Tecnologia

Lina, assistente virtual da Secex, já está disponível para orientar sobre exportação e importação

A Lina, nova assistente virtual da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), já está em funcionamento no site do Siscomex. A ferramenta foi criada para auxiliar empresas e cidadãos com dúvidas sobre exportação e importação, oferecendo um atendimento ágil, acessível e seguro.

Com tecnologia baseada em inteligência artificial, a Chatbot Comex representa mais um avanço na modernização do atendimento público e na digitalização dos serviços de comércio exterior, aproximando o governo dos usuários e facilitando o acesso às informações oficiais.

Atendimento 24 horas e linguagem acessível

Disponível 24 horas por dia e sem necessidade de login, a Lina responde perguntas com base em legislação, portais e manuais oficiais do governo federal. Quando identifica a necessidade de suporte humano, o sistema direciona automaticamente o usuário ao Comex Responde, canal especializado da Secex.

Entre as principais funcionalidades da assistente estão:

  • Atendimento por texto, com respostas rápidas e fundamentadas em fontes oficiais;
  • Linguagem simples e empática, sem o uso de jargões técnicos;
  • Integração com outros serviços, garantindo continuidade no suporte;
  • Acesso contínuo, disponível no Siscomex a qualquer hora.

Empatia, identidade e inovação no atendimento público

Mais do que um sistema automatizado, a Lina foi desenvolvida com uma personalidade própria. O avatar da assistente possui traços modernos e acolhedores, transmitindo proximidade e confiança. A comunicação foi pensada para atender desde novos empreendedores no comércio exterior até profissionais experientes do setor.

A base de conhecimento da Lina reúne normas, manuais e sistemas oficiais utilizados pelos especialistas em comércio exterior, garantindo respostas atualizadas, seguras e confiáveis.

Com essa iniciativa, a Secex reforça seu compromisso com a inovação, a transparência e a inclusão digital, além de contribuir para a facilitação do comércio internacional e o fortalecimento do ambiente de negócios brasileiro.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MDIC

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Comércio Exterior, Tecnologia

Lina: a nova assistente virtual do comércio exterior criada com participação popular

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), apresentou nesta segunda-feira (20) a Lina, uma assistente virtual de comércio exterior criada para simplificar o acesso de cidadãos, empreendedores e empresas a informações oficiais do setor. Nos próximos dias, o público poderá interagir diretamente com a chatbot no site do Siscomex, sistema que integra operações de exportação e importação no Brasil.

Atendimento 24h com base em informações oficiais

Desenvolvida com tecnologia de inteligência artificial, a Lina oferece atendimento contínuo, sem necessidade de login, e respostas fundamentadas em legislação e fontes governamentais. Quando a dúvida exige suporte humano, o sistema encaminha o usuário ao Comex Responde, canal oficial da Secex especializado em atendimento ao comércio exterior.
A proposta é tornar o serviço público mais ágil, transparente e acessível, além de reduzir o volume de demandas repetitivas, modernizando o relacionamento entre governo e sociedade.

Escolha do nome envolveu a participação da população

O nome Lina foi escolhido por meio de uma votação aberta nas redes sociais do MDIC, incluindo Instagram, LinkedIn, X (antigo Twitter), Facebook e YouTube. A campanha registrou 17.077 visualizações, 881 interações, 3.446 impressões e 10.872 contas alcançadas. Entre as quatro opções apresentadas — Tai, Duda, Elisa e Lina — o nome vencedor recebeu 45,7% dos 575 votos válidos.
Em grego, Lina significa “mensageira” ou “portadora de luz”, representando o papel da assistente em “iluminar” o caminho de quem busca compreender o comércio exterior brasileiro.

Interface humanizada e linguagem acessível

Com avatar moderno e acolhedor, Lina foi projetada para transmitir empatia e confiança. Sua comunicação é clara e objetiva, adequada a diferentes perfis de usuários — de iniciantes a profissionais da área. O foco é oferecer orientação precisa e humanizada, baseada em dados oficiais e voltada para facilitar o dia a dia de empresas e empreendedores que atuam no mercado internacional.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MDIC

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Tecnologia

MDIC lança Chatbot Comex para agilizar informações sobre comércio exterior

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), apresentou o Chatbot Comex, uma ferramenta digital desenvolvida para simplificar o acesso a informações oficiais sobre importação e exportação.

O novo assistente virtual funciona 24 horas por dia, com acesso gratuito e sem necessidade de login, e oferece respostas baseadas em legislação, portais e manuais oficiais do governo federal. Quando necessário, o sistema direciona o usuário para o Comex Responde, serviço que conta com suporte humano especializado.

Tecnologia a serviço da gestão pública

Com o Chatbot Comex, o MDIC busca tornar o atendimento mais rápido e transparente, integrando órgãos anuentes e usuários dos sistemas de comércio exterior. A solução também contribui para a redução de atendimentos repetitivos, otimizando a gestão pública e melhorando a experiência de quem atua no setor.

“Estamos aproximando o governo das pessoas e reduzindo barreiras para quem quer empreender e exportar. É uma ação que traz mais tecnologia para o setor público e amplia a nossa capacidade de atender mais brasileiros que desejam participar do comércio exterior”, afirmou Tatiana Prazeres, secretária de Comércio Exterior.

Público escolhe o nome do Chatbot

Para envolver os usuários, o MDIC abriu uma enquete nas redes sociaisInstagram e LinkedIn — para escolher o nome da nova assistente virtual. As opções são:

  • Tai – simboliza generosidade e sociabilidade;
  • Elisa – remete à sensibilidade, fé e elegância;
  • Duda – em espanhol, significa “dúvida”;
  • Lina – em grego, quer dizer “mensageira” ou “portadora de luz”.

📅 Votação: 16 e 17 de outubro
📅 Resultado: 20 de outubro

Como funciona o Chatbot Comex

  • 💬 Interação por texto: o usuário envia a dúvida e recebe respostas fundamentadas em fontes oficiais;
  • 🗣️ Linguagem acessível: comunicação clara e empática, sem jargões técnicos;
  • 👩‍💼 Encaminhamento humano: quando necessário, o sistema redireciona ao Comex Responde;
  • 🌐 Disponibilidade total: acesso direto pelo portal do Siscomex, sem login, 24 horas por dia.

Experiência humanizada e linguagem clara

Para tornar a experiência mais próxima e agradável, o Chatbot Comex ganhou um avatar moderno e acolhedor, com traços suaves e comunicação empática. O objetivo é humanizar o atendimento digital, mantendo um tom cordial e educativo.

Segundo Janaína Batista, diretora do Departamento de Promoção das Exportações e Facilitação do Comércio da Secex, a base de conhecimento do chatbot é composta por normas, manuais e sistemas oficiais, o que garante respostas precisas e confiáveis, apresentadas de forma ágil e acessível.

A Secex segue empenhada em fortalecer a competitividade das empresas brasileiras, promovendo facilitação do comércio, transparência regulatória e inovação, com foco na inclusão e expansão das exportações.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MDIC

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Exportação

Exportações de carne de frango mantêm ritmo forte e podem repetir desempenho de setembro

Volume exportado nas duas primeiras semanas de outubro aponta estabilidade no setor avícola

O Brasil exportou 183,2 mil toneladas de carne de frango in natura nos primeiros oito dias úteis de outubro, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX/MDIC). O volume representa uma média diária de 22,9 mil toneladas, crescimento de 9,6% em relação a setembro e 16% acima do mesmo período de 2024.

Projeções indicam embarques acima de 520 mil toneladas

Com base na média atual e considerando os 23 dias úteis de outubro, a projeção indica um embarque mensal superior a 525 mil toneladas. No entanto, especialistas lembram que os primeiros números do mês costumam refletir embarques remanescentes de setembro, o que tende a suavizar os resultados à medida que o período avança.

Mesmo assim, se o volume exportado até agora for redistribuído ao longo de nove dias úteis, a média diária ainda se manteria acima das 20 mil toneladas, o que resultaria em cerca de 460 mil toneladas no total — praticamente o mesmo volume registrado em setembro (459,8 mil toneladas). Esse desempenho representaria um aumento anual de aproximadamente 6%.

Meta é manter média acima de 21 mil toneladas por dia

Para alcançar um resultado ainda mais expressivo, o ideal seria manter o ritmo de exportações ligeiramente acima das 21 mil toneladas diárias. Isso permitiria fechar outubro com pelo menos 485 mil toneladas embarcadas, elevando o acumulado do ano para cerca de 4,1 milhões de toneladas — número que superaria o total registrado entre janeiro e outubro de 2024 (4,097 milhões de toneladas, segundo a SECEX/MDIC).

Desafios e perspectivas para o último trimestre

Historicamente, as exportações de carne de frango costumam recuar no último trimestre do ano, ficando abaixo dos volumes embarcados no segundo e terceiro trimestres. Entre 2007 e 2024, o quarto trimestre representou, em média, menos de 25% do total anual, contra 25,5% no segundo e mais de 26% no terceiro trimestre.

Mesmo assim, 2025 pode romper essa tendência. Com os importadores recompondo estoques e a reabertura do mercado chinês, principal destino da carne de frango brasileira, o mês de outubro tem potencial para se destacar como um dos melhores da história das exportações do setor avícola nacional.

FONTE: AviSite
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Datamar News

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Comércio Exterior, Economia

Superávit da balança comercial atinge US$ 1,5 bilhão na 2ª semana de outubro.

Balança comercial brasileira mantém saldo positivo impulsionado por exportações

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,5 bilhão na segunda semana de outubro de 2025, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A corrente de comércio no período somou US$ 12,3 bilhões, com destaque para o desempenho das exportações.

Exportações superam importações e impulsionam saldo comercial

Entre os dias analisados, as exportações atingiram US$ 6,9 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 5,4 bilhões. No acumulado de outubro até a segunda semana, as vendas externas somam US$ 11,6 bilhões e as compras do exterior, US$ 9,1 bilhões. O resultado é um superávit de US$ 2,5 bilhões e corrente de comércio de US$ 20,6 bilhões.

No acumulado do ano, o país já exportou US$ 269,3 bilhões e importou US$ 221,4 bilhões, gerando um saldo positivo de US$ 48 bilhões. A corrente de comércio anual já alcança US$ 490,8 bilhões.

Exportações crescem 8,6% em outubro

Na comparação entre as médias diárias de exportações da segunda semana de outubro de 2025 (US$ 1,4 bilhão) e do mesmo período de 2024 (US$ 1,3 bilhão), houve um crescimento de 8,6%.

Já as importações apresentaram uma leve retração de 1%, passando de US$ 1,145 bilhão em outubro de 2024 para US$ 1,134 bilhão em 2025. Com isso, a corrente de comércio diária chegou a US$ 2,581 bilhões, enquanto o superávit médio diário foi de US$ 312,35 milhões, um avanço de 4,2% na comparação anual.

Desempenho por setor: agropecuária lidera alta nas exportações

Na análise por setores, o destaque ficou com a agropecuária, que registrou crescimento de 15% nas exportações, com média diária US$ 38,4 milhões superior à de 2024. A indústria extrativa teve avanço de 17,4% (US$ 50,07 milhões), enquanto a indústria de transformação cresceu 3,7% (US$ 29,1 milhões).

Nas importações, o setor de indústria de transformação teve alta de 1% (US$ 10,38 milhões). Em contrapartida, a agropecuária caiu 4,8% (US$ 1,02 milhão) e a indústria extrativa teve queda expressiva de 30,5% (US$ 21,35 milhões).

FONTE: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

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Comércio Exterior

Secex e Receita Federal divulgam cronograma de desligamento do Siscomex LI/DI e migração para o Portal Único 

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e a Receita Federal do Brasil (RFB) anunciaram o cronograma oficial de desligamento do sistema Siscomex LI/DI, marcando mais uma etapa na implementação do Novo Processo de Importação (NPI). A partir das novas datas, o uso do LPCO (Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos) e da Duimp (Declaração Única de Importação) passará a ser obrigatório no Portal Único de Comércio Exterior

Implementação depende de validações do setor privado 

O cronograma foi aprovado pelo Comitê Executivo do Siscomex e sua execução depende de validações conduzidas pelo setor privado no âmbito do Subcomitê de Cooperação do CONFAC. Essas etapas estão previstas no Plano de Ação apresentado durante a 10ª reunião do grupo. 

Segundo o documento, o desligamento será efetivado conforme a confirmação de que não há impedimentos técnicos ou sistêmicos. Caso surjam inconsistências, as datas serão revisadas para garantir segurança e previsibilidade às operações de importação. 

Fique atento às datas abaixo:  

LPCO e Duimp substituem LI/DI em novas etapas 

Conforme o cronograma, as operações de importação deverão ser registradas obrigatoriamente via Duimp e LPCO a partir das datas definidas. A utilização do Siscomex LI/DI será encerrada gradualmente, exceto para operações que ainda não possuem disponibilidade técnica no novo sistema — essas continuarão sendo registradas pelo método anterior até nova atualização, conforme tabela abaixo. 

Importante destacar que entidades com natureza jurídica enquadrada no Grupo 1 – Administração Pública, segundo a Tabela da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA), continuarão utilizando a Declaração de Importação (DI) nesta fase de transição. O desligamento para esse grupo ocorrerá em momento posterior. 

Transição planejada e segura 

A Secex e a Receita Federal reforçam o compromisso de realizar a migração para o Portal Único de Comércio Exterior de forma gradual, planejada e segura, assegurando a continuidade e a confiabilidade das operações durante todo o processo de transição. 

Fonte: Com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e da Receita Federal do Brasil (RFB). 

TEXTO: REDAÇÃO 
IMAGENS: FREEPIK 

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Comércio Exterior

MDIC reforça fiscalização contra importações irregulares e protege indústria nacional

Investigações apontam irregularidades em quatro setores

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), concluiu em setembro cinco investigações sobre possíveis irregularidades em importações brasileiras. As apurações começaram após denúncias de práticas que poderiam prejudicar a concorrência justa, como subfaturamento e classificação incorreta de mercadorias.

Os casos analisados envolveram telas interativas, telas metálicas, fios texturizados de poliéster, poliol (utilizado em móveis, colchões, bancos automotivos e construção civil) e ácido hialurônico. Em quatro deles, foram encontrados indícios de irregularidades, levando à inclusão dos importadores no regime de licenciamento não automático, que permite apuração mais rigorosa das operações. Apenas nas importações de telas interativas não foram detectadas práticas ilegais.

Licenciamento não automático como ferramenta de fiscalização

O licenciamento não automático está previsto no artigo 43 da Portaria Secex nº 249, de 4 de julho de 2023, e é aplicado em casos de suspeita de infração às regras de comércio exterior. O mecanismo permite verificar autenticidade e veracidade de documentos antes do despacho aduaneiro, garantindo maior controle sobre transações suspeitas.

Segundo a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, o objetivo é coibir fraudes sem prejudicar empresas regulares.
“Apenas os importadores monitorados pelo Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) estarão sujeitos ao licenciamento de importação, apresentando documentos como fatura comercial e catálogo técnico. Quem comprovar regularidade continuará importando normalmente”, destacou.

Casos específicos e medidas aplicadas

Um dos destaques foi a denúncia sobre o ácido hialurônico, usado em cosméticos e procedimentos estéticos. Havia indícios de que o produto estaria sendo classificado incorretamente na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), com o objetivo de enquadrá-lo em um código de tarifa zero e evitar o pagamento da alíquota de 16,2% do Imposto de Importação. A Secex confirmou sinais dessa prática e seguirá monitorando as operações.

Os resultados foram compartilhados com a Receita Federal, por meio do Grupo de Inteligência de Comércio Exterior (GI-CEX), fortalecendo a fiscalização conjunta e a preservação da competitividade da indústria nacional.

FONTE: MDIC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/MDIC

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Informação, Logística

Brasil tem 13 vezes mais empresas que importam do que exportam para a China

Embora a China seja o país que mais compra produtos do Brasil no exterior, há mais empresas brasileiras que importam do que exportam nas trocas comerciais com o gigante asiático. Esta é uma das descobertas de um estudo sobre o perfil socioeconômico do comércio entre os dois países, feito pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) em parceria com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

São mais de 40 mil empresas que importam da China, entre lojas do varejo, atacadistas, tradings e indústrias, contra menos de 3 mil que exportam ao país. Enquanto há uma grande diversidade de produtos manufaturados e insumos industriais importados pelo Brasil da China, as vendas ao gigante asiático são concentradas em um número bem menor de fornecedores de produtos primários. Somente três produtos — soja, minério de ferro e petróleo — representaram três quartos do total vendido à China no ano passado.

É bem maior o número de empresas brasileiras que exportam para o Mercosul (11,7 mil), os Estados Unidos (9,6 mil) e a União Europeia (8,6 mil), ainda que, no montante em dólares, estes mercados comprem menos do Brasil. As vendas para a China são mais concentradas em commodities do que para qualquer outro parceiro comercial .

Já quando se olha para as importações, o total de empresas que trazem produtos da China — 40.059, em número preciso de 2024 — é quase dez vezes superior ao número de importadores de produtos do Mercosul, o triplo dos Estados Unidos e o dobro da União Europeia. Desde 2000, o número de importadores de produtos chineses no Brasil foi ampliado em 11 vezes.

O estudo mostra que, embora em menor ritmo, também houve um avanço no número de empresas que vendem à China: quadruplicou de 2000 para cá, incluindo microempresas que passaram a fornecer ao país.

A urbanização acelerada, a ascensão da classe média e o crescimento da indústria puxaram nas últimas décadas a demanda chinesa por produtos que o Brasil tem condições de fornecer. Nos últimos dez anos, a China respondeu por mais da metade do superávit da balança comercial brasileira, sendo, em 2024, o destino de 28% das exportações do Brasil.

Fonte: Estadão

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Comércio Exterior, Exportação, Importação, Industria

Corrente de comércio alcança US$ 374,54 bi de janeiro até a segunda semana de agosto

No mês, as exportações somam US$ 8,9 bi e as importações, US$ 6,6 bi, com saldo positivo de US$ 2,2 bi e corrente de comércio de US$ 15,5 bi

Na 2ª semana de agosto de 2025, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,3 bilhão e corrente de comércio de US$ 12,2 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,7 bilhões e importações de US$ 5,4 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 8,9 bilhões e as importações, US$ 6,6 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 15,5 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 206,9 bilhões e as importações, US$ 167,7 bilhões, com saldo positivo de US$ 39,2 bilhões e corrente de comércio de US$ 374,5 bilhões.

Esses e outros resultados foram publicados nesta segunda-feira (11/8), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

Balança Comercial Preliminar Parcial do Mês

Nas exportações, comparadas as médias até a 2ª semana de agosto/2025 (US$ 1,5 bi) com a de agosto/2024 (US$ 1,3 bi), houve crescimento de 13,0%. Em relação às importações houve crescimento de 0,5% na comparação entre as médias até a 2ª semana de agosto/2025 (US$ 1,107 bi) com a do mês de agosto/2024 (US$ 1,101 bi).

Assim, até a 2ª semana de agosto/2025, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,6 bilhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 369,52 milhões. Comparando-se este período com a média de agosto/2024, houve crescimento de 7,3% na corrente de comércio.

Exportações e Importações por Setor

No acumulado até a 2ª semana do mês de agosto/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 36,78 milhões (13,1%) em Agropecuária; de US$ 50,4 milhões (17,0%) em Indústria Extrativa e de US$ 81,55 milhões (11,3%) em produtos da Indústria de Transformação.

No acumulado até a 2ª semana do mês de agosto/2025, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 9,25 milhões (14,6%) em Indústria Extrativa; queda de US$ 2,58 milhões (13,0%) em Agropecuária, e de US$ 0,59 milhões (0,1%) em produtos da Indústria de Transformação.

Fonte: MDIC

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Agricultura, Exportação, Notícias

Pluma: Mato Grosso registra em junho o 2º maior volume exportado para o mês

Volume de pluma enviado pelo estado representou 69,77% das exportações nacionais no período

As exportações de pluma em junho somaram 92,67 mil toneladas em Mato Grosso. O volume é considerado o segundo maior para o mês em toda a série histórica, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Compilado das exportações, trazido pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) em seu boletim semanal, destaca que a quantidade embarcada pelo estado representou 69,77% do total enviado pelo Brasil no mês.

Bangladesh e Turquia lideraram os embarques mato-grossenses de pluma, com 21,60 e 19,21 mil toneladas, respectivamente.

A China, que foi a maior importadora das últimas seis safras, adquiriu apenas 667 toneladas de pluma mato-grossense em junho, volume, conforme os dados, abaixo do habitual e o menor desde julho de 2022.

Ainda segundo o levantamento, o total observado até o momento, inclusive, é 2,31% acima das exportações totais da safra 2022/23.

A expectativa, frisa o Imea, é que o estado exporte 1,81 milhão de toneladas de pluma no fechamento do ciclo 2023/24. Dessa forma, para fechar a estimativa, o estado necessita exportar 75,05 mil toneladas em julho.

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