Portos

Neblina interdita canal de acesso ao Complexo Portuário de Itajaí e Navegantes, que opera com restrições

A Superintendência do Porto de Itajaí informa que, na noite de sábado (26), o canal de acesso ao Complexo Portuário de Itajaí e Navegantes teve sua impraticabilidade total declarada pela Autoridade Marítima, às 23h05, em razão da forte neblina e da consequente redução da visibilidade abaixo dos limites de segurança estabelecidos.

Com a melhora das condições de visibilidade, o canal foi reaberto às 00h17 deste domingo (27), permanecendo, contudo, com restrições em razão da correnteza.

Para este domingo (27), estão previstas as seguintes manobras:

21h – MSC INIYA V: saída do berço JBS 2;

22h – MSC BIANCA: mudança de berço;

23h – LOG-IN JATOBÁ: entrada, com destino ao berço PNAVE 02.

A Superintendência do Porto de Itajaí segue acompanhando as condições do canal e mantendo contato permanente com a Autoridade Marítima, visando garantir a segurança da navegação e a continuidade das operações portuárias.

FONTE: Porto de Itajaí

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Portos

Canal de acesso aos portos de Itajaí permanece fechado devido à forte correnteza

O canal de acesso aos portos de Itajaí e Navegantes está impraticável desde as 20h58 de segunda-feira (21), por determinação da Capitania dos Portos. A medida foi adotada após avaliações identificarem que a intensidade da correnteza ultrapassou os limites considerados seguros para a navegação, em meio às condições de mau tempo na região.

Com a interdição, as operações de entrada e saída de embarcações estão temporariamente suspensas.

A Superintendência do Porto de Itajaí e a Autoridade Marítima seguem acompanhando as condições hidrodinâmicas do rio. A liberação do canal ocorrerá somente quando houver condições seguras para a realização das manobras.

As atualizações sobre a situação do canal e as condições de navegação podem ser acompanhadas em tempo real no site da Praticagem de Itajaí.

Texto e imagem: ReConecta News

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Portos

Portonave amplia frota com novos guindastes elétricos e reforça investimentos em descarbonização

A Portonave, terminal portuário localizado em Navegantes (SC), deu mais um passo no plano de modernização ao receber os primeiros sete guindastes elétricos e-RTG (Rubber Tyred Gantry) de um lote de 14 equipamentos previstos para 2026. A chegada das novas máquinas fortalece a estratégia de descarbonização, amplia a capacidade operacional do terminal e prepara a estrutura para atender navios de maior porte.

Com cerca de 28 metros de altura e 156 toneladas cada, os equipamentos são totalmente elétricos, dispensando motores a combustão. A expectativa é que as primeiras unidades iniciem operação em agosto, enquanto os demais guindastes devem chegar até o fim de julho e entrar em funcionamento no início de setembro.

Os novos guindastes partiram de Dalian, na China, transportados por um navio da companhia Cosco em uma viagem de aproximadamente 20 mil quilômetros. O processo de desembarque começou logo após a atracação da embarcação e deve ser concluído em cerca de um dia e meio de trabalho, período necessário para a transferência segura dos equipamentos até o cais.

Tecnologia aumenta eficiência e segurança nas operações

Os e-RTGs são responsáveis pela movimentação, organização e empilhamento de contêineres no pátio do terminal, além de realizarem a transferência das cargas entre caminhões e áreas de armazenagem.

Fabricados pela Konecranes, com projeto desenvolvido na Finlândia e produção na China, os equipamentos possuem capacidade para movimentar até 41 toneladas e operar com pilhas de até sete contêineres. Na Portonave, por questões de segurança operacional, o empilhamento é limitado a cinco unidades.

Entre os recursos tecnológicos embarcados estão sensores anticolisão, sistema eletrônico de controle do balanço da carga, frenagem automática durante a elevação, lubrificação automatizada e monitoramento do peso dos contêineres em tempo real, permitindo maior precisão e segurança durante as operações.

Frota elétrica reduz emissões e amplia compromisso ambiental

Os novos equipamentos chegam preparados para operar no sistema de eletrificação já existente no terminal, utilizando alimentação por baterias. A infraestrutura elétrica da Portonave foi implantada em 2016, quando os antigos RTGs movidos a diesel passaram por conversão para operação elétrica. Desde então, a empresa informa que houve redução de aproximadamente 96,5% na emissão de gases poluentes desses equipamentos.

O plano de renovação da frota segue ao longo do segundo semestre com a chegada de dois novos guindastes Ship-to-Shore (STS), além da entrega gradual de 30 Terminal Tractors elétricos e cinco Reach Stackers elétricas, prevista até janeiro de 2027.

A aquisição dos equipamentos foi realizada por meio do Reporto, regime tributário criado para incentivar investimentos na modernização da infraestrutura portuária e ferroviária brasileira, garantindo incentivos fiscais para compra de máquinas e equipamentos.

Investimentos preparam a Portonave para receber navios de até 400 metros

A aquisição dos 14 novos guindastes representa um investimento de aproximadamente R$ 210 milhões. As novas máquinas fazem parte de um amplo projeto de expansão do terminal, que inclui a Obra de Adequação do Cais, prevista para ser concluída no segundo semestre de 2026. Após a finalização dos trabalhos, a Portonave estará apta a operar navios de até 400 metros de comprimento, entre os maiores do mundo.

Somando obras e aquisição de equipamentos, os investimentos ultrapassam R$ 2 bilhões. Com a expansão, o terminal passará a contar com oito guindastes STS e 32 RTGs, elevando sua capacidade anual de movimentação de 1,5 milhão para 2 milhões de TEUs, unidade equivalente a um contêiner de 20 pés.

Reconhecida como líder nacional em produtividade de navios, a Portonave registrou, em abril de 2026, a marca histórica de 15 milhões de TEUs movimentados desde o início de suas operações. Instalada em Navegantes desde 2007, a empresa foi o primeiro terminal portuário privado de contêineres do Brasil e integra o grupo suíço Terminal Investment Limited (TiL), responsável pela administração de cerca de 70 terminais portuários distribuídos em cinco continentes.

Segundo dados da ANTAQ, a Portonave alcançou média de 114 movimentos por hora (MPH) em 2025, consolidando-se como referência nacional em produtividade na movimentação de contêineres.

Fonte: Portonave.

Texto: Redação

Imagens: Portonave

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Trafico

Apreensão de cocaína no porto de Navegantes: Receita Federal encontra mais de 150 kg escondidos em carga de sucata

Uma operação realizada pela Receita Federal de Itajaí (SC) resultou na apreensão de mais de 150 quilos de cocaína escondidos em uma carga de sucata destinada à exportação pelo porto de Navegantes. O carregamento tinha como destino o porto de Málaga, na Espanha.

Durante a fiscalização, os agentes identificaram que os tabletes da droga estavam ocultos no interior de estruturas metálicas soldadas. Para acessar o material ilícito, foi necessário romper as peças de metal utilizadas para esconder o entorpecente.

Contêineres passaram por inspeção completa

Após a localização da cocaína, toda a carga de sucata foi submetida a uma inspeção detalhada para verificar a existência de novos compartimentos ocultos ou outras remessas de droga. Segundo estimativas das forças de segurança, cada quilo de cocaína pode alcançar o valor aproximado de 100 mil euros no mercado varejista espanhol, o que demonstra o alto potencial financeiro da operação criminosa. Esta é a quinta apreensão de entorpecentes realizada pela Receita Federal nos portos de Santa Catarina somente neste ano.

A ocorrência anterior foi registrada em 22 de abril, também no porto de Navegantes, quando 13,4 quilos de cocaína foram encontrados escondidos na máquina evaporadora de um contêiner refrigerado que transportava peito de frango congelado com destino ao porto de Las Palmas, na Espanha.

Em março, outra operação interceptou 69 quilos da droga. Já em abril, o Porto de Itapoá registrou duas apreensões distintas: uma carga contendo 28 quilos de cocaína e outra envolvendo 1,6 tonelada de pellets de madeira contaminados com o entorpecente.

Fiscalização utiliza tecnologia e cães farejadores

As cargas suspeitas são selecionadas com base em critérios de gerenciamento de risco e passam por inspeções com equipamentos de escaneamento e apoio da equipe de cães farejadores da Receita Federal, estratégia que tem fortalecido o combate ao tráfico internacional de drogas pelos portos brasileiros.

Em 2025, as operações realizadas nos portos catarinenses retiraram de circulação mais de 600 quilos de cocaína, reforçando a atuação dos órgãos de fiscalização na repressão ao crime organizado.

Fonte: Diarinho, com informações divulgadas pela Receita Federal e dados da operação.

Texto: Redação

Imagens: Reprodução Diarinho

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Portos

Dragagem no Porto de Itajaí: draga gigante chega para recuperar calado operacional

A operação de dragagem no Porto de Itajaí ganha reforço nesta quinta-feira (27) com a chegada da draga Utrecht, uma das maiores embarcações do tipo em atividade no Brasil. O equipamento será utilizado para recuperar o calado operacional do complexo portuário de Itajaí e Navegantes, comprometido após semanas de acúmulo de sedimentos no canal de acesso.

Draga Utrecht reforça operação no canal portuário

De acordo com a programação da superintendência portuária, a embarcação deve atracar em Itajaí durante a manhã. A Utrecht veio do porto de Rio Grande (RS) e atua no modelo “hopper”, sistema que realiza a sucção de sedimentos acumulados no fundo do rio.

A chegada da draga ocorre após a retomada dos trabalhos de manutenção do canal, iniciados em 4 de abril. Na primeira etapa, a operação utilizou a draga de injeção Njord, responsável pela dispersão da chamada lama fluída, permitindo que o material fosse levado pela correnteza.

Retirada de sedimentos sólidos deve ampliar profundidade do canal

Segundo o Porto de Itajaí, a nova fase da operação será focada na remoção de sedimentos sólidos. Diferentemente da etapa anterior, o material retirado será transportado para descarte em área específica no alto-mar, localizada a cerca de seis quilômetros da costa catarinense.

A expectativa é de que o serviço permita restabelecer integralmente as profundidades previstas em contrato. Atualmente, o canal opera abaixo das cotas ideais.

Porto busca recuperar profundidade prevista em contrato

A última medição homologada pela Marinha do Brasil apontou redução de 40 centímetros no canal interno e de 30 centímetros na bacia de evolução 1. O projeto de dragagem portuária prevê profundidades variando entre 14 metros e 13,5 metros.

A Utrecht já participou de outras operações em Itajaí nos anos de 2019, 2024 e 2025. Com 159 metros de comprimento e capacidade para armazenar até 18 mil metros cúbicos de material dragado, a embarcação costuma permanecer cerca de duas semanas na região, realizando até 12 viagens diárias.

Porto de Itajaí responde notificação da Antaq

A perda de profundidade no canal levou a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) a emitir um auto de infração contra o Porto de Itajaí. A superintendência portuária argumenta, porém, que a situação foi causada principalmente pela presença de lama fluída, condição que, segundo a administração, não comprometeu a navegabilidade nem a segurança das manobras de navios.

Ainda conforme o porto, medições recentes indicam que o acesso aquaviário já teria retomado os níveis operacionais adequados. Os dados devem ser encaminhados à Marinha para atualização da Menor Profundidade Observada (MPO).

Canal segue operacional, afirma superintendência

Mesmo durante o período de redução do calado, o Porto de Itajaí informou que o canal permaneceu monitorado e operando dentro dos parâmetros de segurança definidos pela Marinha do Brasil.

Com a chegada da Utrecht, a expectativa da autoridade portuária é reforçar a manutenção das profundidades mínimas necessárias para garantir operações seguras e eficientes no complexo portuário.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: João Batista

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Portos

TCU aprova concessão do canal de acesso do Porto de Itajaí com previsão de R$ 300 milhões em investimentos

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta terça-feira (19) a concessão do canal de acesso aquaviário do Porto de Itajaí, em Santa Catarina. O projeto prevê investimentos de aproximadamente R$ 300 milhões e terá contrato inicial de 25 anos, podendo ser prorrogado por até 70 anos.

A medida busca garantir mais estabilidade operacional para os portos de Itajaí e Navegantes, especialmente em relação aos serviços de dragagem e à manutenção da profundidade do canal, fatores considerados estratégicos para a logística portuária da região.

Projeto busca solucionar problemas de dragagem

A concessão do canal de acesso surge após uma série de interrupções nos serviços de dragagem registrados nos últimos anos. Em abril, a profundidade operacional da área teve redução de cerca de 30 centímetros depois de quase dois meses sem manutenção, conforme atualização da Capitania dos Portos.

Atualmente, o canal possui profundidade de 13,5 metros. A expectativa do governo federal é ampliar esse número para até 16 metros, permitindo a operação de navios maiores e aumentando a competitividade dos portos catarinenses.

A concessão será a segunda desse modelo no Brasil. O primeiro canal de acesso concedido no país foi o do Porto de Paranaguá, leiloado em 2025.

Impactos na logística portuária

A redução da profundidade do canal afeta diretamente a movimentação de cargas, principalmente de contêineres, principal segmento operado nos portos de Itajaí e Navegantes.

Segundo estimativas do setor portuário, as restrições operacionais podem provocar perdas de até 10% na movimentação logística da região, além de dificultar a atracação de embarcações de grande porte.

O serviço de dragagem ficou interrompido no início deste ano e foi retomado apenas em abril, por meio de contrato emergencial com a empresa Van Oord, responsável pela execução dos trabalhos.

Histórico recente de instabilidade no Porto de Itajaí

Além dos desafios operacionais, o Porto de Itajaí também enfrentou mudanças administrativas nos últimos anos. Em janeiro de 2025, após dificuldades financeiras e operacionais, a gestão portuária foi transferida para a Autoridade Portuária de Santos, por decisão do Ministério de Portos e Aeroportos.

Posteriormente, diante de disputas políticas e administrativas na região, o governo federal decidiu repassar a administração para a Codeba.

Governo prepara concessão definitiva do terminal

Paralelamente à concessão do canal de acesso, o governo federal segue trabalhando na modelagem definitiva para a concessão do terminal do Porto de Itajaí. Os estudos do projeto já foram aprovados em 2025.

Inicialmente, a proposta previa uma concessão conjunta do terminal e do canal de acesso, mas o governo optou por separar os ativos.

Atualmente, o terminal é operado temporariamente pela JBS, cujo contrato segue até o final de 2026. A empresa já manifestou interesse em participar do futuro leilão da concessão permanente.

Fonte: Com informações da CNN Brasil

Texto: Redação
Imagem: Reprodução CNN Brasil / Reuters

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Portos

Porto de Itajaí avança na dragagem e reforça segurança da navegabilidade do canal

A Superintendência do Porto de Itajaí informa que os serviços de dragagem de manutenção do canal de acesso seguem em andamento, com monitoramento técnico permanente e diálogo contínuo com a Marinha do Brasil, a Autoridade Portuária Federal, a Praticagem e os demais agentes envolvidos na operação portuária.

Nesta etapa, o trabalho de dispersão da lama fluida está chegando ao fim. A atividade vem sendo realizada com o objetivo de manter a navegabilidade, a segurança das manobras e as condições operacionais do canal de acesso ao Complexo Portuário de Itajaí e Navegantes.

A próxima fase dos serviços prevê a chegada, em cerca de 12 dias, de uma draga do tipo Hopper ao Porto de Itajaí. O equipamento será utilizado no trabalho de sucção de sedimentos sólidos, etapa complementar à dispersão da lama fluida, reforçando a manutenção das profundidades necessárias para a operação segura de navios de carga e de passageiros.

A lama fluida é uma condição técnica comum em áreas portuárias e estuarinas, especialmente em regiões com grande dinâmica de sedimentos, como o Rio Itajaí-Açu. Diferente de um fundo sólido compactado, esse material apresenta comportamento intermediário entre líquido e sólido e exige avaliação técnica específica, com base em batimetrias, densidade do material e parâmetros definidos pela autoridade marítima.

Mesmo diante dessa condição, o canal segue praticável, monitorado e operacional, dentro dos critérios de segurança estabelecidos pela Marinha do Brasil. A Superintendência reforça que não houve interrupção das operações portuárias e que o acompanhamento técnico é realizado de forma permanente para garantir previsibilidade ao setor produtivo.

Para o superintendente do Porto de Itajaí, Artur Antunes Pereira, o momento é de acompanhamento técnico, transparência e segurança.

“O mais importante é deixar claro que o canal segue navegável, monitorado e seguro. A dragagem está em andamento, a etapa de dispersão da lama fluida está chegando ao fim e, na sequência, teremos a atuação da draga Hopper para a sucção dos sedimentos sólidos. Estamos trabalhando com responsabilidade técnica, diálogo permanente com a Marinha do Brasil e foco total na segurança da navegação e na previsibilidade das operações”, destaca Artur.

O contrato de dragagem de manutenção do canal de acesso foi firmado entre a Codeba e a Van Oord, empresa responsável pelos serviços, no valor de R$ 63,8 milhões, com vigência inicial de 12 meses e possibilidade de prorrogação por até dez anos, garantindo continuidade à manutenção do canal pelos próximos anos. 

A dragagem contempla canal interno, canal externo, berços de atracação e bacias de evolução, assegurando as condições necessárias para a regularidade das operações e para a competitividade logística do Porto de Itajaí.

FONTE: Porto de Itajaí
IMAGEM: Reprodução/Porto de Itajaí

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Trafico

Apreensão de cocaína em Navegantes: Receita Federal intercepta 69 kg com ajuda de cão farejador

Uma operação da Receita Federal resultou na apreensão de 69 quilos de cocaína na manhã desta segunda-feira no porto de Navegantes, em Santa Catarina. A droga estava escondida em um contêiner que seguiria para a Europa, com destino ao porto de Gênova, na Itália.

Cão farejador foi decisivo na operação

A identificação da carga ilegal contou com o apoio da cadela farejadora Fox, que auxiliou na inspeção do contêiner suspeito. Ao todo, foram localizadas 23 embalagens de cocaína, ocultas em meio a sacos contendo pellets de madeira.

Segundo a Receita, a apreensão foi resultado de ações de monitoramento e inteligência, que permitiram identificar indícios de irregularidades na carga antes do embarque.

Rota internacional do tráfico de drogas

O destino final da droga seria o porto de Gênova, considerado um dos principais pontos de entrada de drogas na Europa. O terminal italiano registra apreensões frequentes, especialmente de cocaína proveniente da América do Sul, devido ao intenso fluxo de contêineres e conexões marítimas internacionais.

Investigação segue com a Polícia Federal

Após a apreensão, a substância foi encaminhada à Polícia Federal, que ficará responsável pela investigação para identificar os envolvidos no esquema de tráfico internacional de drogas.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/DRFSC

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Portos

Dragagem do canal portuário de Itajaí e Navegantes será retomada após contratação emergencial

A dragagem do canal de acesso portuário de Itajaí e Navegantes deve ser retomada após cerca de um mês sem manutenção do calado. A Companhia Docas do Estado da Bahia (Codeba) concluiu a contratação emergencial do consórcio DTA-Chec, responsável por executar os serviços pelos próximos seis meses.

O contrato, publicado nesta terça-feira pela autoridade portuária, prevê investimento de R$ 44.784.168,97 para a retomada imediata das atividades de manutenção da profundidade do canal portuário, essencial para garantir a segurança da navegação e a continuidade das operações logísticas na região.

Perda de profundidade preocupa operações portuárias

Durante o período sem dragagem, o canal do rio Itajaí-Açu apresentou redução de profundidade. Levantamento técnico realizado no fim de fevereiro apontou perda de 1,2 metro na bacia de evolução e cerca de 0,5 metro no canal interno, níveis abaixo das cotas mínimas operacionais.

A diminuição do calado compromete a segurança da navegação de navios de grande porte e pode afetar a eficiência das atividades portuárias nos terminais de Itajaí e Navegantes, dois importantes polos logísticos do Sul do país.

Atualmente, a homologação das Menores Profundidades Observadas (MPO) permanece válida até 22 de março, conforme determinação da delegacia da Capitania dos Portos em Itajaí. A expectativa é que a retomada da dragagem do canal portuário restabeleça as cotas mínimas de operação, estimadas entre 14 metros no canal externo e 13,5 metros no canal interno, incluindo bacias de evolução e berços de atracação.

Dragas serão mobilizadas imediatamente

Para executar o serviço, o consórcio contratado deverá mobilizar de forma imediata a draga TSHD Han Jun 6009, embarcação do tipo hopper utilizada para sucção e transporte de sedimentos. O equipamento possui capacidade de armazenamento de 6.500 metros cúbicos.

Outra embarcação, a TSHD Hang Jun 4019, com capacidade de 4.200 metros cúbicos, poderá ser deslocada para a operação em até dez dias. Ambas as dragas partirão do Rio de Janeiro.

Além desses equipamentos, a empresa disponibilizou a draga Amazone, com capacidade de 2.771 metros cúbicos, atualmente empregada nas obras de alargamento da praia de Piçarras, projeto que já alcançou cerca de 70% de execução.

Licitação busca garantir manutenção por período maior

Mesmo com a contratação emergencial concluída, a Codeba mantém em andamento uma licitação para manutenção da dragagem por um período de um ano. O objetivo é assegurar a continuidade dos serviços até que seja definida a concessão do canal portuário pelo governo federal, garantindo estabilidade operacional ao complexo portuário da região.

FONTE: Diarinho
TEXTO: Redação
IMAGEM: Arquivo/João Batista

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Portos

Portonave amplia conexões internacionais com a nova linha ZIM Gulf Toucan

Nova linha fortalece a logística entre o Sul do Brasil e o Caribe
A Portonave, terminal portuário privado localizado em Navegantes (SC), anunciou a expansão de seu portfólio de serviços com a inclusão da linha ZIM Gulf Toucan (ZGT). A operação, conduzida pela armadora ZIM Integrated Shipping Services, passa a conectar a costa leste da América do Sul a relevantes polos logísticos do Caribe, da costa leste dos Estados Unidos e do Golfo do México.

Frequência semanal e ampla cobertura de portos internacionais
De acordo com a empresa, o novo serviço contará com frequência semanal e será operado por oito navios. As escalas abrangem portos do Brasil, Argentina e Uruguai, além de terminais estratégicos na Jamaica, Colômbia, México e Estados Unidos, ampliando as alternativas de transporte marítimo para exportadores e importadores da região Sul.

Perfil das cargas e modelo operacional da ZGT
A expectativa é que a ZIM Gulf Toucan movimente, principalmente, cargas como madeira e derivados, papel e celulose, maquinários, metais comuns, produtos químicos, além de carnes congeladas e alimentos em geral.
A operação ocorre no formato Vessel Sharing Agreement (VSA), modelo em que diferentes armadores compartilham os mesmos navios. Nesse arranjo, a ZIM lidera o serviço, enquanto a Ocean Network Express (ONE) adquire espaços nas embarcações.

Portonave consolida posição entre os principais terminais do país
Fundada em 2007 como o primeiro terminal portuário privado do Brasil, a Portonave alcançou, em 2025, a quarta colocação no ranking nacional de movimentação de contêineres cheios em longo curso, com 9% de participação no volume total do país.
No âmbito institucional, o terminal também recebeu o Selo Diamante de Sustentabilidade, concedido pelo Ministério de Portos e Aeroportos, e foi reconhecido como uma das melhores empresas de grande porte para se trabalhar em Santa Catarina.

FONTE: Jornal Portuário
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Jornal Portuário

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