Informação

Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Frente Corretora de Câmbio

O Banco Central do Brasil (BC) determinou nesta quinta-feira (30) a liquidação extrajudicial da Frente Corretora de Câmbio S.A., empresa sediada em São Paulo (SP). A medida foi adotada após a identificação de problemas financeiros graves e de violações às normas regulatórias do sistema.

Decisão envolve irregularidades e risco financeiro

De acordo com o Banco Central, a corretora apresentou comprometimento da situação econômico-financeira, além de descumprimentos de regras legais e prudenciais. A instituição foi enquadrada no segmento S4 da regulação e ocupava a 78ª posição no ranking de operações de câmbio em 2025.

Apesar de integrar o sistema financeiro, a participação da empresa era considerada baixa no volume total do setor.

Baixa participação no sistema financeiro

Em 2025, as operações da Frente Corretora representaram apenas:

  • 0,021% do volume financeiro total
  • 0,054% do número de transações no Sistema Financeiro Nacional

Os dados reforçam a avaliação de que a instituição tinha baixa representatividade no mercado de câmbio brasileiro.

Bloqueio de bens de administradores

Com a decretação da liquidação, os bens de controladores e ex-administradores da corretora foram bloqueados imediatamente. A medida faz parte dos procedimentos legais aplicados em casos de intervenção no sistema financeiro.

Banco Central seguirá com investigações

O Banco Central informou que continuará adotando todas as medidas necessárias para apurar responsabilidades. Caso sejam confirmadas irregularidades, os envolvidos poderão ser alvo de sanções administrativas e encaminhamento às autoridades competentes.

A autarquia reforçou que todas as ações seguem a legislação vigente e os procedimentos de supervisão do sistema financeiro.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/Adriano Machado

Ler Mais
Informação

Guerra no Irã deve elevar preços de energia em 24% em 2026, projeta Banco Mundial

A escalada da guerra no Irã pode provocar um forte impacto nos mercados globais. Segundo o Banco Mundial, os preços da energia devem subir cerca de 24% em 2026, alcançando o maior patamar desde o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, caso o conflito no Oriente Médio seja contido até maio.

Risco de alta maior nas commodities

De acordo com o relatório Commodity Markets Outlook, o cenário pode se agravar caso as tensões persistam. O banco alerta que os preços das commodities globais tendem a subir ainda mais se houver prolongamento das hostilidades e interrupções no fornecimento.

A projeção base considera a retomada gradual do transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz até outubro. Ainda assim, a instituição destaca que os riscos seguem direcionados para uma elevação mais intensa dos preços.

No cenário central, os preços das commodities devem avançar 16% em 2026, impulsionados pela alta da energia, dos fertilizantes e de metais estratégicos.

Petróleo dispara com crise no Oriente Médio

O mercado de petróleo já reage às incertezas. O petróleo Brent acumula valorização expressiva, com preços mais de 50% superiores em meados de abril na comparação com o início do ano.

A previsão do Banco Mundial indica que o barril deve atingir média de US$ 86 em 2026, acima dos US$ 69 registrados em 2025. Em um cenário mais crítico, com danos adicionais à infraestrutura energética, o valor pode chegar a US$ 115 por barril.

O bloqueio parcial do Estreito de Ormuz — responsável por cerca de 35% do comércio global de petróleo transportado por via marítima antes do conflito — tem limitado a oferta de energia e provocado um dos maiores choques de oferta já registrados.

Impactos na economia global e inflação

Para o economista-chefe do Banco Mundial, Indermit Gill, os efeitos da guerra ocorrem em cadeia.

Segundo ele, o aumento dos preços da energia tende a ser seguido pela alta dos alimentos e da inflação global, o que pode resultar em juros mais elevados e crédito mais caro.

O impacto deve ser mais severo em países em desenvolvimento, especialmente os que já enfrentam alto nível de endividamento.

Fertilizantes e alimentos sob pressão

O conflito também afeta diretamente o setor agrícola. A previsão é de alta de 31% nos preços dos fertilizantes em 2026, com destaque para a ureia, que pode subir cerca de 60%.

Esse cenário pressiona o abastecimento de alimentos, reduz a renda de produtores e coloca em risco as próximas safras. O Programa Mundial de Alimentos estima que até 45 milhões de pessoas podem entrar em situação de insegurança alimentar aguda caso a guerra se prolongue.

Crescimento menor nas economias emergentes

Além da inflação, o crescimento econômico também deve desacelerar. O Banco Mundial projeta expansão de 3,6% nas economias em desenvolvimento em 2026, abaixo da estimativa anterior de 4%.

A inflação nesses países deve atingir 5,1%, podendo chegar a 5,8% em um cenário mais prolongado de conflito.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CNN Brasil

Ler Mais
Informação

Alta do petróleo eleva custos da construção civil em Santa Catarina, aponta estudo da FIESC

A construção civil em Santa Catarina enfrenta pressão crescente nos custos de produção em meio à instabilidade do mercado internacional de petróleo. Um estudo preliminar do Observatório FIESC aponta que o conflito iniciado em fevereiro no Oriente Médio tem impactado diretamente os preços de insumos e da logística do setor.

Petróleo pressiona insumos e eleva custos das obras

Segundo o levantamento, o aumento no preço dos combustíveis funciona como um choque externo de custos, com tendência de repasse ao consumidor final.

Entre dezembro de 2025 e março de 2026, diversos materiais apresentaram alta significativa. O destaque é o PVC, que registrou aumento de 39,1% — produto diretamente ligado à cadeia do petróleo.

Outros insumos essenciais também tiveram reajustes relevantes:

  • Alumínio: alta de 30,3%
  • Aço: aumento de 15,8%
  • Concreto: elevação de 6,5%

Impacto direto no preço de imóveis e reformas

Para o presidente do Conselho da Indústria da Construção, Marcos Bellicanta, a alta desses materiais aumenta o custo final das obras e reduz o poder de compra de quem pretende construir ou reformar.

Além disso, o cenário pressiona o preço de novos imóveis, afetando toda a cadeia da construção civil.

Possível antecipação de reajustes preocupa setor

O estudo também aponta que parte dos aumentos pode estar sendo antecipada por fornecedores, diante da incerteza no mercado global de energia.

Segundo Bellicanta, há indícios de que empresas estejam se antecipando a possíveis altas do petróleo e do diesel, repassando custos antes mesmo da consolidação dos reajustes internacionais.

“A sinalização é de que fornecedores podem estar se aproveitando do cenário de incerteza para antecipar novos aumentos”, afirmou.

FONTE: FIESC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Freepik

Ler Mais
Informação

Receita Federal reforça combate ao contrabando e descaminho em fronteiras e rodovias brasileiras

A Receita Federal intensificou, nos últimos 30 dias, as ações de combate ao contrabando, ao descaminho e ao crime organizado em diferentes pontos da malha rodoviária e fronteiras terrestres do país. As operações, baseadas em inteligência fiscal, resultaram em apreensões de mercadorias, drogas e produtos irregulares avaliados em milhões de reais.

Operações na fronteira com o Paraguai concentram grandes apreensões

Na região de Foz do Iguaçu (PR), considerada estratégica para o controle aduaneiro, a fiscalização foi ampliada. Uma das ações mais expressivas ocorreu nas proximidades da Ponte da Integração, onde foram apreendidas mercadorias estimadas em quase R$ 5 milhões.

Na Ponte Internacional da Amizade, outra operação identificou um caminhão com fundo falso que escondia cerca de R$ 1,8 milhão em eletrônicos. Na mesma semana, uma abordagem distinta resultou na apreensão de aproximadamente R$ 2 milhões em produtos irregulares em um veículo de carga, além da interceptação de 134,5 kg de drogas em um automóvel.

Fiscalização também atua na proteção da saúde pública

Além do impacto econômico, as ações da Receita Federal têm foco na proteção da saúde pública. Entre as apreensões recentes, estão medicamentos contrabandeados, incluindo as chamadas canetas emagrecedoras, que não possuem registro sanitário no Brasil nem controle adequado de armazenamento.

Em Joinville (SC), a fiscalização também identificou 6,2 kg de haxixe marroquino escondidos em equipamentos médicos, reforçando o uso de cargas legítimas como forma de ocultação de drogas.

Ônibus de turismo são alvo de fiscalização

Outro foco das operações tem sido o uso de ônibus de turismo como fachada para o descaminho de mercadorias. Em diferentes abordagens, veículos foram retidos transportando cargas irregulares avaliadas em R$ 1 milhão e R$ 2,4 milhões.

Interior do país também está sob monitoramento

A estratégia de fiscalização não se restringe às fronteiras. Em Maringá (PR), um veículo foi interceptado com mais de R$ 1,08 milhão em mercadorias irregulares, evidenciando a atuação contínua da Receita Federal no interior do país.

Fiscalização permanente nas fronteiras e rodovias

Segundo a Receita Federal, as operações reforçam o caráter permanente da vigilância nas fronteiras brasileiras e rodovias. O objetivo é garantir a regularidade do comércio exterior, combater práticas ilícitas e proteger a sociedade.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

Ler Mais
Informação

Simples Nacional: NFS-e de padrão nacional será obrigatória para micro e pequenas empresas

A Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) de padrão nacional passará a ser obrigatória para empresas optantes do Simples Nacional. A mudança foi estabelecida pela Resolução CGSN nº 189, publicada no Diário Oficial da União em 23 de abril de 2026, que altera a Resolução CGSN nº 140/2018.

Obrigatoriedade da NFS-e no Simples Nacional

A nova regra determina que microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) enquadradas no Simples Nacional deverão emitir a NFS-e nacional em todas as prestações de serviços que exigirem nota fiscal.

A emissão deverá ser feita exclusivamente pelo Emissor Nacional da NFS-e, disponível nas modalidades web ou API.

Regras para emissão e exceções

A obrigatoriedade também se aplica a situações em que o enquadramento no Simples Nacional esteja pendente de análise, em discussão administrativa ou sujeito a impedimentos legais, inclusive com possibilidade de aplicação retroativa do regime.

Por outro lado, a norma proíbe o uso da NFS-e de padrão nacional em operações sujeitas exclusivamente à incidência do ICMS.

Integração e acesso às informações fiscais

Com validade em todo o território nacional, a NFS-e passa a ter força para fundamentar e constituir crédito tributário.

Estados e municípios terão acesso aos dados por meio do Painel Municipal da NFS-e ou de ambiente compartilhado, respeitando padrões de segurança da informação.

Início da vigência e objetivos da medida

A Resolução entra em vigor em 1º de setembro de 2026 e tem como objetivo reforçar a padronização nacional da nota fiscal eletrônica, além de ampliar a integração entre entes federados e simplificar o cumprimento das obrigações fiscais no Simples Nacional.

FONTE: Ministério da Fazenda
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Ministério da Fazenda

Ler Mais
Informação

ANTAQ atualiza links de sistemas após reestruturação do parque computacional

A ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) informou a atualização dos links de acesso aos seus sistemas internos. A mudança ocorre devido à reestruturação do parque computacional da Agência.

Novos acessos aos sistemas da ANTAQ

Com a alteração, diversos serviços digitais passaram a contar com novos endereços. Confira os principais sistemas atualizados:

Orientações aos usuários

Segundo a Agência, os novos links de acesso já foram atualizados nos portais oficiais. A ANTAQ alerta que os usuários devem refazer os atalhos salvos anteriormente nos navegadores para evitar problemas de entrada nos sistemas.

Suporte em caso de falhas

Em situações de dificuldade de acesso aos sistemas da ANTAQ, a orientação é enviar e-mail para gtgi@antaq.gov.br, com o envio de capturas de tela ou registros dos erros apresentados.

FONTE: ANTAQ
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/ANTAQ

Ler Mais
Informação

Receita Federal exige curso obrigatório para acesso a áreas alfandegadas

A Receita Federal passou a exigir que trabalhadores e prestadores de serviço realizem um curso de conhecimentos aduaneiros para acessar e permanecer em áreas alfandegadas. A medida foi definida pela Portaria nº 185/2026, publicada recentemente pelo órgão.

A partir de agora, o ingresso nesses locais dependerá de credenciamento prévio e autorização formal, condicionados à comprovação de participação no treinamento.

Curso será obrigatório e com avaliação

O conteúdo do curso inclui parte teórica e avaliação final, com exigência de aproveitamento mínimo de 70%. A capacitação poderá ser feita de forma presencial ou online.

Segundo a Receita Federal, a iniciativa busca padronizar procedimentos e reforçar a segurança aduaneira em ambientes considerados sensíveis ao controle de mercadorias e operações de comércio exterior. Servidores públicos e agentes de órgãos intervenientes poderão ser dispensados da exigência.

Implementação será gradual em portos e aeroportos

A nova regra será aplicada de forma progressiva em portos e aeroportos. Os administradores dos recintos alfandegados ficarão responsáveis por:

  • Disponibilizar o curso
  • Aplicar as avaliações
  • Emitir certificados
  • Controlar o acesso às áreas

O descumprimento das normas poderá resultar em penalidades para os envolvidos.

Impacto varia conforme o tipo de instalação

De acordo com representantes do setor, o impacto da medida tende a ser mais significativo em áreas aeroportuárias. Em portos e recintos de zona secundária, como portos secos, os controles já são considerados mais rigorosos.

A expectativa é que a exigência contribua para melhorar o controle de circulação de pessoas, especialmente em ambientes com maior fluxo operacional.

Curso será gratuito e de curta duração

A capacitação será oferecida sem custos aos trabalhadores. O conteúdo será disponibilizado pela própria Receita Federal, em formato simplificado, com duração aproximada de 15 minutos.

O objetivo é garantir que todos os profissionais tenham acesso às informações básicas de segurança e procedimentos aduaneiros, sem gerar custos adicionais para as empresas.

Setor aponta dúvidas sobre aplicação prática

Apesar dos avanços, ainda há incertezas sobre a implementação da medida, principalmente fora das zonas primárias. Especialistas do setor aguardam a aplicação inicial para avaliar possíveis impactos nos fluxos operacionais.

A preocupação é que o reforço na segurança não prejudique a fluidez do comércio exterior nem comprometa a competitividade logística do país.

Segurança e eficiência em equilíbrio

A nova exigência representa um passo importante na modernização do controle em áreas alfandegadas. O desafio agora será equilibrar segurança, eficiência operacional e agilidade logística, garantindo o bom funcionamento das operações de importação e exportação.

FONTE: A Tribuna
TEXTO: Redação
IMAGEM: Vanessa Rodrigues/Arquivo AT

Ler Mais
Informação

Petroleiras lucram quase US$ 3 mil por segundo em meio à crise global de energia

Mesmo diante da crise global de energia e do avanço da inflação, as maiores companhias do setor petrolífero seguem ampliando seus ganhos. Levantamento da organização Oxfam aponta que seis gigantes — Chevron, Shell, BP, ConocoPhillips, ExxonMobil e TotalEnergies — devem registrar, juntas, cerca de US$ 2.967 por segundo em lucros ao longo de 2026.

Na prática, isso representa aproximadamente US$ 94 bilhões no ano, um volume expressivo em um cenário em que consumidores enfrentam combustíveis mais caros, aumento nas tarifas de energia e maior pressão sobre o orçamento doméstico.

Crescimento acelerado dos ganhos

De acordo com a análise, os lucros dessas empresas cresceram significativamente em relação ao ano anterior. O avanço é estimado em quase US$ 37 milhões por dia a mais em comparação com 2025.

O resultado evidencia um contraste marcante: enquanto famílias ajustam despesas básicas, o setor petrolífero mantém trajetória de expansão financeira.

Instabilidade global impulsiona resultados

A tensão geopolítica no Oriente Médio e a volatilidade no mercado internacional de petróleo estão entre os principais fatores que explicam o aumento dos lucros.

Com a alta no preço do barril, as companhias ampliam suas margens e fortalecem o desempenho financeiro. Por outro lado, os impactos recaem sobre consumidores e empresas, que enfrentam custos mais elevados e pressão inflacionária crescente.

Oxfam aponta aumento da desigualdade

A Oxfam critica o cenário, destacando o contraste entre os lucros elevados e as dificuldades enfrentadas por milhões de pessoas. Para a entidade, a situação reforça o avanço da desigualdade econômica e levanta questionamentos sobre políticas de incentivo ao setor de combustíveis fósseis.

A organização também chama atenção para o fato de que diversos governos continuam concedendo subsídios à indústria, mesmo diante da necessidade de acelerar a transição energética e enfrentar a crise climática.

Debate envolve economia e meio ambiente

O desempenho financeiro das petroleiras reacende discussões sobre o papel dessas empresas no cenário global. De um lado, elas permanecem essenciais para garantir o abastecimento energético. De outro, enfrentam críticas por manter modelos que contribuem para o aumento das emissões e dificultam mudanças estruturais no setor.

Especialistas apontam que o desafio está em conciliar segurança energética com responsabilidade ambiental, sem transferir integralmente os custos para o consumidor final.

Um tema que vai além do petróleo

O debate sobre o setor petrolífero ultrapassa a esfera econômica e passa a envolver questões como justiça social, política energética e o futuro climático do planeta.

FONTE: Guararema News
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Petrobras

Ler Mais
Informação

Receita Federal alerta para golpes em leilão eletrônico de mercadorias apreendidas

A Receita Federal emitiu um alerta sobre a circulação de sites fraudulentos que simulam o leilão eletrônico de mercadorias apreendidas. As páginas utilizam indevidamente a identidade visual do órgão para atrair vítimas e aplicar golpes.

Segundo o órgão, esses ambientes não oficiais induzem o usuário a acreditar que está participando de um leilão legítimo, o que pode resultar em prejuízos financeiros.

Acesso ao leilão oficial ocorre apenas pelo e-CAC

A Receita reforça que o acesso ao sistema verdadeiro só pode ser feito por meio do e-CAC (Centro Virtual de Atendimento), plataforma oficial de serviços ao contribuinte. Qualquer outro canal deve ser considerado suspeito.

O órgão orienta que os interessados verifiquem sempre a autenticidade do site antes de fornecer dados pessoais ou realizar qualquer operação.

Pagamento deve ser feito exclusivamente via DARF

Outro ponto destacado é a forma de pagamento dos lotes arrematados. De acordo com a Receita, o procedimento oficial exige o uso do DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais).

Não são aceitos métodos como PIX, transferências bancárias ou outras modalidades de pagamento, prática comum em golpes virtuais.

Como evitar fraudes em leilões online

Para evitar cair em esquemas fraudulentos, a recomendação é acessar apenas os canais oficiais e desconfiar de ofertas com condições muito vantajosas. Também é importante checar se o ambiente digital possui certificação e vínculo direto com a Receita Federal.

As informações corretas sobre os leilões da Receita Federal estão disponíveis exclusivamente no site institucional do órgão, na seção de destinação de mercadorias apreendidas.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

Ler Mais
Informação

Amazon encerra suporte a Kindles antigos no Brasil a partir de maio

A Amazon confirmou que vai descontinuar o suporte para modelos antigos do Kindle no Brasil. A medida entra em vigor em 20 de maio e afeta dispositivos lançados até 2012, que perderão acesso a funções essenciais da plataforma.

O que muda para os usuários de Kindle

Com o fim do suporte, os aparelhos impactados deixarão de permitir:

  • compra de novos e-books;
  • download de conteúdos da loja;
  • empréstimo de livros digitais;
  • registro do dispositivo em contas da Amazon.

Além disso, caso o usuário desregistre o aparelho ou restaure o sistema para as configurações de fábrica, o dispositivo poderá se tornar inutilizável para novas funções.

Leitura offline continuará disponível

Apesar das restrições, a Amazon informou que os usuários ainda poderão acessar livros já baixados antes do prazo, desde que o Kindle permaneça registrado e não seja resetado.

Outra alternativa será a transferência de arquivos por meio de cabo USB, permitindo o envio manual de documentos e conteúdos digitais.

Modelos de Kindle que perderão suporte

A decisão atinge diversos modelos clássicos do leitor digital, incluindo:

  • Kindle (1ª geração – 2007)
  • Kindle (2ª geração – 2009)
  • Kindle DX (2009)
  • Kindle DX Graphite (2010)
  • Kindle Keyboard (3ª geração – 2010)
  • Kindle 4 (2011)
  • Kindle Touch (2011)
  • Kindle 5 (2012)
  • Kindle Paperwhite (1ª geração – 2012)

Por que a Amazon está encerrando o suporte

A empresa não detalhou os motivos específicos, mas decisões desse tipo geralmente estão relacionadas à evolução tecnológica e à necessidade de manter sistemas atualizados e seguros.

Com isso, usuários de dispositivos mais antigos podem precisar considerar a atualização para modelos mais recentes, que continuam compatíveis com os serviços da plataforma.

Impacto para leitores digitais

A mudança afeta diretamente quem ainda utiliza e-readers antigos, especialmente aqueles que dependem da loja integrada para adquirir livros. Ainda assim, a possibilidade de leitura offline garante uma sobrevida aos aparelhos.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NSC

Ler Mais
Instagram
LinkedIn
YouTube
Facebook