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Transação Tributária: últimos dias para aderir aos editais da Receita Federal

A Receita Federal reforçou o alerta aos contribuintes: faltam poucos dias para participar dos editais de transação tributária que tratam de Teses de Relevante e Disseminada Controvérsia Jurídica. A adesão deve ser realizada até 19h do dia 28 de novembro de 2025, pelo horário de Brasília.

As propostas garantem condições especiais para quem deseja encerrar disputas administrativas, incluindo descontos, maior prazo para pagamento e possibilidade de usar prejuízo fiscal ou base negativa da CSLL para amortizar parte dos débitos.

Editais com prazo até 29 de novembro de 2025

Edital nº 52 – Valor Tributável Mínimo (VTM)
Discute a aplicação do conceito de praça no cálculo do VTM em operações entre empresas interdependentes, tema que afeta diretamente a base de cálculo do IPI.

Edital nº 53 – Preços de Transferência (PRL)
Trata das divergências envolvendo o método PRL (Preço de Revenda menos Lucro) na apuração dos preços de transferência previstos no art. 18 da Lei nº 9.430/1996.

Edital nº 54 – Desmutualização da Bovespa
Abrange a tributação de valores obtidos na venda de ações emitidas durante a desmutualização da Bovespa e BM&F, tema que envolve PIS/COFINS, além de IRPJ e CSLL sobre ganhos de capital.

Benefícios oferecidos

Os três editais permitem condições facilitadas, como:

Descontos de até 65% sobre o valor total da dívida (principal, juros e multas)
• Parcelamento em até 60 meses
• Uso de prejuízo fiscal e base negativa da CSLL para amortizar até 30% do saldo
• Entrada reduzida, conforme as regras de cada modalidade

Como fazer a adesão

Os interessados devem acessar o Portal e-CAC e enviar o pedido pela opção Requerimentos Web. A Receita reforça que a regularização pode trazer economia relevante e encerrar litígios de longa duração.

O prazo final para aderir é 28 de novembro, às 19h.

Confira os editais, as condições completas e demais oportunidades em aberto.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Anac simplifica autorização de drones para operações de baixo risco

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou nesta sexta-feira (21) a Instrução Suplementar nº 94-004 (IS E94-004), que cria um procedimento alternativo — e opcional — para autorizar projetos de drones utilizados em operações classificadas como SAIL I ou II, conforme a metodologia internacional SORA (avaliação específica de risco operacional).

As mudanças serão detalhadas em um webinário no dia 1º de dezembro, às 14h, no qual a agência deve explicar o novo processo e esclarecer dúvidas dos operadores e fabricantes.

Procedimento mais simples para fabricantes
Pelas regras anteriores da IS E94-001, o processo de autorização exigia diversas etapas, incluindo Plano de Trabalho, entrega de múltiplos relatórios técnicos, realização de ensaios e acompanhamento presencial dos testes pela Anac. Somente após a aprovação de todas as etapas o projeto podia ser autorizado.

Com a nova instrução, fabricantes cujas operações se encaixem nos níveis de risco SAIL I ou II poderão optar por um fluxo mais simples. A IS E94-004 tem caráter declaratório: o regulado envia toda a documentação prevista na norma, a Anac faz o aceite e, na sequência, emite a aprovação do modelo — processo mais rápido e menos burocrático em comparação ao procedimento anterior.

Processos em andamento podem migrar de norma
Requerentes que já têm pedidos em análise podem escolher entre continuar seguindo a IS E94-001 ou migrar para a IS E94-004. A mudança deve ser registrada diretamente no processo em andamento no sistema SEI.

FONTE: Anac
TEXTO: Redação
IMAGEM: Toninho Tavares/Agência Brasília

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Túnel duplo no Morro dos Cavalos deve elevar pedágio na BR-101

O Morro dos Cavalos, na BR-101 em Palhoça, deve receber um túnel duplo e ter o valor do pedágio reajustado para cerca de R$ 5, mais que o dobro da tarifa atual. O alinhamento entre o Ministério dos Transportes e a ANTT foi divulgado pelo deputado federal Pedro Uczai (PT-SC), coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, durante entrevista ao programa Conversas Cruzadas, da CBN Floripa.

Transferência do trecho e definição do pedágio

Segundo Uczai, o Ministério dos Transportes é favorável à transferência da administração do trecho do Morro dos Cavalos da Arteris para a CCR/Motiva, proposta apresentada por entidades do setor de infraestrutura e transporte. A ANTT também já indicou apoio à mudança.

O deputado afirmou que a solução escolhida prevê a construção de um túnel duplo, enquanto os estudos finais sobre o novo valor do pedágio – estimado em R$ 5 contra os atuais R$ 2,40 – e o cronograma devem ser concluídos até o fim do ano.

Obra dobrará de valor e terá licenciamento reavaliado

Em 2015, a obra tinha orçamento de R$ 500 milhões. A projeção atualizada alcança R$ 1 bilhão. A ANTT incorporou o projeto de engenharia já existente, e o Ibama indicou disposição em analisar favoravelmente a renovação da licença ambiental aprovada há quase uma década. A aceitação da comunidade indígena à construção dos túneis também deve agilizar o processo.

Cronograma deve ser apresentado nos próximos dias

A ANTT deve apresentar, na próxima semana, o estudo com o cronograma da obra, o valor final do pedágio e os detalhes do processo de transferência do trecho para a CCR/Motiva. O Ministério dos Transportes e o Fórum Parlamentar defendem que a execução leve até três anos, enquanto a concessionária sugeriu prazo de quatro anos — ponto que segue em negociação.

Com a solução definida, a expectativa é que as obras tenham início em 2026, após a atualização do projeto de engenharia e a renovação do licenciamento ambiental.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Thiago Kaue, Governo de SC, Divulgação

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Receita Federal celebra 57 anos com trajetória marcada por modernização e serviço ao país

A Receita Federal comemorou ontem, 20 de novembro, seus 57 anos de história. A data marca uma longa trajetória dedicada à administração do sistema tributário e aduaneiro, com forte impacto no desenvolvimento econômico e na promoção do bem-estar social no Brasil. Ao longo desse período, o órgão consolidou reconhecimento pela eficiência, pela evolução tecnológica e pela capacidade de aprimorar a gestão pública.

O avanço contínuo da instituição é resultado do comprometimento de seu corpo funcional, considerado seu maior patrimônio. São esses profissionais que impulsionam melhorias na prestação de serviços e reforçam a confiança da sociedade na administração tributária.

Origem e evolução da Receita Federal

Criada em 20 de novembro de 1968 pelo Decreto nº 63.659, a Secretaria da Receita Federal substituiu a antiga Direção-Geral da Fazenda Nacional, instituída em 1934. O modelo anterior reunia três departamentos — Rendas Internas, Rendas Aduaneiras e Imposto de Renda — cada um com estrutura própria de fiscalização, arrecadação e tributação, além de setores administrativos independentes. A fragmentação organizacional gerava desperdício de recursos e dificultava a integração entre áreas essenciais.

Com a nova estrutura, o país passou a contar com uma coordenação unificada para os sistemas de arrecadação, fiscalização e gestão de informações econômico-fiscais. A mudança representou um marco de modernização administrativa e redefiniu a relação entre o Estado e o contribuinte.

Inovações e marcos tecnológicos

A Receita Federal avançou de forma contínua na digitalização de seus serviços. Em 1996, lançou seu primeiro site. Em 2005, ampliou o atendimento ao cidadão com a criação do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). No ano seguinte, iniciou o primeiro processo digital, abrindo caminho para uma administração mais ágil e transparente.

Outro passo importante ocorreu em 2007, com a fusão entre a Secretaria da Receita Federal e a Secretaria da Receita Previdenciária, que deu origem à Receita Federal do Brasil. Em 2019, a instituição adotou o nome de Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, reforçando sua atuação estratégica no Estado brasileiro.

Essas iniciativas fortalecem a cidadania fiscal, ampliam a transparência e demonstram o compromisso permanente do órgão com a modernização dos serviços públicos.

Clique aqui para acessar a linha do tempo completa.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Crise no volante: Brasil enfrenta escassez histórica de caminhoneiros e risco de colapso logístico 

O setor de transporte de cargas, responsável por manter o Brasil em movimento, acende um alerta vermelho. Só em Santa Catarina, aproximadamente 8 mil caminhões estão parados por falta de motoristas, número que representa um prejuízo mensal estimado em R$ 30 milhões para as transportadoras. O cenário — já considerado crítico — ameaça gerar um efeito dominó sobre toda a cadeia logística brasileira. O assunto é pauta dos principais veículos de comunicação do país.  

De acordo com o SBT Brasil, o Brasil depende das estradas para 65% de toda a circulação de cargas, e a escassez de motoristas já levanta a possibilidade de um colapso no abastecimento. Já dados da Secretaria Nacional de Trânsito confirmam um declínio acentuado da categoria: o número de pessoas habilitadas para conduzir caminhões caiu 62,89% na última década, e apenas 4% têm menos de 30 anos, evidenciando o envelhecimento e o desinteresse dos jovens pela profissão. 

Insegurança nas estradas afasta veteranos e desmotiva novos profissionais 

A instabilidade nas rodovias é o fator mais citado por quem evita — ou abandona — a profissão. Segundo Lorisvaldo Piuco, presidente do SETRANSC (Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Sul de Santa Catarina), os motoristas convivem diariamente com risco de roubo de cargas, acidentes provocados por má infraestrutura e a falta de pontos de apoio adequados. “A insegurança nas estradas é tão grande que os pais não querem que os filhos sigam a profissão”, afirma Piuco em entrevista ao portal ND+.  

Jovens preferem tecnologia ao transporte de cargas 

Mesmo com caminhões mais modernos e processos automatizados, o setor vem perdendo espaço para profissões ligadas à tecnologia. Piuco confirma a tendência: “Os jovens têm preferido áreas de TI e carreiras digitais”. 

Esse movimento é um problema grave para a renovação da mão de obra — e coincide com outro fator decisivo: o retorno financeiro abaixo do esperado, especialmente no segmento de carga fracionada. Para Piuco, a desvalorização impede que o transporte seja competitivo na atração de novos talentos. 

Valorização e qualificação surgem como única saída, mas o desafio é grande 

Para enfrentar o déficit de motoristas, empresas têm investido em programas de capacitação profissional e retenção de talentos, conforme reportado pelo SBT Brasil. No entanto, o gap continua elevado: 93% das transportadoras relatam dificuldade para contratar novos motoristas

De acordo com a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos68% dos caminhoneiros afirmam que o piso mínimo do frete raramente é respeitado, o que desmotiva os profissionais experientes e desencoraja novatos. 

No âmbito estadual, o tema vem sendo debatido dentro do Sistema Fetranscesc, que reúne sindicatos de 13 cidades catarinenses. Piuco argumenta que a solução passa pela valorização salarial. “A necessidade de motoristas é enorme. Só em Santa Catarina, entre 7 e 8 mil caminhões estão parados por falta de profissionais. É inadmissível chegar a 2025 com essa realidade. Temos uma missão árdua pela frente”, destaca. 

Uma década de queda acentuada na categoria 

Reforçando a gravidade da crise, uma reportagem do UOL revela que o Brasil perdeu 1,2 milhão de motoristas profissionais em 10 anos — uma redução de 22% no número de habilitados das categorias C e E. O estudo da consultoria Ilos aponta como principal causa o surgimento de novas formas de renda e a desvalorização crescente do setor. 

A escassez de caminhoneiros deixou de ser uma previsão e já é uma realidade que provoca prejuízos e ameaça toda a cadeia logística. Sem investimento em infraestrutura rodoviária, segurança, remuneração e formação profissional, o país corre o risco de ver sua engrenagem logística girar mais lentamente — ou parar. 

FONTES: ND ON LINE / UOL / SBT BRASIL 

TEXTO: REDAÇÃO 

IMAGEM: ILUSTRATIVA / FREEPIK 

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Reforma Tributária do Consumo: uso do Domicílio Tributário Eletrônico será obrigatório a partir de 2026

A partir de 1º de janeiro de 2026, todas as empresas brasileiras deverão adotar, de forma obrigatória, o Domicílio Tributário Eletrônico (DTE) como meio oficial de comunicação com a Receita Federal. A medida faz parte da Reforma Tributária do Consumo (RTC) e está prevista na Lei Complementar nº 214/2025, em conjunto com o Decreto nº 70.235/1972, que estabelece a validade legal das mensagens enviadas por esse sistema.

Notificações fiscais serão digitais

Com o DTE, todas as notificações, intimações e avisos fiscais passarão a ser enviados eletronicamente pela Caixa Postal do Portal e-CAC. O acesso e a leitura das mensagens serão considerados como ciência oficial da comunicação, mesmo que o contribuinte não abra as mensagens.

Essa mudança busca garantir mais agilidade, segurança e transparência na relação entre o fisco e o contribuinte, além de reduzir a burocracia no processo de comunicação fiscal.

Atenção aos prazos e penalidades

A Receita Federal alerta que a falta de acesso ao DTE não interrompe prazos legais. Ou seja, a empresa poderá sofrer penalidades caso não acompanhe as comunicações enviadas eletronicamente.

Como se preparar para o novo sistema

Para evitar problemas, é fundamental que as empresas:

  • Acessem regularmente a Caixa Postal do Portal e-CAC;
  • Mantenham seus dados cadastrais atualizados;
  • Estabeleçam uma rotina de verificação das mensagens enviadas pela Receita.

Comunicação mais moderna e eficiente

A obrigatoriedade do DTE representa um passo importante rumo à digitalização dos processos fiscais, tornando o relacionamento entre empresas e Receita Federal mais eficiente. Em caso de dúvidas, o contribuinte pode consultar seu contador ou acessar diretamente o site da Receita Federal.

 Em caso de dúvidas, consulte seu contador ou acesse  Receita Federal — Receita Federal.

FONTE: Receita Federal
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Plano Diretor do Corredor Bioceânico recebe 264 propostas e avança no desenvolvimento regional

O Plano Diretor do Corredor Bioceânico (CBC), projeto que organiza infraestrutura, logística e procedimentos alfandegários entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile, segue avançando. O diagnóstico inicial para orientar as ações de governança recebeu 264 propostas de entidades públicas e privadas, colaborando para definir medidas a serem adotadas pelos oito governos subnacionais que integram a rota.

Os dados foram apresentados pelo secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, durante a 1ª Jornada de Estudos Estratégicos, realizada no auditório do Comando Militar do Oeste (CMO), em Campo Grande. O evento, com o tema “O Corredor Bioceânico de Capricórnio e os impactos para o Centro-Oeste”, reuniu autoridades civis e militares, pesquisadores e representantes do setor produtivo.

“O Corredor Bioceânico representa uma transformação estrutural para Mato Grosso do Sul. Estamos no centro dessa rota e podemos consolidar o Estado como um hub logístico e comercial do Cone Sul”, destacou Verruck.

Conectividade e competitividade econômica

Segundo o secretário, a rota impulsionará a competitividade regional e a atração de investimentos, fortalecendo políticas públicas voltadas à sustentabilidade e à diversificação econômica. Verruck ressaltou que o governo estadual está alinhando infraestrutura, inovação e governança territorial à nova dinâmica que o Corredor Bioceânico vai gerar.

Os desafios incluem garantir conectividade eficiente entre o Centro-Oeste brasileiro, o Chaco paraguaio, o noroeste argentino e o norte chileno, além de estimular o comércio intra e extrarregional.

Infraestrutura e logística em desenvolvimento

A Ponte Internacional da Rota Bioceânica tem mais de 80% das obras concluídas e deve ser finalizada até o final de 2026. Além da construção física, avançam projetos de infraestrutura rodoviária, melhorias nas passagens de fronteira e instalação de Centros de Coordenação de Fronteiras, fundamentais para o funcionamento integrado do Corredor.

Projetos em telecomunicações, digitalização e redes de energia também estão em andamento, aumentando a eficiência e reduzindo custos operacionais. Verruck afirma que, a médio e longo prazo, será necessário criar núcleos estratégicos internos para atender ao crescimento da demanda, especialmente em agronegócio e logística.

Turismo e integração continental

O turismo também deve se beneficiar do Corredor Bioceânico. Inspirado na Rota 66 dos Estados Unidos, Verruck propôs a criação da Rota 67, ligando o Pantanal ao Deserto do Atacama. A iniciativa permitirá que visitantes percorram o continente de carro, sem procedimentos alfandegários complexos, promovendo integração cultural, biodiversidade e experiências únicas.

Segurança e cooperação regional

Outro ponto destacado foi a importância da construção coletiva da segurança. Verruck enfatizou que a participação de todos os agentes, incluindo forças de segurança, é essencial para garantir que o projeto seja sustentável e integrado, evitando que o Corredor se torne isolado.

Participação acadêmica e militar

Além de Verruck, participaram do evento o professor Sandro Teixeira Moita, do Instituto Meira Mattos (ECEME), com a palestra “Cultura Estratégica – Chave para entender a incerteza global”, e o pesquisador Lúcio Flávio Suakozawa, da Rede Universitária da Rota de Integração Latino-Americana (Unirila), abordando a geopolítica do Corredor.

A 1ª Jornada de Estudos Estratégicos, promovida pelo Comando Militar do Oeste (CMO), buscou fortalecer o pensamento estratégico e promover o diálogo entre academia, forças militares e governo sobre defesa, integração e desenvolvimento regional. Ao final, o secretário Jaime Verruck recebeu diploma e medalhas do Exército.

FONTE: Pontaporã em Dia
TEXTO: Redação
IMAGEM: Mairinco de Pauda/Semadesc

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Receita Cidadã torna-se diretriz institucional na gestão de mercadorias apreendidas

A Receita Federal oficializou o Programa Receita Cidadã como diretriz de governança na gestão de mercadorias apreendidas, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (10 de novembro de 2025). A medida tem como principal objetivo evitar a destruição de bens e promover a destinação ética e sustentável desses itens, por meio de doações a instituições de caridade e projetos sociais.

Foco em responsabilidade social e sustentabilidade

Segundo o texto da portaria, o Receita Cidadã “articula iniciativas e processos intersetoriais voltados à destinação eficiente, ética e responsável de mercadorias”, com ênfase em impactos sociais, econômicos e ambientais positivos. O programa está alinhado aos princípios da administração pública, à economia circular e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela ONU em 2015, que visam erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir prosperidade até 2030.

Incentivo ao reaproveitamento e à transparência

Entre as principais metas do Receita Cidadã, estão:

  • Transformar mercadorias apreendidas em ativos sociais e ambientais, reduzindo o desperdício;
  • Ampliar a transparência e a rastreabilidade na gestão de bens apreendidos, reforçando a integridade institucional;
  • Integrar ações de controle e fiscalização do comércio exterior e de repressão a ilícitos aduaneiros, aumentando a legitimidade das operações;
  • Promover parcerias com outros órgãos e entidades, ampliando o alcance das iniciativas;
  • Valorizar o leilão como forma de destinação estratégica, capaz de gerar receita para a seguridade social e incentivar o reaproveitamento econômico e ambientalmente responsável de mercadorias e resíduos.

Identidade visual e fortalecimento institucional

Além das novas diretrizes, a portaria também definiu a identidade visual oficial do Receita Cidadã, reforçando a consolidação do programa como política pública permanente da Receita Federal.

A iniciativa consolida um novo paradigma na gestão de bens apreendidos, priorizando a sustentabilidade, a transparência e o impacto social positivo das ações governamentais.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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Receita Federal prorroga até 30 de dezembro o prazo para adesão aos editais de transação

A Receita Federal prorrogou até 30 de dezembro de 2025 o prazo de adesão aos Editais RFB nº 4/2025 e nº 5/2025. A prorrogação foi oficializada pela Portaria RFB nº 600/2025, publicada no Diário Oficial da União em 3 de novembro.

A medida representa uma ótima oportunidade para pessoas físicas e jurídicas regularizarem seus débitos no contencioso administrativo fiscal, com condições especiais de pagamento e incentivos relevantes.

QUAIS OS BENEFÍCIOS?

🔹 Edital de Transação RFB nº 4/2025 – Contencioso de pequeno valor

Voltado a pessoas físicas, MEIs, micro e pequenas empresas, com débitos até 60 salários-mínimos.

Oferece até 50% de desconto sobre o valor total da dívida, incluídos principal, juros e multas, e prazo para pagamento em até 55 vezes, com entrada facilitada.

🔹 Edital de Transação RFB nº 5/2025 – Contencioso até 50 milhões

Para créditos de até R$ 50 milhões em contencioso administrativo.

Permite o uso de prejuízo fiscal e base negativa de CSLL, além de prazo para pagamento em até 135 meses, com descontos proporcionais ao grau de recuperabilidade do crédito.

COMO ADERIR?

📅 Prazo limite: 30 de dezembro de 2025.

🔹 Edital de Transação RFB nº 4/2025 – Contencioso de pequeno valor

A adesão deve ser feita exclusivamente pelo Portal e-CAC, por meio do serviço:

➡️ “Pagamentos e Parcelamentos” > “Parcelamento Solicitar e Acompanhar”.

🔹 Edital de Transação RFB nº 5/2025 – Contencioso até 50 milhões

A adesão deve ser feita, mediante abertura de processo digital no Portal e-CAC, acessando:

➡️ “Legislação e Processo” > “Requerimentos Web”

POR QUE APROVEITAR?

A transação tributária é um instrumento moderno e seguro de resolução de litígios fiscais, que ajusta a cobrança à realidade financeira do contribuinte. Além de evitar o crescimento da dívida por juros e multas, ela oferece condições mais previsíveis e estabilidade jurídica para a regularização fiscal.

A iniciativa valoriza a conformidade cooperativa, o estímulo ao cumprimento voluntário e o aperfeiçoamento do relacionamento com a sociedade.

Não deixe para a última hora. Regularize sua situação e aproveite as condições especiais até 30 de dezembro!

SAIBA MAIS

Acesse aqui para mais informações.

FONTE: Receita Federal
IMAGEM: Reprodução/Receita Federal

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Nauterra impulsiona a economia azul em Itajaí

Itajaí se destaca em Santa Catarina por sua diversificação na economia azul, que engloba não apenas atividades portuárias, turísticas e de construção naval, mas também a pesca e o setor alimentício. Um dos principais protagonistas desse cenário é a Nauterra, empresa espanhola proprietária da marca Gomes da Costa, considerada a maior enlatadora de pescado do mundo. Com fábricas, centros de embalagens e distribuição instalados na cidade, a companhia promove práticas sustentáveis, gera empregos e conecta a pesca brasileira ao mercado internacional.

Crescimento impulsionado pelo mercado nacional

O Brasil exerce papel central na consolidação da Nauterra como referência global. A Gomes da Costa, líder de vendas no país, representa 47,25% do volume global, fortalecendo a presença da empresa na América Latina.

Segundo Jair de Azevedo, diretor industrial da Nauterra – Divisão América, a unidade em Itajaí é estratégica para atingir esses números. “A fábrica tem capacidade para produzir até 86 mil toneladas de produtos acabados, incluindo sardinhas, atum, patês e saladas, além de operar integrada à unidade de embalagens, que fabrica 856 milhões de recipientes por ano. Essa escala é crucial para atender tanto a demanda interna quanto as exportações”, afirmou.

Geração de empregos e impacto social

A unidade produz diariamente mais de 2 milhões de latas de sardinha e atum, sendo também o maior empregador privado de Itajaí, com cerca de 3,2 mil colaboradores. A planta responde por quase metade do volume global da Nauterra, cujo faturamento mundial atingiu 727 milhões de euros no último ano.

A empresa também investe em impacto social. Em 2024, 19,14% dos recursos destinados a iniciativas sociais apoiaram programas de voluntariado, campanhas solidárias e doações de conservas, beneficiando mais de 1,2 mil pessoas.

Inovação, sustentabilidade e rastreabilidade

A Nauterra acompanha tendências do mercado e adaptou seu portfólio para oferecer produtos prontos, nutritivos e convenientes. Implementou ainda um sistema de rastreabilidade online, permitindo ao consumidor conferir a origem do pescado.

Em termos de sustentabilidade, a empresa reduziu o uso de matéria-prima nas embalagens, otimizou o consumo de aço nas latas e nos anéis de abertura, e gerencia resíduos de forma eficiente, recuperando 98,86% dos não perigosos, garantindo certificação Lixo Zero nas fábricas do Brasil e da Espanha.

Exportações e expansão internacional

A partir de Itajaí, a Nauterra exporta sardinha e atum para países do Mercosul, como Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, e para outras nações da América Latina, incluindo Equador e El Salvador. “O Brasil é o maior mercado da Nauterra, respondendo por 47% das vendas globais. A expansão para novos mercados é um pilar estratégico, impulsionada pela inovação”, destacou Jair.

Competitividade e certificações

A empresa fortalece sua posição global investindo em eficiência e inovação, ampliando a capacidade fabril e otimizando processos para reduzir perdas. A Nauterra também diversifica suas fontes de matéria-prima, prioriza atum certificado e sustentável, audita fornecedores e mantém certificações ISO 9001 e ISO 45001, reforçando a confiança nos produtos e consolidando sua liderança no mercado internacional.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Nauterra

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