Comércio Exterior, Exportação, Finanças, Importação, Informação

Receita Federal transmitirá ao vivo a 10ª Reunião do Subcomitê de Cooperação do Confac

A reunião será nesta sexta-feira, 12 de setembro, às 14h30, no canal da Receita Federal no Youtube.

Receita Federal transmitirá ao vivo, no dia 12 de setembro, sexta-feira, às 14h30, a 10ª Reunião do Subcomitê de Cooperação do Conselho Nacional de Facilitação do Comércio (Confac).

O encontro será realizado pelo canal oficial da Receita Federal no YouTube, neste link

A participação é aberta ao público, especialmente a profissionais, empresas e órgãos envolvidos nas operações de comércio exterior, que terão a oportunidade de acompanhar de perto as iniciativas voltadas à integração e ao aprimoramento dos processos aduaneiros.

📌 Informações sobre a live:

Evento: 10ª Reunião do Subcomitê de Cooperação do Confac
Data: 12/09 (sexta-feira)
Horário: 14h30
Local: Canal da Receita Federal no YouTube

Fonte: Receita Federal gov.br

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Economia, Exportação, Importação, Informação, Tributação

Reforma Tributária e os impactos em no Comércio Exterior de Santa Catarina: hora de se reinventar 


Com o fim dos incentivos fiscais tradicionais, trading companies, despachantes e importadores em Santa Catarina precisam apostar em inovação, tecnologia e estratégia para manter a competitividade. 

A Reforma Tributária, regulamentada pela Lei Complementar 214/2025, já está em fase de implementação gradual e prevê mudanças significativas no sistema fiscal brasileiro. As novas regras, que introduzem o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), a CBS (Contribuição Social sobre Bens e Serviços) e o Imposto Seletivo (IS) em substituição a tributos como ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI, entram em vigor a partir de 2026

Até lá, as empresas precisam se preparar para um cenário de maior simplificação e transparência, mas que também exige adaptações estratégicas e operacionais. Estimativas do governo apontam que a alíquota total deve girar em torno de 28%, com possibilidade de ajustes caso ultrapasse 26,5%. Além disso, a arrecadação passará a ser feita no destino do consumo, reduzindo a guerra fiscal entre estados e municípios e reforçando a necessidade de planejamento antecipado por parte dos setores mais impactados, como o comércio exterior. 

Santa Catarina em foco 

A Reforma Tributária trará mudanças profundas na dinâmica fiscal e operacional de trading companies, despachantes aduaneiros e importadores, especialmente em estados como Santa Catarina, que historicamente se beneficiaram de incentivos fiscais como o TTD (Tratamento Tributário Diferenciado)

Nesse novo cenário, a adaptação será palavra de ordem. Mais do que acompanhar a legislação, será preciso adotar estratégias inteligentes e inovadoras para se manter competitivo. 

Reinvenção das Trading Companies 

Com o fim gradual dos incentivos de ICMS, o diferencial competitivo das tradings deverá migrar para novos campos de atuação. Entre os caminhos estratégicos estão: 

  • Reposicionamento de valor: foco em inteligência logística, negociação internacional e gestão de riscos. 
  • Consultoria tributária especializada: apoio na transição para o novo modelo de IBS e CBS, auxiliando clientes no planejamento de custos. 
  • Tecnologia e automação: investimento em plataformas digitais que integrem importação, simulação de custos e compliance fiscal. 
  • Parcerias estratégicas: fortalecimento de alianças com operadores logísticos, despachantes e fintechs para entregar soluções completas. 

Reinvenção dos Despachantes Aduaneiros 

Para os despachantes, a reforma abre espaço para uma atuação ainda mais consultiva e tecnológica. As principais ações incluem: 

  • Atualização técnica constante: domínio dos novos regimes aduaneiros e entendimento do impacto da CBS e do IBS em cada operação. 
  • Atuação como consultores: papel ampliado, orientando empresas sobre riscos, oportunidades e planejamento tributário. 
  • Digitalização de processos: sistemas que automatizem o despacho, reduzam erros e agilizem a liberação de cargas. 
  • Educação corporativa: oferta de treinamentos e workshops para clientes sobre os impactos práticos da reforma. 

Reinvenção dos Importadores 

No caso dos importadores, a simplificação tributária traz novos horizontes para o planejamento e a eficiência. Entre os pontos de atenção estão: 

  • Revisão de cadeias de suprimentos: avaliação sobre manter a importação direta ou terceirizar via trading. 
  • Planejamento financeiro mais preciso: maior clareza para simular custos e evitar surpresas. 
  • Adoção de IA e analytics: uso de ferramentas inteligentes para prever demanda, simular cenários tributários e otimizar estoques. 
  • Fortalecimento da governança fiscal: criação de rotinas de compliance que assegurem o aproveitamento correto de créditos e evitem autuações. 

O futuro exige visão estratégica 

A chave para todos os agentes será a adaptabilidade. A Reforma Tributária não elimina oportunidades — ela apenas exige que sejam redefinidas. 

Santa Catarina, com sua tradição no comércio exterior e no uso de incentivos fiscais, terá um desafio especial pela frente. Mas, ao mesmo tempo, a mudança abre espaço para um novo posicionamento baseado em inovação, eficiência e inteligência estratégica. 

TEXTO: REDAÇÃO/DAISE SANTOS 

IMAGEM: Ilustrativa/Freepik 

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Informação, Logística

Brasil tem 13 vezes mais empresas que importam do que exportam para a China

Embora a China seja o país que mais compra produtos do Brasil no exterior, há mais empresas brasileiras que importam do que exportam nas trocas comerciais com o gigante asiático. Esta é uma das descobertas de um estudo sobre o perfil socioeconômico do comércio entre os dois países, feito pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) em parceria com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

São mais de 40 mil empresas que importam da China, entre lojas do varejo, atacadistas, tradings e indústrias, contra menos de 3 mil que exportam ao país. Enquanto há uma grande diversidade de produtos manufaturados e insumos industriais importados pelo Brasil da China, as vendas ao gigante asiático são concentradas em um número bem menor de fornecedores de produtos primários. Somente três produtos — soja, minério de ferro e petróleo — representaram três quartos do total vendido à China no ano passado.

É bem maior o número de empresas brasileiras que exportam para o Mercosul (11,7 mil), os Estados Unidos (9,6 mil) e a União Europeia (8,6 mil), ainda que, no montante em dólares, estes mercados comprem menos do Brasil. As vendas para a China são mais concentradas em commodities do que para qualquer outro parceiro comercial .

Já quando se olha para as importações, o total de empresas que trazem produtos da China — 40.059, em número preciso de 2024 — é quase dez vezes superior ao número de importadores de produtos do Mercosul, o triplo dos Estados Unidos e o dobro da União Europeia. Desde 2000, o número de importadores de produtos chineses no Brasil foi ampliado em 11 vezes.

O estudo mostra que, embora em menor ritmo, também houve um avanço no número de empresas que vendem à China: quadruplicou de 2000 para cá, incluindo microempresas que passaram a fornecer ao país.

A urbanização acelerada, a ascensão da classe média e o crescimento da indústria puxaram nas últimas décadas a demanda chinesa por produtos que o Brasil tem condições de fornecer. Nos últimos dez anos, a China respondeu por mais da metade do superávit da balança comercial brasileira, sendo, em 2024, o destino de 28% das exportações do Brasil.

Fonte: Estadão

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Informação

Receita Federal amplia ações contra créditos indevidos e promove a redução de litígios tributários

A emissão dos despachos decisórios eletrônicos teve início nesta semana e representa um avanço significativo na autorregularização e na eficiência da auditoria tributária.

A Receita Federal identificou mais de 100 mil pedidos de restituição ou declarações de compensação baseados em uma informação inexistente de Guia de Previdência Social (GPS) como a origem do crédito. A ação identificou cerca de R$ 5 bilhões em créditos não reconhecidos.

Dessa forma, a emissão dos despachos decisórios eletrônicos teve início nesta semana e representa um avanço significativo na autorregularização e na eficiência da auditoria tributária.

Como forma de incentivar a autorregularização, os contribuintes foram informados, nos próprios despachos, sobre a possibilidade de quitação dos débitos consolidados por meio de transação tributária. Essa opção está prevista no Edital de Transação RFB nº 4/2025 (para valores de até 60 salários mínimos, sem necessidade de apresentação de manifestação de inconformidade) e no Edital de Transação RFB nº 5/2025 (para valores de até R$ 50 milhões).

A medida reforça o compromisso da Receita Federal com a prevenção e a redução do contencioso tributário, promovendo o combate às irregularidades e assegurando maior efetividade na cobrança.

Fonte: Receita Federal

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Comércio Exterior, Informação, Logística, Mercado de trabalho, Mercado Internacional, Negócios, Sustentabilidade

Pressão no Comércio Exterior vai muito além das barreiras alfandegadas

Não é novidade que a saúde mental impacta diretamente na produtividade e no desempenho dos colaboradores. Estudos mostram que funcionários que lidam com questões emocionais têm sua performance comprometida e isso reflete na eficiência dos processos e nas relações com parceiros e clientes.

É fundamental que as empresas que operam num setor globalizado comecem a olhar mais atentamente para o bem-estar de seus colaboradores. Implementar políticas de suporte à saúde mental, oferecer horários mais flexíveis ou promover um ambiente onde o diálogo sobre saúde emocional seja incentivado, pode fazer toda a diferença.

Além disso, o impacto da pandemia global fez com que muitas organizações revisassem suas práticas de gestão de pessoas, reconhecendo a importância de oferecer suporte psicológico e emocional a seus times. A gestão de crise, que antes era focada exclusivamente em aspectos operacionais e financeiros, agora precisa incluir a saúde mental dos profissionais como uma prioridade.

Com a entrada da NR-1 em 26 de maio de 2025, as empresas passaram a ter um olhar mais atento as questões gestão de riscos psicossociais, um tema relacionado à saúde mental no trabalho. Fazendo com que as empresas tenham um papel crucial na promoção da saúde mental. Elas buscam desenvolver um ambiente de trabalho onde a saúde emocional seja tratada com a mesma seriedade que a saúde física. Assim criando espaços seguros para que os funcionários possam falar abertamente sobre seus desafios, sem medo de estigmas ou retaliações.

Como não relacionar com a área de comércio exterior a necessidade de saúde mental?

Nossos índices são alarmantes, Stress, Burnout, Depressão, vem junto com um setor muito dinâmico, multicultural e altamente desafiador. Quem atua nessa área de comércio exterior, sabe bem como a pressão é constante, prazos apertados, fusos horários diversos, adaptações a regulamentos internacionais, volatilidade cambial, o mundo em trânsito 24 horas e a necessidade de lidar com diferentes culturas e idiomas diariamente. Todos esses fatores contribuem para um ambiente de trabalho muitas vezes estressante.

Por trás das negociações internacionais e das estratégias logísticas, há um fator que nem sempre recebe a devida atenção, a saúde mental dos profissionais que fazem o comércio global acontecer. Esse campo, apesar de cheio de oportunidades, também pode ser um terreno fértil para o estresse crônico, a ansiedade e o esgotamento emocional.

No setor de comércio exterior, onde a conexão entre países e culturas é o cerne das atividades, é vital reconhecer que as diferenças culturais também afetam como questões de saúde mental são vistas e tratadas. O que pode ser normalizado em um país, pode ser considerado tabu em outro. As empresas que atuam nesse ambiente global precisam estar atentas a essas nuances culturais e desenvolver políticas inclusivas e adaptadas para seus diferentes times.

Cuidar da Mente é Cuidar dos Negócios

A relação entre saúde mental e sucesso profissional é clara. Empresas que cuidam do bem-estar emocional de seus colaboradores veem, em contrapartida, equipes mais engajadas, produtivas e dispostas a inovar. No comércio exterior, onde o ritmo frenético é uma constante, cuidar da mente é um investimento tão importante quanto desenvolver novas estratégias de mercado.

O Setembro Amarelo é um convite para todos nós falarmos sobre saúde mental. Precisamos ouvir, acolher e agir. E, no comércio exterior, essa conversa deve ser ampliada, para que os profissionais saibam que não estão sozinhos ao enfrentar os desafios emocionais dessa área.

Neste mês, convido você a refletir:  no seu ambiente de trabalho, a saúde mental está sendo abordada. Será que esta sendo feito um trabalho efetivo? Como podemos apoiar melhor as equipes e a nós mesmos?

Porque, no final das contas, cuidar da mente também é uma questão de estratégia de negócios – e uma das mais importantes.

O mês de setembro traz o Setembro Amarelo, uma campanha voltada para a conscientização e prevenção ao suicídio, bem como para a promoção de debates sobre a saúde mental. Porem, as empresas devem buscar apoiar as suas equipe durante TODO O ANO. Este é um tema que, infelizmente, ainda é cercado de tabus, especialmente no ambiente corporativo. Mas, cada vez mais empresas e profissionais estão percebendo a importância de cuidar da saúde mental, não apenas como uma questão de bem-estar pessoal, mas também como uma estratégia de sustentabilidade no longo prazo do nosso mercado.

Por: Rê Palmeira
CEO RêConectaNews

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Informação

Lançamento de estudo de Análise Socioeconômica do Comércio Brasil-China

Vai ter lançamento de estudo de Análise Socioeconômica do Comércio Brasil-China e já tem data marcada!

Na próxima quarta-feira (10/9), o MDIC e o CEBC apresentam os dados do principal parceiro comercial do Brasil e responsável por mais de ¼ das exportações.

Confira a fala da secretária da Secex do MDIC, Tatiana Prazeres, sobre a importância dessa iniciativa.

Fonte: MDIC

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Informação

MDIC e CEBC lançam estudo inédito sobre o perfil socioeconômico do comércio Brasil-China

O estudo celebra os 50 anos de relação diplomática. O principal parceiro comercial do Brasil é responsável por mais de ¼ das exportações

O Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), em parceria com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), realiza na quarta-feira (10/9), às 10 horas, o lançamento do estudo “Perfil Socioeconômico do Comércio Brasil-China: Emprego, renda, gênero e raça nas empresas que comercializam com a China”. O evento será transmitido on-line pelo canal do Youtube do CEBC.

O estudo apresenta uma análise inédita sobre os impactos do comércio bilateral no mercado de trabalho e na estrutura empresarial brasileira, destacando a presença de micro, pequenas e médias empresas, bem como a participação de mulheres e pessoas negras nas atividades de exportação e importação com a China.

A abertura do evento contará com a participação da Secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres e do Presidente do CEBC, Embaixador Luiz Augusto de Castro Neves.

Em seguida, os autores do estudo e o Coordenador Geral de Estudos de Comércio Exterior, Diego Afonso de Castro, apresentarão as principais conclusões da pesquisa, que serão debatidas em painel que contará com a participação de Janaína Batista, Diretora do Departamento de Promoção das Exportações e Facilitação do Comércio do MDIC, de Ana Lucia Melo, Diretora Adjunta do Instituto Ethos, de Fernando Ribeiro, Coordenador de Estudos em Comércio Internacional do IPEA, e de Camila Amigo, Analista Internacional do CEBC e uma das autoras do estudo.

Data: 10 de setembro de 2025

Horário: 10 horas

Inscrições AQUI

Para mais informações: Taís Calado –  imprensa.mdic@mdic.gov.br – (61) 2027-7014

Camila Amigo – camila.amigo@cebc.org.br – (21)99968-6021

Fonte: MDIC

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Informação, Tecnologia

Programa do MDIC, Sebrae e ABDI, que incentiva o protagonismo feminino no setor da tecnologia, terá nova edição

Setembro começando e sabe o que vem por aí??? A 3ª edição do Empreendedoras Tech! 🚀

O programa do MDIC, em parceria com o SEBRAE e a ABDI, apoia negócios liderados por mulheres que estão transformando o Brasil com tecnologia, inovação e impacto social.

Mulheres como a Amanda Brito Orleans, cofundadora da Inclusi. Uma das 70 selecionadas em 2024 para o Empreendedoras Tech, Amanda levou adiante sua solução para a inclusão de pessoas com deficiência por meio da tecnologia.

Com o apoio do programa, que oferece uma trilha formativa aprofundada, mentorias individuais e coletivas, e culmina em um Demo Day em Brasília, ela passou por uma jornada intensa de formação, mentorias e conexões — e agora segue inspirando outras mulheres a empreender com propósito.

Agora é a sua vez!
A 3ª edição está chegando e dessa vez vai acelerar 100 startups lideradas por mulheres em áreas de alta tecnologia! Se você lidera um negócio inovador e quer crescer com o apoio de quem acredita no seu potencial, se prepare: as inscrições abrem este mês!

O Empreendedoras Tech é mais do que um programa. É um movimento de mulheres que ousam inovar, liderar e construir o futuro que todos querem ver.

Fonte: MDIC

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Comércio, Comércio Exterior, Informação, Logística, Oportunidade de Mercado, Portos

Fractal apresenta tecnologia de lacres eletrônicos no PortoTechBR e projeta quebra de paradigma para a logística portuária

O futuro dos portos passa por Navegantes. Nos dias 02 e 03 de setembro, o Teatro Municipal da cidade recebeu a 2ª edição do PortoTechBR, evento que reúne profissionais de tecnologia, inovação, cibersegurança e segurança portuária de todo o Brasil. Organizado pelo Núcleo de Tecnologia e Inovação da ACIN (Associação Empresarial de Navegantes), em parceria com a Prefeitura, o encontro se consolida como um dos mais importantes espaços de debate sobre soluções aplicadas ao setor portuário.

De acordo com Jardel Fischer, coordenador do Núcleo e gerente de TI da Portonave, a proposta é aproximar tecnologia e operação. “É um evento técnico, nasceu pra atender os profissionais de tecnologia, inovação, cibersegurança e segurança portuária de todo o Brasil. Temos representantes de portos de todo o país, discutindo assuntos de interesse comum. No ano passado mapeamos dores críticas dos terminais e, nesta edição, estamos compartilhando soluções que melhoram eficiência, segurança e produtividade”, destaca.

Entre as 19 empresas participantes, a Fractal Securitychamou atenção ao apresentar seus lacres eletrônicos de uso único — uma inovação 100% brasileira que promete revolucionar a logística portuária e a gestão da cadeia de custódia. Segundo Mary Anne de Amorim, Co-founder e CCO Fractal Security, o produto foi pensado para unir viabilidade econômica, segurança e eficiência logística. “O nosso desafio era criar um lacre que fizesse sentido economicamente para o cliente, de uso único, e que proporcionasse uma gestão protagonista da cadeia de custódia. Hoje não existe concorrência direta para o que desenvolvemos. Estar no PortoTechBR é importante para mostrar que há um caminho possível, que beneficia não só o cliente ou o armador, mas também o porto, que ganha em eficiência e integração”, explica.

Para Fischer, coordenador do PortoTechBR, tecnologias como essa mostram o quanto a inovação já é uma realidade indispensável nos portos brasileiros. “A inteligência artificial não é mais moda, é realidade. E o desafio é justamente aplicar essas soluções ao nosso dia a dia de operação, de forma aderente, para garantir segurança e eficiência.”

Com debates, networking e exposição de soluções de ponta, o PortoTechBR reforça seu papel como ponto de encontro onde o futuro dos portos começa a ser construído.

Como funciona o lacre eletrônico

A tecnologia da Fractal combina NFC (Near Field Communication) e RFID (Radio-FrequencyIdentification), permitindo monitoramento em curta e longa distância sem necessidade de bateria, o que elimina custos com logística reversa. Integrados a um sistema central de gestão de dados, os lacres permitem que cada etapa da operação seja acompanhada de forma segura e centralizada. A plataforma emite alertas proativos em caso de violações ou inconsistências, reduzindo riscos de perdas e atrasos, além de otimizar a tomada de decisão. 

Ainda segundo Mary Anne, outro diferencial é a interoperabilidade, que possibilita a integração dos lacres com sistemas de logística e compliance já existentes, simplificando a adoção da tecnologia. A gestão da cadeia de custódia também ganha robustez, com registros precisos em cada ponto de contato e maior transparência em todo o processo.

Saiba mais sobre a Fractal: https://fractal-security.com/pt/

TEXTO E IMAGENS: REDAÇÃO

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Informação

Publicado edital para o Exame de Qualificação de Despachante Aduaneiro

Inscrições vão de 2 a 24 de setembro; prova será aplicada em 16 de novembro de 2025.

Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) de 1º de setembro o edital que abre as inscrições para o Exame de Qualificação destinado a avaliar a capacidade profissional do ajudante de despachante aduaneiro para o exercício da profissão de despachante aduaneiro. A iniciativa está em conformidade com os artigos 4º ao 9º da Instrução Normativa RFB nº 1.209, de 7 de novembro de 2011.

prova será realizada de forma virtual e remota no dia 16 de novembro de 2025, com o uso de tecnologias avançadas de segurança e controle, garantindo a integridade do processo em todo o território nacional.

Para participar, os candidatos deverão contar com equipamentos que possuam câmera, já que o exame será monitorado em tempo real. A expectativa é que o formato remoto amplie significativamente o número de participantes, ao eliminar a necessidade de deslocamento para grandes centros urbanos, especialmente para aqueles que residem em regiões mais afastadas. Atualmente, há mais de 5 mil ajudantes de despachante aduaneiro aptos a se inscreverem no certame.

As inscrições estarão abertas de 2 a 24 de setembro de 2025 e deverão ser feitas exclusivamente pelo site da Legalle Concursos, empresa responsável pela aplicação do exame. A prova será composta por 60 questões objetivas, sendo 10 de Língua Portuguesa, 5 de Inglês e 45 de Conhecimentos Específicos que envolvem a legislação aduaneira e o controle e despacho aduaneiro.

O pagamento da taxa de inscrição, via DARF, deverá ser efetuado até o dia 25 de setembro de 2025.

Para mais informações e acesso ao edital completo, clique aqui.

Fonte: Receita Federal

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