Comércio, Portos

Portos de Santa Catarina lideram movimentação de contêineres no Sul do Brasil

Os portos de Santa Catarina lideram a movimentação de contêineres entre os Estados do Sul do Brasil. A participação catarinense no mercado nacional é de 20% (um em cada cinco contêineres movimentados no Brasil passa pelo Estado), seguido pelo Paraná com 10,1% e Rio Grande do Sul com 6,21%. Na movimentação total de cargas o crescimento no primeiro quadrimestre de 2025 também foi o maior, com 7,93% a mais do que o mesmo período de 2024, superando o índice nacional que teve queda de 1,1%. Os dados foram apurados pela Gerência de Portos, da Secretaria de Portos, Aeroportos e Ferrovias (SPAF), conforme informações da Agência Nacional de Transportes Aquaviarios (Antaq).

“O papel de Santa Catarina no comércio internacional é importantíssimo. Somos porta de entrada para muitas matérias primas necessárias para as indústrias de vários estados brasileiros. E também saem pelos nossos portos os produtos industrializados aqui e também nas fábricas que ficam em nossos vizinhos. Com o apoio que temos dado em investimentos nos portos públicos, com a PPP que fizemos para aumentar a capacidade de entrada de navios na Baía da Babitonga, esses números vão crescer ainda mais no futuro”, afirmou o governador Jorginho Mello.

‘’O desempenho crescente dos portos de Santa Catarina, diante de um momento competitivo e difícil, revela como tem sido importante o trabalho realizado pela gestão dos portos. Com investimentos significativos, tem sido possível melhorar os índices de produtividade e eficiência logística. Dessa forma, nosso estado continua sendo uma das principais portas de entrada e saída do comércio internacional brasileiro’’, avalia o secretário da SPAF, Beto Martins.

Na movimentação total de contêineres, passaram pelos portos catarinenses até o mês de abril, 949,1 mil TEUs, que significam 10,2 milhões de toneladas, e crescimento de 16% e 19,2%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2024. O Porto Itapoá lidera a movimentação com 489,8 mil TEUs e terceiro maior movimento do Brasil, seguido pelo Portonave com 348,1 TEUs e quarto maior movimento do país. O Porto de Itajaí movimentou 73,6 mil TEUs e o Porto de Imbituba movimentou 37,4 mil TEUs.

O primeiro quadrimestre de 2025 também registrou uma movimentação total de cargas nos Portos de Santa Catarina de 21,8 milhões de toneladas. O Porto de São Francisco do Sul registrou o movimento de 5,7 milhões de toneladas, seguido pelo Porto Itapoá com 5,4 milhões de toneladas, Terminal Aquaviário de São Francisco do Sul, com 3,4 milhões de toneladas, Portonave com 3,3 milhões de toneladas, Imbituba com 2,3 milhões de toneladas, Porto de Itajaí com 858,3 mil toneladas, e mais 178,6 mil toneladas pelos demais Terminais Portuários Privados (TUPs).

Foto: Jonatã Rocha/Secom GOVSC
Texto: Secom/GOVSC

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Portos

No primeiro quadrimestre, portos paranaenses crescem 6,8% na movimentação geral

Soja em grão e farelo estão entre os maiores volumes de exportação; fertilizantes lideram a importação de produtos

A movimentação geral dos portos paranaenses entre janeiro e abril de 2025 foi de 22.837.680 toneladas, número 6,8% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, que somou 21.377.501 toneladas. A soja em grão apresentou o maior volume exportado, com 5.495.034 toneladas, um aumento de 10% em relação a 2024 (4.985.019 toneladas).

“O crescimento constante dos portos paranaenses nos últimos anos é resultado da atuação rigorosa da equipe técnica, tanto na logística quanto em todo o processo operacional”, pontuou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

O farelo de soja também apresentou um aumento expressivo no período. De 1.986.107 toneladas em 2024, saltou para 2.407.836 toneladas em 2025 — um crescimento de 21%. “O Brasil começou a participar desse mercado para atender ao gap da Argentina, que enfrenta problemas de safra, e acabou se consolidando. A Argentina opera com estrutura sucateada, enquanto o Brasil está investindo e consegue ser mais eficiente e competitivo”, explicou o membro do Conselho de Administração da Portos do Paraná, Giovani Ferreira.

Na importação, o destaque vai para os fertilizantes, que alcançaram a marca de 3.395.960 toneladas movimentadas nos portos paranaenses entre janeiro e abril deste ano. O volume está 7% acima do mesmo período do ano passado, quando foram registradas 3.179.252 toneladas do produto.

Recorde de caminhões

Devido à alta demanda por soja e farelo, a movimentação de veículos bateu recorde histórico no Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá. De janeiro a abril deste ano, 181.651 caminhões passaram pela triagem, superando o recorde anterior registrado no mesmo período de 2020, com 175.280 veículos.

Focado no recebimento de granéis sólidos vegetais, o pátio recebeu, majoritariamente, cargas de grãos de soja (5.495.034 toneladas) e farelo de soja (2.407.836 toneladas) nos quatro primeiros meses do ano. A maior parte dessas cargas veio dos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul.

“Temos um rigoroso sistema de análise que garante aos clientes o recebimento de produtos livres de materiais contaminantes, o que aumenta o interesse internacional pelos nossos produtos”, afirmou o diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira.

O Pátio de Triagem tem como objetivos principais retirar o excesso de veículos das vias de acesso ao porto e avaliar a qualidade das cargas a serem exportadas. A estrutura também é responsável pelo agendamento de dia e horário de entrada de cada caminhão, evitando filas na BR-277.

Fonte: Portos do Paraná

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Portos

Porto de Santos tem maior apreensão de cocaína em quatro anos: mais de 1,5 tonelada da droga

A Receita Federal realizou a maior apreensão de cocaína dos últimos quatro anos no Porto de Santos, nesta terça-feira (10). Mais de uma tonelada e meia da droga, que tinha como destino a Inglaterra, foi interceptada. Nas imagens obtidas por A Tribuna, é possível ver o cão farejador sinalizando positivamente para o entorpecente no contêiner e parte da quantidade que foi encontrada.

Os 1.505 kg de cocaína estavam escondidos em um carregamento de 184 toneladas de papel, em nove contêineres, onde pacotes de papel A4 foram substituídos por tabletes da droga. A carga, que estava acondicionada em um total de 394 estrados de madeira, foi interceptada durante a execução de trabalhos de rotina de vigilância e repressão aduaneira, realizados por equipes da Alfândega de Santos, com apoio de escâneres e cães farejadores.

Durante a fiscalização desta terça (10), o cão de faro da Alfândega de Santos que auxiliava nos trabalhos de verificação física de cargas selecionadas pela unidade aduaneira do Porto de Santos sinalizou positivamente para a presença de drogas.

Segundo os documentos de exportação, os contêineres fariam transbordo no Porto de Bremerhaven, na Alemanha, mas o destino final da carga seria o Reino Unido. Após a confirmação da presença da droga, a Polícia Federal (PF) foi acionada para realizar a perícia e conduzir a investigação.

Em Salvador

A Receita Federal também fez uma grande apreensão no Porto de Salvador, nesta terça-feira (10). Lá foram encontrados 560 kg de cocaína em um carregamento de minério (ferroliga). O destino da carga seria a Suécia, via Porto de Antuérpia, na Bélgica.

Fonte: Compre Rural

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Comércio, Portos

Porto do Itaqui tem o melhor mês de maio da história em movimentação de cargas

Em mais um recorde alcançado no ano, o Porto do Itaqui movimentou cerca de 3,6 milhões de toneladas de cargas no mês de maio de 2025, consolidando o melhor desempenho já registrado para esse mês na história do porto. O volume superou o recorde anterior, de maio de 2023, que totalizou 3,35 milhões de toneladas.

No acumulado do ano, o Itaqui já registra 13,81 milhões de toneladas movimentadas, fato que representa um crescimento de 11,8% em relação ao mesmo período do ano anterior e um desempenho de 9% acima do volume previsto no planejamento anual.

Os grandes destaques por tipo de carga foram:

Carga Geral: A movimentação de celulose foi de 182 mil toneladas, 30% superior ao planejado para o mês e 60% acima do registrado em maio de 2024;

Granel Sólido: O embarque de ferro gusa atingiu 120 mil toneladas, apontando um crescimento de 34% em relação ao mesmo mês do ano anterior;

Granel Líquido – Derivados de Petróleo (entreposto): As operações de transferência entre navios (ship-to-ship) movimentaram 316 mil toneladas, desempenho 50% acima do planejado e 333% superior ao registrado em maio de 2024;

Granel Líquido – Derivados para o mercado interno (tancagem): Foram movimentadas 468 mil toneladas, 8% acima do volume planejado e 19% acima do resultado de maio do ano anterior.

Ainda sobre os granéis líquidos, a produtividade média mensal superou a meta estabelecida. Entre os produtos movimentados, o diesel se destacou, respondendo por 75% do volume total, seguido pela gasolina, com 19%. No que se refere aos operadores, a Transpetro liderou as operações, sendo responsável por 85% da carga movimentada, seguida pela Granel Química, com 11%, e pela Ultracargo, com 4%.

“Mais um mês de crescimento no nosso porto. Esses números são resultado do trabalho coletivo realizado pelos operadores portuários e investidores que acreditam no potencial do Maranhão, fortalecendo a posição estratégica do Porto do Itaqui no cenário logístico nacional”, comunicou o diretor de operações do Itaqui, Carlos Roberto Frisoli.

Quanto mais eficiência e capacidade operacional, mais investimentos e desenvolvimento econômico regional o porto atrai. “O Itaqui já é um dos principais hubs logísticos e comerciais com destaque nacional e internacional. A cada meta superada, é mais desenvolvimento gerado para o nosso estado”, acrescentou a presidente em exercício do Porto do Itaqui, Isa Mary Mendonça.

Fonte: Datamar News

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Comércio Exterior, Exportação, Investimento, Negócios, Portos

Movimento de veículos cresce 7% nos portos secos de fronteira da Multilog

Responsável pela operação de cinco portos secos de fronteira e por uma parcela significativa do fluxo rodoviário de importação e exportação do Brasil com o Mercosul, a Multilog registrou em maio o recorde mensal do ano, com 37.839 movimentações de veículos, um crescimento de 7% em relação ao mês anterior e de 22% em relação a maio de 2024.

O Porto Seco de Dionísio Cerqueira contabilizou a melhor marca mensal da unidade e do ano, com 2.427 saídas de veículos em maio, número 6% acima de abril. Em relação a maio de 2024, o aumento foi de 36%. A nova infraestrutura construída e inaugurada pela Multilog em dezembro de 2023, bem como as inúmeras melhorias realizadas na unidade alfandegada, contribuíram para os resultados obtidos, que foram impactados também pela regra estadual (TTD – Tratamento de Tributo Diferenciado) que incentiva o ingresso de mercadorias por Dionísio Cerqueira.

Outras três unidades registraram recorde no ingresso de veículos este ano. O Porto Seco de Jaguarão (RS), com 2.958 saídas de veículos em maio, cresceu 13% em comparação ao mês anterior e 25% sobre maio do ano passado. A unidade de Uruguaiana, também no Rio Grande do Sul, teve movimentação de 14.090 caminhões, 11% acima de abril e 33% superior a maio do ano passado. No Porto Seco de Foz do Iguaçu (PR), o maior da América Latina, o aumento foi de 4% no mês, com 17.476 saídas de caminhões e 14% superior a maio de 2024.

Já o Porto Seco de Santana do Livramento (RS), teve movimentação de 888 caminhões em maio, uma queda de apenas 2% em relação a abril e de 13% em relação a maio de 2024.

“Conquistamos em maio os melhores resultados do ano, e isto evidencia que os constantes investimentos em nossa operação têm permitido oferecer mais e melhores serviços aos nossos clientes, além de contribuir para o crescimento do comércio exterior entre os países do Mercosul”, finaliza Francisco Damilano, gerente geral de Operações das Fronteiras da Multilog.

Fonte: DatamarNews

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Portos

Parnanguara é a primeira mulher superintendente da Portos do Paraná

Responsável por projetos de referência nacional, Bruna passa a liderar a área de governança da companhia

A economista e advogada Bruna Nicolau assumiu o cargo de superintendente de Governança da Portos do Paraná no início de junho. Bisneta de capitão da Marinha, neta de estivadores e com muitos familiares portuários, a parnanguara que sonhava em trabalhar no Porto agora celebra mais de 10 anos de carreira.

Bruna começou a jornada profissional na Portos do Paraná em 2015, no setor Financeiro, onde auxiliava nos processos de pagamento e faturamento. Depois, seguiu para a área de Licitações, atuando na busca de vantajosidade para as compras e contratações, com pesquisas de mercado e de preços. Em 2019, a convite de outra Autoridade Portuária, deixou a Portos do Paraná, mas se manteve atuando no setor portuário, retornando em 2021 como coordenadora de Modelagem no setor de Arrendamento.

“Eu trabalhava estabelecendo os parâmetros e diretrizes para os novos terminais, e na gestão dos contratos de arrendamentos já celebrados. Hoje, nós vemos os resultados com a conclusão de vários leilões, sendo os mais recentes o PAR14, 15 e 25, realizados em abril”, pontuou Bruna. Em 2023, a portuária foi promovida a gerente de Planejamento Estratégico da Portos do Paraná, onde acompanhou todos os projetos estratégicos e metas da empresa.

Desde 2022, atua também como presidente substituta da Comissão de Licitação de Áreas Portuárias (CLAP), responsável pela tramitação e análise documental dos leilões. Todo o trabalho realizado pela Comissão serve como modelo nacional, sendo a Portos do Paraná a primeira autoridade portuária brasileira a ter autonomia para realizar seus próprios leilões.

Bruna participou de grande parte do processo que permitiu à Portos do Paraná ser a primeira autoridade portuária a obter autonomia administrativa, fato consolidado em 2019. Desde então, oito leilões de áreas foram realizados, somando cerca de R$ 915 milhões arrecadados em outorgas e R$ 3,7 bilhões em contratos. Dos oito leilões, Bruna participou direta e ativamente de sete.

Mulheres no porto

Bruna observa diariamente o avanço social das mulheres no trabalho portuário. “Hoje, temos mulheres em cargos de liderança, gerentes e coordenadoras. Um perfil que, até alguns anos atrás, quase não existia”, comentou.

Um dos marcos de valorização do trabalho feminino no ambiente portuário foi a contratação das primeiras estivadoras, em maio de 2025, no Porto de Paranaguá: as irmãs gaúchas Eduarda e Fernanda Garcia da Costa. Elas fazem parte de um grupo de 37 mulheres aprovadas no processo seletivo para trabalhadores portuários avulsos (TPAs), realizado pelo Ogmo (Órgão Gestor de Mão de Obra) de Paranaguá. A seleção teve 7.415 inscritos, sendo 815 mulheres (10,9%). Entre as aprovadas, estão 14 estivadoras, duas arrumadoras, 15 conferentes e seis vigias.

Bruna também é um marco histórico para o porto, sendo a primeira mulher a assumir o cargo de superintendente de Governança, único cargo da empresa, utilizado apenas no setor de governança. Há anos atrás, esse termo de superintendente era conhecido como a posição que hoje é do diretor-presidente. Com a modernização da gestão, e após a reestruturação organizacional da empresa, realizada em 2020, o cargo passou a ter outro significado, representando um dos níveis mais altos da organização.

 “De 2015 para cá, vejo que é uma tendência a presença de mulheres no ambiente portuário. Que esse cenário continue evoluindo e que as mulheres se capacitem cada vez mais para, de fato, assumirem os cargos que lhes competem”, concluiu.

Capacitação

Além das oportunidades profissionais, a Portos do Paraná também estimula a capacitação e o desenvolvimento das mulheres. Desde 2024, a autoridade portuária destina 50% das vagas de pós-graduação do Master em Logística e Gestão Portuária — coordenado pela Fundación Valenciaport e pela Universidad Politécnica de València — para as portuárias.

“O Master em Logística e Gestão Portuária é o curso de pós-graduação mais prestigiado na área portuária da Espanha e um dos principais do mundo. A destinação de vagas para mulheres reforça nosso compromisso com um mercado de trabalho mais justo e equitativo”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Governança

Agora à frente da Governança, a Superintendente destaca a importância do departamento para a empresa na implementação de políticas e boas práticas, buscando a conformidade dos atos da estatal, tanto no controle interno e de processos regulares quanto no controle externo e na divulgação de dados.

“Temos o canal de ouvidoria, que é a porta de entrada para sugestões, pedidos de informação, reclamações — tudo que o usuário necessita saber da Portos do Paraná — e temos o compliance, que faz toda a análise e proteção de dados”, citou. Já a coordenadoria de auditoria é responsável pela avaliação dos processos e na identificação dos riscos e melhorias, de acordo com o calendário anual de auditoria interna.

“A gente estabelece e estuda os mecanismos que todos os setores da companhia vêm conduzindo, identificando pontualmente o que precisa de ajustes e realizando a detecção de riscos. A Governança vem trabalhando nessa frente de conformidade, integridade e transparência para implementar as boas práticas aqui na empresa pública”, finalizou Bruna.

Fonte: Portos do Paraná

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Investimento, Portos

Nova fábrica de e-metanol pretende investir R$ 2 bilhões no Porto de Suape

A governadora Raquel Lyra (PSD) assinou, nesta segunda (9), contrato com a GoVerde Holding S.A. para instalação de uma indústria de produção de e-metanol derivado de hidrogênio verde no Complexo Industrial Portuário de Suape, com um investimento de R$ 2 bilhões na primeira etapa. Inicialmente, a unidade ocupará uma área de 10 hectares (com previsão de crescimento de 20 hectares) e deve gerar 1.500 empregos diretos e indiretos durante a fase de obras, que começa em 2026. A vice-governadora Priscila Krause (PSD) acompanhou a assinatura do contrato.

“Nós estamos assinando, hoje, contrato que autoriza a instalação de uma planta de e-metanol no Complexo de Suape, um investimento da ordem de R$ 2 bilhões que está sendo feito pela empresa GoVerde. Com essa novidade, nós garantimos que Pernambuco cresça de forma sustentável, por meio da economia verde. Ninguém faz nada sozinho, trabalhando juntos vamos fazer nosso Estado se desenvolver sem deixar ninguém para trás”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

O contrato para a instalação do empreendimento foi assinado após a homologação do certame público que teve a GoVerde como única proponente, assinado na última sexta (6) pelo diretor-presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Armando Monteiro Bisneto, e publicado na edição de sábado (7) do Diário Oficial do Estado.

Em razão da localização estratégica do Porto de Suape, a produção de e-metanol da GoVerde terá foco na exportação do combustível limpo para clientes europeus e norte-americanos da indústria naval e do setor aéreo. “Esse megaprojeto é fruto da proatividade do governo Raquel Lyra e do time de Suape, posicionando nosso complexo entre os primeiros da América Latina com projetos estruturados para e-metanol. É algo muito consistente, este é um grupo que já tem várias operações aqui em Pernambuco, principalmente na área da energia fotovoltaica. É muito bom ter um parceiro como eles aqui no nosso Estado”, observou Armando Monteiro Bisneto.

A planta industrial terá capacidade inicial de 300 toneladas por dia, com início de operação previsto entre 2027 e 2028 e plano de expansão escalonado para atingir 900 toneladas por dia até 2032. O contrato tem vigência de 12 anos, podendo ser prorrogado. O valor do arrendamento é de R$ 122 mil por mês.

“Trata-se de um projeto industrial transformador para Pernambuco e para o Brasil. O e-metanol é uma das soluções mais concretas para descarbonização imediata do transporte marítimo global. Estamos construindo uma cadeia completa, segura e sustentável para fornecimento do combustível verde. A planta em Suape representa um novo capítulo na inserção do país na rota global da descarbonização marítima e industrial. Estamos muito orgulhosos de implantar essa iniciativa em Suape”, contou o CEO da GoVerde, Ricardo Junqueira.

Descarbonização
O e-metanol é um tipo de metanol produzido de forma sustentável, usando energias renováveis e fontes de carbono (biogênico) de baixo impacto ambiental. É considerado uma alternativa promissora aos combustíveis fósseis, especialmente no transporte marítimo e em setores que buscam descarbonizar seus processos. A planta de Suape utilizará hidrogênio verde produzido via eletrolise da água com energia renovável, acrescido de carbono (CO2) biogênico.

O SAF (Sustainable Aviation Fuel, em inglês) é um tipo de combustível alternativo para aeronaves, produzido a partir de fontes renováveis e sustentáveis, como biomassa e óleos vegetais. É uma alternativa ao querosene de aviação tradicional, que é um combustível fóssil, podendo reduzir as emissões de carbono em até 80% e contribuindo para a redução do impacto ambiental da aviação.

Goverde
Com sede em São Paulo, o grupo empresarial é especializado na geração e distribuição de energia limpa e já está presente em Pernambuco por meio de um projeto para geração de energia fotovoltaica em Petrolina, no Sertão do São Francisco. Também desenvolve projetos em outros quatro estados brasileiros: Pará, Maranhão, Bahia e Ceará. A empresa planeja, executa, constrói e opera projetos ligados a energias limpas e novos combustíveis, com foco em geração distribuída (GD) e produção de energia própria no mercado livre de energia do país (GC), totalizando 500 projetos.

Fonte: Blog Cenário

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Portos

Complexo Portuário ultrapassa 5,8 milhões de toneladas movimentadas entre janeiro e maio de 2025

Nos cinco primeiros meses de 2025, o Complexo Portuário de Itajaí movimentou um total de 5.860.904 toneladas, considerando toda a operação, incluindo cargas geral e conteinerizadas. Somente no mês de maio, o volume registrado foi de 1.044.830 toneladas.

O destaque vai para o equilíbrio entre as operações de exportação, que somaram 2.973.527 toneladas, e importação, com 2.887.377 toneladas no acumulado do ano.
“O Porto de Itajaí registrou a movimentação de 1.479.661 toneladas entre janeiro e maio deste ano, desde cargas gerais e contêineres. Apenas no mês de maio, foram movimentadas 242.098 toneladas, consolidando a tendência de crescimento nas operações. O Porto de Itajaí está cada dia mais competitivo”, afirmou o superintendente, João Paulo Tavares Bastos.  

Ele ainda destacou: “o desempenho operacional do Porto de Itajaí tem impacto direto na economia local, refletindo em maior arrecadação para o município, geração de empregos e estímulo à cadeia logística e comercial da região”.

Em relação ao volume de contêineres, o terminal alcançou a marca de 112.216 TEU’s (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) no acumulado do ano. Desse total, 20.955 TEU’s foram movimentados somente em maio.

Fonte: Porto de Itajaí

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Comércio Exterior, Investimento, Logística, Portos

Beto Martins visita Itajaí e apresenta panorama da infraestrutura logística de SC 

O secretário de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina, Beto Martins, esteve na sede da Associação Empresarial de Itajaí (ACII) na última segunda-feira (09) para dialogar com empresários e lideranças locais sobre os principais desafios logísticos do Estado e os planos em andamento para ampliar sua competitividade no cenário nacional e internacional. 

Com uma agenda voltada ao desenvolvimento da infraestrutura, Martins destacou que Santa Catarina está em um momento decisivo. “Os desafios são muitos, mas o mais interessante disso é que agora estamos discutindo esses temas urgência que merecem”, afirmou. 

Portos, aeroportos, ferrovias e rodovias em foco 

Durante o encontro, o secretário fez um panorama das ações que o governo estadual vem conduzindo para modernizar e ampliar a infraestrutura dos modais de transporte, com destaque para iniciativas inéditas, como parcerias público-privadas e investimentos em projetos executivos. 

Entre os temas abordados, Martins ressaltou o esforço conjunto para garantir que os portos catarinenses possam receber navios de maior porte, ampliando a capacidade de movimentação de cargas. Hoje nenhum dos portos do estado tem capacidade para receber navios de contêineres com mais de 360 metros de comprimento, o que compromete a competividade com outros destinos do Brasil. “Isso é gravíssimo. Coloca Santa Catarina caindo da série A para a série B. Então estávamos prestes a cair para a Série B, porque os nosso portos não estão dotados dessa tecnologia e nada estava sendo feito para resolver isso. Já resolvemos Baía da Babitonga, com um acordo inédito, um case único no Brasil, onde o recurso vai ser privado. O próprio Porto de Itapoá vai colocar o recurso e nós vamos devolver esse valor em tarifas com um prazo alongado de mais de 15 anos. Isso é inédito no Brasil”, explicou, referindo-se à obra de dragagem na Baía da Babitonga.  

Sobre o Complexo Portuário de Itajaí, Martins foi enfático em dizer que o Estado está “torcendo para que a bacia de evolução de Itajaí, que também tem este problema possa ser resolvido no tempo e na urgência que o Governo Federal tem anunciado. O complexo Portuário de Itajaí é determinante para o resultado sócio-econômico e para a receita tributária do Estado”.  

Segundo informações divulgadas pela superintendência do Porto de Itajaí, em abril, foi assinada a portaria que cria uma comissão para acompanhar os estudos técnicos e a execução da remoção do casco do Pallas, um navio afundado próximo ao molhe norte há 130 anos. Os destroços da embarcação impedem as obras de ampliação do canal.  A remoção do casco submerso é considerada fundamental para a expansão da capacidade operacional do tanto em Itajaí, quanto em Navegantes. O planejamento prevê, além da retirada do navio, o alargamento do canal e a construção de uma nova bacia de evolução. (Fonte: Porto de Itajaí) 

Com a ampliação da capacidade dos portos outro desafio vem à tona: a estrutura das rodovias para escoamento das cargas. O secretário alertou que esse é um gargalo que ainda limita o desenvolvimento econômico do Estado. “Santa Catarina só não está mais desenvolvida porque enfrenta um colapso rodoviário sério, principalmente nas federais”, disse. Uma das soluções mais próximas é a construção de uma nova rodovia Florianópolis e Joinville, direcionada para veículos leves, o que pode desafogar momentaneamente a BR 101. A intenção é executar o projeto por meio da parceria público-privada. “A Via Mar não é um sonho, isso está em execução. Os projetos executivos devem ficar prontos até o final do primeiro semestre do ano que vem. O custo da obra deve chegar a 7 bilhões de reais”, explica. Já em relação à malha ferroviária, o Estado começou a se preparar com projetos executivos, prevendo uma reestruturação nacional futura.  

No setor aeroportuário, Santa Catarina registra crescimento expressivo no número de passageiros internacionais, que chega a 700% em três anos. Um dos fatores são os incentivos para as empresas de aviação, a exemplo da TAP, empresa portuguesa que recentemente lançou voos diretos entre Florianópolis e Portugal. “Santa Catarina tinha 160 mil passageiros internacionais em seus aeroportos em 2022. Dois anos depois, em 2024, nós já pulamos para 900 mil. Esse ano só nos primeiros quatro meses já passamos de 600 mil passageiros e vamos passar de um milhão e 200 no final de 2025, o que é um número que nenhum outro estado chegou perto”, ressalta Martins.  

Reforma tributária e riscos para a competitividade 

Em sua participação na plenária da Associação Comercial de Itajaí (ACII) o tema da Reforma Tributária foi perguntado pelo público. Beto Martins fez críticas à proposta que está em discussão no Congresso Nacional. Para ele, a medida representa um risco direto à competitividade do Estado, especialmente nos setores logístico e de comércio exterior. “Santa Catarina sempre usou os incentivos fiscais como ferramenta de atração. Com o fim dessa possibilidade, o Estado pode perder seu diferencial”, alertou. 

Apesar dos desafios, o secretário afirmou confiar na capacidade de reinvenção de Santa Catarina. “Somos resilientes e pensamos fora da caixa. E é isso que vamos precisar fazer de novo.” 

Plano Estadual de Logística e Transportes 

Durante o encontro desta segunda-feira (09), também foi apresentado o Plano Estadual de Logística e Transportes (PELT-SC), uma iniciativa estratégica voltada à modernização da infraestrutura de transportes em Santa Catarina. O plano tem como objetivo diagnosticar gargalos logísticos, propor investimentos prioritários e otimizar a integração entre os modais, com foco na redução de custos e no aumento da competitividade do Estado. 

Atualmente em fase de elaboração, o PELT-SC está sendo desenvolvido pelo Governo do Estado em parceria com a consultoria técnica da INFRA S.A. O contrato, firmado entre maio e setembro de 2024, prevê a conclusão dos estudos em até 18 meses. 

TEXTO E FOTOS: DAIANA BROCARDO 

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Portos, Sustentabilidade

Projeto de lei propõe dispensa de licença ambiental para dragagem e pode afetar portos; especialistas analisam

A dragagem de manutenção nos portos deve ser dispensada de licenciamento ambiental. É o que prevê o projeto que cria a Lei Geral do Licenciamento Ambiental (2.159/2021), aprovado com mudanças pelo Senado no fim do mês passado e encaminhado novamente para a Câmara dos Deputados. O serviço, que também é executado no Porto de Santos, visa evitar o assoreamento e manter a navegabilidade do canal de navegação.

“Vejo a dispensa de licenciamento prevista no projeto de lei como um avanço na desburocratização e necessária ao setor, mas, ao mesmo tempo, sem esclarecer bem as regras do jogo, o projeto aprovado pode gerar controvérsias ante a existência de outras normas que já tratam do tema”, afirma Maria Cristina Gontijo, advogada especialista em Direito Ambiental, Marítimo e Portuário.

O modelo atual segue o previsto na Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) 454/201, além de outras normativas. “Elas visam, além de promover a fiscalização das atividades para a proteção do ambiente e da saúde pública, a segurança da navegação, como as Normas da Autoridade Marítima (Normans). Um ponto importante do atual modelo é a necessidade do programa de monitoramento ambiental dos sedimentos dragados”, explica a advogada.

Fazendo uma comparação com outros dispositivos isentos do licenciamento, como obras e intervenções emergenciais ou em casos de calamidade pública – além das urgentes que tenham como finalidade prevenir a ocorrência de danos ambientais – a dispensa estará condicionada à apresentação de relatório ao órgão ambiental competente, de acordo com o texto de lei.

“Esse ponto é interessante, pois a dragagem de manutenção, de fato, não implica na necessidade dos mesmos instrumentos aplicáveis a uma nova dragagem de aprofundamento, mas também não pode deixar de ser fiscalizada”, lembra.

Por isso, a princípio, Maria Cristina lembra que gera certa preocupação a insegurança que pode ser provocada pelo dispositivo que apenas descreve ser “dispensada do licenciamento a dragagem de manutenção”, considerando todos os pontos normativos em torno do tema que irão continuar em vigor.

“Como será realizado o controle desse material dragado? Desburocratizar não é sinônimo de deixar de fiscalizar, obrigação dos particulares e do Estado prevista no Artigo 225 da Constituição Federal (Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações)”, questiona.

Outras obras
A advogada Maria Cristina Gontijo lembra que o legislador precisa se atentar que cada setor possui suas particularidades, levando em conta outras obras que contemplam instalações portuárias diversas, desde as IP4 (pequeno porte), passando pelos Terminais de Uso Privado (TUPs) e chegando ao porto organizado como um todo, como o complexo santista.

“Para produzir segurança jurídica, há a necessidade de se debruçar nos dispositivos legais já existentes para não cairmos em um novo emaranhado de normas que visam desburocratizar, mas que continuarão a propagar a insegurança jurídica tão combatida e tão discutida em fóruns do setor”, afirma.

Outro ponto destacado pela advogada é a necessidade de aumento de efetivo de servidores dos órgãos licenciadores, bem como a capacitação para atuação em setores como o portuário. “Não basta ter uma legislação que prega eficiência quando, na prática, o procedimento do licenciamento é realizado da mesma forma, sem instrumentos de modernização e sem um efetivo mínimo e capacitação de servidores”, observa.

O que é
Discutida desde 2004, a Lei Geral do Licenciamento Ambiental possui como principal objetivo uniformizar e determinar regras claras no que diz respeito à emissão de licenças ambientais em todo o território nacional, além de simplificar a concessão de licenças para os empreendimentos de menor impacto. Na prática, o objetivo do Projeto de Lei (PL) 2.159/2021 foi legalizar uma série de normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), portarias e outros atos da prática do licenciamento federal e de alguns estados.

Ambientalistas temem prejuízo ao ecossistema
Os ambientalistas estão preocupados com a nova Lei Geral de Licenciamento Ambiental. Professora do Instituto do Mar da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp), Leandra Gonçalves entende que o texto foi piorado no Senado. “Eles fizeram modificações que, de fato, desregulamentam o processo de licenciamento, já bastante combalido”, afirma.

Para o setor portuário, Leandra entende se tratar de uma questão de perspectiva se é bom ou ruim. “É boa para o setor econômico porque pode acelerar a tramitação de licenciamentos e reduzir custos e prazos para novos empreendimentos portuários. Isso interessa a investidores e operadores logísticos”, observa.

Do ponto de vista socioambiental, lembra a professora, é ruim. “Portos são empreendimentos de grande impacto e, com regras mais flexíveis, há risco de aprovação sem estudos adequados sobre impactos cumulativos, poluição marinha, perda de habitats costeiros, e conflitos com comunidades tradicionais, como pescadores”, argumenta.

Uma preocupação adicional, segundo Leandra, é que a lei não trata de maneira específica os impactos sobre o mar, “o que é problemático para atividades como dragagem, expansão de portos, e movimentação de cargas perigosas”.

Prejuízo e divisão
Professor do Programa de Doutorado em Direito Ambiental Internacional da Universidade Católica de Santos (UniSantos), Fernando Rei analisa que seria muito prejudicial para o bioma marinho que a dragagem não fosse mais acompanhada pelo órgão ambiental.

“Tendo em vista os impactos que ela causa, não só no estuário, mas na bacia, isso naturalmente precisa ser acompanhado e necessita, digamos, de estudos técnicos e científicos constantes e de atualização”, explica.

O professor observa que a lei potencializa a divisão e a polaridade existentes na questão que envolve o desenvolvimento econômico e a proteção ambiental. “É preciso que, nesse encaminhamento do texto para a Câmara, haja a eliminação de alguns exageros para que ela esteja realmente a serviço do País nos compromissos internacionais e não simplesmente de alguns interesses específicos muito fortemente representados no Congresso, como são da mineração, do agronegócio e da exploração de petróleo”.

APS afirma que diminuir impactos é meta
Em nota, a Autoridade Portuária de Santos (APS) informa que a dragagem de manutenção do Porto de Santos conta com licença ambiental, emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), válida até 2032.

“Com relação a licenças ambientais de outras obras, é importante ressaltar o compromisso ESG da Autoridade Portuária de Santos, previsto inclusive em seu planejamento estratégico”, afirma.

O órgão acrescenta que, independentemente das imposições e exigências de órgãos de controle e fiscalização, são metas da APS monitorar e minimizar o impacto das atividades portuárias nas mudanças climáticas, fomentar políticas de melhoria da eficiência energética e estímulo a novas fontes de geração de energia, assim como medidas de adaptação às mudanças do clima.

Além destas, também estão incluídas a de evitar e mitigar a poluição das águas e do oceano, protegendo os ecossistemas e buscando a preservação da biodiversidade e promover o uso sustentável dos recursos naturais; e estabelecer práticas e processos que permitam que uma organização controle, gerencie e melhore seu desempenho ambiental de forma sistemática e minimizar os impactos ambientais de suas atividades, produtos ou serviços, de acordo com sua política ambiental e com os requisitos legais e regulamentares aplicáveis.

“Esses objetivos são fundamentais para a manutenção de vida viável do ser humano e demais espécies neste planeta, de forma que a APS não vai deixar de estabelecer os mais altos requisitos de sustentabilidade na implantação de seus equipamentos de infraestrutura pública do Porto de Santos”, ressalta.

Aguardando
Sobre a possível alteração na legislação ambiental, a Autoridade Portuária afirma ser embrionária qualquer avaliação, uma vez que a discussão parlamentar ainda está em andamento. “O que se pode afirmar é que, seja qual for a forma da lei, a APS irá cumprir o que estiver determinado”, finaliza a nota.

Fonte: A Tribuna

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