Logística

Fretes China–Brasil seguem pressionados, mas ritmo de alta começa a perder força

As empresas brasileiras que dependem de importações da Ásia, especialmente da China, continuam enfrentando um cenário desafiador no transporte marítimo internacional. Nas últimas seis semanas, o valor do frete para um contêiner de 40 pés na rota China–Brasil saltou de aproximadamente US$ 2.500 para patamares próximos de US$ 8.000, impulsionado principalmente pela forte demanda e gestão ativa dos espaços pelos armadores.

Diante desse cenário, a principal dúvida dos importadores é: os fretes continuarão subindo ou existe expectativa de alívio para o final de junho e julho?

Embora o mercado continue extremamente volátil, alguns indicadores sugerem que a velocidade das altas já não é a mesma observada ao longo do mês de maio. As principais companhias marítimas seguem operando com elevada ocupação e, em muitos casos, com embarcações lotadas semanas antes da partida. No entanto, o volume de novas consultas e reservas começa a apresentar um comportamento mais moderado em comparação aos períodos anteriores.

Segundo Simone Rodrigues, especialista em Pricing da Schryver Logistics, ainda é cedo para afirmar que o mercado iniciou um movimento consistente de queda. “O cenário permanece bastante volátil. Embora a intensidade das altas tenha diminuído em relação às últimas semanas, a evolução dos fretes continuará dependendo principalmente da oferta efetiva de espaço disponível, da ocorrência de omissões de escalas e das estratégias de capacidade adotadas pelos armadores. Neste momento, ainda não existem sinais consistentes que indiquem uma redução imediata dos fretes”, explica.

Outro fator observado pelo mercado é a crescente resistência dos importadores aos níveis atuais de frete. Após sucessivos reajustes, muitas empresas passaram a reavaliar compras, reduzir volumes ou postergar embarques, o que pode contribuir para uma desaceleração da pressão sobre os preços ao longo das próximas semanas.

Apesar disso, a disponibilidade de espaço continua sendo um fator crítico. Em diversas operações, reservas seguem sendo realizadas com três a quatro semanas de antecedência, exigindo maior planejamento por parte dos embarcadores.

O que esperar para as próximas semanas?

A expectativa é que o mercado permaneça pressionado durante a segunda quinzena de junho, ainda sujeito a reajustes pontuais por parte dos armadores. Ao mesmo tempo, começam a surgir alguns sinais de acomodação, incluindo ofertas abaixo dos patamares máximos observados recentemente em determinadas operações. Caso a demanda continue apresentando sinais de moderação e a oferta de espaço melhore gradualmente, aumentam as chances de flexibilização dos preços ao longo do mês de julho.

No entanto, especialistas alertam que qualquer movimento de redução dependerá diretamente do equilíbrio entre oferta e demanda. A entrada de navios adicionais, a redução de omissões de escalas e uma maior disponibilidade de equipamentos podem favorecer um ambiente mais estável. Por outro lado, novas restrições de capacidade poderão manter os fretes em níveis elevados por mais tempo.

Planejamento continua sendo a principal estratégia

Diante da volatilidade atual, a recomendação para os importadores continua sendo o planejamento antecipado dos embarques. Adiar decisões na expectativa de uma queda imediata dos fretes pode resultar em dificuldades para obtenção de espaço, atrasos operacionais e custos adicionais. Em um mercado ainda sujeito a mudanças rápidas, garantir espaço e equipamentos continua sendo tão importante quanto negociar tarifas competitivas.

Por outro lado, para cargas sem urgência e com flexibilidade de prazo, vale acompanhar atentamente o comportamento do mercado nas próximas semanas, pois começam a surgir indícios de que o ciclo de alta está se aproximando do seu limite.

O consenso entre os agentes de mercado é que o movimento de alta ainda não terminou, mas já apresenta sinais de perda de intensidade. A tendência de curto prazo continua sendo de um mercado firme, porém a probabilidade de novas altas expressivas parece menor do que a observada nas últimas seis semanas.

Nesse contexto, planejamento, agilidade na tomada de decisão e acompanhamento constante das condições de mercado permanecem como os principais fatores para reduzir riscos e garantir maior previsibilidade nas operações de importação

TEXTO:  RECONECTA NEWS

IMAGEM: ILUSTRATIVA / MAGNIFIC

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Comércio Exterior

Ano Novo Chinês 2026: o evento que pode travar o comércio exterior de quem não se planejar

Quando o Ano Novo Chinês (Chinese New Year – CNY) começa, não é apenas o calendário que vira. A produção desacelera, os prazos se alongam, os fretes pressionam custos e quem não se antecipou sente o impacto primeiro — e mais forte. No comércio exterior, ignorar esse movimento não é distração: é risco operacional.

Mais do que uma pausa no calendário asiático, o CNY provoca um efeito dominó em toda a cadeia global de suprimentos. Fábricas reduzem ou interrompem atividades, embarques são remanejados, portos operam com restrições e a logística internacional entra em um período de alta pressão.

Para importadores e exportadores que dependem da manufatura asiática, planejar com antecedência deixa de ser uma escolha estratégica e passa a ser um requisito para preservar prazos, margens e competitividade. É por isso que esse período exige atenção redobrada.

Datas-chave do Ano Novo Chinês 2026

  • Início oficial do Ano Novo Chinês (Ano do Cavalo): 17 de fevereiro de 2026
  • Período crítico de paralisação industrial: entre 15 e 23 de fevereiro de 2026
  • Retomada gradual das operações: a partir do fim de fevereiro
  • Normalização mais ampla da produção: estimada apenas para meados de março de 2026

Embora o feriado oficial dure cerca de uma semana, os impactos logísticos se estendem por mais de um mês, afetando diretamente o primeiro trimestre do ano.

O que é o Ano Novo Chinês e por que ele é tão relevante?

O Ano Novo Chinês, também chamado de Festival da Primavera, é a celebração mais importante do calendário cultural da China. Diferentemente do calendário gregoriano, ele segue o calendário lunissolar, o que faz com que a data varie a cada ano.

Mais do que uma festividade simbólica, o período é marcado por um fenômeno logístico e social de grandes proporções: o Chunyun, considerado a maior migração humana do planeta. Milhões de trabalhadores deixam os grandes centros industriais para retornar às suas cidades natais e celebrar com suas famílias.

Na prática, isso significa:

  • Fechamento quase total das fábricas
  • Redução drástica da mão de obra logística
  • Suspensão de atividades em terminais, armazéns e serviços aduaneiros

Para o comércio exterior, o CNY é um evento estrutural, não pontual.

Qual animal rege 2026?

O ano de 2026 será regido pelo Cavalo, símbolo tradicional de movimento, energia e transformação na astrologia chinesa. No contexto econômico, o período costuma ser associado a ritmo acelerado antes do feriado e retomada gradual depois, exigindo planejamento cuidadoso das operações.

Quando o impacto logístico realmente termina?

Um dos erros mais comuns no planejamento logístico é considerar apenas a semana oficial do feriado. O impacto real do Ano Novo Chinês vai muito além.

Após o encerramento das celebrações, muitas fábricas enfrentam dificuldades para recompor suas equipes, o que torna a retomada produtiva lenta e escalonada. Além disso, o Festival das Lanternas, que em 2026 ocorre em 3 de março, marca simbolicamente o encerramento das festividades.

Na prática, março ainda é um mês de ajustes, com capacidade produtiva e logística abaixo do normal em diversos setores.

Impactos diretos do Ano Novo Chinês na logística global

Os efeitos do CNY sobre o supply chain podem ser divididos em três fases principais:

1. Período pré-CNY: a corrida pelos embarques

Entre janeiro e início de fevereiro, empresas do mundo inteiro tentam antecipar suas cargas antes da paralisação.

Principais impactos:

  • Elevação expressiva dos custos de frete marítimo e aéreo
  • Aplicação de taxas de alta temporada (Peak Season Surcharges)
  • Falta de espaço em navios e aeronaves
  • Escassez de contêineres vazios
  • Aumento do risco de roll-over (cargas que não embarcam conforme programado)
  • Congestionamentos em portos e aeroportos

2. Período de shutdown: a China desacelera

Durante o feriado, a operação logística interna praticamente para.

  • Produção industrial suspensa
  • Transporte rodoviário reduzido
  • Armazéns, terminais e despachos aduaneiros operando com capacidade mínima ou fechados

Mesmo cargas já prontas podem ficar paradas por falta de movimentação local.

3. Pós-CNY: retomada lenta e acúmulo de pedidos

O retorno das atividades ocorre de forma gradual.

  • Produção retomada em fases
  • Acúmulo de pedidos represados antes e durante o feriado
  • Nova pressão sobre fretes e prazos
  • Possíveis atrasos em cadeia no abastecimento global

Como o comércio exterior pode se preparar para 2026?

O planejamento para o Ano Novo Chinês deve começar com meses de antecedência. Esperar o início do ano é, na maioria dos casos, sinônimo de custos mais altos e menor previsibilidade.

Algumas estratégias essenciais incluem:

  • Revisar o forecast de demanda, especialmente para o primeiro trimestre
  • Antecipar pedidos e produção junto aos fornecedores asiáticos
  • Confirmar datas de fechamento de fábricas e prazos de cut-off
  • Garantir bookings com antecedência, reduzindo riscos de falta de espaço
  • Reforçar estoques estratégicos, especialmente de itens críticos
  • Avaliar modais alternativos, quando viáveis

Planejamento estratégico faz a diferença

O Ano Novo Chinês não é um evento inesperado — é uma variável recorrente do comércio global. Empresas que tratam o CNY como parte da gestão de risco logístico conseguem reduzir impactos, preservar margens e manter a fluidez das operações.

Antecipação, informação e parceiros logísticos preparados são os principais aliados para atravessar o CNY 2026 com eficiência e previsibilidade.

No comércio exterior, quem se planeja antes, embarca melhor depois.

Fontes de referência

  • China Briefing (Dezan Shira & Associates) – Análises sobre impactos do Ano Novo Chinês na produção e na logística
  • World Shipping Council – Estudos sobre sazonalidade e capacidade no transporte marítimo global
  • Drewry Shipping Consultants – Relatórios de mercado sobre fretes, congestionamentos e comportamento dos armadores
  • McKinsey & Company – Conteúdos sobre disrupções em cadeias globais de suprimentos
  • Conselho de Estado da República Popular da China – Informações oficiais sobre o calendário do Ano Novo Chinês
  • Freightos Baltic Index (FBX) – Indicadores de variação de frete internacional

TEXTO: Este conteúdo foi desenvolvido com o apoio de inteligência artificial e passou por curadoria, validação técnica e edição final da equipe editorial do ReConecta News.

IMAGENS ILUSTRATIVAS: GERADA POR IA / FREEPIK

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Importação

Início de 2026 exige planejamento das importações diante do Ano Novo Chinês

O início de 2026 tende a ser um período decisivo para a organização das importações brasileiras. Após a desaceleração típica do fim de ano, empresas retomam negociações, ajustam volumes e definem cronogramas de embarque para o primeiro trimestre. Esse planejamento, no entanto, precisa considerar um fator central do comércio global: o calendário do Ano Novo Chinês.

Em 2026, o Ano Novo Chinês será celebrado entre terça-feira, 17 de fevereiro, e terça-feira, 3 de março. Durante esse período, fábricas, escritórios, armazéns e parte da operação portuária na China reduzem ou interrompem suas atividades. Como o país é o principal fornecedor de produtos industrializados para o Brasil, o impacto se reflete diretamente nos prazos de produção e embarque.

Nas semanas que antecedem o feriado, é comum a concentração de pedidos e embarques, já que importadores buscam antecipar cargas. Após o término das festividades, a retomada das operações ocorre de forma gradual, o que pode gerar acúmulo de pedidos, aumento no tempo de fabricação e ajustes nas janelas de embarque. Esse comportamento afeta cadeias que dependem de reposição contínua, como eletrônicos, têxteis, utilidades domésticas e artigos sazonais.

Diante desse cenário, o início do ano deixa de ser apenas um momento de retomada comercial e passa a exigir organização logística mais precisa. Empresas que não consideram o impacto do calendário chinês podem enfrentar atrasos no abastecimento e dificuldade para cumprir prazos de venda ao longo do primeiro semestre.

Organização logística e previsibilidade das operações

A definição das importações para o primeiro trimestre de 2026 depende de decisões antecipadas. Ajustar cronogramas, definir volumes com antecedência e escolher janelas de embarque compatíveis com o período pré e pós-Ano Novo Chinês reduz riscos operacionais. Nesse contexto, o papel do parceiro logístico ganha relevância.

Um operador logístico com atuação internacional e conhecimento das rotas asiáticas consegue orientar o importador sobre prazos realistas, alternativas de transporte e impactos do feriado na origem. Essa atuação envolve não apenas o transporte, mas também a coordenação com fornecedores, agentes de carga e o acompanhamento do fluxo logístico.

Além disso, o início do ano costuma concentrar revisões de contratos de frete e reorganização de rotas globais, o que pode influenciar custos e disponibilidade de espaço. O acompanhamento contínuo dessas variáveis permite decisões mais alinhadas à dinâmica do comércio internacional.

Com o Ano Novo Chinês ocorrendo entre fevereiro e março de 2026, o planejamento das importações no início do ano se consolida como etapa estratégica. A combinação entre organização prévia e suporte logístico adequado contribui para operações mais previsíveis e para a continuidade do abastecimento ao longo do ano.

TEXTO E IMAGEM: PROCESS GROUP

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Comércio Exterior

Ano Novo Chinês 2026: por que o comércio exterior precisa se planejar agora

Enquanto muitas empresas ainda estão concentradas nos desafios imediatos da logística global, as operações mais estratégicas de comércio exterior já projetam seus cenários para 2026. O motivo é um dos eventos mais relevantes — e previsíveis — da cadeia de suprimentos mundial: o Ano Novo Chinês (Chinese New Year – CNY).

Longe de ser apenas um feriado prolongado, o CNY representa uma paralisação industrial em larga escala, com reflexos diretos na produção, nos transportes, nos portos e nos custos logísticos globais. Para importadores e exportadores que dependem da manufatura asiática, antecipar-se é uma condição básica para manter competitividade.

Em 2026, o calendário exige atenção redobrada.

Datas-chave do Ano Novo Chinês 2026

  • Início oficial do Ano Novo Chinês (Ano do Cavalo): 17 de fevereiro de 2026
  • Período crítico de paralisação industrial: entre 15 e 23 de fevereiro de 2026
  • Retomada gradual das operações: a partir do fim de fevereiro
  • Normalização mais ampla da produção: estimada apenas para meados de março de 2026

Embora o feriado oficial dure cerca de uma semana, os impactos logísticos se estendem por mais de um mês, afetando diretamente o primeiro trimestre do ano.

O que é o Ano Novo Chinês e por que ele é tão relevante?

O Ano Novo Chinês, também chamado de Festival da Primavera, é a celebração mais importante do calendário cultural da China. Diferentemente do calendário gregoriano, ele segue o calendário lunissolar, o que faz com que a data varie a cada ano.

Mais do que uma festividade simbólica, o período é marcado por um fenômeno logístico e social de grandes proporções: o Chunyun, considerado a maior migração humana do planeta. Milhões de trabalhadores deixam os grandes centros industriais para retornar às suas cidades natais e celebrar com suas famílias.

Na prática, isso significa:

  • Fechamento quase total das fábricas
  • Redução drástica da mão de obra logística
  • Suspensão de atividades em terminais, armazéns e serviços aduaneiros

Para o comércio exterior, o CNY é um evento estrutural, não pontual.

Qual animal rege 2026?

O ano de 2026 será regido pelo Cavalo, símbolo tradicional de movimento, energia e transformação na astrologia chinesa. No contexto econômico, o período costuma ser associado a ritmo acelerado antes do feriado e retomada gradual depois, exigindo planejamento cuidadoso das operações.

Quando o impacto logístico realmente termina?

Um dos erros mais comuns no planejamento logístico é considerar apenas a semana oficial do feriado. O impacto real do Ano Novo Chinês vai muito além.

Após o encerramento das celebrações, muitas fábricas enfrentam dificuldades para recompor suas equipes, o que torna a retomada produtiva lenta e escalonada. Além disso, o Festival das Lanternas, que em 2026 ocorre em 3 de março, marca simbolicamente o encerramento das festividades.

Na prática, março ainda é um mês de ajustes, com capacidade produtiva e logística abaixo do normal em diversos setores.

Impactos diretos do Ano Novo Chinês na logística global

Os efeitos do CNY sobre o supply chain podem ser divididos em três fases principais:

1. Período pré-CNY: a corrida pelos embarques

Entre janeiro e início de fevereiro, empresas do mundo inteiro tentam antecipar suas cargas antes da paralisação.

Principais impactos:

  • Elevação expressiva dos custos de frete marítimo e aéreo
  • Aplicação de taxas de alta temporada (Peak Season Surcharges)
  • Falta de espaço em navios e aeronaves
  • Escassez de contêineres vazios
  • Aumento do risco de roll-over (cargas que não embarcam conforme programado)
  • Congestionamentos em portos e aeroportos

2. Período de shutdown: a China desacelera

Durante o feriado, a operação logística interna praticamente para.

  • Produção industrial suspensa
  • Transporte rodoviário reduzido
  • Armazéns, terminais e despachos aduaneiros operando com capacidade mínima ou fechados

Mesmo cargas já prontas podem ficar paradas por falta de movimentação local.

3. Pós-CNY: retomada lenta e acúmulo de pedidos

O retorno das atividades ocorre de forma gradual.

  • Produção retomada em fases
  • Acúmulo de pedidos represados antes e durante o feriado
  • Nova pressão sobre fretes e prazos
  • Possíveis atrasos em cadeia no abastecimento global

Como o comércio exterior pode se preparar para 2026?

O planejamento para o Ano Novo Chinês deve começar com meses de antecedência. Esperar o início do ano é, na maioria dos casos, sinônimo de custos mais altos e menor previsibilidade.

Algumas estratégias essenciais incluem:

  • Revisar o forecast de demanda, especialmente para o primeiro trimestre
  • Antecipar pedidos e produção junto aos fornecedores asiáticos
  • Confirmar datas de fechamento de fábricas e prazos de cut-off
  • Garantir bookings com antecedência, reduzindo riscos de falta de espaço
  • Reforçar estoques estratégicos, especialmente de itens críticos
  • Avaliar modais alternativos, quando viáveis

Planejamento estratégico faz a diferença

O Ano Novo Chinês não é um evento inesperado — é uma variável recorrente do comércio global. Empresas que tratam o CNY como parte da gestão de risco logístico conseguem reduzir impactos, preservar margens e manter a fluidez das operações.

Antecipação, informação e parceiros logísticos preparados são os principais aliados para atravessar o CNY 2026 com eficiência e previsibilidade.

No comércio exterior, quem se planeja antes, embarca melhor depois.

Fontes de referência

  • China Briefing (Dezan Shira & Associates) – Análises sobre impactos do Ano Novo Chinês na produção e na logística
  • World Shipping Council – Estudos sobre sazonalidade e capacidade no transporte marítimo global
  • Drewry Shipping Consultants – Relatórios de mercado sobre fretes, congestionamentos e comportamento dos armadores
  • McKinsey & Company – Conteúdos sobre disrupções em cadeias globais de suprimentos
  • Conselho de Estado da República Popular da China – Informações oficiais sobre o calendário do Ano Novo Chinês
  • Freightos Baltic Index (FBX) – Indicadores de variação de frete internacional

TEXTO: Este conteúdo foi desenvolvido com o apoio de inteligência artificial e passou por curadoria, validação técnica e edição final da equipe editorial do ReConecta News. 
IMAGENS: ILJUSTRATIVAS / FREEPIK

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