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Autoridade Portuária de Santos registra superávit histórico em 2024

Receita bruta cresce 8,4% e lucro líquido atinge R$ 844,6 milhões, alta de 29,8%

A Autoridade Portuária de Santos (APS), estatal federal responsável pelo Porto de Santos, encerrou 2024 com resultados financeiros recordes, consolidando-se como uma das mais eficientes administrações portuárias do Brasil. Contudo, a empresa alcançou um lucro líquido de R$ 844,6 milhões, um crescimento de 29,8% em comparação a 2023, refletindo uma gestão sólida e o aumento na movimentação de cargas.

Contudo, a receita bruta da APS foi de R$ 1,86 bilhão, um crescimento de 5,2% em relação ao ano anterior, enquanto a receita líquida operacional somou R$ 1,64 bilhão, avançando 5,5%. O lucro operacional antes do resultado financeiro subiu 29%, atingindo R$ 1,01 bilhão. O EBITDA também teve um aumento expressivo de 27,3%, totalizando R$ 1,06 bilhão, com uma margem de 64,2%, evidenciando a eficiência operacional.

Portanto, esses resultados refletem o desempenho recorde do Porto de Santos, que movimentou 179,8 milhões de toneladas em 2024—um aumento de 3,8% em relação a 2023. Esse volume reafirma a importância do complexo portuário santista para o comércio exterior brasileiro e sua capacidade de atender à crescente demanda por infraestrutura logística de excelência.

Sendo assim, o presidente da APS, Anderson Pomini, comemorou os números e destacou as estratégias adotadas. “Os resultados de 2024 comprovam a solidez da Autoridade Portuária de Santos e a eficiência de nossas operações. Além do expressivo crescimento do lucro líquido e da receita, registramos o maior volume de cargas da história do Porto de Santos, reafirmando sua relevância para o desenvolvimento econômico do Brasil. Ademais, estamos comprometidos com a modernização e expansão do porto, garantindo competitividade e eficiência para os próximos anos”, afirmou Pomini.

Com um cenário positivo e perspectivas promissoras, a APS permanece focada em novas melhorias operacionais, investimentos em infraestrutura e inovação, consolidando o Porto de Santos como o principal hub logístico da América do Sul.

Sobre a Autoridade Portuária de Santos

A Autoridade Portuária de Santos é uma empresa pública vinculada ao Ministério dos Portos e Aeroportos, responsável pelo planejamento logístico e administração do Porto Organizado de Santos, o maior da América Latina. Aproximadamente 30% das trocas comerciais brasileiras passam pelo complexo, localizado a 70 quilômetros da Grande São Paulo, com 53 terminais, sendo 39 arrendados, 8 retroportuários e 6 de uso privado (TUPs), distribuídos entre Santos e Guarujá.

FONTE: BoqNews
Autoridade Portuária de Santos registra superávit histórico em 2024 | Boqnews

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Porto Seco de Foz do Iguaçu supera recorde e movimenta US$ 8,6 bilhões em 2024

Números reforçam o status de mais importante centro logístico de comércio exterior para operações realizadas por via rodoviária da América Latina.

O Porto Seco de Foz do Iguaçu é um dos maiores Portos Secos da América Latina e conta com uma localização privilegiada entre Brasil, Paraguai e Argentina. Possui sistema integrado com o Siscomex, com os órgãos anuentes e com a cadeia logística, agilizando a liberação de cargas rodoviárias. Além disso é o único Porto Seco do Brasil a oferecer Operação Noturna de Grãos a granel.

Em 2024, o Porto Seco de Foz do Iguaçu bateu mais um recorde de movimentação no setor do comércio exterior. Ao longo dos doze meses do último ano foram movimentadas 5.622.542.391,78 toneladas de produtos e mercadorias resultando na cifra total de US$ 8.607.082.870,16. Os valores superam em 129,52% o total do peso e em 29,11% o montante da corrente do comércio exterior em relação ao ano de 2023.

Esta quantia está distribuída em 2.508.391.589,06 toneladas de produtos exportados, no valor de US$ 4.238.282.314,74, e 3.114.150.802,72 toneladas de produtos importados, no valor de US$ 4.368.800.555,42.

Os quadros da sequência apresentam os pesos e valores totais das cargas de importação e exportação que ingressaram no Porto Seco de Foz do Iguaçu para o desembaraço em 2024.


Pesos e valores das cargas

Fluxo de caminhões

Fazendo uma abordagem por país, o fluxo de caminhões, entre exportações e importações, temos:

Com o Paraguai, o fluxo em 2024 totalizou a passagem de 73.809 caminhões na exportação e 77.914 caminhões na importação, com o total de 151.723 caminhões, representando 77,17% do total de caminhões.

Com a Argentina, o fluxo em 2024 totalizou a passagem de 9.234 caminhões na exportação e 35.642 caminhões na importação, com o total de 44.876 caminhões, representando 22,82% do total de caminhões.

As importações representam 57,76% do fluxo de caminhões, enquanto que as exportações representam 42,24%.

O quadro abaixo demonstra a quantidade total de caminhões, sua procedência e percentual:

 


Fluxo de caminhões

O Porto Seco de Foz do Iguaçu reafirma sua liderança como um dos maiores da América Latina em movimentação de veículos e valores comercializados. O total de 196.599 caminhões liberados ao longo de 2024 representa um acréscimo de 11,65% em relação ao ano anterior.

Os quadros abaixo apresentam os números de caminhões com cargas de importação e exportação que ingressaram no Porto Seco de Foz do Iguaçu em 2024, destacando os países de procedência/destino:


Números de caminhões com cargas de importação e exportação

Mercadorias desembaraçadas

Uma infinidade de mercadorias foi desembaraçada no Porto Seco de Foz do Iguaçu durante o ano de 2024. Os principais gêneros exportados para o Paraguai foram cimento, fertilizantes, adubos e maquinários agrícolas. Já para a Argentina foram veículos automotivos, peças e madeira.

As principais mercadorias importadas do Paraguai foram grãos (arroz, trigo, milho e soja), carne, aparas de ferro e têxtil; e da Argentina vieram, principalmente, peixes, frutas, alhos, azeitonas, feijão, farinha de trigo e celulose.

O quadro abaixo ilustra bem essas mercadorias conforme origem/destino das mesmas:

A cidade de Foz do Iguaçu vem passando por uma mudança na sua infraestrutura de logística e viária, tendo em andamento várias obras financiadas pelo governo estadual e federal, como é o caso da ligação das novas aduanas Brasil/Argentina e Brasil/Paraguai até a BR 277, através da Perimetral Leste.

No momento, nota-se também a duplicação da Avenida das Cataratas e a ampliação da pista do aeroporto como obras importantes para a região.

Ainda será construído o novo Porto Seco, nas margens da BR 277, dando mais agilidade ao fluxo de caminhões e movimentação de cargas, gerando assim benefícios para os habitantes e turistas com a eliminação do tráfego de caminhões pela região central da cidade. Outro benefício de destaque será o aumento do fluxo de mercadorias entre o Brasil e seus principais parceiros comerciais na América Latina: Argentina, Paraguai e Chile.

Esse conjunto de obras possibilita maior agilidade, fluidez e segurança viária no trânsito da cidade e contribui cada vez mais com o setor de turismo que se destaca a cada ano que passa e permite que Foz do Iguaçu seja um dos melhores destinos de turismo do mundo. As transformações na infraestrutura do município prometem impactar positivamente o comércio exterior e a economia – em âmbito regional e nacional.

Os segmentos de logística e de turismo contribuem cada vez mais para o incremento do comércio internacional que circula pela tríplice fronteira. Além do segmento de logística, o município de Foz do Iguaçu se destaca com seus atrativos turísticos que, em 2024, tiveram aumentos significativos no número de visitantes. As Cataratas do Iguaçu do lado brasileiro receberam 1.893.116 visitantes, terceira melhor marca da história. O Complexo Turístico Itaipu (CTI) do lado brasileiro recebeu 485.990 visitantes. O atrativo do Marco das Três Fronteiras recebeu 457.153 visitantes. Já o Parque das Aves recebeu 821.146 visitantes.

Diante dos dados apresentados, pode-se concluir que tais valores consolidam o Porto Seco de Foz do Iguaçu como um dos maiores da América Latina em termos de valores comercializados com o exterior e na quantidade de caminhões liberados. A Receita Federal demonstra o cumprimento de sua missão institucional de administrar o sistema tributário e aduaneiro, contribuindo para o bem-estar econômico e social do país.

FONTE: MF
Porto Seco de Foz do Iguaçu supera recorde e movimenta US$ 8,6 bilhões em 2024 — Receita Federal

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Conheça a praga da Ásia que chegou ao Brasil pelo Porto de Santos e ameaça se espalhar pelo país

Percevejo-de-pintas-amarelas pode causar danos ambientais e econômicos caso não seja monitorado, apontam especialistas.

O percevejo-de-pintas-amarelas (Erthesina fullo) é uma espécie originária da China, de pouco mais de 1 centímetro, corpo verde ou amarelo e pintas amarelas. Apesar do tamanho, o inseto é considerado uma praga na Ásia, pois se alimenta de diversas plantas e causa desequilíbrios ambientais. Os registros feitos no Brasil acendem um alerta para o potencial risco ambiental e econômico.

Só na Baixada Santista, no litoral de São Paulo, ele já foi visto 22 vezes. A maior incidência é em Santos, embora tenham sido feitos registros em São Vicente e Guarujá.

O percevejo foi provavelmente introduzido na Baixada Santista por navios. O primeiro registro ocorreu em 2020, perto do Porto de Santos, quando o biólogo Yan Lima e Silva o avistou, inicialmente confundindo-o com uma espécie nativa. A investigação começou após alertas de cientistas.

Como é esse percevejo?

O Erthesina fullo é um inseto polífago, ou seja, se alimenta de diversos tipos de plantas. No continente asiático, ele é responsável por danos em algumas culturas agrícolas. Porém, no Brasil, ainda não há dados suficientes para afirmar se a espécie representa uma ameaça para as plantas cultivadas.

  • Tamanho: Atinge de 1,2 a 1,5 cm de comprimento.
  • Aparência: Corpo verde ou amarelo com pintas amarelas.
  • Reprodução: A fêmea deposita entre 50 a 200 ovos por vez.
  • Ciclo de vida: O ciclo de vida completo dura de 4 a 6 semanas.
  • Vida adulta: Vive entre 2 a 4 meses, dependendo das condições.


A principal hipótese é que o percevejo tido como praga na Ásia tenha chegado ao Brasil pelo Porto de Santos — Foto: A Tribuna Jornal e Yan Lima

Preocupação

Embora ainda não tenha causado danos significativos no Brasil, o percevejo é visto com preocupação por pesquisadores. Caso a espécie continue a se expandir, ela pode se tornar invasora, comprometendo o equilíbrio ambiental e trazendo prejuízos econômicos, no país e América do Sul.

“Há risco, caso não haja um monitoramento adequado”, alertou Ricardo Brugnera, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O último registro no sistema iNaturalist foi feito em outubro de 2024, no Parque São Vicente.

O INaturalist é uma plataforma on-line e um aplicativo de ciência cidadã. As pessoas podem registrar em fotos e publicar observações sobre plantas, animais, insetos e outros organismos. A ação contribui para a criação de uma base de dados sobre a biodiversidade global.

Riscos e Preocupações:

  • Ambiental e econômico: Caso a espécie se espalhe, pode se tornar invasora e causar danos ambientais e econômicos em nível nacional e até na América do Sul.
  • Hábito alimentar: O inseto é polífago, ou seja, se alimenta de diversos tipos de plantas.

Riscos a humanos?

Apesar de não representar riscos à saúde humana até o momento, especialistas recomendam o monitoramento contínuo e sugerem que qualquer pessoa que aviste o inseto tire fotos e publique no iNaturalist, a fim de aumentar a base de dados sobre a espécie.

FONTE: G1
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Manutenção de balança e pressa de caminhoneiros criam gargalo no acesso ao porto

Autoridade portuária esclareceu motivos para as filas nos últimos dias

A Autoridade Portuária de Santos (APS) se manifestou sobre as queixas das filas e da barulheira de caminhões no acesso ao Porto de Itajaí. Segundo a empresa, dois fatos têm causado o atravanco no trânsito.

O primeiro é que a entrada de caminhões na área do Porto de Itajaí está reduzida devido a uma balança em manutenção. Outro motivo, segundo a APS, é a chegada de veículos antes do horário definido, o que aumenta o número de caminhões na rua.

A APS informou que será reforçado junto às transportadoras rodoviárias que cumpram a agenda combinada, que é organizada através de senhas, para reduzir as filas. A autoridade portuária também mostrou interesse em colaborar com a prefeitura pra nova etapa da Via Expressa Portuária.

O novo corredor viário pretende tirar o tráfego pesado de caminhões das ruas da cidade, ligando a BR 101 ao porto. “A Autoridade Portuária de Santos (APS) irá tratar do cronograma de instalação com a prefeitura municipal, que é a responsável pela obra, colocando-se à disposição para colaborar com a execução do projeto”, adiantou.

Enquanto isso, a prefeitura analisa medidas mais imediatas contra as filas no acesso ao porto. Entre as propostas está a criação de um estacionamento de triagem, com capacidade para 37 caminhões, e um convênio para permitir que a Guarda Portuária fiscalize o trânsito na região do porto.

FONTE: Diarinho.net
Manutenção de balança e pressa de caminhoneiros criam gargalo no acesso ao porto | DIARINHO

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Dia do Comex: a força que Impulsiona o comércio global

Por DAIANA BROCARDO

Homenageamos quem transforma conexões em grandes resultados para o Brasil e o mundo.

O Dia do Comércio Exterior, celebrado em 28 de janeiro, foi instituído em homenagem à assinatura do Decreto nº 3473, de 28 de janeiro de 1888, que regulamentou a estrutura alfandegária do Brasil. Esse marco representou um passo importante para organizar e modernizar as operações de exportação e importação do país, contribuindo para o fortalecimento das relações comerciais internacionais.

Mais de um século depois, o comércio exterior continua a ser um dos pilares da economia brasileira, conectando o país ao mercado global e sustentando setores estratégicos como o agronegócio, mineração, petróleo e indústria de transformação. No entanto, os dados mais recentes da balança comercial de 2024 mostram que, apesar de avanços, o setor enfrenta desafios significativos.

Balança Comercial 2024: Um Ano de Contrastes

O ano de 2024 trouxe resultados mistos para o comércio exterior brasileiro. No acumulado de janeiro a dezembro, as exportações somaram US$ 337,04 bilhões, apresentando uma queda de -0,8% em comparação ao mesmo período de 2023. Por outro lado, as importações cresceram 9,0%, atingindo US$ 262,48 bilhões, evidenciando uma maior demanda por produtos estrangeiros, especialmente insumos e bens de capital.

Esses números resultaram em um superávit comercial de US$ 74,55 bilhões, uma redução de -24,6% em relação ao ano anterior. A corrente de comércio, que é a soma de exportações e importações, teve um leve aumento de 3,3%, alcançando US$ 599,52 bilhões.

No entanto, dezembro de 2024 apresentou uma dinâmica menos favorável:

  • Exportações: US$ 24,90 bilhões (-13,5% em relação a dezembro de 2023).
  • Importações: US$ 20,10 bilhões (+3,3% em relação a dezembro de 2023).
  • Superávit Comercial: US$ 4,80 bilhões (-48,5% em relação a dezembro de 2023).
  • Corrente de Comércio: US$ 45,01 bilhões (-6,7% em relação a dezembro de 2023).

A queda nas exportações foi puxada principalmente pela redução no preço internacional de commodities e pela menor demanda global, enquanto o crescimento nas importações reflete a retomada de investimentos no mercado interno.

Setores em Destaque

Os principais produtos exportados pelo Brasil continuam sendo:

  • Soja e derivados;
  • Petróleo bruto;
  • Minério de ferro;
  • Carnes (bovina, suína e de frango).

Esses itens representam a força do agronegócio e da indústria extrativa brasileira no mercado global. Já as importações foram impulsionadas por bens de capital, insumos industriais e combustíveis.

A Importância do Comércio Exterior

O comércio exterior desempenha um papel crucial para o Brasil, movimentando a economia e gerando impactos positivos em diversos aspectos:

  1. Geração de empregos: Milhões de brasileiros estão empregados em atividades relacionadas ao setor, desde a logística portuária até a exportação de produtos agrícolas e industriais.
  2. Atração de investimentos: O fortalecimento da balança comercial e a abertura de novos mercados internacionais atraem investimentos estrangeiros diretos.
  3. Infraestrutura e inovação: O comércio exterior impulsiona o desenvolvimento de portos, rodovias, ferrovias e sistemas tecnológicos para melhorar a eficiência logística.
  4. Competitividade global: Estar presente no mercado internacional exige inovação e qualidade, beneficiando a economia como um todo.

Para Renata Palmeira, CEO do Reconecta News e profissional com mais de 25 anos de experiência em Comércio Exterior, esse é um dos setores mais importantes para a economia mundial. “O Brasil respira Comércio Exterior. Com mais de 8.000 km de costa, somos um país privilegiado. Hoje, mais de 60% das empresas atuam direta ou indiretamente com Comércio Internacional. Assim, somos imprescindíveis ao mercado. O Brasil é um país GLOBAL”, enfatiza.

Desafios e Perspectivas

Apesar de sua relevância, o setor enfrenta desafios como a burocracia alfandegária, oscilações de preços internacionais e a dependência de commodities. Para 2025, espera-se que o Brasil intensifique sua participação em novos acordos comerciais, diversifique sua pauta de exportação e invista em infraestrutura para aumentar a competitividade. Além disso, há uma defasagem de mão de obra.  “Um dos desafios é sem dúvidas a falta de mão de obra qualificada. Como somos de uma área técnica, o Brasil sofre muito com a falta desse profissional”, fala Renata.

Por isso, neste Dia do Comex, é essencial reconhecer o trabalho de milhares de profissionais que operam nos bastidores do comércio exterior, desde despachantes aduaneiros até analistas de mercado, garantindo que produtos brasileiros conquistem o mundo. “Assim como cada peça é essencial para mover uma engrenagem, cada profissional do Comércio Exterior desempenha seu papel para conectar o Brasil ao mundo e alcançar grandes resultados. Parabéns pelo trabalho incansável e indispensável!”, diz Renata.

Reconecta News: Impulsionando o Comércio Exterior Brasileiro

Com sua abordagem inovadora, o RêConectaNews desempenha um papel fundamental no fortalecimento do setor. “Somos a alavanca que impulsiona para fazer o mercado girar. Com uma ideia inovadora de apresentar as empresas e gerar relacionamento, estamos CONECTANDO muitos empresários que têm interesse em importar e/ou exportar seus produtos aos principais players do mercado.”, explica a CEO do RêConectaNews, Renata Palmeira.

O RêconectaNews se destaca ao promover oportunidades de networking e abrir portas para novos negócios, contribuindo diretamente para a expansão do Comércio Exterior no Brasil.

RêconectaNews: Conectando mercados, pessoas e histórias.
Gerando Negócios, através de PESSOAS

FONTE DOS DADOS: https://balanca.economia.gov.br/balanca/publicacoes_dados_consolidados/nota.html#:~:text=95%2C35%20bilh%C3%B5es-,Totais,US$%20599%2C52%20bilh%C3%B5es.

 

 

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Livro homenageia trabalhadores portuários em Navegantes

Livro-reportagem “Vidas além do Porto” é lançado no Dia do Trabalhador Portuário pela Portonave

Nesta terça-feira (28) é celebrado o Dia do Trabalhador Portuário e também o Dia do Comércio Exterior. Para comemorar, a Portonave, terminal portuário localizado em Navegantes, lança o livro “Vidas além do Porto”, que conta histórias de pessoas que trabalham na empresa.


Livro é lançado oficialmente nesta terça-feira (28) – Foto: Portonave/ND

A data marca o dia em que o Rei D. João VI publicou a Carta Régia de Abertura dos Portos Brasileiros às Nações Amigas, em 1808. No livro-reportagem, são evidenciadas trajetórias de pessoas que, todos os dias, dedicam-se no terminal.

Livro homenageia portuários

Atualmente, a empresa emprega cerca de 1,3 mil profissionais em diversas áreas, como Operação, Manutenção, Administrativo e na Câmara Frigorífica, a Iceport. Seis deles concederam entrevistas e contam um pouco da trajetória pelo porto.

O material impresso será distribuído aos profissionais da empresa e a versão digital está disponível gratuitamente no site da Portonave.

O livro foi escrito pela jornalista Giovanna Pegoraro, navegantina que ouviu desde pequena as histórias do porto da cidade. Começou como Estagiária no Terminal Portuário em 2021, no departamento de Comunicação, Marketing e Responsabilidade Social. Após um ano, foi efetivada na empresa.

FONTE: Nd+
Livro homenageia portuários em cidade de SC

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São Francisco do Sul e Imbituba têm recordes no volume de carga em 2024

Exportações prevaleceram nos portos administrados pela SCPar

Florianópolis, 24.01.2025 – Os portos de São Francisco do Sul, no norte do estado, e Imbituba, no sul, fecharam 2024 com recordes no volume de carga. Ambos são administrados pela SCPar. São Francisco do Sul totalizou 17 milhões de toneladas, em alta de 200 mil toneladas sobre 2023. Mais uma vez, a movimentação ficou concentrada nos embarques de grãos, com a exportação de 7 milhões de toneladas de soja e 2,4 milhões de toneladas de milho.

Nos desembarques, os destaques ficaram com os produtos siderúrgicos e aço, com 3,9 milhões de toneladas, e os fertilizantes, com 2,6 milhões de toneladas.

Já no porto de Imbituba foram movimentadas 8,3 milhões de toneladas ao longo de 2024, alta de 500 mil toneladas sobre o registrado em 2023. O transporte graneleiro foi responsável por 79,2% do total, com 3,7 milhões de toneladas de minerais e 2,9 milhões de toneladas de produtos agrícolas.

A maior parte do transporte de produtos no Porto de Imbituba em 2024 foi voltada para as exportações, que representaram 49,4% do total. Irã, Canadá, Vietnã e China se destacaram como os principais destinos das cargas. Já as importações corresponderam a 40,5% do total, com Estados Unidos, Chile, China e Colômbia figurando dentre as origens mais frequentes. A cabotagem (9,3% do total) e o transbordo de produtos (0,8%) completam o panorama.

FONTE: FIESC
São Francisco do Sul e Imbituba têm recordes no volume de carga em 2024 | FIESC

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Decisão da Justiça pode acabar com uma das maiores dores de cabeça de importadores e exportadores

Superior Tribunal de Justiça manteve decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo definindo que é ilegal a cobrança de demurrage em casos de retenção ilegal da unidade pela Alfândega da Receita Federal

 

Em decisão que se tornou definitiva nesta semana, o Superior Tribunal de Justiça manteve decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo definindo que é ilegal a cobrança de o deu demurrage de contêineres em de casos de retenção ilegal da unidade de carga pela Alfândega da Receita Federal. Demurrage é uma taxa cobrada pelos armadores (donos dos navios e contêineres) quando o tempo contratado para a devolução do contêiner é excedido. A demurrage se dã na importação e a detention na exportação.

No caso em questão, o dono da carga foi acionado judicialmente pelo armador, que cobrava, a título de demurrage, US$ 410,7 mil. 0 argumento era de que os contêineres utilizados no transporte não foram devolvidos dentro do prazo contratualmente estipulado. No entanto, a defesa da importadora, feita pelo advogado Bruno Barcellos Pereira, do escritório capixaba Bergi Advocacia demonstrou que a retenção e apreensão dos contêineres se-deu por decisão da Receita Federal, impossibilitando a restituição no prazo determinado. Ao analisar o caso, os desembargadores do TJSP entenderam que a responsabilidade pelo atraso na devolução não poderia ser atribuída à importadora, uma vez que a retenção decorreu de decisão administrativa, portanto, caso de força maior.

“A decisão é relevante porque a Justiça reconhece que não se pode cobrar taxas de quem não deu causa. O caso em questão tem a ver com a Alfândega da Receita Federal, mas há uma série de outras situações ao longo da cadeia do comércio internacional que acabam desaguando em demurrage o detention, hoje, essas taxas estão entre os maiores custos dos nossos importadores e exportadores”, explicou Bruno Barcellos Pereira.

Na visão dele, a decisão da 16 Câmara de Direito Privado do TJSP, que não tem mais recursos, estabelece um importante precedente para importadores, exportadores e operadores logísticos no Brasil. “A prática de cobrança abusiva de demurrage por transportadoras e armadores vinha sendo alvo de criticas e litígios frequentes, pois onerava indevidamente empresas que, por decisões alheias à sua vontade, eram impedidas de restituir os contêineres dentro do prazo contratual. A partir deste julgamento, a tendência é que novas demandas sejam impulsionadas para impedir cobranças indevidas e exigir maior responsabilidade das transportadoras na gestão de suas unidades de carga, e da Aduana na retenção das unidades de carga”

Importante dizer que, por Santos ser o grande hub de logística portuária do Brasil, as decisões do tribunal de São Paulo neste tipo de matéria têm ampla repercussão.

FONTE:  A GAZETA
Decisão da Justiça pode acabar com uma das maiores dores de cabeça de importadores e exportadores | A Gazeta

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TCP registra crescimento de 24% com movimentação superior a 1,5 milhão de TEUs em 2024

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, encerrou 2024 atingindo o recorde histórico de 1.558.453 TEUs (medida equivalente a um contêiner de 20 pés) movimentados.

O volume representa uma alta de 24% em relação ao volume registrado no balanço de 2023 e corresponde a 10,8 milhões de toneladas em cargas. A conquista posiciona o Porto de Paranaguá como o segundo do Brasil a ultrapassar a marca de 1,5 milhão de TEUs.

Como comparação, a medida de 1.558.453 TEUs é equivalente a 9.500 quilômetros de contêineres, comprimento que se assemelha à distância em linha reta de Paranaguá até a cidade-estado de Mônaco, no sul da França (9.574km), ou 2,2 vezes a distância do Chuí ao Monte Caburaí, pontos mais extremos ao norte e ao sul do Brasil.

Este volume expressivo de contêineres chegou e partiu do cais da TCP por meio da atracação de 992 navios ao longo de 2024, número 19% superior ao fluxo de embarcações registrado em 2023. Segundo Carolina Merkle Brown, gerente comercial de armadores da TCP, o resultado é reflexo direto do aumento no número de serviços marítimos que atendem o Terminal. “No último ano, a TCP passou a receber atracações de mais oito serviços, sendo seis de longo curso e dois de cabotagem. Com 25 linhas semanais, o Terminal se destaca como o maior concentrador de serviços do Brasil, o que evidencia a vocação da TCP para se tornar um dos principais hubs portuários da costa atlântica da América do Sul”, afirma.

Além dos novos serviços marítimos, a atracação dos maiores porta-contêineres a operar no Brasil, que possuem 366 metros de comprimento e mais de 48 metros de largura, também foi motivo de celebração para a equipe do Terminal. Para 2025, a expectativa é de que com o aumento do calado operacional, como é chamada a profundidade entre o ponto mais baixo da quilha (peça que vai da proa a popa e fica na parte inferior das embarcações) até a linha da água, navios maiores e com mais carga possam operar de forma mais ágil e segura.

Em novembro de 2024, a TCP passou a contar com um novo calado operacional, ampliado de 12,1 metros para 12,6 metros em maré zero. Estima-se que 50 centímetros adicionais de calado, os navios poderão operar com, aproximadamente, 400 TEUs a mais.

“Os recentes recordes comerciais e operacionais atingidos pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá ressaltam a sua importância para a corrente de comercio brasileira e, em 2025, esperamos impulsionar ainda mais os resultados da TCP e de nossos clientes, tendo em vista que os reflexos do aumento de calado terão impacto direto na produtividade e que esperemos novas atualizações de calado ainda este ano”, avalia Carolina.

O balanço comercial de 2024 se destaca pelas exportações de carnes e congelados que foram de mais de 3,4 milhões de toneladas. “A megaobra de ampliação da área para armazenagem de contêineres refrigerados (reefer) foi um investimento estratégico que colocou a TCP como o principal corredor de exportação de carnes do Brasil e referência mundial no segmento. Com 5.268 tomadas, o Terminal possui o maior pátio reefer da América do Sul, uma vantagem que se traduz em maior flexibilidade e capacidade operacional para nossos clientes. Hoje, mais de um terço das exportações de carne nos terminais portuários brasileiros acontece pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá”, explica Giovanni Guidolim, gerente comercial, de logística e atendimento da TCP.

Ao todo, a movimentação de contêineres reefer alcançou a marca de 266.246 TEUs, incremento de 7% em relação a 2023 e que conferiu a conquista de uma nova máxima para a operação nesse segmento no Terminal.

Em segundo lugar vieram as exportações de madeira com um crescimento de 47% e chegando à marca de 1,4 milhão de toneladas. Já o segmento de papel e celulose embarcou 974 mil toneladas, crescimento de 54% em comparação ao ano anterior.

Boa parte das cargas de papel e celulose chega ao Terminal de Contêineres de Paranaguá por meio da linha férrea, que conecta o porto às regiões oeste e norte do estado do Paraná. “Hoje, a TCP é o único terminal portuário do Sul do Brasil a possuir conexão direta entre a zona primária e um ramal ferroviário. Esse é um diferencial que traz maior previsibilidade, segurança, redução de custo e das emissões de gases de efeito estufa na cadeia logística de nossos clientes”, comenta Guidolim.

O KBT, projeto logístico intermodal em operação desde 2021 e que conecta a TCP a um terminal de contêineres localizado na planta Puma II, da Klabin, em Ortigueira (PR), por meio de um ramal operado pela Brado Logística, também encerrou o ano com um novo recorde de produtividade. Utilizado exclusivamente para transportar contêineres com papel e celulose, o KBT movimentou 86.440 TEUs, crescimento de 33% em relação ao ano anterior, quando 64.978 TEUs foram transportados.

Já na movimentação geral de contêineres pela ferrovia, que liga o Terminal de Contêineres de Paranaguá aos ramais que chegam até Cambé, no norte do Paraná, e Cascavel, na região oeste do estado, o volume foi de 101.527 TEUs, acréscimo de 9%.

No fluxo de importações, o maior volume foi para produtos dos segmentos químicos e petroquímicos. Com uma alta de 14%, mais de 648 mil toneladas foram desembarcadas, número impulsionado principalmente pela chegada de defensivos agrícolas e fC.

Em seguida, vieram os segmentos automotivo e de veículos, que cresceram 12% e movimentaram 562 mil toneladas em importações, garantindo insumos, peças e componentes para abastecer majoritariamente o polo industrial localizado em Curitiba e região metropolitana.

Fonte: TCP
TCP registra crescimento de 24% com movimentação superior a 1,5 milhão de TEUs em 2024 – TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá

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CMA CGM fecha maior pedido de navios de 2025 até agora

A francesa CMA CGM está sendo amplamente apontada como a empresa europeia mencionada em um comunicado divulgado hoje pela HD Hyundai Heavy Industries, por trás do maior pedido de navios do ano até o momento.

Segundo informações do Splash, a CMA CGM contratou o estaleiro sul-coreano para construir doze navios porta-contêineres de 18.000 TEUs, com propulsão a gás natural liquefeito (GNL), avaliados em KRW 3,716 trilhões (US$ 2,58 bilhões). Todos os navios estão programados para serem entregues até o final de 2028.

A CMA CGM avança rapidamente para superar a Maersk como a segunda maior linha de transporte de contêineres do mundo.

Os pedidos de construção de navios porta-contêineres no ano passado atingiram cerca de 4,4 milhões de TEUs, quebrando o recorde anterior de 2021, quando 4,3 milhões de TEUs foram encomendados. Janeiro de 2025 continua registrando novos pedidos em estaleiros asiáticos, embora em um ritmo mais lento. Entre os destaques estão a Kawa Shipping, da China, que encomendou seus primeiros novos navios – três unidades de 4.800 TEUs no estaleiro Wuhu – e a armadora alemã Elbdeich Reederei, que retornou ao estaleiro Wenchong, na China, para solicitar até quatro novos navios porta-contêineres de 1.900 TEUs.

Fonte: Splash247
CMA CGM inks 2025’s largest ship orders to date – Splash247

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