Portos

TCU aprova leilão do canal de acesso ao Porto de Itajaí com R$ 311 milhões em investimentos

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, na terça-feira (19), a realização do leilão para concessão do canal de acesso aquaviário ao Porto de Itajaí, em Santa Catarina. O projeto prevê investimentos de R$ 311 milhões e será o segundo do país a conceder à iniciativa privada a gestão de um canal de acesso público.

A iniciativa é conduzida pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e integra a estratégia do Governo Federal para modernizar a infraestrutura portuária, ampliar a segurança operacional e estimular novos investimentos no setor.

Com a aprovação do Tribunal, o projeto avança para a etapa de ajustes técnicos antes da publicação do edital e da definição da data do certame.

Edital do canal de acesso de Itajaí passará por ajustes técnicos

Durante a análise, o TCU recomendou aperfeiçoamentos em aspectos técnicos do empreendimento, especialmente nas soluções de engenharia e nos mecanismos de validação do compartilhamento de responsabilidades previstos na matriz de riscos da concessão.

Após o atendimento às recomendações, o edital será encaminhado à Antaq, que ficará responsável por definir a data do leilão. A previsão é que a disputa ocorra em um bloco específico no segundo semestre.

O modelo busca estabelecer regras mais claras para a administração da infraestrutura aquaviária, oferecendo maior previsibilidade aos investidores e aos operadores portuários.

Concessão prevê R$ 311 milhões em investimentos

O projeto de concessão do canal de acesso ao Porto de Itajaí contempla a ampliação, a manutenção e a exploração da infraestrutura durante um período de 25 anos.

Entre as principais obrigações previstas no contrato estão:

  • Dragagens periódicas: manutenção das condições de profundidade necessárias à navegação.
  • Manutenção contínua: conservação da infraestrutura para garantir a operação do canal.
  • Sinalização náutica: medidas para orientar as embarcações e reforçar a segurança.
  • Gestão do tráfego aquaviário: organização integrada da circulação de navios na área de acesso ao porto.

A concessão abrange uma área aquaviária delimitada por coordenadas georreferenciadas e busca assegurar condições operacionais adequadas ao crescimento da movimentação de cargas.

Porto de Itajaí poderá receber navios maiores

A modernização do canal pretende ampliar a capacidade operacional do complexo portuário catarinense e preparar a infraestrutura para atender ao aumento da demanda.

A estimativa é que o acesso possa suportar uma movimentação de 3,43 milhões de TEUs por ano ao final do contrato. A sigla TEU corresponde à unidade equivalente a um contêiner de 20 pés, utilizada como referência internacional para medir a capacidade de movimentação de cargas conteinerizadas.

Com dragagens regulares e manutenção da infraestrutura, o projeto busca melhorar as condições de navegação e permitir o atendimento a embarcações de maior porte, respeitados os parâmetros técnicos e operacionais estabelecidos.

A expectativa é que essas melhorias contribuam para aumentar a eficiência logística e fortalecer a competitividade do Porto de Itajaí.

Governo destaca modernização da infraestrutura portuária

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou que a concessão integra os esforços para modernizar os portos brasileiros e criar condições mais favoráveis à atração de cargas e investimentos.

Segundo o ministro, iniciativas desse tipo podem ampliar a previsibilidade das operações e gerar efeitos positivos para a economia, incluindo a criação de empregos e o aumento da renda.

O secretário nacional de Portos, Alex Ávila, também destacou a importância do projeto para consolidar um novo modelo de gestão da infraestrutura aquaviária no Brasil, iniciado com a concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá.

Na avaliação do secretário, esse formato pode tornar a administração dos canais mais eficiente, reforçar a segurança da navegação e ampliar a competitividade dos terminais portuários.

Concessão busca ampliar eficiência e segurança no Porto de Itajaí

A aprovação do TCU representa uma etapa importante para o avanço do projeto, que pretende estabelecer um modelo de gestão de longo prazo para o canal de acesso ao porto catarinense.

Com previsão de R$ 311 milhões em investimentos e contrato de 25 anos, a concessão busca garantir a manutenção das condições de navegação, ampliar a capacidade de atendimento e preparar o complexo para novas demandas logísticas.

O empreendimento também faz parte da estratégia de modernização dos portos brasileiros, com participação privada na gestão de infraestruturas consideradas essenciais para o transporte marítimo e o comércio exterior.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/MPor

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Portos

Porto de Itajaí solicita reforço no uso de rebocadores para garantir segurança da navegação diante dos efeitos do El Niño

Pedido encaminhado à Capitania dos Portos tem como base normas da Marinha e busca ampliar a segurança das manobras diante do aumento da vazão e da intensidade das correntezas no Rio Itajaí-Açu

A Superintendência do Porto de Itajaí (SPI) encaminhou, nesta terça-feira (13), um ofício à Capitania dos Portos de Itajaí solicitando a adoção de medidas para reforçar a utilização de rebocadores nas operações de entrada e saída de navios no canal do Rio Itajaí-Açu. A iniciativa busca ampliar a segurança da navegação diante do aumento da vazão do rio e da intensidade das correntezas, condições associadas aos efeitos do fenômeno climático El Niño.

Nas últimas semanas, foram registradas correntes com intensidade até sete vezes superior aos parâmetros considerados seguros para a navegação, impondo dificuldades extraordinárias às manobras de entrada, saída e atracação das embarcações.

Diante desse cenário, a Superintendência considera que a quantidade e a potência dos rebocadores atualmente empregados são insuficientes para enfrentar determinadas condições adversas, especialmente durante os períodos de correnteza elevada.

A SPI defende a reavaliação dos critérios de utilização dos rebocadores, incluindo o número mínimo de unidades, a potência e a capacidade de tração necessárias para garantir maior segurança durante as operações portuárias.

Monitoramento e prevenção

A Superintendência do Porto de Itajaí mantém o acompanhamento das condições hidrológicas do canal de acesso, especialmente diante dos efeitos do El Niño, que podem intensificar os episódios de chuvas, elevar a vazão do rio e aumentar a velocidade das correntezas.

A SPI destaca que a adoção de medidas preventivas deve considerar os riscos efetivamente identificados, priorizando o dimensionamento adequado dos rebocadores para enfrentar as condições extraordinárias do Rio Itajaí-Açu.

O objetivo é proteger as embarcações, as estruturas portuárias e os profissionais envolvidos nas operações, garantindo a continuidade das atividades do Complexo Portuário de Itajaí com segurança.

FONTE: Porto de Itajaí
IMAGENS: Daiana Brocardo | ReConecta News

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Portos

Praticagem: entenda por que a atividade é essencial para a segurança dos portos brasileiros

A praticagem desempenha um papel estratégico para a segurança da navegação e o funcionamento dos portos no Brasil. Embora o comandante seja responsável pela embarcação, é o prático quem possui conhecimento detalhado das condições locais e conduz as manobras em áreas de maior complexidade, como canais estreitos, baías e acessos portuários.

Antes da chegada do navio ao porto, o profissional é transportado por uma lancha de praticagem até a embarcação. Em alto-mar, ele embarca por uma escada de corda fixada ao casco e acompanha toda a operação até a atracação ou até que o navio deixe a chamada Zona de Praticagem (ZP) em segurança.

Conhecimento local garante operações mais seguras

Enquanto o comandante está preparado para navegar em diferentes rotas ao redor do mundo, o prático é especializado nas características específicas da região onde atua. Cada Zona de Praticagem exige habilitação própria, já que fatores como marés, correntes, ventos e condições meteorológicas variam de um porto para outro.

Esse domínio técnico permite que as manobras sejam executadas com precisão, reduzindo riscos durante a entrada e a saída de embarcações em áreas de navegação consideradas críticas.

Praticagem é fundamental para o comércio marítimo

O transporte marítimo responde por cerca de 95% do comércio internacional brasileiro, tornando a praticagem uma atividade indispensável para a logística nacional. A atuação dos práticos contribui para evitar colisões, encalhes e outros acidentes que podem interromper operações portuárias, causar prejuízos econômicos e comprometer o abastecimento de diversos setores.

Além de proteger a infraestrutura dos portos, o serviço garante que cargas como alimentos, combustíveis, medicamentos, máquinas e outros produtos cheguem ao destino com segurança e eficiência.

Proteção ambiental e segurança operacional

Outro aspecto relevante da praticagem é a preservação do meio ambiente. Ao reduzir a possibilidade de acidentes envolvendo grandes embarcações, a atividade diminui o risco de vazamentos de combustíveis e cargas, protegendo rios, baías e áreas costeiras.

A Marinha do Brasil regulamenta a atividade e estabelece critérios rigorosos para formação, qualificação e treinamento dos profissionais, assegurando elevados padrões de segurança nas operações.

Atividade estratégica para o desenvolvimento do país

Mesmo sendo pouco percebida pela população, a praticagem é um dos pilares da logística portuária brasileira. A atuação dos práticos garante o funcionamento eficiente dos portos, protege vidas, preserva o meio ambiente e fortalece a competitividade do comércio marítimo, mantendo o Brasil conectado aos mercados internacionais.

FONTE: Ministério de Portos e Aeroportos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Praticagem do Brasil

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Internacional

Estreito de Ormuz: navios enfrentam riscos e custos para deixar zona de conflito

Empresas do setor de energia e transporte marítimo intensificaram esforços para retirar embarcações presas no Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas do comércio global de petróleo. Em meio à instabilidade, o petroleiro Akti A conseguiu atravessar a região durante uma breve janela de segurança, transportando cerca de 300 mil barris de diesel.

Operado pela Maersk Tankers e com carga destinada à trading Vitol, o navio deixou o Golfo Pérsico após semanas de espera próximo ao Bahrein, período marcado por ataques com drones e mísseis contra embarcações na área.

Riscos elevados e custos crescentes

A retirada de navios da região tornou-se um dos principais desafios para grandes tradings de petróleo e gás. O cenário de conflito elevou significativamente os custos com seguros, taxas portuárias e manutenção, além de aumentar os riscos operacionais.

Em um dos episódios mais graves, um tripulante morreu após embarcações que transportavam nafta serem atingidas por forças iranianas, evidenciando o nível de perigo enfrentado pelas tripulações.

Janelas de passagem são curtas e imprevisíveis

Durante as semanas de conflito, oportunidades de travessia surgiram de forma pontual, mas se fecharam rapidamente. A travessia completa do estreito pode levar até oito horas — tempo suficiente para mudanças no cenário político ou militar.

Em determinado momento, o Irã chegou a declarar a passagem “completamente aberta” após um cessar-fogo regional, levando armadores a mobilizarem navios. No entanto, a liberação durou pouco e o controle voltou a ser restrito, permitindo passagem apenas a embarcações autorizadas.

Ataques e apreensões aumentam tensão

A escalada do conflito incluiu ataques a navios porta-contêineres e a apreensão de embarcações, em resposta a sanções e bloqueios internacionais. Esse ambiente reforça a insegurança no transporte marítimo internacional e impacta diretamente as cadeias logísticas globais.

Navios de grandes armadores chegaram a iniciar travessias, mas recuaram após incidentes com projéteis e alertas de forças iranianas.

Estratégias alternativas para atravessar o estreito

Diante das restrições, empresas passaram a adotar estratégias variadas para garantir a saída de seus navios. Entre elas, destacam-se parcerias com países que mantêm relações mais próximas com o Irã, como China, Paquistão e Omã.

Em alguns casos, embarcações optaram por rotas próximas à costa omanense, considerada mais segura. Há ainda relatos de propostas envolvendo pagamentos para facilitar a passagem, embora empresas neguem qualquer prática que viole sanções internacionais.

Tráfego inclui cargueiros e navios de cruzeiro

Apesar dos riscos, o fluxo marítimo não foi totalmente interrompido. Além de petroleiros, navios de carga e até embarcações de turismo conseguiram cruzar o estreito em momentos específicos, sob coordenação e autorização de autoridades.

Algumas companhias adotaram medidas extremas, como desligar sistemas de rastreamento para reduzir exposição, embora isso também aumente os riscos operacionais.

Falta de coordenação internacional preocupa setor

Especialistas do setor apontam a ausência de um protocolo global para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Segundo executivos da indústria, navios com apoio governamental ou conexões diplomáticas têm mais chances de atravessar com segurança.

Para empresas privadas, no entanto, a travessia segue sendo uma operação de alto risco, sem garantias claras de proteção ou estabilidade.

FONTE: Valor Econômico
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Portos

Dragagem do canal de acesso ao Porto de Itajaí será retomada após novo contrato

A dragagem do canal de acesso ao Porto de Itajaí será retomada após a assinatura de um novo contrato entre a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), a administração portuária local e a empresa holandesa Van Oord. A ordem de serviço foi liberada nesta quarta-feira, permitindo o reinício imediato das atividades de manutenção do calado.

O contrato, firmado de forma eletrônica na terça-feira, prevê investimento de R$ 63,8 milhões e terá vigência inicial de 12 meses. A iniciativa assegura a continuidade dos serviços e a estabilidade das operações portuárias nos próximos anos.

Segurança da navegação e competitividade logística

De acordo com a gestão do porto, a licitação definitiva fortalece a segurança da navegação, preserva as condições adequadas do canal e contribui para ampliar a competitividade logística de Santa Catarina.

O superintendente do Porto de Itajaí, João Paulo Tavares Bastos Gama, destacou que o novo contrato representa um avanço estratégico. Segundo ele, a legislação federal permite a prorrogação do acordo por até 60 meses, garantindo maior previsibilidade ao setor.

Ele também ressaltou que a atual administração solucionou pendências financeiras herdadas, incluindo o pagamento de uma dívida de R$ 48 milhões, e agora consolida uma solução estruturante para o porto.

Interrupção de 47 dias impactou o complexo portuário

A retomada ocorre após um período de 47 dias sem serviços de dragagem, que afetou o complexo portuário de Itajaí e Navegantes. A paralisação teve início após o encerramento de um contrato emergencial com a própria Van Oord, em 15 de fevereiro.

Inicialmente, a Codeba havia contratado, em caráter emergencial, um consórcio para executar o serviço por seis meses, com início previsto para 23 de março. No entanto, a empresa vencedora desistiu, o que levou à convocação da segunda colocada.

Economia e solução definitiva para a dragagem

Paralelamente, o processo licitatório definitivo seguiu em andamento e teve a Van Oord como vencedora. Diante disso, a administração optou por firmar diretamente o contrato anual, substituindo a solução emergencial.

A decisão deve gerar uma economia estimada em cerca de R$ 2,3 milhões por mês, além de garantir maior eficiência e estabilidade na manutenção do canal de acesso.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: João Batista

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Portos

Colisão no Porto de Santos: Marinha investiga velocidade, comunicação e manobras de navio e balsas

A Marinha do Brasil instaurou inquérito para apurar as causas da colisão entre um navio porta-contêineres e duas balsas no canal do Porto de Santos, no litoral paulista. A investigação será conduzida pela Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP).

Segundo o Capitão de Mar e Guerra Leandro Gomes Mendes, o procedimento irá analisar elementos testemunhais, periciais e documentais para esclarecer o que provocou o acidente.

O que será apurado no inquérito

O caso está sendo tratado por meio de um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), aberto na terça-feira (17). Entre os principais pontos que serão investigados estão:

  • se o navio e as balsas estavam aptos à navegação;
  • cumprimento das normas nacionais e internacionais;
  • possíveis falhas humanas;
  • velocidade das embarcações no momento da colisão;
  • existência e registro de comunicação via rádio;
  • autorizações e tratativas prévias para as manobras realizadas.

Embora as Normas e Procedimentos das Capitanias dos Portos (NPCP) estabeleçam prioridade para embarcações de maior porte, devido à manobra restrita, o capitão ressaltou que a conclusão depende da análise técnica completa.

Dinâmica do acidente no canal

O acidente ocorreu na noite de segunda-feira (16), quando o navio deixava o canal em direção à área de fundeio por não haver vaga para atracação. Durante a manobra, a embarcação atingiu as balsas FB-15 e FB-14.

A FB-15 rebocava a FB-14, que estava fora de operação, em deslocamento sentido Guarujá. Quatro tripulantes — o comandante e três marinheiros — saltaram ao mar instantes antes do impacto. Não houve feridos.

As balsas estavam sem passageiros ou veículos no momento da colisão.

Resgate mobilizou equipes e populares

Imagens registradas por testemunhas mostram os tripulantes nadando até o cais após pularem na água. Pessoas que estavam em terra auxiliaram no resgate, lançando boias e coletes e ajudando a puxar os marinheiros para a margem.

A Praticagem enviou lanchas de apoio, e todos foram retirados da água em segurança.

Discussão sobre autorização de atracação

Outro ponto que poderá ser analisado é a ausência de espaço para atracação do navio no momento da manobra.

A Autoridade Portuária de Santos (APS) informou que, em caso de terminais privados, cabe à própria operadora verificar a disponibilidade de berço, equipamentos e metragem adequada para receber a embarcação, com margem de segurança.

A APS destacou que sua atuação nesses casos se dá por meio da análise documental no sistema Porto Sem Papel (PSP), que reúne anuências de órgãos como a própria autoridade portuária, Anvisa, Polícia Federal e Capitania dos Portos.

A verificação direta da compatibilidade entre o tamanho do navio e o cais ocorre apenas em estruturas públicas. A DP World, responsável pelo terminal envolvido, não se manifestou sobre o episódio.

Investigação segue sem conclusões antecipadas

De acordo com a Capitania dos Portos, não é possível apontar responsabilidades antes da conclusão do IAFN. O comandante destacou que a prioridade de navegação para navios de grande porte não é suficiente para encerrar a análise.

O relatório final deverá esclarecer as circunstâncias da colisão no Porto de Santos, identificar eventuais falhas e indicar medidas para evitar novos acidentes no maior complexo portuário da América Latina.

FONTE: G1
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/G1

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