Informação

Petrobras quer ampliar produção de fertilizantes e mira até 75% da demanda nacional

A Petrobras anunciou planos para expandir a produção de fertilizantes nitrogenados no Brasil e alcançar até 75% da demanda nacional nos próximos cinco anos. A estratégia envolve a ampliação de unidades industriais em Sergipe, Bahia e Mato Grosso do Sul, além da retomada de fábricas já existentes.

O anúncio foi feito pela presidente da estatal, Magda Chambriard, durante evento em Sergipe, onde também foram divulgados investimentos de R$ 72,5 bilhões no estado.

Petrobras aposta em expansão da produção de gás e fertilizantes

Segundo Magda Chambriard, a companhia vive um novo ciclo de crescimento, com foco na ampliação da produção de gás natural, petróleo e fertilizantes. A executiva destacou que a retomada de plantas industriais faz parte do plano para fortalecer a cadeia produtiva nacional e reduzir a dependência externa desses insumos.

A presidente também afirmou que a Petrobras registrou aumento de 16% na produção de petróleo no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Sergipe receberá R$ 60 bilhões em exploração e produção

Dentro do plano de investimentos da estatal, Sergipe deve receber cerca de R$ 60 bilhões em projetos de exploração e produção nos próximos cinco anos.

Entre os empreendimentos previstos estão duas plataformas em águas ultraprofundas, cada uma com capacidade de produzir 120 mil barris de petróleo por dia. Juntas, as unidades também deverão processar 22 milhões de metros cúbicos de gás natural diariamente.

De acordo com a Petrobras, o projeto pode transformar Sergipe no maior produtor de petróleo do Nordeste, além de gerar aproximadamente 25 mil empregos diretos e indiretos.

Plataformas terão tecnologia inédita para processamento de gás

As novas plataformas anunciadas para Sergipe contarão com sistemas próprios de processamento de gás natural em alto-mar, modelo apontado pela companhia como inovador dentro da indústria petrolífera.

Magda Chambriard destacou que a tecnologia representa um avanço para o sistema Petrobras, especialmente em operações em águas ultraprofundas.

Reabertura da Fafen reforça estratégia de fertilizantes

A retomada da Fafen, em Sergipe, foi apresentada como peça central do plano de expansão da produção de fertilizantes nitrogenados no país.

Segundo a Petrobras, a unidade deverá responder sozinha por cerca de 7% da demanda nacional do segmento. A reativação da fábrica foi possível após o aumento da oferta de gás natural, considerado essencial para garantir a viabilidade econômica das operações.

A estatal informou ainda que a disponibilidade de gás passou de 29 milhões para 52 milhões de metros cúbicos, movimento que contribuiu para a redução dos custos do insumo.

Petrobras quer alcançar autossuficiência em fertilizantes

Além de Sergipe, a empresa também citou investimentos na Bahia, Paraná e Mato Grosso do Sul. Com os projetos já em andamento, a expectativa é atender inicialmente cerca de 35% da demanda brasileira de fertilizantes nitrogenados.

A Petrobras também avalia ampliar plantas existentes e construir novas unidades em regiões com maior oferta de gás natural. A meta da companhia é elevar gradualmente a produção nacional e buscar a autossuficiência do país nesse mercado estratégico.

Potássio e mineração entram nos estudos da estatal

Durante o evento, Magda Chambriard também mencionou o interesse da Petrobras em ampliar sua atuação no setor de energia, incluindo estudos relacionados à exploração de potássio e minerais críticos utilizados na fabricação de fertilizantes.

Apesar disso, a executiva ressaltou que a companhia atualmente não possui autorização em seu objeto social para atuar diretamente na mineração.

Descomissionamento de plataformas terá investimento bilionário

A Petrobras também anunciou investimentos de R$ 2,5 bilhões no processo de descomissionamento de 26 plataformas antigas localizadas no litoral sergipano.

Segundo a estatal, a medida busca recuperar ambientalmente áreas utilizadas há décadas na produção offshore, ao mesmo tempo em que novos projetos ampliam a produção de petróleo e gás no estado.

FONTE: Brasil 247
TEXTO: Redação
IMAGEM: Divulgação / Petrobras

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Internacional

Argélia ganha força como potência energética global com gás natural e avanço sobre mercado europeu

A crescente disputa internacional por fontes de energia colocou a Argélia no centro das atenções globais. Com cerca de 4,5 trilhões de metros cúbicos de reservas comprovadas de gás natural, o país do norte da África ampliou sua influência estratégica ao assumir parte do espaço deixado pela redução do fornecimento russo para a Europa.

A posição geográfica privilegiada no Mediterrâneo, aliada à infraestrutura de exportação já consolidada, transformou o território argelino em peça importante para a segurança energética europeia desde o início da guerra na Ucrânia, em 2022.

Europa amplia dependência do gás argelino

Com a busca acelerada por alternativas ao gás russo, países europeus passaram a fortalecer acordos comerciais com a Argélia. A proximidade com o continente europeu e a capacidade de fornecimento por gasodutos e cargas de GNL (gás natural liquefeito) favoreceram esse movimento.

Atualmente, a Argélia ocupa posição estratégica em mercados como Espanha e Itália, ampliando sua participação no abastecimento energético da região.

Na Espanha, por exemplo, o gás argelino voltou a liderar parte das importações energéticas do país. Dados da Enagás indicam que o combustível vindo da Argélia representou mais de 29% das compras espanholas de gás nos primeiros meses de 2026.

Grande parte desse fornecimento ocorre pelo gasoduto Medgaz, ligação submarina direta entre a Argélia e o território espanhol.

Ruptura diplomática fortaleceu rota no Mediterrâneo

A relevância do Medgaz aumentou após a paralisação do gasoduto Magrebe-Europa, que passava pelo Marrocos. O encerramento das operações ocorreu em meio ao agravamento das tensões diplomáticas entre Argel e Rabat.

Com isso, a Argélia reforçou sua presença no mercado europeu utilizando rotas consideradas mais seguras e estratégicas para exportação de energia.

Sonatrach domina setor energético da Argélia

A estatal Sonatrach concentra a maior parte das operações ligadas à produção, transporte e exportação de hidrocarbonetos no país.

Além de controlar contratos internacionais bilionários, a empresa exerce papel decisivo na política econômica argelina e nas negociações de segurança energética com países europeus.

Um dos acordos mais relevantes envolve a espanhola Naturgy, responsável pela compra de aproximadamente 5 bilhões de metros cúbicos de gás por ano.

Em março de 2026, representantes dos dois países discutiram a ampliação da capacidade de fornecimento pelo Medgaz diante da volatilidade no mercado internacional de energia.

Itália e Turquia ampliam acordos energéticos

A Itália também intensificou sua parceria com a Argélia após reduzir significativamente as importações de gás russo.

Nesse cenário, o gasoduto TransMed ganhou relevância estratégica ao conectar o território argelino à Europa através da Tunísia e do Mar Mediterrâneo. A estrutura consolidou a Argélia como um dos principais fornecedores italianos de energia.

Outro país que avançou nas negociações foi a Turquia. O governo turco busca ampliar os contratos de gás natural liquefeito antes do encerramento do acordo atual, previsto para 2027.

Segundo autoridades turcas, parte do combustível poderá ser regaseificada no território turco e redistribuída para países do sudeste europeu, incluindo a Bulgária.

A estratégia fortalece o projeto da Turquia de atuar como corredor regional de energia entre Ásia, Oriente Médio e Europa.

Investimentos bilionários impulsionam produção

Além de expandir os contratos internacionais, a Argélia também acelera investimentos para ampliar sua produção de petróleo e gás.

Em abril de 2026, o governo lançou uma nova rodada de licenciamento para exploração de sete blocos de petróleo e gás, buscando atrair empresas estrangeiras para projetos de longo prazo.

Já em maio, a Sonatrach assinou um contrato estimado em US$ 1,1 bilhão para a segunda fase do campo de Hassi Bir Rekaiz, no sul do país.

O projeto será desenvolvido por um consórcio liderado pela egípcia Petrojet, com participação da italiana Arkad.

País busca espaço no mercado global de GNL

A Argélia também trabalha para ampliar sua capacidade de liquefação e competir no mercado internacional de GNL, atualmente liderado por países como Estados Unidos, Catar e Austrália.

Esse modelo de exportação permite que o gás seja enviado para regiões sem conexão direta por gasodutos, ampliando o alcance comercial do país africano.

Apesar do crescimento da influência energética argelina, a forte dependência dos hidrocarbonetos ainda representa um desafio estrutural para a economia local, já que petróleo e gás respondem por cerca de 90% das exportações e sustentam grande parte da arrecadação estatal.

FONTE: Click Petróleo e Gás
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CPG

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Comércio Exterior

Exportações de gás natural da Bolívia devem cair 30% em 2026, prevê YPFB

A estatal boliviana YPFB estima uma redução de 30% nas exportações de gás natural da Bolívia em 2026. O cenário reflete o avanço do declínio das reservas do país, que tem o Brasil como principal destino do combustível.

Segundo dados apresentados no relatório de prestação de contas divulgado pela companhia, a média prevista de exportação para este ano é de 9,11 milhões de metros cúbicos por dia. O volume considera contratos firmes e operações interruptíveis realizadas no mercado spot.

Além da retração nas vendas externas, a expectativa é de que o fluxo de gás argentino via Bolívia para o Brasil continue limitado em 2026.

Importação de gás argentino seguirá em baixa

De acordo com a Gas TransBoliviano (GTB), responsável pelo trecho boliviano do Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol), a movimentação de gás vindo da Argentina deve permanecer abaixo de 500 mil metros cúbicos por dia ao longo do próximo ano.

Atualmente, o Gasbol é a única estrutura disponível para transportar o combustível argentino até a malha integrada de gasodutos brasileiros.

Bolívia alerta para esgotamento da capacidade de exportação até 2030

A YPFB também informou que, mantido o atual nível de reservas provadas, a capacidade boliviana de exportar gás poderá se esgotar até 2030.

Diante desse cenário, o governo boliviano trabalha em mudanças no marco regulatório do setor de óleo e gás. A proposta inclui incentivos fiscais para atrair empresas estrangeiras e ampliar investimentos em exploração.

O presidente da YPFB, Sebastián Daroca, afirmou que é necessário agir rapidamente para conter a queda na produção de gás no país.

Segundo a estatal, o portfólio atual de exploração reúne projetos com potencial estimado em 11 trilhões de pés cúbicos (TCF). Após ajustes de risco, o volume considerado viável é de cerca de 3 TCF, além de oportunidades adicionais em fase inicial avaliadas em 7 TCF.

Novos investimentos são vistos como essenciais

Durante encontro anual de prestação de contas da companhia, Daroca destacou que a simples utilização das reservas já comprovadas não será suficiente para evitar o avanço da redução produtiva.

A expectativa da YPFB é de que a incorporação de recursos contingentes possa ampliar a autossuficiência boliviana de gás até 2034. Ainda assim, a estatal defende novos investimentos e incentivos para expandir as reservas do país.

A companhia acredita que uma nova legislação para o setor de hidrocarbonetos poderá aumentar a segurança jurídica e estimular aportes privados já a partir deste ano. Caso isso ocorra, a recuperação da produção poderia começar a aparecer entre 2028 e 2029.

Reservas provadas da Bolívia caíram 58% desde 2017

No fim de 2024, a YPFB divulgou, pela primeira vez em seis anos, a atualização oficial de suas reservas provadas. O levantamento confirmou a forte retração dos volumes disponíveis.

Em 31 de dezembro de 2023, a Bolívia possuía 4,5 TCF em reservas provadas, resultado que representa queda de 58% na comparação com 2017.

Declínio do gás boliviano impacta mercado brasileiro

A redução da oferta também afeta o mercado privado de gás natural no Brasil. Desde 2025, a Bolívia se consolidou como importante fornecedora para comercializadoras privadas brasileiras, que importam entre 3 milhões e 5 milhões de metros cúbicos por dia.

Levantamento da agência eixos aponta que empresas como Edge, Galp, J&F, MTX, Shell, Tradener e a própria YPFB mantêm reservas contínuas de capacidade no Gasbol ao longo deste ano.

Os contratos são firmados junto à Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG), responsável pela entrada do combustível em Corumbá (MS), principal porta de acesso do gás importado ao país.

Além dessas companhias, Eneva e Deal Comercializadora também realizam importações frequentes utilizando contratos diários de transporte.

Com a redução contínua das reservas bolivianas, especialistas do setor avaliam que o fornecimento atual possui horizonte limitado no médio prazo.

FONTE: Eixos
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/ABI

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Internacional

Estreito de Ormuz: Irã autoriza passagem de navios não hostis sob coordenação

O governo do Irã informou à ONU que navios não hostis podem atravessar o Estreito de Ormuz, desde que sigam regras específicas e mantenham coordenação com autoridades iranianas. A posição foi apresentada em comunicado oficial enviado a organismos internacionais.

Comunicação enviada à ONU e à OMI

De acordo com documento diplomático, o Ministério das Relações Exteriores iraniano encaminhou a mensagem ao Conselho de Segurança da ONU e ao secretário-geral António Guterres. O conteúdo também foi compartilhado com os países integrantes da Organização Marítima Internacional (OMI), responsável por regular a segurança da navegação internacional.

Na nota, o Irã afirma que embarcações de países que não estejam envolvidos em ações hostis poderão realizar a travessia pelo Estreito de Ormuz, desde que respeitem normas estabelecidas e atuem em conjunto com autoridades locais.

Regras para circulação no Estreito de Ormuz

Segundo o governo iraniano, terão direito à passagem segura os navios que:

  • não participem de ações contra o país
  • não ofereçam apoio a operações consideradas hostis
  • cumpram integralmente as normas de segurança marítima

Por outro lado, o texto deixa claro que embarcações ligadas aos Estados Unidos, a Israel ou a aliados envolvidos no conflito não serão consideradas elegíveis para trânsito seguro.

Impacto da guerra no fluxo global de energia

A decisão ocorre em meio ao agravamento do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, que já provoca efeitos significativos no comércio internacional.

O fluxo de petróleo e gás natural liquefeito pela região foi fortemente afetado, com interrupções em uma rota estratégica responsável por cerca de 20% do abastecimento energético global.

O Irã afirma que adotou medidas “proporcionais” para impedir que o estreito seja utilizado em operações militares ou logísticas contrárias ao país.

Tensão geopolítica e segurança marítima

O posicionamento reforça o clima de tensão no Golfo Pérsico e levanta preocupações sobre a segurança marítima e a estabilidade do fornecimento de energia no mundo.

O Estreito de Ormuz é considerado um dos principais corredores marítimos globais, sendo vital para o transporte de petróleo entre o Oriente Médio e mercados internacionais.

FONTE: Infomoney
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reuters/Stringer

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Importação

Brasil busca ampliar importação de gás da Bolívia e reforçar parceria energética

A cooperação energética entre Brasil e Bolívia ganhou novo impulso com a sinalização de aumento na produção e no fornecimento de gás natural ao mercado brasileiro. A iniciativa ocorre em meio a um cenário internacional de incertezas no abastecimento de combustíveis, o que reforça a importância de parcerias regionais estratégicas.

Parceria energética ganha força

Durante encontro oficial em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou o interesse brasileiro em ampliar tanto a produção quanto a importação de gás natural boliviano, considerado um recurso essencial para a segurança energética do país.

Segundo o presidente, a Bolívia segue como um fornecedor confiável, mesmo diante de crises globais que afetam o setor. Ele também mencionou a possibilidade de novos investimentos para expandir a oferta do insumo ao Brasil.

A atuação da Petrobras ao longo das últimas décadas foi apontada como fundamental para a integração energética entre os dois países. Atualmente, a estatal responde por cerca de 25% da produção de gás na Bolívia — número inferior aos 60% registrados anteriormente, mas ainda relevante.

Gasoduto e integração regional

O Gasoduto Brasil–Bolívia continua sendo uma peça-chave para o desenvolvimento industrial brasileiro e para o setor de hidrocarbonetos boliviano. A expectativa é que a estrutura seja utilizada de forma mais ampla, promovendo a integração dos mercados de gás no Cone Sul.

Além disso, há potencial de uso do gasoduto para abastecer projetos industriais, como uma possível fábrica de fertilizantes na região de Puerto Quijaro.

Interligação elétrica e energia renovável

Outro avanço importante foi o acordo para interconexão dos sistemas elétricos entre os dois países. O projeto prevê a construção de uma linha de transmissão entre a província de Germán Busch, na Bolívia, e o município de Corumbá (MS).

A proposta busca otimizar o uso de recursos energéticos e ampliar o acesso à eletricidade em áreas ainda dependentes de diesel. O Brasil também demonstrou interesse em colaborar com a Bolívia no desenvolvimento de biocombustíveis e outras fontes renováveis, fortalecendo a diversificação da matriz energética e contribuindo para a descarbonização.

Mineração e cooperação ampliada

O presidente boliviano, Rodrigo Paz, ressaltou o potencial de cooperação no setor de mineração, destacando a diversidade e abundância de recursos minerais no país.

Além da energia, os dois governos discutiram temas como integração física, combate a crimes transnacionais, comércio, investimentos e questões migratórias. Também foram firmados acordos nas áreas de turismo e segurança, com foco no enfrentamento ao crime organizado.

Comércio bilateral e novos investimentos

Apesar de o Brasil ser o segundo maior parceiro comercial da Bolívia, o volume de trocas entre os países vem diminuindo. Em 2013, a balança comercial atingiu US$ 5,5 bilhões, enquanto em 2025 caiu para US$ 2,6 bilhões.

Ainda assim, há expectativa de retomada, com oportunidades em setores como agronegócio, alimentos, sementes, frutas, algodão, cana-de-açúcar e soja, além de avanços em biotecnologia com apoio da Embrapa.

Infraestrutura e integração logística

A construção de uma nova ponte sobre o Rio Mamoré, ligando Guajará-Mirim (RO) a Guayarámerin, deve facilitar o fluxo comercial entre os países. A obra integra as Rotas de Integração Sul-Americana e tem início previsto para 2027.

O projeto permitirá melhor acesso aos portos do Chile e do Peru, ampliando a conexão com mercados asiáticos por meio do Oceano Pacífico.

FONTE: Agência Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Agência Petrobras/Divulgação)

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Indústria

Senado aprova R$ 3,1 bilhões em incentivos para a indústria química e petroquímica

O Senado aprovou o Projeto de Lei 14/2026, que eleva de R$ 1,1 bilhão para R$ 3,1 bilhões os incentivos fiscais para a indústria química e petroquímica. O texto agora segue para sanção presidencial.

A proposta, de autoria do deputado Carlos Zarattini, foi relatada pelo senador Afonso Motta e recebeu 59 votos favoráveis e 3 contrários no Senado Federal.

Além de fortalecer o setor em âmbito nacional, a medida deve beneficiar diretamente o Polo Industrial de Cubatão, que enfrenta fechamento de unidades produtivas e redução de empregos.

Regime provisório até criação do Presiq

O texto institui um regime tributário transitório válido até 2027, quando entra em vigor o Programa de Sustentabilidade da Indústria Química (Presiq).

O relator dividiu o novo limite de incentivos em duas fases e ampliou o volume total de recursos destinados ao setor. Segundo Motta, a indústria química brasileira sofre com o alto custo do gás natural e com a concorrência de produtos importados, cenário que levou a um déficit comercial de US$ 44,1 bilhões em 2025.

Redução de impostos sobre insumos estratégicos

As novas regras preveem diminuição das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre insumos considerados essenciais, como nafta petroquímica, gás natural e amônia.

Entre janeiro de 2025 e fevereiro de 2026, as alíquotas serão reduzidas para 1,52% (PIS/Pasep) e 7% (Cofins). Já de março a dezembro de 2026, os percentuais cairão para 0,62% e 2,83%, respectivamente.

O objetivo é aliviar a carga tributária sobre matérias-primas utilizadas na fabricação de plásticos, resinas e outros derivados químicos, aumentando a competitividade do setor.

Setor vê medida como alívio temporário

Para Herbert Passos Filho, presidente do Sindicato dos Químicos da Baixada Santista, o pacote representa um “alívio momentâneo” até a implementação do Presiq.

Ele ressalta, porém, que permanecem desafios estruturais, como o custo elevado da matéria-prima e a ausência de barreiras alfandegárias mais eficazes para conter a concorrência externa.

Incentivo adicional para Cubatão

Paralelamente à aprovação do projeto, o vice-presidente Geraldo Alckmin já havia anunciado um aporte de R$ 2 bilhões ao setor por meio de medida provisória.

No início de fevereiro, o prefeito de Cubatão, César Nascimento, esteve em Brasília para solicitar ações emergenciais voltadas à recuperação do polo industrial local.

A expectativa é que o reforço nos benefícios fiscais, aliado a políticas estruturais, ajude a conter a retração produtiva e estimule novos investimentos na cadeia petroquímica nacional.

FONTE: G1
TEXTO: Redação
IMAGEM: Acervo A Tribuna

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Internacional

Estreito de Ormuz: fechamento parcial pode afetar exportação de fertilizantes e mercado global de ureia

O anúncio de fechamento parcial do Estreito de Ormuz, feito pelo Irã para esta terça-feira (17), acendeu um alerta no mercado global de fertilizantes. A medida, segundo a mídia iraniana, está ligada a razões de segurança durante exercícios navais conduzidos pela Guarda Revolucionária Islâmica na região.

Embora o impacto imediato ainda seja incerto, especialistas apontam que eventuais restrições prolongadas à navegação podem afetar o transporte de fertilizantes nitrogenados, insumos estratégicos para a agricultura mundial.

Rota estratégica para energia e insumos industriais

O Estreito de Ormuz é uma das principais vias marítimas do planeta. Aproximadamente 20% do consumo global de petróleo e gás natural passa pela região, tornando o local crucial para o abastecimento energético internacional.

Além de combustíveis fósseis, a rota também é relevante para o escoamento de produtos industriais, como a ureia, um dos principais fertilizantes nitrogenados. Qualquer limitação no tráfego marítimo pode pressionar a logística internacional e influenciar a formação de preços, especialmente se as restrições se estenderem por vários dias.

Oriente Médio lidera exportações de ureia

O Oriente Médio responde por mais de 40% das exportações globais de ureia. Em 2024, a produção iraniana foi estimada em cerca de 9 milhões de toneladas, com aproximadamente metade destinada ao mercado externo.

Entre os principais compradores da ureia iraniana estão Turquia, Brasil e África do Sul. O Brasil, por sua vez, importou cerca de 7,7 milhões de toneladas do fertilizante em 2025, tendo Nigéria, Rússia e Omã como fornecedores relevantes.

Segundo a consultoria Argus, parte dos volumes declarados como originários de Omã pode incluir cargas produzidas no Irã. Essa dinâmica pode gerar distorções estatísticas nos dados de comércio internacional.

Produção depende do gás natural

A fabricação de ureia está diretamente ligada ao gás natural, utilizado na produção de amônia, matéria-prima essencial do fertilizante. Por isso, oscilações nos preços do petróleo e do gás tendem a impactar o custo final do insumo agrícola.

Desde meados de dezembro, a produção iraniana opera parcialmente devido a cortes no fornecimento de gás — situação comum no inverno, quando parte do recurso é direcionada ao aquecimento residencial. De acordo com a Argus, cerca de 450 mil toneladas deixaram de ser produzidas nesse período.

Impacto no Brasil depende da duração das restrições

Apesar do cenário de incerteza, fevereiro não costuma concentrar volumes expressivos de compras de fertilizantes nitrogenados pelo Brasil. Assim, os efeitos mais significativos sobre preços da ureia e abastecimento interno tendem a ocorrer apenas se as limitações no Estreito de Ormuz se prolongarem.

O desdobramento da situação será determinante para medir o impacto real sobre o comércio internacional de fertilizantes e os custos do setor agrícola.

FONTE: CNN Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: REUTERS/David Mercado

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Informação

Petrobras reduz preço do gás natural em 7,8% a partir de fevereiro de 2026

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (27) uma redução média de 7,8% no preço do gás natural vendido às distribuidoras. O novo valor passa a vigorar em 1º de fevereiro de 2026 e segue as regras previstas nos contratos firmados com as empresas do setor.

Redução segue contratos e indicadores internacionais

De acordo com a estatal, o reajuste reflete a atualização trimestral baseada em indicadores internacionais de energia e na variação cambial. A queda incide exclusivamente sobre a chamada parcela molécula, que corresponde ao valor do gás natural antes da aplicação de custos adicionais.

Esses custos incluem transporte, margens das distribuidoras, impostos e tarifas reguladas, o que significa que a redução anunciada não implica, necessariamente, queda imediata na conta final do consumidor.

Como funciona o reajuste do gás natural

Os contratos da Petrobras preveem ajustes trimestrais calculados, principalmente, a partir de três fatores:

  • Cotação do petróleo Brent
  • Taxa de câmbio real-dólar
  • Henry Hub, referência do mercado de gás natural dos Estados Unidos, incluída nos contratos desde o início de 2026

Essa nova indexação vale para as distribuidoras que optaram por esse modelo contratual. Para o trimestre iniciado em fevereiro, a combinação desses indicadores, somada à ponderação dos volumes contratados, resultou na redução média de 7,8% no preço da molécula do gás natural.

Impacto varia entre distribuidoras

A Petrobras ressalta que o impacto do reajuste pode variar conforme a distribuidora, já que fatores como tipo de produto contratado e volume efetivamente consumido influenciam o preço final.

Desde 2024, a companhia também adota mecanismos que permitem descontos adicionais, como o prêmio por performance e o prêmio de incentivo à demanda, concedidos a clientes que atingem metas específicas de consumo.

Segundo a estatal, considerando a redução prevista para fevereiro de 2026, o preço médio da molécula do gás natural acumula uma queda aproximada de 38% desde dezembro de 2022.

Reajuste não vale para o gás de cozinha

O reajuste anunciado não se aplica ao GLP, conhecido como gás de cozinha, comercializado em botijões ou a granel. A medida é restrita exclusivamente ao mercado de gás natural canalizado.

Diferença entre gás natural e GLP

O gás natural é extraído diretamente de poços, assim como o petróleo, e tem o metano como principal componente. Ele é distribuído por gasodutos e utilizado em residências, indústrias e veículos, sendo considerado uma fonte mais limpa por emitir menos poluentes na queima.

Já o GLP (gás liquefeito de petróleo) é obtido por processos industriais, composto por propano e butano. Armazenado em botijões ou tanques, é amplamente usado em cozinhas e sistemas de aquecimento, especialmente em regiões sem acesso à rede de gás natural.

FONTE: Poder 360
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/Poder 360

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Indústria

Brasil acelera estratégia no gás natural, reduz dependência da Bolívia e mira liderança energética na América do Sul

Movimento estratégico reposiciona o Brasil no gás natural
O Brasil iniciou uma transformação silenciosa, porém estrutural, no setor de gás natural, capaz de alterar o equilíbrio energético da América do Sul. Com investimentos bilionários, avanço tecnológico e uma infraestrutura industrial de alta complexidade, o país reduz sua dependência histórica da Bolívia e amplia sua influência regional no setor energético.

A análise foi detalhada pelo canal Geopolítica de Concreto, que aponta uma mudança estratégica profunda, com impacto direto na geopolítica do mercado de energia sul-americano.

Bolívia perdeu centralidade como principal fornecedora
Por décadas, a Bolívia ocupou posição central como exportadora de gás natural na região. Grandes campos produtores sustentaram a economia do país e garantiram fornecimento estratégico aos vizinhos, especialmente ao Brasil.

A partir dos anos 2000, com a expansão das termoelétricas e do parque industrial brasileiro, mais de 70% do gás consumido internamente passou a ser importado do território boliviano, criando uma relação de dependência que moldou políticas energéticas por anos.

Infraestrutura brasileira reduz vulnerabilidades externas
Esse cenário começou a mudar de forma consistente. O Brasil passou a estruturar uma ampla rede de produção, processamento e distribuição de gás natural e gases industriais, com foco em autonomia logística e segurança do abastecimento.

O projeto envolve gasodutos, terminais, plantas industriais, sistemas de liquefação, unidades de processamento e novas rotas logísticas integradas, capazes de atender diferentes setores da economia nacional.

Gás natural como base da indústria nacional
A estratégia vai além da segurança energética. O gás natural passa a ser tratado como plataforma industrial, integrada a cadeias como fertilizantes, siderurgia, mineração, petroquímica, geração elétrica, indústria alimentícia, farmacêutica e hospitalar.

Nesse novo modelo, o insumo deixa de ser apenas fonte de energia e assume papel central na agregação de valor e no fortalecimento da indústria brasileira.

White Martins lidera investimento bilionário
No centro desse avanço está a White Martins, que anunciou um plano de investimentos de R$ 1 bilhão até 2026. O aporte será destinado à ampliação e modernização da infraestrutura de gases industriais no Brasil, configurando uma das maiores apostas do setor nas últimas décadas.

Segundo o Geopolítica de Concreto, trata-se de um investimento com efeito estrutural, voltado à eliminação de gargalos históricos e à elevação do padrão industrial do país.

Mais eficiência e competitividade para a indústria
Com a nova infraestrutura, a indústria brasileira reduz vulnerabilidades logísticas, amplia a capacidade de atendimento ao mercado interno e passa a operar em níveis próximos aos de economias industrializadas.

O resultado é menor dependência externa, ganho de eficiência produtiva e aumento da competitividade industrial no longo prazo.

Mudança na relação Brasil-Bolívia
Enquanto a Bolívia construiu sua influência regional exportando gás bruto, o Brasil avança sobre etapas mais lucrativas da cadeia de valor. O antigo cliente passa a dominar processos de transformação, industrialização e distribuição.

Essa mudança altera a lógica da dependência bilateral e redefine o equilíbrio energético regional.

Infraestrutura invisível sustenta setores críticos
Diferentemente de grandes obras públicas, essa transformação ocorre de forma discreta. A nova infraestrutura inclui gasodutos subterrâneos, plantas criogênicas, tanques refrigerados, sistemas de separação, unidades de liquefação, caminhões especializados e redes de distribuição que operam continuamente.

É essa base que garante oxigênio a hospitais, mantém siderúrgicas em operação ininterrupta e viabiliza a produção industrial em larga escala.

Gases industriais como ativo estratégico
Os gases industriais são essenciais para setores sensíveis. Na siderurgia, asseguram controle térmico preciso. Na indústria farmacêutica, garantem pureza e esterilidade. No setor alimentício, viabilizam conservação e transporte sem perda de qualidade.

Não por acaso, países como Alemanha, Coreia do Sul e China tratam esse segmento como estratégico.

Brasil se aproxima de economias avançadas
Ao adotar esse modelo, o Brasil passa a integrar um grupo restrito de países que enxergam o gás natural e os gases industriais como ativos estratégicos de desenvolvimento econômico.

Esse movimento tem atraído atenção de analistas e mercados internacionais, que observam a velocidade e a profundidade da transformação em curso.

Impactos diretos na economia boliviana
Para a Bolívia, os efeitos são imediatos. O gás natural sempre foi uma das principais fontes de receita e influência do país. Com o principal comprador avançando sobre as etapas mais rentáveis da cadeia, a centralidade boliviana tende a diminuir.

Origem da dependência energética brasileira
A dependência teve origem nos anos 1990, quando o Brasil buscou diversificar sua matriz energética e reduziu a exposição ao petróleo. A construção do Gasbol conectou campos bolivianos ao mercado brasileiro, garantindo estabilidade ao Brasil e impulsionando a economia da Bolívia.

Cenário energético global mudou
Com o tempo, o Brasil ampliou reservas internas, investiu em terminais marítimos de importação e desenvolveu tecnologias de armazenamento e distribuição de gás. A Bolívia, por outro lado, enfrentou dificuldades na manutenção de seus campos e perdeu competitividade relativa.

Investimento com efeito multiplicador
O aporte da White Martins vai além dos números. Ele se traduz em novos equipamentos, plantas industriais, quilômetros de gasodutos e geração de milhares de empregos diretos e indiretos, movimentando cadeias de engenharia, logística e manufatura especializada.

Gás industrial é insubstituível
Diferentemente da eletricidade, o gás possui propriedades químicas e térmicas específicas. Ele é essencial para processos industriais que exigem precisão, controle e estabilidade, sendo difícil de substituir em larga escala.

Infraestrutura prepara o caminho para o hidrogênio
A estrutura em desenvolvimento também prepara o país para o avanço do hidrogênio, apontado como combustível estratégico das próximas décadas. Tanques criogênicos, sistemas de liquefação e compressão são semelhantes aos já em implantação.

Ao investir agora, o Brasil reduz dependência futura de estruturas externas.

Brasil avança enquanto Bolívia renegocia
Enquanto a Bolívia concentra esforços em renegociar contratos e preservar mercados tradicionais, o Brasil avança para a próxima etapa da cadeia, transformando gás natural em produtos, tecnologia e capacidade industrial.

A mudança silenciosa pode redefinir de forma duradoura a geopolítica do gás na América do Sul.

FONTE: Click Petróleo e Gás
TEXTO: Redação
IMAGEM: Reprodução/CPG

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Produção de petróleo e gás no Brasil soma 4,9 milhões de barris em novembro de 2025

A produção de petróleo e gás natural no Brasil alcançou 4,921 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d) em novembro de 2025. O volume consolida o desempenho do setor no período, segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Do total, a extração de petróleo foi de 3,773 milhões de barris por dia (bbl/d), resultado que representa uma queda de 6,4% em relação a outubro, mas um crescimento de 13,9% na comparação com novembro de 2024.

Produção de gás natural registra alta anual

A produção de gás natural ficou em 182,57 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d). O número indica recuo de 6,3% frente ao mês anterior, porém uma alta de 15,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

As informações integram o Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural, apresentado pela ANP nesta segunda-feira (5), no Rio de Janeiro.

Pré-sal concentra quase 80% da produção nacional

No pré-sal, a produção combinada de petróleo e gás natural atingiu 3,913 milhões de boe/d em novembro, o equivalente a 79,6% da produção total brasileira.

De acordo com a ANP, o volume do pré-sal apresentou redução de 8,5% na comparação mensal, mas crescimento de 15,6% frente a novembro de 2024. Desse total, foram produzidos 3,024 milhões de bbl/d de petróleo e 141,27 milhões de m³/d de gás natural, a partir de 178 poços em operação.

Aproveitamento do gás chega a 96,9%

O aproveitamento de gás natural manteve-se elevado em novembro, alcançando 96,9%, segundo a agência reguladora. Foram destinados ao mercado 61,87 milhões de m³/d, enquanto a queima de gás somou 5,71 milhões de m³/d.

Na comparação mensal, a queima registrou alta de 5,0%, mas apresentou redução de 8,1% em relação a novembro de 2024.

Produção se concentra em campos marítimos

A ANP destaca que a maior parte da produção de petróleo (97,7%) e do gás natural (85,7%) teve origem em campos marítimos. Os campos operados pela Petrobras, isoladamente ou em consórcio, responderam por 89,35% do total produzido no país.

Ao todo, a produção nacional teve origem em 6.082 poços, sendo 539 marítimos e 5.543 terrestres.

Campos e unidades com maior volume produzido

O campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos, liderou a produção de petróleo em novembro, com 744,30 mil bbl/d. No gás natural, o destaque foi o campo de Mero, também na Bacia de Santos, com 40,80 milhões de m³/d.

Entre as unidades de produção, o FPSO Almirante Tamandaré, em Búzios, registrou o maior volume de petróleo, com 239.453 bbl/d. Já o FPSO Marechal Duque de Caxias, no campo de Mero, liderou a produção de gás natural, com 12,83 milhões de m³/d.

Mais detalhes sobre os dados podem ser consultados no Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural.

FONTE: Agência Brasil
TEXTO: Redação
IMAGEM: Modais em Foco

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