Comércio Exterior, Inovação, Tecnologia

LOGCOMEX ACELERA EXPANSÃO EM TECNOLOGIA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA AMÉRICA LATINA COM A AQUISIÇÃO DA UXCOMEX.

Movimento reforça a missão de transformar o comércio exterior, ampliando soluções para supply chain.

A Logcomex, líder em tecnologia para o comércio exterior na América Latina, anuncia a aquisição da UXComex, plataforma especializada em agentes de carga e despachantes aduaneiros. A operação integra o know-how da Logcomex à especialização operacional da UXComex, acelerando a entrega de um ecossistema único que elimina complexidade e conecta toda a cadeia de importação e exportação.

“Esta aquisição é um movimento estratégico na construção do nosso sistema operacional para o comércio exterior. Ao unir nossa infraestrutura de tecnologia e IA à experiência da UXComex, ampliando o portfólio de produtos da Logcomex, simplificando o Comex e criando produtividade real para todo o supply chain global”, afirma Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex.

Fundada em 2017, a UXComex simplifica rotinas do agenciamento de carga e desembaraço aduaneiro — tarefas que antes dependiam de planilhas e e-mails. “Criamos a UXComex para ajudar agentes de carga e despachantes aduaneiros a escalar suas operações, eliminando o trabalho repetitivo. Com a expertise e o reconhecimento da Logcomex, esse impacto é potencializado”, destaca Cleber Moschini, diretor de tecnologia da UXComex.

Para Carlos Souza, cofundador e COO da Logcomex, o valor ao cliente é imediato: “Execução e inteligência integrados significam menos custos, mais eficiência e decisões muito mais rápidas.”

A UXComex continuará operando com autonomia, mantendo sua tecnologia separada e estrutura de atendimento ao cliente. Isso garante que a empresa mantenha sua identidade, equipe e a relação próxima com seus clientes, agora com a Logcomex como catalisadora de inovação e crescimento.

A Logcomex já atende milhares de clientes em mais de 30 países — com expansão acelerada na América Latina, especialmente no México — e reforça sua presença global ao incorporar os fluxos de agentes de carga e despachantes da UXComex.

Sobre a Logcomex
A Logcomex oferece um ecossistema de soluções de tecnologia e IA, que impulsiona o Comércio Exterior na América Latina, eliminando a complexidade e aumentando a produtividade das operações globais. Presente em diferentes mercados e com uma base crescente de clientes, a Logcomex é referência em inovação para o comércio exterior e supply chain.

Sobre a UXComex
Fundada em 2017, a UXComex simplifica rotinas do agenciamento de carga e desembaraço aduaneiro com módulos de importação e exportação, aérea e marítima, CRM, web-tracking e gestão financeira – reduzindo erros e acelerando processos globais.

Da esquerda para direita: Helmuth Hofstatter – CEO e cofundador Logcomex ; Giancarlo Fiorotti – CPO, Chief Product Officer da UXComex; Rodrigo Loretti – CSO, Chief Sales Officer da UXComex; Cleber Moschini – CTO, Chief Technology Officer da UXComex; Carlos Souza – COO e confundador da Logcomex – Crédito: Yow Filmes

Danilo Camarini – diretor de tecnologia da Logcomex ; Giancarlo Fiorotti – CPO, Chief Product Officer da UXComex; Carlos Souza – COO e confundador da Logcomex; Mônica Gabriella – head de tecnologia da Logcomex ; Rodrigo Loretti – CSO, Chief Sales Officer da UXComex; Cleber Moschini – CTO, Chief Technology Officer da UXComex; Helmuth Hofstatter – CEO e cofundador Logcomex – Crédito: Yow Filmes

Texto e fotos: Assessoria de Imprensas

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Comércio Exterior, Economia, Exportação, Tributação

Alckmin: “A exportação é fundamental para que pequenas empresas cresçam mais depressa, ganhem escala e avancem mais”.

Fala do vice-presidente e ministro do MDIC se deu durante debate sobre a força dos pequenos exportadores promovido pelo SBT News.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, defendeu a necessidade de ampliar a participação de micro e pequenas empresas nas exportações durante a abertura do evento “Os pequenos também exportam”, realizado nesta quarta-feira (17/09) pelo SBT News. Alckmin destacou medidas de apoio aos pequenos empreendedores como o Acredita Exportação, o Portal Único de Comércio Exterior e o Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), da Apex Brasil.

“A exportação é fundamental para que pequenas empresas cresçam mais depressa, ganhem escala e avancem mais”, afirmou o ministro. “O Brasil é um importante exportador, mas pequenos empreendedores ainda exportam pouco. A Itália é um bom exemplo de um país onde os pequenos exportam muito”, complementou.

Para o ministro, oferecer estímulos para que os pequenos empreendedores exportem mais faz parte da estratégia para tornar o Brasil um país mais competitivo no exterior. “Com o Acredita Exportação, a micro e a pequena empresa ganha um crédito automático de 3,1% do valor exportado, que é uma maneira do governo devolver parte do imposto pago pelos insumos dos produtos exportados”, exemplificou.

Outra medida importante elencada pelo ministro diz respeito ao Portal Único de Comércio Exterior, que permite o uso de uma mesma licença tanto para exportação como para importação, além de reduzir a burocracia e o uso de papel. “Isso deve reduzir o Custo Brasil em R$ 40 bilhões por ano”, ressaltou Alckmin. “Uma carga parada no porto por um dia custa 0,8% do valor da carga. Se ficar três dias parada, já foi 2,5%. O Portal Único vai dar mais agilidade, reduzir esse tempo e permitir maiores ganhos para os empreendedores”, detalhou.

O ministro ainda citou o Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), promovido pela Apex Brasil com o objetivo de preparar micro e pequenas empresas para o mercado externo. “O PEIEX é um programa só para capacitação dos pequenos, para que eles possam exportar e, com isso, ganhar mais mercado”, lembrou.

“Tem também a promoção dos produtos, que traz compradores para o Brasil, para comprarem das pequenas empresas aqui e faz participação também lá fora, em feiras de negócios, para poder colocar o produto das pequenas empresas”, acrescentou.

Tarifaço

Ao mencionar os problemas provocados pela imposição de tarifas a produtos brasileiros pelos Estados Unidos, o ministro destacou o programa de mitigação implantado pelo governo federal para amenizar o impacto na economia. “O que o governo está fazendo? Primeiro, R$ 40 bilhões de crédito pelo fundo garantidor. Dois, compras governamentais. Três, prorrogação do drawback por um ano. E quatro, o reintegra para pequenas empresas que oferece crédito de 6,1% do valor exportado”, enumerou.

Fonte: MDIC gov.br

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Comércio Exterior

Tarifaço: indústria nacional de madeira demite 4 mil pessoas e coloca 5,5 mil em férias coletivas

Um mês e uma semana após a entrada em vigor do tarifaço de 50% imposto por Donald Trump sobre produtos brasileiros, fabricantes de molduras, itens de marcenaria e madeira processada — que têm no mercado americano seu principal destino — já registraram 4 mil demissões, colocaram 5,5 mil funcionários em férias coletivas e suspenderam temporariamente o contrato de 1,1 mil trabalhadores, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci).

O setor emprega diretamente 180 mil pessoas no País e a maior parte dos fabricantes afetados pela sobretaxa está nos Estados do Sul, Paraná e Santa Catarina, sobretudo em pequenos municípios. Caso o tarifaço continue, a entidade prevê mais 4,5 mil demissões nos próximos 60 dias.

Segundo a Abimci, os cortes no emprego refletem a retração nas exportações de madeira industrializada para os EUA. Após o anúncio do tarifaço em julho, diz a entidade, os contratos e os embarques começaram a ser cancelados. Também houve queda no fechamento de novos contratos.

Exportações despencam

O resultado do tarifaço é que as exportações de alguns dos principais produtos de madeira processada para os Estados Unidos em agosto despencaram. Caíram entre 35% e 50% na comparação com julho, informa a entidade.

Paulo Pupo, superintendente da Abimci, diz que a entidade foi inúmeras vezes a Brasília para participar de reuniões como ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, que sempre demonstrou boa vontade, mas não houve ação efetiva para reverter a situação.

Puppo diz que o setor espera que tratativas ocorram em regime de urgência, porque é função do governo federal estar à frente nas negociações das tarifas, uma vez que é muito difícil o setor fazer inclusões nas ordens executivas. “É de responsabilidade do governo federal o avançar (nas negociações) para estacar o grande número de demissões que estamos tendo.”

No ano passado, os Estados Unidos importaram US$ 1,6 bilhão de madeira industrializada. Nesse grupo existem produtos para finalidades diferentes na construção civil, como compensado laminado, moldura muito usada nas casas americanas, madeira serrada para cerca, pellets, portas e pisos, por exemplo.

Os EUA concentram, em média, 50% das compras da produção nacional. Em alguns segmentos, a dependência é ainda maior, com 100% das vendas voltadas exclusivamente ao mercado americano.

Fonte: Estadão

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Comércio Exterior

Decisões de juros no Brasil e nos EUA são destaque desta Super Quarta

Confira as principais notícias que devem mexer com os mercados nesta quarta-feira (17)

O mercado financeiro está atento à Super Quarta, marcada pelas decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, com foco especial no Federal Reserve (Fed), que deve realizar o primeiro corte de juros deste ano nesta quarta-feira (17).

Analistas projetam uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa dos Fed Funds, passando de 4,25%-4,50% para 4%-4,25%, o que representaria a primeira queda após seis encontros consecutivos de manutenção e poderia abrir espaço para novas reduções ao longo do ano.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) também se reúne para definir a Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, com a expectativa majoritária de manutenção, diante da necessidade de conter a inflação e preservar a credibilidade da política monetária.

Por aqui também serão divulgados o IGP-10 de setembro e o fluxo cambial semanal, enquanto nos Estados Unidos os investidores acompanham os números de início de construções residenciais em agosto.

Agenda

A agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva desta quarta-feira prevê uma série de compromissos em Brasília. Pela manhã, no Palácio da Alvorada, ele se reúne com o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, e o secretário de Imprensa, Laércio Portela. Em seguida, às 10h30, recebe o chefe do Gabinete Pessoal, Marco Aurélio Marcola, e o chefe adjunto de Agenda, Oswaldo Malatesta.

À tarde, já no Palácio do Planalto, Lula recebe às 14h40 o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcelo Weick, e às 15h30, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. A agenda encerra às 17h, com a sanção do Projeto de Lei nº 2628/2022, que cria o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital, voltado à proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais.

A agenda do ministro Fernando Haddad não foi divulgada e os integrantes do Banco Central seguem em reunião do Comitê de Política Monetária.

Brasil

  • 8h – IGP-10 (setembro)
  • 14h30 – Fluxo cambial (semanal)                  –
  • 18h30 –  Selic (setembro)
    EUA
  • 9h30 – Início de construções (agosto)
  • 15h – Taxa de juros (setembro)

INTERNACIONAL

Prazo estendido

Donald Trump anunciou um acordo preliminar entre EUA e China para manter o TikTok em operação no país, com prazo estendido para 16 de dezembro para a transferência dos ativos americanos da ByteDance para investidores locais, incluindo Oracle, Silver Lake e Andreessen Horowitz. O movimento busca encerrar uma disputa de quase um ano e criar um conselho dominado por americanos, garantindo controle sobre dados e segurança nacional. A confirmação final depende de ajustes finais e de aprovação, podendo ser concluída até meados de dezembro, mantendo parte da participação da ByteDance abaixo do limite legal de 20%.

Investimentos em mineração

Os Estados Unidos estão em negociações para criar um fundo de cerca de US$ 5 bilhões em parceria com a gestora Orion Resource Partners, visando ampliar investimentos em mineração e garantir acesso a minerais críticos como cobre, cobalto e terras raras. A iniciativa, ainda em fase de definição, marca uma das maiores incursões do governo norte-americano em acordos de grande escala no setor e busca reduzir a dependência da China, principal processadora mundial desses recursos. Se concretizado, o fundo permitiria à DFC e à Orion contribuir igualmente, abrindo caminho para novos projetos estratégicos e aumentando o peso da agência na política externa e econômica dos EUA.

ECONOMIA

Expectativa

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (16), em evento do Banco Safra, que tudo indica o início próximo de um ciclo de corte da taxa básica de juros, motivado pelas quedas do dólar e das expectativas de inflação. Segundo Haddad, o movimento deve atrair investimentos e permitir um horizonte mais favorável para o desenvolvimento do país. Ele fez a declaração durante sua participação no evento promovido pelo banco.

Demissões após tarifaço

A indústria brasileira de madeira registrou cerca de 4.000 demissões em função das tarifas aplicadas pelo governo Donald Trump, que reduziram drasticamente as exportações aos EUA, principal destino do setor. Além disso, há 5.500 trabalhadores em férias coletivas e 1.100 em demissão em massa, e a Abimci projeta novas perdas caso a política tarifária persista. A associação critica a falta de negociação direta do governo federal e defende soluções bilaterais para reduzir o impacto sobre o mercado.

Objetivo

Uma pesquisa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgada na terça-feira (16) mostra que o principal objetivo dos investidores brasileiros é formar reservas para a aposentadoria. O levantamento revelou que a maioria se enquadra no perfil arrojado (52%), com forte presença em ações e fundos imobiliários, enquanto moderados e conservadores concentram investimentos em renda fixa e Tesouro Direto. Além disso, 86% dos respondentes disseram estar preparados para lidar com imprevistos financeiros, valorizando rentabilidade, diversificação e educação financeira.

Salário mínimo

O governo projeta que o salário mínimo suba de R$ 1.518 para R$ 1.631 em 2026, um aumento de 7,45%, considerando a inflação e o crescimento do PIB. Para os anos seguintes, a estimativa é de R$ 1.725 em 2027, R$ 1.823 em 2028 e R$ 1.908 em 2029. O reajuste impacta aposentadorias, pensões do INSS e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Culpado da crise

Os Correios atribuem sua crise financeira à baixa de investimentos durante o governo Bolsonaro (2019-22) e registraram prejuízo de R$ 4,37 bilhões no primeiro semestre de 2025. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, a estatal espera receber R$ 1,6 bilhão ainda este ano para aliviar suas contas. Para melhorar a situação, planeja reduzir despesas, adotar jornada de seis horas e incentivar desligamentos voluntários.

POLÍTICA

Tom moderado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve usar seu discurso na 80ª Assembleia-Geral da ONU para defender soberania, democracia e multilateralismo, evitando ataques diretos a Donald Trump. Durante a estadia em Nova York, ele participará também da Semana do Clima e de eventos sobre a Palestina e mudanças climáticas. A agenda inclui encontro com o secretário-geral da ONU e coletiva de imprensa antes do retorno ao Brasil no dia 24.

Urgência

O presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou que pautará a urgência do projeto de anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro, com votação prevista para quarta-feira (17). Motta busca um meio-termo, evitando anistia ampla, enquanto o governo Lula se articula para barrar a tramitação acelerada. A ministra Gleisi Hoffmann convocou ministros da ala política para tentar impedir a aprovação do pedido de urgência.

Convocação

A ministra Gleisi Hoffmann convocou ministros de partidos de centro para articular a reação do governo contra a votação de urgência do projeto de anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro. O objetivo é usar a influência desses ministros junto às bancadas para frear o avanço da proposta. O governo defende que a anistia é inconstitucional e moralmente inaceitável, pressionando para adiar ou alterar o texto.

Emergência

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou mal na terça-feira (16) e foi levado a um hospital em Brasília, acompanhado por policiais penais. Segundo Flávio Bolsonaro, ele teve “crise forte de soluço, vômito e pressão baixa” e permaneceu internado durante a noite.

Condenado

Bolsonaro foi condenado pelo TRF-4 a pagar R$ 1 milhão por declarações racistas sobre cabelos de pessoas negras feitas em 2021, quando era presidente. A decisão unânime inclui a União e determina retratação pública e remoção dos vídeos das redes sociais. O julgamento ocorreu na terça-feira (16) em Porto Alegre, após recursos do MPF e da DPU.

Manobra e contestação

O PL indicou Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como líder da minoria na Câmara nesta terça-feira (16) para evitar que o deputado perca o mandato por excesso de faltas, já que mora nos Estados Unidos desde fevereiro. A manobra, que ainda depende de confirmação pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), permite que líderes tenham ausências abonadas como “missão autorizada”. PT e PSOL anunciaram que vão contestar a nomeação na Câmara e no STF, onde Eduardo é investigado por coação e obstrução de Justiça.

Pedido negado

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou o pedido da defesa do tenente-coronel Mauro Cid para retirar a tornozeleira eletrônica e devolver seus bens, determinando que o tema só será analisado com o início da execução da pena. A defesa também pedia a extinção da pena de dois anos, alegando que Cid já cumpriu o período com restrições.

Fonte: InfoMoney


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Comércio Exterior

Análise: Governo precisa de cautela em ajuda a afetados pelo tarifaço

A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (16), um projeto que expandi o auxílio governamental aos exportadores brasileiros impactados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos. A medida requer uma análise criteriosa devido às limitações orçamentárias do governo. A análise é de Fernando Nakagawa no Bastidores CNN.

Setores mais vulneráveis da economia brasileira, como produtores de frutas do Vale do São Francisco e apicultores do Ceará e Piauí, já contam com linhas de crédito emergenciais a juros reduzidos.

Enquanto isso, os segmentos mais organizados da economia nacional, como as indústrias do café e da carne, têm conseguido encontrar alternativas comerciais.

O setor de carnes revisou suas projeções de prejuízo e reduziu a estimativa inicial de US$ 1 bilhão para US$ 300 milhões, uma queda de 70%.

A ampliação da ajuda governamental deve ser realizada com cautela, considerando a escassez de recursos públicos disponíveis.

É essencial direcionar o suporte financeiro para os setores que realmente necessitam, evitando destinar recursos a segmentos que já encontraram meios de minimizar os impactos das tarifas.

Fonte: CNN Brasil

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Comércio Exterior

Importação n° 090/2025

Tratamento administrativo do Mapa durante a migração para o Novo Processo de Importação

Comunicamos que foi publicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária a Portaria Mapa n° 835, de 9 de setembro de 2025, que dispõe sobre o controle agropecuário nas operações de importação de produto de interesse agropecuário sujeitas a registro no Portal Único de Comércio Exterior. A publicação representa mais um passo dado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária – Mapa – no sentido de cumprir os compromissos assumidos junto ao Governo Federal para adesão ao Novo Processo de Importação.

A publicação da Portaria Mapa n° 835, de 2025, não implica migração automática e obrigatória dos processos de importação para o Novo Processo de Importação, mantendo inalterado o cronograma de adesão e migração definido pelo Comitê Nacional de Facilitação do Comércio (Confac).

Nos termos do art. 43 da Portaria Mapa n° 835, de 2025, enquanto não houver migração para o LPCO/Duimp (NPI), as importações sujeitas a tratamento administrativo do Órgão continuam sendo registradas por meio da Licença de Importação no Siscomex Importação – LI/DI – e do LPCO modelo I00004. Ademais as operações sujeitas à autorização para importação pelo Mapa permanecem com as autorizações sendo concedidas por meio da autorização de embarque na Licença de Importação – LI, conforme procedimentos atuais.

Os novos procedimentos definidos pela Portaria Mapa n° 835, de 2025, serão aplicados para operações registradas por meio de Duimp, mantendo os procedimentos atuais para as operações objeto de licenciamento de importação por meio do Siscomex Importação (LI/DI).

O anexo da Portaria Mapa n° 835, de 2025, bem como outras orientações estão disponíveis para consulta na página do Vigiagro no site do Ministério da Agricultura e Pecuária, no endereço: 

https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/vigilancia-agropecuaria/tratamento-administrativo

Esta Notícia Siscomex está sendo publicada por solicitação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Fonte: Siscomex

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Comércio Exterior

Tarifas nas principais rotas marítimas caem 3% durante a última semana

O índice composto elaborado pela Drewry, World Container Index (WCI), apresentou uma contração de 3%, situando-se em 2.044 dólares por contêiner de 40 pés nesta semana. Com isso, já são 13 semanas consecutivas de queda.

“Pela segunda semana consecutiva, as tarifas spot nas principais rotas comerciais seguiram tendências opostas. Enquanto as tarifas de frete nas rotas transpacíficas aumentaram, as da Ásia–Europa diminuíram. As tarifas spot transpacíficas estão em alta devido aos anúncios de GRI de várias companhias de navegação”, informou a consultoria.

Em linha com isso, as tarifas spot de Xangai para Los Angeles aumentaram 6%, chegando a 2.678 dólares por FEU, enquanto as de Xangai para Nova York subiram 2%, alcançando 3.743 dólares por FEU.

“Apesar da proximidade da Semana Dourada na China, é improvável que essas tarifas se mantenham sem novos cortes na capacidade do transporte marítimo. Portanto, a Drewry prevê que as tarifas permanecerão estáveis nas próximas semanas”, destacou a consultoria.

Por sua vez, as tarifas Xangai–Roterdã caíram 10% (2.143 USD/FEU) e as Xangai–Gênova recuaram 12% (2.342 USD/FEU). “Essa diminuição ocorre em um momento em que as companhias de navegação enfrentam dificuldades para compensar o aumento de capacidade – devido à entrada de novos navios – e a queda da demanda”, explicou a entidade.

“Diante do aumento de viagens em branco antes do feriado da Semana Dourada da China, que começa em 1º de outubro, a Drewry prevê uma leve queda das tarifas nas próximas semanas”, acrescentou.

O WCI projeta que o equilíbrio entre oferta e demanda se enfraquecerá novamente no segundo semestre de 2025, o que resultará em uma contração das tarifas spot.

“A volatilidade e o momento das mudanças tarifárias dependerão das futuras tarifas de Trump e das alterações na capacidade relacionadas à introdução de sanções dos EUA contra navios chineses, cuja implementação ainda é incerta”, concluiu a Drewry.

Fonte: Portal Portuário

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Comércio Exterior

Corrente de comércio brasileiro chega a US$ 437,1 bi de janeiro até a 2° semana de setembro

Exportações totalizam US$ 240,8 bi e as importações, US$ 196,3 bi, com saldo positivo de US$ 44,6 bi

Na 2ª semana de setembro de 2025, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,3 bilhão e corrente de comércio de US$ 12,5 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,9 bilhões e importações de US$ 5,6 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 13,3 bilhões e as importações, US$ 11,5 bilhões, com saldo positivo de US$ 1,76 bilhão e corrente de comércio de US$ 24,8 bilhões.

No ano, as exportações totalizam US$ 240,8 bilhões e as importações, US$ 196,3 bilhões, com saldo positivo de US$ 44,6 bilhões e corrente de comércio de US$ 437,1 bilhões. Esses e outros resultados foram divulgados nesta segunda-feira (15/9) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês – 2º Semana de setembro/2025

No comparativo mensal das exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de setembro/2025 (US$ 1,326 bi) com a de setembro/2024 (US$ 1,355 bi), houve queda de 2,2%. Em relação às importações houve crescimento de 3,3% na comparação entre as médias até a 2ª semana de setembro/2025 (US$ 1,150 bi) com a do mês de setembro/2024 (US$ 1,113 bi).

Assim, até a 2ª semana de setembro/2025, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2.476 milhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 176,02 milhões. Comparando-se este período com a média de setembro/2024, houve crescimento de 0,3% na corrente de comércio. 

Exportações e importações por Setor

No acumulado até a 2ª semana do mês de setembro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: queda de US$ 10,73 milhões (4,0%) em Agropecuária; de US$ 3,07 milhões (1,1%) em Indústria Extrativa e de US$ 22,02 milhões (2,8%) em produtos da Indústria de Transformação. 

No acumulado até a 2ª semana do mês de setembro/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 50,89 milhões (5,0%) em produtos da Indústria de Transformação; houve queda de US$ 2,45 milhões (11,1%) em Agropecuária e de US$ 6,55 milhões (8,9%) em Indústria Extrativa.

Fonte: MDIC

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Comércio Exterior

Tarifaço dos EUA: veja a lista de produtos afetados divulgada pelo governo

O Governo do Brasil publicou na última sexta-feira (12) a tabela de produtos impactados pelas tarifas adicionais impostas unilateralmente pelos Estados Unidos. A medida integra o Plano Brasil Soberano, que estabelece critérios para acesso a linhas de crédito emergenciais e busca mitigar os efeitos do chamado tarifaço norte-americano.

Em Brasília, o tema teve reforço catarinense: o superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos Gama, reuniu-se com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, para discutir diretamente os reflexos das tarifas sobre empresas que utilizam o Porto de Itajaí como rota de exportação. “Nosso compromisso é garantir que os empresários catarinenses tenham o suporte necessário para enfrentar este momento. O Porto de Itajaí não é apenas um elo logístico: é um vetor de desenvolvimento econômico. Estamos atuando junto ao governo federal para ampliar alternativas comerciais e proteger empregos e investimentos na nossa região”, destacou João Paulo Tavares Bastos Gama.

Após o encontro, Alckmin ressaltou avanços nas negociações comerciais com o México e reforçou que o governo federal está ampliando relações com países da Ásia, a fim de diversificar mercados e reduzir a dependência das exportações brasileiras para os Estados Unidos.

Produtos afetados pelo tarifaço

De acordo com a Portaria Conjunta MDIC/MF nº 4, de 11 de setembro de 2025, serão atingidos 9.777 códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), divididos em duas listas:

  • 9.075 códigos entram automaticamente no cálculo do faturamento com exportações aos EUA.
  • 702 códigos exigirão autodeclaração das empresas comprovando impacto efetivo nas vendas.

Crédito emergencial para exportadores

O Plano Brasil Soberano destina R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) para linhas de crédito a juros acessíveis. A prioridade será para empresas que registraram ao menos 5% do faturamento total em exportações de produtos atingidos entre julho de 2024 e junho de 2025.

Além disso, outras companhias poderão acessar R$ 10 bilhões via BNDES, também em condições especiais.

Critérios e prazos de financiamento

Para acessar os recursos, as empresas precisam estar regulares junto à Receita Federal e à PGFN. As linhas de financiamento contemplam:

  • Capital de giro;
  • Produção de bens afetados;
  • Aquisição de bens de capital;
  • Investimentos em adaptação e inovação.

Os prazos variam de 5 a 10 anos, com carência de 12 a 24 meses. O limite chega a R$ 150 milhões por empresa em investimentos e até R$ 200 milhões em capital de giro para grandes empresas (R$ 35 milhões para pequenas e médias).

Brasil Soberano: proteção ao setor produtivo

O Plano Brasil Soberano, lançado em 13 de agosto, reúne medidas emergenciais para enfrentar a elevação unilateral de até 50% nas tarifas de importação dos EUA sobre produtos brasileiros.

A iniciativa atua em três eixos principais:

  • Fortalecimento do setor produtivo;
  • Proteção aos trabalhadores;
  • Diplomacia comercial.

Com isso, o objetivo é preservar empregos, ampliar mercados estratégicos e assegurar competitividade às exportações brasileiras, com o Porto de Itajaí exercendo papel central na conexão do Brasil com o mundo.

Fontes

  • Portaria Conjunta MDIC/MF nº 4, de 11/09/2025
  • Plano Brasil Soberano – Governo Federal
  • Secretaria de Comunicação do Porto de Itajaí (Secom)
  • Vice-presidência da República – declarações do vice-presidente Geraldo Alckmin

TEXTO: REDAÇÃO

IMAGEM: PORTO DE ITAJAÍ

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Comércio Exterior

Brasil e Chile modernizam e simplificam regras de comércio exterior

MDIC lança manual sobre o novo regime de origem com o Chile, o 8º maior destino das exportações brasileiras. O comércio entre Brasil e Chile entrará em uma nova fase

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lança o manual sobre o novo regime de origem do Acordo de Complementação Econômica nº 35 (ACE-35). As novas regras entrarão em vigor no dia 30 de setembro e ofereçam menos burocracia, mais segurança e mais oportunidades para os exportadores brasileiros.

O Chile já é o 8º maior destino das exportações brasileiras e o Brasil figura como o 3º principal parceiro comercial chileno. Agora, com o 69º Protocolo Adicional ao ACE-35, aprovado por Brasil, Argentina e Chile, essa relação ganha ainda mais previsibilidade e competitividade.“Essa publicação reforça o esforço do MDIC em tornas as regras mais acessíveis aos operadores de comércio. O objetivo é ampliar o aproveitamento das vantagens previstas nos acordos comerciais com os nossos vizinhos”, destaca a Secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres.Entre as principais novidades do novo regime estão:

– Autodeclaração de origem: o exportador poderá atestar a origem da mercadoria, sem necessidade de certificados de origem;

– Digitalização e simplificação de processos, reduzindo custos e tempo;

– Harmonização de regras com o Mercosul, que gera ganhos de escala e maior previsibilidade;

– Alinhamento às melhores práticas internacionais;

– Mais segurança jurídica e competitividade para os operadores comerciais .

O Manual de Regras de Origem do ACE-35 já está disponível para guiar empresas, trabalhadores e sociedade sobre como funcionará esse novo capítulo do comércio exterior.

Fonte: MDIC

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