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Aeroporto de Brasília e dez terminais regionais: projeto de R$ 2,06 bilhões é apresentado a investidores

O projeto de repactuação da concessão do Aeroporto Internacional de Brasília e a inclusão de dez aeroportos regionais foram apresentados a potenciais investidores durante um roadshow realizado na segunda-feira (19) e na terça-feira (20). Os encontros tiveram como objetivo detalhar as condições do processo competitivo e esclarecer dúvidas dos interessados.

A iniciativa foi organizada pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pela Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (Seppi), vinculada à Casa Civil.

As reuniões presenciais ocorreram na segunda-feira, na sede da Anac, em São Paulo. No dia seguinte, a programação foi realizada virtualmente, permitindo a continuidade das discussões com representantes do setor público e possíveis participantes do processo.

Leilão do Aeroporto de Brasília tem calendário definido

O processo de repactuação segue as etapas previstas no edital. Os interessados podem enviar pedidos de esclarecimento até as 18h da sexta-feira (23).

A apresentação das propostas, acompanhadas das respectivas garantias, está programada para 10 de dezembro. Já a sessão pública do leilão está marcada para 17 de dezembro, às 15h.

O roadshow faz parte da preparação para a disputa e busca apresentar aos investidores os principais aspectos do projeto, que combina a continuidade da concessão do terminal da capital federal com a ampliação dos investimentos em aeroportos regionais.

Investimentos previstos somam R$ 2,06 bilhões

O projeto contempla cerca de R$ 2,06 bilhões em investimentos na infraestrutura aeroportuária. Desse montante, aproximadamente R$ 1,2 bilhão será aplicado no Aeroporto Internacional de Brasília.

As intervenções previstas para o terminal incluem três obras principais:

  • Construção de um novo terminal internacional;
  • Implantação de um edifício-garagem;
  • Construção de uma nova via de acesso ao aeroporto.

As melhorias têm como foco a ampliação e a modernização da infraestrutura do aeroporto, que integra o sistema de concessões aeroportuárias do país.

Programa AmpliAR inclui dez aeroportos regionais

Outros R$ 857,8 milhões serão destinados a dez aeroportos regionais incorporados ao projeto por meio do AmpliAR, iniciativa que busca viabilizar investimentos privados na infraestrutura de terminais regionais.

Os aeroportos contemplados estão distribuídos por quatro estados brasileiros:

  • Goiás: Alto Paraíso de Goiás e São Miguel do Araguaia;
  • Bahia: Barreiras;
  • Mato Grosso: Cáceres, Juína e Tangará da Serra;
  • Mato Grosso do Sul: Bonito, Dourados e Três Lagoas;
  • Paraná: Ponta Grossa.

A inclusão desses terminais amplia o alcance do projeto para além da capital federal, direcionando recursos também a aeroportos regionais.

Valores poderão mudar após diagnóstico dos aeroportos

Os investimentos previstos para os dez terminais regionais ainda poderão passar por ajustes. A definição dos valores finais dependerá de uma avaliação inicial das condições físicas e fundiárias de cada aeroporto.

Essa etapa de diagnóstico permitirá verificar as necessidades específicas de infraestrutura e eventuais adequações necessárias para a execução das obras.

Apesar da incorporação dos aeroportos regionais ao projeto, o prazo da concessão do Aeroporto de Brasília permanece inalterado, com término previsto para 2037.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação

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Aeroportos

Plano Aeroviário Nacional é atualizado para orientar investimentos em aeroportos

Planejar a infraestrutura aeroportuária para as próximas décadas exige olhar além da movimentação atual de passageiros. É preciso antecipar como as cidades podem crescer, de que forma a demanda por voos tende a evoluir e quais regiões precisarão de uma rede de aeroportos preparada para atender novos fluxos.

É nesse contexto que o Brasil iniciou uma nova etapa de atualização do Plano Aeroviário Nacional (PAN). O documento integra o novo ciclo de planejamento dos transportes e será alinhado ao Plano Nacional de Logística 2050 (PNL 2050), lançado pelo Governo Federal em agosto.

Enquanto o PNL considera os diferentes modais de transporte de maneira integrada, o PAN concentra-se nas necessidades e perspectivas da aviação civil brasileira.

O que é o Plano Aeroviário Nacional?

Elaborado pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), o PAN funciona como uma referência para identificar necessidades futuras da infraestrutura aeroportuária brasileira.

A versão atualmente em vigor é o PAN 2022–2052, desenvolvido pela Secretaria Nacional de Aviação Civil em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio do Laboratório de Transportes e Logística (LabTrans).

O documento reúne informações como:

  • Projeções de demanda por transporte aéreo;
  • Dados sobre passageiros e cargas;
  • Estudos sobre a rede aeroportuária;
  • Características socioeconômicas das regiões;
  • Avaliação de empreendimentos;
  • Análises de investimentos e infraestrutura.

A nova edição deverá incorporar bases de dados atualizadas para acompanhar as mudanças registradas no setor aéreo e na economia brasileira.

Novos dados ajudam a projetar a demanda

Entre os elementos previstos na atualização estão novas matrizes origem-destino de passageiros e cargas. Essas informações permitem identificar não apenas o volume de pessoas e mercadorias transportadas, mas também os pontos de origem, os destinos e a distribuição desses fluxos pelo território nacional.

A combinação desses dados ajuda a responder questões fundamentais para o planejamento: uma determinada região terá demanda suficiente para justificar a ampliação de um aeroporto? A estrutura atual conseguirá absorver o crescimento? Seria necessário construir uma nova unidade?

Essas projeções são importantes para orientar decisões de investimento em infraestrutura aeroportuária com horizonte de médio e longo prazo.

Como o PAN define onde investir?

O planejamento cruza diferentes conjuntos de informações. São considerados dados de movimentação de passageiros e cargas, características dos municípios, atividade econômica regional, infraestrutura disponível e perspectivas de crescimento da demanda.

Também são elaborados cenários para testar como a rede aeroportuária responderia a diferentes níveis de crescimento.

A análise pode indicar a necessidade de ampliar um terminal existente, modernizar pistas e outras estruturas ou até estudar a implantação de um novo aeroporto. As alternativas podem ser comparadas a partir dos custos envolvidos e dos benefícios esperados para a sociedade.

O processo também inclui estudos de planejamento de transportes e avaliações socioeconômicas de custo-benefício.

Para construir esse diagnóstico, o MPor reúne dados de diferentes fontes e recebe contribuições de companhias aéreas, operadores aeroportuários, universidades, especialistas, indústria aeronáutica, órgãos públicos e entidades reguladoras.

Estar no PAN não significa que uma obra será feita

A inclusão de uma necessidade no Plano Aeroviário Nacional não representa, por si só, a decisão de executar uma obra.

O PAN serve como instrumento de planejamento e definição de prioridades. Para que um empreendimento avance, ainda são necessárias várias etapas, que podem envolver estudos de viabilidade, escolha da alternativa técnica, licenciamento ambiental, elaboração de projetos, definição do modelo de implantação e operação e identificação dos recursos necessários.

Se os estudos apontarem, por exemplo, a necessidade futura de um novo aeroporto em determinada região, será preciso determinar posteriormente sua localização, estimar os custos, dimensionar a demanda, analisar os impactos e definir a melhor estratégia para construção e operação.

Por isso, não existe um prazo padrão entre a identificação de uma necessidade e a entrada em funcionamento de um novo aeroporto. Cada projeto depende de suas características, dos estudos necessários e das etapas de implantação.

PAN também orienta programas de investimentos

O planejamento nacional também serve de referência para programas específicos de investimentos. Um exemplo é o AmpliAR, que utiliza informações do PAN para identificar aeroportos regionais prioritários e considera o custo-benefício social dos projetos.

A proposta é concentrar esforços em iniciativas que possam melhorar a conectividade aérea e ampliar os benefícios do transporte aéreo para as regiões atendidas.

O PAN também está relacionado ao planejamento da utilização de recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), vinculado ao Ministério de Portos e Aeroportos.

Conforme as regras e prioridades definidas para cada programa ou empreendimento, o fundo pode financiar ações destinadas ao desenvolvimento e à melhoria da infraestrutura aeroportuária e aeronáutica.

Planejamento define o futuro da aviação brasileira

A atualização do Plano Aeroviário Nacional busca antecipar as necessidades da aviação brasileira e oferecer uma base técnica para decisões que terão efeitos ao longo de décadas.

Mais do que apontar onde existem aeroportos hoje, o planejamento procura identificar onde a infraestrutura aérea precisará estar preparada no futuro, considerando o crescimento da população, da economia e dos fluxos de passageiros e cargas.

Dessa forma, o PAN funciona como uma ferramenta de planejamento de longo prazo para orientar investimentos e ajudar a preparar a aviação brasileira para a demanda das próximas décadas.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Inframerica

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Aeroportos

Governo retira 6 aeroportos da lista de desestatização

O governo federal excluiu seis aeroportos da lista de empreendimentos previstos para integrar processos de desestatização. Os terminais haviam sido qualificados no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e incluídos no Programa Nacional de Desestatização (PND).

A retirada foi oficializada em resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU) na terça-feira (8.set.2026).

Quais aeroportos foram retirados

Os seis empreendimentos excluídos da relação são:

  • Aeródromo de Guanambi, na Bahia;
  • Aeroporto de Itaituba, no Pará;
  • Aeroporto de Tarauacá, no Acre;
  • Aeroporto de Parintins, no Amazonas;
  • Aeroporto de Barcelos, no Amazonas;
  • Aeroporto de Itacoatiara, no Amazonas.

O documento publicado pelo governo não apresenta os motivos que levaram à retirada dos aeroportos do processo de concessão aeroportuária.

A resolução é assinada por Miriam Belchior, presidente do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), e por Tomé Barros Monteiro da Franca, ministro de Portos e Aeroportos.

Lista inicial tinha 19 aeroportos

A relação original foi definida pela Resolução CPPI nº 365, publicada em março. Na ocasião, o governo recomendou a qualificação de 19 empreendimentos aeroportuários no PPI e a inclusão dos terminais no PND.

Com a exclusão dos seis aeroportos, a lista passa a contar com 13 empreendimentos.

Como funcionaria a concessão

Segundo a resolução de fevereiro, os aeroportos seriam destinados individualmente a contratos de concessão, por meio de um processo competitivo simplificado dentro do programa AmpliAR.

Caso não fossem apresentadas propostas consideradas válidas, os terminais poderiam ser destinados aos regimes de oferta permanente ou de alocação direta, de acordo com as regras estabelecidas pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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Aeroportos

E-commerce impulsiona uso de aeroportos como hubs logísticos no Brasil

O crescimento acelerado do e-commerce no Brasil vem transformando os aeroportos em peças estratégicas para operações de logística e distribuição de mercadorias. Empresas do varejo digital têm ampliado investimentos em hubs aéreos, rotas cargueiras e integração entre centros de distribuição para acelerar entregas em diferentes regiões do país.

O movimento acompanha iniciativas do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), que busca estimular novos usos econômicos da infraestrutura aeroportuária por meio dos programas Investe+ Aeroportos e AmpliAR.

Comércio eletrônico amplia demanda por logística aérea

Nos últimos anos, gigantes do varejo online passaram a fortalecer suas estruturas de transporte aéreo no Brasil. O objetivo é garantir entregas mais rápidas e ampliar a cobertura logística nacional, especialmente em regiões distantes dos grandes centros urbanos.

Em 2026, o Mercado Livre anunciou investimentos de R$ 57 bilhões no país e confirmou a expansão de sua rede logística, que deve alcançar 42 centros de distribuição. A companhia também ampliou a capacidade operacional do Air Hub em Guarulhos (SP) e reforçou a frota cargueira em parceria com a GOLLOG.

A Amazon seguiu estratégia semelhante ao anunciar Brasília (DF) como novo hub aéreo em parceria com a Latam Cargo Brasil. A iniciativa amplia a capacidade de distribuição para estados das regiões Norte e Centro-Oeste.

Brasília ganha papel estratégico na distribuição nacional

Segundo a Amazon, a escolha de Brasília ocorreu devido à posição geográfica da capital federal e à forte conectividade aérea da região. O novo centro logístico deve acelerar entregas e melhorar a eficiência operacional em áreas consideradas de difícil acesso.

As operações incluem voos diretos para estados como Amazonas, Pará, Rondônia, Acre, Roraima, Amapá, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Com isso, cresce também a importância da integração entre aeroportos, rodovias e centros logísticos, fortalecendo a infraestrutura de transporte de cargas no país.

Programa Investe+ Aeroportos busca ampliar uso econômico da infraestrutura

A expansão das operações ligadas ao comércio eletrônico está alinhada ao programa Investe+ Aeroportos, criado pelo MPor para incentivar empreendimentos comerciais, industriais e logísticos em áreas localizadas dentro ou no entorno dos aeroportos brasileiros.

A proposta é transformar os sítios aeroportuários em polos de negócios e desenvolvimento regional, atraindo investimentos e ampliando receitas para o setor.

Entre os projetos previstos estão centros logísticos, hotéis, hospitais, shoppings, oficinas de manutenção aeronáutica, escolas e espaços de eventos.

Aeroportos regionais ganham espaço na logística nacional

Outra iniciativa do governo é o programa AmpliAR, que pretende fortalecer a conectividade aérea regional ao incorporar aeroportos menores aos contratos de concessionárias responsáveis por grandes terminais.

A estratégia busca ampliar investimentos e melhorar a integração da malha aeroportuária brasileira, permitindo que cidades fora dos grandes centros também recebam operações logísticas.

Alguns aeroportos já incluídos no programa ocupam posições estratégicas para circulação de mercadorias e conexão regional.

Em Paulo Afonso (BA), por exemplo, o terminal facilita a ligação do interior nordestino com hubs como Recife (PE), Salvador (BA) e Maceió (AL). Já Araguaína (TO) se destaca pela localização entre as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Serra Talhada (PE) fortalece a conectividade do sertão nordestino, enquanto Cacoal (RO) amplia sua integração regional após investimentos em modernização da infraestrutura aeroportuária.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/MPor

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Gestão, Importação, Informação, Notícias, Portos

Ministro! Silvio Costa Filho apresenta o Ampliar, o maior programa de infraestrutura regional da aviação brasileira

Ministro dos Portos e Aeroportos falou sobre ampliação do Voa Brasil, importância do Programa AmpliAr para a aviação regional e dos investimentos públicos e privados em portos

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, conversou na manhã desta quinta-feira (6) com a apresentadora Karine Melo, do programa Bom Dia, Ministro, da EBC, e com emissoras de várias regiões do país. Durante a entrevista, o ministro destacou os programas AmpliAR, que visa expandir a infraestrutura aeroportuária regional e melhorar a conectividade, além de impulsionar o desenvolvimento econômico e social do país, e o Voa Brasil, que oferece passagens aéreas a preços acessíveis, de até R$ 200, para aposentados do INSS. Além disso, abordou o crescimento do setor portuário brasileiro.

Na entrevista, o ministro explicou que o Programa de Investimentos Privados em Aeroportos Regionais (AmpliAR) encontra-se atualmente em consulta pública e foi desenvolvido em conjunto com o Tribunal de Contas da União (TCU) para viabilizar a gestão e a operação de pequenos e médios aeroportos considerados estratégicos. Com um modelo de contratação simplificado, o programa permitirá que as atuais concessionárias dos principais aeroportos do país administrem e invistam nas localidades ofertadas, sendo remuneradas por meio do reequilíbrio de seus contratos principais.

“Esse é o maior programa da aviação regional da história do Brasil. Nos próximos cinco anos, serão mais de 100 aeroportos requalificados, que passarão por reformas, além da construção de novos aeroportos pelo país, com foco na aviação regional. Na primeira etapa, serão 50 aeroportos na Amazônia Legal e no Nordeste, e, posteriormente, mais 50”, explicou o ministro.

Costa Filho ressaltou ainda que esse modelo traz segurança para as gestões estaduais e municipais, que nem sempre podem arcar com os custos de um aeroporto. Além disso, reforçou que a iniciativa fortalecerá e modernizará a aviação brasileira, gerando desenvolvimento no país e estimulando o turismo em todas as regiões. O edital do AmpliAR deve ser lançado em abril.

Voa Brasil
Perguntado sobre o programa Voa Brasil, o ministro afirmou estar satisfeito com a iniciativa e destacou que ela deve ser ampliada neste ano. “Esse é o primeiro programa de inclusão social da aviação brasileira, sem utilização de recursos públicos. É um trabalho de articulação do nosso Ministério com as companhias aéreas, que possibilita aos aposentados viajar pelo Brasil a um custo de R$ 200”, explicou.

Costa Filho ressaltou que a meta do programa nunca foi comercializar todas as 3 milhões de passagens disponibilizadas pelas companhias aéreas ao longo do ano, mas sim cumprir seu objetivo social e permitir que mais pessoas utilizem o transporte aéreo, algo que já está acontecendo. “Esse programa é voltado para aposentados que não viajaram de avião nos últimos 12 meses. É uma grande oportunidade, que beneficia tanto os aposentados quanto o setor de turismo do país.”

Sobre a possível fusão entre as companhias aéreas Azul e Gol, Costa Filho garantiu que o governo está acompanhando de perto as negociações e que, caso o acordo se concretize, não permitirá aumentos abusivos no preço das passagens. “O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) é quem decidirá sobre a fusão. Nós, como governo, estamos trabalhando para fortalecer as companhias aéreas no Brasil. Nossa prioridade no momento é garantir que essas empresas não quebrem, evitando impactos negativos na economia brasileira. Por isso, temos buscado diversas alternativas para fortalecer a aviação no país”, destacou.

Portos do Brasil
Ao ser questionado sobre os investimentos no setor portuário, o ministro destacou os aportes financeiros e os leilões em andamento. “Quando assumi o Ministério, conversei com o presidente Lula sobre a importância do setor portuário para o desenvolvimento do Brasil. Ao longo desses dois anos, estamos promovendo o maior volume de investimentos da história do setor. Já foram investidos mais de R$ 3 bilhões, e, neste ano, devemos investir mais de R$ 2 bilhões nos portos públicos brasileiros. No setor privado, em três anos de governo, a iniciativa privada e o setor produtivo devem investir mais de R$ 40 bilhões, o que permitirá a modernização dos portos e fortalecerá o papel do Brasil no cenário global do desenvolvimento”, afirmou.

“Precisamos de portos estruturados para facilitar a exportação e a importação e ampliar os investimentos. O Ministério de Portos e Aeroportos vem promovendo diálogos com o setor produtivo para simplificar, desburocratizar e acelerar empreendimentos. Além disso, estamos estimulando uma agenda de crédito por meio do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para fortalecer o setor portuário brasileiro”, concluiu.

FONTE: Portos e Aeroportos.gov
No Bom Dia, Ministro! Silvio Costa Filho apresenta o Ampliar, o maior programa de infraestrutura regional da aviação brasileira — Portos e Aeroportos

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