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Exportações da Foz do Itajaí somaram US$ 5,51 bilhões em 2024

A região da Foz do Itajaí, em Santa Catarina, encerrou o ano de 2024 com um balanço econômico positivo, impulsionado por um forte desempenho na balança comercial e na geração de empregos.

Em 2024, a Foz do Itajaí registrou um volume de exportações de US$ 5,51 bilhões, impulsionado principalmente pela venda de carne de aves e suína, que juntas somaram mais de US$ 4,46 bilhões. Os dados são do do Observatório FIESC e revelam um cenário promissor para a região, com destaque para o crescimento das exportações e a expansão do mercado de trabalho.

Outros produtos importantes na pauta de exportação foram a madeira serrada e os enchidos de carne. O elevado volume de importações reflete o dinamismo da economia da região, que investe em expansão e modernização de sua capacidade produtiva. Os principais destinos dos produtos exportados pela região foram China, Japão e Filipinas, que juntos responderam por mais de 30% do total.

As importações da Foz do Itajaí, por sua vez, atingiram US$ 17,71 bilhões em 2024. A pauta de importação é concentrada em bens de capital, como polímeros de etileno e partes e acessórios para veículos, e em matérias-primas, como cobre refinado e semicondutores. Esses produtos são essenciais para o desenvolvimento da indústria local, que demanda insumos de alta tecnologia e qualidade para manter sua competitividade.

“As perspectivas para a balança comercial da Foz do Itajaí nos próximos anos são positivas, impulsionadas pelo crescimento da economia global e pela demanda por alimentos e outros produtos da região”, pontua o vice-presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), regional da foz do Itajaí, Maurício César Pereira. “A diversificação da pauta de exportação, o investimento em tecnologia e inovação, e a busca por novos mercados são fatores-chave para o sucesso do comércio exterior da região”, completa Moacir.

Geração de empregos

O mercado de trabalho da Foz do Itajaí também apresentou um desempenho positivo em 2024, com a geração de 18.731 empregos formais, de acordo com dados do CAGED. A indústria, um dos setores mais importantes da economia local, foi responsável por 4.292 novos postos de trabalho. Os setores da indústria que mais empregam na região são a construção, alimentos e bebidas, e têxtil.

Em 2023, os dados mais recentes disponíveis, a Foz do Itajaí contava com um total de 35.316 empresas, sendo 7.179 delas indústrias. O número total de empregados na região era de 298.032, com 76.847 atuando na indústria.

FONTE: Informativo dos portos
Informativo dos Portos

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Comércio Exterior, Economia, Gestão, Industria, Informação, Negócios, Tecnologia

Ministro da Economia de Portugal fala sobre acordo UE – Mercosul na FIESC

Realizado em conjunto com a ADVB/SC, evento da próxima sexta-feira (21) promove debate sobre negociações de comércio bilateral

Nesta sexta-feira (21), às 10 horas, o ministro da Economia do XXIV Governo de Portugal, Pedro Reis, participará da primeira edição de 2025 do Encontro de Ideias. A iniciativa é da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil em Santa Catarina (ADVB/SC) e da Federação das Indústrias de SC (FIESC). O evento será na sede da Federação, em Florianópolis.

Reis traz a visão do governo de Portugal para o debate, que vai contar com a mediação do cientista social, diplomata e economista Marcos Troyjo e com a participação do político português Miguel Relvas e do secretário-executivo de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos do Governo de Santa Catarina, Paulo Bornhausen.

Para o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, Portugal pode ser um aliado importante para a efetivação do acordo Mercosul – União Europeia. “A indústria catarinense tem potencial para conquistar ainda mais espaço no mercado europeu e os benefícios do acordo são mútuos, não só no comércio, mas também na transferência de tecnologia e na geração de empregos”, afirma.

O evento é a primeira edição de 2025 da série Encontro de Ideias, iniciativa da ADVB/SC para fomentar o debate sobre temas estratégicos que impactam a economia e o setor empresarial. “Eventos como o Encontro de Ideias são fundamentais para o empresariado catarinense, proporcionando insights estratégicos, que fortalecem o networking e ajudam a compreender o cenário econômico”, destaca o presidente da ADVB/SC, Ricardo Barbosa Lima.

FONTE: FIESC
Ministro da Economia de Portugal fala sobre acordo UE – Mercosul na FIESC | FIESC

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4ª AGO CONCENI debate desafios e oportunidades do Comércio Exterior em Santa Catarina 

Lideranças e empresas do comércio exterior participaram de visitas técnicas, debates e networking nos portos de São Francisco do Sul e Itapoá. 

A 4ª Assembleia Geral Ordinária do Conselho Estadual dos Núcleos de Comércio Exterior e Negócios Internacionais (CONCENI) reuniu cerca de 50 participantes no dia 17 de fevereiro para um dia de imersão e troca de conhecimento em São Francisco do Sul e Itapoá. Pela primeira vez, o evento foi aberto ao público, ampliando o alcance das discussões e proporcionando uma experiência enriquecedora para os interessados no setor. 

Com uma programação intensa, a assembleia contou com visitas técnicas ao Porto de São Francisco do Sul/SCPAR e ao Porto de Itapoá, dois dos principais pontos estratégicos para o comércio exterior no Sul do Brasil. Os participantes puderam acompanhar de perto as operações logísticas e os avanços na infraestrutura portuária, essenciais para o desenvolvimento econômico da região. 

Outro destaque foi a presença de representantes de órgãos reguladores fundamentais para o setor, como a ANVISA, o MAPA e a Receita Federal. Suas participações trouxeram esclarecimentos sobre regulamentações e desafios enfrentados pelas empresas de comércio exterior, contribuindo para um debate produtivo e alinhado com as demandas do mercado. 

O evento também proporcionou momentos de networking e integração entre os participantes, fortalecendo a conexão entre empresários, representantes institucionais e especialistas da área. O almoço de confraternização consolidou essa interação, reforçando a importância da colaboração para o crescimento do setor. 

O encontro foi realizada com o apoio da ACISFS – Associação Empresarial de São Francisco do Sul, por meio do Núcleo de ComExLog, da FACISC – Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina, através do Programa Empreender, SEBRAE, Porto de São Francisco do Sul/SCPAR e Porto de Itapoá. A 4ª AGO CONCENI se consolidou como um marco, promovendo conhecimento, conexões estratégicas e avanços nas discussões sobre o setor. 

O CONCENI 

O Conselho Estadual dos Núcleos de Comércio Exterior e Negócios Internacionais (CONCENI) foi criado pela Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC) com o objetivo de unir os esforços dos 14 Núcleos de Comércio Exterior da entidade, que conectam mais de 320 empresas. Sua formação contou com a participação de empresários, representantes do governo estadual e do setor portuário, buscando atender às demandas do comércio exterior em Santa Catarina.  

O CONCENI reforça a vocação exportadora do estado, especialmente para pequenas e microempresas, integrando infraestrutura logística, portos e setor público. Além disso, faz parte do Programa Empreender, que visa aumentar a competitividade empresarial por meio de estratégias nos Núcleos Empresariais, aproveitando a posição privilegiada de Santa Catarina no cenário internacional, com importantes portos e infraestrutura aeroportuária. 

Entre os objetivos do CONCENI estão a promoção e facilitação de negócios internacionais; trazer à tona discussões sobre problemas e desafios, além da cocriação de políticas públicas para o setor.  

A próxima assembleia do CONCENI está marcado para o dia 16 de abril.  

 

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Urbano Alimentos comemora 65 anos

Empresa incorpora princípios de ESG e atua alinhada com ODS; iniciativas incluem matriz energética 100% renovável e investimento de R$ 1 milhão em projetos sociais em 2024

 A companhia Urbano Alimentos está completando 65 anos de atividade. Os primeiros passos para a criação da empresa de Jaraguá do Sul se deram a partir da instalação de uma roda d’água e a atafona para moer milho e fazer fubá em 1952. A formalização ocorreu em 1960, com a criação da Urbano Cerealista, pela família Franzner.

Hoje, a empresa emprega mais de 1,8 mil colaboradores e tem atuação focada na produção de arroz, farinha de arroz, feijão, cereais e macarrão. Detém as marcas Urbano, Koblenz, Vila Nova, Grão de Campo, Serrazul, Arroz Belchior, Broto Legal e Sabor Máximo. Também expandiu o escopo de atuação e conta com participações das empresas Selgron, fabricante de equipamentos para o agronegócio, Urbano Têxtil, localizada em Nova Trento (SC), que atua no beneficiamento de malhas e comercialização de malha em rolo e na PCH Capivari (Pequena Central Hidrelétrica), localizada em São Martinho, no Sul de Santa Catarina.

Urbano Alimentos
Empresa tem capacidade de produzir mais de 60 mil toneladas de alimentos por mês e armazenar mais de 450 mil toneladas. (Foto: Divulgação)

ESG – De olho no futuro, a empresa adotou a integração dos princípios ESG (Ambientais, Sociais e de Governança) à sua estratégia corporativa. Atualmente, evita a emissão de 300 mil toneladas de CO² na atmosfera por ano e opera com 100% de energia renovável. Uma das ações de aproveitamento de resíduos da Urbano é a queima da casca do arroz para geração de energia calorífica, que é convertida para energia elétrica utilizada em fábricas. As Pequenas Centrais Termoelétricas (PCT) produzem mais 48 mil MWh/ano, suficiente para atender 28 mil residências de quatro pessoas.

Além disso, a Urbano Alimentos alinhou suas operações aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os principais focos estão atrelados aos ODSs 2, 8 e 12, que buscam erradicar a fome e incentivar a agricultura sustentável. Em 2024, a Urbano investiu mais de R$ 1 milhão em projetos sociais e doou mais de 150 toneladas de alimentos. Uma das ações de destaque foi a doação de 24 toneladas de arroz para a Ucrânia, em 2023.

A empresa tem capacidade de produzir mais de 60 mil toneladas de alimentos por mês e armazenar mais de 450 mil toneladas de arroz em casca e de feijão. Atualmente, além de Santa Catarina, a Urbano Alimentos conta com operações em São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Bahia, Ceará, Goiás e Pernambuco. São 19 unidades instaladas e mais de 150 mil m² de área construída.

Com informações da assessoria de imprensa da Urbano Alimentos.
FONTE:  FIESC
Urbano Alimentos comemora 65 anos | FIESC

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SC participa de projetos nacionais para descarbonização do setor automotivo

Projetos estruturantes mobilizam R$ 166,2 milhões e envolvem institutos do SENAI, indústrias e outros órgãos de pesquisa; entre as iniciativas está a implementação do ciclo completo de produção nacional de ímãs permanentes de terras raras

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e a Fundação de Apoio da Universidade Federal de Minas Gerais (Fundep) divulgaram, na quinta-feira (13), os três projetos aprovados na chamada de Projetos Estruturantes do Programa Mover. Serão destinados R$ 166,2 milhões – sendo R$ 114,2 milhões do SENAI e da Fundep e R$ 52 milhões de contrapartida das empresas envolvidas.

As iniciativas preveem o desenvolvimento de tecnologias disruptivas para descarbonização no setor automotivo brasileiro, por meio de três alianças, que envolvem 13 instituições de pesquisa e desenvolvimento e 24 indústrias do setor, incluindo startups.
As chamadas de Projetos Estruturantes se diferenciam pela complexidade e impacto das soluções propostas, que devem ser executadas em até 36 meses por pelo menos cinco empresas, junto a uma instituição de ciência e tecnologia (ICT), além dos Institutos SENAI de Inovação.

O SENAI entende que, ao direcionar os recursos para uma aliança de empresas com ICT, o Programa Mover impulsiona a cadeia como um todo e não uma única companhia.

Imãs
Brasil detém a terceira maior jazida de terras raras do planeta (foto: Freepik)

Terras Raras

Entre os projetos aprovados está o MagBras, cujos proponentes são de Santa Catarina: o Instituto SENAI de Inovação em Processamento a Laser (Joinville) e a indústria Weg (Jaraguá do Sul). A iniciativa prevê a implementação do ciclo completo de produção nacional de ímãs permanentes de terras raras, desde a extração e processamento do minério até a produção final e a reciclagem de ímãs em fim de vida útil, bem como o reaproveitamento dos cavacos resultantes da usinagem dos imãs.

Os ímãs de terras raras são componentes utilizados para eletrificação, com ênfase em motores de carros totalmente elétricos (BEVs – Battery Electric Vehicles). Por causa dessa finalidade estratégica, os 17 elementos químicos que compõem o grupo chamado terras raras, podem enfrentar problemas de suprimento mundial. O fato positivo para o Brasil é que o país detém a terceira maior jazida de terras raras do planeta.

Campo_eletromagnetico
Elementos são utilizados em sistemas eletromagnéticos (foto Freepik)

Também integram a aliança da MagBras os Institutos SENAI em Sistemas de Manufatura (SC), Processamento Mineral (MG) e em Manufatura Avançada (SP), além do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (SP), Centro de Tecnologia Mineral (RJ) e Universidade Federal de Santa Catarina (SC). Formam a aliança industrial as seguintes empresas: Stellantis, Iveco, Vale, Mosaic, Nanum, Eion, Tupy, Taboca, Resouro, Aclara, Strokmatic, Viridion, St. George, ZEN, Bemisa, Appia Rare Earth, GreyLogix, Borborema Mineração, Steinert, Walbert Ferramentaria, Meteoric, Arcelormittal, Mineração BBX  e a também catarinense Schulz Compressores. As startups são Integra Laser, (Joinville) Moderna 3D (Joinville), Lean 4.0 (Brasília). Cumpre destacar que 12 empresas da aliança são mineradoras, o que garante o abastecimento da matéria prima essencial para o processo de fabricação de ímãs permanentes de terras raras.

Para sua consecução, o projeto contará com a infraestrutura do CIT-SENAI -ITR (Ímãs de Terras Raras) localizada em Lagoa Santa (MG), primeiro laboratório-fábrica de ligas e ímãs de terras raras no hemisfério sul. Além de executar e validar o teste laboratorial para escala industrial da fabricação de ímãs permanentes de um lote piloto, por meio de processos de sinterização e/ou manufatura aditiva, o projeto prevê estabelecer parcerias com a indústria para garantir a transferência de tecnologia e o desenvolvimento de capacidades produtivas no país.

Mobilidade elétrica
Projeto permitirá testes de validação e desempenho de carregadores veiculares elétricos (foto: CNI)

Plataforma física e digital para carregadores veiculares

Outro projeto aprovado é o de desenvolvimento de uma plataforma física e digital para interoperabilidade de carregamento de veículos elétricos. O sistema vai possibilitar testes de validação e desempenho de carregadores veiculares, veículos elétricos e soluções de energia, melhorando, assim, a infraestrutura de recarga nacional.

A plataforma física inclui uma subestação de energia dedicada, um sistema de armazenamento de energia por baterias (BESS), carport com painéis fotovoltaicos para geração de energia renovável e vagas de estacionamento para instalação dos carregadores.
Já a plataforma digital, que será integrada aos multimedidores da plataforma física, vai armazenar os dados, permitindo o monitoramento das informações em tempo real e o treinamento de matrizes de inteligência artificial (IA) para preditividade de condições como geração solar, agendamento de recarga, distribuição das cargas em função da geração, armazenamento em função da demanda, impacto de efeitos climáticos, dentre outras.

Os dados vão possibilitar ainda entender como cada modelo de veículo se comporta em função da potência, tipo de carregador e protocolo de comunicação escolhido – informação valiosa para montadoras e fabricantes de carregadores.
Os Institutos SENAI de Inovação participantes são os Sistemas Embarcados (de Florianópolis), Eletroquímica (proponente) e em Tecnologia da Informação, estes dois, do PR, além do Instituto de Pesquisas Eldorado (SP). A empresa proponente é a Stellantis e a aliança conta ainda com a participação da Volvo, Nissan, Renault, Mercedes e Caio e das startups Move, Renevive e Brain Robot

Combustíveis de baixa emissão em novos sistemas de veículos híbridos elétricos e a combustão

O terceiro projeto aprovado na chamada prevê, através da criação de um centro multiusuário de mobilidade de baixo carbono, a avaliação e otimização do comportamento de sistemas a combustão e híbridos elétricos a partir da análise do ciclo de vida e desenvolvimento de combustíveis de baixa emissão com a seguinte composição (puro ou misturado): gasolina, etanol, biodiesel, óleo vegetal hidrotratado (HVO), diesel S10 ou R, bioetanol, biometano e nanopartículas.

Para isso, serão utilizados dados e padrões identificados em testes de laboratório e em condições de condução real (RDE), com técnicas de machine learning.  O proponente é o Instituto SENAI de Inovação em Logística (BA) e participam ainda a Universidade Federal do Recôncavo Baiano (BA), Universidade Caxias do Sul (RS). A empresa proponente é a Great Wall Motors, numa aliança que envolve também Petrobras (Cenpes), Marcopolo, Volkswagen, General Motors e Stellantis. As startups são a Elev Soluções em Energia, Soluções em Conectividade das Coisas Industria.

Rede SENAI de Inovação e de Tecnologia

Com uma rede composta por 28 institutos de inovação – três em SC – e mais de 60 institutos de tecnologia – sete em SC –, o SENAI apoia a atualização tecnológica e o desenvolvimento de produtos e processos para a indústria brasileira. A rede oferece serviços pesquisa aplicada e inovação, consultoria e metrologia, promovendo também parcerias com universidades, centros de pesquisa e investidores. 

FONTE: FIESC
SC participa de projetos nacionais para descarbonização do setor automotivo | FIESC

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Porto de Itajaí tem aumento de 26% em movimentação de cargas em janeiro

Em janeiro de 2025, foram movimentadas 1,27 milhão de toneladas. Já em janeiro de 2024, o número havia sido pouco maior que um milhão de toneladas no Porto de Itajaí

O Porto de Itajaí registrou aumento em todos os índices de movimentação de cargas em janeiro de 2025, segundo a APS (Autoridade Portuária de Santos), gestora da infraestrutura pública do porto. No total, somando área pública e terminais de uso privado, o aumento foi de 26%, em comparação ao mesmo período de 2024.

Em janeiro de 2025, foram movimentadas 1,27 milhão de toneladas. Já em janeiro de 2024, o número foi de pouco mais de um milhão de toneladas. No cais público, a movimentação foi de 47,9 mil toneladas, aumento de 28% em relação a 2024, quando a movimentação foi de 37,4 mil toneladas.

“O crescimento em janeiro é resultado do bom entendimento entre a comunidade portuária de Itajaí e Navegantes, suas administrações municipais e a gestão pública técnica da APS-Itajaí”, destacou o presidente da APS, Anderson Pomini.

“Nós abrimos a gestão à participação local, inclusive aproveitando os empregados que já estavam na casa, e isso vem permitindo grandes avanços na retomada da grandeza do Porto”, afirmou Pomini.

No cais público do Porto de Itajaí, o destaque foi a atracação de navios de cruzeiros. De 17 atracações em janeiro, 13 foram de navios de passageiros, duas de carga geral, uma de contêineres e uma de ro-ro (carga de veículos).

Presença de navios de passageiros também foi destaque nos números do porto em janeiro. – Foto: Marcos Porto/ Prefeitura de ItajaíPresença de navios de passageiros também foi destaque nos números do porto em janeiro. – Foto: Marcos Porto/ Prefeitura de Itajaí

Porto de Itajaí em janeiro

O Porto de Itajaí tem maior movimentação de exportação que de importação. Somando área arrendada com área de uso comum, são 185,4 mil toneladas de carga exportadas contra 174,5 mil desembarcadas.

Dos 1,27 milhão de toneladas movimentadas em janeiro no complexo portuário, 54% foram do fluxo de desembarque (690,7 mil) e 46% de desembarque (581,6 mil).

O aumento em relação a 2024 nos dois fluxos foi de cerca de 26%. Na movimentação de contêineres, o aumento foi de 21%, com 117,8 mil TEU este ano ante 97 mil no primeiro mês do ano passado.

O Porto de Itajaí teve movimento de 359,9 mil toneladas e os terminais de uso privado 912,4 mil toneladas. O total de atracações em janeiro no complexo portuário foi de 102, aumento de 28% em relação a 2024, quando foram 80 atracações. Metade daquele número (51 atracações) foi de navios de longo curso.

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Em Brasília, Jorginho Mello fortalece relações internacionais com Bahrein, Kuwait, Marrocos e Cazaquistão

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, participou de um almoço na embaixada do Bahrein, em Brasília, juntamente com os embaixadores do Marrocos Nabil Adghoghi, e do Kuwait, Talal Rached Abdulaziz.

O convite foi feito pelo embaixador do Bahrein, Bader Alhelaibi, durante um encontro para discutir o interesse dos países nos setores de Indústria, TI, startups e Turismo. Participaram do encontro as secretárias de Articulação Nacional, Vânia Franco, do Gabinete do Governador, Danieli Porporatti, e o secretário da Comunicação, Bruno Oliveira.

“Estamos muito satisfeitos com o convite e as oportunidades de parceria que surgem com esses países. Santa Catarina tem muito a contribuir nesses setores e estamos abertos para receber essas delegações em nosso estado em breve”, afirmou Jorginho Mello.

Embaixador do Bahrein (E) e embaixador do Kuwait – Foto: Divulgação / SAN

Após o encontro no Bahrein, o governador teve um encontro na embaixada de Marrocos com o embaixador Nabil Adghoghi.

Santa Catarina já tem se destacado na Balança Comercial com o Bahrein, Kuwait e Marrocos. Entre 2023 e 2024, foram mais de 86 milhões de dólares (US$ 86.012.064) em exportações e mais de 96 milhões (US$ 96.332.532) em importações.

Cazaquistão

No âmbito das tratativas internacionais, o governador recebeu a comitiva do Cazaquistão, liderada pelo embaixador Bolat Nussupov. O encontro foi na sede da Secretaria de Articulação Nacional, em Brasília, ocasião em que o embaixador convidou o governador para participar do Fórum Internacional do Turismo, em Astana.

“Estamos empenhados em fortalecer as relações comerciais e turísticas com países estratégicos como o Cazaquistão. Vamos avaliar a participação no Fórum e explorar novas oportunidades de cooperação”, ressaltou o governador Jorginho Mello.

FONTE: SECOM
Em Brasília, Jorginho Mello fortalece relações internacionais com Bahrein, Kuwait, Marrocos e Cazaquistão – Agência de Notícias SECOM

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ESG traz oportunidades e desafios, avalia especialista em investimentos sociais

A importância crescente dos critérios de ESG (Environmental, Social, and Governance) para as empresas que buscam posicionamento no mercado global, ou mesmo para sustentarem seus negócios no ambiente regional, impõe desafios para que se mantenham competitivas.

O especialista em investimentos sociais Kurt Morriesen, que há mais de 25 anos atua junto a organismos internacionais que estudam o avanço das práticas ESG, em bancos de desenvolvimento como o BID e Banco Mundial, além de conselheiro consultivo no Fórum Econômico Mundial e o G20, falou sobre o assunto no Encontro Empresarial da Acijs, em Jaraguá do Sul, na segunda-feira, dia 10.

Ele explicou que ESG não é mais uma tendência passageira, mas um fator de competitividade essencial para empresas, com demandas regulatórias crescentes que a partir de 2026 devem começar a impactar seriamente a economia mundial. Ministro da Economia de Portugal participa de encontro na FIESC.

Morriesen destacou a importância crescente dos critérios ESG para empresas e investidores, mencionando investimentos em práticas sustentáveis que ultrapassaram US$ 30 trilhões em 2022, com uma projeção de US$ 40 trilhões até 2030.

“Isto significa que quase um terço dos ativos globais estarão alinhados a práticas e certificações de ESG. Há vários elementos que contribuem para o aumento do mercado de ESG, desde os benefícios econômicos e financeiros para as empresas, o aumento de competitividade e nos indicadores de produtividade. Empresas alinhadas a boas práticas de ESG têm maior facilidade em captação de investimentos de longo prazo e novas relações comerciais com clientes estrangeiros”, disse.

Na opinião de Morriesen, Santa Catarina pode ser favorecida neste ambiente de disputa por mercados exigentes quanto às práticas de ESG, mas salienta que é preciso que as organizações estejam atentas. Conforme ele, hoje existem mais de 2,400 regulações de ESG e mais de 250 certificações sobre o assunto ao redor do mundo. Algumas delas com efeito direto sobre economias e investimentos que envolvem negócios de empresas catarinenses, como regulações da Comunidade Econômica Europeia. Segundo a Fiesc, somente em relação ao mercado europeu, mais de 700 empresas do estado devem ser impactadas já a partir do próximo ano.

“Santa Catarina é referência em ESG, mas precisa evidenciar este potencial. É o único estado que consegue competir mano a mano com São Paulo quando se pensa em três elementos cruciais em ESG: os Indicadores de Desenvolvimento Humano, competitividade industrial privada e o cuidado com o meio ambiente”, afirma.

Mas ele diz que o setor empresarial precisa potencializar esses ativos, que passam por questões como a sustentabilidade ambiental ou ações sociais pontuais como o voluntariado. “ESG trata de gestão de riscos e aumento da competitividade. É um mercado meritocrático e em evolução, que privilegia a sustentabilidade do negócio, em que as práticas antigas não funcionam mais para o conceito de ESG atualmente”.

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FIESC prevê alta de 3,86% para setor de borracha e plásticos em SC

Selic em alta deve restringir avanço; nível de renda das famílias e ciclo da construção civil minimizam impacto da alta dos juros

O segmento de borracha e plásticos deve crescer acima da média prevista para a indústria no estado em 2025. Estimativas da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) apontam que o ramo deve apresentar incremento de 3,86% neste ano, contra 1,73% da indústria catarinense. O desempenho deve ficar bem abaixo dos 6,5% de alta registrados pelo setor em 2024.

“O crescimento será restringido pela taxa Selic, que segundo projeções deve chegar a 15% em meados de 2025. Esse cenário impacta setores que são grandes consumidores de embalagens industriais, como eletrodomésticos e vestuário, bem como a construção civil”, explica o economista-chefe da entidade, Pablo Bittencourt.

O impacto negativo do aumento de juros deve ser arrefecido pelo crescimento de 3% na renda das famílias – favorecendo o consumo de descartáveis e embalagens plásticas domésticas, na avaliação do economista, que são fortes no estado. Vale lembrar, no entanto, que essa alta no rendimento será inferior à registrada em 2024, que foi de 7%.

Também ajuda a mitigar o ambiente econômico desfavorável, o ciclo da construção civil residencial, de 18 a 24 meses. O setor continuará comprando insumos como tubos e conexões, e produtos embalados para finalizar as obras já iniciadas, a despeito de uma expectativa de atividade econômica menor também para a construção.

FONTE: FIESC
FIESC prevê alta de 3,86% para setor de borracha e plásticos em SC | FIESC

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Okean Yachts estreia iate de luxo com piscina no Miami Boat Show

O iate Okean 57, fabricado em Itajaí, leva inovação para o maior evento náutico do mundo

A Okean Yachts, fabricante brasileira de iates de luxo com sede em Itajaí, fará a estreia internacional no Miami International Boat Show, que começa nesta quarta-feira e segue até 16 de fevereiro, com o lançamento do Okean 57.

A grande novidade? Uma piscina na proa, com água do mar,  e que oferece espaço para até oito pessoas, elevando a experiência de navegação a outro nível. O modelo projetado pelo arquiteto italiano Paolo Ferragni, combina design inovador e funcionalidade, com amplos espaços e tecnologia de ponta. A piscina com piso antiderrapante e apoio nas laterais é a estrela, e oferece conforto para passeios curtos ou longas travessias.

O Okean 52 também estará exposto, com seu design elegante e recursos como a plataforma submergível e deques laterais que ampliam o espaço social.

O Miami International Boat Show atraiu mais de 100 mil visitantes em 2024 e é uma das maiores feiras náuticas do mundo.

FONTE: Diarinho
Okean Yachts estreia iate de luxo com piscina no Miami Boat Show | DIARINHO

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