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Porto de Itapoá amplia lucro em 2025 e receita supera R$ 1,4 bilhão

O desempenho operacional do Porto de Itapoá, em Santa Catarina, impulsionou os resultados financeiros do terminal em 2025. O aumento na movimentação de contêineres contribuiu para o crescimento da receita operacional líquida, que atingiu R$ 1,43 bilhão — avanço de 17% em relação a 2024.

O lucro líquido também registrou expansão relevante. No período, o resultado chegou a R$ 584,4 milhões, crescimento de 20,6% na comparação anual. Em termos absolutos, o terminal portuário adicionou cerca de R$ 100 milhões ao lucro em relação ao exercício anterior, quando o resultado havia sido de R$ 484,5 milhões.

Movimentação de contêineres fortalece posição do porto

Em 2025, o Porto de Itapoá movimentou aproximadamente 1,45 milhão de TEUs — unidade padrão equivalente a um contêiner de 20 pés. O volume reforça a posição do terminal entre os portos mais eficientes da América Latina e entre os principais do Brasil na movimentação de cargas conteinerizadas.

Atualmente, o porto possui capacidade operacional anual de 1,8 milhão de TEUs. A estrutura inclui cerca de 455 mil metros quadrados de área de pátio e 800 metros de cais, permitindo maior agilidade nas operações logísticas e no atendimento às rotas marítimas internacionais.

Novos investimentos ampliam capacidade do terminal

Durante apresentação à Câmara de Transporte e Logística da Fiesc, realizada no fim de fevereiro, o diretor comercial do porto, Felipe Kaufmann, destacou que o terminal continua ampliando sua estrutura após já ter investido cerca de R$ 3 bilhões desde o início das operações.

Atualmente, o porto está na quarta fase de expansão, que prevê investimentos de aproximadamente R$ 500 milhões. Os recursos estão sendo destinados à aquisição de novos equipamentos, ampliação da área de pátio e melhorias na infraestrutura de acessos.

Dragagem permitirá operação de navios maiores

A etapa de expansão também inclui a ampliação da área operacional e a conclusão da dragagem do canal de acesso à Baía da Babitonga, obra estratégica para elevar a capacidade logística do terminal.

Com a finalização do projeto, o Porto de Itapoá poderá receber navios de até 366 metros de comprimento, com capacidade para transportar até 14 mil TEUs. A ampliação permitirá operações em maior escala, fortalecendo o papel do terminal no comércio exterior brasileiro e na logística portuária da região Sul.

FONTE: NSC
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NSC

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Porto de Itapoá recebe novo guindaste de 70 metros e amplia capacidade de contêineres

O Porto de Itapoá, em Santa Catarina, recebeu na sexta-feira um novo guindaste portêiner de grande porte, com braço de 70 metros, destinado à movimentação de contêineres. O equipamento, desembarcado no terminal do Litoral Norte catarinense, será o oitavo portêiner em operação no complexo portuário.

O guindaste chegou totalmente montado e está em fase de instalação. A previsão é de que entre em funcionamento dentro de dois meses, após os testes operacionais.

Evolução da estrutura portuária

Quando iniciou suas atividades, em 2011, o Porto de Itapoá contava com quatro portêineres. Em 2016, o terminal incorporou mais dois equipamentos e, no ano passado, passou a operar com o sétimo guindaste. A chegada do novo portêiner reforça o processo contínuo de modernização da infraestrutura.

O equipamento também conta com sistema automatizado de leitura de contêineres, tecnologia que aumenta a precisão, a segurança e a eficiência logística nas operações de carga e descarga.

Novos guindastes ampliam eficiência no pátio

Além do portêiner instalado no cais, o Porto de Itapoá também recebeu parte dos novos guindastes RTG (Rubber Tyred Gantry), utilizados no manuseio de contêineres no pátio. Ao todo, o terminal contará com seis novos RTGs, que irão reforçar a capacidade operacional interna.

Operação com tecnologia semiautônoma

Os novos RTGs terão movimentação parcialmente autônoma, incorporando soluções tecnológicas voltadas à automação portuária. A iniciativa busca otimizar fluxos, reduzir tempos operacionais e ampliar a produtividade do porto, acompanhando as tendências internacionais do setor.

FONTE: NSC Total
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/NSC Total

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