Comércio Exterior

Balança comercial registra superávit de US$ 2,27 bilhões na primeira semana de julho

O superávit da balança comercial brasileira atingiu US$ 2,273 bilhões (cerca de R$ 11,87 bilhões) na primeira semana de julho, impulsionado pelo forte desempenho das exportações brasileiras, que cresceram 40,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (6) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). No período, o país exportou US$ 5,891 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 3,618 bilhões.

Indústria extrativa lidera crescimento das exportações

O avanço das exportações foi puxado principalmente pela indústria extrativa, que registrou crescimento de 81,7% na comparação anual e movimentou US$ 1,761 bilhão. A indústria de transformação também apresentou desempenho expressivo, com embarques de US$ 3,167 bilhões, alta de 39,4%. Já a agropecuária exportou US$ 947 milhões, crescimento mais moderado de 1,5%.

As importações brasileiras cresceram 10,4% frente ao mesmo período de julho de 2025. Entre os setores, a agropecuária registrou retração de 15%, totalizando US$ 75 milhões. Em contrapartida, a indústria extrativa ampliou as compras externas em 86,6%, alcançando US$ 245 milhões. A indústria de transformação respondeu pela maior parcela das importações, com US$ 3,288 bilhões, resultado 7,4% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano anterior.

No acumulado de janeiro até a primeira semana de julho, o superávit da balança comercial chegou a US$ 44,630 bilhões, representando crescimento de 39,2% em relação ao mesmo período de 2025, quando o saldo positivo era de US$ 37,184 bilhões. O resultado reforça o desempenho positivo do comércio exterior brasileiro ao longo do ano, sustentado principalmente pelo aumento das exportações.

A expectativa do MDIC é que o superávit comercial alcance US$ 90 bilhões até o fim de 2026. Para isso, o governo estima que as exportações brasileiras totalizem US$ 394,4 bilhões no ano, enquanto as importações devem chegar a US$ 304,4 bilhões.

Fonte: Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC).

Texto: Redação

Imagem: JBS Terminais / Porto de Itajaí / Foto Tanajura

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Comércio Exterior

Comércio exterior do Brasil cresce 4,8% em agosto e saldo comercial chega a US$ 3 bilhões

Superávit é puxado por alta nas exportações da agropecuária e da indústria extrativa

A balança comercial brasileira encerrou a terceira semana de agosto de 2025 com superávit de US$ 1,09 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 6,6 bilhões e importações de US$ 5,5 bilhões. A corrente de comércio na semana somou US$ 12,2 bilhões.

No acumulado do mês, as exportações chegaram a US$ 15,4 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 12,4 bilhões. Com isso, o Brasil registrou saldo positivo de US$ 3 bilhões e movimentação total de US$ 27,8 bilhões.

Desempenho no acumulado do ano

De janeiro até agosto de 2025, as exportações totalizam US$ 213,4 bilhões e as importações US$ 173,4 bilhões. O superávit acumulado no período é de US$ 40 bilhões, com corrente de comércio de US$ 386,8 bilhões.

Crescimento frente a agosto de 2024

Comparando as médias diárias até a terceira semana de agosto de 2025 com igual período de 2024, as exportações subiram 7,2%, passando de US$ 1,3 bilhão para US$ 1,4 bilhão. Já as importações avançaram 2%, de US$ 1,1 bilhão para US$ 1,12 bilhão.

Com isso, a média diária da corrente de comércio alcançou US$ 2,5 bilhões, enquanto o saldo diário ficou em US$ 277,09 milhões, o que representa alta de 4,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Exportações por setor

O desempenho setorial das exportações até a terceira semana de agosto de 2025, em comparação com agosto de 2024, mostra crescimento expressivo:

  • Agropecuária: aumento de US$ 41,66 milhões por dia (+14,9%);
  • Indústria Extrativa: alta de US$ 35,72 milhões por dia (+12,0%);
  • Indústria de Transformação: crescimento de US$ 12,78 milhões por dia (+1,8%).
Importações por setor

Do lado das importações, a indústria extrativa registrou a maior expansão, com alta diária de US$ 14,84 milhões (+23,5%). A indústria de transformação também avançou, com acréscimo diário de US$ 8,1 milhões (+0,8%).

Já a agropecuária foi o único setor em queda, com recuo de US$ 0,37 milhão por dia (-1,9%).

Fonte: Portal do Agronegócio

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