Portos

Portos do Paraná promove dragagem de manutenção do Canal de Antonina

A draga Galileo Galilei está em plena campanha de dragagem para manter o Canal de Antonina com 9,5 metros de profundidade e garantir o tráfego normal e seguro até o Porto Ponta do Félix. A operação envolve diversos ciclos entre o trecho dragado e a área em alto-mar destinada ao despejo dos sedimentos retirados da via navegável.

A programação faz parte do contrato de manutenção mantido pela Portos do Paraná e respeita a janela ambiental, que ocorre entre dezembro e março de cada ano.

“Estamos fazendo a campanha de dragagem de manutenção das áreas deltaicas, executada pelo Consórcio Itiberê, composto pelas empresas Van Oord e Jan de Nul. A programação está prevista para terminar no dia 10 de outubro. Tudo ocorre 24 horas por dia”, explica o coordenador de Batimetria e Dragagem, Lucas Gonçalves.

De acordo com ele, ainda nesse período será realizado o nivelamento de fundo, etapa que auxilia na finalização da dragagem. “Depois será feita a batimetria de pós-dragagem, para confirmar se as profundidades foram atingidas e calcular o volume dragado”, destaca o coordenador.

A draga Galileo Galilei tem capacidade de cisterna para 18 mil metros cúbicos. “É considerada um equipamento de grande porte e já executou diversos serviços aqui no porto em campanhas passadas. As empresas têm conhecimento da área e os serviços anteriores foram muito efetivos”, ressalta Gonçalves.

O Canal de Antonina tem aproximadamente 14 quilômetros de extensão, ligando o terminal da Fospar, no Porto de Paranaguá, ao Porto Ponta do Félix. “Vamos manter a profundidade de 9,5 metros”, reforça Gonçalves.

O atual contrato de dragagem de manutenção segue vigente até setembro de 2026.

FONTE: Portos do Paraná
IMAGEM:  Claudio Neves/Gcom Portos do Paraná

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Portos

Portos do Paraná registram maior movimentação de agosto da série histórica

Exportações de milho crescem 1.043% e impulsionam resultado positivo

A movimentação de cargas nos portos paranaenses atingiu, em agosto de 2025, o maior volume já registrado para o mês, de acordo com a média histórica. Conforme relatório mensal da Diretoria de Operações, foram movimentadas 7.077.439 toneladas de produtos exportados e importados, número 3% superior ao de agosto de 2024.

No acumulado entre janeiro e agosto, o resultado é ainda mais expressivo: 48.648.592 toneladas, um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior que atingiu 46.367.569 toneladas.

“Esse crescimento no envio e recebimento de cargas ocorre graças aos investimentos que estamos fazendo na infraestrutura, à gestão e ao planejamento de trabalho iniciados em 2019”, ressalta Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná.

Segundo as estatísticas da empresa pública, o volume médio de cargas nos portos de Paranaguá e Antonina deve permanecer próximo das 6 milhões toneladas até dezembro, o que abre espaço para que a movimentação anual supere o recorde anterior. A expectativa é atingir a marca de 70 milhões de toneladas em dezembro de 2025.

Destaques de agosto

O milho foi o principal produto do mês, com 833.052 toneladas embarcadas — alta de 1.043% em relação a agosto de 2024 (72,9 mil toneladas). No acumulado do ano, o crescimento foi de 261%, passando de 581,7 mil toneladas em 2024 para 2,09 milhões em 2025. O milho representou 12% da movimentação de agosto e 13% do total anual.

A safra recorde brasileira e o surgimento de novos compradores internacionais favoreceram esse aumento significativo nas exportações.

As cargas conteinerizadas apresentaram alta de 11%, passando de 787,8 mil toneladas (ago/24) para 875,6 mil toneladas (ago/25).

Outros produtos também registraram alta nas exportações em agosto, como óleo vegetal, com aumento de 19% na comparação com o mesmo mês de 2024. No acumulado, a alta foi de 50%.

O envio de derivados de petróleo aumentou 74% em relação ao ano anterior, e a celulose cresceu 58% em agosto, acumulando 24% a mais no período anual.

Já o açúcar ensacado apresentou elevação de 7%. As vendas externas, que estavam estagnadas em razão da baixa produção de cana-de-açúcar causada por intempéries climáticas, começam a se reposicionar no mercado.

Importações

O volume total de produtos importados se manteve estável em agosto frente a 2024, mas apresentou alta de 5% no acumulado do ano.

“O desempenho demonstra equilíbrio entre exportações e importações. Esse avanço está diretamente ligado à infraestrutura portuária, como o aumento de calado, que permite maior carregamento nos navios”, explica Gabriel Vieira, diretor de Operações Portuárias.

O desembarque de componentes para a produção de solventes e derivados de petróleo teve bom desempenho em agosto, com altas de 34% e 16%, respectivamente.

A cevada soma, no acumulado de 2025, um crescimento de 87%. A forte demanda está associada às indústrias cervejeiras e a uma grande maltaria instalada na região dos Campos Gerais.

Situação semelhante ocorreu com os fertilizantes, que registraram recuo em agosto, mas acumularam alta de 10% no ano, representando 16% de todas as importações.

Balança cambial

Apesar das oscilações do dólar, a balança cambial se manteve estável em relação ao mesmo período de 2024 devido a grande safra brasileira e a demanda internacional. Em alguns momentos, a leve valorização do Real frente ao Dólar, acabou amenizando a diferença entre o preço pago pelo produto e a expectativa dos produtores

Fonte: Portos do Paraná

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Portos

Moegão da Portos do Paraná alcança 67% de conclusão

A maior obra pública portuária do Brasil, o Moegão, atingiu 67% de execução geral nesta semana. Somente a parte civil, por exemplo, já chegou a 76,8% dos trabalhos concluídos. Na parte mecânica, foram 71,7% de avanço e na parte elétrica, 35,6% já foi realizado. O terminal terá capacidade para descarregar 180 vagões a cada cinco horas e vai conectar 11 estruturas portuárias, além de reduzir os cruzamentos de linhas férreas na cidade de Paranaguá.

O novo complexo é formado por moegas ferroviárias, sistema de transporte vertical (elevadores de canecas), sistema de transporte horizontal (correias transportadoras), sistema de transferência de produto (torres de transferência), sistema de alimentação dos terminais (torres de alimentação), balanças (ferroviárias e integradoras), utilidades, prédio administrativo e prédio de manutenção. Nas próximas semanas, a ideia é finalizar a parte pré-moldada das Torres 5 e 9, concluir a fundação dos prédios administrativos e avançar na montagem da parte mecânica e elétrica.

Atualmente o Moegão avança com a instalação das estruturas que farão todo o complexo funcionar, como as galerias aéreas. No interior de cada um estão sendo instaladas três esteiras transportadoras, cada uma com capacidade para levar até 2.000 toneladas por hora de grãos vegetais. 

O Governo do Estado do Paraná, por meio da Portos do Paraná, está aplicando mais de R$ 650 milhões, a partir de recursos próprios e de financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Atualmente, em média, 550 vagões podem ser descarregados diariamente no Corex. Com o Moegão, o descarregamento será padronizado em um único espaço, que terá condições de recepcionar até 900 vagões por dia.

Como não haverá mais a entrada de vagões dentro dos terminais, as manobras, que hoje são necessárias para o descarregamento, deixarão de existir, reduzindo sensivelmente as interrupções no trânsito da cidade. O número de cruzamentos com interrupções cairá de 16 para cinco. Cada terminal é responsável por fazer a interligação até o receptivo do Moegão. A previsão da entrega é dezembro de 2025, com operação prevista para o início de 2026.

“O Moegão é uma estrutura que impressiona pelo tamanho e pela complexidade de engenharia. A obra segue o cronograma, não temos qualquer atraso, e a perspectiva é de entregar o complexo no final deste ano”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

O Moegão poderá receber 24 milhões de toneladas de grãos e farelos por ano para atender os terminais do Corredor de Exportação Leste (Corex). Essa quantidade é maior que a média anual de exportação do Corex, pois já prevê a ampliação do modal ferroviário em direção ao litoral paranaense por meio da nova Ferroeste e dos investimentos na Malha Sul.

“Essas mudanças vão acontecer em breve. O nosso porto já se prepara para as mercadorias das próximas décadas”, explica Garcia. “O Moegão é uma obra que prepara o Porto de Paranaguá para o futuro e ainda promoverá um equilíbrio com o modal rodoviário, que se manterá como uma opção forte de transporte até os portos paranaenses”.

Ao mesmo tempo, o Moegão exercerá um papel crucial para os novos terminais que fazem parte das áreas arrendáveis do Porto de Paranaguá – PARs 14, 15 e 25 –, já leiloados e que aguardam as tramitações legais para a assinatura do contrato e do termo de posse. Parte dos investimentos (R$ 1,1 bilhão) a serem feitos pelos arrendatários terá como destino a construção da primeira fase do Píer em “T”. Mais R$ 1 bilhão será aplicado pelo Governo do Estado.

A unidade, que contará com quatro berços, vai permitir que o Corex triplique a velocidade média de carregamento dos navios — passando de 3 mil para 8 mil toneladas movimentadas por hora.

O gerente da Cotriguaçu, Rodrigo Buffara, representante da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), comentou que a Cotriguaçu já contratou a interligação ao eixo principal do Moegão. “Visamos maximizar o recebimento ferroviário, onde fica, na nossa visão técnica, a grande evolução do corredor de exportação, gerando um aumento de descarga ferroviária. Estamos juntos neste processo para somar”, afirmou.

Fonte: Governo do Estado do Paraná

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Portos

Portos do Paraná divulga atualização de norma que flexibiliza saída de navios graneleiros do cais

A portaria permite reduzir o tempo de espera para desatracação dos navios de exportação para cargas como soja, farelos e açúcar

A Portos do Paraná divulgou a atualização da Norma de Tráfego Marítimo e Permanência, que flexibiliza as manobras para desatracação nos berços onde são movimentadas, preferencialmente, cargas de granéis vegetais sólidos de exportação, como soja em grão, farelo, milho e açúcar. A portaria Nº 144/2025 passou a valer no dia 1º de agosto, após aprovação da praticagem e da Marinha do Brasil, e se aplica aos berços 201, 204, 212, 213 e 214 do Porto de Paranaguá.

“A redução nas restrições de manobras permite que os navios carregados desatraquem de maneira mais rápida o que ampliará a produtividade nas movimentações”, explicou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Após a remoção da ponta da Pedra da Palangana e da revisão da sinalização do canal de acesso, várias simulações de manobras foram realizadas para garantir o máximo de segurança no momento em que as embarcações deixam o cais, sem restrições de maré ou corrente.

Os investimentos em dragagem, realizados pela empresa pública, também permitiram o aumento do calado, que é a distância entre o ponto mais profundo da embarcação (quilha) e a superfície da água, registrado no final do ano passado. A maioria dos berços e dois píeres passou de 12,8 m para 13,1 m.

Com o aumento de 30 centímetros no calado em 2024, a capacidade de carregamento dos navios de granéis sólidos, por exemplo, teve um acréscimo de cerca de duas mil toneladas, tanto para o recebimento quanto para o embarque.

Produtividade em números

De janeiro a julho deste ano, os Corredores Oeste e Leste operaram 226 navios, sendo que o Corredor de Exportação Leste atingiu o recorde operacional em julho, movimentando 2.607.639 toneladas — um crescimento de mais de 1,55% em relação às 2.567.755 toneladas registradas em maio de 2023, até então o melhor mês.

“A expectativa é que, com esta mudança, o fluxo de navios seja maior, permitindo um crescimento nos números”, afirmou o diretor de Operações Portuárias da Portos do Paraná, Gabriel Vieira.

Fonte: Portos do Paraná

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Portos

Portos do Paraná vai participar da preservação do patrimônio histórico da Ilha do Mel

A iniciativa que visa a proteção da Fortaleza, construída no século XVIII e tombada como patrimônio cultural brasileiro, é fruto de uma parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

Símbolo histórico do litoral paranaense, a Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, na Ilha do Mel, no Litoral, está no centro de um estudo inédito que vai mapear possíveis riscos que a estrutura pode sofrer devido aos processos naturais. A pesquisa busca orientar ações de preservação desse importante atrativo turístico e cultural. A interferência humana também é foco da pesquisa que visa encontrar meios para orientar a preservação do atrativo turístico. 

A iniciativa que visa a proteção da Fortaleza, construída no século XVIII e tombada como patrimônio cultural brasileiro, é fruto de uma parceria entre a Portos do Paraná, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

Um convênio entre a Portos do Paraná e a UFPR garantiu o repasse de R$ 1,1 milhão, por parte da empresa pública, para o desenvolvimento do trabalho, iniciado em abril, com duração prevista de 15 meses. Nesse período, estão previstas entrevistas com a comunidade local. Os pesquisadores da UFPR também utilizarão imagens de drones e satélites, além de levantamentos topográficos e batimétricos, estudos geofísicos com coleta de amostras sedimentares para análises laboratoriais, visando principalmente o diagnóstico ambiental da região.

O gerente de Meio Ambiente da Portos do Paraná, Thales Schwanka Trevisan, destaca que o projeto é amplo e não se restringe à estrutura da Fortaleza. A pesquisa também vai avaliar o risco de deslizamentos no Morro da Baleia, onde está localizada a construção histórica. Além disso, prevê ações sociais voltadas à escuta da comunidade, reunindo informações que contribuam para a preservação e valorização do patrimônio. 

“Para a Portos do Paraná, contribuir com esse tipo de estudo na comunidade da Ilha do Mel, onde atuamos com nossos programas socioambientais, representa também o fortalecimento da relação porto-cidade, bem como interinstitucional com o apoio ao Iphan neste projeto. É uma ação proativa, que vai além das obrigações legais da empresa”, afirma.

Estão previstas ainda atividades de educação ambiental e divulgação, como palestras, reuniões técnicas, elaboração de mapas, criação de uma maquete informativa e eventos com participação da comunidade. Todo o material será reunido em um banco de dados, com possibilidade de acesso público.

PATRIMÔNIO E SUSTENTABILIDADE – O professor Marcelo Lamour, do Centro de Estudos do Mar da UFPR e um dos coordenadores da pesquisa, explica que o estudo teve início a partir de uma demanda do Iphan, após os técnicos identificarem fragilidades na muralha da Fortaleza durante obras de manutenção.

Ele ressalta que atualmente a atividade portuária não representa um risco direto à estrutura, já que o antigo canal de navegação foi desativado na década de 1970. Ainda assim, o projeto é considerado fundamental não apenas para a preservação do patrimônio histórico, mas também para ampliar o conhecimento sobre uma região estratégica, com relevância ambiental e turística, que abriga também Unidades de Conservação e é ainda pouco estudada.

“Estamos tentando montar esse quebra-cabeças ambiental com dados inéditos da região da Desembocadura Norte do Complexo Estuarino de Paranaguá. É uma chance única de obter dados ambientais e fomentar soluções baseadas em ciência, em um momento em que emergências ambientais estão se tornando mais frequentes”, diz Lamour.

O projeto reúne professores, técnicos e estudantes bolsistas da UFPR, organizados em equipes temáticas e grupos de apoio. Para o professor, a parceria com a Portos do Paraná é essencial para viabilizar a pesquisa e fortalecer a integração entre a universidade e a gestão pública, na busca por soluções inteligentes e que melhorem os usos na zona costeira. “É uma parceria sensacional. A Portos do Paraná está acreditando na nossa capacidade técnica e na formação de pessoas”, acrescenta.

Desde 2022, a Portos do Paraná e a UFPR desenvolvem projetos voltados às ilhas próximas aos portos de Paranaguá e Antonina, com foco em ações ambientais e sociais.

Fonte: Governo do Estado do Paraná

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Comércio, Logística, Portos

Portos do Paraná superam 28 milhões de toneladas movimentadas nos cinco primeiros meses do ano

Os portos paranaenses registraram a movimentação de 28.195.118 toneladas de cargas entre janeiro e maio deste ano. O volume representa um crescimento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram movimentadas 27.197.565 toneladas. Segundo dados do governo federal, divulgados pelo Comex Stat, o valor FOB – que corresponde ao preço do produto no ponto de embarque – ultrapassou US$ 19 bilhões no período.

“O crescimento está diretamente relacionado à variação cambial do mercado internacional e ao cenário geopolítico, que influencia a demanda pelos produtos escoados pelos portos paranaenses”, explicou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

As exportações continuam impulsionadas pelas commodities agrícolas. A soja em grãos lidera a movimentação com 6.326.901 toneladas, seguida pelo farelo de soja, com 3.036.137 toneladas exportadas. China e Países Baixos foram os principais destinos, representando juntos 15% da participação nacional no setor, o que equivale a US$ 3,4 bilhões em valor FOB.

A boa produtividade da safra 2024/2025 contribuiu para os resultados expressivos no acumulado do ano. Apesar de um leve recuo na demanda entre abril e maio, as exportações de soja e farelo foram retomadas com força em junho. A expectativa agora é o início da exportação de duas a três milhões de toneladas de milho no segundo semestre.

Na importação, os fertilizantes lideram o volume movimentado, com 4.357.233 toneladas descarregadas nos portos paranaenses. O valor da operação chega a US$ 1,4 bilhão, o que representa mais de 25% da movimentação nacional de fertilizantes. As cargas têm como principais destinos os estados do Paraná, São Paulo, Mato Grosso e Goiás.

Confira a seguir um histórico da movimentação de contêineres no Porto de Paranaguá. O gráfico foi elaborado a partir de dados do DataLiner:

Movimentação de Contêneres no Porto de Paranaguá | Jan 2022 – Abr 2025 | TEUs

A perspectiva para o segundo semestre é mais otimista em comparação a 2024. “O último semestre do ano passado foi desafiador em termos de demanda e volume exportado, especialmente no último trimestre. Em 2025, o cenário se mostra mais favorável”, avaliou o diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira.

Segundo Vieira, muitos produtores optaram por adiar a comercialização e exportação entre abril e maio. “Já em junho, observamos uma retomada nas vendas, com tendência de escoamento da supersafra de 2025 ao longo dos próximos meses”, completou.

Fonte: Portos do Paraná

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Gestão, Negócios, Portos

CONSAD aprova novo diretor empresarial da Portos do Paraná

Também foram reconduzidos os membros do Comitê de Auditoria Estatutário da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina

O Conselho de Administração da Portos do Paraná (CONSAD) aprovou, nesta segunda-feira (02), a nomeação do novo diretor de Desenvolvimento Empresarial da empresa pública, o engenheiro civil Felipe Gama, que ocupava a Secretaria-Geral da Presidência. A diretoria vinha sendo comandada interinamente pelo diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, desde a saída do jornalista André Pioli, em 2024.

“Espero integrar e agregar ainda mais à Diretoria de Desenvolvimento Empresarial, dispondo de todo o conhecimento técnico e executivo para endereçar as pautas estratégicas estabelecidas pelo presidente, diretores e conselheiros ao nosso planejamento estratégico”, pontuou Gama.

O presidente do CONSAD, Alex Sandro de Ávila, destacou que a área de Desenvolvimento Empresarial é sensível para a Portos do Paraná e, por isso, contar com uma pessoa de confiança do Conselho e da presidência é fundamental — ainda mais quando se soma a esse perfil o conhecimento técnico. “Neste ponto, o currículo do Felipe fala por si”, declarou Ávila.

Em 2021, Gama tornou-se presidente do Conselho de Autoridade Portuária de Paranaguá e Antonina, indicado pela Secretaria Nacional de Portos. Dois anos e meio depois, foi nomeado secretário-geral da Portos do Paraná, cargo que ocupou por quase dois anos. A direção geral do Porto deve anunciar em breve o nome de quem ocupará a Secretaria-Geral.

Além da aprovação do novo membro da diretoria, o CONSAD também referendou as indicações de três membros do Comitê de Auditoria Estatutário da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina. Micheli de Cássia Hernandez Opini Al Naimi e Francisco Vicente de Souza seguem como presidente e titular do Comitê, respectivamente. O novo vice-presidente será Davi Xavier da Silva Neto, que substitui Rogério Luiz Paganeli.

Sobre o CONSAD

O Conselho de Administração é composto por representantes da União, do Governo do Estado, de trabalhadores portuários e da classe empresarial. Entre suas competências está a orientação geral para os negócios da empresa pública. Na reunião, foram discutidos 12 tópicos previstos em pauta, envolvendo diferentes áreas da administração, além de assuntos gerais.

Fonte: Portos do Paraná

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Comércio Exterior, Logística, Notícias, Portos

TCU aprova edital do PAR25, que será leiloado no dia 30 de abril na B3

A Portos do Paraná publicou, na última sexta-feira (28), o Aviso de Licitação para o leilão de uma área de arrendamento portuário denominada PAR25.

A divulgação ocorreu após o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovar o projeto, que integra os arrendamentos portuários planejados para, além de regularizar a exploração das áreas operacionais, expandir e modernizar a infraestrutura logística do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá.

Com uma área de 43.459 metros quadrados, o PAR25 está localizado no Porto Organizado de Paranaguá. Assim que o processo for concluído, a Portos do Paraná alcançará um feito inédito entre os portos públicos brasileiros: ter 100% de suas áreas de exploração totalmente regularizadas.

“Com o leilão do PAR25, regularizamos todas as áreas, garantindo investimentos em infraestrutura portuária. Também asseguramos segurança jurídica sobre os espaços, oferecendo ao mercado mais eficiência no escoamento da safra em parceria com a iniciativa privada”, destacou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

O projeto será oferecido ao mercado juntamente com os PARs 14 e 15, na sessão pública marcada para o dia 30 de abril, na Bolsa de Valores do Brasil (B3). Ao todo, os investimentos na estrutura portuária paranaense devem alcançar R$ 2,2 bilhões. Os três terminais são destinados à exportação de granéis sólidos vegetais, como soja, milho e farelos.

“A estimativa é que os investimentos dobrem a capacidade de escoamento da safra agrícola pelo porto paranaense”, projetou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. A área do PAR25 prevê um investimento de R$ 233,5 milhões, além de um aporte adicional de R$ 331,6 milhões, totalizando R$ 565,1 milhões.

Na visão do secretário nacional de Portos, Alex Ávila, este leilão no Porto de Paranaguá representa mais um passo para a modernização e ampliação da capacidade de escoamento da safra brasileira. “A política de arrendamentos, com investimentos em portos de todo o país, impulsiona o crescimento da economia e promove o desenvolvimento socioeconômico”, destacou.

Os detalhes sobre o leilão do PAR25 podem ser obtidos no portal da Portos do Paraná.

FONTE: DataMar News
TCU aprova edital do PAR25, que será leiloado no dia 30 de abril na B3 – DatamarNews

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Comércio Exterior, Informação, Notícias, Portos

Navio tanque é apreendido em Paranaguá com documentos falsos e sem bandeira; comandante foi preso

Um navio tanque estrangeiro permaneceu retido por 25 dias em Paranaguá após apresentar documentação irregular à Marinha do Brasil.

Identificada como Agnes, a embarcação foi impedida de deixar o litoral paranaense no dia 2 de março e teve sua apreensão formalizada no dia 6 pela Polícia Federal, que também efetuou a prisão em flagrante do comandante.

Transportando uma carga de óleo de soja, o Agnes foi alvo de fiscalização da Capitania dos Portos do Paraná durante uma inspeção de rotina. Segundo a Marinha, foi nesse momento que se constatou o uso de documentos falsificados e a ausência de registro de bandeira, condição que infringe normas internacionais de navegação e levanta suspeitas sobre a legalidade da operação.

A liberação da embarcação foi confirmada apenas na última quinta-feira (27), quando a Capitania informou que o navio havia cumprido todas as exigências administrativas previstas pelas Normas da Autoridade Marítima. “A embarcação apresentou toda a documentação necessária e encontra-se em condições de sair das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB)”, diz a nota oficial.

Desde a detecção da irregularidade, o caso foi encaminhado à Polícia Federal, que passou a conduzir as diligências. A prisão do comandante ocorreu em flagrante, mas os detalhes sobre o inquérito policial e a situação jurídica atual do tripulante não foram divulgados até o momento.

Durante o período em que permaneceu retido, o Agnes ficou fundeado sob vigilância, sem autorização para zarpar.

Sem registro de bandeira, navio opera à margem das leis internacionais

No transporte marítimo internacional, toda embarcação deve estar registrada sob a bandeira de um país — o que determina o conjunto de leis e normas que ela deve seguir, incluindo regras de segurança, proteção ambiental e direitos trabalhistas. A ausência de bandeira, ou o uso de bandeiras de conveniência sem respaldo legal, pode indicar tentativas de burlar legislações e comprometer a segurança da navegação global.

FONTE: Ilha do Mel FM
Navio tanque é apreendido em Paranaguá com documentos falsos e sem bandeira; comandante foi preso – Ilha do Mel FM

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Comércio Exterior, Informação, Inovação, Investimento, Logística, Portos

Portos do Paraná publica edital de licitação para o arrendamento da área PAR15

A Portos do Paraná avançou, nesta terça-feira (26), com o processo de licitação para o futuro leilão de mais uma área no Porto de Paranaguá.

O espaço denominado PAR15, localizado junto ao Corredor de Exportação, será destinado à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais, com concessão para exploração pelo novo arrendatário por 35 anos.

Atualmente, a área é ocupada pela Cargill. O vencedor do leilão deverá realizar investimentos de aproximadamente R$ 293 milhões no PAR15, além de aportar R$ 311 milhões na implantação da primeira etapa do Píer em T.

O Aviso do Leilão nº 1/2024, dirigido aos interessados, foi publicado nos diários oficiais da União e do Paraná, acompanhado do edital e dos documentos técnicos e jurídicos necessários. A sessão de leilão está prevista para o dia 21 de fevereiro de 2025, na sede da B3 – Brasil Bolsa Balcão, com a abertura das propostas.

“Este é mais um importante leilão para incrementar a capacidade de exportação de soja, milho e farelo pelo Porto de Paranaguá, garantindo segurança jurídica ao futuro arrendatário. A projeção é que essa área aumente sua capacidade de 115 mil toneladas estáticas para mais de 190 mil toneladas, após a implementação dos investimentos previstos”, afirmou Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná.

Garcia destacou ainda que o PAR15, juntamente com outras áreas que passarão pelo mesmo processo, transformará a capacidade de movimentação de cargas no Porto de Paranaguá. “Com a operação da moega ferroviária centralizada, o Moegão, e a nova estrutura aquaviária com o Píer em T, ampliaremos a eficiência da Portos do Paraná, que já é referência no Brasil e no mundo”, complementou.

Os requisitos para participação no leilão estão disponíveis no portal da Portos do Paraná e no site do Ministério de Portos e Aeroportos. O detalhamento sobre a documentação também pode ser conferido presencialmente na sede administrativa da Portos do Paraná, na Avenida Ayrton Senna da Silva, 161, bairro Dom Pedro II, em Paranaguá.

Este é mais um procedimento licitatório realizado pela própria empresa pública, por meio da Comissão de Licitação de Áreas Portuárias (CLAP), desde a obtenção do Convênio de Delegação de Competências, em 2019.

“A delegação de competência nos permite conduzir o processo, e isso é mais um diferencial da Portos do Paraná em relação às outras autoridades portuárias. Seguimos firmes no compromisso de regularizar os contratos e tornar nossas operações ainda mais eficientes e modernas”, concluiu Garcia.

Fonte: Informativo dos Portos

Portos do Paraná publica edital de licitação para o arrendamento da área PAR15

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