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Portos do Paraná bate recorde histórico e ultrapassa 70 milhões de toneladas em 2025

Resultado supera a movimentação de 2024 e antecipa em dez anos a meta prevista em planejamento técnico

A Portos do Paraná alcançou a marca de 70 milhões de toneladas movimentadas entre janeiro e parte de dezembro de 2025, o que representa um recorde histórico para a empresa pública e supera a produtividade de 2024 quinze dias antes do término do ano. Até o momento, o volume é 5% maior do que o registrado no ano anterior.

A expectativa é aumentar ainda mais essa escala de movimentação, com previsão de alcançar entre 72 e 73 milhões de toneladas até o dia 31 de dezembro. Com isso, a Portos do Paraná irá superar o planejamento técnico, que previa uma movimentação de 70 milhões de toneladas somente a partir de 2035.

“Os portos do Paraná alcançaram novamente uma marca histórica e muito antes do previsto. O Porto de Paranaguá é o mais eficiente do Brasil. Estamos trabalhando com novos investimentos para garantir essa expansão contínua nos próximos anos para garantir fluxo internacional para as empresas e indústrias paranaenses”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

O aumento da movimentação de cargas nos portos paranaenses entre os anos de 2018 e 2025 é de 32%. A conquista registrada antes do encerramento do ano é motivo de muita comemoração, de acordo com o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

“Em 2019, quando dissemos que iríamos alcançar as 60 milhões de toneladas, houve dúvida por parte de muitos, que afirmavam que não seria possível. Em cinco anos, superamos a meta e chegamos a 66,7 milhões de toneladas. Agora, ultrapassamos a marca de 70 milhões, provando que, com o uso de inteligência logística, investimentos e muito trabalho de toda a equipe da Portos do Paraná, além da participação ativa da comunidade portuária, quebrar barreiras e antecipar o futuro é possível”, afirmou Garcia.

Quando o assunto é exportação, o Porto de Paranaguá se destaca como um dos mais importantes do mundo no embarque de grãos e farelos. Também é o maior corredor de exportação de carne de frango congelada do planeta, por onde saem mais de 48% de toda a produção nacional, destinada ao mercado externo.

Entre os portos brasileiros, Paranaguá é o maior exportador de carnes (frango, bovino e suíno), sendo responsável por cerca de 40% de toda a exportação nacional. É também o principal canal de embarque de óleo de soja e possui o segundo maior fluxo de carregamento de soja e farelo de soja do país.

A Portos do Paraná também se destaca no recebimento de fertilizantes. Em 2025, mais de 11 milhões de toneladas foram recepcionadas em Paranaguá e Antonina.

Ações que impulsionam o marco histórico

Em setembro deste ano, houve um aumento do calado operacional (distância entre a superfície da água e o ponto mais profundo da embarcação) nos berços de granéis sólidos, que passou de 13,1 metros para 13,3 metros. A ampliação permitiu um crescimento médio de até 1,5 mil toneladas por navio.

Em outubro, foi a vez dos navios porta-contêineres ampliarem a movimentação devido ao aumento do calado operacional, que passou de 12,8 metros para 13,3 metros. “Com o aumento de 50 centímetros, houve um crescimento de aproximadamente 400 TEUs por navio”, destacou o diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira. O TEU é a unidade equivalente a um contêiner de 20 pés, ou cerca de seis metros de comprimento.

Investimentos que elevam a eficiência

A realização do leilão para a concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá vai ampliar ainda mais o potencial logístico portuário do estado. O Consórcio Canal da Galheta Dragagem — formado pelas empresas FTS Participações Societárias S.A., Deme Concessions NV e Deme Dredging NV — foi o vencedor do certame realizado em outubro.

Após assumir definitivamente o contrato, a concessionária terá cinco anos para realizar uma série de melhorias, como a ampliação e o aprofundamento do canal para a obtenção de um calado operacional de 15,5 metros. A empresa também será responsável pela manutenção desse parâmetro até o final do contrato, que terá vigência de 25 anos.

O incremento de mais de dois metros no calado permitirá um salto na capacidade de embarque de mercadorias: um adicional de mil contêineres ou 14 mil toneladas de granéis sólidos vegetais em um único navio.

Moegão, uma obra pensada para o futuro

Para ampliar a produtividade, a Portos do Paraná está construindo o Moegão, a maior obra pública portuária do Brasil, que alcançou 80% de execução em dezembro. Após a conclusão, o Moegão poderá receber 24 milhões de toneladas de grãos e farelos por ano, atendendo aos terminais do Corredor de Exportação Leste (Corex).

O Governo do Estado do Paraná, por meio da Portos do Paraná, está investindo mais de R$ 650 milhões na construção do Moegão, com recursos próprios e financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em termos de investimento, a obra equivale a quase duas pontes de Guaratuba, outro grande projeto executado pelo governo estadual.

Atualmente, em média, 550 vagões podem ser descarregados diariamente nos terminais de exportação. Com o Moegão, esse processo será padronizado em um único ponto de descarga: 180 vagões poderão ser descarregados a cada cinco horas, o que equivale a aproximadamente 900 vagões por dia. Os granéis vegetais seguirão por correias transportadoras até 11 terminais interligados ao sistema e, de lá, para os navios.

Regularização de áreas promove ampliação da infraestrutura

O ano de 2025 também foi marcado pela conclusão da regularização de áreas arrendáveis do Porto de Paranaguá. Ao todo, foram realizados nove leilões na Bolsa de Valores do Brasil, que estão trazendo novos investimentos e mais segurança operacional.

De acordo com os contratos firmados, as arrendatárias têm a obrigação de realizar investimentos tanto nos espaços outorgados quanto nas áreas comuns. Com isso, em poucos anos, a eficiência na movimentação de cargas será ampliada, tornando os portos paranaenses ainda mais competitivos.

A partir dos recursos a serem aportados, será possível modernizar e ampliar a infraestrutura do Porto de Paranaguá. Entre as novidades está a construção de um píer em “T”, com quatro novos berços de atracação equipados com um sistema de esteiras transportadoras de alta velocidade, projetadas especialmente para o novo complexo.

A nova estrutura ampliará a capacidade de carregamento dos navios. Atualmente, em um único berço, é possível embarcar três mil toneladas de soja ou outros grãos e farelos por hora. Com o novo sistema, esse volume passará para oito mil toneladas por hora em cada berço.

“Estamos garantindo que os nossos portos sigam ágeis e menos onerosos para quem exporta ou importa. E, acima de tudo, queremos que a Portos do Paraná siga como uma das principais alavancas que impulsionam a economia do nosso estado e do nosso país”, concluiu Garcia.

FONTE: Portos do Paraná
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

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Natal Solidário da Portos do Paraná retorna com meta ampliada para arrecadação de brinquedos

A Portos do Paraná deu início, nesta quarta-feira (26), à 2ª edição do Natal Solidário, ação que transformou o Palácio Taguaré em um ponto de celebração e solidariedade. Este ano, a meta é arrecadar 2,2 mil brinquedos novos para crianças em situação de vulnerabilidade social em Paranaguá.

Em 2024, a campanha reuniu 1,2 mil brinquedos destinados ao Projeto Very Good e outras organizações. Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, o sucesso motivou a ampliação da iniciativa: “Queremos impactar ainda mais famílias neste ano”.

Quem desejar participar pode entregar os brinquedos já embrulhados, com indicação no pacote se o presente é voltado para menino ou menina.

A magia do Natal ganha vida no Palácio Taguaré

A abertura contou com a presença especial do Papai Noel, interpretado pelo colaborador Samir Amur Mattar Assad. Ele emocionou servidores e visitantes ao destacar o significado de cada gesto solidário: “A magia do Natal acontece quando alguém decide transformar o dia de outra pessoa”.

Nos dias 9, 10 e 11 de dezembro, das 18h às 20h30, Noel volta ao Palácio Taguaré para receber doações, tirar fotos e interagir com as famílias. O espaço estará preparado para acolher a comunidade e celebrar o espírito natalino.

Entidades beneficiadas e prazo para doações

Nesta edição, os brinquedos serão destinados inicialmente ao Grupo Very Good e ao Centro Cultural 5C. Outras entidades estão sendo avaliadas para integrar a lista de beneficiadas.

De acordo com Mônica Denardi, coordenadora de Assistência Médica e Social da Diretoria Administrativa e Financeira, o objetivo é ampliar o alcance da campanha: “Queremos levar um Natal mais feliz ao maior número possível de crianças”. As doações podem ser realizadas até 18 de dezembro.

Como participar do Natal Solidário da Portos do Paraná


Arrecadação de brinquedos
 Data: até 18 de dezembro
 Horário: 8h30 às 18h
 Locais: Palácio Taguaré e Palácio Dom Pedro


Encontro com o Papai Noel
 Datas: 9, 10 e 11 de dezembro
 Horário: 18h às 20h30
 Acesso: gratuito
 Locais de entrega: Palácio Taguaré e Palácio Dom Pedro

FONTE: Portos do Paraná
TEXTO: Redação
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

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Portos

TCP aumenta calado operacional em Paranaguá e ganha capacidade para embarcar 400 TEUs extras por navio

A TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá passou a operar com calado de 13,30 metros, ampliação que permite o embarque de até 400 TEUs adicionais por navio cheio. A mudança foi oficializada pela Portos do Paraná, por meio da Portaria nº 224/2025, após aprovação da Marinha do Brasil e da Praticagem. A atualização se baseia em estudos de simulação contratados pela empresa e realizados em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), após a conclusão da última campanha de derrocagem do canal.

Novos limites variam conforme tamanho dos navios
As regras atualizadas definem dois cenários de operação — maré zero e maré positiva. Para embarcações de até 300 metros (LOA), o calado passa de 12,80 para 13,00 metros em maré zero, podendo chegar a 13,30 metros com 30 cm de maré positiva.
Navios entre 336 e 366 metros mantêm 12,80 metros em maré zero, mas passam a operar com 13,10 metros com 30 cm de maré positiva, atingindo 13,30 metros quando a maré alcança 50 cm. São índices superiores aos dos terminais catarinenses, que operam entre 11,00 m e 12,20 m, dependendo do porte das embarcações.

Ganho direto de eficiência e ampliação da capacidade
O superintendente institucional e jurídico da TCP, Rafael Stein, explica que o novo calado permite transportar mais carga por viagem, ampliando a eficiência de armadores, importadores e exportadores, sem aumento de custos operacionais. Segundo ele, a conquista é resultado de um trabalho robusto de engenharia náutica para garantir segurança nas operações.

A TCP já recebe navios de 366 metros desde janeiro de 2024, quando o MSC Natasha XIII atracou no terminal — o primeiro porta-contêineres desse porte em operação no Brasil. Com a nova profundidade autorizada, navios dessa classe passam a operar com capacidade plena e maior regularidade.

Estudos técnicos garantem precisão e segurança
A análise técnica foi conduzida pelo Centro de Simulação e Treinamento em Manobras Marítimas da USP, utilizando modelagem avançada e simuladores de alta precisão. Foram avaliados cenários de atracação e desatracação em diferentes condições de maré, vento e corrente, incluindo embarcações de até 368 metros e 51 metros de boca.

Os estudos recomendaram a instalação de um novo sensor nos marégrafos, investimento feito pela TCP em parceria com a Paranaguá Pilots. A modernização aumenta a confiabilidade dos dados e melhora a definição das janelas de atracação, ampliando a segurança da navegação. Para o presidente do Sindicato dos Práticos, Julio Verner, o avanço coloca Paranaguá na rota dos grandes navios da nova geração.

Infraestrutura ampliada sustenta avanço do calado
Desde 2024, o canal de acesso passou de 12,10 para 12,80 metros em maré zero após a remoção de 20 mil m³ de rochas na região das Pedras Palanganas. O material foi reutilizado em obras públicas da região, em um processo acompanhado por monitoramentos ambientais.

Segundo Gabriel Perdonsini Vieira, diretor de Operações da Portos do Paraná, o aumento do calado amplia a competitividade do porto e reforça o desempenho positivo na movimentação de cargas.

Concessão do canal prevê profundidade de até 15,5 metros
O avanço ocorre em meio à transformação estrutural do canal de acesso. A concessão realizada em outubro prevê ampliar a profundidade para 15,5 metros nos primeiros cinco anos, além de aprimorar a sinalização náutica, realizar novas dragagens e modernizar a infraestrutura aquaviária. O investimento total é estimado em R$ 1,23 bilhão, acompanhado de redução de 12,63% na taxa Inframar, condicionada ao cumprimento de metas contratuais.

Para Stein, o novo limite de calado já traz ganhos imediatos e prepara Paranaguá para receber navios ainda maiores, alinhando o porto às tendências globais.

TCP fecha semestre com 744 mil TEUs e reforça protagonismo regional
A TCP encerrou o primeiro semestre de 2025 com 744.650 TEUs movimentados, mantendo-se como o maior terminal de contêineres do Sul e o terceiro maior do país, segundo dados da ANTAQ. A ampliação do calado consolida sua posição como hub estratégico do comércio exterior brasileiro e fortalece sua capacidade de operar embarcações de grande porte.

FONTE: TCP
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/TCP

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Portos

Portos do Paraná recebe Selo Prata de Sustentabilidade durante a COP30

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) concedeu à Portos do Paraná o Selo Prata de Sustentabilidade durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30). A cerimônia de entrega fez parte do lançamento do Selo de Sustentabilidade 2025, iniciativa que valoriza boas práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) no setor portuário.

O evento também marcou o lançamento do livro “Nós e a natureza: somos um com o planeta”, da escritora Aline Campos, com ilustrações de Luana Chinaglia.

Pacto pela Sustentabilidade reconhece boas práticas

A premiação integra o Pacto pela Sustentabilidade, criado pela Portaria nº 58/2025, que tem como objetivo estimular a adoção de políticas ESG nas operações portuárias brasileiras.

Para a avaliação, as empresas apresentaram planos de ação baseados nos eixos Meio Ambiente, Desenvolvimento Social e Governança. O desempenho técnico foi analisado pelo MPor, resultando na concessão dos selos Bronze, Prata, Ouro ou Diamante. Nesta primeira edição, 63 organizações participaram do programa e 36 foram premiadas.

Compromisso com cidades sustentáveis

Durante a COP30, o diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, João Paulo Santana, participou do painel “Ação climática urbana e cidades sustentáveis”, onde apresentou o Inventário da Pegada de Carbono da Portos do Paraná, elaborado pela Fundación Valenciaport. O estudo mensura as emissões de gases de efeito estufa (GEE) do complexo portuário paranaense.

Emissões e próximos passos para descarbonização

Segundo o levantamento, em 2023 as atividades dos portos do Paraná geraram cerca de 678 mil toneladas de CO₂, distribuídas em três escopos:

  • Escopo 1: emissões diretas da Autoridade Portuária, representando 2,7% do total;
  • Escopo 2: emissões indiretas pelo consumo de energia elétrica, com 0,1%;
  • Escopo 3: emissões indiretas de terminais, transportes terrestres, serviços de apoio e navios, responsáveis por 97,1% das emissões.

A próxima fase do projeto será o Plano de Descarbonização da Comunidade Portuária, que busca reduzir as emissões e alinhar o setor às metas da Agenda 2030 e 2050.
“Estamos somando esforços para avançar na redução dos gases de efeito estufa e garantir um futuro mais sustentável”, destacou o diretor João Paulo Santana.

FONTE: Portos de Paraná
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portos de Paraná

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Portos

Porto de Paranaguá amplia calado e se prepara para receber navios porta-contêineres maiores

O Porto de Paranaguá, um dos principais terminais de contêineres do Brasil, anunciou a ampliação do calado operacional para navios porta-contêineres. A profundidade, que antes era de 12,8 metros, passou para 13,3 metros nos berços 216 e 218, permitindo que as embarcações deixem o porto mais carregadas e com maior eficiência logística.

O calado representa a distância entre a superfície da água e a parte mais profunda do navio, conhecida como quilha. Segundo a Portos do Paraná, a nova medida foi autorizada pela Marinha do Brasil e pela praticagem local, e publicada pela portaria nº 224/2025 da Norma de Tráfego Marítimo e Permanência.

Porto se prepara para receber mega-navios

“Com este aumento, queremos atrair navios de grande porte, como os de 366 metros de comprimento, que poderão sair de Paranaguá ainda mais carregados”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

A estimativa é que os 50 centímetros adicionais de calado permitam o embarque de cerca de 400 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) extras por navio, o que representa maior capacidade de transporte sem aumento de custos operacionais.

As obras de derrocagem, finalizadas em 2024, e os investimentos contínuos em dragagem, foram essenciais para alcançar essa ampliação — mais um passo dentro do plano de modernização portuária do estado.

Concessão prevê novas melhorias no canal de acesso

Em outubro, o governo realizou o leilão do canal de acesso aos portos paranaenses, vencido pelo Consórcio Canal da Galheta Dragagem, formado pelas empresas FTS Participações Societárias S.A., Deme Concessions NV e Deme Dredging NV.

O contrato, válido por 25 anos, prevê investimentos de R$ 1,23 bilhão nos cinco primeiros anos, com foco em dragagem, derrocagem, sinalização e modernização do canal de acesso. Uma das metas é ampliar o calado para 15,5 metros, garantindo condições para operação de navios ainda maiores.

A concessão também estabelece um desconto de 12,63% na taxa Inframar, cobrada das embarcações, até que o consórcio conclua as melhorias exigidas em edital.

Avanços contínuos na navegação de granéis

A última atualização da Norma de Tráfego, em setembro, já havia autorizado o aumento de calado para navios que transportam granéis sólidos, como soja, milho, farelo e açúcar.

A Portaria nº 188/2025 passou a valer em 17 de setembro e incluiu os berços 201, 202, 204, 209, 211, 212 e 213. A decisão foi possível após a remoção da ponta da Pedra da Palangana e a atualização da sinalização do canal de acesso, com base em simulações de manobras seguras que permitem saídas sem restrição de maré ou corrente.

Com os avanços recentes, o Porto de Paranaguá consolida sua posição como um dos mais modernos e competitivos da América do Sul, reforçando sua importância nas exportações brasileiras e na logística internacional.

FONTE: Portos do Paraná
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Portos do Paraná

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Portos

Porto de Paranaguá comemora 90 anos com exposição fotográfica em homenagem aos colaboradores

O Porto de Paranaguá celebra 90 anos de história com a abertura da exposição fotográfica “Porto Retrato”, no hall de entrada do Auditório Emir Roth, localizado no Palácio Taguaré. A mostra reúne 44 retratos de portuários, representando gerações de trabalhadores que contribuíram para o desenvolvimento de um dos principais portos do país.

Homenagem aos trabalhadores que fazem o porto acontecer

Durante a cerimônia, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, destacou o papel dos colaboradores na trajetória da empresa. “Fizemos essa singela homenagem àqueles que têm uma longa ou curta história no Porto de Paranaguá. São essas pessoas que fazem a engrenagem rodar”, afirmou.

O deputado estadual Hussein Bakri também participou do evento e ressaltou o reconhecimento nacional do terminal portuário. “O Porto de Paranaguá já foi premiado seis vezes como a melhor gestão portuária do Brasil. Este evento reforça a valorização das pessoas que constroem essa trajetória”, declarou.

Histórias que atravessam gerações

Entre os homenageados está o engenheiro Antônio do Carmo Tramujas Neto, com 51 anos de atuação no porto. Seu legado inspirou os dois filhos, que hoje também integram o quadro da empresa pública. “Eles cresceram ouvindo falar do porto. Quando reunia os amigos, a conversa era sempre sobre o trabalho, e hoje ambos estão aqui também”, contou.

A portuária Elizabeth Laborne Chiaradia, conhecida como Beth, também teve seu retrato incluído na mostra. Ela começou como terceirizada em 1984 e, anos depois, tornou-se funcionária efetiva. “Me sinto feliz em fazer parte desta família portuária”, disse.

As imagens foram registradas pelo portuário e fotógrafo Claudio Neves, da gerência de comunicação e marketing, e pelo fotógrafo Zig Koch. “Como parnanguara, é um privilégio fotografar as pessoas que movimentam o porto”, comentou Neves.

Fotos e homenagens permanentes

Além da exposição principal, todas as equipes de departamentos foram fotografadas e exibidas na TV corporativa (PORtv). Os nomes dos colaboradores atuais também foram reunidos em um painel especial ao lado da mostra, reforçando o reconhecimento coletivo.

Livro “Porto de Paranaguá – 90 anos” apoia causas sociais

Durante o evento, empresas locais receberam exemplares do livro “Porto de Paranaguá – 90 anos”, vendidos em apoio às campanhas do Outubro Rosa. Toda a arrecadação será destinada ao Instituto Peito Aberto e à Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC).

A publicação foi idealizada por Andrea Carolina Xavier e Meyer, esposa do diretor-presidente da Portos do Paraná, e reúne a história, resultados recentes e projetos futuros do porto. “Os recursos arrecadados ajudarão na compra de suplementos alimentares, cestas básicas e fraldas geriátricas”, explicou Joane Silva Pesch, vice-presidente da RFCC.

A fundadora do Instituto Peito Aberto, Fabiana Parro, destacou a importância das doações: “Elas nos permitem oferecer um atendimento mais completo às mulheres assistidas pelo instituto”.

Sobre a obra

Com 204 páginas, o livro tem coordenação editorial de Fábio Brito, textos da jornalista Maria Celeste Corrêa e fotografias de Zig Koch e Claudio Neves. A obra foi patrocinada pela Cooperativa Agrária e traz uma mensagem do governador Ratinho Júnior em sua abertura.

FONTE: Portos do Paraná
TEXTO: Redação
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

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Logística

Diretor da ANTAQ visita o Moegão e elogia inovação logística do Porto de Paranaguá

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Frederico Carvalho Dias, e o secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, visitaram nesta quinta-feira (23) o Porto de Paranaguá e as obras do Moegão, considerado o maior projeto portuário em execução no Paraná. A visita foi conduzida pelo diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, que apresentou os principais resultados operacionais, investimentos e conquistas da administração portuária.

Segundo Garcia, a visita reforça a relevância estratégica da Portos do Paraná para a logística nacional. “A presença da ANTAQ e do Ministério de Portos demonstra o reconhecimento da importância do nosso trabalho e fortalece as parcerias institucionais no desenvolvimento de grandes projetos”, destacou.

Moegão conectará 11 terminais e aumentará a eficiência operacional

Durante a visita, o diretor-geral da ANTAQ conheceu detalhes do Moegão, obra que conectará 11 terminais portuários e reduzirá significativamente os cruzamentos ferroviários dentro da cidade de Paranaguá, melhorando o escoamento da produção agrícola. Frederico Carvalho Dias, que assumiu recentemente o comando da agência, destacou o impacto positivo da iniciativa.
“O Moegão representa uma estratégia moderna de logística integrada e desenvolvimento portuário sustentável. Fiquei impressionado com o nível de planejamento e com os resultados que o Porto de Paranaguá vem apresentando”, afirmou.

O secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, classificou o empreendimento como um “equipamento fantástico”, capaz de receber até 24 milhões de toneladas de grãos e farelos por ano, atendendo diretamente ao Corredor de Exportação Leste (Corex).
“Estamos diante da maior obra de infraestrutura com recursos públicos em um porto público brasileiro. O Moegão vai ampliar de forma expressiva a capacidade de recepção e escoamento da safra agrícola nacional”, afirmou Ávila.

Leilão do Canal de Acesso reforça modelo de referência nacional

A visita aconteceu um dia após o leilão do Canal de Acesso do Porto de Paranaguá, realizado na B3, em São Paulo, sob coordenação da ANTAQ. O vencedor foi o Consórcio Canal da Galheta Dragagem, formado pelas empresas FTS Participações Societárias S.A., Deme Concessions NV e Deme Dredging NV, com lance de R$ 276 milhões e desconto de 12,63% na tarifa Inframar, cobrada das embarcações que utilizam o canal.

O modelo adotado em Paranaguá será referência para futuros leilões em Santos (SP), Itajaí (SC), Bahia e Rio Grande (RS). “A Portos do Paraná vem se consolidando como exemplo de gestão eficiente e inovadora, exportando boas práticas e projetos que fortalecem todo o sistema portuário nacional”, destacou Luiz Fernando Garcia.

FONTE: Portos do Paraná
TEXTO: Redação
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

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Portos

Porto de Paranaguá é o primeiro do Brasil com canal de acesso concedido à iniciativa privada

O Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, tornou-se o primeiro do país a ter o canal de acesso marítimo concedido à iniciativa privada. O resultado foi definido em leilão realizado nesta quarta-feira (22) na B3, em São Paulo. O Consórcio Canal Galheta Dragagem (CCGD) venceu a disputa e assinou contrato de 25 anos para administrar e manter o canal.

Disputa acirrada e proposta vencedora

O leilão contou com a participação de quatro empresas. Na fase final, o CCGD e a Chec Dredging Co. chegaram ao desconto máximo permitido de 12,63% sobre a taxa Inframar, paga por embarcações que acessam o porto. Essa redução representa economia direta para os operadores que exportam ou importam produtos pelo Paraná.

Após uma disputa por viva-voz, o Consórcio Canal Galheta Dragagem garantiu a vitória ao oferecer R$ 276 milhões de outorga, superando a proposta de R$ 86,1 milhões apresentada pela concorrente.

Investimentos bilionários e ampliação do calado

De acordo com o edital, o grupo vencedor deverá investir R$ 1,23 bilhão nos primeiros cinco anos de concessão. A principal meta é ampliar a profundidade do canal de 13,3 para 15,5 metros, permitindo o tráfego de navios maiores.

Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, “cada dois metros de calado a mais significam cerca de mil contêineres extras por navio ou 14 mil toneladas adicionais de carga, sem aumento de custo para os usuários”.

Os investimentos incluem dragagem, derrocagem, sinalização náutica, levantamentos hidrográficos e outras ações voltadas à modernização do Canal da Galheta, principal rota de acesso aquaviário ao porto desde a década de 1970.

Modelo para futuros leilões

O Ministério de Portos e Aeroportos afirmou que o modelo de concessão aplicado em Paranaguá servirá de referência para futuras licitações em outros portos brasileiros, como Santos (SP), Itajaí (SC), Bahia e Rio Grande (RS).

Atualmente, os 34,5 quilômetros do Canal de Acesso, localizados ao sul da Ilha do Mel, são essenciais para a movimentação de cargas no porto paranaense. Com a concessão, o consórcio privado assumirá a responsabilidade de manter a profundidade necessária para as operações, antes feita pela Autoridade Portuária.

FONTE: G1
TEXTO: Redação
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

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Portos

Portos do Paraná registram alta em exportações e importações em 2025

Entre janeiro e setembro, o complexo portuário somou 55,3 milhões de toneladas, com destaque para milho, farelo de soja e frango congelado

A Portos do Paraná soma 55,3 milhões de toneladas movimentadas ao longo de 2025 e caminha para bater o próprio recorde em dezembro, com mais de 70 milhões de toneladas neste ano. O volume movimentado até setembro já representa 6,2% a mais do que o registrado nos três primeiros trimestres de 2024, quando foram atingidas 52,1 milhões de toneladas. Na avaliação geral, os granéis sólidos lideram as movimentações (61,5%), seguidos de carga geral (25,4%) e granéis líquidos (13,1%).

A quantidade maior de cargas se reflete também na chegada de navios aos portos do Paraná. Foram 2.124 atracações realizadas entre janeiro e setembro de 2025, número já superior ao total registrado em todo o ano passado, que somou 2.068.

O aumento de calado, que passou de 13,1m para 13,3m, também contribui para esses resultados. “Mais carga em um navio, sem aumento de custo operacional, desperta o interesse dos armadores em atracar nos portos paranaenses”, avalia o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Os dados de movimentação de carga relativos ao mês de setembro mostram que o milho é a commodity que mais cresceu, em volume e em porcentagem, nos portos paranaenses em 2025. No comparativo com o mesmo mês de 2024, a alta é de 356%. No acumulado de janeiro a setembro, os embarques do produto aumentaram 284% em relação ao mesmo período do ano anterior — 2.935.569 toneladas contra 756.044 toneladas. Isso representa US$ 582 milhões em FOB (valor do produto no ponto de embarque).

Os principais destinos do milho exportado foram países do Oriente Médio. A combinação de fatores que envolvem a alta produtividade brasileira e os embates tarifários internacionais promovidos pelos Estados Unidos ampliaram a competitividade do grão produzido no Brasil. O aumento na procura pelo produto brasileiro, principalmente pelo Paraná, se deve ao fato de ser a melhor alternativa de escoamento.

“As exportações nos Portos de Paranaguá e Antonina tiveram um crescimento em setembro e o milho com certeza está entre os principais responsáveis por este aumento”, afirmou o diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Vieira.

Outra commodity que cresceu no período foi o farelo de soja, que alcançou a marca de 5.085.054 toneladas, 13% a mais do que no ano passado (4.510.525 toneladas). Os cinco principais destinos do farelo foram os Países Baixos, França, Espanha, Coreia do Sul e Alemanha. Representando mais de um quarto da movimentação nacional, o produto registrou US$ 1,6 bilhão em FOB.

O frango congelado também operou em grande volume. O Porto de Paranaguá movimentou 44% da exportação nacional de carne de frango, o que representa 1,5 milhão de toneladas e US$ 2,7 bilhões de FOB. Os três principais destinos foram África do Sul, México e Emirados Árabes. Para atender à grande demanda, o Terminal de Contêineres de Paranaguá possui o maior pátio para armazenagem de contêineres refrigerados da América do Sul, com 5.268 tomadas, e é o maior concentrador de linhas marítimas do País, com 23 serviços marítimos.

O envio de óleos vegetais também registrou alta de 45% em setembro e, no acumulado do ano (jan/set), soma crescimento de 49% nas exportações. A celulose teve um aumento de 72% no mês e acumula, até o momento, crescimento de 28% no envio para outros países.

IMPORTAÇÕES 

Na importação, o maior volume é o de fertilizantes, com 1.038.153 toneladas em setembro. O Porto de Paranaguá é o maior canal de importação de adubo do Brasil, responsável por 25,5% da movimentação nacional, avaliada em US$ 3 bilhões de FOB.

O desembarque de trigo cresceu consideravelmente no último mês, com alta de 132%, alcançando 269.308 toneladas, diante das 28.850 toneladas desembarcadas em setembro de 2024. A redução da área plantada na última safra e as interferências climáticas comprometeram a produção do cereal, exigindo maior importação para abastecer o mercado interno.

Setembro também foi marcado pelo aumento de 46% na importação de derivados de petróleo. É o primeiro mês de 2025 que a Portos do Paraná contabiliza um incremento de 3% sobre o acumulado em relação aos granéis líquidos.

FONTE: Portal Be News
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

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Saúde

Portos do Paraná intensifica ações de solidariedade e prevenção no Outubro Rosa 2025

Campanha reforça importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama

A Portos do Paraná inicia, nesta quarta-feira (15), uma série de atividades em apoio ao Outubro Rosa 2025, mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama e à valorização do autocuidado feminino. A programação inclui palestras, rodas de conversa e campanhas solidárias voltadas às colaboradoras e à comunidade portuária.

Conversa e acolhimento no ambiente de trabalho

A primeira ação será uma roda de conversa com representantes da Rede Feminina de Combate ao Câncer, às 9h30, no auditório do Palácio Taguaré. O encontro busca promover um espaço de escuta e acolhimento sobre saúde da mulher e prevenção.

“O Outubro Rosa é um convite à conscientização de todas as portuárias, pois cuidar da saúde também é cuidar do nosso futuro e das pessoas que fazem parte da nossa história”, destacou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Para Luciana Picanço Prunzel, presidente da Rede Feminina, o momento será especial: “A prevenção e o diagnóstico precoce salvam vidas. Queremos estimular o cuidado com a saúde e fortalecer o apoio entre as mulheres.”

Doações que transformam vidas

Durante o evento, os colaboradores poderão doar lenços ao Hospital Erasto Gaertner, referência no tratamento de doenças oncológicas. Além disso, haverá um espaço exclusivo para a doação de mechas de cabelo destinadas ao Instituto Peito Aberto, que transforma o material em próteses capilares para pacientes em tratamento de radioterapia e quimioterapia.

Em 2024, a empresa já havia promovido uma campanha semelhante, resultando em perucas para pelo menos seis pacientes. “A doação de cabelo é muito especial, pois conseguimos juntar mechas semelhantes e transformar em esperança para nossas pacientes”, explicou Jiseli Pirelli, voluntária do Instituto há seis anos.

Histórias que inspiram

Entre as beneficiadas está Lorayne Miranda, cabeleireira de 33 anos que enfrentou o câncer de mama. “Eu sabia que meu cabelo ia cair, então decidi raspar tudo. Quando recebi as perucas, consegui reencontrar parte da minha identidade”, contou.

Lorayne reforça o valor do autocuidado e do diagnóstico precoce: “A gente, como mulher, quer abraçar o mundo e acaba se deixando de lado. Não tenha medo de ir ao médico — cuidar de si é essencial.”

Solidariedade que gera impacto

Além das ações deste ano, a Portos do Paraná também promoveu a Feijoada Rosa em 2024, evento beneficente que reuniu 250 colaboradoras e arrecadou R$ 31.431,12 para a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Paranaguá e o Instituto Peito Aberto.

Com iniciativas que unem solidariedade, prevenção e conscientização, a Portos do Paraná reforça seu compromisso com a saúde feminina e o bem-estar corporativo.

FONTE: Portos do Paraná
TEXTO: Redação
IMAGEM: Claudio Neves/Portos do Paraná

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