Logística

Antaq suspende “taxa de seca” após ação da Associação Comercial do Amazonas

A Associação Comercial do Amazonas (ACA) conquistou uma importante vitória para a economia amazonense e para a Zona Franca de Manaus (ZFM). A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) concedeu, nesta segunda-feira (27), uma liminar que determina a suspensão imediata da “taxa de seca”, conhecida internacionalmente como “low water surcharge” (LWS).
A decisão, registrada sob o número 83/2025, tem efeito imediato e proíbe a cobrança da sobretaxa nas operações marítimas de contêineres com origem ou destino no Porto de Manaus (AM). A Antaq também ordenou que as transportadoras se abstenham de incluir a taxa em contratos atuais ou futuros.

Entidades e apoio político garantiram o resultado

A liminar foi resultado de uma denúncia formalizada pela ACA, com apoio do deputado federal Pauderney Avelino (União-AM) e atuação técnica do escritório Pedro Câmara Advogados.
O presidente da ACA, Bruno Loureiro Pinheiro, celebrou o resultado:

“É uma conquista de toda a sociedade amazonense. Com o apoio político do deputado Pauderney Avelino e a excelência técnica do escritório Pedro Câmara Advogados, alcançamos um resultado histórico que protege nosso comércio e garante condições justas à economia regional.”

“Taxa da pouca vergonha”, diz deputado

O deputado Pauderney Avelino criticou duramente a cobrança, classificada por ele como abusiva e injustificada. Segundo o parlamentar, os armadores chegaram a cobrar US$ 5 mil por contêiner, mesmo sem haver baixa significativa do nível do rio Negro neste ano.

“Essa é uma taxa de pouca vergonha, porque o rio não baixou a níveis que dificultassem a navegação. Agora, com o nível em 17,7 metros, tudo deve voltar ao normal”, afirmou.
Avelino destacou ainda que valores cobrados indevidamente deverão ser devolvidos e que novas cobranças estão suspensas.
“Essa é mais uma vitória para o Amazonas e para a nossa Zona Franca de Manaus”, completou.

Cobrança indevida e falta de transparência

A denúncia da ACA, protocolada em 28 de agosto de 2025, foi direcionada a armadores internacionais de longo curso, incluindo MSC, ONE, Norcoast, Log-In, Maersk, Hapag-Lloyd, CMA CGM e Mercosul Line.
A entidade argumentou que a taxa de seca foi anunciada sem justificativa técnica, uma vez que os níveis do rio Negro estavam acima da média registrada em anos de estiagem severa, como 2023 e 2024.
Além disso, a ACA destacou a falta de transparência das transportadoras, que não apresentaram planilhas de custos, metodologia de cálculo ou embasamento técnico para justificar os aumentos.

Valores e suspeita de cartelização

Em 2025, os valores da LWS variavam entre US$ 950 e US$ 1.980 por contêiner (TEU) — montantes semelhantes aos cobrados em 2024, durante a seca histórica. A uniformidade nos preços e datas de início da cobrança levantou suspeitas de cartelização e abuso de poder econômico entre os armadores.

Impacto econômico e competitividade

Segundo a ACA, o custo logístico na Zona Franca de Manaus já havia alcançado 40% do valor da mercadoria transportada em 2024. A aplicação da taxa de seca, sem base empírica, poderia elevar ainda mais os custos, comprometendo a competitividade regional.

“Ao acatar o nosso pedido cautelar, a Antaq reconheceu a necessidade de intervenção imediata para suspender a cobrança e restaurar o equilíbrio na prestação do serviço”, concluiu Bruno Pinheiro.

FONTE: BNC Amazonas
TEXTO: Redação
IMAGEM: Alex Pazuello/Secom

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Logística

Reunião do Conselho da Autoridade Portuária debate integração Porto-Cidade e áreas de apoio logístico

A importância da relação Porto-Cidade foi o principal tema debatido durante a reunião do Conselho da Autoridade Portuária (CAP), realizada nesta sexta-feira (24), na Superintendência do Porto de Itajaí. O encontro foi conduzido pelo presidente do CAP, José Alfredo de Albuquerque e Silva, e reuniu conselheiros, representantes da comunidade portuária e autoridades locais.

Durante o encontro, foram discutidos temas estratégicos voltados à integração entre o porto e as cidades do entorno, especialmente Itajaí e Navegantes, com ênfase na destinação e planejamento de áreas de apoio logístico. O debate reforçou a necessidade de alinhar o crescimento das operações portuárias com o desenvolvimento urbano e a sustentabilidade regional.

“A relação Porto-Cidade é essencial para o crescimento equilibrado da região. Não se trata apenas da cidade que abriga o porto, mas também dos municípios vizinhos, como Navegantes, que fazem parte direta desse ecossistema logístico. Precisamos planejar juntos as áreas de apoio e infraestrutura para garantir eficiência operacional e qualidade de vida para quem vive nesse entorno”, destacou o presidente do CAP, José Alfredo de Albuquerque e Silva

O Conselho da Autoridade Portuária é um órgão consultivo que reúne representantes do poder público, operadores, trabalhadores e usuários do porto, e tem papel fundamental no acompanhamento das políticas de gestão e integração entre o porto e a comunidade.

FONTE: Porto de Itajaí
IMAGEM: Reprodução/Porto de Itajaí

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Logística

ANTAQ cumpre decisão do STF e retoma cobrança do Serviço de Segregação e Entrega de Contêineres (SSE)

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) publicou, nesta sexta-feira (24), uma deliberação ad referendum que restabelece a autorização para a cobrança do Serviço de Segregação e Entrega de Contêineres (SSE) — também conhecido como THC2. A medida cumpre a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que derrubou o entendimento anterior do Tribunal de Contas da União (TCU) e devolveu à ANTAQ a competência regulatória sobre o tema.

STF confirma autonomia da ANTAQ na regulação portuária

O STF anulou o acórdão do TCU que proibia a cobrança do SSE, restabelecendo a validade da Resolução-ANTAQ nº 72/2022. Em sua decisão, o ministro Dias Toffoli destacou que a agência tem maior capacidade técnica para tratar da questão.

“Parece-me claro que a ANTAQ possui maior capacidade institucional e epistêmica do que o TCU para tratar do problema regulatório em questão, considerando suas atribuições, experiência e corpo técnico especializado”, afirmou o ministro.

O diretor e relator do processo, Wilson Lima Filho, ressaltou que a decisão do Supremo é categórica e confirma a plena eficácia da norma que autoriza a cobrança do serviço. Ele destacou ainda que outros provimentos judiciais sobre o mesmo tema permanecem válidos, pois não foram alcançados pelo mandado de segurança julgado pelo STF.

Tema voltará à pauta regulatória da ANTAQ

Embora a decisão publicada pela agência represente o cumprimento direto da determinação do STF, o assunto voltará a ser discutido com mais profundidade. O tema está incluído na Agenda Regulatória 2025–2028 da ANTAQ, conforme o Acórdão 677/2025, aprovado em outubro deste ano.

Com a retomada da cobrança, a ANTAQ reafirma sua autonomia técnica e reforça seu papel na regulação dos serviços portuários, equilibrando as demandas do setor com a segurança jurídica para armadores e terminais portuários.

FONTE: ANTAQ
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/ANTAQ

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Logística

Falhas logísticas comprometem até 20% dos medicamentos sensíveis e geram prejuízo bilionário, aponta IATA

Problemas no transporte e armazenamento de medicamentos sensíveis à temperatura continuam sendo um grande desafio para o setor farmacêutico. De acordo com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), cerca de 20% dos fármacos termossensíveis sofrem danos devido a variações térmicas durante o trajeto, o que representa perdas anuais entre US$ 2,5 bilhões e US$ 12,5 bilhões — o equivalente a R$ 13,49 bilhões a R$ 67,45 bilhões.

Controle de temperatura é questão de saúde pública

A manutenção da temperatura ideal em toda a jornada logística é essencial não apenas para a eficiência operacional, mas também para a segurança dos pacientes, ressalta AliceAna Paiva, diretora Comercial da Tragetta.

“Garantir que os medicamentos cheguem em condições seguras é uma questão de saúde pública. Cada etapa do processo precisa ser conduzida com rigor para evitar perdas financeiras e riscos à integridade dos produtos”, afirmou a executiva.

Soluções tecnológicas para reduzir perdas

Os desafios enfrentados pelas empresas vão desde falhas no transporte farmacêutico até o risco de interrupção no fornecimento de medicamentos e vacinas essenciais. Segundo Paiva, é indispensável adotar práticas eficazes de monitoramento e rastreamento para proteger as cargas.

A Tragetta, por exemplo, oferece soluções personalizadas para cada tipo de produto — seja carga seca, monitorada ou controlada. O processo conta com equipamentos de ponta para medir temperatura, umidade e movimento, além de monitoramento em tempo real e gestão de riscos.

“Essas iniciativas permitem reduzir variações de temperatura, garantir entregas seguras e proporcionar previsibilidade nas operações”, destacou Paiva.

Integração entre tecnologia e logística é o futuro do setor

Para a executiva, a integração entre tecnologia e logística farmacêutica vai além da eficiência: trata-se de gerar confiança em toda a cadeia.

“Com sistemas de rastreamento e controle contínuo, conseguimos identificar falhas antecipadamente e assegurar que cada medicamento chegue ao destino em condições ideais, protegendo tanto os pacientes quanto os recursos investidos”, completou.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Logística

Diretor da ANTAQ visita o Moegão e elogia inovação logística do Porto de Paranaguá

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Frederico Carvalho Dias, e o secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, visitaram nesta quinta-feira (23) o Porto de Paranaguá e as obras do Moegão, considerado o maior projeto portuário em execução no Paraná. A visita foi conduzida pelo diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, que apresentou os principais resultados operacionais, investimentos e conquistas da administração portuária.

Segundo Garcia, a visita reforça a relevância estratégica da Portos do Paraná para a logística nacional. “A presença da ANTAQ e do Ministério de Portos demonstra o reconhecimento da importância do nosso trabalho e fortalece as parcerias institucionais no desenvolvimento de grandes projetos”, destacou.

Moegão conectará 11 terminais e aumentará a eficiência operacional

Durante a visita, o diretor-geral da ANTAQ conheceu detalhes do Moegão, obra que conectará 11 terminais portuários e reduzirá significativamente os cruzamentos ferroviários dentro da cidade de Paranaguá, melhorando o escoamento da produção agrícola. Frederico Carvalho Dias, que assumiu recentemente o comando da agência, destacou o impacto positivo da iniciativa.
“O Moegão representa uma estratégia moderna de logística integrada e desenvolvimento portuário sustentável. Fiquei impressionado com o nível de planejamento e com os resultados que o Porto de Paranaguá vem apresentando”, afirmou.

O secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, classificou o empreendimento como um “equipamento fantástico”, capaz de receber até 24 milhões de toneladas de grãos e farelos por ano, atendendo diretamente ao Corredor de Exportação Leste (Corex).
“Estamos diante da maior obra de infraestrutura com recursos públicos em um porto público brasileiro. O Moegão vai ampliar de forma expressiva a capacidade de recepção e escoamento da safra agrícola nacional”, afirmou Ávila.

Leilão do Canal de Acesso reforça modelo de referência nacional

A visita aconteceu um dia após o leilão do Canal de Acesso do Porto de Paranaguá, realizado na B3, em São Paulo, sob coordenação da ANTAQ. O vencedor foi o Consórcio Canal da Galheta Dragagem, formado pelas empresas FTS Participações Societárias S.A., Deme Concessions NV e Deme Dredging NV, com lance de R$ 276 milhões e desconto de 12,63% na tarifa Inframar, cobrada das embarcações que utilizam o canal.

O modelo adotado em Paranaguá será referência para futuros leilões em Santos (SP), Itajaí (SC), Bahia e Rio Grande (RS). “A Portos do Paraná vem se consolidando como exemplo de gestão eficiente e inovadora, exportando boas práticas e projetos que fortalecem todo o sistema portuário nacional”, destacou Luiz Fernando Garcia.

FONTE: Portos do Paraná
TEXTO: Redação
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

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Logística

Brasil discute futuro da infraestrutura e logística com foco em investimentos e sustentabilidade

Representantes do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) participaram, nesta quarta-feira (22), do encontro “Infraestrutura em Movimento: desafios para transformar o Brasil”, promovido pelo grupo MoveInfra, em Brasília (DF). O evento reuniu autoridades, empresários e especialistas para discutir investimentos e projetos estratégicos em portos, aeroportos, hidrovias, rodovias e ferrovias.

O secretário executivo do MPor, Tomé Franca, destacou que o setor logístico é prioridade do governo federal e apresentou números expressivos de investimento previstos para os próximos anos.

“Na aviação, a expectativa é alcançar R$ 10 bilhões entre 2025 e 2026, somando recursos públicos e privados. Já na área portuária, temos uma carteira robusta de leilões que deve gerar cerca de R$ 30 bilhões em investimentos por meio de arrendamentos. Esse volume mostra a importância que o governo dá à logística, essencial para impulsionar a economia e gerar desenvolvimento em todo o país”, afirmou Franca.

Desafios e mudanças no modelo logístico nacional

O debate também abordou o futuro do transporte de cargas no Brasil. O diretor de Relações Institucionais da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Valter Luís Souza, defendeu uma transição para um sistema mais equilibrado e sustentável.

“Hoje, dois terços das cargas são transportadas por caminhões e 90% dos passageiros viajam por rodovias. Isso é caro e pouco sustentável. Precisamos mudar essa realidade e garantir que os projetos propostos pelo governo se concretizem”, alertou.

Hidrovias ganham protagonismo no novo modelo logístico

O secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes, destacou que o país vive um “momento de virada” na forma de enxergar o transporte fluvial.

“Pela primeira vez, o Brasil conta com uma secretaria voltada exclusivamente às hidrovias e à navegação, o que reforça o compromisso do governo com o setor”, disse.

Segundo Antunes, o principal projeto é a concessão de serviços hidroviários, inspirada no modelo das concessões rodoviárias. Nesse formato, a infraestrutura permanece pública, mas a execução de serviços como dragagem, sinalização e monitoramento será feita por parceiros privados, com metas de desempenho e contratos de longo prazo.

Aviação e inovação: governo reforça parceria com universidades

No mesmo dia, Tomé Franca e o secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, participaram do XXII Simpósio do Transporte Aéreo (Sitraer), promovido pela Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo (SBTA) e pela Universidade de Brasília (UnB). O encontro reuniu pesquisadores e especialistas para debater inovação, segurança e políticas públicas no setor aéreo.

Longo ressaltou que a aproximação entre governo e academia é essencial para aprimorar as políticas públicas.

“O Sitraer é um espaço de troca qualificada. Conseguimos ouvir a academia, identificar oportunidades de melhoria e ajustar rotas para o desenvolvimento do transporte aéreo”, afirmou.

O secretário destacou ainda que o MPor mantém parcerias com universidades em projetos de projeção de demanda e georreferenciamento de sítios aeroportuários, transformando conhecimento técnico em ações práticas e precisas.

“Essa integração agrega valor, aumenta a acurácia das entregas e garante que nossas políticas estejam alinhadas às necessidades do setor e da sociedade”, concluiu Longo.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Sérgio Francês

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Logística

Vacância de galpões logísticos no Brasil atinge menor nível histórico em 2025

O mercado de galpões logísticos e industriais registrou, no terceiro trimestre de 2025, a menor taxa de vacância da história, alcançando 8,2%, segundo levantamento da Binswanger Brasil. O estudo considerou empreendimentos A+ e A, e apontou que a combinação de alta demanda de empresas de e-commerce e a entrega abaixo do esperado de novos estoques impulsionou os resultados.

E-commerce lidera locações

O setor de comércio eletrônico foi protagonista nas novas ocupações. Entre julho e setembro, o Mercado Livre realizou sete locações totalizando 232 mil metros quadrados, enquanto a Shopee registrou nove operações, somando 159 mil metros quadrados.

As maiores transações também foram dominadas pelo e-commerce: a Shopee alugou 88.225 m² no condomínio GLP Bandeirantes I, em Cajamar (SP); o Mercado Livre ocupou 82.491 m² em Embu das Artes (SP); e a Belmicro fechou 70 mil m² em Serra (ES).

Alta nos valores médios de aluguel

O relatório da Binswanger mostra que o valor médio pedido por metro quadrado aumentou de R$ 27,61 para R$ 27,78 entre julho e setembro. Desde 2020, os preços seguem acima da inflação, indicando um mercado favorável aos proprietários, com demanda superior à oferta.

A absorção líquida no trimestre foi de 924 mil metros quadrados, superior aos 853 mil metros quadrados do período anterior. As maiores ocupações ocorreram em Cajamar (SP), com 124 mil m², seguida de Campinas (SP) com 121 mil m², e de Salvador (BA) e Região Metropolitana de Vitória (ES), ambas com 81 mil m².

São Paulo registra vacância mínima e preços recordes

No Estado de São Paulo, principal polo logístico do país, a taxa de vacância atingiu 8% no terceiro trimestre. O valor médio de aluguel chegou a R$ 29,80/m², aproximando-se do recorde histórico de R$ 30,00/m².

A localização impacta diretamente nos preços: dentro de um raio de 30 km da capital, o valor médio subiu para R$ 35,21/m², enquanto no raio de 15 km alcançou R$ 42,15/m². Na própria cidade de São Paulo, a crescente demanda por operações last mile para entregas rápidas elevou o preço a R$ 46,00/m² em galpões logísticos e industriais de alto padrão.

FONTE: Modais em Foco
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Logística

Frota global de navios porta-contêineres ociosos se mantém estável apesar de baixa nas tarifas

No início de outubro, a frota global de navios porta-contêineres ociosos manteve-se praticamente estável, mesmo com o feriado da Semana Dourada na China e a deterioração das tarifas de frete. Segundo a Alphaliner, os navios sem operação representavam 0,9% da frota mundial, o que equivale a 32,7 milhões de TEUs.

Embora seja o nível mais alto de ociosidade em um ano, o setor ainda é considerado plenamente empregado, sem indícios de inatividade estrutural significativa. Até o dia 6 de outubro, a capacidade ociosa aumentou ligeiramente em 7.155 TEUs, totalizando 91 navios porta-contêineres fora de operação.

Manutenção e modernização em estaleiros

Durante o feriado chinês, os cancelamentos de viagens programadas tiveram impacto limitado na ociosidade da frota. Em vez disso, muitas empresas de transporte marítimo aproveitaram o período para enviar navios aos estaleiros, destinados a manutenção, reparos, modernização ou conversão.

Atualmente, a capacidade de armazenamento em estaleiros representa 2,1% da frota total, acima da mínima registrada em setembro, de 1,6%. O número de navios em manutenção subiu de 124 para 153 unidades, adicionando quase 160.000 TEUs, totalizando 688.195 TEUs em estaleiros.

Próximos desafios do setor

O período de menor atividade testará a disciplina de gestão de capacidade das companhias marítimas, que buscam contener a queda nas tarifas de frete e otimizar a operação da frota.

FONTE: Mundo Marítimo
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Modais em Foco

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Logística

Como a Amalog transforma a logística com seus três pilares estratégicos

A Amalog, referência em soluções logísticas inovadoras, construiu sua atuação com base em três pilares fundamentais: Facilidade Imediata, Previsibilidade Imediata e Economia Imediata. Cada um deles reflete o compromisso da empresa em oferecer agilidade, controle e eficiência para o setor de transporte e logística no Brasil.

Facilidade Imediata: agilidade em cada etapa

No primeiro pilar, a palavra-chave é agilidade.

A Amalog simplifica processos do início ao fim, garantindo que cada etapa — da cotação à entrega — aconteça de forma rápida, clara e sem burocracia. Com tecnologia de ponta e inovação aplicada, a empresa reduz complexidades e entrega operações mais eficientes e dinâmicas.

Previsibilidade Imediata: transparência e controle em tempo real

O segundo pilar é guiado pelo controle.

Com tecnologia e comunicação clara, a Amalog garante que clientes acompanhem o status das entregas em tempo real, sem surpresas indesejadas. O DMS (Sistema de Gerenciamento de Entregas) permite monitoramento completo da operação, além de follow ups automáticos, transparência nos processos e maior segurança em toda a cadeia logística.

Economia Imediata: redução de custos e maior eficiência

O terceiro pilar é a economia.

As soluções da Amalog otimizam rotas, reduzem desperdícios e aumentam a competitividade das operações. A ferramenta de cotação online disponibiliza valores de frete rápidos e precisos, permitindo que empresas tenham mais controle sobre seus custos logísticos. O resultado é simples: menos gastos, maior eficiência e ganhos de margem.

Tecnologia como aliada da logística

Com esses três pilares, a Amalog se consolida como pioneira no segmento logístico, oferecendo uma combinação estratégica de tecnologia, inovação e transparência. Para empresas que buscam operações mais ágeis, seguras e competitivas, a Amalog se posiciona como uma parceira essencial.

Sobre a Amalog

Fundada com o propósito de transformar a logística por meio da tecnologia e automação, a Amalog vem expandindo sua atuação nos últimos sete anos. Com sede em Santos (SP) e unidades operacionais em pontos estratégicos como Itajaí (SC), Cachoeirinha (RS), São José dos Pinhais (PR), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG) e Manaus (AM), a empresa se destaca pela integração entre modais e simplificação de processos.

Um de seus principais diferenciais é a Plataforma Amalog de Serviços (PAS), que conecta todos os envolvidos no processo logístico e de comércio exterior, permitindo gestão em tempo real, redução de burocracias e maior controle operacional.

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGEM: DIVULGAÇÃO

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Logística, Tecnologia

China lidera revolução logística com porto 100% automatizado e movido a energia limpa

O porto inteligente de Tianjin, na China, marca um avanço histórico ao se tornar o primeiro porto do mundo totalmente automatizado e abastecido por energia limpa. A estrutura representa um marco na logística global, combinando tecnologia de ponta, eficiência energética e sustentabilidade ambiental.

Operando com guindastes autônomos, veículos automatizados e sistemas inteligentes integrados ao satélite Beidou, o porto realiza todas as operações de carga e descarga sem intervenção humana direta. Todo o processo é alimentado por fontes renováveis, reforçando o compromisso chinês com a redução de emissões e a modernização do setor marítimo.

Eficiência, segurança e sustentabilidade em um só modelo

A iniciativa eleva os padrões internacionais de eficiência logística e segurança portuária, tornando-se referência para infraestruturas marítimas sustentáveis em todo o mundo. Especialistas classificam o porto de Tianjin como um modelo global que une automação, inteligência artificial e energia limpa em larga escala.

China amplia liderança tecnológica e desafia o Ocidente

De acordo com análises do setor, a China é responsável por 80% da produção mundial de robôs industriais, ultrapassando Estados Unidos, Alemanha e Japão em densidade robótica por trabalhador. Esse domínio reforça a posição do país como líder na automação portuária e na indústria 4.0.

Especialistas alertam que, sem investimentos robustos em inovação, IA e infraestrutura, o Ocidente pode se tornar dependente da tecnologia chinesa, não apenas em produtos, mas também em processos produtivos estratégicos.

O futuro dos portos: autônomos e sustentáveis

A transição para portos autônomos e 100% verdes é vista como o modelo produtivo do futuro, oferecendo tanto riscos quanto oportunidades para outras economias. Investir em automação, energia renovável e tecnologia inteligente será essencial para garantir competitividade, eficiência operacional e segurança global nas próximas décadas.

FONTE: Jornal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGENS: Reprodução/Jornal Portuário
VÍDEO: @pixnewsms

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