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Wilson Sons certifica redução de até 55% de emissões de gases de efeito estufa das cargas do Tecon Santa Clara

Com foco  nas operações sustentáveis, a Wilson Sons obteve um resultado inédito para o setor de terminais logísticos no país por meio do Tecon Santa Clara, no Rio Grande do Sul.

Desenvolveu uma metodologia de cálculo baseada no Programa Brasileiro de Gases do Efeito Estufa, validada pela SGS, empresa líder mundial em inspeção, verificação, testes e certificação. Com esta metodologia, a Wilson Sons realizou o cálculo dos gases de efeito estufa das cargas que utilizam o terminal hidroviário, localizado em Triunfo, e concluiu que há redução de 55% na emissão de gases do efeito estufa (GEE) na hidrovia quando comparados ao modal rodoviário.

Essa redução confirma a constante busca em implementar ações de ESG (sigla em inglês para Environmental, Social and Governance, que significa Ambiental, Social e Governança em português) em sua cadeia de valor, colaborando assim, com todo o setor de transporte marítimo.

O estudo fez um comparativo entre o transporte fluvial e rodoviário, no trajeto entre o Tecon Santa Clara e o Tecon Rio Grande, e examinou que, em uma operação rodoviária de transporte de contêiner, a emissão de dióxido de carbono equivalente pode chegar a 0,196 toneladas de CO2e por TEU, mais que o dobro emitido pelo modal fluvial. O cálculo se baseia em uma barcaça com 90% de ocupação, média real do terminal.

Desde 2009, a Wilson Sons prioriza dez objetivos de desenvolvimento sustentável do Pacto Global da ONU e vem trabalhando diversas iniciativas para a descarbonização do setor de logística portuária e marítima. “Os resultados do estudo são um marco na história do setor de transporte de cargas do Brasil, pois consolida os esforços que vêm sendo desempenhados acerca da redução de emissões, na valorização da multimodalidade e na colaboração do terminal no cumprimento dos objetivos de sustentabilidade dos clientes, uma vez que estes se favorecem ao realizarem suas operações logísticas via hidrovia”, afirma Cleiton Lages, gerente de Meio Ambiente e Segurança do Tecon Rio Grande. Desde o início das operações, mais de 32 mil toneladas de carbono deixaram de ser emitidas com o uso da navegação interior”. completa.

“É bastante gratificante constatarmos que o Tecon Santa Clara está contribuindo para a diversificação da malha logística brasileira. A navegação interior tem sido um importante aliado para as empresas nas suas metas de descarbonização, e o Tecon Santa Clara vem demonstrando sua eficiência neste sentido”, avalia Paulo Bertinetti, diretor-presidente do Tecon Rio Grande. “O modal hidroviário, além de oferecer maior eficiência nos custos da operação, ainda é consideravelmente mais limpo e seguro. Assim, conseguimos desenvolver projetos logísticos mais competitivos do ponto de vista de custos logísticos, que oferecem menos risco de acidentes e de avarias para as cargas dos nossos clientes, além de contribuir com a diminuição de emissão de gases do efeito estufa”, destaca.

“O Tecon Santa Clara foi o primeiro operador logístico que atendemos para este tipo de auditoria de validação comparativa no Brasil. Vemos essas iniciativas com grande satisfação, uma vez que as empresas de transporte e logística fazem parte de um setor que tem grandes desafios para atender a agenda de descarbonização e que impacta nos objetivos de sustentabilidade de diversos outros setores da economia”, analisa Gustavo Venda, gerente de Desenvolvimento de Negócios da SGS no Brasil. “A validação externa de resultados de sustentabilidade é muito importante para conferir mais segurança e credibilidade para as declarações. Colaborar para que mais empresas consigam avanços reais em seus compromissos da agenda ESG é parte fundamental do trabalho da SGS globalmente”, observa o executivo.

Resinas, madeira, frango congelado, borrachas e utensílios domésticos representam 80% das mercadorias que passam pelo Tecon Santa Clara em contêineres. Os produtos – de importação, exportação e cabotagem – têm como origem ou destino as cidades gaúchas de Farroupilha, Carlos Barbosa, Garibaldi, Caxias do Sul, Triunfo, Veranópolis, Cruz Alta, Lajeado, Taquari e Serafina Corrêa. Com oito anos de operação, o terminal foi reconhecido como um dos melhores do Brasil pelo Ministério da Infraestrutura no Prêmio Portos + Brasil na categoria Movimentação de Contêineres em Terminais Privados.

O Tecon Santa Clara iniciou suas operações com uma barcaça da Navegação Guarita, em outubro de 2016, quando a parceria entre Wilson Sons e Braskem reativou o Píer IV do terminal e retomou o transporte de carga pela hidrovia entre Triunfo e o Porto do Rio Grande. Dois anos depois, a Wilson Sons ampliou sua capacidade com a disponibilização de mais uma barcaça, passando a oferecer quatro viagens semanais. Recentemente, a Wilson Sons ampliou em 33% a capacidade operacional do Tecon Santa Clara. A ampliação aconteceu com a inclusão da barcaça Guaíba de 160 TEUs, em substituição da antiga de 120 TEUs.

FONTE: Datamar News
Wilson Sons certifica redução de até 55% de emissões de gases de efeito estufa das cargas do Tecon Santa Clara – DatamarNews

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Exportações de Minas Gerais até outubro batem recorde

As exportações de Minas Gerais no acumulado de janeiro a outubro bateram recorde. Foram US$ 35,2 bilhões em embarques, o maior valor registrado para o período na série histórica – iniciada em 1997 – da plataforma Comex Stat, do Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Em comparação ao mesmo intervalo de 2023, o patamar alcançado representou um crescimento de 5,5%.

De acordo com a Fundação João Pinheiro (FJP), que monitora os dados desde 2020, o minério de ferro e o café corresponderam a aproximadamente metade da pauta do Estado.

O pesquisador da instituição, Lúcio Barbosa, explica que os preços favoráveis no mercado internacional, provavelmente influenciados por um choque de oferta em algum país exportador, têm contribuído para os embarques do setor cafeeiro de Minas Gerais. As remessas da commodity agrícola aumentaram 39% em valor e 25% em quantidade.

Quanto ao minério de ferro, ele ressalta que, apesar do avanço de 11,6% no que se refere ao volume embarcado, em valor o incremento foi menor, de 3,2%, por consequência de quedas nos preços da commodity mineral no mercado internacional frente ao exercício passado.

Assim como as exportações, as importações do Estado atingiram um nível histórico no acumulado de dez meses. Foram US$ 14,1 bilhões em valor importado, o que representa alta de 7,8% ante igual época do último ano e equivale ao segundo maior valor registrado para o período no levantamento do Comex Stat, atrás apenas de 2022 (US$ 14,8 bilhões).

Segundo análise da FJP, o crescimento das importações decorreu, principalmente, do aumento das compras de máquinas e equipamentos mecânicos, de máquinas e equipamentos elétricos e de veículos automóveis, que cresceram 21,3%, 2,7% e 3%, respectivamente. Os produtos desses segmentos, juntos, corresponderam a cerca de 40% da pauta mineira.

Barbosa esclarece que itens de maior valor agregado estão geralmente entre as aquisições de Minas Gerais e esses três segmentos sempre figuram na lista de maiores importações do Estado, que também incluem combustíveis, como o coque mineral, e adubo.

 

Saldo acumulado da balança comercial e perspectivas para o fechamento do ano em Minas Gerais

Com as altas das exportações e importações, o saldo da balança comercial mineira, entre janeiro e outubro, foi de US$ 21 bilhões, o que equivale a um avanço de 4% ante o mesmo intervalo de 2023 e representa o segundo maior valor desde 2021 (US$ 22,3 bilhões).

Conforme o pesquisador da FJP, a perspectiva é que Minas Gerais mantenha um saldo favorável nos próximos dois meses e que encerre 2024 com superávit próximo de US$ 25 bilhões. Contudo, a tendência é que o valor não seja maior e não atinja recorde em razão de uma elevação acelerada das importações.

Neste caso, é válido dizer que, na comparação entre outubro deste ano e o de 2023, as exportações mineiras subiram 3,7%, para US$ 3,5 bilhões. Porém, as importações aumentaram ainda mais, com alta de 15,8%, para US$ 1,7 bilhão.

“Este ano tem mostrado uma característica de aumento das exportações, um resultado muito bom, mas com as importações também crescendo em um ritmo forte, algo que não vinha acontecendo nos últimos anos, quando estavam subindo em ritmo mais lento”, diz Barbosa.

“De modo geral, o que observamos é que tem havido um crescimento de investimentos neste ano e o aumento dos investimentos tem sido traduzido em parte pelas importações de máquinas e equipamentos mecânicos e elétricos”, salienta.

FONTE: Diário do Comercio
Exportações de Minas Gerais até outubro batem recorde

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Maiores importadores de carne bovina do Brasil, dados de outubro de 2024

O Farmnews comparou a compra, avaliada pelo ritmo de embarque, dos maiores importadores de carne bovina do Brasil em outubro de 2024.

E antes de falar em dado por país comprador, é importante destacar que a exportação de carne bovina in natura do Brasil somou 270,3 mil toneladas em outubro de 2024, valor 45,2% maior que o observado no mesmo período de 2023 e o maior valor já alcançado ao longo de toda a série histórica. Clique aqui e confira a evolução mensal dos embarques de carne bovina in natura do Brasil!

E esse aumento dos embarques para patamares recordes se deve ao aumento generalizado de compra dos principais países importadores de carne bovina do Brasil no mês de outubro (primeira Tabela).

A Tabela apresenta os dados de importação de carne bovina in natura do Brasil, por país comprador, em mil toneladas, no mês de outubro de 2023 e 2024, segundo dados do COMEX.

O fato é que todos os maiores importadores de carne bovina do Brasil aumentaram o ritmo de compra em outubro de 2024 frente ao mesmo período do ano anterior, com destaque aos EUA e Filipinas que acumularam o maior crescimento!

A China, nosso principal país importou aumentou as compras em 33,9% em outubro de 2024 frente ao mesmo período do ano anterior, importando 157,34 mil toneladas em carne bovina in natura e, com isso, participando com 58,2% dos embarques totais do País no mês.

No acumulado parcial de 2024, até outubro, o país asiático importou 1.085,78 mil toneladas em carne bovina in natura do Brasil, valor 12,1% maior que apurado no mesmo período de 2023 (segunda Tabela). No acumulado do ano, até outubro, os destaques de crescimento foram os Emirados Árabes Unidos (EAU) e os EUA, com alta acima de 100,0% em relação a 2023.

A Tabela apresenta os dados de importação de carne bovina in natura do Brasil, por país comprador, em mil toneladas, no acumulado dos meses entre janeiro e outubro, de 2023 e 2024, segundo dados do COMEX.

A China importou pouco mais de 50,0% do total embarcado pelo Brasil em 2024, até outubro, seguido dos países da UE, EUA, EAU e Chile, nessa ordem, como inclusive ilustra a Figura abaixo.

E para 2025 é esperado uma alta na demanda internacional por carne bovina, ainda mais com a perspectiva de queda no rebanho mundial e a consequente menor oferta de carne bovina.

O importante é destacar também que em novembro de 2024 o dólar alcançou patamar recorde, o que contribui e, muito para o cenário positivo das vendas para o mercado internacional. E por falar no assunto, clique aqui e confira os dados médios mensais do dólar e a evolução diária da cotação da moeda americana desde 1996.

A Figura a seguir ilustra a importância dos países importadores de carne bovina do Brasil, no embarque, em 2024, até outubro, segundo dados do COMEX.

Esse cenário de vendas recordes da carne bovina brasileira para o mercado internacional, além de uma demanda interna aquecida, especialmente nesse período do ano, tem reflexo no preço do boi gordo no mercado físico e futuro que inclusive precificam valores acima de R$330,0 por arroba para os 2 últimos meses do ano .

FONTE: farmnews
Maiores importadores de carne bovina do Brasil, dados de outubro de 2024

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Mapa anuncia 19 novas habilitações de frigoríficos para exportação de carnes brasileiras para África do Sul

Anúncio reflete o reconhecimento e a confiança na qualidade da carne brasileira e amplia acesso ao mercado sul-africano.

O governo brasileiro recebeu com satisfação a confirmação, pelo governo da África do Sul, da habilitação de mais 19 frigoríficos para a exportação de carne brasileira.
A lista inclui estabelecimentos especializados em carnes bovina, suína e de aves. Com as novas habilitações, o total de estabelecimentos brasileiros habilitados para exportação à África do Sul chega a 28, incluindo aqueles que tiveram suas condições de certificação atualizadas.

As novas habilitações estão localizadas em nove estados brasileiros. São Paulo lidera a lista com seis frigoríficos, seguido pelo Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Goiás e Rio de Janeiro. A distribuição inclui oito frigoríficos de carne bovina, dois de carne equina, cinco de carne suína e treze de carne de aves.

Em 2024, o Brasil continua a se destacar como líder mundial na exportação de carnes, com mais de 7 bilhões de toneladas exportadas até o momento.

As novas habilitações são resultado do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e Ministério das Relações Exteriores (MRE).

FONTE: Ministério da agricultura e pecuária Gov.br
Mapa anuncia 19 novas habilitações de frigoríficos para exportação de carnes brasileiras para África do Sul — Ministério da Agricultura e Pecuária

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Agenda protecionista de Trump representa um desafio para o agronegócio brasileiro

A eleição de Donald Trump levanta a possibilidade de uma “espiral protecionista” global e uma mudança para relações comerciais bilaterais, o que representa desafios para o agronegócio brasileiro no cenário internacional, afirmam especialistas.

Durante o primeiro mandato de Trump, sua guerra comercial com a China impulsionou as exportações agrícolas brasileiras, já que importadores chineses passaram a procurar o Brasil por suprimentos. No entanto, os analistas acreditam que o espaço para essa dinâmica se repetir é limitado.

“Já estamos exportando 37% de nossos produtos para a China. Qualquer aumento nas exportações para a China provavelmente seria marginal, pois outros países também se beneficiariam”, afirmou o embaixador Rubens Barbosa, ex-representante brasileiro em Londres e Washington e atual presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo).

O gráfico abaixo revela os produtos mais exportados em contêineres marítimos do Brasil para os Estados Unidos entre janeiro e agosto de 2024. Os dados, extraídos da plataforma DataLiner da Datamar, compreendem apenas embarques marítimos de longo curso.

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração)

As exportações do agronegócio brasileiro cresceram 20% ao ano durante a presidência de Trump, de 2017 a 2021, preenchendo o vazio deixado pela redução das exportações americanas devido às tarifas retaliatórias chinesas.

Marcos Jank, coordenador do Agro Global Center do Insper, observou que o Brasil hoje exporta mais para a China do que os Estados Unidos, com receitas totais de US$ 63 bilhões anuais, em comparação aos US$ 35 bilhões das exportações americanas para o mercado chinês. “Tomamos a posição dos EUA em soja, milho, carne e outros produtos”, disse ele.

Jank acrescentou que, se Donald Trump reimpor tarifas sobre produtos chineses, o Brasil poderá ganhar “mercados adicionais” na China, mas perdas em outros mercados também são prováveis. “Podemos perder mercados em outros lugares porque o comércio internacional opera como vasos interconectados. Se os EUA não puderem vender para a China, vão buscar outros mercados, o que nos afetará indiretamente”, explicou.

Segundo Jank, o risco mais significativo é o ressurgimento de “uma espiral protecionista e políticas mercantilistas, com foco mais em relações bilaterais do que multilaterais. Uma tendência como essa prejudicaria o comércio global”, destacou.

Em resposta a essas possíveis mudanças na política comercial dos EUA, o Brasil deve enfatizar alianças com o Sul Global, aconselhou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Falando com jornalistas no Uruguai, ele destacou que “fortalecer os BRICS e as relações Sul-Sul é fundamental para expandir nossas negociações”, sublinhando a alta densidade populacional e a riqueza de recursos dessas regiões.

O retorno de Trump à Casa Branca provavelmente intensificaria uma estratégia geopolítica centrada no friendshoring (modelos de relações bilaterais baseadas em valores e visões de mundo compartilhadas, em vez de puro pragmatismo comercial). Segundo Jank, os americanos estão cada vez mais analisando os laços de outros países com a China.

“[O friendshoring] terá um impacto forte e nos desafiará a engajar ambos os lados”, observou, destacando que o agronegócio brasileiro inclui muitas empresas americanas nos setores de agronegócio, insumos e comércio, enquanto a China continua sendo o principal cliente do Brasil. “Precisamos manter uma equidistância prudente”, acrescentou.

Na esfera geopolítica, a promessa do republicano de interromper o apoio à Ucrânia contra a Rússia pode ter implicações limitadas para o Brasil, segundo Rubens Barbosa. “Se houver paz, isso facilitará as exportações de agronegócio da Rússia. O Brasil é um grande importador de petróleo, gás natural, diesel e trigo da Rússia, portanto, o comércio deve se tornar mais fácil”, afirmou. No entanto, ele não espera que Trump cesse imediatamente o apoio à Ucrânia ou que essa mudança tenha efeitos imediatos.

No campo macroeconômico, o novo mandato de Trump continua imprevisível. “Se ele cumprir sua promessa de aumentar as tarifas de importação, isso criaria desafios globais. Isso elevaria a inflação e as taxas de juros nos Estados Unidos devido ao déficit público, impactando a política econômica do Brasil. O dólar se fortaleceria, forçando o aumento das taxas de juros no Brasil e afetando a inflação”, disse Barbosa.

Ao mesmo tempo, embora promovendo uma política fiscal expansionista, Trump também se comprometeu a cortar impostos para combater a inflação. “Se ele adotar uma política de estímulo, uma abordagem poderia ser reduzir as taxas de juros, o que aumentaria o apetite dos investidores por outros mercados, como as empresas agrícolas brasileiras”, afirmou Rafael Gaspar, sócio da área de mercados de capitais e bancário no Pinheiro Neto Advogados.

Gaspar acrescentou que isso poderia favorecer a emissão de títulos de dívida por parte do agronegócio brasileiro no exterior. No entanto, ele duvida que Trump inicie sua administração com políticas de estímulo, acreditando que ele priorizaria inicialmente o controle da inflação. Para Gaspar, uma guerra comercial “não é necessariamente ruim” e pode criar oportunidades para o Brasil expandir suas exportações.

(Rafael Walendorff contribuiu com a reportagem de Brasília.)

Tradução: Todd Harkin

Fonte: Valor Internacional

Clique aqui para ler o texto original: https://valorinternational.globo.com/agribusiness/news/2024/11/07/trumps-protectionist-push-poses-challenge-for-brazils-agribusiness.ghtml

 

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Lucro líquido da Santos Brasil soma R$ 216,2 milhões no 3T24

A Santos Brasil registrou lucro líquido de R$ 216,2 milhões (+55,5% YoY) no terceiro trimestre de 2024 (3T24), com margem líquida de 28,3% (+2,2 p.p. YoY). No período, o EBITDA da Companhia somou R$ 406,5 milhões (+57,7% YoY), com crescimento de 4,9 p.p. na margem EBITDA consolidada, que atingiu 53,2%. A receita líquida consolidada somou R$ 764,3 milhões (+43,2% YoY), com crescimento de 51,2% YoY na receita líquida dos terminais de contêiner e carga geral.

O desempenho operacional da empresa refletiu positivamente no crescimento dos indicadores econômico-financeiros. Os terminais de contêiner da Companhia movimentaram 403.187 unidades no 3T24 (+25,1% YoY), principalmente impulsionados pelas operações de longo curso (+29,3% YoY), resultado de maiores importações (+26,3% YoY) e exportações (+37,2% YoY). Outro destaque foi a melhora no mix de contêineres cheios, que representou 75,6% do total movimentado (vs. 71,7% no 3T23), com a importação de cheios crescendo 29,2% YoY.

No 3T24, o Tecon Santos, principal ativo da Santos Brasil, movimentou 357.478 contêineres (+24,3% YoY), com forte crescimento no fluxo de longo curso (+26,8% YoY), decorrente de maiores exportações de algodão, café, papel e celulose e carne congelada, e do aumento nas importações, inclusive estimulada pela sazonalidade típica da indústria, com destaque para produtos químicos, bens de consumo, bens de capital e plásticos. O volume de cabotagem também cresceu no trimestre: 12,1%.

O market share do terminal no Porto de Santos no período foi de 42,5% (vs. 39% no 3T23 e 41,9% no 2T24). O crescimento na movimentação de contêineres no porto no trimestre, com a alta temporada de importações e o crescimento acelerado das exportações de commodities, manteve a ocupação dos terminais em patamares elevados, gerando oportunidades para o Tecon Santos operar escalas extras, que totalizaram 15 navios.

Já o Tecon Imbituba (SC) movimentou 21.610 contêineres (+88,0% YoY), beneficiado pelo novo serviço de longo curso da CMA CGM, que começou a operar no terminal em fevereiro de 2024, e por escalas extras. O volume de cabotagem, no entanto, apresentou queda de 9,6%, resultado da menor movimentação de arroz.

No Tecon Vila do Conde (PA), foram movimentados 24.099 contêineres (+3,7% YoY). No terminal, o maior volume de contêineres vazios (+9,7% YoY) sinaliza um reposicionamento de contêineres para atender as exportações na região Norte do País. O fluxo de longo curso continuou prejudicado pela omissão de escalas, em razão do atraso de navios devido ao congestionamento em portos de outras regiões.

O Terminal de Veículos (TEV), localizado no Porto de Santos, movimentou 55.855 veículos (+17,4% YoY), com crescimento de 19,5% YoY nas exportações, resultado principalmente da retomada nos embarques de veículos leves para o mercado argentino. As importações apresentaram queda de 3,6% YoY.

No Porto do Itaqui (MA), os terminais de granéis líquidos da Santos Brasil apresentaram crescimento de 10,3% YoY no volume de combustível armazenado, além de maior giro dos tanques e conversão de contratos spot em contratos de longo prazo.

A Santos Brasil Logística, por sua vez, apresentou crescimento de 8,3% YoY no número de contêineres armazenados nos Centros Logísticos Industriais Aduaneiros (CLIAs) Santos e Guarujá, resultado da maior importação no Porto de Santos.

Investimentos e debêntures

A Companhia investiu R$ 157,9 milhões no último trimestre, com destaque para a expansão da capacidade e modernização do Tecon Santos e os projetos de expansão e desenvolvimento dos terminais de granéis líquidos.

Nos terminais de contêiner e carga geral, foram investidos R$ 89,4 milhões, sendo R$ 80 milhões somente no Tecon Santos, que passou por obras de demolição de prédios administrativos e de um armazém, para adicionar área de armazenagem de contêineres no pátio do terminal; e adquiriu novos equipamentos de pátio (reach stakers).

Nos terminais de granéis líquidos, foram destinados R$ 66,2 milhões, sendo o destaque as obras de construção do terminal greenfield (TGL 2), que adicionará 81 mil m³ de capacidade até o final de 2025, e de finalização da expansão das áreas brownfield (TGL 1 e TGL 3), que adicionaram 59 mil m³ de capacidade aos atuais 50 mil m³, com previsão de entrarem em operação até o fim do ano.

Também no 3T24, a Santos Brasil concluiu a sua 5ª emissão de debêntures, no montante de R$ 2 bilhões. Além de reforçar o caixa, a iniciativa otimiza a estrutura de capital da Companhia. Do montante captado, R$ 1,6 bilhão irá para a restituição de capital aos acionistas, cujo pagamento ocorre nesta quinta-feira (7).

Em setembro, as ações da Santos Brasil passaram a integrar o Índice Bovespa – IBOV da B3, importante marco na história da Companhia. A liquidez média diária das ações alcançou um volume de R$ 92 milhões no trimestre, com a capitalização de mercado ultrapassando R$ 12 bilhões.

No mesmo mês (dia 22), foi anunciada a venda – por empresas geridas pelo Opportunity – de participação próxima a 48% do capital social da Santos Brasil para a CMA CGM, líder global em soluções logísticas marítimas e terrestres. A transação está pendente de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). A conclusão é esperada para o primeiro trimestre de 2025 e será seguida de Oferta Pública de Ações (OPA) para aquisição de 100% das ações em circulação da Companhia.

Segundo Daniel Pedreira Dorea, Diretor Econômico-Financeiro e de Relações com Investidores da Santos Brasil, a alta expressiva dos resultados da Companhia mostra a estratégia bem-sucedida da empresa em realizar investimentos para criar capacidade e absorver a demanda potencial, com a oferta de um serviço premium. “Até o terceiro trimestre, a Santos Brasil cresceu 24% ano contra ano, o dobro do Porto de Santos. Contratamos mais de 400 pessoas ao longo de 2024 e boa parte já alocada na operação. Além disso, continuamos investindo, principalmente no Tecon Santos, para iniciar 2025 com 2.6 milhões de TEUs de capacidade e, em 2026, dar um salto para 3 milhões de TEUs. Somente em 2024 pretendemos empregar cerca de R$ 700 milhões em nossos ativos”, diz.

FONTE: Datamar News
Lucro líquido da Santos Brasil soma R$ 216,2 milhões no 3T24 – DatamarNews

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Economia aquecida puxa importações e reduz saldo comercial

Reflexo da economia aquecida, as importações cresceram acima do esperado no início do último trimestre do ano.

A alta das importações em outubro não é isolada e segue tendência que ficou mais clara desde junho, a despeito da maior depreciação do real frente ao dólar no decorrer do segundo semestre na comparação com a primeira metade do ano, segundo especialistas. O dinamismo leva a estimativas de superávit comercial entre US$ 70 bilhões e US$ 74,6 bilhões para 2024, bem aquém dos US$ 99 bilhões em 2023.

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic), a balança comercial brasileira fechou outubro com superávit de US$ 4,3 bilhões, bem abaixo dos US$ 9,2 bilhões em igual mês do ano passado. O saldo resultou de US$ 29,5 bilhões em exportação e US$ 25,1 bilhões em importação. A redução do superávit se deveu principalmente ao avanço dos desembarques, que subiram 22,5% em valor. A exportação caiu 0,7%, sempre em relação a outubro de 2023. No acumulado até outubro o superávit foi de US$ 63 bilhões, com exportações de US$ 284,5 bilhões e importações de US$ 221,4 bilhões.

O gráfico a seguir utiliza dados extraídos do DataLiner, produto mestre da Datamar, para comparar as importações de contêineres registradas nos portos brasileiros de janeiro a setembro, desde 2021.


Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

O diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Mdic, Herlon Brandão, afirmou que as importações e a corrente de comércio – soma da importação e da exportação — registradas em outubro de 2024 foram recordes para o mês. Segundo ele, a alta das importações vem do aumento do volume desembarcado, já que os preços desses bens estão em queda.

A importação de bens de capital em outubro e no acumulado do ano, são os “grandes destaques” para o período, apontou Brandão. Em outubro, o volume de compras externas de bens de capital cresceu 55,6% contra igual mês de 2023.

“A importação de bens de capital é uma boa notícia, mas é preciso lembrar que a base de comparação é baixa”, diz Welber Barral, sócio da BMJ e ex-secretário de Comércio Exterior. Ele destaca que em outubro a quantidade importada de bens intermediários também cresceu bastante, com alta de 37%. A categoria representa 61,6% da importação total brasileira.

Com exceção de julho, o valor da importação total vem crescendo mensalmente a dois dígitos desde junho, mesmo com o real mais depreciado frente ao dólar nos últimos meses, aponta José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Em junho, diz, a alta no valor importado foi de 20,1%. Em julho houve desaceleração para alta de 5,6%, mas em agosto o ritmo maior voltou, com aumento de 18,1%. Em setembro e outubro o crescimento foi de14,2% e de 17%, nessa ordem. As variações são por média por dia útil. “A evolução mostra que a alta em outubro não é pontual, mas vem de tendência consistente nos últimos meses.”

A aceleração das importações acima do esperado vem achatando os superávits comerciais mensais e as projeções de saldo para o ano. A AEB, que no início do ano esperava saldo de US$ 92 bilhões em 2024, agora estima superávit de US$ 71 bilhões. Barral estima saldo de US$ 70 bilhões. Gabriela Faria, economista da Tendências Consultoria, projeta US$ 74,6 bilhões.

Mesmo assim, destaca Barral, o saldo trará “excelente” contribuição ao setor externo. “Saldos acima de US$ 50 bilhões têm impacto positivo no balanço de pagamentos”,  diz. Ele lembra que em 2023, o superávit de US$ 99 bilhões foi recorde e “extraordinário”.

Castro destaca que o aumento do valor importado vem puxado principalmente pelo fator volume e acompanhado de queda de preços. Segundo dados da Secex, no acumulado do ano contra iguais meses de 2023, o volume total importado aumentou 18% enquanto os preços médios caíram 7,5%. A quantidade importada, aponta, se acelera independentemente da depreciação do real frente ao dólar. Os dados, diz Castro, indicam que parte desse custo foi amenizada via queda de preços em dólar, resultado de provável negociação entre importador e fornecedor.

Sob influência do desempenho de petróleo, minério de ferro e soja, a receita de exportação brasileira caiu 0,7% em outubro na comparação com igual mês de 2023.Os embarques de petróleo, soja e minério de ferro caíram em outubro sob influênciada queda de preços nas três commodities que, juntas, representaram 27,2% do total embarcado no mês. Os preços médios das commodities caíram, respectivamente, 24,3%, 18,3% e 22,6%. O comportamento contribuiu para uma queda de receita de exportação em outubro de 10,8%, 31,3% e 18,7%, nessa ordem.

Para Faria a queda de preços deve continuar afetando as exportações em 2025. A projeção da Tendências para o saldo comercial em 2024 é de US$ 74,6 bilhões, com estimativa de US$ 337,6 bilhões para as exportações e de US$ 263,0 bilhões para as importações. Para 2025, a projeção é de superávit de US$ 71 bilhões, resultado de US$ 326,8 bilhões em exportações e de US$ 255,8 bilhões em importações. A ligeira queda de 3,2% esperada para as exportações em 2025, diz Faria, reflete o fator preço, sendo que para as quantidades ainda é esperado aumento da produção de minerais e de petróleo, além da recuperação da produção de grãos.

FONTE: Valor Econômico
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Unia lança nova marca e reforça logística farmacêutica

Durante quatro anos consecutivos, foi eleita a melhor empresa de desembaraço aduaneiro pelo Sindusfarma, oferecendo serviços personalizados e um sistema de acompanhamento online que proporciona visibilidade do processo.

A Unia, anteriormente conhecida como Unitrade, anuncia o lançamento de sua nova marca, na busca por oferecer serviços aduaneiros e logísticos personalizados para a indústria farmacêutica. Com mais de 25 anos de atuação no mercado, a Unia é conhecida por sua expertise em liberação aduaneira de medicamentos, biológicos, produtos controlados e correlatos.

Durante quatro anos consecutivos, a empresa foi eleita a melhor no segmento de desembaraço aduaneiro pelo Sindusfarma, reconhecida por seu conhecimento técnico e soluções customizadas que buscam oferecer agilidade e eficiência em todo o processo de importação e exportação. A Unia disponibiliza um sistema online de follow-up, que permite visibilidade em tempo real do status das cargas, acompanhando desde a Aduana até os órgãos anuentes como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Nossa nova marca Unia reflete a evolução e o crescimento da empresa, mantendo nosso foco em fornecer soluções logísticas eficazes para o setor de saúde. Estamos comprometidos em trazer tranquilidade e redução de custos para nossos clientes, acompanhando cada etapa dos processos logísticos com total transparência, segurança e parceria”, afirma Marli Oliveira, CEO da Unia.

Deste modo, a empresa pretende expandir seus serviços para atender às demandas de diversos setores, oferecendo agenciamento de cargas e consultoria aduaneira para regimes especiais, como Drawback e Admissão Temporária, além de serviços de importação e exportação com soluções personalizadas.

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Informação, Notícias, Trafico

Maior carga de cocaína na história de SC é apreendida na BR-101

PF prende motorista de caminhão com maior carga de cocaína e abre inquérito policial para investigações

Mais de 1.361 quilos de cocaína foram apreendidos na BR-101 em Itajaí, Litoral Norte de Santa Catarina, nesta quarta-feira (06). Conforme a Polícia Rodoviária Federal, esta foi a maior carga de cocaína na história do estado apreendida pelo órgão, e a quarta maior do país.
A Polícia Federal prendeu o motorista do caminhão que estaria carregando as drogas e afirma que ele pode pegar de 5 a 15 anos de reclusão.
Conforme a PF, o suspeito foi interceptado por policiais rodoviárias federais e a cocaína estaria armazenada em caixas de papelão no baú do veículo. Ele foi encaminhado para a delegacia para ser autuado em flagrante delito por tráfico de drogas.
Segundo a PRF, a carreta teria iniciado a viagem em Foz do Iguaçu, no Paraná. O homem estaria sozinho e carregando uma quantidade considerável Guaranis (dinheiro paraguaio). Ele também teria dito aos policiais que transportava telefones celulares.
A Polícia Rodoviária afirma que ainda não há como saber o destino da cocaína, porém há uma hipótese de que seria o mercado internacional, por meio de exportação pelo Porto de Imbituba.

PF iniciará investigações

A Polícia Federal contou ao Portal ND Mais que o motorista de caminhão não possuía passagens pela polícia. Será aberto o inquérito policial para o início das investigações, ainda não há mais informações sobre a droga. Além dos entorpecentes, o celular do suspeito foi apreendido.

Fonte: ND+
https://ndmais.com.br/seguranca/caminhao-lotado-de-cocaina-e-parado-na-br-101-em-itajai/ 

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Evento, Industria, Informação, Inovação, Sustentabilidade, Tecnologia

Brasil e Japão reforçam parceria em reunião com foco em sustentabilidade e inovação

O secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, destacou o fortalecimento da cooperação entre Brasil e Japão na abertura da 25ª Reunião Plenária do Conselho Empresarial Brasil-Japão (CEBRAJ)

Realizada em Tóquio, nesta terça-feira (5). Ao longo de dois dias, o evento reúne autoridades e empresários de ambos os países para discutir temas como panorama econômico, oportunidades de investimento, comércio, cadeias globais de valor, descarbonização e digitalização.

Durante sua fala, Elias Rosa ressaltou a importância da resiliência nas cadeias globais de valor, tema que tem ganhado destaque no cenário global, e destacou o potencial de cooperação no setor de hidrogênio de baixo carbono e na transição digital, enfatizando que o Brasil busca desenvolver uma posição proativa, longe de ser apenas um exportador de commodities ou consumidor de tecnologias produzidas por terceiros.

“A indústria 4.0, que vai transformar toda a produção industrial, pode ser baseada na economia verde, e o Brasil oferece ao mundo a possibilidade de produzirmos com sustentabilidade”, frisou o secretário, ao destacar que o país tem um ecossistema favorável para iniciar uma fase de investimento em semicondutores, com um programa que concede créditos financeiros para os investimentos de inovação e pesquisa nessa área.

Com uma agenda focada em investimentos recíprocos e fortalecimento das cadeias de valor, o encontro do CEBRAJ reforça o compromisso dos dois países de construir uma relação estratégica para um futuro mais sustentável e tecnologicamente avançado.

Participam do evento representantes de governos, empresas e instituições de fomento dos dois países.

Nova Indústria Brasil

O secretário executivo do MDIC ressaltou ainda o papel da Nova Indústria Brasil (NIB), política industrial que visa promover um ambiente de negócios mais produtivo, sustentável, digital e exportador. Elias Rosa mencionou as missões da NIB, que incluem avanços na economia verde e circular, e citou a aprovação de legislações como a do “Combustível do Futuro”, que estabelece um marco regulatório para o diesel verde no Brasil.

Outro tema central foi o ambiente de negócios e o crescimento econômico. Segundo o secretário do MDIC, o Brasil tem avançado em reformas estruturantes, como a tributária, o que gera um cenário de segurança jurídica e previsibilidade econômica. Ele destacou a expectativa de crescimento do PIB para 2024, revisada para até 3,4%, e o controle da inflação como indicativos de estabilidade econômica.

Em nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, Elias Rosa agradeceu ao empresariado japonês pelo apoio ao desenvolvimento econômico do Brasil.

Criado em 1974 como uma iniciativa conjunta da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação Empresarial do Japão (Keidanren), o CEBRAJ busca fortalecer laços econômicos e fomentar a cooperação empresarial entre os dois países, que compartilham uma relação diplomática e cultural de mais de um século.

FONTE: MDIC – Gov.br
Brasil e Japão reforçam parceria em reunião com foco em sustentabilidade e inovação — Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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