Comércio Exterior, Importação, Informação

NAC Lança crédito exclusivo para cargas LCL na importação 

A NAC acaba de lançar uma solução inovadora para quem importa produtos via carga LCL (Less than Container Load) / Fracionada – uma modalidade que representa boa parte dos importadores brasileiros. Agora, é possível obter crédito na importação de carga LCL, tendo a própria carga como garantia, algo inédito no Comércio Exterior Brasileiro, e que promete destravar o crescimento de empresas que importam através dessa modalidade. 

“O primeiro ponto é entender a necessidade do importador. Quando ele importa de países como China, por exemplo, o primeiro desafio é que ele precisa pagar antecipado (…) Quando chega no Brasil, você vai precisar pagar impostos, que geralmente representam 50% do valor da mercadoria, pagar o frete marítimo, frete terrestre, levar para o seu armazém, produzir, vender, e depois de vender, geralmente, você precisa dar prazo para o cliente final ou prazo para plataformas de marketplace. Então estamos falando de um fluxo de caixa entre o pagamento inicial à venda das mercadorias que pode chegar a seis meses (180 dias), o que é desafiador”, explica Tiago Quaresma, Head Comercial da NAC.  

Solução exclusiva para importador de carga LCL 

A nova linha de crédito da NAC foi desenhada para resolver um dos maiores gargalos do comércio exterior: o tempo entre o pagamento antecipado e o retorno financeiro da operação. Em muitos casos, esse intervalo pode ultrapassar seis meses (180 dias), o que compromete o capital de giro e dificulta a escalabilidade das operações de importação. “Imagina aquele importador que precisa fazer uma operação mensal. É um fluxo de caixa muito apertado”, reforça Quaresma.  

O diferencial da NAC está em oferecer crédito tendo a carga como garantia, inclusive para cargas LCL / fracionada, sem exigir garantias tradicionais como imóveis ou aplicações financeiras — algo praticamente inexistente entre os bancos tradicionais. 

Além disso, a linha tem vantagens exclusivas: 

• Crédito em reais, evitando exposição cambial; 

• Isento de IOF, o que reduz o custo da operação; 

• Não compromete o limite de crédito do cliente nos bancos convencionais; 

• Não interfere no operacional da importação: o cliente mantém o mesmo fornecedor, o mesmo BL, os mesmos prazos. 

• Prazo de 6 meses (180 dias) 

Oportunidade para pequenos e médios importadores 

Essa solução atende diretamente os pequenos e médios empresários que importam em menor volume, mas enfrentam os mesmos desafios de quem importa por full conteiner. Por isso, o lançamento é visto como um divisor de águas no acesso ao crédito para o comércio exterior brasileiro. “Geralmente, esses importadores não têm muitas linhas de crédito, por quê? Porque são cargas fracionadas (…). Quando a gente fala da importação LCL, isso é uma novidade muito grande no mercado,” enfatiza Quaresma. 

NAC: especialista em crédito para comércio exterior 

Fundada por Gilliard Silva, conhecido como Gillis, a NAC nasceu com um DNA forte voltado ao comércio exterior e o propósito de quebrar barreiras no acesso ao crédito para importadores e exportadores brasileiros. Com mais de 20 anos de experiência no setor, Gillis identificou uma falha estrutural: o comércio exterior precisava de mais inovação e soluções financeiras alinhadas à sua complexidade operacional. 

Com um histórico consolidado em crédito para operações de full container, a NAC agora se torna referência também para quem atua com LCL, democratizando o acesso a soluções viáveis para empresas de todos os portes. Tudo isso com foco em liquidez, previsibilidade e crescimento sustentável, sem as amarras das exigências dos modelos tradicionais, sendo a primeira instituição a falar a mesma linguagem dos importadores e entender realmente os desafios do comercio exterior.  


Saiba mais no site: https://nacdigital.com.br/  

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Exportação, Inovação, Logística, Negócios

Resultados da Missão de SC à Ásia incluem acordos para exportações, inovação e mobilidade logística

A missão oficial do Governo de Santa Catarina ao Japão e à China, realizada de 12 a 25 de junho, efetivou o Estado como protagonista em relações econômicas com o mercado asiático. Liderada pelo governador Jorginho Mello, a comitiva catarinense cumpriu uma agenda de alto nível com empresas, governos, instituições de pesquisa e organismos de cooperação internacional, com avanços concretos em frentes como exportações, infraestrutura logística, inovação tecnológica e mobilidade aérea. A missão foi organizada pela Secretaria Executiva de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos.

“A cada missão internacional dessas eu tenho mais certeza. O mundo inteiro quer comprar de Santa Catarina. Em todas as nossas visitas que fizemos, tanto em instituições públicas como privadas, ouvimos elogios sobre o que é produzido pelas empresas catarinenses. Tanto do nosso agronegócio, a carne catarinense consumida pelos japoneses e pelos chineses, como sobre a nossa indústria, pelos componentes que acabam integrando produtos de alta tecnologia feitos nesses países. Tenho certeza que podemos esperar mais exportações e mais investimentos em um futuro próximo”, afirmou o governador Jorginho Mello.

Agendas com efeito imediato 

Entre os resultados imediatos da missão, destacam-se a assinatura de uma carta de intenções com o governo japonês para ampliar a exportação de grãos e desenvolver rotas logísticas estratégicas a partir do Porto de São Francisco do Sul; um protocolo com a Marubeni Corporation para investimentos em infraestrutura portuária; e o avanço nas negociações para a abertura do mercado japonês à carne bovina catarinense, que hoje já exporta suínos e aves ao país.

Durante o SC Day, realizado na Embaixada do Brasil em Tóquio, o potencial econômico catarinense foi apresentado a gigantes como Mitsubishi, Mitsui, Sumitomo, Itochu, Marubeni, Seara Japan, BRF Japan, Nippon Ham, JERA e Yokorei. Foram discutidas oportunidades em áreas como proteína animal, energia, agroindústria, inovação e logística.

Aviação regional, ferrovias e datacenter para IA na pauta do governador 

Na China, o governador Jorginho Mello tratou da instalação de uma linha de montagem de aviões em SC, em parceria com uma das maiores fabricantes do país, em Harbin, além das visitas da delegação catarinense à CRRC e à CCCC, focadas no fortalecimento do plano ferroviário catarinense. Também foram iniciadas tratativas com a Power China para implantação de um grande data center em Lages, voltado à capacidade de atuação do estado no desenvolvimento da inteligência artificial (IA). 

Em Pequim, Jorginho Mello visitou a Nidec Global Appliance (ex-Embraco), que apresentou sua planta industrial. Na ocasião, a Invest SC iniciou tratativas para a instalação de fábrica em Joinville, de fornecedores interessados da cadeia da Nidec, ampliando a indústria de componentes.

O governador aproveitou a reunião com o vice-ministro da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC), Zhao Zenglian, para reforçar o pedido de retomada das exportações de carne de frango de Santa Catarina ao mercado chinês, que enfrenta suspensão temporária desde a confirmação de um foco isolado de gripe aviária no Rio Grande do Sul.

Jorginho Mello destacou que Santa Catarina jamais registrou casos da doença em granjas comerciais, graças ao rigor do seu controle sanitário e apresentou os protocolos de biossegurança e o isolamento preventivo estabelecido entre SC e o RS. O governador convidou oficialmente as autoridades chinesas a visitarem o estado para conhecer de perto o sistema sanitário local. A comitiva chinesa respondeu positivamente.

Parcerias renovadas em agro, aquicultura e contenção de cheias

A missão à Ásia também incluiu a renovação do acordo de irmandade com a província japonesa de Aomori, firmado originalmente em 1980, e encontros com a JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão) para atualização de projetos de contenção de cheias no Vale do Itajaí.

“Santa Catarina mostrou ao Japão e à China que é um Estado confiável, inovador e com vocação internacional. Cumprimos nossa missão com resultados concretos e caminhos abertos para novos investimentos e exportações. A liderança do governador Jorginho Mello foi decisiva para o sucesso de cada agenda”, destaca o secretário de Articulação Internacional e Projetos Estratégicos, Paulo Bornhausen.

A delegação oficial incluiu os secretários estaduais Kennedy Nunes (Casa Civil), Carlos Chiodini (Agricultura e Pecuária), Edgard Usuy (Ciência, Tecnologia e Inovação), Mário Hildebrandt (Proteção e Defesa Civil), Bruno Oliveira (Comunicação), Beto Martins (Portos, Aeroportos e Ferrovias) e Danieli Porporatti (Gabinete do Governador); além dos presidentes Celles Regina de Mattos (CIDASC) e Renato Lacerda (InvestSC).

Também fizeram parte da missão os prefeitos Adriano Silva (Joinville) e Egídio Ferrari (Blumenau), o senador Jorge Seif, os presidentes Hélio Dagnoni (Fecomércio SC), Ariel Verdi (AFEIESC), Diego Brites Ramos (ACATE), além de representantes da Portonave, Porto de Itapoá e do setor produtivo catarinense.

:: Resumo dos principais Resultados da Missão Ásia realizada pelo Governo de SC

Exportações
Carta de Intenções com o Japão para exportações de grãos via Porto de São Francisco do Sul

Agroindústria
Reforço nas negociações para abertura do mercado japonês à carne bovina catarinense

Carne de frango
Reunião com GACC (China) e pedido formal de retomada das exportações de frango; SC apresentou protocolos sanitários e convidou missão técnica chinesa ao Estado

Infraestrutura portuária
Protocolo de investimentos com Marubeni Corporation para modernização portuária

Tecnologia e IA
Tratativas com Power China para instalação de data center em Lages

Indústria de componentes
Início das tratativas para a instalação de outros fabricantes da cadeia de fornecedores da Nidec Global Appliance, em Joinville

Aviação regional
Avanço em negociação para instalação de linha de montagem de aviões para voos regionais em SC

Logística ferroviária
Diálogos com CRRC e CCCC para fornecimento de trens e parceria em ferrovias

Relações bilaterais
Renovação do acordo de irmandade com a Província de Aomori, Japão

Cooperação internacional
Reunião com JICA para retomada de projetos de contenção de cheias no Vale do Itajaí

Diplomacia econômica
Realização do SC Day com 11 conglomerados asiáticos e abertura para novos negócios

Fonte: Agência de Notícias SECOM

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Negócios, Tecnologia

Eve, da Embraer, anuncia acordo de R$ 1,3 bilhão por carros voadores

Negócio prevê o fornecimento de até 50 eVTOLs para a Revo; companhia projeta mais de 30 mil aeronaves circulando no mundo até 2045

A Eve Air Mobility, companhia subsidiária da Embraer, anunciou neste domingo (15) um acordo vinculativo com a Revo, operadora brasileira de mobilidade urbana aérea, e sua controladora, a Omni Helicopters International, pela compra de até 50 eVTOLs (aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical, também conhecidas como carros voadores) no valor de R$ 1,39 bilhão.

Segundo a Eve, a parceria representa uma transição da fase de desenvolvimento da tecnologia do eVTOL para a execução do modal, consolidando a companhia na liderança global do mercado de mobilidade aérea urbana da próxima geração.

“Ao avançarmos do conceito para a implementação, estamos não apenas impulsionando nosso plano comercial, mas também contribuindo para a construção de um ecossistema robusto e sustentável de mobilidade aérea urbana, estabelecendo um novo padrão global para a adoção dos eVTOLs”, disse em nota Johann Bordais, CEO da Eve.

A primeira entrega das aeronaves está prevista para o quarto trimestre de 2027. Atualmente, a Revo opera com mobilidade porta a porta, integrando serviços de carro e bagagem a voos de helicóptero em regiões do Sudeste do país, principalmente conectando a zona sul de São Paulo ao aeroporto de Guarulhos.

“Essas aeronaves serão fundamentais para viabilizar nosso projeto de transformar a mobilidade oferecida pela Revo, proporcionando uma solução segura, sustentável e escalável, capaz de conectar as pessoas e elevar o padrão de conveniência para nossos clientes”, afirmou João Welsh, CEO da Revo.

PERSPECTIVAS DE MERCADO

A Eve também publicou neste domingo um estudo com projeções para os próximos 20 anos da mobilidade aérea urbana no mundo, cuja frota estimada de eVTOLs em operação deve chegar a 30 mil até 2045.

Pelas estimativas da subsidiária da Embraer, com esse número de frota mais de 3 bilhões de passageiros poderão ser atendidos regularmente e a receita potencial será de US$ 280 bilhões.

A aposta da companhia é no crescente caos do trânsito nas grandes capitais, cuja fragilidade abre espaço para oferecer serviços complementares de mobilidade, como táxi aéreo, fretamento e voos turísticos, por exemplo.

Com a expansão populacional nas grandes cidades, a Eve projeta um crescimento significativo em países asiáticos, principalmente megacidades densas e com classe média em ascensão.

Para a Eve, a América do Norte demonstra potencial por investir no setor e por manter um ecossistema de aviação já consolidado. É diferente da Europa, onde os desafios regulatórios são mais burocráticos, e a previsão é que o mercado de eVTOLs cresça mais lentamente.

“A América Latina apresenta oportunidades com eVTOLs voltados para urbanização e energia renovável. Embora menor, o Oriente Médio é um dos primeiros a adotar o mercado, com foco em inovação e transporte sustentável. O mercado africano é impulsionado pela oportunidade de superar os desafios de infraestrutura decorrentes do alto crescimento populacional urbano e aprimorar a experiência turística”, afirmou a companhia em nota.

Fonte: Folha de São Paulo

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Tecnologia

Comitiva da Alesc discute instalação de fábrica de carros elétricos em SC

Missão formada por quatro deputados estaduais visitou fábrica chinesa que pretende investir na produção de eletrificados no Brasil

Deputados buscam atrair montadora para Santa Catarina
Trazer para Santa Catarina uma fábrica da JMEV, empresa especializada na fabricação de carros elétricos compactos e médios. Esse foi o objetivo da conversa entre executivos da empresa e uma comitiva de deputados estaduais, que ocorreu nesta segunda-feira (16), na cidade de Nanchang, capital da província de Jiangxi, na China.


A comitiva é formada pelos deputados Fernando Krelling (MDB), Mauro De Nadal (MDB), Fabiano da Luz (PT) e Rodrigo Minotto (PDT). Na ocasião, eles apresentaram aos executivos asiáticos as potencialidades da economia catarinense, principalmente em áreas como tecnologia, metal-mecânica e o número de startups — o que, segundo os brasileiros, vai ao encontro da proposta da JMEV, que é a expansão de veículos elétricos.

Sustentabilidade e desenvolvimento econômico
É consenso entre os parlamentares que a instalação de uma unidade da montadora em solo catarinense proporcionaria vantagens para o estado muito além do desenvolvimento econômico.

O vice-presidente da Alesc, deputado Fernando Krelling, destacou a importância para a preservação ambiental. “Imagine só a possibilidade de estar aqui conversando com eles e a possibilidade de levarmos uma empresa de carros elétricos focada na sustentabilidade. É muito importante para o estado de Santa Catarina. O estado vai se desenvolver cada vez mais, de forma sustentável. Carro elétrico não é apenas uma tendência de mercado, mas sim um planejamento de médio e longo prazo para a sustentabilidade do nosso estado.”

Potencial industrial de Santa Catarina
“Nossa primeira visita aqui na China foi muito positiva. Estivemos com executivos da JMEV, conhecemos toda a cadeia produtiva de veículos elétricos e fizemos um convite para que a empresa se estabeleça em Santa Catarina. Mostramos toda a nossa potencialidade, tudo que Santa Catarina pode oferecer para que essa empresa possa se instalar e produzir veículos elétricos em solo catarinense”, acrescentou De Nadal.

“A cada dia, uma oportunidade de poder estar aqui na China conhecendo novos negócios. A JMEV é uma empresa automobilística que tem a vontade de expandir os seus negócios para o Brasil, especialmente para Santa Catarina. Por isso estamos aqui, buscando alternativas, construindo pontes e buscando bons resultados para o nosso estado”, acrescentou Minotto.

Veículos mais acessíveis
Já Fabiano da Luz apontou a acessibilidade de alguns modelos produzidos pela marca. “Aqui, eles produzem um modelo de veículo que pode chegar ao Brasil ou ser fabricado no Brasil a um preço um pouco acima dos R$ 50 mil. Então, é um carro acessível, principalmente para aquela população de baixa renda que há muito tempo não consegue comprar um carro novo e está sempre comprando carro usado.”

No último mês, representantes da empresa estiveram em Santa Catarina justamente para discutir a possibilidade de instalar uma fábrica no estado. Atualmente, 45% da frota chinesa já é composta por carros elétricos.

Sobre a JMEV
Com sede em Nanchang, a JMEV foi fundada em 2015 e produz, em média, 100 mil carros elétricos por ano.

Recentemente, a empresa anunciou que produzirá no Brasil, em parceria com a E-Motors, um carro elétrico manual (JMEV EV3), com foco na formação de condutores de autoescola. O preço deve ficar em torno de R$ 100 mil.

Próximo compromisso
A próxima agenda do grupo será na cidade de Taiyuan, capital da província de Shanxi. No local, a comitiva será recebida por empresários e parlamentares locais, na sede do Legislativo estadual. A proposta é discutir negócios com Santa Catarina, além de retribuir uma visita feita por representantes da província à Assembleia Legislativa, ocorrida em julho de 2024.

Fonte: Agência AL

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Exportação, Marketing, Notícias, Sustentabilidade

Ciser fortalece presença global e é premiada como marca mais lembrada no setor de fixadores pelo 16º ano seguido 

Com operações em cinco unidades distribuídas entre o Brasil, China e Peru, a Ciser vem consolidando sua presença no cenário internacional como uma das principais exportadoras brasileiras no setor industrial. A empresa, que completa 65 anos de trajetória em 2024, leva soluções de fixação para mais de 25 países, com destaque para setores estratégicos como construção civil, agronegócio, automotivo, energia e metalomecânico. 

A internacionalização da marca tem ganhado força com a participação em grandes eventos globais, como a feira realizada recentemente na China, onde a empresa apresentou novidades tecnológicas e soluções inovadoras para o mercado mundial de fixadores. O movimento reforça o posicionamento da Ciser como referência em inovação e qualidade no fornecimento de fixadores para os mais diversos segmentos. 

Além de sua atuação crescente no exterior, a empresa também mantém o título de maior da Américas Latina, no segmento. Em 2025, a Ciser foi eleita, pela 16ª vez consecutiva, a marca mais lembrada do setor no Prêmio Top of Mind, promovido pelo Grupo Revenda. A premiação foi baseada em entrevistas com revendedores de todo o país, e a empresa conquistou o primeiro lugar nas categorias de fixadores e buchas para fixação. 

A cerimônia aconteceu no último dia 5 de junho, em São Paulo, e contou com a presença de representantes da empresa, entre eles o gerente de vendas Roberto Carlos Estevão e o supervisor de vendas Rodrigo Haruo Sato. “Estar no topo por 16 anos seguidos mostra que estamos no caminho certo, mantendo nosso compromisso com a excelência, inovação e qualidade. Esse reconhecimento vem dos nossos clientes e parceiros, e é para eles que trabalhamos todos os dias”, destacou Bruno Inácio da Maia, gerente de marketing da Ciser. 

Com mais de 27 mil itens em seu portfólio, distribuídos em 500 linhas de produtos, a Ciser é a maior fabricante de fixadores da América Latina. A empresa conta com mais de 2 mil colaboradores e unidades em Joinville (SC), Araquari (SC), Sarzedo (MG), além de suas operações internacionais no Peru e na China. 

Premiada também pelo Valor Inovação, a empresa é considerada uma das mais inovadoras do país, investindo constantemente em pesquisa, tecnologia e soluções que entregam desempenho, segurança e durabilidade. 

A história da Ciser é marcada pela solidez, pelo olhar voltado à sustentabilidade e pelo impacto positivo nas comunidades onde atua. Ao conquistar novos mercados e reforçar sua posição como líder no Brasil, a empresa mostra que sua trajetória é guiada por resultados, inovação e compromisso com o futuro. 

(Fonte: Diretoria de Marketing) 

Fontes complementares: 

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Logística, Tecnologia

Terminal futurista em NY pode redefinir transporte urbano no mundo

A Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey deu início à construção de um novo terminal de ônibus no centro de Manhattan, um projeto que visa modernizar um dos hubs de trânsito mais antigos e movimentados da cidade. Com um investimento estimado em US$ 10 bilhões, a nova instalação substituirá o terminal atual, que já tem 74 anos e enfrenta dificuldades para atender à demanda diária de 200.000 passageiros.

O novo terminal promete acomodar até 1.000 ônibus por hora, superando a capacidade atual de 600. Além disso, a infraestrutura será adaptada para suportar ônibus modernos, incluindo aqueles que necessitam de estações de carregamento elétrico. O projeto, que deve ser concluído em 2032, começa com a construção de um deck sobre a Avenida Dyer, que servirá como uma estrada temporária e levará a uma instalação provisória de ônibus.

Quais são os principais desafios da construção?

O diretor executivo da Autoridade Portuária, Rick Cotton, alertou que os moradores de Midtown devem se preparar para anos de interrupções devido à construção. Ele destacou que, embora o processo cause transtornos, o resultado final será benéfico para a cidade. A nova instalação é vista como uma solução para o terminal atual, que é frequentemente criticado por sua infraestrutura inadequada e condições precárias.

Como o novo terminal vai beneficiar Nova York?

O novo terminal de ônibus trará uma série de melhorias para a cidade de Nova York. Entre as principais mudanças estão:

  • Maior capacidade de acomodação de ônibus e passageiros.
  • Infraestrutura moderna com grandes janelas de vidro e um átrio para luz natural.
  • Espaço público de 3,5 acres sobre a Avenida Dyer.
  • Entrada principal localizada na West 41st Street, entre a oitava e nona avenidas.

A governadora Kathy Hochul enfatizou a importância do projeto para a imagem da cidade, afirmando que a nova estação será uma primeira impressão positiva para muitos visitantes.

Como será pago o novo terminal de ônibus?
O financiamento do projeto ainda não está totalmente garantido. Até o momento, a Autoridade Portuária assegurou um empréstimo federal de US$ 2 bilhões e comprometeu US$ 3 bilhões de seu próprio orçamento. No entanto, ainda há um déficit de US$ 2 bilhões, que as autoridades esperam cobrir com taxas de novos arranha-céus planejados para a área ao redor do terminal.

Com a construção em andamento, a expectativa é que o novo terminal de ônibus transforme significativamente a experiência de transporte em Nova York, oferecendo uma infraestrutura moderna e eficiente para os passageiros e contribuindo para a revitalização da área de Midtown.

Fonte: Terra Brasil

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Inovação, Negócios

Neogrid anuncia Nicolás Simone como novo CEO e promove Augusto Vilela a CFO

A Neogrid, empresa fundada em Joinville (SC) e referência em soluções para gestão da cadeia de consumo, anunciou mudanças na sua liderança. Nicolás Simone, que desde 2024 ocupava o cargo de Chief Product and Technology Officer (CPTO), assume como CEO. Augusto Vilela, até então head de Relações com Investidores e Tesouraria, foi promovido a CFO. Ambos assumem os cargos a partir desta semana.

A mudança marca o encerramento de um ciclo iniciado sob a gestão de Jean Carlo Klaumann (CEO) e Aury Ronan Francisco (CFO), que permanecem na companhia até 30 de junho para conduzir a transição. Segundo comunicado da empresa, o período foi marcado pela reorganização estratégica, integração de negócios e fortalecimento do desenvolvimento de tecnologia própria.

“A chegada de Nicolás Simone e Augusto Vilela representa mais um passo na evolução da Neogrid. É um ciclo que começa focado em execução, crescimento sustentável e geração de valor no longo prazo”, afirma Miguel Abuhab, fundador e presidente do Conselho de Administração da companhia.

Engenheiro com carreira em empresas como McDonald’s, Petrobras, Grupo Boticário, Itaú Unibanco e AB InBev, Simone acumula experiência em transformação digital, inovação, inteligência artificial e segurança da informação. Ele substitui Jean Carlo Klaumann, que esteve à frente da empresa durante os últimos anos.

“Assumo esse desafio com o compromisso de dar continuidade à estratégia da companhia. A Neogrid construiu uma base robusta de tecnologia, portfólio e posicionamento, o que nos permite seguir avançando com foco em eficiência, excelência e no cliente”, afirma Nicolás Simone.

O novo CFO, Augusto Vilela, é formado em Administração pela UFMG, com mestrado em Economia e Finanças pela EESP-FGV. Com 15 anos de experiência, tem passagens por Itaú Unibanco, Hotmart e Semantix, além de já atuar nas áreas de finanças e relações com investidores da Neogrid. “É uma honra assumir essa responsabilidade e seguir contribuindo para o fortalecimento da companhia, mantendo a disciplina financeira e a transparência com nossos stakeholders”, afirma.

A mudança ocorre em um momento de execução do planejamento estratégico que a Neogrid revisou em 2023. A companhia, que realizou investimentos relevantes em tecnologia no último ano, inaugura agora uma nova fase, com foco em eficiência operacional e expansão de seus negócios.

Fonte: SC Inova

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Inovação, Internacional

Ciser apresenta inovações em evento na China

Indústria de Joinville montou estande na Shanghai Fastener Show 2025, que recebeu 42 mil visitantes

Buscando ampliação no mercado internacional, a Ciser, de Joinville, montou estande na Shanghai Fastener Show 2025, na China. A empresa apresentou suas principais linhas para os segmentos de agroindústria, construção civil, construção a seco, automotivo, eletrônicos e aplicações diversas.

O grande diferencial da participação deste ano esteve na linha de produtos com revestimento exclusivo NANO, que oferecem maior durabilidade, resistência à corrosão e desempenho técnico superior — ideais para condições operacionais desafiadoras.

“A Shanghai Fastener Show é uma vitrine global para a indústria de fixadores. Esta ação reforça a estratégia da Ciser de ampliar sua presença nos mercados asiático e internacional, levando a nossa qualidade para um público global”, afirma Regis Barcellos Jacobsen, gerente de Negócios Internacionais da Ciser.

Com mais de 40 mil metros quadrados de exposição, a edição de 2025 da feira reuniu aproximadamente 42 mil visitantes profissionais e grandes atores da cadeia de fixadores entre 22 e 24 de maio, oferecendo oportunidades de networking, negócios e atualização tecnológica.

Sobre a Ciser

Fundada em 1959, a Ciser conta hoje com mais de 2 mil colaboradores em suas unidades localizadas em Joinville e Araquari (SC), Sarzedo (MG), no Peru e na China. A empresa exporta para 25 países, e seus produtos são utilizados nos setores de agronegócio, automotivo, energia, indústria moveleira, metalomecânico, construção civil, linhas branca e marrom, linha amarela, eletrônica e varejo da construção civil.

Fonte: FIESC

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Inovação, Internacional, Tecnologia

INOVADOR: China revela laser ‘espião’ capaz de ler texto menor que grão de arroz

Cientistas chineses desenvolveram uma tecnologia inovadora que permite ler textos minúsculos, menores que um grão de arroz, a uma distância de 1,36 km. O sistema, baseado em laser e interferometria de intensidade, foi descrito em um estudo publicado no periódico Physical Review Letters no início deste mês.

Diferentemente de telescópios e binóculos convencionais, que a 1,36 km só conseguem identificar formas com cerca de 42 mm, o novo sistema é capaz de detectar detalhes milimétricos, como letras de apenas 3 mm. Isso corresponde a uma resolução 14 vezes superior ao limite de um telescópio comum, segundo os pesquisadores.

Como funciona a tecnologia?

A técnica utilizada, chamada interferometria de intensidade, é inspirada em métodos da astronomia. Em vez de focar diretamente na imagem do objeto, o sistema analisa como a luz de múltiplos feixes de laser infravermelho reflete na superfície do alvo.

Dois pequenos telescópios coletam a luz refletida, e as flutuações de intensidade são comparadas para reconstruir a imagem com alta precisão.

Para superar desafios como a turbulência atmosférica, que distorce a luz em longas distâncias, os cientistas dividiram o laser de 100 miliwatts em oito feixes. Cada feixe percorre um caminho ligeiramente diferente, criando uma iluminação incoerente que facilita a observação de detalhes finos.

Nos testes, alvos de 8 mm com letras impressas foram posicionados a 1,36 km, em outro prédio, e as imagens reconstruídas mostraram resolução suficiente para identificar as letras.

Mas a tecnologia tem limitações. É necessário ter uma linha de visão clara para o objeto, e o alvo deve ser iluminado pelo laser, o que a torna inadequada para vigilância furtiva.

Apesar disso, os pesquisadores argumentam que o sistema tem grande potencial em áreas como arqueologia, para estudar esculturas em penhascos sem a necessidade de escalada, e no monitoramento ambiental, para observar habitats de vida selvagem à distância.

A equipe, liderada por Qiang Zhang, da Universidade de Ciência e Tecnologia da China, planeja aprimorar o controle do laser para facilitar seu direcionamento e incorporar inteligência artificial para reconstruir imagens com maior precisão. Outra aplicação sugerida é a detecção de detritos espaciais, com o laser iluminando objetos em órbita.

Fonte: R7

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Comércio, Inovação

Da air fryer à proteína: Seara planeja próximo salto no consumo de alimentos

João Campos conta como a marca se tornou um motor para o resultado da JBS, com uma estratégia que busca explorar novas demandas do consumidor: serão 150 produtos novos neste ano

Quando a JBS apresentar seus resultados do primeiro trimestre nesta terça-feira (13), um dos destaques será uma marca que se tornou um case de reinvenção ao longo dos últimos anos do ponto de vista de categorias de produtos.

A Seara se aproximou da marca de R$ 50 bilhões em receitas em 2024 – ficou em R$ 47,4 bilhões, depois de crescer 15%.

A marca de alimentos foi a segunda unidade de negócios que mais contribuiu com o Ebitda (métrica de geração de caixa operacional) do grupo no último ano, com R$ 8,4 bilhões (+366%), além de margem Ebitda de 17,7% (que subiu 13,3 pontos percentuais). Ficou atrás só da Pilgrim’s Pride Corporation (PPC), a gigante de frango dos Estados Unidos.

Por trás dos números estão uma estratégia e uma execução que fizeram da Seara uma empresa que tem se notabilizado por lançar novas categorias ao mercado.

Trata-se de uma prática que destoa de uma indústria que, por muitos anos, ficou conhecida pelos mesmos produtos de longa data, como lasanha congelada e embutidos como salame, presunto e peito de peru.

“Acreditamos muito em usar a inovação para desenvolver e crescer o tamanho do mercado como um todo”, disse João Campos, CEO da Seara, em entrevista à Bloomberg Línea, “alinhada com as necessidades dos consumidores”.

Segundo ele, as inovações permeiam “três tendências muito fortes que sobressaem quando pesquisamos os hábitos do consumidor”.

“Uma é a conveniência, a praticidade, que tem a ver com lares menores e a volta ao trabalho presencial. As pessoas querem comidas saborosas e fáceis de preparar”, disse o executivo.

As outras tendências são o aumento da indulgência – leia-se a busca por novas experiências e a sofisticação do paladar – e do snacking time, com o aumento do lanche da tarde ou de outras ocasiões de consumo em detrimento de refeições como almoço e jantar. Esse comportamento cresce 50% mais entre os mais jovens quando comparado com as demais gerações, segundo dados da Kantar.

Serão neste ano mais de 150 produtos e apostas em categorias que buscam pegar carona em novos hábitos dos brasileiros em suas casas, como uma linha de pizza e outra de lasanha desenvolvidas para air fryer, além de outros snacks, como bolovo.

Haverá também coxinhas de frango e camarão empanado para preparação na air fryer, entre outros produtos, como frango oriental.

As proteínas são fornecidas pela própria JBS (JBSS3) dada sua extensa atuação na produção de diferentes tipos de carnes e ovos – estes serão fornecidos, por exemplo, pela Mantiqueira, da qual a empresa acabou de se tornar sócia.

O eletrodoméstico que caiu no gosto do brasileiro nos últimos anos, a tal ponto que se aproxima da penetração do microondas nas casas, tem recebido atenção especial, diante de suas características de praticidade e preservação do sabor.

Outra tendência relevante – a da saudabilidade – também é levada em conta, segundo o CEO da Seara, dado que a air fryer usa o ar quente para a preparação, além da redução de ingredientes como o sódio e o desenvolvimento também de alimentos in natura.

“A air fryer acaba sendo mais versátil na preparação de alimentos do que o microondas, que acaba tendo a função essencialmente de esquentar”, disse o executivo sobre o racional de apostar em novas linhas para o aparelho. Segundo dados da Seara, a penetração se aproxima de 50% dos lares do país.

As inovações são acompanhadas de valor agregado, o que se traduz em preços mais altos que são absorvidos pelo consumidor – e em margens maiores para a empresa. “Quando você, como marca, acerta a solução e o benefício e entrega o que o consumidor quer, ele aceitar pagar mais.”

“Vemos também que o consumidor está muito aberto a experimentar. Dado que o aparelho já está em sua casa, do nosso lado o objetivo é desenvolver novas linhas de produtos que ele possa experimentar preparar”, disse Campos.

O executivo, que comanda a Seara desde 2020, fala com conhecimento de causa dada sua experiência de longa data na indústria de alimentos. Antes da JBS, ele foi o CEO da PepsiCo no Brasil, outra gigante global do setor. E trabalhou mais de duas décadas na Unilever.

A marca também lança uma linha de pratos prontos com maior teor de proteínas, chamada “Panelinha”, de olho na tendência crescente de maior consumo de proteína, que já criou uma indústria de milhões com bebidas à base de leites, por exemplo. Um dos novos produtos dessa linha, com ingredientes naturais, leva patinho (carne) com legumes, arroz e brocólis.

“Nós temos autoridade para falar de proteínas porque essa é a base do nosso negócio”, disse Campos em referência ao fato de que a JBS é a maior empresa do mundo no processamento de proteína animal.

Os novos produtos, que chegam ao varejo nas próximas semanas e meses, serão oficialmente anunciados nesta segunda-feira (12) na Apas Show 2025, em São Paulo, um dos maiores eventos do setor de supermercados do país.

Segundo o executivo, entre os produtos novos que hoje mais vendem estão iscas de frango, pedaços de filé de frango empanado e salsicha. “São produtos que as pessoas não imaginariam que poderiam preparar na air fryer.”

Como parte da estratégia, a Seara também acertou uma parceria inédita com a Netflix (NFLX) – segundo a empresa, não há precedente da gigante do streaming com uma marca de alimentos processados.

A campanha prevê snacks como cubos empanados de frango – chamados de “pipoquinhas de frango” – com o logo da Netflix e de séries como a sul-coreana Round 6, como forma de incentivar o consumo associado.

Até 700 estudos por mês

Segundo o CEO da Seara, faz parte dos objetivos abrir novas categorias de alimentos, que se espera que sejam explorados posteriormente por concorrentes – isso seria um atestado do sucesso da estratégia. Para a empresa, em casos assim, o plano passa por fazer valer o seu nome de produto como sinônimo da categoria, o que acaba sendo um desafio.

A estratégia de explorar novas ocasiões de consumo com base em pesquisas e dados de hábitos tem sido colocada em prática há mais tempo. A Seara recebeu investimentos de R$ 8 bilhões nos últimos cinco anos.

A marca tem acelerado o seu crescimento, como parte de uma mudança de cultura e de estratégia, mais de uma década depois de sua aquisição pela JBS em 2013. Na ocasião, sob gestão da rival Marfrig (MRFG3), tinha receita anualizada na casa de R$ 8 bilhões.

O desenvolvimento e os testes de consumo são realizados em um hub de inovação – chamado internamente de Academia Seara – na sede da JBS em São Paulo. No fim do ano passado, cerca de oitenta profissionais trabalhavam dedicados, entre cientistas e engenheiros de alimentos e chefs de cozinha.

São de 500 a 700 estudos por mês, que envolvem novos sabores, tamanhos das porções vendidas, ingredientes e modos de preparo, entre outros pontos.

Novos alimentos desenvolvidos, por sua vez, são testados em fábricas piloto da Seara, para testes de viabilidade e de adequação ao padrão de produção.

Para o período de Natal e Ano Novo do ano passado, por exemplo, a Seara investiu e colocou no mercado diferentes produtos e tamanhos de peru e outras carnes, com base em pesquisas que atestaram que cada vez mais o formato tradicional de ceia de família cede espaço para outras comemorações, com menos pessoas.

Segundo o CEO da Seara, as novidades “não param por aí”: “temos várias ideias na cabeça, algumas que vamos testar, além de produtos que logo chegam ao mercado e que acreditamos que possam causar grande impacto”.

Fonte: Bloomberg Línea

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