Exportação

Exportação de DDGS cresce e Sinop envia 45 mil toneladas para a Turquia

Um carregamento de 45 mil toneladas de DDGS (Grãos Secos de Destilaria com Solúveis) saiu de Sinop, no médio-norte de Mato Grosso, com destino ao mercado da Turquia. A operação foi conduzida pela Inpasa e reforça uma rota comercial considerada estratégica, que já acumulou cerca de 600 mil toneladas exportadas para o país desde 2023.

Atualmente, a Turquia ocupa a posição de segundo maior comprador global do insumo produzido pela companhia, ficando atrás apenas do Vietnã.

Corredor logístico do Arco Norte ganha protagonismo

O transporte da carga utilizou o Arco Norte, alternativa logística que vem ganhando espaço no escoamento da produção do Centro-Oeste. O trajeto começou por rodovia até o terminal de Miritituba, em Itaituba (PA). Em seguida, o produto seguiu por barcaças pelo rio Tapajós até Santarém, onde foi embarcado no navio Ionic para a viagem internacional.

Esse modelo logístico reduz a dependência dos portos das regiões Sul e Sudeste, ampliando a eficiência no transporte de grandes volumes.

Demanda externa impulsiona embarques

A exportação ocorre em meio ao avanço da procura internacional por coprodutos do milho, especialmente na nutrição animal. Recentemente, a empresa também realizou o envio de 62 mil toneladas do produto para a China, indicando uma tendência de crescimento nas vendas externas.

Qualidade do DDGS amplia mercado

O DDGS é um concentrado proteico obtido durante a produção de etanol de milho e tem conquistado espaço em mercados exigentes. O produto exportado apresenta, no mínimo, 32% de proteína bruta, além de não conter antibióticos e passar por rigoroso controle de micotoxinas.

Essas características permitem sua utilização em diferentes cadeias produtivas, como avicultura, suinocultura, aquicultura e também na bovinocultura de corte e leite.

Estratégia fortalece competitividade

Segundo a empresa, a operação evidencia a capacidade de atuação em múltiplas rotas logísticas e reforça a confiabilidade no atendimento ao mercado externo. A combinação entre qualidade do produto, regularidade nas entregas e flexibilidade logística tem sido determinante para ampliar a presença internacional.

FONTE: Canal Rural Mato Grosso
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação/Inpasa

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Agronegócio

Brasil envia primeira carga de DDG para a China e amplia exportações do coproduto de milho

O Brasil dará um passo relevante no comércio agroindustrial com o envio da primeira carga de DDG para a China. O embarque está programado para o próximo domingo, 8 de fevereiro, e será realizado pela Inpasa, com um volume de 62,5 mil toneladas saindo pelo porto de Imbituba, em Santa Catarina.

O DDG (Dried Distilled Grain) é um coproduto do processamento do milho para produção de etanol e tem ampla aplicação na nutrição animal.

Operação integra primeiras vendas após abertura do mercado
A remessa faz parte do primeiro lote destinado ao mercado chinês, que soma aproximadamente 65 mil toneladas. A operação ocorre após a abertura formal do mercado da China ao DDG brasileiro, autorizada em maio do ano passado, período em que ainda não haviam sido registrados embarques efetivos.

China deve liderar compras do produto em 2025
A expectativa da Inpasa é que a China represente até 50% das compras do DDG brasileiro ao longo deste ano. A projeção indica exportações totais próximas de 1,5 milhão de toneladas em 2025.

Além disso, a empresa já possui contratos firmados para mais de 250 mil toneladas de DDGS — versão do DDG com solúveis — com entregas previstas para 2026, reforçando a consolidação do produto no mercado asiático.

Exportações crescem e novos mercados entram no radar
Em 2024, a Inpasa exportou cerca de 800 mil toneladas de DDG e DDGS para países como Espanha, Turquia, Vietnã, Indonésia e Arábia Saudita. Para este ano, a estratégia prevê a expansão das vendas internacionais, com foco na diversificação de destinos.

Uso do DDGS avança no mercado interno
No mercado brasileiro, o DDGS produzido pela companhia é destinado principalmente à pecuária de corte em confinamento, à produção leiteira e à suinocultura. O produto vem ganhando espaço na formulação de rações, impulsionado pelo seu valor nutricional e competitividade.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Inpasa

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