos, apenas 35% conseguiram repassar esse valor para seus produtos. Isso tem levado as empresas a adotar estratégias defensivas, incluindo cortes de pessoal e o aumento do uso de componentes importados.

Pressão das importações em níveis históricos

A ameaça das importações atingiu níveis recordes: 45% das PMEs sentem a concorrência direta, e 33% já perderam participação de mercado. A China é apontada como a principal fonte dessa ameaça por 73% das empresas afetadas. No setor de madeira e móveis, 16% das empresas já substituíram insumos por produtos importados. O relatório do OP afirma que a situação é agravada pelo “descumprimento regulatório e contrabando”.

Emprego: Variável de ajuste

A queda no nível de atividade e a forte pressão das importações fizeram com que o emprego se tornasse uma variável de ajuste, revertendo a tendência histórica do setor. A queda de 4,7% no emprego industrial acumulou nove trimestres de declínio. No segmento de madeira e móveis, 17% das empresas relataram redução na folha de pagamento no último trimestre.

Fonte: Móveis de Valor

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Negócios

ARGE11: conheça o primeiro ETF local de empresas argentinas

O investidor brasileiro interessado em diversificar sua carteira com exposição internacional tem mais uma opção a partir de hoje: o ARGE11, primeiro fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) listado na B3 que replica o desempenho de ações de empresas da Argentina listadas em Nova York.

O veículo de investimento foi lançado pela Investo, empresa do grupo VanEck e gestora especializada em ETFs. O fundo possui taxa de administração de 0,75% ao ano e abrange setores como energia, finanças, bens industriais e comunicações.

“O ARGE11 oferece uma forma eficiente de acessar o mercado da Argentina, além de contar com a liquidez e a transparência regulatória norte-americanas”, afirma Cauê Mançanares, CEO da Investo.

Segundo a gestora, o ETF pode capturar os frutos positivos da recuperação do país, em especial de companhias exportadoras, favorecidas pela melhora da competitividade do peso argentino em relação ao dólar.

O que é o ARGE11?

Por ser um ETF, o ARGE11 precisa ter um índice de referência. No caso, será o MarketVector US Listed Argentina Index, indicador que reúne 15 American Depositary Receipts (ADRs) de companhias argentinas listadas em Wall Street.

Essas empresas, em conjunto, têm valor de mercado de aproximadamente US$ 49,2 bilhões. Desde janeiro de 2023, o índice MarketVector US Listed Argentina acumula valorização acima de 180% em reais.

Quais empresas argentinas compõem o índice?

A petroleira YPF possui o maior peso dentro do MarketVector US Listed Argentina Index, respondendo por 19,79%. Em seguida, estão o grupo financeiro Galícia (17,65%), a holding elétrica Pampa Energia (12,67%), a mineradora Ternium (10,98%) e o Banco Macro (8,00%).

Fonte: InvesTalk

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Aeroportos

Florianópolis ganha voos internacionais inéditos para Argentina

A empresa aérea Aerolíneas Argentinas vai operar duas novas rotas para a capital catarinense

A concessionária Zurich Airport Brasil informa que o Aeroporto Internacional Hercílio Luz, de Florianópolis (SC), está ganhando reforço em sua malha área internacional, pois a empresa aérea Aerolíneas Argentinas anunciou que vai operar duas novas rotas para a capital catarinense.

As ligações serão com Tucumán e Salta, ambas cidades na Argentina, e ocorrerão durante a próxima temporada de verão. Os voos começarão em 1º de janeiro de 2026 e seguirão até 6 de abril de 2026. As passagens já estão à venda no site da Aerolíneas Argentinas.

A frequência será de duas partidas semanais para cada destino, realizadas com aeronaves Boeing 737-800, com capacidade para 170 passageiros. O tempo de voo é de aproximadamente duas horas.

Localizadas no norte da Argentina, as cidades se destacam pela preservação da cultura, história e pelas paisagens exuberantes entre montanhas e vales. Salta encanta com seu charme colonial e paisagens andinas. Já Tucumán é famosa por ser o berço da independência argentina.

Com as duas novas rotas, o Aeroporto Internacional de Florianópolis vai oferecer voos diretos para 11 destinos na temporada de verão 2025/26. São eles: Lisboa (Portugal), Cidade do Panamá (Panamá), Lima (Peru), Santiago (Chile), Buenos Aires, Córdoba, Rosário, Tucumán e Salta (Argentina), Montevidéu (Uruguai) e Assunção (Paraguai).

Fonte: Modais em Foco

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Importação, Mercado Internacional

China suspende importação de produtos avícolas da Argentina, cinco meses após retirar proibição

O aviso sobre a suspensão não indicou o motivo da medida ou por quanto tempo a suspensão poderia permanecer em vigor

A China suspendeu as importações de produtos avícolas da Argentina a partir de 20 de agosto, apenas cinco meses depois de retirar uma proibição de dois anos.

O aviso sobre a suspensão, que foi publicado em um site da alfândega, não indicou o motivo da medida ou por quanto tempo a suspensão poderia permanecer em vigor.

As autoridades alfandegárias não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

Pequim também proibiu as importações de aves e produtos relacionados de seu maior fornecedor, o Brasil, desde maio, e as importações da Espanha neste mês, com as autoridades observando surtos de gripe aviária em ambos os países.

O embargo de dois anos às aves argentinas ocorreu após a detecção da gripe aviária altamente patogênica (HPAI) nas aves comerciais do país.

“Essa decisão pode ajudar a sustentar os preços de alguns produtos avícolas, já que a China restringiu as importações de alguns dos principais fornecedores”, disse Pan Chenjun, analista sênior de proteína animal do Rabobank em Hong Kong.

“No entanto, seu impacto geral (sobre os preços) é provavelmente limitado devido ao atual excedente de carne de aves da China e às contínuas dificuldades financeiras do setor.”

A China importa principalmente produtos avícolas, como pés de frango, asas de frango e pedaços de frango com osso.

As importações de carne de aves da China de janeiro a julho totalizaram 226.013 toneladas, uma queda de 2% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da alfândega.

Fonte: Brasil 247

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